1. Introdução       Este relatório trata do preparo metalográfico, para a análise óptica deamostras metálicas, visualizand...
partículas por inch2, sendo assim quanto maior for a numeração mais fino seráos riscos de corte.       Durante o lixamento...
As micrografias foram geradas em um microscópio óptico, com o auxíliodo analisador de imagens OMNIMET, da empresa BUEHLER,...
Figura 02: Micrografia SAE 1020. Ampliação 100x.Figura 03: Microestrutura SAE 1020. Ampliação 200x.
Perlita                                                                                 Ferrita           Figura 04: Micro...
Figura 05: Micrografia SAE 1045. Ampliação 50x.
Figura 06: Micrografia SAE 1045. Ampliação 100x.Figura 07: Micrografia SAE 1045. Ampliação 200x.
Figura 08: Micrografia SAE 1045. Ampliação 2500x.Nos aços SAE 1045, podemos observar as fases (Ferrita + Perlita), present...
Figura 10: Micrografia SAE 1060. Ampliação 100x.Figura 11: Micrografia SAE 1060. Ampliação 200x.
Figura 12: Micrografia SAE 1060. Ampliação 2500x.No aço SAE 1060, podemos observar o aumento de carbono em relação àsoutra...
Figura 14: Micrografia FoFo Cinzento. Ampliação 100x.Figura 15: Micrografia FoFo Cinzento. Ampliação 200x. Sem Ataque.Figu...
Figura 17: Micrografia FoFo Cinzento. Ampliação 100x. Com Ataque.Figura 18: Micrografia FoFo Cinzento. Ampliação 200x. Com...
Figura 19: Micrografia FoFo Cinzento. Ampliação 2500x. Com Ataque.Para o ferro fundido cinzento, pode-se classificar a sua...
Figura 20: Micrografia FoFo Vermicular. Ampliação 50x. Sem Ataque.Figura 21: Micrografia FoFo Vermicular. Ampliação 100x. ...
Figura 22: Micrografia FoFo Vermicular. Ampliação 200x. Sem Ataque.Figura 23: Micrografia FoFo Vermicular. Ampliação 50x. ...
Figura 25: Micrografia FoFo Vermicular. Ampliação 200x. Com Ataque.Figura 26: Micrografia FoFo Vermicular. Ampliação 2500x...
Para o ferro fundido vermicular pode-se classificar a forma da grafita comocompacta. Esse material apresenta uma matriz de...
Figura 29: Micrografia FoFo Nodular. Ampliação 200x. Sem Ataque.Figura 30: Micrografia FoFo Nodular. Ampliação 50x. Com At...
Figura 31: Micrografia FoFo Nodular. Ampliação 100x. Com Ataque.Figura 32: Micrografia FoFo Nodular. Ampliação 50x. Com At...
Figura 33: Micrografia FoFo Nodular. Ampliação 2500x. Com Ataque.Para o ferro fundido Nodular, cuja sua matriz é do tipo f...
3) Os ferros fundidos apresentam diferentes formas de grafita, essa      diferença determina a sua característica principa...
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  1. 1. 1. Introdução Este relatório trata do preparo metalográfico, para a análise óptica deamostras metálicas, visualizando sua microestrutura, na qual podemos definiras suas respectivas fases. Com a comparação através de normas podemosainda classificar os tipos de grafitas no caso dos ferros fundidos cinzentos, bemcomo definir tamanho de grãos para o aço SAE 1020 e tamanhos da grafitapara o ferro fundido nodular.2. Procedimento Experimental2.1. Corte Os corpos-de-prova foram seccionados com discos de Carbeto de Silício(SiC), em uma cortadeira elétrica da marca DISCOTON-2, com dimensões decorte de aproximadamente de 12 mm, tendo os formatos circulares,retangulares e quadradas, a fim de facilitar sua identificação.2.2. Embutimento Foi utilizado o processo de embutimento á quente, na prensa mecânicaLaboPress-1, utilizando resina fenólica do tipo multifast, também conhecidacomo baquelite. A pressão aplicada foi de 15 kN por um período de 5 minutos eposteriormente resfriado em água por 5 minutos. Diferentes colorações foramutilizadas, para juntamente com os formatos de cortes diferentes, auxiliar naidentificação.2.3. Lixamento Nesta etapa lixas de Carbeto de Silício (SiC) foram utilizadas, por teremuma boa resistência ao desgaste e não formar ondulações quando nautilização de água. As seguintes seqüências de lixas foram utilizadas: #320,#500, #800 e #1000, sendo que esta numeração corresponde á quantidade de
  2. 2. partículas por inch2, sendo assim quanto maior for a numeração mais fino seráos riscos de corte. Durante o lixamento as amostras ao serem trocadas de lixas foramlavadas em água corrente e rotacionadas a 90°, conforme a figura 01. Figura 01: Orientação de rotação para o lixamento.2.4. Polimento Politrizes rotativas LaboPol-21 da marca Struers foram utilizadas pararealizar o polimento e utilizou-se como abrasivo polidor a alumina (Al2O3), comgranulometria de 1µm e pano de feltro VELTEX da marca BUEHLER. Duranteeste processo as amostras sofreram movimentos circulares com sentidocontrário ao sentido de rotação do disco, a fim de evitar alguns aspectosinconvenientes conhecidos como rabos de cometa, ficando as amostras em umtempo necessário para eliminar completamente os riscos da superfície.2.5. Ataque Químico Tanto para os aços ao carbono, como para os ferros fundidos, o Nital,cuja composição corresponde a 98% de ácido nítrico e 2% de álcool etílico, foio utilizado.O ataque é feito por imersão da amostra em um recipiente (relógio de vidro)com o reagente, durante um período necessário para que ocorra a revelaçãoda microestrutura do material, este tempo de contato deverá ser o suficientepara que o aspecto brilhante desapareça, ou seja, que a amostra fique fosca,sem que prevaleça o ataque excessivo (queima), o qual exigirá um novopolimento2.6. Análise Óptica
  3. 3. As micrografias foram geradas em um microscópio óptico, com o auxíliodo analisador de imagens OMNIMET, da empresa BUEHLER, utilizando-se asobjetivas com ampliações de 50x, 100x, 200x, 500x e 2500x.3. Resultados e Discussão A seguir são apresentadas as micrografias obtidas para cada material.3.1 Aço 1020: Figura 01: Micrografia SAE 1020. Ampliação 50x.
  4. 4. Figura 02: Micrografia SAE 1020. Ampliação 100x.Figura 03: Microestrutura SAE 1020. Ampliação 200x.
  5. 5. Perlita Ferrita Figura 04: Micrografia SAE 1020. Ampliação 500x.Nos aços SAE 1020, podemos observar as fases (Ferrita e Perlita), presentesneste material, bem como os contornos de grãos.Tamanho dos grãos aço 1020:25,19 20,51 23,13 25,26 23,38 26,92 32,84 21,72 24,40 30,9428,19 44,15 23,05 28,77 22,20 29,22 24,63 26,02 32,03 33,53Tamanho médio: 27,30 µmDesvio padrão: 5,503.2 Aço 1045:
  6. 6. Figura 05: Micrografia SAE 1045. Ampliação 50x.
  7. 7. Figura 06: Micrografia SAE 1045. Ampliação 100x.Figura 07: Micrografia SAE 1045. Ampliação 200x.
  8. 8. Figura 08: Micrografia SAE 1045. Ampliação 2500x.Nos aços SAE 1045, podemos observar as fases (Ferrita + Perlita), presentesneste material.3.3 Aço 1060: Figura 09: Micrografia SAE 1060. Ampliação 50x.
  9. 9. Figura 10: Micrografia SAE 1060. Ampliação 100x.Figura 11: Micrografia SAE 1060. Ampliação 200x.
  10. 10. Figura 12: Micrografia SAE 1060. Ampliação 2500x.No aço SAE 1060, podemos observar o aumento de carbono em relação àsoutras duas amostras, este aço possui 0,6% de carbono.3.4 Ferro fundido (cinzento): Figura 13: Micrografia FoFo Cinzento. Ampliação 50x.
  11. 11. Figura 14: Micrografia FoFo Cinzento. Ampliação 100x.Figura 15: Micrografia FoFo Cinzento. Ampliação 200x. Sem Ataque.Figura 16: Micrografia FoFo Cinzento. Ampliação 50x. Com Ataque.
  12. 12. Figura 17: Micrografia FoFo Cinzento. Ampliação 100x. Com Ataque.Figura 18: Micrografia FoFo Cinzento. Ampliação 200x. Com Ataque.
  13. 13. Figura 19: Micrografia FoFo Cinzento. Ampliação 2500x. Com Ataque.Para o ferro fundido cinzento, pode-se classificar a sua grafita sendo do tipo B,em comparação com a norma ASTM-A247, na qual apresenta veios comdisposição radial em torno de núcleos com aspecto eutético. Este materialapresenta ainda uma matriz perlítica.3.5 Ferro fundido (vermicular):
  14. 14. Figura 20: Micrografia FoFo Vermicular. Ampliação 50x. Sem Ataque.Figura 21: Micrografia FoFo Vermicular. Ampliação 100x. Sem Ataque.
  15. 15. Figura 22: Micrografia FoFo Vermicular. Ampliação 200x. Sem Ataque.Figura 23: Micrografia FoFo Vermicular. Ampliação 50x. Com Ataque.Figura 24: Micrografia FoFo Vermicular. Ampliação 100x. Com Ataque.
  16. 16. Figura 25: Micrografia FoFo Vermicular. Ampliação 200x. Com Ataque.Figura 26: Micrografia FoFo Vermicular. Ampliação 2500x. Com Ataque.
  17. 17. Para o ferro fundido vermicular pode-se classificar a forma da grafita comocompacta. Esse material apresenta uma matriz de ferrita.3.6 Ferro fundido (nodular): Figura 27: Micrografia FoFo Nodular. Ampliação 50x. Sem Ataque. Figura 28: Micrografia FoFo Nodular. Ampliação 100x. Sem Ataque.
  18. 18. Figura 29: Micrografia FoFo Nodular. Ampliação 200x. Sem Ataque.Figura 30: Micrografia FoFo Nodular. Ampliação 50x. Com Ataque.
  19. 19. Figura 31: Micrografia FoFo Nodular. Ampliação 100x. Com Ataque.Figura 32: Micrografia FoFo Nodular. Ampliação 50x. Com Ataque.
  20. 20. Figura 33: Micrografia FoFo Nodular. Ampliação 2500x. Com Ataque.Para o ferro fundido Nodular, cuja sua matriz é do tipo ferrítica, pode-seclassificar sua grafita sendo, tamanho 6, em comparação com a norma ASTM-A247, na qual apresenta em media 890 nódulos por mm².4. ConclusãoCom base nos resultados apresentados, as principais conclusões do presentetrabalho são as seguintes: 1) Através da analise metalográfica é possível determinar a classificação dos aços e sua composição física, química e mecânica. 2) Os aços estudados foram classificados de acordo com suas normas mostrando-se compatível com as mesmas.
  21. 21. 3) Os ferros fundidos apresentam diferentes formas de grafita, essa diferença determina a sua característica principal e a sua ideal aplicação.5. ReferênciasSILVA, Ubiraja Marques de Carvalho e. Técnicas e procedimentos nametalografia prática: preparação de corpos de prova para examesmetalográficos. São Bernardo do Campo: I Rossi, 1978.COLPAERT, Hubertus. Metalografia dos produtos siderúrgicos comuns. 4ªedição – São Paulo: Edgard Blucher, 2008.

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