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 Conhecer os dispositivos e componentes da
  capotaria e tapeçaria de um automóvel, bem
  como os processos de remoção, instalação e
  reparo;
 realizar reparos que envolvam a tapeçaria,

  circuitos elétricos e capotaria de um automóvel;
 desmontar e montar componentes e partes da

  capotaria e tapeçaria do automóvel.
Carroceria
   Desconecte a bateria do sistema elétrico do veículo.
   Os chicotes e conduítes para chicotes, liberados ou
    removidos durante a reparação, devem ser fixados
    novamente em suas posições originais.
   Durante as operações de soldagem no veículo, sempre
    desconecte o terminal negativo da bateria. Ao soldar
    próximo à unidade de controle, desconecte o conector do
    chicote e remova a unidade.
   As memórias voláteis devem ser reprogramadas caso a
    bateria tenha sido desconectada da fiação do veículo. Se
    o rádio for codificado ou tiver estações programadas, o
    cliente deve ser informado sobre a decodificação e de que
    as memórias foram apagadas.
   A carroceria é uma das mais fáceis de se identificar, pois
    apresenta normalmente três volumes: habitáculo, porta-
    malas e compartimento do motor.
   A carroceria apresenta dois volumes: habitáculo e
    compartimento do motor. O porta-malas de capacidade reduzida
    é agregado ao habitáculo. Outra característica é que a tampa
    traseira dá acesso ao interior do veículo diferente do que ocorre
    com os sedãs, pode ser construído com 2 ou 4 portas .
   A carroceria também apresenta dois volumes: habitáculo
    e compartimento do motor como nos Hatchbacks mas o
    porta-malas apresenta um volume um pouco maior no
    porta malas, a tampa traseira também dá acesso ao
    interior.
   Esportividade é a característica principal deste tipo de
    carroceria: 2 portas, 3 volumes, apresenta teto baixo e
    coluna C inclinada.
   A palavra cabriolet deriva de um verbo francês para saltar, e
    originalmente designava as carruagens sem portas e com o teto retrátil,
    nos quais era necessário saltar para entrar (tinham formato semelhante
    aos antigos carrinhos de bebê). Na indústria automotiva o termo
    designa vários tipos de conversíveis, mas é mais aplicado a veículos
    derivados de coupés, com dois ou quatro lugares.
   É quase um conversível mas com teto metálico rígido
    removível e logo atrás dos ocupantes há um Santo
    Antônio.
   Os roadsters genuínos são carros esportivos de dois lugares,
    santantônio e pára-brisas removível. Porém o termo cada vez mais se
    torna um mero atributo de marketing, designando virtualmente qualquer
    conversível com apelo um pouco mais esportivo.
   Os spiders são automóveis semelhantes aos roadsters, porém com
    mais lugares (quatro ou 2+2).
   São carrocerias derivadas das carrocerias dos
    sedãs, hatchbacks, fastbacks, porém com um porta
    malas maior.
   Segmento inaugurado pela Volkswagen Kombi, as vans são veículos
    projetados para carregar o maior número possível de pessoas mantendo
    uma plataforma que possa ser considerada de um automóvel. Variam em
    tamanho e forma, mas geralmente são parecidas com pequenos ônibus,
    com carrocerias que priorizam o aproveitamento do espaço em detrimento
    do estilo (e algumas vezes da aerodinâmica). Exemplos bons são a
    Mercedes-Benz Sprinter (van grande), Fiat Ducato (van média),
    Volkswagen Kombi e Kia Besta (vans menores)
   São veículos de transporte de carga em compartimento
    aberto. A carroceria parece ser de fácil construção, porém
    para o transporte de carga precisam ser muito bem
    reforçadas.
   Segmento relativamente recente, os utilitários esportivos (ou
    Sport Utility Vehicle, SUV) são geralmente station wagons
    derivadas de picapes grandes ou médias. São carros
    grandes, sofisticados e muitas vezes bem caros. Possuem
    bom desempenho fora-de-estrada, além de motores
    potentes e diversos itens de luxo.
   Pontos tecnologicos Carroceria
Reparabilidade componentes estruturais




       Simulações teórica de choques e suas
       prováveis deformações
Reparabilidade componentes estruturais


                       Reenquadramento das estruturas
                          Choque frontal – central
Reparabilidade componentes estruturais



                            Choque frontal – lateral
Reparabilidade componentes estruturais



                           Choque lateral dianteiro
Reparabilidade componentes estruturais


                            Choque frontal lateral
Reparabilidade componentes estruturais


        Choque lateral sobre o montante da porta dianteira
Reparabilidade componentes estruturais


         Choque lateral central – denominado no popular
                      como efeito banana
Reparabilidade componentes estruturais


                           Choque traseiro central
Como verificar alinhamento das peças da carroceria


    A régua telescópica é um instrumento de medição
 que pode auxiliar na verificação da simetria dos
 pontos de referência da peça a ser substituída
 esses pontos também são conhecidos como pontos
 tecnológicos.
Acessórios
Montagem de acessório
Reparabilidade componentes estruturais



            Montagem de acessório
Montagem de acessório
Montagem de acessório
Telescopia da régua
Telescopia da régua
Telescopia da régua
Telescopia da régua
Telescopia da régua
Utilização correta da régua
Detalhe de utilização do acessório
Operação errada
Reparabilidade componentes estruturais




         Equipamentos auxiliares para a reparação
         de estruturas
Reparabilidade componentes estruturais


     Desponteadeira Pneumática

     Tem como finalidade “escariar” os pontos de solda a
     resistência, originais de fabrica quando for remover
     painéis soldados
Reparabilidade componentes estruturais


                Serra tico - tico com ação horizontal

      Ferramenta muito utilizada para o corte de longarinas e
      colunas das carrocerias
Reparabilidade componentes estruturais


                                Policorte manual

     Com o seu disco rígido de fibras especiais, esta
     ferramenta é de grande utilidade na oficina
Reparabilidade componentes estruturais



                                 Esmerilhadeira

    Como o próprio nome já diz, esta ferramenta é usada no
    desbaste de soldas e acabamentos diversos
   Componentes que devemos atentar.

 Sigilantes
 Termoexpansíveis
 Insonorizadores
Pontos de aplicação de sigilantes
Pontos de aplicação de sigilantes
Termoexpansíveis
Termoexpansíveis
Localização dos insonorizantes (keller)
                                                                            01                      02
     11    12
                 11
09                    07        05   04




10



08
                                                         ITEM                 DENOMINAÇÃO                   QUANTIDADE

          06               05   03 04                     01          CRUSCOTTO SUPERIOR CENTRAL                01

                                                          02           CRUSCOTTO INFERIOR DIREITO               01

                                                          03             TÚNEL CENTRAL ANTERIOR                 01

                                               14         04        PEDANA ANTERIOR DIREITO/
                                                                                           ESQUERDO             02

                                                          05       PEDANA POSTERIOR ESQUERDA E DIREITA         2X2

                                                          06         SEDE DO BANCO POSTERIOR DIREITO            01
                13                        13
                                                          07        SEDE DO BANCO POSTERIOR ESQUERDO            01

                                                          08    PAVIMENTO POSTERIOR VÃO PORTA MALAS DIR.        01

                                                          09    PAVIMENTO POSTERIOR VÃO PORTA MALAS ESQ.        01
                                                    15    10             VÃO SEDE PNEU RESERVA                  01
      NOTAS:                                              11      PASSA RODA POSTERIOR PARTE ANT./
                                                                                                 POST.          04

                                                          12       PASSA RODA POSTERIOR PARTE LATERAL           02
      • Os insonorizantes vêm junto às peças de           13    SOB TETO PARTE ANTERIOR/
                                                                                       POSTERIOR (MAREA)        06
        reposição;                                        14    PORTAS LATERAIS ANTERIORES PARTE INFERIOR       02
      • Podem ser pedidos separadamente.                  15    PORTAS LATERAIS ANTERIORES PARTE SUPERIOR       02
Diagnóstico de rumorosidades
                    aerodinâmicas

Rumorosidades “assobio” na porta dianteira




Envolver a zona indicada com fita adesiva e seguir os procedimentos a
     .
seguir
Rumorosidade “assobio” nas portas anteriores
      Efetuar o teste em estrada, levando gradualmente o veículo às
velocidades de aparecimento do rumor. Se o ruído permanece, verificar
a presença de vedante entre o pára-lamas e o montante na zona
inferior.
Retirar a fita adesiva da zona A e repetir o teste em estrada, se o ruído
permanecer, verificar a integridade da guarnição do vão da porta
naquela zona e a correta aderência à carroceria;
Verificar ainda a integridade do tampão da dobradiça do capô.
       Retirar a fita adesiva da zona B e repetir o teste em estrada. Se o
ruído permanecer, verificar a integridade da guarnição do vão da porta
naquela zona e a correta aderência à carroceria.
Efetuar também a afinação das dobradiças das portas.
Retirar as folgas da dobradiça superior, ou juntá-las na dobradiça
inferior, de modo a fazer aderir melhor a porta à guarnição.
       E assim por diante...
   Essa porta é a mais utilizada
    na construção dos carros
    hoje em dia, dobradiça e
    limitadores de portas ficam
    situados na coluna A e o
    batente da fechadura fica na
    coluna B. A abertura da
    porta fica voltada para a
    parte traseira do carro e não
    deve passar dos 60º,
    depende muito do construtor
    e da classe do veículo.
   A abertura da Porta é voltada
    para a dianteira do carro, as
    dobradiças e os limitadores de
    porta ficam na coluna B e o
    batente da fechadura fica na
    coluna A, aquela mesma que
    faz a sustentação do pára-brisa
    e do painel. Este tipo de portas
    tem aberturas superiores à 60º,
    e facilitam a entrada do
    motorista e do passageiro. No
    inicio de nossa indústria
    automobilística, alguns
    caminhões e carros tinham este
    tipo de porta original de fábrica.
   Ao invés das dobradiças situarem-se
    nas colunas, estas estão sobre o teto do
    veículo, por isso o teto precisa ser bem
    mais estruturado de modo á agüentar o
    peso das portas, a vedação das portas
    também é diferente, pois precisa
    impedir a infiltração de água, poeira ou
    ruídos pelo teto. A Mercedes 300 SL, de
    1954, foi o primeiro veículo á ser
    fabricado com portas gaivotas de série
    e a partir daí muitos outros copiaram a
    idéia. Embora o design de um carro
    com este tipo de porta seja muito
    atrativo, há pouca praticidade no dia-a-
    dia, pois não é possível abri-las em
    ambientes de espaço reduzido.
   As portas giram verticalmente
    em uma dobradiça fixo perto do
    fim da janela e tem dois
    estágios na abertura. O primeiro
    estágio abre a porta como se
    fosse convencional e o segundo
    a porta é elevada em sentido de
    rotação na direção do para brisa
    do veículo. São muito utilizadas
    pelos construtores de carros de
    corrida e é claro pela
    Lamborghini por isso da
    denominação Porta Lambo.
   Assim como a Porta
    Canivete, as portas giram
    verticalmente em uma
    dobradiça fixo perto do fim da
    janela com o diferencial de
    que as mesmas se deslocam
    um pouco para fora do carro
    propiciando mais espaço para
    acessar o veículo. São muito
    utilizadas pelos construtores
    de carros de alta performance
    como, por exemplo, a
    McLaren F1, a Enzo Ferrari e
    a Mercedes-Benz SLR
    McLaren.
   É o tipo de porta que se abre por
    deslizamento (geralmente no sentido
    horizontal), sendo que a porta está
    montada, ou seja, suspensa a partir de
    um trilho. Estas não são comuns em
    veículos de pequeno porte, mas são
    mais utilizados em Minivans, ônibus e
    microônibus permitindo a entrada ou
    saída de passageiros, sem obstruir a
    calçada. Esse tipo de porta é
    freqüentemente usado também em
    veículos comerciais urbanos, pois a
    grande abertura desta permite um
    melhor acesso ao interior do veículo
    quando na operação de carregar e
    descarregar.
   Sem uma definição oficial é
    também conhecida como porta
    bolha. A capota é um tipo de
    porta que se assenta em cima
    do carro e levanta-se, de
    alguma forma, para permitir o
    acesso dos passageiros. Não
    estão estabelecidas regras
    para a construção, portanto as
    dobradiças podem se situar à
    frente do carro, na lateral na
    traseira, embora na frente é
    muito comum. Raramente são
    usados em automóveis de
    fabricação em série, mas são
    utilizados em carros conceitos.
   Portas laterais

    Vidros
    Retrovisores
    Elevadores do vidro
    Maçanetas (interna e externa)
    Pestanas
    Painel
    Fechaduras
   No início da construção dos carros, os vidros
    tinham apenas a função de proteger os
    ocupantes contra o vento e as intempéries,
    mas hoje o vidro cumpre diversas funções no
    carro como por exemplo, proteger o interior do
    veículo contra a radiação solar direta, evitar o
    aquecimento no interior do veículo,
    proporcionar ainda isolamento acústico.
    Alguns vidros até dispõem de antenas
    automotivas embutidas.

               Claro que não podemos esquecer
                que o vidro também tem a sua
                função estrutural e de segurança
                para os ocupantes de um veículo.
                É cada vez mais comum as
                grandes montadoras lançarem
                veículos com o teto totalmente
                construído em vidro.
   Por definição, o vidro é uma substância inorgânica, homogênea e sem
    forma definida, obtida através do aquecimento e resfriamento de uma
    massa á base de sílica.
    Basicamente os vidros utilizados na Indústria Automotiva são de dois
    tipos:

- Vidros de segurança temperados (VST) , predominantemente
  utilizados nas janelas laterais, teto e vidros vigias.

- Vidros de segurança laminado (VSL) , utilizados com maior
   freqüência para a confecção de Pára-brisas, tetos solares e janelas
   traseiras.
    A diferença entre um vidro temperado e laminado, como o próprio
    nome já o diz está no processo de fabricação destes.
   Um vidro Temperado durante o seu processo de fabricação é
    submetido á altas tensões mecânicas e temperaturas que
    resultam numa alta tensão superficial. Quando estes vidros se
    quebram, eles se partem em várias partículas, sem cantos vivos.
    Esse tipo de vidro não aceita ser submetido á processos
    posteriores como furação, esmerilhamento e etc.
   Já o vidro laminado, que é composto por duas placas
    de vidro com uma camada intermediária de Polivinil
    Bultiral se submetido á um impacto ou choque, se
    quebra formando estilhaços, porém a camada plástica
    intermediária mantém os estilhaços de vidro unidos.

                      Duas folhas de
                      vidro coladas
                      através de um
                      plástico especial
                      extremamente
                      resistente.




                                          PVB – Poli
                                          Vinil Bultiral
   Vidro Temperado
   Vidro Laminado
Proteção dos      Proteção contra
passageiros            roubo




Proteção contra    Proteção contra
    barulho       raios ultra violeta
Vista interior                              Vista exterior
  Carro equipado com lateral laminado na parte dianteira e lateral temperado na parte traseira

O lateral laminado diminui:
•O risco de penetração de objetos externos para dentro do veículo.
•O risco dos passageiros serem arremessados para fora do veículo
em caso de acidentes.
Vidro temperado                Vidro laminado



A lateral laminada reduz os riscos de roubo e agressão aos
passageiros do veículo
Vidro temperado                    Vidro laminado


A exposição aos raios ultra violeta significa:

•Envelhecimento precoce do interior do carro (tecidos, plásticos, etc)
•Ataque a pele dos passageiros (que pode ser bastante nocivo)
Graças aos vidros laterais laminados:
•Diminui-se o nível de barulho no interior do veículo
•O habitáculo do motorista torna-se mais confortável
Este sistema é composto por elementos mecânicos (coluna, canaleta, cabo de aço e
roldana) e por elementos elétricos (motor elétrico, relé, botão e chicote elétrico).
O dispositivo mecânico é muito simples. Veja o esquema na figura abaixo:


                                                             O vidro se prende por pressão na
                                                             canaleta. Esta está afixada num
                                                             suporte que desliza na coluna
                                                             como se fosse um elevador. O
                                                             suporte é preso às suas
                                                             extremidades por cabos de aço
                                                             flexíveis
O sentido de rotação do motor elétrico é determinado pela sua polarização.
Invertendo-se essa polarização, inverte-se o sentido de rotação do motor.
Agora vem a parte elétrica, ou seja, o sistema que comanda o motor elétrico.
Um dos elementos principais desse sistema é o botão de acionamento, ou
interruptor de acionamento dos vidros.
Veja abaixo a simbologia que iremos empregar para o botão de acionamento. A
esquerda, somente a simbologia e a direita, uma animação do que ocorre quando
acionamos o botão. Na simbologia, o botão aparece sem estar acionado, ou seja, na
posição de repouso.




Os pinos 1 e 2 estão ligados ao motor elétrico. Os pinos 3 e 5 recebem uma tensão
positiva por meio de um relé. Já o pino 4 é o terra do circuito.
Acionamento:
   O Teto-solar é um
    equipamento importante que
    ajuda a controlar a
    temperatura e o conforto
    dentro do interior do veículo.
    Eles podem ser originais de
    fábrica ou adaptados depois
    que o veículo já saiu da
    fabrica.
   Os Tetos solares estão
    disponíveis em diversas
    formas, tamanhos e estilos, e
    são conhecidos por diversos
    nomes. Em geral os tipos
    mais comuns são:
   Neste modelo o vidro
    abre basculante
    oferecendo um respiro
    ao veículo e o vidro é
    geralmente removível.
    É um modelo que pode
    ser instalado na maioria
    dos veículos e é de
    preço relativamente
    acessível.
   Combina a característica de
    inclinação do pop-up e
    também desliza o vidro para
    trás e por cima do teto. Esse
    modelo não tem uma
    abertura muito grande.Tem
    características opcionais
    como tapa sol integrado e
    fechamento automático. Dá
    uma aparência esportiva
    para o veículo, é ideal para
    carros de pequeno porte.
   Modelo que tem um painel
    de vidro ou metal que
    desliza entre o forro e o
    teto, ele baixa o teto de 5 a
    10cm, e proporciona a
    abertura total do teto. Este
    teto é o teto original de
    fábrica do Ômega, Vectra,
    Golf, etc. Tem
    características como
    fechamento automático,
    antiesmagamento, sensor
    de chuva, entre outras.
   Modelo com um
    painel grande ou
    multi painéis que
    oferece luminosidade
    também para os
    passageiros. É
    elétrico e tem
    geralmente tapa sol
    integrado e quebra
    vento.
O Sky Dome é um teto solar elétrico de última
geração, que corresponde a cerca de 70% da
área do teto, dividida em duas partes, sendo
uma fixa (parte traseira) e outra móvel.

Resumidamente, o Sky Dome é composto de:

•Estrutura externa em chapa de aço, onde estão fixadas duas guias de alumínio onde
correm os mecanismos de movimentação;
•Mecanismos direito e esquerdo inseridos nas guias, que movimentam o painel de
vidro dianteiro, acionados por um motor elétrico mediante um cabo de aço;
•Duas cortinas pára-sol em poliéster (anterior e posterior), com movimentação manual
a duas posições (aberto ou fechado). Cobrem os painéis de vidro e as aberturas são
independentes;
•Dois painéis em vidro temperado, com espessura de 4mm, com baixos valores de
transmissão de calor (<17%) e de luz (<10% de transparência).
   Entre teclados, sistemas de entrada sem chave e travas
    convencionais, alguns carros têm hoje quatro ou cinco
    diferentes maneiras de destravar as portas. Como os carros
    controlam todos esses métodos diferentes e o que
    exatamente acontece quando as portas são destravadas?
   Aqui estão algumas das maneiras
    como as portas do carro podem
    ser destravadas: com uma chave
    ◦ pressionando o botão de
      destravar dentro do carro
    ◦ usando a trava de
      combinação na parte externa
      da porta
    ◦ puxando a maçaneta na parte
      interna da porta
    ◦ com um controle remoto de
      entrada sem chave
    ◦ com um sinal de um centro de
      controle
   Nesse carro, o atuador das travas elétricas das portas está posicionado
    abaixo da trava. Uma haste conecta o atuador à trava e uma outra haste
    conecta a trava à maçaneta localizada na parte superior da porta.
   Quando o atuador move a
    trava para cima, ele conecta a
    maçaneta externa da porta ao
    mecanismo de abertura.
    Quando a trava está para
    baixo, a maçaneta externa da
    porta é desconectada do
    mecanismo, para que não
    possa ser aberta.
   Para destravar a porta, o
    controlador de corpo fornece
    energia para o atuador das
    travas elétricas das portas
    durante um intervalo de tempo.
    Vamos dar uma olhada dentro
    do atuador.
   Um pequeno motor elétrico
    gira uma série de
    engrenagens dentadas
    que atuam como redução
    de engrenagem. A última
    engrenagem impulsiona
    um conjunto de
    engrenagens de
    cremalheira e pinhão que
    está conectado à haste do
    atuador. A cremalheira
    converte o movimento
    rotacional do motor no
    movimento linear
    necessário para mover a
    trava.
   Trata-se de um espelho retrovisor eletro-óptico redutor de
    luminosidade aperfeiçoado para veículos motorizados,
    sendo que o espelho inclui uma combinação
    refletor/eletrodo de múltiplas camadas que tem uma baixa
    resistência de folha por unidade de área maior do que a
    combinação refletor/eletrodo de múltiplas camadas, com o
    que esses componentes operam de uma maneira
    sinergística, resultando em um espelho eletro-óptico que
    tem uma maior velocidade de mudança de refletância, alta
    refletância final incrementada, boa uniformidade de
    mudança de refletância através da área superficial do
    espelho, cor neutra e refletância continuamente variável, e
    uma faixa refletância final suficientemente baixa para
    atenuar o clarão intenso.
   Lógica de Funcionamento:

    ◦ O funcionamento deste item de segurança ativa baseia na
      comparação da luminosidade entre a traseira do veículo e a
      dianteira do mesmo, ou seja, ao se detectar uma luminosidade
      excessiva no vidro traseiro e acima da luminosidade detectada
      pela dianteira do pára-brisa, através de uma lógica interna o
      retrovisor diminui sua refletividade, tornando-se mais opaco, o que
      diminui a incidência de luz traseira nos olhos do motorista.
    ◦ Para aumentar o conforto e segurança do motorista ao se
      engrenar a marcha-ré o funcionamento do espelho é inibido, ou
      seja ele se torna mais claro.
    ◦ Se ao engrenar a marcha-ré o espelho estiver escuro,
      imediatamente ele se tornará claro.
   O sensor de chuva é encontrado em
    veículos como o novo Peugeot 206
    Techno, o Golf e Fiat Stilo.
    É um sensor que permite o
    acionamento automático dos
    limpadores do pára brisa. O
    acionamento ocorre na velocidade
    necessária para que se tenha uma
    boa visibilidade em função da
    intensidade da chuva.

   É localizado na haste de fixação do
    espelho retrovisor interno junto com
    o sensor crepuscular quando
    presente. Ao ser acionado, o sensor
    de chuva se adapta às condições da
    superfície do pára-brisas.
    Reconhece superfícies sujas e
    marcas de água provocadas por
    palhetas em mau estado.
   Encontrado em veículos como o Peugeot 206
    Techno e o Fiat Stilo, o sensor crepuscular LDR é
    responsável pela análise da luminosidade do meio
    por onde o veículo trafega. Proporciona o controle
    automático dos faróis e luzes de posicionamento.

    Seu funcionamento baseia-se numa propriedade de
    resistência do material semicondutor sulfeto de
    cádmio (CdS) o qual apresenta diminuição de sua
    resistência elétrica ao ser iluminado. Pela medição
    desta resistência é estimada a luminosidade do
    meio. Este sensor é na verdade um resistor com
    variação dependente da luz.

    É geralmente localizado na haste de fixação do
    espelho retrovisor interno.

    Quando está presente o sensor de chuva, ambos
    possuem circuito elétrico integrado.
Painel principal – Air-bag (FIAT)

                                  Posicionar a chave de ignição em
                                  "STOP“;

                                  Remover o cabo negativo da bateria
                                  utilizando uma chave de boca de
                                  10mm;

                                  Aguardar 10 minutos;

                                  Iniciar desmontagem do sistema;



 Com o auxílio de uma chave allen 5
 remova os três parafusos de fixação do
 acabamento externo do volante
 localizados na parte posterior do mesmo,
 removendo-o;



                                                         Centro Tecnológico
                                                         Automotivo - BETIM - MG
Painel principal – Air-bag (FIAT)




                                 Remover o conector do módulo do air
                                 bag.




   Retirar o air bag, evitando pancadas
   no componente.




                                                       Centro Tecnológico
                                                       Automotivo - BETIM - MG
Painel principal – Volante (FIAT)




                                     Remover o conector da
                                     buzina.




Remova o acabamento da porca e utilizando
um soquete de 24mm, um extensor e uma
catraca, remova a porca de fixação do volante
removendo-o.

Na recolocação aplicar o torque de 50 Nm
[5,0 kgm] na porca de fixação do volante à
coluna de direção.

                                                             Centro Tecnológico
                                                             Automotivo - BETIM - MG
Painel principal – Conjunto de alavancas




                                    Desligar a conexão elétrica do contato
                                    espiralado do air-bag, posicionado na parte
                                    superior do conjunto;




  Desligar as conexões elétricas do conjunto de
  alavancas (iluminação externa e limpadores);




                                                               Centro Tecnológico
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Conhecimentos sobre componentes da carroceria

  • 1.  Conhecer os dispositivos e componentes da capotaria e tapeçaria de um automóvel, bem como os processos de remoção, instalação e reparo;  realizar reparos que envolvam a tapeçaria, circuitos elétricos e capotaria de um automóvel;  desmontar e montar componentes e partes da capotaria e tapeçaria do automóvel.
  • 3. Desconecte a bateria do sistema elétrico do veículo.  Os chicotes e conduítes para chicotes, liberados ou removidos durante a reparação, devem ser fixados novamente em suas posições originais.  Durante as operações de soldagem no veículo, sempre desconecte o terminal negativo da bateria. Ao soldar próximo à unidade de controle, desconecte o conector do chicote e remova a unidade.  As memórias voláteis devem ser reprogramadas caso a bateria tenha sido desconectada da fiação do veículo. Se o rádio for codificado ou tiver estações programadas, o cliente deve ser informado sobre a decodificação e de que as memórias foram apagadas.
  • 4.
  • 5. A carroceria é uma das mais fáceis de se identificar, pois apresenta normalmente três volumes: habitáculo, porta- malas e compartimento do motor.
  • 6. A carroceria apresenta dois volumes: habitáculo e compartimento do motor. O porta-malas de capacidade reduzida é agregado ao habitáculo. Outra característica é que a tampa traseira dá acesso ao interior do veículo diferente do que ocorre com os sedãs, pode ser construído com 2 ou 4 portas .
  • 7. A carroceria também apresenta dois volumes: habitáculo e compartimento do motor como nos Hatchbacks mas o porta-malas apresenta um volume um pouco maior no porta malas, a tampa traseira também dá acesso ao interior.
  • 8. Esportividade é a característica principal deste tipo de carroceria: 2 portas, 3 volumes, apresenta teto baixo e coluna C inclinada.
  • 9. A palavra cabriolet deriva de um verbo francês para saltar, e originalmente designava as carruagens sem portas e com o teto retrátil, nos quais era necessário saltar para entrar (tinham formato semelhante aos antigos carrinhos de bebê). Na indústria automotiva o termo designa vários tipos de conversíveis, mas é mais aplicado a veículos derivados de coupés, com dois ou quatro lugares.
  • 10. É quase um conversível mas com teto metálico rígido removível e logo atrás dos ocupantes há um Santo Antônio.
  • 11. Os roadsters genuínos são carros esportivos de dois lugares, santantônio e pára-brisas removível. Porém o termo cada vez mais se torna um mero atributo de marketing, designando virtualmente qualquer conversível com apelo um pouco mais esportivo.  Os spiders são automóveis semelhantes aos roadsters, porém com mais lugares (quatro ou 2+2).
  • 12. São carrocerias derivadas das carrocerias dos sedãs, hatchbacks, fastbacks, porém com um porta malas maior.
  • 13. Segmento inaugurado pela Volkswagen Kombi, as vans são veículos projetados para carregar o maior número possível de pessoas mantendo uma plataforma que possa ser considerada de um automóvel. Variam em tamanho e forma, mas geralmente são parecidas com pequenos ônibus, com carrocerias que priorizam o aproveitamento do espaço em detrimento do estilo (e algumas vezes da aerodinâmica). Exemplos bons são a Mercedes-Benz Sprinter (van grande), Fiat Ducato (van média), Volkswagen Kombi e Kia Besta (vans menores)
  • 14. São veículos de transporte de carga em compartimento aberto. A carroceria parece ser de fácil construção, porém para o transporte de carga precisam ser muito bem reforçadas.
  • 15. Segmento relativamente recente, os utilitários esportivos (ou Sport Utility Vehicle, SUV) são geralmente station wagons derivadas de picapes grandes ou médias. São carros grandes, sofisticados e muitas vezes bem caros. Possuem bom desempenho fora-de-estrada, além de motores potentes e diversos itens de luxo.
  • 16. Pontos tecnologicos Carroceria
  • 17. Reparabilidade componentes estruturais Simulações teórica de choques e suas prováveis deformações
  • 18. Reparabilidade componentes estruturais Reenquadramento das estruturas Choque frontal – central
  • 19. Reparabilidade componentes estruturais Choque frontal – lateral
  • 20. Reparabilidade componentes estruturais Choque lateral dianteiro
  • 21. Reparabilidade componentes estruturais Choque frontal lateral
  • 22. Reparabilidade componentes estruturais Choque lateral sobre o montante da porta dianteira
  • 23. Reparabilidade componentes estruturais Choque lateral central – denominado no popular como efeito banana
  • 24. Reparabilidade componentes estruturais Choque traseiro central
  • 25. Como verificar alinhamento das peças da carroceria A régua telescópica é um instrumento de medição que pode auxiliar na verificação da simetria dos pontos de referência da peça a ser substituída esses pontos também são conhecidos como pontos tecnológicos.
  • 26.
  • 29. Reparabilidade componentes estruturais Montagem de acessório
  • 38. Detalhe de utilização do acessório
  • 40. Reparabilidade componentes estruturais Equipamentos auxiliares para a reparação de estruturas
  • 41. Reparabilidade componentes estruturais Desponteadeira Pneumática Tem como finalidade “escariar” os pontos de solda a resistência, originais de fabrica quando for remover painéis soldados
  • 42. Reparabilidade componentes estruturais Serra tico - tico com ação horizontal Ferramenta muito utilizada para o corte de longarinas e colunas das carrocerias
  • 43. Reparabilidade componentes estruturais Policorte manual Com o seu disco rígido de fibras especiais, esta ferramenta é de grande utilidade na oficina
  • 44. Reparabilidade componentes estruturais Esmerilhadeira Como o próprio nome já diz, esta ferramenta é usada no desbaste de soldas e acabamentos diversos
  • 45. Componentes que devemos atentar.  Sigilantes  Termoexpansíveis  Insonorizadores
  • 46. Pontos de aplicação de sigilantes
  • 47. Pontos de aplicação de sigilantes
  • 50. Localização dos insonorizantes (keller) 01 02 11 12 11 09 07 05 04 10 08 ITEM DENOMINAÇÃO QUANTIDADE 06 05 03 04 01 CRUSCOTTO SUPERIOR CENTRAL 01 02 CRUSCOTTO INFERIOR DIREITO 01 03 TÚNEL CENTRAL ANTERIOR 01 14 04 PEDANA ANTERIOR DIREITO/ ESQUERDO 02 05 PEDANA POSTERIOR ESQUERDA E DIREITA 2X2 06 SEDE DO BANCO POSTERIOR DIREITO 01 13 13 07 SEDE DO BANCO POSTERIOR ESQUERDO 01 08 PAVIMENTO POSTERIOR VÃO PORTA MALAS DIR. 01 09 PAVIMENTO POSTERIOR VÃO PORTA MALAS ESQ. 01 15 10 VÃO SEDE PNEU RESERVA 01 NOTAS: 11 PASSA RODA POSTERIOR PARTE ANT./ POST. 04 12 PASSA RODA POSTERIOR PARTE LATERAL 02 • Os insonorizantes vêm junto às peças de 13 SOB TETO PARTE ANTERIOR/ POSTERIOR (MAREA) 06 reposição; 14 PORTAS LATERAIS ANTERIORES PARTE INFERIOR 02 • Podem ser pedidos separadamente. 15 PORTAS LATERAIS ANTERIORES PARTE SUPERIOR 02
  • 51. Diagnóstico de rumorosidades aerodinâmicas Rumorosidades “assobio” na porta dianteira Envolver a zona indicada com fita adesiva e seguir os procedimentos a . seguir
  • 52. Rumorosidade “assobio” nas portas anteriores Efetuar o teste em estrada, levando gradualmente o veículo às velocidades de aparecimento do rumor. Se o ruído permanece, verificar a presença de vedante entre o pára-lamas e o montante na zona inferior. Retirar a fita adesiva da zona A e repetir o teste em estrada, se o ruído permanecer, verificar a integridade da guarnição do vão da porta naquela zona e a correta aderência à carroceria; Verificar ainda a integridade do tampão da dobradiça do capô. Retirar a fita adesiva da zona B e repetir o teste em estrada. Se o ruído permanecer, verificar a integridade da guarnição do vão da porta naquela zona e a correta aderência à carroceria. Efetuar também a afinação das dobradiças das portas. Retirar as folgas da dobradiça superior, ou juntá-las na dobradiça inferior, de modo a fazer aderir melhor a porta à guarnição. E assim por diante...
  • 53.
  • 54. Essa porta é a mais utilizada na construção dos carros hoje em dia, dobradiça e limitadores de portas ficam situados na coluna A e o batente da fechadura fica na coluna B. A abertura da porta fica voltada para a parte traseira do carro e não deve passar dos 60º, depende muito do construtor e da classe do veículo.
  • 55. A abertura da Porta é voltada para a dianteira do carro, as dobradiças e os limitadores de porta ficam na coluna B e o batente da fechadura fica na coluna A, aquela mesma que faz a sustentação do pára-brisa e do painel. Este tipo de portas tem aberturas superiores à 60º, e facilitam a entrada do motorista e do passageiro. No inicio de nossa indústria automobilística, alguns caminhões e carros tinham este tipo de porta original de fábrica.
  • 56. Ao invés das dobradiças situarem-se nas colunas, estas estão sobre o teto do veículo, por isso o teto precisa ser bem mais estruturado de modo á agüentar o peso das portas, a vedação das portas também é diferente, pois precisa impedir a infiltração de água, poeira ou ruídos pelo teto. A Mercedes 300 SL, de 1954, foi o primeiro veículo á ser fabricado com portas gaivotas de série e a partir daí muitos outros copiaram a idéia. Embora o design de um carro com este tipo de porta seja muito atrativo, há pouca praticidade no dia-a- dia, pois não é possível abri-las em ambientes de espaço reduzido.
  • 57. As portas giram verticalmente em uma dobradiça fixo perto do fim da janela e tem dois estágios na abertura. O primeiro estágio abre a porta como se fosse convencional e o segundo a porta é elevada em sentido de rotação na direção do para brisa do veículo. São muito utilizadas pelos construtores de carros de corrida e é claro pela Lamborghini por isso da denominação Porta Lambo.
  • 58. Assim como a Porta Canivete, as portas giram verticalmente em uma dobradiça fixo perto do fim da janela com o diferencial de que as mesmas se deslocam um pouco para fora do carro propiciando mais espaço para acessar o veículo. São muito utilizadas pelos construtores de carros de alta performance como, por exemplo, a McLaren F1, a Enzo Ferrari e a Mercedes-Benz SLR McLaren.
  • 59. É o tipo de porta que se abre por deslizamento (geralmente no sentido horizontal), sendo que a porta está montada, ou seja, suspensa a partir de um trilho. Estas não são comuns em veículos de pequeno porte, mas são mais utilizados em Minivans, ônibus e microônibus permitindo a entrada ou saída de passageiros, sem obstruir a calçada. Esse tipo de porta é freqüentemente usado também em veículos comerciais urbanos, pois a grande abertura desta permite um melhor acesso ao interior do veículo quando na operação de carregar e descarregar.
  • 60. Sem uma definição oficial é também conhecida como porta bolha. A capota é um tipo de porta que se assenta em cima do carro e levanta-se, de alguma forma, para permitir o acesso dos passageiros. Não estão estabelecidas regras para a construção, portanto as dobradiças podem se situar à frente do carro, na lateral na traseira, embora na frente é muito comum. Raramente são usados em automóveis de fabricação em série, mas são utilizados em carros conceitos.
  • 61. Portas laterais Vidros Retrovisores Elevadores do vidro Maçanetas (interna e externa) Pestanas Painel Fechaduras
  • 62.
  • 63.
  • 64. No início da construção dos carros, os vidros tinham apenas a função de proteger os ocupantes contra o vento e as intempéries, mas hoje o vidro cumpre diversas funções no carro como por exemplo, proteger o interior do veículo contra a radiação solar direta, evitar o aquecimento no interior do veículo, proporcionar ainda isolamento acústico. Alguns vidros até dispõem de antenas automotivas embutidas.  Claro que não podemos esquecer que o vidro também tem a sua função estrutural e de segurança para os ocupantes de um veículo. É cada vez mais comum as grandes montadoras lançarem veículos com o teto totalmente construído em vidro.
  • 65. Por definição, o vidro é uma substância inorgânica, homogênea e sem forma definida, obtida através do aquecimento e resfriamento de uma massa á base de sílica. Basicamente os vidros utilizados na Indústria Automotiva são de dois tipos: - Vidros de segurança temperados (VST) , predominantemente utilizados nas janelas laterais, teto e vidros vigias. - Vidros de segurança laminado (VSL) , utilizados com maior freqüência para a confecção de Pára-brisas, tetos solares e janelas traseiras. A diferença entre um vidro temperado e laminado, como o próprio nome já o diz está no processo de fabricação destes.
  • 66. Um vidro Temperado durante o seu processo de fabricação é submetido á altas tensões mecânicas e temperaturas que resultam numa alta tensão superficial. Quando estes vidros se quebram, eles se partem em várias partículas, sem cantos vivos. Esse tipo de vidro não aceita ser submetido á processos posteriores como furação, esmerilhamento e etc.
  • 67. Já o vidro laminado, que é composto por duas placas de vidro com uma camada intermediária de Polivinil Bultiral se submetido á um impacto ou choque, se quebra formando estilhaços, porém a camada plástica intermediária mantém os estilhaços de vidro unidos. Duas folhas de vidro coladas através de um plástico especial extremamente resistente. PVB – Poli Vinil Bultiral
  • 68. Vidro Temperado  Vidro Laminado
  • 69. Proteção dos Proteção contra passageiros roubo Proteção contra Proteção contra barulho raios ultra violeta
  • 70. Vista interior Vista exterior Carro equipado com lateral laminado na parte dianteira e lateral temperado na parte traseira O lateral laminado diminui: •O risco de penetração de objetos externos para dentro do veículo. •O risco dos passageiros serem arremessados para fora do veículo em caso de acidentes.
  • 71. Vidro temperado Vidro laminado A lateral laminada reduz os riscos de roubo e agressão aos passageiros do veículo
  • 72. Vidro temperado Vidro laminado A exposição aos raios ultra violeta significa: •Envelhecimento precoce do interior do carro (tecidos, plásticos, etc) •Ataque a pele dos passageiros (que pode ser bastante nocivo)
  • 73. Graças aos vidros laterais laminados: •Diminui-se o nível de barulho no interior do veículo •O habitáculo do motorista torna-se mais confortável
  • 74. Este sistema é composto por elementos mecânicos (coluna, canaleta, cabo de aço e roldana) e por elementos elétricos (motor elétrico, relé, botão e chicote elétrico). O dispositivo mecânico é muito simples. Veja o esquema na figura abaixo: O vidro se prende por pressão na canaleta. Esta está afixada num suporte que desliza na coluna como se fosse um elevador. O suporte é preso às suas extremidades por cabos de aço flexíveis
  • 75. O sentido de rotação do motor elétrico é determinado pela sua polarização. Invertendo-se essa polarização, inverte-se o sentido de rotação do motor. Agora vem a parte elétrica, ou seja, o sistema que comanda o motor elétrico. Um dos elementos principais desse sistema é o botão de acionamento, ou interruptor de acionamento dos vidros.
  • 76. Veja abaixo a simbologia que iremos empregar para o botão de acionamento. A esquerda, somente a simbologia e a direita, uma animação do que ocorre quando acionamos o botão. Na simbologia, o botão aparece sem estar acionado, ou seja, na posição de repouso. Os pinos 1 e 2 estão ligados ao motor elétrico. Os pinos 3 e 5 recebem uma tensão positiva por meio de um relé. Já o pino 4 é o terra do circuito. Acionamento:
  • 77.
  • 78.
  • 79. O Teto-solar é um equipamento importante que ajuda a controlar a temperatura e o conforto dentro do interior do veículo. Eles podem ser originais de fábrica ou adaptados depois que o veículo já saiu da fabrica.  Os Tetos solares estão disponíveis em diversas formas, tamanhos e estilos, e são conhecidos por diversos nomes. Em geral os tipos mais comuns são:
  • 80. Neste modelo o vidro abre basculante oferecendo um respiro ao veículo e o vidro é geralmente removível. É um modelo que pode ser instalado na maioria dos veículos e é de preço relativamente acessível.
  • 81. Combina a característica de inclinação do pop-up e também desliza o vidro para trás e por cima do teto. Esse modelo não tem uma abertura muito grande.Tem características opcionais como tapa sol integrado e fechamento automático. Dá uma aparência esportiva para o veículo, é ideal para carros de pequeno porte.
  • 82. Modelo que tem um painel de vidro ou metal que desliza entre o forro e o teto, ele baixa o teto de 5 a 10cm, e proporciona a abertura total do teto. Este teto é o teto original de fábrica do Ômega, Vectra, Golf, etc. Tem características como fechamento automático, antiesmagamento, sensor de chuva, entre outras.
  • 83. Modelo com um painel grande ou multi painéis que oferece luminosidade também para os passageiros. É elétrico e tem geralmente tapa sol integrado e quebra vento.
  • 84. O Sky Dome é um teto solar elétrico de última geração, que corresponde a cerca de 70% da área do teto, dividida em duas partes, sendo uma fixa (parte traseira) e outra móvel. Resumidamente, o Sky Dome é composto de: •Estrutura externa em chapa de aço, onde estão fixadas duas guias de alumínio onde correm os mecanismos de movimentação; •Mecanismos direito e esquerdo inseridos nas guias, que movimentam o painel de vidro dianteiro, acionados por um motor elétrico mediante um cabo de aço; •Duas cortinas pára-sol em poliéster (anterior e posterior), com movimentação manual a duas posições (aberto ou fechado). Cobrem os painéis de vidro e as aberturas são independentes; •Dois painéis em vidro temperado, com espessura de 4mm, com baixos valores de transmissão de calor (<17%) e de luz (<10% de transparência).
  • 85.
  • 86.
  • 87. Entre teclados, sistemas de entrada sem chave e travas convencionais, alguns carros têm hoje quatro ou cinco diferentes maneiras de destravar as portas. Como os carros controlam todos esses métodos diferentes e o que exatamente acontece quando as portas são destravadas?
  • 88. Aqui estão algumas das maneiras como as portas do carro podem ser destravadas: com uma chave ◦ pressionando o botão de destravar dentro do carro ◦ usando a trava de combinação na parte externa da porta ◦ puxando a maçaneta na parte interna da porta ◦ com um controle remoto de entrada sem chave ◦ com um sinal de um centro de controle
  • 89. Nesse carro, o atuador das travas elétricas das portas está posicionado abaixo da trava. Uma haste conecta o atuador à trava e uma outra haste conecta a trava à maçaneta localizada na parte superior da porta.
  • 90. Quando o atuador move a trava para cima, ele conecta a maçaneta externa da porta ao mecanismo de abertura. Quando a trava está para baixo, a maçaneta externa da porta é desconectada do mecanismo, para que não possa ser aberta.  Para destravar a porta, o controlador de corpo fornece energia para o atuador das travas elétricas das portas durante um intervalo de tempo. Vamos dar uma olhada dentro do atuador.
  • 91. Um pequeno motor elétrico gira uma série de engrenagens dentadas que atuam como redução de engrenagem. A última engrenagem impulsiona um conjunto de engrenagens de cremalheira e pinhão que está conectado à haste do atuador. A cremalheira converte o movimento rotacional do motor no movimento linear necessário para mover a trava.
  • 92. Trata-se de um espelho retrovisor eletro-óptico redutor de luminosidade aperfeiçoado para veículos motorizados, sendo que o espelho inclui uma combinação refletor/eletrodo de múltiplas camadas que tem uma baixa resistência de folha por unidade de área maior do que a combinação refletor/eletrodo de múltiplas camadas, com o que esses componentes operam de uma maneira sinergística, resultando em um espelho eletro-óptico que tem uma maior velocidade de mudança de refletância, alta refletância final incrementada, boa uniformidade de mudança de refletância através da área superficial do espelho, cor neutra e refletância continuamente variável, e uma faixa refletância final suficientemente baixa para atenuar o clarão intenso.
  • 93. Lógica de Funcionamento: ◦ O funcionamento deste item de segurança ativa baseia na comparação da luminosidade entre a traseira do veículo e a dianteira do mesmo, ou seja, ao se detectar uma luminosidade excessiva no vidro traseiro e acima da luminosidade detectada pela dianteira do pára-brisa, através de uma lógica interna o retrovisor diminui sua refletividade, tornando-se mais opaco, o que diminui a incidência de luz traseira nos olhos do motorista. ◦ Para aumentar o conforto e segurança do motorista ao se engrenar a marcha-ré o funcionamento do espelho é inibido, ou seja ele se torna mais claro. ◦ Se ao engrenar a marcha-ré o espelho estiver escuro, imediatamente ele se tornará claro.
  • 94. O sensor de chuva é encontrado em veículos como o novo Peugeot 206 Techno, o Golf e Fiat Stilo. É um sensor que permite o acionamento automático dos limpadores do pára brisa. O acionamento ocorre na velocidade necessária para que se tenha uma boa visibilidade em função da intensidade da chuva.  É localizado na haste de fixação do espelho retrovisor interno junto com o sensor crepuscular quando presente. Ao ser acionado, o sensor de chuva se adapta às condições da superfície do pára-brisas. Reconhece superfícies sujas e marcas de água provocadas por palhetas em mau estado.
  • 95. Encontrado em veículos como o Peugeot 206 Techno e o Fiat Stilo, o sensor crepuscular LDR é responsável pela análise da luminosidade do meio por onde o veículo trafega. Proporciona o controle automático dos faróis e luzes de posicionamento. Seu funcionamento baseia-se numa propriedade de resistência do material semicondutor sulfeto de cádmio (CdS) o qual apresenta diminuição de sua resistência elétrica ao ser iluminado. Pela medição desta resistência é estimada a luminosidade do meio. Este sensor é na verdade um resistor com variação dependente da luz. É geralmente localizado na haste de fixação do espelho retrovisor interno. Quando está presente o sensor de chuva, ambos possuem circuito elétrico integrado.
  • 96. Painel principal – Air-bag (FIAT) Posicionar a chave de ignição em "STOP“; Remover o cabo negativo da bateria utilizando uma chave de boca de 10mm; Aguardar 10 minutos; Iniciar desmontagem do sistema; Com o auxílio de uma chave allen 5 remova os três parafusos de fixação do acabamento externo do volante localizados na parte posterior do mesmo, removendo-o; Centro Tecnológico Automotivo - BETIM - MG
  • 97. Painel principal – Air-bag (FIAT) Remover o conector do módulo do air bag. Retirar o air bag, evitando pancadas no componente. Centro Tecnológico Automotivo - BETIM - MG
  • 98. Painel principal – Volante (FIAT) Remover o conector da buzina. Remova o acabamento da porca e utilizando um soquete de 24mm, um extensor e uma catraca, remova a porca de fixação do volante removendo-o. Na recolocação aplicar o torque de 50 Nm [5,0 kgm] na porca de fixação do volante à coluna de direção. Centro Tecnológico Automotivo - BETIM - MG
  • 99. Painel principal – Conjunto de alavancas Desligar a conexão elétrica do contato espiralado do air-bag, posicionado na parte superior do conjunto; Desligar as conexões elétricas do conjunto de alavancas (iluminação externa e limpadores); Centro Tecnológico Automotivo - BETIM - MG