Lição 9 (jovens) - O que pode prejudicar os relacionamentos

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Lição 9 (jovens) - O que pode prejudicar os relacionamentos

  1. 1. 4 º T R I M 2 0 1 5
  2. 2. 4 º T R I M 2 0 1 5
  3. 3. Acompanhe os comentários em vídeo desta e outras lições no blog: www.natalinodasneves.blogspot.com.br
  4. 4. Texto do dia"Rogo-vos, porém, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que digais todos uma mesma coisa e que não haja entre vós dissensões; antes, sejais unidos, em um mesmo sentido e em um mesmo parecer." (1 Co 1.10)
  5. 5. síntese O relacionamento entre os cristãos deve refletir o mesmo amor e unidade tipificados por Cristo e a igreja.
  6. 6. Agenda de Leitura S E G U N DA - 1 C o 1 . 1 0 - 1 3 Pa r t i d a r i s m o s e n f r a q u e c e m o s r e l a c i o n a m e n t o s T E R Ç A - A t 1 5 . 3 6 - 4 1 C o n t e n d a s p r e j u d i c a m o s r e l a c i o n a m e n t o s Q UA R TA - G l 2 . 1 1 - 1 4 H i p o c r i s i a s a fe t a m o s r e l a c i o n a m e n t o s Q U I N TA - 1 C o 3 . 1 - 2 3 D i s s e n s õ e s c a u s a m d a n o s a o s r e l a c i o n a m e n t o s S E X TA - 1 C o 1 3 . 1 - 1 3 O a m o r á g a p e é a b a s e d o s r e l a c i o n a m e n t o s S Á BA D O - Jo 1 7 . 1 - 2 6 A o r a ç ã o d e Je s u s p e l a u n i d a d e
  7. 7. Texto bíblicoAtos 15.36-41 36. Alguns dias depois, disse Paulo a Barnabé: Tornemos a visitar nossos irmãos por todas as cidades em que já anunciamos a palavra do Senhor, para ver como estão. 37. E Barnabé aconselhava que tomassem consigo a João, chamado Marcos. 38. Mas a Paulo parecia razoável que não tomassem consigo aquele que desde a Panfília se tinha apartado deles e não os acompanhou naquela obra. 39. E tal contenda houve entre eles, que se apartaram um do outro. Barnabé, levando consigo a Marcos, navegou para Chipre. 40. E Paulo, tendo escolhido a Silas, partiu, encomendado pelos irmãos à graça de Deus. 41. E passou pela Síria e Cilícia, confirmando as igrejas.
  8. 8. INTRODUÇÃO
  9. 9. INTRODUÇÃO • Não existem relacionamentos perfeitos. • É preciso educar as emoções para conviver com as diferenças (Pv 15.1, 18, 23). • Isto não ocorre de um dia para o outro, mas é um processo que perdura por toda vida. • Nesta lição observaremos como os relacionamentos afetam a estrutura do próprio ser.
  10. 10. I - RELACIONAMENTOS SAUDÁVEIS E AFETIVIDADE (Jo 13.34)
  11. 11. 1. A construção do sujeito (Sl 139.13- 18): • O ser humano é um ser em construção (v.16; Sl 103.14- 16). • O homem não é apenas capaz de aprender, como também em desaprender, adquirir novos hábitos e caminhar rumo à maturidade (Ec 3.1-7). • Ele cria e recria a si mesmo. • Daí a razão pela qual é importante a participação dos cristãos na educação do indivíduo e da sociedade. • O cristão deve contribuir para a formação do ser na sociedade. I - RELACIONAMENTOS SAUDÁVEIS E AFETIVIDADE (Jo 13.34)
  12. 12. 2. Construção de relacionamentos saudáveis (Ec 3.1-7): • Capacidade para distinguir os relacionamentos bons dos maus, as boas companhias das más, as interações frutíferas das frívolas, ...(Pv 13.20; 14.8). • É no encontro dos vários afluentes da vida social, espiritual e afetiva que a vida e a identidade do sujeito são construídas. • O cristão deve influenciar e não se deixar ser influenciado pelo “mundo” (Pv 14.33; 1 Co 13.11). • O homem deve ser bom e puro apesar de toda lama que o cerca (Pv 4.20-27; 16.2; 21.21). I - RELACIONAMENTOS SAUDÁVEIS E AFETIVIDADE (Jo 13.34)
  13. 13. 3. Relacionamentos e afetividade (Pv 5.21-23): • As interações humanas é construção social na qual o indivíduo se constitui e prossegue se constituindo, a pessoa é responsável por aquilo que cultiva e pelas escolhas que faz ao longo do caminho (Pv 16.9; 22.24- 26). • Nessa lida, a educação dos sentimentos desenvolvidos nas interações sociais na infância e adolescência são muito significativas para a nova fase da vida adulta, a qual o jovem já se encontra no início. • Os possíveis traumas devem ser tratados. Se necessário, por um profissional habilitado. I - RELACIONAMENTOS SAUDÁVEIS E AFETIVIDADE (Jo 13.34)
  14. 14. Pense O homem deve ser bom e puro apesar de toda lama que o cerca. Ponto importanteSe és capaz de, entre a plebe, não te cor romperes, e, entre reis, não perder a naturalidade, e de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes, se a todos podes ser de alguma utilidade, e se és capaz de dar, segundo por segundo, ao minuto fatal todo valor e brilho, tua é a ter ra com tudo o que existe no mundo, e - o que ainda é muito mais - és um Homem, meu filho!." (Rudyard Kipling)
  15. 15. II - RELACIONAMENTOS DOENTIOS E O SER
  16. 16. 1. Relacionamentos doentios afetam todo o ser (1 Sm 18.7-9): • O ser humano se desenvolve numa totalidade e cada uma das dimensões que o compõe é afetada como também influencia umas às outras. • No exemplo de Saul, o primeiro a ser prejudicado foi o próprio rei que, tomado de profunda inveja e ira (Pv 14.17, 30), não teve maturidade para resolver seus dilemas e conflitos, vindo a cometer suicídio (1 Sm 31.1-6). • O desgaste emocional de Saul teria sido evitado se ele dominasse a si próprio (Pv 30.33; 25.28; Gl 5.22). II - RELACIONAMENTOS DOENTIOS E O SER
  17. 17. 2. Sentimentos doentios minam a alegria de viver (1 Sm 31.1-7): • A falta de maturidade afetiva de Saul levou-o a se ocupar em destruir a Davi (1 Sm 18.7-15; 19.1-11). • Ignorou todas as suas responsabilidades como pai, rei e comandante para persegui-lo (1 Sm 18.10-19). O que afetou e prejudicou toda sua vida emocional, social e espiritual. • Cultivar a ira, a vingança, a mágoa, entre outras emoções e sentimentos ruins prejudica a totalidade da vida humana. II - RELACIONAMENTOS DOENTIOS E O SER
  18. 18. 2. Sentimentos doentios minam a alegria de viver (1 Sm 31.1-7): • De pouco adianta a oração, a leitura das Escrituras e o aconselhamento se a pessoa não tomar a decisão de perdoar o suposto ofensor (Mt 5.44; 6.12; Ef 4.32), e abandonar a ira e a vingança (Sl 37.8). • Para vencer tais emoções e sentimentos destrutivos o salmista aconselha: • "não te indignes para fazer o mal“; • "não tenhas inveja dos que praticam a iniquidade“; • "deixa a ira", "abandona o furor" (Sl 37.1,7,8). • "confia no Senhor", "faze o bem", "deleita-te no Senhor", "descansa no Senhor e espera nele" (vv. 3-7). II - RELACIONAMENTOS DOENTIOS E O SER
  19. 19. 3. Dominando a si próprio (Pv 25.28): • Sentir raiva, inveja, ciúmes entre outros sentimentos que afetam a vida psicossocial, embora não desejável, faz parte da vida humana. • Sentimentos descritos na Bíblia como pecado. Por isso, tais impulsos precisam ser dominados. • Caim (Gn 4.8-15), Saul (1 Sm 18.7-15) e Sansão (Jz 14-16) são exemplos de pessoas que se deixaram levar por sentimentos que destruíram suas vidas. • Leia a recomendação de Deus a Caim (Gn 4.7). II - RELACIONAMENTOS DOENTIOS E O SER
  20. 20. Pense A verdadeira grandeza do homem é medida pela força dos sentimentos que ele domina, e não pelos sentimentos que o dominam. Ponto importante"O domínio-próprio é uma conquista diária, em que as pequenas vitórias de hoje preparam as vitórias maiores de amanhã." (Júlio Schwantes).
  21. 21. III - BONS RELACIONAMENTOS SÃO CONSTRUÍDOS
  22. 22. 1. Bons relacionamentos e sociedade (1 Sm 18.1): • Para compreender a base dos bons e dos maus relacionamentos é preciso entender a construção do próprio sujeito em seus diversos níveis: social, cultural, religioso. • Experiência de vida e formação da personalidade e caráter das pessoas. • A educação familiar e secular interfere na construção dos relacionamentos (Pv 23.13; 20.11; 29.15). • Todavia, o ser humano é responsável pela forma que absorve ou não as influências em sua vida. III - BONS RELACIONAMENTOS SÃO CONSTRUÍDOS
  23. 23. 2. Bons relacionamentos são construídos (1 Sm 18.1): • Bons relacionamentos são construídos ao longo do processo de aprendizado de vida do indivíduo. • Por isso, a importância da escolha de boas amizades e relacionamentos saudáveis nos grupos de afinidades como a família e a igreja. • Bons relacionamentos fortalece o conhecimento de sí e dos outros, bem como as qualidades próprias (1Sm 18.3,4; 19.1-7). III - BONS RELACIONAMENTOS SÃO CONSTRUÍDOS
  24. 24. 2. Bons relacionamentos são construídos (1 Sm 18.1): • A igreja, a comunidade da fé, é o lugar ideal para que o jovem cristão estabeleça relacionamentos maduros e duradouros. • Os princípios estabelecidos no Sl 1.1-6 e 1 Co 15.33 devem ser observados cuidadosamente por aqueles que desejam agradar ao Senhor. III - BONS RELACIONAMENTOS SÃO CONSTRUÍDOS
  25. 25. 3. Bons relacionamentos são raros: • Infelizmente, os bons relacionamentos estão cada vez mais raros. • Quantidade de amigos e “curtidas” nas redes sociais Vs amigos com relacionamentos verdadeiros e duradouros. • Importância de valorizar as amizades dentro do grupo de interesse como a família e a igreja. Mesmo assim, doses de discernimento e perspicácia são necessárias. • Cultive os bons relacionamentos! • Invista nas pessoas com as quais existe certa afinidade, principalmente com os domésticos na fé. III - BONS RELACIONAMENTOS SÃO CONSTRUÍDOS
  26. 26. Pense Assim como se aprendem bons hábitos também é possível abandonar aqueles que prejudicam as interações humanas. Ponto importanteBons relacionamentos estão raros, se os tens, conser ve-os!
  27. 27. CONSIDERAÇÕES FINAIS
  28. 28. CONSIDERAÇÕE S FINAIS1. O ser humano é um ser em construção e o cristão deve contribuir para essa construção na sociedade. 2. Os sentimentos destrutivos (raiva, inveja, ciúmes entre outros sentimentos que afetam a vida psicossocial) devem ser dominados, pois podem destruir a vida de quem não tem domínio próprio. 3. Relacionamentos são construídos, por isso a importância de grupos de afinidades como a família e a igreja.
  29. 29. REFERÊNCIAS A R C H E R J R . G l e a s o n . M e r e c e c o n f i a n ç a o A n t i g o Te s t a m e n t o ? S ã o P a u l o : Vi d a N o v a , 1 9 9 1 . B E N T H O , E s d r a s C . A F a m í l i a n o A n t i g o Te s t a m e n t o . 1 . e d . R i o d e J a n e i r o : C PA D , 2 0 0 6 . B l o m b e r g , G r a i g L . Q u e s t õ e s c r u c i a i s n o N o vo Te s t a m e n t o . R i o d e J e n r i o : C PA D , 2 0 0 9 . C O L S O N , C . E , A g o r a c o m o Vi ve r e m o s ? 1 . e d . R i o d e J a n e i r o : C PA D , 2 0 0 0 . G E O R G E , J i m . U m J o ve m S e g u n d o o C o r a ç ã o d e D e u s . R i o d e J a n e i r o : C PA D , 2 0 0 9 . H E N RY, M a t t h e w. C o m e n t á r i o B í b l i c o M a t t h e w H e n r y . R i o d e J a n e i r o : C PA D , 2 0 0 2 . H O L L O M A N , H e n r y. O p o d e r d a s a n t i f i c a ç ã o . R i o d e J a n e i r o : C PA D , 2 0 0 3 .
  30. 30. REFERÊNCIAS K A I S E R J R , Wa l t e r C . P r e g a n d o e e n s i n a n d o a p a r t i r d o A n t i g o Te s t a m e n t o . R i o d e J a n e i r o : C PA D , 2 0 0 9 . PA L M E R , M . D . P a n o r a m a d o P e n s a m e n t o C r i s t ã o . 1 . e d . R i o d e J a n e i r o : C PA D , 2 0 0 1 , p . 3 0 5 . R I C H A R D S , L a w r e n c e O . G u i a d o L e i t o r d a B í b l i a : U m a a n á l i s e d e G ê n e s i s a A p o c a l i p s e c a p í t u l o p o r c a p í t u l o . 1 0 . e d . R i o d e J a n e i r o : C PA D , 2 0 1 2 . R O S S , M i c h a e l . C r e s c i e A g o r a ? R i o d e J a n e i r o : C PA D , 2 0 1 3 . S O A R E S , E s e q u i a s . C a s a m e n t o , D i vó r c i o & S e x o à L u z d a B í b l i a . 1 . e d . R i o d e J a n e i r o : C PA D , 2 0 11 . V I N E , W. E . D i c i o n á r i o V I N E . R i o d e J a n e i r o : C PA D , 2 0 0 3 . Z U C K , R o y B . Te o l o g i a d o A n t i g o Te s t a m e n t o . R i o d e J a n e i r o : C PA D , 2 0 0 9 .

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