Lição 11 - Não darás falso testemunho

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Subsídios elaborados pelo Pr. Natalino das Neves
Programa Escola Dominical na WEBTV.
IEADSJP - Igreja Evangélica Assembleia de Deus de São José dos Pinhais
Pr. Presidente: Ival Teodoro da Silva
Pr. Vice Presidente: Elson Pereira

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Lição 11 - Não darás falso testemunho

  1. 1. Prof. Ms. Natalino das Neves www.natalinodasneves.blogspot.com.br Lições Bíblicas 1º Trimestre de 2015 Lição 11 – Não darás falso testemunho
  2. 2. PARA UM MELHOR APRENDIZADO, BAIXE ESTE ARQUIVO DE SLIDES E ACOMPANHE OS COMENTÁRIOS DO VÍDEO DISPONÍVEL EM: www.natalinodasneves.blogspot.com.br ou www.redemaoamiga.com.br
  3. 3. LEITURA BÍBLICA ÊXODO 20.16; DEUTERONÔMIO 19.15-20
  4. 4. TEXTO ÁUREO "Não admitirás falso rumor e não porás a tua mão com o ímpio, para seres testemunha falsa." (Êx 23.1)
  5. 5. VERDADE PRÁTICA O nono mandamento proíbe a mentira, o mexerico e o testemunho falso contra o próximo tanto no dia a dia como nos tribunais. Lições Bíblicas CPAD (Adulto – Professor), p. 62.
  6. 6. LEITURA DIÁRIA Segunda – Lv 19.11,16 O mexerico está incluído no nono mandamento Terça – Sl 109.2 O falso testemunho e a mentira são estilo de vida do ímpio Quarta – Pv 6.16-19 A falsa testemunha está entre as sete coisas que Deus aborrece e abomina Quinta – Mt 19.18 O Senhor Jesus ratificou o nono mandamento Sexta – Rm 13.9 O apóstolo Paulo reafirma: pecado é dizer falso testemunho Sábado – 2 Co 12.20 É dever do cristão permanecer longe de mexericos Lições Bíblicas CPAD (Adulto – Professor), p. 62.
  7. 7. INTRODUÇÃO
  8. 8. INTRODUÇÃO • Imagine a população que saiu do deserto convivendo no deserto, quantas intrigas... • O nono mandamento visa evitar que um falso testemunho venha prejudicar o inocente. • No sistema judicial israelita o papel da testemunha era fundamental para a justiça. • Jesus amplia o sentido do nono mandamento. • Pessoas que estão mais preocupadas com ganhar a questão do que manter os bons princípios.
  9. 9. I – O NONO MANDAMENTO _ Questões introdutórias
  10. 10. I – O NONO MANDAMENTO _ Questões introdutórias • No Egito, o sistema do faraó estava baseado numa grande mentira, em defesa dos interesses dos poderosos. • O nono mandamento originalmente remete ao âmbito do tribunal de justiça para evitar que uma testemunha mentirosa pudesse prejudicar o próximo. • Palavra-chave: “shaqer”: mentira/falsidade.
  11. 11. I – O NONO MANDAMENTO _ Questões introdutórias • Duplo objetivo (LB – CPAD): • Proteção da honra e da boa reputação; • Promover o bem-estar social e fraternidade. • Falso testemunho é falar mal dos outros; acusar e culpar injustamente; difamar; caluniar; mentir (Tg 4.11). • O falso testemunho é uma violação de um direito, contrário à verdade, condena injustamente o inocente.
  12. 12. I – O NONO MANDAMENTO _ Questões introdutórias • A testemunha é mais importante do que o próprio juiz, pois é testemunha ocular do fato. • A testemunha, em caso de condenação à morte, deveria atirar a primeira pedra (Dt 17.7). • Se uma pessoa visse um ato ilegal e não declarasse tornava-se culpada (Lv 5.1).
  13. 13. APLICAÇÃO PRÁTICA Você já falou injustamente de alguém? Você já prejudicou a reputação de alguém? Você pode atirar a primeira pedra?
  14. 14. II – PROCESSO: SISTEMA JUDICIAL DE ISRAEL
  15. 15. II – PROCESSO: SISTEMA JUDICIAL DE ISRAEL • No início, cada lugarejo formava o seu tribunal conforme a necessidade, mas com o tempo foi o “sistema de justiça” foi sendo centralizado. • Os responsáveis pela justiça transformavam as leis em instrumentos de mentira (Jr 89.8). • Os direitos dos pobres não eram defendidos (Is 1.23; Jr 2.8; Am 2.6; 5.7; 6.12; Mq 3.1-4; 9.11; 7.1- 3). • A testemunha de acusação era, na maioria dos casos, o próprio demandante da questão.
  16. 16. II – PROCESSO: SISTEMA JUDICIAL DE ISRAEL • Veracidade do depoimento era elemento chave para a confiabilidade do sistema judicial. • As advertências legais demonstram que a ocorrência de testemunhas mentirosas eram mais comum do que se esperava (Ex 23.1-2; Lv 19.15- 16; Dt 16.19-20). • Profetas e sábios denunciam a gravidade do problema: subornos para torcer o juízo (Am 5.7- 12; Is 1.23; Sl 27.12; 35.11; Pv 6.16-19; 19.5). • Portanto, o falso testemunho comprometia o equilíbrio de toda sociedade israelita.
  17. 17. II – PROCESSO: SISTEMA JUDICIAL DE ISRAEL • Por isso, para se sustentar uma causa eram necessárias duas testemunhas com descrição idêntica dos fatos (Dt 19.15). • A pena para uma falsa testemunha era a mesma do acusado (Dt 19.16-21). • Proteção do prestígio e reputação de toda família do acusado. • A falsa testemunha maculava a reputação de sua própria família também.
  18. 18. APLICAÇÃO PRÁTICA O que você acha do sistema judicial de nosso país? O que você acha do “sistema judicial” de nossa igreja? Como as pessoas são “julgadas”? Existe favorecimento aos mais favorecidos? Já parou para pensar nas consequências para uma pessoa e sua família oriundas de um falso testemunho?
  19. 19. III – JESUS E O NONO MANDAMENTO
  20. 20. III – JESUS E O NONO MANDAMENTO • Jesus ampliou o sentido do nono mandamento ao incentivar o relacionamento baseando no amor à verdade: “Outrossim, ouvistes que foi dito aos antigos: Não perjurarás, mas cumprirás teus juramentos ao Senhor. Eu, porém, vos digo que, de maneira nenhuma, jureis nem pelo céu, porque é o trono de Deus, nem pela terra, porque é o escabelo de seus pés, nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei, nem jurarás pela tua cabeça, porque não podes tornar um cabelo branco ou preto. Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; não, não, porque o que passa disso é de procedência maligna” (Mt 5.33-37).
  21. 21. III – JESUS E O NONO MANDAMENTO • Jesus condena a mentalidade mentirosa dos escribas: “Vós tendes por pai ao diabo e quereis satisfazer os desejos de vosso pai; ele foi homicida desde o princípio e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele; quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso e pai da mentira” (Jo 8.44).
  22. 22. III – JESUS E O NONO MANDAMENTO • Jesus afirmou que sua missão era ser testemunha da verdade: “Disse-lhe, pois, Pilatos: Logo tu és rei? Jesus respondeu: Tu dizes que eu sou rei. Eu para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz.” (Jo 18.37).
  23. 23. III – JESUS E O NONO MANDAMENTO • Na posição de juiz, Jesus “não deu ouvidos” aos falsos acusadores (intenção da acusação): “Disse-lhe, pois, Pilatos: Logo tu és rei? Jesus respondeu: Tu dizes que eu sou rei. Eu para isso nasci e para isso vim ao mundo, a fim de dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz” (Jo 8.11).
  24. 24. APLICAÇÃO PRÁTICA O seu relacionamento com as pessoas tem sido baseado no amor? Você tem dado ouvido aos “falsos acusadores”? Não testemunhe contra uma pessoa, a não ser que seja estritamente necessário!
  25. 25. CONSIDERAÇÕES FINAIS
  26. 26. Um ser humano foi ao encontro de Sócrates levando ao filósofo uma informação que julgava de seu interesse: - Quero contar-te uma coisa a respeito de um amigo teu! - Espera um momento – disse Sócrates – Antes de contar-me, quero saber se fizeste passar essa informação pelas três peneiras. - Três peneiras? Que queres dizer? - Vamos peneirar aquilo que quer me dizer. Devemos sempre usar as três peneiras. Se não as conheces, presta bem atenção. A primeira é a peneira da VERDADE. Tens certeza de que isso que queres dizer-me éverdade? - Bem, foi o que ouvi outros contarem. Não sei exatamente se é verdade. - A segunda peneira é a da BONDADE. Com certeza, deves ter passado a informação pela peneira dabondade. Ou não? Envergonhado, o ser humano respondeu: - Devo confessar que não. - A terceira peneira é a da UTILIDADE. Pensaste bem se é útil o que vieste falar a respeito do meu amigo? - Útil? Na verdade, não. Então, disse-lhe o sábio, se o que queres contar-me não é verdadeiro, nem bom, nem útil, então é melhor que o guardes apenas para ti. AS TRÊS PENEIRAS DE SÔCRATES
  27. 27. ANDIÑACH, Pablo R. O Livro do Êxodo: um comentário exegético- teológico. São Leopoldo: Sinodal/EST, 2010. ANTONIAZZI, Alberto. Dez mandamentos antigos e um mandamento novo. In: Estudos Bíblicos 9 – Os Dez Mandamentos: várias leituras. Petrópolis: Vozes, 1987, p. 58-68. GARCIA, Paulo Roberto. Lei e Justiça: um estudo no Evangelho de Mateus. In: Estudos Bíblicos 51 - A Lei. Petrópolis: Vozes, 1996, p. 58-66. GERSTENBERGER, Erhard. Os dez e os outros mandamentos de Deus. In: Estudos Bíblicos 51 - A Lei. Petrópolis: Vozes, 1996, p. 8-22. GRUEN, Wolfgang. O Decálogo segundo Ex 20,1-17. Texto e observações. In: Estudos Bíblicos 9 – Os Dez Mandamentos: várias leituras. Petrópolis: Vozes, 1987, p. 7-10. HORTON, Michael S. A lei da perfeita liberdade. São Paulo: Cultura Cristã, 2000. REFERÊNCIAS
  28. 28. KONINGS, Johan. Amar a Deus e/ou ao próximo?. In: Estudos Bíblicos 51 - A Lei. Petrópolis: Vozes, 1996, p. 44-49. LIÇÕES BÍBLICAS. Os dez mandamentos: valores divinos para uma sociedade em constante mudança. 1º Trimestre de 2015. Rio de janeiro: CPAD, 2015. MERRIL, Eugene H. História de Israel no Antigo Testamento: o reino de sacerdotes que Deus colocou entre as nações. 6ª Edição. Rio de Janeiro: CPAD, 2007. MESTERS, Carlos. Os Dez Mandamentos. Ferramenta da Comunidade. In: Estudos Bíblicos 9 – Os Dez Mandamentos: várias leituras. Petrópolis: Vozes, 1987, p. 7-10. OLIVEIRA, Benjamim C. O Decálogo. Palavras de uma aliança. In: Estudos Bíblicos 9 – Os Dez Mandamentos: várias leituras. Petrópolis: Vozes, 1987, p. 11-23. REFERÊNCIAS
  29. 29. RYKEN, Philip Graham. Os Dez Mandamentos para os dias de hoje. Rio de Janeiro: CPAD, 2014. SIQUEIRA, Tércio Machado. O evangelho do Antigo Testamento. In: Estudos Bíblicos 51 - A Lei. Petrópolis: Vozes, 1996, p. 23-31. SILVA, Airton José. Leis de vida e leis de morte. Os dez mandamentos e seu contexto social. In: Estudos Bíblicos 9 – Os Dez Mandamentos: várias leituras. Petrópolis: Vozes, 1987, p. 7-10. SMITH, Ralph L. Teologia do Antigo Testamento: história, método e mensagem. São Paulo: Vida Nova, 2001. SOARES, Esequias. Os dez mandamentos: valores divinos para uma sociedade em constante mudança. 1º Trimestre de 2015. Rio de janeiro: CPAD, 2015. ZUCK, Roy B (Ed). Teologia do Antigo Testamento. 1ª Edição. Rio de Janeiro: CPAD, 2009. REFERÊNCIAS
  30. 30. ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL NA WEBTV IEADSJP Pr. Presidente: Ival Teodoro da Silva Pr. Vice Presidente: Elson Pereira Comentários: Pr. Natalino das Neves www.natalinodasneves.blogspot.com.br natalino6612@gmail.com (41) 8409 8094 / 3076 3589

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