Dia Do Consumidor

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Dia Do Consumidor

  1. 1. Dia do consumidor
  2. 2. Temas <ul><li>Direitos e deveres do consumidor. </li></ul><ul><li>Publicidade enganosa. </li></ul><ul><li>Importância da poupança. </li></ul>
  3. 3. 1º Tema <ul><li>Consumidores são todas as pessoas que, para uso pessoal, compram bens a alguém que faça venda da sua profissão. </li></ul>
  4. 4. Direitos do consumidor <ul><li>A descrição dos produtos deve ser detalhada para sabermos o que estamos a comprar. </li></ul><ul><li>A data de validade também deve estar bem à vista, para ninguém comprar comida estragada ou deteriorada (quando os alimentos já perderam seu valor nutritivo). </li></ul>
  5. 5. Deveres dos consumidores <ul><li>Os consumidores têm um conjunto de deveres, nomeadamente o de reclamar, sempre que considerem dever fazê-lo. </li></ul><ul><li>Dever de solidariedade: dever de organizar-se, enquanto consumidor, de forma a desenvolver a influência necessária para promover e proteger os seus interesses. </li></ul><ul><li>Dever de consciência crítica: dever de estar atento e ser crítico em relação aos preços e à qualidade dos produtos e serviços que utiliza. </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Dever de agir: dever de fazer valer as suas opiniões e exigir um tratamento justo. Se permanecer passivo, continuará a ser explorado. </li></ul><ul><li>Dever de solidariedade social: dever de considerar o impacto que as escolhas que cada um faz em termos de consumo tem sobre outros cidadãos, especialmente sobre os mais desfavorecidos, ao nível local, nacional e internacional. </li></ul>
  7. 7. 2º Tema <ul><li>A publicidade é a forma de dar a conhecer um produto ou serviço. No entanto existe uma grande concorrência no mundo de hoje, o que leva a que determinadas empresas de publicidade encontrem formas de divulgar o produto e levar os consumidores a adquiri-lo que não vão ao encontro daquilo que é realmente o produto ou serviço. Actualmente há uma preocupação da parte das entidades oficiais em proteger o consumidor contra este tipo de publicidade. Muitas vezes aconteceu que um consumidor atraído pelas vantagens excepcionais dos artigos ou pelo prémio que o acompanhava, eram levados a adquirir algo cuja relação qualidade/preço era muito diferente, o produto não correspondia ao publicitado entre outras situações que surgiam e infelizmente ainda surgem. </li></ul>
  8. 8. Codigo da Publicidade <ul><li>A publicidade assume, nos dias de hoje, uma importância e um alcance significativos, quer no domínio da actividade económica, quer como instrumento privilegiado do fomento da concorrência, sempre benéfica para as empresas e respectivos clientes. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Por isso, importa enquadrar a actividade publicitária como grande motor do mercado, enquanto veículo dinamizador das suas potencialidades e da sua diversidade e, nessa perspectiva, como actividade benéfica e positiva no processo de desenvolvimento de um país. </li></ul><ul><li>Em obediência a esse desiderato, a actividade publicitária não pode nem deve ser vista, numa sociedade moderna e desenvolvida, como um mal menor, que se tolera mas não se estimula, e muito menos como resultante de um qualquer estado de necessidade. </li></ul>
  10. 10. 3º Tema <ul><li>De modo geral, os seres humanos são influenciados principalmente pela formação familiar e por traços de personalidade no modo de lidar com o dinheiro. Nesse largo espectro observamos nos seus limites desde o consumista inveterado até o mais convicto avarento. </li></ul><ul><li>Em meio a esse leque de posturas, encontramos aqueles que, por várias razões, formam as suas poupanças. Basicamente, as pessoas que poupam o fazem com as seguintes objectivos: </li></ul><ul><li>Adquirir bens ou custear despesas futuras; </li></ul><ul><li>Acumular reservas que façam frente a períodos de dificuldades; </li></ul><ul><li>Garantir uma aposentadoria digna; </li></ul><ul><li>Abrir um negócio próprio; </li></ul><ul><li>Obter em algum momento independência financeira; </li></ul><ul><li>Deixar um legado a seus herdeiros. </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Quando mais cedo o indivíduo começar a poupar (no mínimo 10% da renda) e investir correctamente, mais rapidamente os objectivos traçados serão alcançados. É comum ouvirmos pessoas alegando não terem condições de poupar, por terem baixa renda. O que observamos é que a capacidade de poupar está directamente ligada à disciplina e a aspectos psicológicos de cada personalidade. Na prática, encontramos poupadores e consumidores inveterados desde o empregado mais humilde até o os mais bem remunerados, não sendo o nível de renda o factor determinante. </li></ul>
  12. 12. Trabalho realizado por: <ul><ul><li>DIOGO ALMEIDA. </li></ul></ul><ul><ul><li>RUBEN ALMEIDA. </li></ul></ul><ul><ul><li>TIAGO COSTA. </li></ul></ul>

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