2015 3 tri lição 4 - Pastores e diáconos

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Subsídios elaborados pelo Pr. Natalino das Neves
Programa Escola Dominical na WEBTV.
IEADSJP - Igreja Evangélica Assembleia de Deus de São José dos Pinhais
Pr. Presidente: Ival Teodoro da Silva
Pr. Vice Presidente: Elson Pereira

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2015 3 tri lição 4 - Pastores e diáconos

  1. 1. P r. N a t a l i n o d a s N e v e s www.natalinodasneves.blogspot.com.br
  2. 2. Demais subsídios: Acompanhe os comentários em vídeo desta e outras lições no blog: www.natalinodasneves.blogspot.com.br
  3. 3. Texto Áureo "Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar." (1 Tm 3.2)
  4. 4. Verdade Prática Os pastores e os diáconos são líderes, escolhidos por Deus, através do ministério, para cuidarem do ser viço cristão na igreja local.
  5. 5. LEITURA BÍBLICA 1 Tm 3.1-4,8-13 1 - Esta é uma palavra fiel: Se alguém deseja o episcopado, excelente obra deseja. 2 - Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar; 3 - não dado ao vinho, não espancador, não cobiçoso de torpe ganância, mas moderado, não contencioso, não avarento; 4 - que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com toda a modéstia 8 - Da mesma sorte os diáconos sejam honestos, não de língua dobre, não dados a muito vinho, não cobiçosos de torpe ganância, 9 - guardando o mistério da fé em uma pura consciência. 10 - E também estes sejam primeiro provados, depois sirvam, se forem irrepreensíveis.
  6. 6. LEITURA BÍBLICA 1 Tm 3.1-4,8-13 11 - Da mesma sorte as mulheres sejam honestas, não maldizentes, sóbrias e fiéis em tudo. 12 - Os diáconos sejam maridos de uma mulher e governem bem seus filhos e suas próprias casas. 13 - Porque os que servirem bem como diáconos adquirirão para si uma boa posição e muita confiança na fé que há em Cristo Jesus.
  7. 7. Objetivos  Tratar a respeito do episcopado.  Apresentar as qualificações e atribuições de um líder.  Refletir a respeito do diaconato.  Conscientizar-se de que o serviço é a razão de ser do ministério.  Aplicar o conteúdo aprendido à vida pessoal.
  8. 8. INTERAGINDO COM O PROFESSOR LB – Edição professor N a l i ç ã o d e h o j e e s t u d a r e m o s a r e s p e i t o d o s p a s t o r e s e d i á c o n o s . A p a l a v r a g r e g a u s a d a p a r a b i s p o n o c a p í t u l o t r ê s d e 1 Ti m ó t e o é e p i s k o p o s . E s t a m e s m a p a l a v r a é u t i l i z a d a c o m o s i n ô n i m o d e p r e s b í t e r o e a n c i ã o . P a u l o m o s t r a q u e a q u e l e s q u e d e s e j a m o e p i s c o p a d o , e x c e l e n t e o b r a d e s e j a m . P o r é m , l o g o a s e g u i r e l e a p r e s e n t a a s q u a l i f i c a ç õ e s m o r a i s e e s p i r i t u a i s q u e e s t e m i n i s t é r i o e x i g e . P a u l o r e l a c i o n a q u i n z e q u a l i f i c a ç õ e s q u e p o d e m s e r v i s t a s d o s v e r s í c u l o s 2 a 7 d o c a p í t u l o t r ê s . E s t a s q u a l i f i c a ç õ e s n ã o s ã o o b t i d a s n o s s e m i n á r i o s o u n o s b a n c o s d a s u n i v e r s i d a d e s , m a s s ã o r e s u l t a d o s d e u m c a r á t e r t r a n s f o r m a d o e r e g e n e r a d o p e l o S e n h o r J e s u s . O l í d e r é a l g u é m q u e i n f l u e n c i a a s p e s s o a s , p o r i s s o , p r e c i s a s e r e x e m p l o . É n e c e s s á r i o q u e e l e t e n h a u m a v i d a i l i b a d a e e s t e j a d i s p o s t o a s e r v i r, p o i s s e r l í d e r é a c i m a d e t u d o s e r s e r v o .
  9. 9. INTRODUÇÃO • Paulo orienta Timóteo sobre o trabalho pastoral. • Ser pastor é um dom divino que tem como prioridade o cuidado das ovelhas sob sua responsabilidade. • O pastor não consegue trabalhar sozinho, ele precisa de auxiliares no serviço. Dentre estes, os diáconos.
  10. 10. I - QUEM DESEJA O EPISCOPADO
  11. 11. I - QUEM DESEJA O EPISCOPADO • Paulo afirma que a escolha por exercer o episcopado é uma excelente opção (v. 1). • Entretanto, esse desejo deve ser genuíno e não com objetivo de se projetar, tirar vantagem financeiras, mas servir no Reino de Deus. • Muitos são escolhidos e separados apenas pelos homens, mas não por Deus (LB).
  12. 12. I - QUEM DESEJA O EPISCOPADO • Deus, na sua onisciência, já sabe quem apresentará os requisitos necessários para o ministério (Gl 1.15; Jr 1.5). • Ditado popular: “Deus chama e capacita!”  Será que é assim mesmo?  Qual o resultado deste pensamento? • “O pastor precisa ter conhecimento bíblico (o que deve saber), teológico e habilidades ministeriais (o que deve ser capaz de fazer)” (LB).
  13. 13. I - QUEM DESEJA O EPISCOPADO • “Seu preparo não termina quando conclui um seminário teológico [...]” (LB). • Seminário teológico na IEAD? Qual a proporção? • Os apóstolos foram chamados, mas só foram enviados após algum tempo de aprendizado com Jesus (Mc 6.7; Mt 10.16; Lc 10.1).
  14. 14. I - QUEM DESEJA O EPISCOPADO • Paulo teve que rever o conhecimento que tinha das Escrituras, antes de iniciar seu ministério, por isso ficou três anos na Arábia se preparando (Gl 1.17,18). • Somente após este período foi enviado ao campo missionário (At 13.4). • O exercício ministerial é algo sério. Quem separa e quem aceita a separação dará conta diante de Deus!
  15. 15. Você deseja o episcopado? Qual é a sua motivação? Você que já é ministro, qual é o seu preparo bíblico, teológico e prático? Você tem consciência de sua responsabilidade diante da Igreja e de Deus? APLICAÇÃO PRÁTICA
  16. 16. SÍNTESE DO TÓPICO I Almejar o episcopado é aspirar uma obra excelente.
  17. 17. “O ministério pastoral vem de Deus. É Ele que escolhe. Muitos são escolhidos e separados apenas pelos homens, mas não por Deus”.
  18. 18. II - QUALIFICAÇÕES E ATRIBUIÇÕES DOS PASTORES E DIÁCONOS (3.1-13)
  19. 19. II - QUALIFICAÇÕES E ATRIBUIÇÕES DOS PASTORES E DIÁCONOS • Para se separar alguém para o ministério é necessário observar o atendimento dos critérios necessários para o exercício das atribuições e qualificações para a função. • Provavelmente, você vai verificar que em sua comunidade, a recomendação paulina não está sendo observada. • Qualificações ministeriais e espirituais, familiares e morais.
  20. 20. II - QUALIFICAÇÕES E ATRIBUIÇÕES DOS PASTORES E DIÁCONOS • Qualificações espirituais e ministeriais: • Uma vida irrepreensível, exemplo para os liderados (v. 2); • Conhecimento bíblico que o torne "apto a ensinar" (3.2); • Experiência (não ser neófito) suficiente para liderar (3.6); • ter o respeito da igreja e dos descrentes pelo seu testemunho(3.7).
  21. 21. II - QUALIFICAÇÕES E ATRIBUIÇÕES DOS PASTORES E DIÁCONOS • Qualificações familiares: • ser casado e ter uma vida conjugal saudável (3.2; Ef 5.25); • precisa governar bem a casa, ter o respeito da esposa e filhos pelo exemplo (3.4) - Termômetro; • o cuidado com a família é um pré-requisito básico para o candidato ao ministério.
  22. 22. II - QUALIFICAÇÕES E ATRIBUIÇÕES DOS PASTORES E DIÁCONOS • Qualificações morais: • ser honesto, sincero, verdadeiro (3.2); • hospitaleiro, ou acolhedor, sabendo tratar bem as pessoas (3.2); • não dado ao vinho/bebidas alcoólicas (3.2-3); • não violento ou agressivo (3.3; Gl 5.22); • não ganancioso/avarento (3.3, 10); • ser sóbrio simples, moderado (3.3); • não contencioso (3.2; 2 Tm 2.24).
  23. 23. Você, que exerce o ministério, atende todas as qualificações citadas? Em qual qualificação tem maior dificuldade? O que vai fazer para melhorar? Tanto quem separa, como quem aceita a separação, sem estar qualificado é responsável diante de Deus! APLICAÇÃO PRÁTICA
  24. 24. Q u i n z e q u a l i f i c a ç õ e s p / s e l e ç ã o d e m i n i s t r o s ( 1 T m 3 . 2 - 7 ) : • Irrepreensível: inteiramente fiel à sua esposa; • Esposo de uma só mulher; inteiramente fiel à sua mulher; • Temperante: sóbrio, solícito e modesto; • Domínio próprio: discipulado, moderado; • Respeitável: modesto, honrado, bem-comportado; • Hospitaleiro: que recebe bem os visitantes; • Apto para ensinar; capacitado a explicar e aplicar os ensinamentos; • Não dado à embriaguez; não dado ao vinho; • Não violento; não dado à hostilidade, ao antagonismo; • Gentil: bondoso, razoável, de boa família; • Não contencioso: não combativo, inimigo de contendas; • Não avarento: preocupado com as pessoas, não com as finanças; • Bom governante de sua família: administra a vida familiar; • Não seja um recém-convertido: maduro e humilde; • Reputação imaculada: admitido pelos de fora" ( R I C H A R D S , 2 0 1 2 , p . 8 3 5 ) . SUBSÍDIO BIBLIOLÓGICO
  25. 25. SÍNTESE DO TÓPICO II A Palavra de Deus mostra as qualificações que os que almejam o diaconato e o pastorado precisam ter.
  26. 26. III - O DIACONATO (8-13)
  27. 27. III - O DIACONATO (8-13) • A palavra diácono significa "aquele que serve". • Eles têm um papel muito importante no crescimento da Igreja. • Quem almeja o diaconato precisa ter o desejo de servir a Deus e aos irmãos. • Exemplo de Jesus no serviço ao próximo.
  28. 28. III - O DIACONATO (8-13) • As qualificações do diácono não são diferentes dos demais cargos do ministério (AT 6.1-7; 1 Tm 3.8,9,12). • Praticamente a única atribuição do ministro que não é cobrada do diácono e que seja apto para ensinar.
  29. 29. III - O DIACONATO (8-13) • Tem pessoas que foram chamadas para ser diácono. Quem não entende isso e busca outra função, pode se frustrar. • O respeito que lhes é devido não e pelo cargo, mas pela maneira que se relaciona com sua família, sua comunidade e a sociedade.
  30. 30. Você percebe as qualificações citadas por Paulo nas separações de sua igreja? Você, que já é diácono, atende as qualificações recomendadas por Paulo? Você tem se preocupado mais em servir do que ser servido? APLICAÇÃO PRÁTICA
  31. 31. SÍNTESE DO TÓPICO III Cabe ao diácono servir a Igreja do Senhor.
  32. 32. IV – EXEMPLOS DE SERVIÇO MINISTERIAL
  33. 33. IV – EXEMPLOS DE SERVIÇO MINISTERIAL • Exemplo de jesus: • abriu mão temporariamente de sua glória plena (Jo 17.14; Fp 2.5-10); • assumiu a forma e o comportamento de servo/escravo (Fp 2.6-8; 13.4-5)); • lavou os pés dos discípulos; • não descriminava as pessoas (samaritanos, mulheres, leprosos, publicanos, entre outros).
  34. 34. • Exemplo de Paulo: • viveu em prol da Igreja. • não mediu esforços para servir. • sua pregação era cristocêntrica e promovia o reino de Deus. • não abusava da fé dos fiéis por meio de barganhas, como recomenda 1 Pe 5.2. • serviu até o fim de sua vida, como demonstra as cartas pastorais. IV – EXEMPLOS DE SERVIÇO MINISTERIAL
  35. 35. • Exemplo de Timóteo: • pastor exemplar com um caráter imaculado. • valorizava o ensino familiar de sua mãe Eunice e sua avó Loide, exemplos de formação espiritual e moral. • cuidou da Igreja com zelo e não teve medo de se opor aos falsos mestres; • não buscava a glória para si; • mantinha-se fiel a Paulo, mesmo quando ele estava sendo desprezado e abandonado por muitos de seus companheiros ministeriais. IV – EXEMPLOS DE SERVIÇO MINISTERIAL
  36. 36. Você já parou para pensar no exemplos de Jesus, Paulo e Timóteo? Você tem aplicado o exemplo deles em sua vida? Qual tem sido sua motivação para a vida? APLICAÇÃO PRÁTICA
  37. 37. SÍNTESE DO TÓPICO IV A razão de ser do ministério pastoral e do diaconato é o serviço a Deus.
  38. 38. CONSIDERAÇÕES FINAIS
  39. 39. CONSIDERAÇÕE S FINAIS 1. O desejo pelo episcopado é sublime, mas também e de grande responsabilidade e exige dedicação. 2. Antes de separar um obreiro deve ser observado o atendimento das qualificações espirituais, familiares e morais. 3. O modelo de serviço ministerial de Jesus, Paulo e Timóteo.
  40. 40. PARA REFLETIR P a u l o i n i c i a o c a p í t u l o t r ê s f a l a n d o a r e s p e i t o d e q u e a s s u n t o ? R ) E l e f a l a a r e s p e i t o d a f u n ç ã o d o p a s t o r. Q u a l a f u n ç ã o p r i m o r d i a l d o p a s t o r ? R ) C u i d a r d a s o v e l h a s d o S e n h o r. Q u e m s e p a r a e e s c o l h e o h o m e m p a r a o m i n i s t é r i o p a s t o r a l ? R ) D e u s . Q u a i s a s p r i n c i p a i s q u a l i f i c a ç õ e s m o r a i s d e u m p a s t o r ? R ) E l e d e v e s e r : h o n e s t o , s i n c e r o , v e r d a d e i r o , e t c . Q u a l o s i g n i f i c a d o d a p a l a vr a " d i á c o n o " ? R ) S i g n i f i c a " a q u e l e q u e s e r v e " .
  41. 41. REFERÊNCIAS CALVINO, João. Pastorais. São Paulo: Edições Paracletos, 1998. GOPPELT, Leonhard. Teologia do Novo Testamento . 3ª Ed. São Paulo: Editora Teológica, 2003. HALE, Broadus David. Introdução ao Estudo do Novo Testamento. São Paulo: Hagnos, 2001. LIÇÕES BÍBLICAS. A Igreja e seu Testemunho : as ordenanças de Cristo nas cartas pastorais. Rio de Janeiro: CPAD, 2015. LIMA, Elinaldo Renovato de. As ordenanças de Cristo nas Cartas Pastorais. Rio de Janeiro: CPAD, 2015.
  42. 42. REFERÊNCIAS RICHARDS, Lawrence O. Comentário Histórico- Cultural do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2014. RICHARDS, Lawrence O. Guia do leitor da Bíblia: uma análise de Gênesis a Apocalipse capítulo por capítulo. Rio de Janeiro: CPAD, 2005. STOTT, John. A mensagem de 2 Timóteo: Tu, porém. 5ª Edição. São Paulo: ABU Editora, 2001. Zuck, Roy b. Teologia do Novo Testamento. Rio de Janeiro: CPAD, 2008.

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