Lição 10 não furtarás

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Subsídios elaborados pelo Pr. Natalino das Neves
Programa Escola Dominical na WEBTV.
IEADSJP - Igreja Evangélica Assembleia de Deus de São José dos Pinhais
Pr. Presidente: Ival Teodoro da Silva
Pr. Vice Presidente: Elson Pereira

Assista ao vídeo referente a este arquivo de slides no meu blog:

http://goo.gl/PPDRnr

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Lição 10 não furtarás

  1. 1. Prof. Ms. Natalino das Neves www.natalinodasneves.blogspot.com.br Lições Bíblicas 1º Trimestre de 2015
  2. 2. PARA UM MELHOR APRENDIZADO, BAIXE ESTE ARQUIVO DE SLIDES E ACOMPANHE OS COMENTÁRIOS DO VÍDEO DISPONÍVEL EM: www.natalinodasneves.blogspot.com.br ou www.redemaoamiga.com.br
  3. 3. LEITURA BÍBLICA ÊXODO 20.15; 22.1-9
  4. 4. TEXTO ÁUREO "Aquele que furtava não furte mais; antes, trabalhe, fazendo com as mãos o que é bom, para que tenha o que repartir com o que tiver necessidade." (Ef 4.28)
  5. 5. VERDADE PRÁTICA “O oitavo mandamento diz respeito à proteção da propriedade e abrange grande número de modalidades de furto sobre os quais o cristão precisa vigiar” Lições Bíblicas CPAD (Adulto – Professor), p. 62.
  6. 6. LEITURA DIÁRIA Segunda - Êx 21.16 O oitavo mandamento diz respeito ao sequestrador Terça - Lv 19.11-13 O dever de não atrasar intencionalmente o pagamento Quarta - Dt 25.13-16 O dever de não usar de dois pesos e duas medidas Quinta - Pv 28.24 Apropriação indébita é roubo, ainda que as coisas pertençam aos pais Sexta - Mt 19.18 O Senhor Jesus reconheceu a autoridade do oitavo mandamento Sábado - 1 Co 6.10 Os roubadores não herdarão o Reino do Deus Lições Bíblicas CPAD (Adulto – Professor), p. 62.
  7. 7. INTRODUÇÃO
  8. 8. INTRODUÇÃO • O oitavo mandamento é uma forma de proteção da propriedade particular. • Uma proibição contra toda forma de furto. • Além de servir como punição, também tinha a função de restaurar o bem/propriedade. • Quem aprende a se contentar com o que tem, como Paulo, está livre desta prática do furto.
  9. 9. I – O OITAVO MANDAMENTO_ Questões introdutórias
  10. 10. I – O OITAVO MANDAMENTO _ Questões introdutórias • Furtar é tomar algo que não lhe pertence. • Diz respeito a qualquer atitude com objetivo de deixar o próximo em prejuízo (Lv 6.2; 19.11-13). • O ser humano deve ganhar o seu sustento e de sua família de maneira digna e honrada (Ef 4.28) - ver vídeo: trabalho e prosperidade. • Tradição rabínica: “ganaf” – proibição rapto de pessoas para venda como escravo (Ex 21.16; Dt 24.7; Gn 37.22-28; NT - 1 Tm 1.10).
  11. 11. I – O OITAVO MANDAMENTO _ Questões introdutórias • Entretanto, a palavra “ganaf” abrange todos os tipos de roubo: arrombamento, assalto, pilhagem, sequestro, furto em lojas, entre outros. • Exemplos cotidianos: • Gasto deficitário; • Roubo no trabalho (tempo) – estatística americana: 200 bilhões de prejuízo às empresas; • Empregadores que exploram os empregados; • Propaganda enganosa; • Embalagem fraudulenta; • Plágio, entre outros.
  12. 12. APLICAÇÃO PRÁTICA Qual tem sido sua atitude nos seus negócios? Você tem procurado “tirar vantagens” do seu próximo? Você tem procurado tomar o que não é seu?
  13. 13. II – LEGISLAÇÃO MOSAICA SOBRE O FURTO
  14. 14. II – LEGISLAÇÃO MOSAICA SOBRE O FURTO • Lei mosaica para a restituição no caso de furto: 5 bois por um e quatro ovelha por uma (Ex 21.1; 21.37). • A pena era atenuada se o animal fosse resgatado vivo (Ex 22.4) ou se o ladrão confessasse voluntariamente (Lv 6.4-5). • Delação premiada? • Código de Hamurabi: a proporção era trinta por um (qualquer animal).
  15. 15. II – LEGISLAÇÃO MOSAICA SOBRE O FURTO • Arrombamento de casa à noite – se o proprietário matasse o ladrão era absolvido (Ex 21.12-13; 22.2). • Arrombamento de casa de dia – se o proprietário matasse o ladrão era considerado culpado (Ex 22.3).
  16. 16. II – LEGISLAÇÃO MOSAICA SOBRE O FURTO • Se o ladrão fosse pego e não tivesse como restituir o bem roubado, seria vendido como escravo (Ex 21.2; 22.3). • Se alguém prejudicasse a propriedade do outro por descuido ou negligência deveria indenizar o valor da perda (Ex 22.5-8).
  17. 17. APLICAÇÃO PRÁTICA A Lei Mosaica garantia a restituição do bem roubado. O que você acha dos procedimentos de proteção à propriedade de nosso país?
  18. 18. III – O TRABALHO DIGNO COMO ANTÍDOTO PARA O FURTO
  19. 19. III – O TRABALHO DIGNO COMO ANTÍDOTO PARA O FURTO • Algumas pessoas afirmam que o trabalho surgiu como castigo pela queda do ser humano no Edén, mas na realidade, o trabalho foi determinado antes do relato da queda (Gn 1.26-28; 2.15). • Roubar é um pecado contra Deus pelo menos de duas maneiras (RYKEN, 2014, P. 146): 1. “Todo roubo é uma falta de confiança na provisão divina”; 2. “Um ataque à providência de Deus para as pessoas”.
  20. 20. III – O TRABALHO DIGNO COMO ANTÍDOTO PARA O FURTO • Somos mordomos de Deus: tudo o que temos é propriedade de Deus. • A boa mordomia também significa trabalho duro. • Ver vídeos (1 e 2) e arquivo de slide da lição 3, 4º Trimestre, de 2013: http://pt.slideshare.net/natalinoneves1/lio-3-trabalho- e-prosperidade?qid=5ff143e4-1049-48f8-88f4- 5424d2819c44&v=qf1&b=&from_search=1 https://www.youtube.com/watch?v=mnillhaTfo4 https://www.youtube.com/watch?v=2-YCpZ-VFDQ
  21. 21. APLICAÇÃO PRÁTICA Como você tem conseguido seus bens? Que valor você tem dado ao trabalho? É melhor viver uma vida modesta do que ter uma vida de luxo a base de negócios desonestos!!
  22. 22. CONSIDERAÇÕES FINAIS
  23. 23. CONSIDERAÇÕES FINAIS “Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido e sei também ter abundância; em toda a maneira e em todas as coisas, estou instruído, tanto a ter fartura como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade. Posso todas as coisas naquele que me fortalece”. (Fp 4.11-13)
  24. 24. ANDIÑACH, Pablo R. O Livro do Êxodo: um comentário exegético- teológico. São Leopoldo: Sinodal/EST, 2010. ANTONIAZZI, Alberto. Dez mandamentos antigos e um mandamento novo. In: Estudos Bíblicos 9 – Os Dez Mandamentos: várias leituras. Petrópolis: Vozes, 1987, p. 58-68. GARCIA, Paulo Roberto. Lei e Justiça: um estudo no Evangelho de Mateus. In: Estudos Bíblicos 51 - A Lei. Petrópolis: Vozes, 1996, p. 58-66. GERSTENBERGER, Erhard. Os dez e os outros mandamentos de Deus. In: Estudos Bíblicos 51 - A Lei. Petrópolis: Vozes, 1996, p. 8-22. GRUEN, Wolfgang. O Decálogo segundo Ex 20,1-17. Texto e observações. In: Estudos Bíblicos 9 – Os Dez Mandamentos: várias leituras. Petrópolis: Vozes, 1987, p. 7-10. REFERÊNCIAS
  25. 25. KONINGS, Johan. Amar a Deus e/ou ao próximo?. In: Estudos Bíblicos 51 - A Lei. Petrópolis: Vozes, 1996, p. 44-49. LIÇÕES BÍBLICAS. Os dez mandamentos: valores divinos para uma sociedade em constante mudança. 1º Trimestre de 2015. Rio de janeiro: CPAD, 2015. MERRIL, Eugene H. História de Israel no Antigo Testamento: o reino de sacerdotes que Deus colocou entre as nações. 6ª Edição. Rio de Janeiro: CPAD, 2007. MESTERS, Carlos. Os Dez Mandamentos. Ferramenta da Comunidade. In: Estudos Bíblicos 9 – Os Dez Mandamentos: várias leituras. Petrópolis: Vozes, 1987, p. 7-10. OLIVEIRA, Benjamim C. O Decálogo. Palavras de uma aliança. In: Estudos Bíblicos 9 – Os Dez Mandamentos: várias leituras. Petrópolis: Vozes, 1987, p. 11-23. REFERÊNCIAS
  26. 26. SIQUEIRA, Tércio Machado. O evangelho do Antigo Testamento. In: Estudos Bíblicos 51 - A Lei. Petrópolis: Vozes, 1996, p. 23-31. SILVA, Airton José. Leis de vida e leis de morte. Os dez mandamentos e seu contexto social. In: Estudos Bíblicos 9 – Os Dez Mandamentos: várias leituras. Petrópolis: Vozes, 1987, p. 7-10. SMITH, Ralph L. Teologia do Antigo Testamento: história, método e mensagem. São Paulo: Vida Nova, 2001. SOARES, Esequias. Os dez mandamentos: valores divinos para uma sociedade em constante mudança. 1º Trimestre de 2015. Rio de janeiro: CPAD, 2015. ZUCK, Roy B (Ed). Teologia do Antigo Testamento. 1ª Edição. Rio de Janeiro: CPAD, 2009. REFERÊNCIAS
  27. 27. ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL NA WEBTV IEADSJP Pr. Presidente: Ival Teodoro da Silva Pr. Vice Presidente: Elson Pereira Comentários: Pr. Natalino das Neves www.natalinodasneves.blogspot.com.br natalino6612@gmail.com (41) 8409 8094 / 3076 3589

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