SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 68
Suspensão,
      Direção e
      Freios




Fernando Luiz Mattos
Suspensão
Função

Conforto e segurança

•   Sustentação de todo o conjunto monobloco
•   Controle direcional das rodas (esterço e câmber)
•   Controle dinâmico das forças geradas pelos pneus
•   Controle da inclinação da carroceria ou rolagem
•   Manter o contato do pneu com o solo
•   Manobrabilidade e dirigibilidade
Molas

Mola helicoidal
Fatores que influenciam suas propriedades:
• Diâmetro, perfil e composição do fio
• Diâmetro interno e externo
• Altura e número de espiras
Componentes


                                                Tubo reservatório
                                   Guarda-pó


                     Adaptadores


Válvulas do pistão   Válvula da base       Selo e guia da haste     Haste
• O óleo do amortecedor, ao ser forçado a passar através dos
  orifícios das válvulas, amortece os impactos e absorve as
  vibrações transmitidas ao veículo pelas irregularidades do piso
• Quando está em operação, o amortecedor executa centenas de
  oscilações por minuto, movimentando o óleo em seu interior
• Esta movimentação, associada a temperaturas elevadas, dá
  origem ao fenômeno da “aeração” - formação de bolhas de ar
  dentro do óleo
•   Estas bolhas diminuem a capacidade do óleo de absorver as
    vibrações causando também outro fenômeno: vácuo, fazendo com
    que o amortecedor perca momentaneamente sua ação
•   A solução empregada pela COFAP, para eliminar estes
    inconvenientes, foi a pressurização interna do amortecedor
    através da utilização do gás Nitrogênio, fazendo com que o óleo
    fique sob pressão e impedindo a formação de “bolhas” e também
    a formação de “vácuo”
•   A pressurização é feita com baixa pressão – max. 10 bar, e o gás
    Nitrogênio é inerte e não oxida as partes internas
Eixo rígido

Vantagens
•   Nenhuma variação de câmber sob
    rolagem
•   Pouca variação de câmber em curva
•   Menor desgaste de pneu (menor
    variação de alinhamento)

Desvantagens
•   Mais suscetível a transmissão de vibrações à carroceria “SHIMMY”
•   Manutenção cara (troca do conjunto completo)
•   Maior espaço ocupado
•   Maior peso
Suspensão independente

Vantagens
• Menor peso                    •   Maior flexibilidade (diferentes
                                    geometrias de suspensão)
• Menor espaço ocupado
                                •   Maior conforto (Redução do
• Maior resistência a rolagem       “Shimmy”)
• Independência das rodas




       Alfa Romeo GTV
Suspensão semi-independente

Sistema composto por um eixo semi-rígido que sofre torção.
O movimento de uma das rodas é transmitido parcialmente à
outra. Este eixo pode ou não ser combinado a uma barra
estabilizadora.
Suspensão independente - McPherson

Projetado por Ea rle M Phe rs o n por volta de 1946
                      c

Principais vantagens
• Menor número de componentes
• Menor custo
• Manutenção
• Espaço transversal (   )
• Peso
Batente

Batente de fim de curso
Durante a compressão, absorve a energia excedente que não
foi absorvida pela mola.

Guarda-pó
Protege a haste do amortecer contra impurezas.


                Guarda-pó




                                  Batente
Marea e Marea Weekend

Em caso de ruptura da fixação do batente da suspensão traseira


        Batente modificado          Batente anterior




           46750209                   46470781
Uno Mille Fire

Suspensão dianteira




 1. Batente de fim de curso do amortecedor
    dianteiro - rangido ao passar em quebra-
    molas - ressecamento/danificação.
Novo Palio Weekend
Suspensão traseira




                     Torque: 123 Nm
Importante

Através de testes efetuados na fábrica, verificamos que a utilização
da ferramenta “desempenador automotivo” na suspensão dianteira
do veículo, para correção da cambagem das rodas, pode causar
danos aos amortecedores dos veículos (tipo estrutural), uma vez
que este procedimento irá ocasionar um empenamento do corpo do
amortecedor em relação à sua base de fixação ao montante.
Esse empenamento pode provocar afrouxamento dos parafusos de
fixação do amortecedor, além de submeter a haste a um atrito
maior com a bucha/selo de vedação superior ocasionando sua
fadiga prematura.
Salientamos que, além de
comprometer a integridade
dos amortecedores, o
procedimento abaixo pode
danificar os rolamentos de
rodas em função das
elevadas cargas que atuam
nas pistas internas e
externas, deformando as
mesmas, gerando por
conseqüência,
rumorosidade.
Amortecedores
em bom estado




Amortecedores
   gastos
Direção
Caixa de direção




A caixa de direção que constitui o sistema é um conjunto de peças que
funcionam transformando o movimento rotativo, produzido pelo
motorista no volante, em movimento linear.

O funcionamento é por meio de um engrenamento, que transmite o
movimento do volante às barras de direção.

O sistema de pinhão e cremalheira é o que melhor atende às
exigências da direção, podendo ser mecânico ou hidráulico.
Caixa de direção com pinhão e cremalheira




É um sistema de engrenamento
entre um pinhão e uma
cremalheira.



A caixa de direção com pinhão e cremalheira é utilizada nos carros
mais leves.
Esse modelo possui boa absorção de vibrações da roda e não
apresenta folga quando as rodas estão esterçadas.
Quando o volante de direção é acionado pelo motorista, o pinhão gira
e aciona a cremalheira, que comanda as barras de direção e as rodas
através dos tirantes.
Coluna de direção


É o elemento de ligação entre o
volante e o mecanismo de direção.



A coluna de direção foi muito estudada por exigência de sua
posição. Alguns modelos possuem regulagens de altura e
distância, proporcionando uma posição de dirigir mais adequada às
características físicas do condutor... Além do conforto que é
proporcionado quando o veículo possui esse mecanismo.

Com o avanço tecnológico visando uma maior segurança, foram
criados dispositivos como a coluna retrátil que, em caso de impacto
frontal, deforma-se impedindo que o motorista seja atingido pelo
volante.
Coluna de direção com regulagem de
altura e profundidade
Cuidados na utilização:
  • Operar apenas com veículo parado;
  • Garantir que a alavanca de regulagem esteja travada antes
    de movimentar o veículo.
         Regulagem mínima                         Regulagem máxima




                          Alavanca de regulagem

          Não prevista lubrificação em manutenção.
Árvore inferior

A árvore inferior faz a ligação
entre a coluna e o mecanismo de
direção.

É utilizada nos casos em que
ocorre um desalinhamento entre a
extremidade inferior da coluna e o
pinhão de acionamento, com o
objetivo de corrigir esta falha.
A direção hidraúlica




O sistema hidráulico é composto de uma caixa de direção
servoassistida tipo pinhão e cremalheira que auxilia o sistema
mecânico.

Esse sistema reduz o esforço físico do motorista em manobras,
em consequência o número de voltas do volante também,
deixando a direção com uma resposta mais ágil e segura.

A pressão hidráulica necessária para o funcionamento do
sistema é gerada pela bomba, que é acionada pelo motor. O
sistema hidráulico funcionará quando o motorista girar o volante.
Giro do volante no sentido horário (Giro à direita)




              Volante na posição neutra (Mecanismo sem ação)




           Giro do volante no sentido anti-horário (Giro à esquerda)
De acordo com a torção transmitida pelo volante, o óleo da bomba é enviado ao
reservatório ou a uma das câmaras do cilindro operador, determinando o
deslocamento do pistão e da cremalheira. Esta está ligada a um êmbolo que
desliza, sob pressão do fluido, dentro do cilindro de trabalho.
A direção hidraúlica

Para confirmar se a falha é no sistema hidráulico ou no
sistema mecânico, utilizar o analisador de vazão.
E lembre-se que a direção hidráulica foi desenvolvida para
proporcionar maior segurança e conforto ao motorista, e sua
aplicação passou pelos mais rigorosos testes nas fábricas.
A direção hidraúlica - componentes
São vários os componentes do sistema hidráulico, como
reservatório, mangueiras, válvulas, cilindros e um
outro importantíssimo que é a bomba hidráulica.

         Mangueira de
         alimentação                  Reservatório remoto


    Bomba
    hidraúlica                      Mangueira
                                    de retorno


  Mangueira de pressão




                         Mecanismo de direção hidraúlica
Bomba hidraúlica
A bomba hidráulica compõe-se de um grupo rotativo que executa a
compressão de óleo.
Possui também a zona de controle com a válvula de alívio de pressão,
evitando que a bomba continue comprimindo óleo, e a válvula de controle de
vazão que determina o volume do fluido fornecido ao sistema.
Alguns modelos possuem válvulas controladoras que proporcionam aos
veículos uma direção com maior sensibilidade.
A bomba hidráulica tem a função de gerar vazão e pressão para suprir o
sistema.
Seu funcionamento é muito simples, ou seja, quando o motor está
funcionando, um eixo aciona o rotor onde estão as palhetas deslizantes,
alojadas em ranhuras radiais.
      Alta pressão de óleo                        Baixa pressão de óleo


                                                      Alta pressão de óleo
                  Baixa
               pressão de
                  óleo                               Forças iguais
                                                      e opostas
A direção elétrica

             Sensor óptico de         Vantagens em relação à servodireção
             esterço do volante       hidráulica:

                                      •   O Sistema tem um menor número de
                                          componentes e portanto um peso e uma
                                          complexidade de implantação menor
                                      •   A instalação e a manutenção tem tempos
                                          reduzidos e maior simplicidade
                                      •   A servodireção elétrica absorve energia do
                                          motor só quando é pedida a servoassistência,
                                          reduzindo consumo e as emissões
                                      •   Menor ruído em relação ao sistema hidráulico
Central eletrônica e motor elétrico   •   Possibilidade de escolha do modo de direção
para servoassistência                     (CITY / NORMAL)
Alinhamento

 Câmber               Convergência          Cáster




Ordem correta de acerto da geometria da suspensão
1. Câmber traseiro
2. Convergência traseira
3. Cáster dianteiro
4. Câmber dianteiro
5. Convergência dianteira
Sistema de freios
O sistema de freios é o que transforma as pressões de aplicação em
forças mecânicas para retardar o movimento das rodas até pará-las.
A força aplicada no cilindro-mestre será atuante em todas
as lonas e pastilhas de freio localizadas nas rodas.
Disco
                 2       Cilindro-mestre
                                                     Pastilhas

Pedal do Freio                                            Roda
                                                           4
  1
                                   Caliper
                                    3
                 Haste                                   Solo
                     CILINDRO-
 PEDAL                                    FREIO          RODA
                     MESTRE

          Atuação             Pressão             Atuação
          Mecânica           Hidráulica           Mecânica
      1                  2                   3                4
Freio a disco   Freio tambor
O fluido de freio
O fluido de freio deve ter características que possibilitem o
perfeito funcionamento do sistema, dentre elas podemos citar:

•   Ponto de ebulição entre 205 ºC e 235 ºC, de
    acordo com o tipo de trabalho
•   Baixa variação da viscosidade de acordo com a
    temperatura
•   PH entre 7 e 11,5 (de neutro a alcalino)
•   Baixa higroscopia (absorção de água em
    contato com o ar)
•   Baixo ponto de congelamento
•   Resistência às altas temperaturas sem perder
    propriedades
•   Devido à sua característica higroscópica (característica de
    absorver humidade) o fluido de freio deverá ser substituido a cada
    24 meses ou 45.000 km. A presença de humidade no sistema
    pode comprometer a eficiencia de frenagem, pois a humidade
    presente no fluido quando aquecida pelo calor gerado durante a
    frenagem poderá gerar bolhas de ar no sistema.
•   O fluido retirado no processo de sangria não deve ser reutilizado.
•   A classificação dos fluidos de freios, no que se refere ao ponto de
    ebulição dos mesmos, é definido pela classificação DOT.
•   Em alguns veículos se utiliza o fluido DOT 3 para sistemas sem
    ABS, e DOT 4 nos sistemas dotados de ABS.
O servofreio




O servofreio é um componente do sistema que auxilia na
frenagem, diminuindo o esforço do condutor ao acionar o pedal.
Posição de repouso com motor funcionando

                           Vácuo
Posição aplicada


                   Vácuo   Pressão atmosférica
Posição de equilíbrio


                  Vácuo
                          Pressão atmosférica
Sem auxílio do vácuo

                       Pressão atmosférica
Válvula reguladora da pressão




Tem a função de compensar a carga de frenagem entre as rodas
dianteiras e traseiras.
Funciona a partir de uma mola que é comprimida por uma haste e que
libera mais ou menos fluido para a frenagem, de acordo com a carga
imprimida nas rodas dianteiras ou traseiras.
Válvula corretora de frenagem




É uma válvula reguladora de pressão do fluido dos freios traseiros
que aplica a carga necessária de acordo com a carga transportada,
evitando que as rodas traseiras travem antes das dianteiras nas
freadas bruscas.
Rodas e pneus
Rodas e pneus

Roda
Hoje podemos conceituar a roda como um conjunto formado
por aro e disco, servindo de elemento intermediário entre o
pneu e o veículo.
Portanto, aro é o elemento anelar onde o pneu é montado; e
disco é o elemento central que permite a fixação da roda ao
cubo do veículo.

                      Disco

                      Aro
Aro
     O tamanho de um aro normalmente é constituído por dois
     conjuntos de números, sendo que o primeiro representa a
     largura do aro, medida de flange a flange, em polegadas e o
     segundo, o diâmetro nominal do aro, também em polegadas.
     As letras (ou letra) ao lado da largura indicam o tipo de perfil do
     aro, conforme normas internacionais.


                                      Onde:
            PF
L = 4,5




                                      D° = Diâmetro Nominal
                                      PF = Off-Set (Distância entre a linha de
                                      centro do pneu/roda e a face de apoio
                                      do disco da roda. Geralmente gravado
                    D°                na maioria das rodas).
Exemplo: 6 JJ X 14
Significa um aro com 6” de largura, perfil tipo JJ (aro de centro
rebaixado) e com 14” de diâmetro nominal.
                         4,50   B   X 13   H



              Pne
              u
                                                  Hump (*)
       Hump                                       Diâmetro nominal em
                                                  polegadas

 Rod                                              Tipo perfil
 a                                                Largura do aro em
                                                  polegadas

(*) Hump é uma saliência que existe no perfil do aro em toda sua
circunferência, facilitando o assentamento dos talões do pneu.
H - Altura da seção
Distância entre o calcanhar do talão e o centro da
banda de rodagem.

D - Diâmetro do aro
Diâmetro medido entre os assentos dos talões.

L - Largura do aro
Distância entre os flanges do aro, medida
internamente.

Circunferência de rotação
Distância percorrida pelo pneu inflado e com
carga em uma volta completa da roda, a uma
certa velocidade.
O pneu e suas partes

                Banda de rolagem

Cinturas
                                                     Flanco




                                           Carcaça


                                   Talão
As principais vantagens dos pneus radiais estão na
durabilidade, economia de combustível, melhor aderência nas
acelerações e freadas mais eficientes.
O quadro abaixo mostra o comportamento dos pneus na
relação solo e área de apoio:
Vejamos agora as diferenças básicas dentro dos pneus. Os “sem
          câmara” possuem no interior uma camada de borracha especial,
          denominada liner que garante a retenção do ar.
          Devem ser montados em aros apropriados, utilizando válvulas
          especiais.
          Pneu com câmara (tube type)
      Pneu

                     Câmara
                     de ar                                        5°
   Aro a canal
(Centro rebaixado)             Válvula


             Pneu sem câmara (tubeless)
       Pneu
                                            Hump
                       Liner
   Aro a canal                                                    5°
                               Válvula
(Centro rebaixado)
Para melhor entendimento das informações, vamos fazer a leitura dos
  códigos que caracterizam os pneus.
  Dimensões
149      70    R      13   74     S


                                             Limite de velocidade (até 180 km/h)
                                             Índice de carga (máximo de 375 kg por pneu
                                             Diâmetro interno do pneu (polegadas)
                                             Construção radial
                                             Altura de seção em %
                                             Largura da seção do pneu (mm)
      Nota: Quando não houver a gravação da relação altura/largura nos pneus, entenderemos
      código “82”.
165      70    R      13   76     S


                                             Limite de velocidade (até 180 km/h)
                                             Índice de carga (máximo de 400 kg por pneu)
                                             Diâmetro interno do pneu (polegadas)
                                             Construção radial
                                             Quociente percentual entre altura da seção e largura da
                                             seção do pneu (A/L = 0,70)
                                             Largura da secção do pneu (mm)
       Obs: Quanto ao limite de velocidade e índice de carga, consultar tabelas 1 e 2.
Codificação do pneu (gravada na peça)

Pirelli
Firestone
Goodyear
Tabela 1
O símbolo de “Índice de Carga”(IC) indica a carga máxima a
que o pneu pode ser submetido.
Tabela 2
O “Símbolo de Velocidade” indica a velocidade a que o pneu
pode ser submetido, à carga correspondente ao seu Índice de
Carga nas condições de serviços especificados pelo fabricante
do pneu.
Suspensão, direção e freios em

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Senai ba - transmissão roberto
Senai ba - transmissão robertoSenai ba - transmissão roberto
Senai ba - transmissão robertoFernando Mattos
 
AULA 01 -LUBRIFICAÇÃO.pdf
AULA 01 -LUBRIFICAÇÃO.pdfAULA 01 -LUBRIFICAÇÃO.pdf
AULA 01 -LUBRIFICAÇÃO.pdfEudesRamos7
 
Procedimento para manutenção veicular
Procedimento para manutenção veicularProcedimento para manutenção veicular
Procedimento para manutenção veicularAnderson Fonseca
 
Apresentação
ApresentaçãoApresentação
Apresentaçãojoda500
 
Manual do propietário cg150 titan ks es esd cg150 sport cg150 job d2203-man...
Manual do propietário cg150 titan ks es esd cg150 sport cg150 job   d2203-man...Manual do propietário cg150 titan ks es esd cg150 sport cg150 job   d2203-man...
Manual do propietário cg150 titan ks es esd cg150 sport cg150 job d2203-man...Thiago Huari
 
Manual de serviço cbr600 f(1) (~1997) informac
Manual de serviço cbr600 f(1) (~1997) informacManual de serviço cbr600 f(1) (~1997) informac
Manual de serviço cbr600 f(1) (~1997) informacThiago Huari
 
[Br] fundamentos de freios e seus componentes (2)
[Br]   fundamentos de freios e seus componentes (2)[Br]   fundamentos de freios e seus componentes (2)
[Br] fundamentos de freios e seus componentes (2)Raquel A.
 
Suspensão dependente - semi-independente e independente;
Suspensão  dependente - semi-independente e  independente;Suspensão  dependente - semi-independente e  independente;
Suspensão dependente - semi-independente e independente;Valdivinio J. Marques
 
Manaul de serviço cbr600 f(2) (1998~2000) alimentac
Manaul de serviço cbr600 f(2) (1998~2000) alimentacManaul de serviço cbr600 f(2) (1998~2000) alimentac
Manaul de serviço cbr600 f(2) (1998~2000) alimentacThiago Huari
 
186168907 lubrificacao-industrial
186168907 lubrificacao-industrial186168907 lubrificacao-industrial
186168907 lubrificacao-industrialTiago Ferreira
 
Manaul de serviço cbr600 f(2) (1998~2000) lubrific
Manaul de serviço cbr600 f(2) (1998~2000) lubrificManaul de serviço cbr600 f(2) (1998~2000) lubrific
Manaul de serviço cbr600 f(2) (1998~2000) lubrificThiago Huari
 
Manual de serviço xr250 alimentacao
Manual de serviço xr250 alimentacaoManual de serviço xr250 alimentacao
Manual de serviço xr250 alimentacaoThiago Huari
 

Mais procurados (20)

Sistemas de direção.pptx
Sistemas de direção.pptxSistemas de direção.pptx
Sistemas de direção.pptx
 
Mecânica
MecânicaMecânica
Mecânica
 
Senai ba - transmissão roberto
Senai ba - transmissão robertoSenai ba - transmissão roberto
Senai ba - transmissão roberto
 
AULA 01 -LUBRIFICAÇÃO.pdf
AULA 01 -LUBRIFICAÇÃO.pdfAULA 01 -LUBRIFICAÇÃO.pdf
AULA 01 -LUBRIFICAÇÃO.pdf
 
Procedimento para manutenção veicular
Procedimento para manutenção veicularProcedimento para manutenção veicular
Procedimento para manutenção veicular
 
Mecânica
MecânicaMecânica
Mecânica
 
Apresentação
ApresentaçãoApresentação
Apresentação
 
Sistema de Transmissão
Sistema de TransmissãoSistema de Transmissão
Sistema de Transmissão
 
Manual do propietário cg150 titan ks es esd cg150 sport cg150 job d2203-man...
Manual do propietário cg150 titan ks es esd cg150 sport cg150 job   d2203-man...Manual do propietário cg150 titan ks es esd cg150 sport cg150 job   d2203-man...
Manual do propietário cg150 titan ks es esd cg150 sport cg150 job d2203-man...
 
Manual de serviço cbr600 f(1) (~1997) informac
Manual de serviço cbr600 f(1) (~1997) informacManual de serviço cbr600 f(1) (~1997) informac
Manual de serviço cbr600 f(1) (~1997) informac
 
About abs
About absAbout abs
About abs
 
[Br] fundamentos de freios e seus componentes (2)
[Br]   fundamentos de freios e seus componentes (2)[Br]   fundamentos de freios e seus componentes (2)
[Br] fundamentos de freios e seus componentes (2)
 
Suspensão dependente - semi-independente e independente;
Suspensão  dependente - semi-independente e  independente;Suspensão  dependente - semi-independente e  independente;
Suspensão dependente - semi-independente e independente;
 
Manaul de serviço cbr600 f(2) (1998~2000) alimentac
Manaul de serviço cbr600 f(2) (1998~2000) alimentacManaul de serviço cbr600 f(2) (1998~2000) alimentac
Manaul de serviço cbr600 f(2) (1998~2000) alimentac
 
Lubrificação
LubrificaçãoLubrificação
Lubrificação
 
ABS-ASR-ESP
ABS-ASR-ESPABS-ASR-ESP
ABS-ASR-ESP
 
186168907 lubrificacao-industrial
186168907 lubrificacao-industrial186168907 lubrificacao-industrial
186168907 lubrificacao-industrial
 
Manaul de serviço cbr600 f(2) (1998~2000) lubrific
Manaul de serviço cbr600 f(2) (1998~2000) lubrificManaul de serviço cbr600 f(2) (1998~2000) lubrific
Manaul de serviço cbr600 f(2) (1998~2000) lubrific
 
Chap81
Chap81Chap81
Chap81
 
Manual de serviço xr250 alimentacao
Manual de serviço xr250 alimentacaoManual de serviço xr250 alimentacao
Manual de serviço xr250 alimentacao
 

Semelhante a Suspensão, direção e freios em

sistemadefreios-160322150056.pptxhhmmfff
sistemadefreios-160322150056.pptxhhmmfffsistemadefreios-160322150056.pptxhhmmfff
sistemadefreios-160322150056.pptxhhmmfffgustavoholanda2019
 
Suspensão.pptx
Suspensão.pptxSuspensão.pptx
Suspensão.pptxOrtzadar1
 
04-AULA AUTOMOTIVA - CAMBIO.pdf
04-AULA AUTOMOTIVA - CAMBIO.pdf04-AULA AUTOMOTIVA - CAMBIO.pdf
04-AULA AUTOMOTIVA - CAMBIO.pdfPedrogamer24
 
Manual de serviço cr250 99 caracter
Manual de serviço cr250 99 caracterManual de serviço cr250 99 caracter
Manual de serviço cr250 99 caracterThiago Huari
 
Manual de serviço xlx250 r (1986) mskb7861p-s supl xlx250r
Manual de serviço xlx250 r (1986)   mskb7861p-s supl xlx250rManual de serviço xlx250 r (1986)   mskb7861p-s supl xlx250r
Manual de serviço xlx250 r (1986) mskb7861p-s supl xlx250rThiago Huari
 
Manual de serviço xlx250 rsu supl xlx250r
Manual de serviço xlx250 rsu supl xlx250rManual de serviço xlx250 rsu supl xlx250r
Manual de serviço xlx250 rsu supl xlx250rThiago Huari
 
Manual do proprietário do Lada Niva
Manual do proprietário do Lada NivaManual do proprietário do Lada Niva
Manual do proprietário do Lada NivaTalahass
 
Manual de serviço vt600 c 00x6b-mz8-601 suplemento vt600c-05
Manual de serviço vt600 c   00x6b-mz8-601 suplemento vt600c-05Manual de serviço vt600 c   00x6b-mz8-601 suplemento vt600c-05
Manual de serviço vt600 c 00x6b-mz8-601 suplemento vt600c-05Thiago Huari
 
Curso boby cat.ppt
Curso boby cat.pptCurso boby cat.ppt
Curso boby cat.pptsiderlei1230
 
Manual de serviço cr250 00 caracter
Manual de serviço cr250 00 caracterManual de serviço cr250 00 caracter
Manual de serviço cr250 00 caracterThiago Huari
 
Manual de serviço ms cg125 suplemento 00 x6b-kgaz-001
Manual de serviço ms cg125 suplemento   00 x6b-kgaz-001Manual de serviço ms cg125 suplemento   00 x6b-kgaz-001
Manual de serviço ms cg125 suplemento 00 x6b-kgaz-001Thiago Huari
 

Semelhante a Suspensão, direção e freios em (20)

Sdf saeb
Sdf saebSdf saeb
Sdf saeb
 
Freio motor - Danillo.ppt
Freio motor -  Danillo.pptFreio motor -  Danillo.ppt
Freio motor - Danillo.ppt
 
Mecânica
MecânicaMecânica
Mecânica
 
Mecânica - Alessandro Leal
Mecânica - Alessandro LealMecânica - Alessandro Leal
Mecânica - Alessandro Leal
 
Mecânica
MecânicaMecânica
Mecânica
 
Mecânica
MecânicaMecânica
Mecânica
 
sistemadefreios-160322150056.pptxhhmmfff
sistemadefreios-160322150056.pptxhhmmfffsistemadefreios-160322150056.pptxhhmmfff
sistemadefreios-160322150056.pptxhhmmfff
 
Suspensão.pptx
Suspensão.pptxSuspensão.pptx
Suspensão.pptx
 
04-AULA AUTOMOTIVA - CAMBIO.pdf
04-AULA AUTOMOTIVA - CAMBIO.pdf04-AULA AUTOMOTIVA - CAMBIO.pdf
04-AULA AUTOMOTIVA - CAMBIO.pdf
 
Manual de serviço cr250 99 caracter
Manual de serviço cr250 99 caracterManual de serviço cr250 99 caracter
Manual de serviço cr250 99 caracter
 
Manual de serviço xlx250 r (1986) mskb7861p-s supl xlx250r
Manual de serviço xlx250 r (1986)   mskb7861p-s supl xlx250rManual de serviço xlx250 r (1986)   mskb7861p-s supl xlx250r
Manual de serviço xlx250 r (1986) mskb7861p-s supl xlx250r
 
Manual de serviço xlx250 rsu supl xlx250r
Manual de serviço xlx250 rsu supl xlx250rManual de serviço xlx250 rsu supl xlx250r
Manual de serviço xlx250 rsu supl xlx250r
 
Ct manutencão de primeiro escalão
Ct manutencão de primeiro escalãoCt manutencão de primeiro escalão
Ct manutencão de primeiro escalão
 
Manual do proprietário do Lada Niva
Manual do proprietário do Lada NivaManual do proprietário do Lada Niva
Manual do proprietário do Lada Niva
 
Manual de serviço vt600 c 00x6b-mz8-601 suplemento vt600c-05
Manual de serviço vt600 c   00x6b-mz8-601 suplemento vt600c-05Manual de serviço vt600 c   00x6b-mz8-601 suplemento vt600c-05
Manual de serviço vt600 c 00x6b-mz8-601 suplemento vt600c-05
 
Curso boby cat.ppt
Curso boby cat.pptCurso boby cat.ppt
Curso boby cat.ppt
 
420 e
420 e420 e
420 e
 
205 tecnicas
205 tecnicas205 tecnicas
205 tecnicas
 
Manual de serviço cr250 00 caracter
Manual de serviço cr250 00 caracterManual de serviço cr250 00 caracter
Manual de serviço cr250 00 caracter
 
Manual de serviço ms cg125 suplemento 00 x6b-kgaz-001
Manual de serviço ms cg125 suplemento   00 x6b-kgaz-001Manual de serviço ms cg125 suplemento   00 x6b-kgaz-001
Manual de serviço ms cg125 suplemento 00 x6b-kgaz-001
 

Mais de Fernando Mattos

Sistema elétrico veicular
Sistema elétrico veicularSistema elétrico veicular
Sistema elétrico veicularFernando Mattos
 
Senai ba - transmissão e embreagem - suzano roberto
Senai ba - transmissão e embreagem - suzano robertoSenai ba - transmissão e embreagem - suzano roberto
Senai ba - transmissão e embreagem - suzano robertoFernando Mattos
 
A tendimento ao cliente cai tec
A tendimento ao cliente cai tecA tendimento ao cliente cai tec
A tendimento ao cliente cai tecFernando Mattos
 
A tendimento ao cliente cai tec
A tendimento ao cliente cai tecA tendimento ao cliente cai tec
A tendimento ao cliente cai tecFernando Mattos
 
Senai ba - transmissão e embreagem - suzano roberto
Senai ba - transmissão e embreagem - suzano robertoSenai ba - transmissão e embreagem - suzano roberto
Senai ba - transmissão e embreagem - suzano robertoFernando Mattos
 
Senai ba - transmissão e embreagem - suzano roberto
Senai ba - transmissão e embreagem - suzano robertoSenai ba - transmissão e embreagem - suzano roberto
Senai ba - transmissão e embreagem - suzano robertoFernando Mattos
 
Suspenção direção e freios
Suspenção direção e freiosSuspenção direção e freios
Suspenção direção e freiosFernando Mattos
 

Mais de Fernando Mattos (16)

Passo a passo
Passo a passoPasso a passo
Passo a passo
 
Sistema elétrico veicular
Sistema elétrico veicularSistema elétrico veicular
Sistema elétrico veicular
 
Tipos de carroceria
Tipos de carroceriaTipos de carroceria
Tipos de carroceria
 
Sistemas de capotaria
Sistemas de capotariaSistemas de capotaria
Sistemas de capotaria
 
Treinamento 5 s
Treinamento 5 sTreinamento 5 s
Treinamento 5 s
 
Sistemas de capotaria
Sistemas de capotariaSistemas de capotaria
Sistemas de capotaria
 
Senai ba - transmissão e embreagem - suzano roberto
Senai ba - transmissão e embreagem - suzano robertoSenai ba - transmissão e embreagem - suzano roberto
Senai ba - transmissão e embreagem - suzano roberto
 
Tipos de carroceria
Tipos de carroceriaTipos de carroceria
Tipos de carroceria
 
A tendimento ao cliente cai tec
A tendimento ao cliente cai tecA tendimento ao cliente cai tec
A tendimento ao cliente cai tec
 
Aula funilaria (saeb)
Aula funilaria (saeb)Aula funilaria (saeb)
Aula funilaria (saeb)
 
Apresentação1
Apresentação1Apresentação1
Apresentação1
 
A tendimento ao cliente cai tec
A tendimento ao cliente cai tecA tendimento ao cliente cai tec
A tendimento ao cliente cai tec
 
Senai ba - transmissão e embreagem - suzano roberto
Senai ba - transmissão e embreagem - suzano robertoSenai ba - transmissão e embreagem - suzano roberto
Senai ba - transmissão e embreagem - suzano roberto
 
Senai ba - transmissão e embreagem - suzano roberto
Senai ba - transmissão e embreagem - suzano robertoSenai ba - transmissão e embreagem - suzano roberto
Senai ba - transmissão e embreagem - suzano roberto
 
Suspenção direção e freios
Suspenção direção e freiosSuspenção direção e freios
Suspenção direção e freios
 
Avaliacao e frequencia
Avaliacao e frequenciaAvaliacao e frequencia
Avaliacao e frequencia
 

Suspensão, direção e freios em

  • 1. Suspensão, Direção e Freios Fernando Luiz Mattos
  • 3. Função Conforto e segurança • Sustentação de todo o conjunto monobloco • Controle direcional das rodas (esterço e câmber) • Controle dinâmico das forças geradas pelos pneus • Controle da inclinação da carroceria ou rolagem • Manter o contato do pneu com o solo • Manobrabilidade e dirigibilidade
  • 4. Molas Mola helicoidal Fatores que influenciam suas propriedades: • Diâmetro, perfil e composição do fio • Diâmetro interno e externo • Altura e número de espiras
  • 5.
  • 6. Componentes Tubo reservatório Guarda-pó Adaptadores Válvulas do pistão Válvula da base Selo e guia da haste Haste
  • 7.
  • 8. • O óleo do amortecedor, ao ser forçado a passar através dos orifícios das válvulas, amortece os impactos e absorve as vibrações transmitidas ao veículo pelas irregularidades do piso • Quando está em operação, o amortecedor executa centenas de oscilações por minuto, movimentando o óleo em seu interior • Esta movimentação, associada a temperaturas elevadas, dá origem ao fenômeno da “aeração” - formação de bolhas de ar dentro do óleo
  • 9. Estas bolhas diminuem a capacidade do óleo de absorver as vibrações causando também outro fenômeno: vácuo, fazendo com que o amortecedor perca momentaneamente sua ação • A solução empregada pela COFAP, para eliminar estes inconvenientes, foi a pressurização interna do amortecedor através da utilização do gás Nitrogênio, fazendo com que o óleo fique sob pressão e impedindo a formação de “bolhas” e também a formação de “vácuo” • A pressurização é feita com baixa pressão – max. 10 bar, e o gás Nitrogênio é inerte e não oxida as partes internas
  • 10. Eixo rígido Vantagens • Nenhuma variação de câmber sob rolagem • Pouca variação de câmber em curva • Menor desgaste de pneu (menor variação de alinhamento) Desvantagens • Mais suscetível a transmissão de vibrações à carroceria “SHIMMY” • Manutenção cara (troca do conjunto completo) • Maior espaço ocupado • Maior peso
  • 11. Suspensão independente Vantagens • Menor peso • Maior flexibilidade (diferentes geometrias de suspensão) • Menor espaço ocupado • Maior conforto (Redução do • Maior resistência a rolagem “Shimmy”) • Independência das rodas Alfa Romeo GTV
  • 12. Suspensão semi-independente Sistema composto por um eixo semi-rígido que sofre torção. O movimento de uma das rodas é transmitido parcialmente à outra. Este eixo pode ou não ser combinado a uma barra estabilizadora.
  • 13. Suspensão independente - McPherson Projetado por Ea rle M Phe rs o n por volta de 1946 c Principais vantagens • Menor número de componentes • Menor custo • Manutenção • Espaço transversal ( ) • Peso
  • 14. Batente Batente de fim de curso Durante a compressão, absorve a energia excedente que não foi absorvida pela mola. Guarda-pó Protege a haste do amortecer contra impurezas. Guarda-pó Batente
  • 15. Marea e Marea Weekend Em caso de ruptura da fixação do batente da suspensão traseira Batente modificado Batente anterior 46750209 46470781
  • 16. Uno Mille Fire Suspensão dianteira 1. Batente de fim de curso do amortecedor dianteiro - rangido ao passar em quebra- molas - ressecamento/danificação.
  • 17. Novo Palio Weekend Suspensão traseira Torque: 123 Nm
  • 18. Importante Através de testes efetuados na fábrica, verificamos que a utilização da ferramenta “desempenador automotivo” na suspensão dianteira do veículo, para correção da cambagem das rodas, pode causar danos aos amortecedores dos veículos (tipo estrutural), uma vez que este procedimento irá ocasionar um empenamento do corpo do amortecedor em relação à sua base de fixação ao montante. Esse empenamento pode provocar afrouxamento dos parafusos de fixação do amortecedor, além de submeter a haste a um atrito maior com a bucha/selo de vedação superior ocasionando sua fadiga prematura.
  • 19. Salientamos que, além de comprometer a integridade dos amortecedores, o procedimento abaixo pode danificar os rolamentos de rodas em função das elevadas cargas que atuam nas pistas internas e externas, deformando as mesmas, gerando por conseqüência, rumorosidade.
  • 22. Caixa de direção A caixa de direção que constitui o sistema é um conjunto de peças que funcionam transformando o movimento rotativo, produzido pelo motorista no volante, em movimento linear. O funcionamento é por meio de um engrenamento, que transmite o movimento do volante às barras de direção. O sistema de pinhão e cremalheira é o que melhor atende às exigências da direção, podendo ser mecânico ou hidráulico.
  • 23. Caixa de direção com pinhão e cremalheira É um sistema de engrenamento entre um pinhão e uma cremalheira. A caixa de direção com pinhão e cremalheira é utilizada nos carros mais leves. Esse modelo possui boa absorção de vibrações da roda e não apresenta folga quando as rodas estão esterçadas. Quando o volante de direção é acionado pelo motorista, o pinhão gira e aciona a cremalheira, que comanda as barras de direção e as rodas através dos tirantes.
  • 24.
  • 25.
  • 26. Coluna de direção É o elemento de ligação entre o volante e o mecanismo de direção. A coluna de direção foi muito estudada por exigência de sua posição. Alguns modelos possuem regulagens de altura e distância, proporcionando uma posição de dirigir mais adequada às características físicas do condutor... Além do conforto que é proporcionado quando o veículo possui esse mecanismo. Com o avanço tecnológico visando uma maior segurança, foram criados dispositivos como a coluna retrátil que, em caso de impacto frontal, deforma-se impedindo que o motorista seja atingido pelo volante.
  • 27. Coluna de direção com regulagem de altura e profundidade Cuidados na utilização: • Operar apenas com veículo parado; • Garantir que a alavanca de regulagem esteja travada antes de movimentar o veículo. Regulagem mínima Regulagem máxima Alavanca de regulagem Não prevista lubrificação em manutenção.
  • 28. Árvore inferior A árvore inferior faz a ligação entre a coluna e o mecanismo de direção. É utilizada nos casos em que ocorre um desalinhamento entre a extremidade inferior da coluna e o pinhão de acionamento, com o objetivo de corrigir esta falha.
  • 29. A direção hidraúlica O sistema hidráulico é composto de uma caixa de direção servoassistida tipo pinhão e cremalheira que auxilia o sistema mecânico. Esse sistema reduz o esforço físico do motorista em manobras, em consequência o número de voltas do volante também, deixando a direção com uma resposta mais ágil e segura. A pressão hidráulica necessária para o funcionamento do sistema é gerada pela bomba, que é acionada pelo motor. O sistema hidráulico funcionará quando o motorista girar o volante.
  • 30. Giro do volante no sentido horário (Giro à direita) Volante na posição neutra (Mecanismo sem ação) Giro do volante no sentido anti-horário (Giro à esquerda) De acordo com a torção transmitida pelo volante, o óleo da bomba é enviado ao reservatório ou a uma das câmaras do cilindro operador, determinando o deslocamento do pistão e da cremalheira. Esta está ligada a um êmbolo que desliza, sob pressão do fluido, dentro do cilindro de trabalho.
  • 31. A direção hidraúlica Para confirmar se a falha é no sistema hidráulico ou no sistema mecânico, utilizar o analisador de vazão. E lembre-se que a direção hidráulica foi desenvolvida para proporcionar maior segurança e conforto ao motorista, e sua aplicação passou pelos mais rigorosos testes nas fábricas.
  • 32. A direção hidraúlica - componentes São vários os componentes do sistema hidráulico, como reservatório, mangueiras, válvulas, cilindros e um outro importantíssimo que é a bomba hidráulica. Mangueira de alimentação Reservatório remoto Bomba hidraúlica Mangueira de retorno Mangueira de pressão Mecanismo de direção hidraúlica
  • 33. Bomba hidraúlica A bomba hidráulica compõe-se de um grupo rotativo que executa a compressão de óleo. Possui também a zona de controle com a válvula de alívio de pressão, evitando que a bomba continue comprimindo óleo, e a válvula de controle de vazão que determina o volume do fluido fornecido ao sistema. Alguns modelos possuem válvulas controladoras que proporcionam aos veículos uma direção com maior sensibilidade. A bomba hidráulica tem a função de gerar vazão e pressão para suprir o sistema. Seu funcionamento é muito simples, ou seja, quando o motor está funcionando, um eixo aciona o rotor onde estão as palhetas deslizantes, alojadas em ranhuras radiais. Alta pressão de óleo Baixa pressão de óleo Alta pressão de óleo Baixa pressão de óleo Forças iguais e opostas
  • 34. A direção elétrica Sensor óptico de Vantagens em relação à servodireção esterço do volante hidráulica: • O Sistema tem um menor número de componentes e portanto um peso e uma complexidade de implantação menor • A instalação e a manutenção tem tempos reduzidos e maior simplicidade • A servodireção elétrica absorve energia do motor só quando é pedida a servoassistência, reduzindo consumo e as emissões • Menor ruído em relação ao sistema hidráulico Central eletrônica e motor elétrico • Possibilidade de escolha do modo de direção para servoassistência (CITY / NORMAL)
  • 35. Alinhamento Câmber Convergência Cáster Ordem correta de acerto da geometria da suspensão 1. Câmber traseiro 2. Convergência traseira 3. Cáster dianteiro 4. Câmber dianteiro 5. Convergência dianteira
  • 37. O sistema de freios é o que transforma as pressões de aplicação em forças mecânicas para retardar o movimento das rodas até pará-las.
  • 38. A força aplicada no cilindro-mestre será atuante em todas as lonas e pastilhas de freio localizadas nas rodas.
  • 39. Disco 2 Cilindro-mestre Pastilhas Pedal do Freio Roda 4 1 Caliper 3 Haste Solo CILINDRO- PEDAL FREIO RODA MESTRE Atuação Pressão Atuação Mecânica Hidráulica Mecânica 1 2 3 4
  • 40. Freio a disco Freio tambor
  • 41.
  • 42.
  • 43.
  • 44. O fluido de freio O fluido de freio deve ter características que possibilitem o perfeito funcionamento do sistema, dentre elas podemos citar: • Ponto de ebulição entre 205 ºC e 235 ºC, de acordo com o tipo de trabalho • Baixa variação da viscosidade de acordo com a temperatura • PH entre 7 e 11,5 (de neutro a alcalino) • Baixa higroscopia (absorção de água em contato com o ar) • Baixo ponto de congelamento • Resistência às altas temperaturas sem perder propriedades
  • 45. Devido à sua característica higroscópica (característica de absorver humidade) o fluido de freio deverá ser substituido a cada 24 meses ou 45.000 km. A presença de humidade no sistema pode comprometer a eficiencia de frenagem, pois a humidade presente no fluido quando aquecida pelo calor gerado durante a frenagem poderá gerar bolhas de ar no sistema. • O fluido retirado no processo de sangria não deve ser reutilizado. • A classificação dos fluidos de freios, no que se refere ao ponto de ebulição dos mesmos, é definido pela classificação DOT. • Em alguns veículos se utiliza o fluido DOT 3 para sistemas sem ABS, e DOT 4 nos sistemas dotados de ABS.
  • 46. O servofreio O servofreio é um componente do sistema que auxilia na frenagem, diminuindo o esforço do condutor ao acionar o pedal.
  • 47. Posição de repouso com motor funcionando Vácuo
  • 48. Posição aplicada Vácuo Pressão atmosférica
  • 49. Posição de equilíbrio Vácuo Pressão atmosférica
  • 50. Sem auxílio do vácuo Pressão atmosférica
  • 51. Válvula reguladora da pressão Tem a função de compensar a carga de frenagem entre as rodas dianteiras e traseiras. Funciona a partir de uma mola que é comprimida por uma haste e que libera mais ou menos fluido para a frenagem, de acordo com a carga imprimida nas rodas dianteiras ou traseiras.
  • 52. Válvula corretora de frenagem É uma válvula reguladora de pressão do fluido dos freios traseiros que aplica a carga necessária de acordo com a carga transportada, evitando que as rodas traseiras travem antes das dianteiras nas freadas bruscas.
  • 54. Rodas e pneus Roda Hoje podemos conceituar a roda como um conjunto formado por aro e disco, servindo de elemento intermediário entre o pneu e o veículo. Portanto, aro é o elemento anelar onde o pneu é montado; e disco é o elemento central que permite a fixação da roda ao cubo do veículo. Disco Aro
  • 55. Aro O tamanho de um aro normalmente é constituído por dois conjuntos de números, sendo que o primeiro representa a largura do aro, medida de flange a flange, em polegadas e o segundo, o diâmetro nominal do aro, também em polegadas. As letras (ou letra) ao lado da largura indicam o tipo de perfil do aro, conforme normas internacionais. Onde: PF L = 4,5 D° = Diâmetro Nominal PF = Off-Set (Distância entre a linha de centro do pneu/roda e a face de apoio do disco da roda. Geralmente gravado D° na maioria das rodas).
  • 56. Exemplo: 6 JJ X 14 Significa um aro com 6” de largura, perfil tipo JJ (aro de centro rebaixado) e com 14” de diâmetro nominal. 4,50 B X 13 H Pne u Hump (*) Hump Diâmetro nominal em polegadas Rod Tipo perfil a Largura do aro em polegadas (*) Hump é uma saliência que existe no perfil do aro em toda sua circunferência, facilitando o assentamento dos talões do pneu.
  • 57. H - Altura da seção Distância entre o calcanhar do talão e o centro da banda de rodagem. D - Diâmetro do aro Diâmetro medido entre os assentos dos talões. L - Largura do aro Distância entre os flanges do aro, medida internamente. Circunferência de rotação Distância percorrida pelo pneu inflado e com carga em uma volta completa da roda, a uma certa velocidade.
  • 58. O pneu e suas partes Banda de rolagem Cinturas Flanco Carcaça Talão
  • 59. As principais vantagens dos pneus radiais estão na durabilidade, economia de combustível, melhor aderência nas acelerações e freadas mais eficientes. O quadro abaixo mostra o comportamento dos pneus na relação solo e área de apoio:
  • 60. Vejamos agora as diferenças básicas dentro dos pneus. Os “sem câmara” possuem no interior uma camada de borracha especial, denominada liner que garante a retenção do ar. Devem ser montados em aros apropriados, utilizando válvulas especiais. Pneu com câmara (tube type) Pneu Câmara de ar 5° Aro a canal (Centro rebaixado) Válvula Pneu sem câmara (tubeless) Pneu Hump Liner Aro a canal 5° Válvula (Centro rebaixado)
  • 61. Para melhor entendimento das informações, vamos fazer a leitura dos códigos que caracterizam os pneus. Dimensões 149 70 R 13 74 S Limite de velocidade (até 180 km/h) Índice de carga (máximo de 375 kg por pneu Diâmetro interno do pneu (polegadas) Construção radial Altura de seção em % Largura da seção do pneu (mm) Nota: Quando não houver a gravação da relação altura/largura nos pneus, entenderemos código “82”. 165 70 R 13 76 S Limite de velocidade (até 180 km/h) Índice de carga (máximo de 400 kg por pneu) Diâmetro interno do pneu (polegadas) Construção radial Quociente percentual entre altura da seção e largura da seção do pneu (A/L = 0,70) Largura da secção do pneu (mm) Obs: Quanto ao limite de velocidade e índice de carga, consultar tabelas 1 e 2.
  • 62. Codificação do pneu (gravada na peça) Pirelli
  • 65. Tabela 1 O símbolo de “Índice de Carga”(IC) indica a carga máxima a que o pneu pode ser submetido.
  • 66.
  • 67. Tabela 2 O “Símbolo de Velocidade” indica a velocidade a que o pneu pode ser submetido, à carga correspondente ao seu Índice de Carga nas condições de serviços especificados pelo fabricante do pneu.