LBJ 1 TRI 2016 - Resumo do trimestre

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2016 1 Trimestre - LIções Bíblicas de Jovens CPAD
Resumo organizado pelo autor das lições e livro: Pastor Natalino das Neves
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LBJ 1 TRI 2016 - Resumo do trimestre

  1. 1. LIÇÃO 1 - CONHECENDO A EPÍSTOLA AOS ROMANOS 03/Janeiro/2016
  2. 2. OBJETIVOS 1. Conhecer as questões introdutórias da Epístola aos Romanos: • Autoria, data e local; • A cidade e a comunidade judaica em Roma. 2. MOSTRAR os destinatários e o propósito da Carta aos Romanos: • A comunidade cristã em Roma (defesa do apostolado); • Propósitos: apologético, missionário, doutrinário, e didático. 3. Reconhecer o poder do Evangelho para salvação de todo que crê: • Paulo era grato por tudo que o Evangelho havia feito na vida da comunidade em Roma. • Paulo era uma testemunha viva do poder do Evangelho; • Impacto de Rm 1.17 na Reforma e principais líderes da HI.
  3. 3. INTERAÇÃO • Um dos escritos com maior profundidade teológica e, ao mesmo tempo, com o cuidado pastoral do apóstolo. • Perceber a paixão do apóstolo pela pregação do Evangelho, nunca satisfeito com os resultados, sabendo que podia oferecer sempre mais pelo Reino de Deus. • Durante a caminhada deste trimestre, convido você a se colocar no lugar do autor e vivenciar cada momento ao estudar os textos bíblicos. • Que este não seja simplesmente mais um trimestre, mas que faça a diferença em sua vida cristã e na de seus alunos. • Aproveite cada aula, cada momento para se aproximar mais de Deus, reconhecer sua justiça e seu amor para com o ser humano. • Caminharemos juntos por 13 lições, por isso, esperamos que seja agradável e produtivo para você.
  4. 4. ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA • Professor(a), sugerimos que você faça a leitura de toda a epístola aos Romanos e todas as lições desta revista. • Na sequência estude a lição específica que vai lecionar, destacando os principais pontos. S • e possível, consulte literaturas que falem sobre o assunto e prepare um esboço sobre a lição, destacando os pontos principais de cada tópico em forma de frases. • Durante a aula, não leia a revista com os(as) alunos(as), mas apresente os principais pontos e incentive a participação de todos. • Estimule os(as) alunos(as) a estudarem previamente a lição em suas casas.
  5. 5. LIÇÃO 2 - A NECESSIDADE DOS GENTIOS (1.18-32) 10/Janeiro/2016
  6. 6. OBJETIVOS 1. Reconhecer que o conhecimento natural e racional de Deus não é suficiente para salvação: • Conceituar sobre a ira de Deus (Justiça Vs Amor); • Para Paulo não existe um ateu no estado puro; • As práticas de injustiça não são justificáveis pela desculpa de não conhecer a Deus. 2. Conscientizar-se de que a idolatria (desprezo pela glória de Deus) induz o ser humano à perversão: • V. 21 “tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus” – falta de gratidão à Deus; • Idolatria – preferir adorar objetos e animais do que à Deus; • Perverter o plano original de Deus para a sexualidade (antropocentrismo). 3. Reconhecer que somente o conhecimento experiencial de Deus liberta da ira de Deus: • Quem tem o conhecimento experiencial de Deus é dirigido pelo ES; • Quem despreza o ES se torna irreconciliável com Deus (Jo 16.8-11); • Não somente os injustos, mas também aqueles que são coniventes com injustiça estão debaixo da ira de Deus.
  7. 7. INTERAÇÃO • Dentre os assuntos a serem abordados na lição de hoje, tem um polêmico. É o que trata da relação de pessoas do mesmo sexo. • Prática que tem sido incentivada pela mídia e pelos meios sociais, com vistas à tolerância e disseminação pela sociedade. • Falar sobre esse assunto nas igrejas tem sido rechaçado por algumas pessoas como uma prática discriminatória. • Outras desejam tornar em lei a proibição de se falar do assunto nos púlpito. • Portanto, o tema deve ser tratado com cuidado e, acima de tudo, alicerçado na Palavra de Deus e abordado com amor e bom senso.
  8. 8. ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA • Em geral, os professores de Escola Dominical, adotam o modelo tradicional de ensino. Os alunos ficam sentados uns atrás dos outros, em fila. • O modelo mais moderno e eficiente para o processo de ensino aprendizagem, em especial para um grupo de jovens, é a disposição das cadeiras em círculo ou semicírculo. Professor(a) que fica no mesmo nível e envolvido entre os alunos facilita a relação e o aprendizado. • Se a estrutura da sala de aula permitir, experimente usar esta formação e dar oportunidades para que os jovens participem com suas considerações. • Seja receptível às ideias, mesmo que sejam contrárias à sua opinião, pois os jovens precisam ser convencidos por argumentos e não por imposição. • Certamente, se sentirão mais envolvidos e importantes. Com isso, serão os principais promotores da Escola Dominical.
  9. 9. LIÇÃO 3 - A NECESSIDADE DOS JUDEUS (2.1-3.8) 17/Janeiro/2016
  10. 10. OBJETIVOS 1. Defender a afirmação de que a Lei não foi suficiente para a justificação do ser humano: • O jugo da Lei provoca a ira de Deus (v. 1-10) – Jesus veio libertar o judeu deste jugo (Mt 11.28-30); • Deus não faz acepção entre judeu e gentio (v. 11); • Julgamento das pessoas que não conheceram a Jesus pela consciência moral (v. 12-16) – ex. pessoa que nasce em outro país... 2. Mostrar que quem ensina e não pratica o que ensina é um hipócrita e está debaixo da ira de Deus: • Os judeus se achavam superiores por terem sido os receptores da Lei Mosaica (v. 17-18); • Os judeus não viviam o que ensinavam (v. 19-23); • Os judeus envergonhavam o nome de Deus (v. 24). 3. Demonstrar que rituais externos não justificam o ser humano diante de Deus: • Judeus circuncidados e incircuncisos de coração (2. 25-29); • Responsabilidade Vs privilégio; • A falha dos judeus é transformada em benção aos gentios (3.3-8).
  11. 11. INTERAÇÃO • Atenção especial para o tema da hipocrisia. • Não é possível, como diz um ditado popular, "tapar o sol com a peneira". Infelizmente, existem, no meio cristão evangélico, pessoas com atitudes semelhantes as dos judeus citados por Paulo. • Elas querem impor sobre as demais normas e regras que a Bíblia não exige, um jugo pesado e impraticável. Pessoas boas de discurso, que falam de forma bonita sobre o Evangelho, mas que não se comporta adequadamente na igreja, no lar, trabalho, escola e na sociedade em geral. • Crentes que têm envergonhado o Evangelho e a Igreja. • Um debate bem conduzido sobre o assunto poderá contribuir para uma sensibilização, para a necessidade de se viver uma vida íntegra e coerente diante das pessoas e de Deus.
  12. 12. ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA • Atividade em grupo para exemplificar o ensino do tópico II. • Solicite dois voluntários ou duas voluntárias. Enquanto as demais pessoas assistem, coloque uma venda nos olhos de um(a) voluntário(a) e peça para o(a) outro(a) voluntário(a) para guiá-lo(a) numa caminhada pela sala ou pátio, não permitindo que retire a venda, como se fosse uma pessoa cega. • Na sequência, coloque a venda nos olhos do(a) outro(a) voluntário(a) e peça para um guiar o outro, alternadamente. Após a atividade, peça para cada voluntário(a) expressar qual o sentimento que teve nas duas funções exercidas, bem como a opinião do público que presenciou a atividade. • Depois de ouvir a todas as pessoas, explique que os judeu-cristãos se achavam perfeitos e queriam guiar os gentios por acharem que eram cegos, mas que Paulo esclarece que também eram cegos. • Os judeus se achavam superiores, porém diante de Deus estavam condenados como os gentios que não reconheciam a Deus. Ambos precisavam da misericórdia e graça de Deus.
  13. 13. LIÇÃO 4 - A NECESSIDADE UNIVERSAL (3.9-20) 24/Janeiro/2016
  14. 14. OBJETIVOS 1. MOSTRAR que os judeus e gentios necessitam de um meio eficaz para salvação (3.9): • A filosofia e a ciência trouxeram grandes contribuições para a sociedade mas não são meios de salvação (v.9); • A lei e a circuncisão não foi suficiente para salvar os judeus; • Portanto, judeus e gentios estão no mesmo barco. 2. Reconhecer que o ser humano sem Deus é dominado pelo seu desejo pecaminoso (10-18): • Não há nenhum justo sequer (10-12); • ser humano por si só não consegue dominar sua língua e nem o poder da carne (13-16); • A paz com Deus somente por meio de Cristo. Tranquilo? 3. EXPLICAR que a humanidade necessita da solução para o pecado: • A lei serve para apontar a condição pecaminosa – ex. doente (v. 19); • Sacrifícios não justificam diante de Deus (20a); • A lei identifica a situação de pecador, Paulo apresenta o “remédio” para a cura: Cristo (20b) – “aio”.
  15. 15. INTERAÇÃO • Caro(a) professor(a), precisamos caminhar lentamente junto com o apóstolo Paulo. • Perceba a paciência e o cuidado de um bom mestre nas lições que estudamos até aqui, o que continuará também nas lições posteriores. O apóstolo: • começa com a saudação, apresentando suas credenciais, elogiando o que os membros da igreja de Roma tinham de positivo, incentivando- os a continuarem no Caminho. • Ele demonstra seu carinho e a vontade de estar com eles. • Testemunha o poder do Evangelho em sua vida e a importância de perseverar nele, de fé em fé. • Em seguida, ele começa apresentar a condição de indesculpabilidade dos gentios e judeus até chegar ao momento desta lição atual. • Neste estágio do comentário do apóstolo, por meio de forte argumentação, ele demonstra que todos nós, independente de raça, cor, gênero, classe social, entre outros, estamos na mesma situação (mesmo barco) e necessitamos de uma mesma solução para a justificação diante de Deus.
  16. 16. ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
  17. 17. LIÇÃO 5 - A JUSTIFICAÇÃO PELA FÉ (3.21-31) 31/Janeiro/2016
  18. 18. OBJETIVOS 1. Apresentar a Doutrina da Justificação pela Fé (3.21-26): • A DJF é o cerne da teologia paulina e foi o principal fundamento da Reforma; • Aspecto forense: declaração judicial e envolve não um tribunal comum, mas o supremo tribunal de Deus; • Jesus ensinou a DJF. Exemplos: ladrão da cruz e parábola ... 2. Conscientizar que a Lei e obras não são suficientes para a justificação: • A justiça do homem é como trapo de imundícia (v.27-30); • A parábola do fariseu e do publicano (Lc 18.9-14); • A justificação pela Fé e a santificação (v. 31). 3. Explicar a utilização da figura de Abraão para esclarecer a doutrina da justificação pela fé: • A justificação de Abraão foi um presente divino (v. 1-8). ; • ... não foi por meio da circuncisão, nem da lei (v. 9-16); • O exemplo de Abraão demonstra que a justificação é para todos e por meio de Cristo (v. 17-25).
  19. 19. INTERAÇÃO • Chegamos ao ponto central da Epístola aos Romanos, a apresentação da DJF, já indicada em Romanos 1.17. • Até este momento, Paulo teve o cuidado para demonstrar que o judeu e o gentio estavam em situação de igualdade. Ele conscientizou seus destinatários da dependência de uma alternativa para salvação, de outra forma, estariam condenados. • No auge da expectativa, apresenta a solução, a salvação somente é possível por meio do sacrifício de Cristo. Qual o preço então? • Paulo afirma que o ser humano precisa apenas ter fé e aceitar o pagamento de sua dívida por Cristo. • Para comprovar aos judeus, utiliza o maior argumento deles, a figura de Abraão. Ele era utilizado pelos judeus como modelo da justificação pelas obras, mas, com base em Gn 15.6, Paulo demonstra que Abraão não foi justificado pelas obras, mas pela fé, antes da circuncisão e da lei. • Com isso, o apresenta como pai de todo aquele que crê como ele, no Deus do impossível e com poder para ressuscitar (Hb 11.18).
  20. 20. ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA • JURI SIMULADO. • Dedicar pelo menos uns 25 minutos de sua aula. • Os alunos devem ler a parábola do fariseu e do publicano que se encontra em Lucas 18.9-14. • Divida a turma em dois grupos, um grupo para defender os argumentos do fariseu e o outro para defender os argumentos do publicano. • Dê uns 5 minutos para os grupos se organizarem e definirem um representante de cada grupo para defender (advogado) seu personagem escolhido (fariseu ou publicano) diante do juiz, que será você professor(a). Dê oportunidade para cada grupo argumentar e depois contra-argumentar. • No final, dê o veredito final, conforme registrado em Lucas 18.9-14. Aproveite para explorar os conceitos da doutrina da justificação pela fé.
  21. 21. LIÇÃO 6 - BÊNÇÃOS DA JUSTIFICAÇÃO (5.1-11) 07/fevereiro/2016
  22. 22. OBJETIVOS 1. Valorizar as bênçãos que acompanham a justificação pela fé (5.1-2): • A paz com Deus por meio da reconciliação em Cristo; • O acesso à graça de Deus que não pode servir de vanglória; • Os justificados são transformados de glória em glória (2 Co 3.18). 2. Enfrentar as tribulações com mais confiança, certo do amor de Deus pela sua vida: • Existe uma grande diferença de como o ímpio e o salvo encaram as aflições e tribulações; • Quem mantém sua fidelidade à Deus, independente das circunstâncias, pode perceber o amor de Deus. • O amor de Deus é provado pela morte vicária de Cristo. 3. Reconhecer com gratidão as bênçãos da salvação passada, presente e futura: • O privilégio de ter sido justificado; • Paulo, constantemente, agradece pela mudança que o encontro com Cristo provocou em sua vida; • A certeza de vida eterna com Deus.
  23. 23. INTERAÇÃO • A justificação traz consigo alguns benefícios que são concedidos por Deus, dentre estes benefícios está a bênção do regozijo nas tribulações, o que pode parecer contraditório para alguns. • Há quem diga que não é uma bênção, mas uma apologia ao sofrimento. Por isso, a dificuldade de algumas pessoas lidarem com situações adversas, às quais todas as pessoas inevitavelmente estão sujeitas. • Jesus afirmou que teríamos aflições (Jo 16.33). Logo após a ascensão de Jesus, os discípulos que foram perseguidos e maltratados pelo amor ao Evangelho se diziam alegres e glorificavam a Deus por se acharem dignos de sofrerem por amor ao nome de Jesus. • Talvez, essa seja a maior dificuldade de aceitação para alguns, as demais bênçãos são mais fáceis de aceitação e entendimento.
  24. 24. ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA Sugerimos que nesta aula você separe três grupos. Cada grupo ficará responsável para analisar um dos tópicos e você atuará como orientador destes grupos. Nos grupos geralmente têm alguns líderes naturais que poderão conduzir a conversa nos respectivos grupos, você pode designar os líderes ou deixar que escolham entre si, o que seria mais apropriado. A primeira atividade será o estudo de cada tópico pelos grupos, você pode dar aproximadamente uns 15 minutos para a tarefa. Na sequência, cada grupo deverá apresentar seu assunto, abrindo para os demais para uma ponderação geral. Sugerimos utilizar algo em torno de 30 minutos para essa atividade. Você deverá ser o moderador da turma e fazer as considerações finais. O tempo sugerido serve apenas como referência, você deverá adaptar de acordo com o tempo disponibilizado pela sua superintendência de Escola Dominical.
  25. 25. LIÇÃO 7 - ADÃO E O PECADO (5.12- 21) 14/fevereiro/2016
  26. 26. OBJETIVOS 1. Descrever sobre a entrada do pecado no mundo e suas consequências (v. 12): • Entrada do pecado no mundo – não adianta transferir a culpa; • Porta de entrada para a morte espiritual (Gn 2.17 e 3.19); • A morte é para todos, pois todos pecaram (Rm 2.12; 3.23) – cuidado com a maldição hereditária. 2. Compreender que a lei serve para evidenciar ainda mais o pecado (v. 13-14): • O pecado existia antes da lei – Adão e a regra recebida; • A lei desponta o ser humano em sua fraqueza (v.14); • Relação do primeiro e segundo Adão (desobediência Vs obediência). 3. Entender como o pecado de uma pessoa trouxe consequências para toda a humanidade (v.15-21): • A sentença divina proferida sobre a ofensa do pecado (v. 15-19); • A morte (física, espiritual e eterna) são consequências do pecado; • O complexo adâmico pecado-condenação-morte (v. 21).
  27. 27. INTERAÇÃO • Nesta lição a ênfase será dada à relação de Adão com o pecado por meio de sua desobediência à vontade divina. • Na próxima lição o enfoque será na justiça gratuita oferecida por Deus por meio do sacrifício de Cristo. • Por isso, é importante tomar o cuidado para não antecipar o enfoque da próxima lição, mas fazer a transição entre as duas lições nas considerações finais (conclusão) para que o aluno possa diferenciar os enfoques dados, bem como se motivar a estudar antecipadamente a próxima lição.
  28. 28. ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA • Proliferação do pecado a partir de Adão para toda a humanidade, isso mediante a influência cultural que herdamos e que moldam nossa cosmovisão de mundo (valores, crença, costumes, entre outros). • Desse modo, sugerimos que após a conclusão do primeiro tópico da lição, promova um debate em grupo. Como sugestão, você poderá utilizar os seguintes questionamentos: • Se você tivesse nascido em um país distante e com cultura diferente, como por exemplo, o Irã, qual seria a sua visão de mundo? • No que, possivelmente, você acreditaria? • Quais, provavelmente, seriam suas práticas rotineiras? • Após o debate em grupo, abra para um comentário geral entre os grupos. • Se tiver dificuldade quanto ao tempo, o debate poderá ser aberto diretamente ao grupo como um todo.
  29. 29. LIÇÃO 8 - CRISTO E A GRAÇA (5.15- 21) 21/fevereiro/2016
  30. 30. OBJETIVOS 1. EXPLICAR que a graça de Cristo proporciona justiça e vida (v. 15-19): • A participação na morte (justificação) e na ressurreição de Cristo (glorificação) faz-nos passar da morte para a vida; • A justificação é exclusiva para os que creem e não para “todos” (universalismo). • A graça de Cristo - reino de justiça (v. 17-19). 2. Conscientizar de que a graça de Cristo liberta do legalismo (v. 20): • Paulo era testemunha viva de alguém sob o jugo da lei; • Paulo e seu relacionamento com os crentes judaizantes; • O legalismo na Igreja de Cristo. 3. Agradecer pela graça de Cristo que nos garante a vida eterna com Deus: • Deus reteve o julgamento do pecado até a morte de Cristo; • A absolvição pela fé em Cristo garante a vida eterna com Deus; • O complexo gerado pela justiça de Cristo: justiça-justificação- vida eterna.
  31. 31. INTERAÇÃO • Continuidade da lição anterior (pecado-condenação- morte). O assunto desta lição é mais "agradável", pois a ênfase está na graça de Cristo. • Ao lermos a respeito da condenação sobre o pecado de Adão e sua descendência, podemos não entender o objetivo da criação do ser humano, se considerarmos que não tinha como se justificar. • Questão relevante e pouco explorada nos estudos sobre o tema é o fato de Deus ter retido o julgamento sobre a humanidade até que a base para absolvição no julgamento fosse providenciada, a morte expiatória de Cristo. • O que torna ainda mais interessante é a iniciativa proativa de Deus de ter planejado a solução, antes da fundação do mundo (Ef 1.4; 1 Pe 1.20; Ap 13.8; 17.8). • Motivo suficiente para nos mobilizarmos contra a prática do pecado e sermos gratos pela misericórdia e graça de Deus.
  32. 32. ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA DINÂMICA: RELAÇÃO TIPOLÓGICA ENTRE ADÃO E CRISTO. Providenciar uma cópia da tabela abaixo, mas somente a coluna à esquerda com os dados referentes a Adão. Os alunos vão preencher a segunda coluna. Para a realização desta atividade, reserve alguns minutos no final da aula para o preenchimento e também para que façam algumas considerações. O propósito é revisar o conteúdo aprendido. ADÃO CRISTO Transgressão Justiça Desobediência Obediência Condenação Justificação Pecado Graça Morte Vida
  33. 33. LIÇÃO 9 - MORTOS PARA O PECADO (6.1-14) 28/fevereiro/2016
  34. 34. OBJETIVOS 1. Conscientizar-se de que após a justificação o crente deve manter uma vida de santificação (1.4,6-7): • A má interpretação da justificação pela fé pode se tornar um problema (v.1); • Advertência contra o abuso da graça – “salvo para sempre?”(v.2); • Justificados e mortos para o pecado (v. 3-4,6-7). 2. Saber que após a justificação o crente assume uma nova posição diante de Deus: • Batismo: morto para o pecado (debaixo da água) justificado e reconciliado com Deus (ao sair da água); • Ter a vida espiritual como prioridade; • Embaixadores de Cristo na terra (2 Co 5.20). 3. Reconhecer que após a justificação o crente deve viver em novidade de vida: • Quem reina na nova vida não é mais o pecado (v. 12) ; • A intimidade com Cristo leva a uma mudança de mentalidade; • Vivendo uma vida vitoriosa debaixo da graça de Cristo (v. 14b): Testemunho, paz com todos, santificação, perdão, amor fraternal.
  35. 35. INTERAÇÃO • Paulo inicia esta perícope com um questionamento: "Que diremos, pois?". • Este questionamento parece ser uma forma de pressentimento de objeções que pairavam no ar sobre a DJF. • Às vezes, ao ler a epístola, tem-se a impressão que Paulo está sendo muito repetitivo, mas se olharmos atentamente chegaremos a conclusão de que ele está solidificando pontos que são importantes e que não podem ficar com dúvidas, pois se não for assim, os prejuízos poderiam ser grandes.
  36. 36. ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA • A luta constante que o ser humano tem entre mortificar o desejo da carne de pecar e fortalecer o espírito fazendo a vontade de Deus, sugerimos que utilize a ilustração abaixo, bem conhecida e disponível nas redes sociais: Uma noite, um velho índio falou ao seu neto sobre o combate que acontece dentro das pessoas. Ele disse: - Há uma batalha entre dois lobos que vivem dentro de todos nós. Um é Mau - É a raiva, inveja, ciúme, tristeza, desgosto, cobiça, arrogância, pena de si mesmo, culpa, ressentimento, inferioridade, orgulho falso, superioridade e ego. O outro é Bom - É alegria, fraternidade, paz, esperança, serenidade, humildade, bondade, benevolência, empatia, generosidade, verdade, compaixão e fé. O neto pensou nessa luta e perguntou ao avô: - Qual lobo vence? O velho índio respondeu: - Aquele que você alimenta. • Aproveite a ilustração para aplicar o tema desta lição, enfatizando que o cristão somente conseguirá morrer para o pecado se deixar de alimentar as obras da carne em sua vida e alimentar sua alma, fazendo a vontade de Deus, como o exemplo de Jesus.
  37. 37. LIÇÃO 10 - O JOVEM E A CONSAGRAÇÃO (12.1,2) 06/março/2016
  38. 38. OBJETIVOS 1. EXPLICAR a necessidade do cuidado com o corpo para a consagração a Deus: • Consagrando o corpo (lugar de encontro da comunhão no NT – templo do ES) como sacrifício vivo; • Consagrando o corpo em santidade (separado para Deus); • Consagrando o corpo de forma agradável à Deus (mordomia). 2. ENTENDER o processo de renovação da mente: • A mente renovada influencia sem ser “influenciada”; • ES - as maiores batalhas espirituais acontecem no campo da mente; • A mente renovada transforma o modo de vida(v 2a), sem se excluir do mundo e rejeitar amigos. 3. ENTENDER como fazer a boa, perfeita e agradável vontade de Deus: • A Bíblia revela a boa vontade de Deus; • Agradável vontade de deus X critério da porta aberta/fechada. • Diferenciar a boa e agradável da perfeita vontade de Deus.
  39. 39. INTERAÇÃO • De forma geral, em nossas igrejas, quando se ouve algum comentário a respeito do texto bíblico de Rm 12.1,2, a ênfase é dada para a liturgia do culto, destacando o culto onde há bastante movimento com o culto mais racional e intelectual. • O ensino de Paulo vai além, desmistificando a cultura do AT de que o único local para oferecer o culto a Deus é no Templo. • Paulo esclarece que o culto deve ser espiritual e oferecido em todo momento e lugar e envolve todas as áreas do ser humano. • Portanto, o nosso culto de domingo começa logo após o seu encerramento, ou seja, não tem fim. • Devemos estar constantemente oferecendo-nos como culto espiritual a Deus, assim poderemos verdadeiramente experimentar qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.
  40. 40. ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA • Questões pouco comentadas e ensinadas em nosso meio, mas que são fundamentais para a vida cristã bem-sucedida. • O primeiro tema é a respeito da mordomia do corpo (primeiro tópico), subtópico 3, a consagração do corpo a Deus. • Em geral os crentes não recebem orientações a respeito da necessidade de termos uma alimentação saudável e dos cuidados que devemos ter com a nossa saúde. • Infelizmente, nas cantinas e comemorações de nossas igrejas, geralmente não há opções saudáveis, como por exemplo, frutas e sucos naturais. • A falta de cuidado com o corpo tem consequências terríveis. Os problemas de saúde impedem que as pessoas trabalhem em prol do Reino de Deus. • Outro tema importante e com respeito a identificação da vontade de Deus. Muita vezes, o fazer a vontade divina está cercado de misticismo, prejudicando muitos crentes.
  41. 41. LIÇÃO 11 - O JOVEM E A COMUNIDADE (12.3-21) 13/março/2016
  42. 42. OBJETIVOS 1. MOSTRAR que em Cristo somos um só corpo (v. 3-8): • saiba respeitar os limites nos relacionamentos sociais - autopromoção (v.3); • valorize e use o seu dom para benefício da coletividade (v. 4-5); • a sinergia traz mais benefício (v. 6-8). 2. SABER conviver na comunidade cristã, sendo conduzido pelo amor fraterno (v. 9-16): • Paulo adverte que o amor não pode ser hipócrita, mas fraternal, honrando uns aos outros; • alegrar com os que se alegram e chorar com os que choram; • não sejais sábios a vossos próprios olhos (v. 16); 3. CONSCIENTIZAR que o mal se vence com o bem (v. 14,17-21): • a ninguém pagueis mal por mal (v. 14,17-18); • os que se vingam são vencidos pelo seu sentimento (v. 19); • vença o mal com o bem (v. 20-21).
  43. 43. INTERAÇÃO • A comunidade da igreja de Roma era constituída por pessoas que pertenciam à classe rica, como altos oficiais, bem como pessoas da classe mais pobre da sociedade, os escravos. Aliado a isso, ainda temos a distinção entre judeus e gentios, entre outras diferenças, como a diversidade de dons e funções. • A recomendação do apóstolo não foi sem pretensão ou como que sem destinatários específicos. Mesmo sendo uma comunidade cristã, seus membros tinham dificuldade de lidar com a diversidade. • A advertência de Paulo para que os membros se considerassem como um único corpo, que se amassem fraternalmente, que não devolvessem mal por mal, mas que tratassem uns aos outros com honra e humildade.
  44. 44. ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA DINÂMICA DAS VARINHAS: Trabalho em grupo traz melhores resultados. • Material: Um feixe com aproximadamente 15 varinhas (pode ser de churrasco ou outra varinha improvisada). • Atividade: Solicite 4 voluntários(as) entre os alunos; • Solicite que um(a) dos voluntários(as) quebre uma das varinhas (fácil). • Solicite que o(a) segundo(a) voluntário(a) quebre os dois pedaços das varinhas que foram quebradas pelo(a) voluntário(a) anterior, um de cada vez (tarefa fácil para demonstrar que mesmo com tamanho diferentes, a varinha sozinha da mesma forma pode ser quebrada facilmente); • Solicite que o(a) terceiro(a) voluntario(a) quebre 3 varinhas ao mesmo tempo (tarefa possível, porém com mais dificuldade); • Solicite que quarto(a) voluntário(a) quebre 10 varinhas ao mesmo tempo (tarefa praticamente impossível de ser realizada). • Após as atividades colher as percepções dos alunos e alunas da sala sobre as lições que podem ser extraídas da dinâmica, considerando o tema da lição. • Ao final, você como professor(a) faça as considerações finais, enfatizando a importância do trabalho em conjunto, mesmo na diversidade (tamanho da varinha), para obtenção de melhores resultados, bem como para fortalecimento e proteção da comunidade.
  45. 45. LIÇÃO 12 - O JOVEM E O ESTADO (13.1-7) 20/março/2016
  46. 46. OBJETIVOS 1. MOSTRAR que todas as autoridades são constituídas com a permissão de Deus (13.1-2): • Quando Paulo escreveu a Carta aos Romanos havia relativa paz entre o Estado e a igreja (insurreições em 49); • Todas as autoridades são constituídas por Deus (v.1); • A insubmissão às autoridades traz incômodo (v. 2) . 2. EXPLICAR que a submissão às autoridades constituídas, desde que não seja contra os princípios divinos, é bíblica (13.3-5): • As autoridades são constituídas para proteger os bons cidadãos (v. 3); • As autoridades são constituídas para punir os maus cidadãos (v. 4); • A submissão não deveria ser por medo do castigo, mas pela boa consciência (v.5). 3. SABER que precisamos ter uma atitude responsável diante das obrigações com as autoridades e o Estado: • obrigatoriedade de pagar impostos e tributos (V. 6); • Devemos respeitar as pessoas, mas temer a Deus, a fonte de toda autoridade; • No Brasil atual, o legislativo e executivo é formado por meio do voto e o brasileiro tem direito de cobrar a transparência na gestão pública.
  47. 47. INTERAÇÃO • A recomendação de Paulo foi para que os cristãos de Roma fossem submissos às autoridades do Estado, pagassem os impostos e tributos estabelecidos e que a igreja mantivesse um bom relacionamento com o Estado para manter a paz relativa existente, bem como a liberdade religiosa. • Os conceitos bíblicos continuam os mesmos, o respeito pelas autoridades e o pagamento dos impostos e tributos, entretanto o contexto brasileiro é diferente do contexto do Império Romano na época do apóstolo Paulo. • Dessa forma, devemos incentivar o compromisso com os conceitos bíblicos, mas também uma participação maior dos membros das igrejas da gestão pública, com bom senso e contribuindo para uma sociedade mais justa.
  48. 48. ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA • Para esta aula sugerimos a utilização da dinâmica chamada de "brainstorming" ou "tempestade cerebral", para os mineiros "toró de palpites". • Reproduza o quadro acima conforme as suas possibilidades. • Reserve uns 10 minutos da aula para a atividade. Solicite que os alunos façam suas considerações sobre quais as vantagens e desvantagens da relação entre igreja e Estado, mas antes oriente que ninguém poderá criticar a ideia de outra pessoa, todas as considerações deverão ser aceitas e anotadas. • Após a rodada de sugestões, juntamente com o grupo reflita sobre as considerações, buscando o consenso das prováveis. RELAÇÃO IGREJA E ESTADO NO SÉCULO XXI VANTAGENS DESVANTAGENS
  49. 49. LIÇÃO 13 - O JOVEM E A LEI DO AMOR (13.8-10) 27/março/2016
  50. 50. OBJETIVOS 1. Equilibrar seu planejamento econômico-financeiro para evitar a contração de dívidas: • AT – garantias nos empréstimos – escravidão –ano do jubileu; • NT - a falta de pagamento passou a ser punida por meio de prisão (Mt 18.23-35; Lc 12.57-59); • O jovem cristão e a dívida (consumismo/TER e SER). 2. Conscientizar da necessidade de exercitar o amor incondicional: • Jesus, exemplo do cumprimento da lei do amor; • quem é servido deve amor a quem serve (ex. Paulo); • o perdão de Deus é uma dívida de amor ao próximo (Mt 6.12). 3. Explicar o ensino do cumprimento da lei por meio do amor: • Quem ama como Jesus amou cumpri a lei (v. 8c); • O resumo dos mandamentos é “amarás ao teu próximo como a ti mesmo” (v. 9); • Quem ama não deseja o mal a outra pessoa (v. 10).
  51. 51. INTERAÇÃO • A leitura do Sermão do Monte (Mt 5-7) irá contribuir de forma significativa para o entendimento da lição. • O conteúdo deste sermão, provavelmente, era muito popular no meio cristão, ainda que pudesse provocar sentimentos de aversão pela profundidade de seu ensinamento para a vida cristã verdadeira. • Dentro de um contexto em que a lei continuava sendo exigida pelos judeus e influenciava os judeu- cristãos, bem como do conflito que gerava na comunidade cristã formada por judeus e gentios, a mensagem de que toda a lei se resumia em uma frase: "Amarás ao teu próximo como a ti mesmo", devia causar certo incômodo.
  52. 52. ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA DINÂMICA: "desejar ao próximo o que deseja a si mesmo". • Divida a turma em grupo. • Solicite que cada grupo elabore algum tipo de atividade que gostaria que o outro grupo realizasse. A atividade terá melhor resultado se ela for primeiro escrita em um papel e, depois de solicitado pelo(a) professor(a), ser lida em voz alta para que todos possam ouvir. • A próxima etapa é você dizer para as pessoas o nome da dinâmica, sugerimos a seguinte frase: "Neste momento, antes de vocês executarem a atividade, quero lhes informar qual é o nome desta dinâmica: Desejar ao próximo o que deseja a si mesmo". • Não é necessário executar a atividade sugerida pelos participantes, pois a simples citação é o suficiente para uma reflexão. O resultado desta dinâmica, geralmente, é que se não todos, um dos grupos, irá sugerir uma atividade complexa ou que exponha o outro grupo ou pessoa. Porém, se as pessoas forem coerentes e amorosas, facilitando a atividade para o próximo, o grupo deverá ser parabenizado pela atitude. • Entretanto, independente do resultado está dinâmica proporcionará algumas reflexões para o grupo. Como sugestões, nós destacamos os seguintes questionamentos: • Se você soubesse que o seu próprio grupo fosse executar a atividade, teria sugerido a mesma? • Qual o nosso comportamento como cristãos na nossa rotina diária? • O resultado desta dinâmica foi semelhante ou difere o mandamento de Jesus para amar ao próximo como a ti mesmo?
  53. 53. REFERÊNCIAS • BALL, Charles Fergunson. A vida e os tempos do apóstolo Paulo. Rio de Janeiro: CPAD, 1998. • BARTH, Karl. Carta aos Romanos: Tradução e comentários Lindolfo K. Anders. São Paulo: Novo Século, 2003. • BRUCE, F.F. Romanos: introdução e comentário. São Paulo: Editora Vida Nova, 2004. • CABRAL, Elienai. Mordomia Cristã: aprenda como servir melhor a Deus. Rio de Janeiro: CPAD, 2003. • CABRAL, Elienai. Romanos: o evangelho da justiça de Deus. 7a edição. Rio de Janeiro: CPAD, 2003. • CALVINO, João. Romanos. 2a Edição. São Paulo: Edições Parakletos, 2001. • GABY, Wagner Tadeu dos Santos. As doenças do Século. Rio de Janeiro: CPAD, 2008. • GILBERTO, Antônio. O fruto do Espírito: a plenitude de Cristo na vida do crente. Rio de Janeiro: CPAD, 2004.
  54. 54. REFERÊNCIAS • HENRY, Matthew. Comentário Bíblico de Matthew Henry. Tradução: Degmar Ribas Júnior. Rio de Janeiro: CPAD, 2002 JEREMIAS, Joaquim. A mensagem central do Novo Testamento. São Paulo: Editora Academia Cristã, 2005 • KASEMANN, Ernest. Perspectivas paulinas. 2a edição. São Paulo: Teológica, 2003. • KÜMMEL, Werner Georg. Sintese teológica do Novo Testamento. São Paulo: Teológica, 2003. • LOHSE, E. Contexto e Ambiente do Novo Testamento. 2ª ed. São Paulo: Paulinas, 2004. • LUTERO, Martin. Comentarios de Martin Lutero: Romanos. Volumen I. Traducción de Erich Sexauer. Barcelona: Editorial Clie, 1998. • MACARTHUR JR., John et all. Justificação pela fé somente: a marca da vitalidade esperitual da igreja. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2005. • MOODY. Comentário bíblico Moody: Romanos à Apocalipse. V. 5. São Paulo: Editora Batista Regular, 2001.
  55. 55. REFERÊNCIAS • MURRAY, John. Romanos: comentário bíblico fiel. São Paulo: Editora Fiel, 2003. • POHL, Adolf. Carta aos romanos. Curitiba: Editora Evangélica Esperança, 1999. • REGA, Lourenço Stelio e BERGMANN, Johannes. Noções do Grego Bíblico: gramática fundamental. São Paulo: Editora Vida Nova, 2004. • RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento. Tradução de Degmar Ribas Júnior. Rio de Janeiro: CPAD, 2014. • RICHARDS, Lawrence O. Guia do leitor da Bíblia: uma análise de Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. Rio de Janeiro: CPAD, 2012. • RIDDERBOS, Herman. A teologia do apóstolo Paulo: a obra definitiva sobre o pensamento do apóstolo dos gentios. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2004. • RONIS, Osvaldo. Geografia bíblica. 3a Edição. Rio de Janeiro: SEGRAFE, 1978.
  56. 56. REFERÊNCIAS • SANDERS, E. P. Paulo, a lei e o povo judeu. São Paulo: Edições Paulinas, 1990. • SCHNELLE, Udo. A evolução do pensamento paulino. São Paulo: Edições Loyola, 1999. • STOTT, John. Romanos. São Paulo: ABU editora, 2000. • SCHRAGE, Wolfgang. Ética do Novo Testamento. São Leopoldo: Sinodal/IEPG, 1994. • STUHLMACHER, Peter. Lei e graça em Paulo: uma reafirmação da doutrina da justificação. São Paulo: Vida Nova, 2002. • TRASK, Thomas E.; GOODALL, Waide I. Um retorno à Vida Santificada. In: De volta para a Palavra: um chamado à autoridade da Bíblia. Rio de Janeiro: CPAD, 2001, P. 187-205. • ZUCK, Roy B. Teologia do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.

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