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Relato de Experiência 
“NOSSA, QUE FILA COMPRIDA!”: 
grandezas, medidas e alfabetização 
Professora Alfabetizadora: Adriana Fischer Ribeiro 
Orientadora de Estudo: Ana Carolina da Conceição 
Formadora: Roberta SchnorrBuehring
SITUANDO... 
Este trabalho foi realizado com turmas do 
primeiro ano do ensino fundamental, da 
Escola de Ensino Fundamental Professora 
Georgina de Carvalho Ramos da Luz, da rede 
municipal de educação de Brusque- Santa 
Catarina com crianças entre seis e sete anos, 
somando um total de 33 alunos, durante o 
ano letivo de 2014. 
“Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
1º ANO - MATUTINO 
“Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
1º ANO - VESPERTINO 
“Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
AÇÕES PRÉVIAS 
 Conversas antecipadas, levando em conta o conhecimento prévio 
dos alunos, 
 Medir objetos pequenos (folhas, cadernos, lápis, mesa, etc.); 
 Carimbos utilizando objetos e tinta guache (para observação de 
formatos); 
 Bingo das formas geométricas planas; 
 Dobraduras (para análise sobre os formatos e formas geométricas 
que aparecem ao dobrar a folha), entre outras atividades do 
gênero. 
Com isso, foi possível fazer com que os alunos adquirissem 
conhecimentos mais aprofundados sobre o assunto em questão. 
“Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
Para iniciar o trabalho com medidas e os 
instrumentos utilizados para tal fim, foi 
solicitado que os alunos trouxessem 
diversos tipos de caixas, aquelas utilizadas 
em embalagens. 
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Em seguida, houve a roda de conversa, que já 
faz parte da rotina, para que se observassem: 
 Os formatos e cores; 
 Utilidade e características dos produtos; 
 Textos contidos nas caixas. 
 Muitos foram os questionamentos a respeito 
do que estava escrito na caixa: 
 Qual o produto contido na embalagem? 
 Qual a marca? 
 Para que serve ? 
“Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
Com auxílio da professora e dos colegas, as 
crianças leram o que estava escrito nas 
embalagens e perceberam que eram textos 
informativos sobre o conteúdo das caixas. Após, 
os alunos escreveram com alfabeto móvel, os 
nomes escritos nas embalagens e puderam 
analisar a sua escrita: letra inicial, quantidade de 
letras, o uso de algarismos, as palavras que 
iniciavam com a mesma letra e até mesmo 
palavras escritas em inglês. 
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Como cada um escolheu a palavra ou as palavras 
que iriam analisar, ficou evidente suas 
preferências por palavras já conhecidas, 
presentes no seu cotidiano. 
A empolgação das crianças ao ler os textos de 
suas caixas e a vivenciar hipóteses de escrita com 
o alfabeto móvel foi notório. 
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Em seguida, desenhou-se em folhas de 
papel o contorno de todas as faces das 
caixas que foram contadas e analisadas 
quanto ao formato. Mediu-se a largura e 
comprimento com auxílio da régua e 
cada um registrou na mesma folha os 
valores encontrados. 
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DIZERES DOS ALUNOS 
“Professora, é muito difícil segurar e 
desenhar com o lápis.” 
“Não consigo fazer as duas coisas 
(segurar e desenhar) ao mesmo tempo.” 
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• 
Ao término desta atividade, as caixas foram colocadas uma ao 
lado da outra para que fossem contabilizadas, o que levou a 
questionamentos como: 
 Quais são as caixas grandes, quais são pequenas? 
 Quantas caixas grandes, quantas médias, quantas pequenas? 
 Quantas são as caixas de produtos de higiene, limpeza e 
alimentação? 
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Neste momento de comparar, classificar, contar e registrar, a 
partir do desejo das crianças, foi feita uma grande fila com todas 
as caixas da turma na área externa da escola. 
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DIZERES DOS ALUNOS 
“Nossa, que fila comprida!” 
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Os alunos foram questionados e desafiados a 
pensar em possibilidades para medir o 
comprimento da fila, tendo em vista que já 
havíamos feito conversas sobre esse assunto em 
outras aulas e as alternativas encontradas por eles 
foram: medir com mãos (palmos), passos, régua, 
trena, fita métrica, lápis e linha. 
Mesmo a régua sendo um instrumento de 
medida, as crianças a utilizaram como unidade de 
medida: uma fila mede dez réguas. 
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DIZERES DOS ALUNOS 
“Nossa, dá para medir com as mãos, mas 
demora bastante, é melhor fazer dando 
passos.” 
“Prefiro usar a fita métrica, é mais fácil e 
assim todos medirão igual.” 
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DIZERES DOS ALUNOS 
“Prô, a nossa linha tem a mesma medida 
da sala, é o mesmo tamanho.” 
“É verdade, igualzinho, e a nossa linha é 
bem maior que a da turma da tarde, 
então nós temos mais caixas que eles.” 
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É possível observar no 
registro as unidades de 
medida utilizadas. 
REGISTROS 
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“O Homem que Amava Caixa”, de Stephen 
Michael King, 1997 
Depois da história cada um falou 
sobre sua compreensão e as 
conexões do texto com fatos que 
haviam vivenciado. Desta forma, logo 
surgiu a ideia de fazer o mesmo que 
o homem da história: cada um 
construiu um objeto com as caixas 
que trouxe. 
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MOSTRA DE TRABALHOS 
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Esse trabalho resultou em uma aprendizagem realmente 
significativa, por meio do qual puderam perceber as 
características matemáticas presentes nos objetos 
utilizados no dia a dia, bem como a função e 
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O trabalho com materiais manipuláveis e cotidianos, o 
desafio, o questionamento e o espírito investigativo 
garantiram o envolvimento ativo das crianças com 
práticas de letramento. 
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DIZERES DOS ALUNOS PARA A ORIENTADORA DE ESTUDOS NA 
VISITA 
“Eu tenho as medidas da minha caixa no 
caderno. Quer ver?” 
“O mais fácil para medir foi com a trena.” 
“O mais difícil com a régua. Precisa de muitas.” 
“Nós medimos com mãos, passos, linha. Mas 
também com a régua e a trena.” 
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DIZERES DOS ALUNOS PARA A ORIENTADORA DE ESTUDOS NA 
VISITA 
“A gente aprendeu que as formas também são 
matemáticas.” 
“Dá para medir tudo, mas tem que saber com o que.” 
“Os de manhã fez o da manhã, os da tarde fez os da tarde. 
O da turma da manhã ficou maior, eles tinham mais 
caixas.” 
“Minha família veio ver nossa Mostra. Contei tudo para eles, 
até contei do homem que amava caixas.” 
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http://drifi10.blogspot.com.br 
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REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: 
BRASIL. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Apoio à Gestão Educacional 
Pacto Nacional Pela Alfabetização na Idade Certa: Grandezas e Medidas. Ministério 
da Educação. Brasília: MEC, SEB, 2014. 
BRUSQUE/SC. Prefeitura de Brusque. Secretaria Municipal de Educação. Diretrizes 
Curriculares Municipais. Brusque, 2012. 
REDIN, Marita Martins. Planejamento, práticas e projetos pedagógicos na Educação 
Infantil. Porto Alegre: Mediação, 2013. 
STEPHEN, Michael King. O Homem que Amava Caixas. Brinque Book, 1997. 
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Obrigada! 
PNAICBRUSQUE@GMAIL.COM 
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"Nossa, que fila comprida!"- Grandezas, medidas e alfabetização.

  • 1. Relato de Experiência “NOSSA, QUE FILA COMPRIDA!”: grandezas, medidas e alfabetização Professora Alfabetizadora: Adriana Fischer Ribeiro Orientadora de Estudo: Ana Carolina da Conceição Formadora: Roberta SchnorrBuehring
  • 2. SITUANDO... Este trabalho foi realizado com turmas do primeiro ano do ensino fundamental, da Escola de Ensino Fundamental Professora Georgina de Carvalho Ramos da Luz, da rede municipal de educação de Brusque- Santa Catarina com crianças entre seis e sete anos, somando um total de 33 alunos, durante o ano letivo de 2014. “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 3. 1º ANO - MATUTINO “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 4. 1º ANO - VESPERTINO “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 5. AÇÕES PRÉVIAS  Conversas antecipadas, levando em conta o conhecimento prévio dos alunos,  Medir objetos pequenos (folhas, cadernos, lápis, mesa, etc.);  Carimbos utilizando objetos e tinta guache (para observação de formatos);  Bingo das formas geométricas planas;  Dobraduras (para análise sobre os formatos e formas geométricas que aparecem ao dobrar a folha), entre outras atividades do gênero. Com isso, foi possível fazer com que os alunos adquirissem conhecimentos mais aprofundados sobre o assunto em questão. “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 6. Para iniciar o trabalho com medidas e os instrumentos utilizados para tal fim, foi solicitado que os alunos trouxessem diversos tipos de caixas, aquelas utilizadas em embalagens. “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 7. “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 8. Em seguida, houve a roda de conversa, que já faz parte da rotina, para que se observassem:  Os formatos e cores;  Utilidade e características dos produtos;  Textos contidos nas caixas.  Muitos foram os questionamentos a respeito do que estava escrito na caixa:  Qual o produto contido na embalagem?  Qual a marca?  Para que serve ? “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 9. Com auxílio da professora e dos colegas, as crianças leram o que estava escrito nas embalagens e perceberam que eram textos informativos sobre o conteúdo das caixas. Após, os alunos escreveram com alfabeto móvel, os nomes escritos nas embalagens e puderam analisar a sua escrita: letra inicial, quantidade de letras, o uso de algarismos, as palavras que iniciavam com a mesma letra e até mesmo palavras escritas em inglês. “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 10. “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 11. Como cada um escolheu a palavra ou as palavras que iriam analisar, ficou evidente suas preferências por palavras já conhecidas, presentes no seu cotidiano. A empolgação das crianças ao ler os textos de suas caixas e a vivenciar hipóteses de escrita com o alfabeto móvel foi notório. “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 12. Em seguida, desenhou-se em folhas de papel o contorno de todas as faces das caixas que foram contadas e analisadas quanto ao formato. Mediu-se a largura e comprimento com auxílio da régua e cada um registrou na mesma folha os valores encontrados. “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 13. “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 14. “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 15. DIZERES DOS ALUNOS “Professora, é muito difícil segurar e desenhar com o lápis.” “Não consigo fazer as duas coisas (segurar e desenhar) ao mesmo tempo.” “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 16. • Ao término desta atividade, as caixas foram colocadas uma ao lado da outra para que fossem contabilizadas, o que levou a questionamentos como:  Quais são as caixas grandes, quais são pequenas?  Quantas caixas grandes, quantas médias, quantas pequenas?  Quantas são as caixas de produtos de higiene, limpeza e alimentação?  Quais as cores predominantes nas caixas? Neste momento de comparar, classificar, contar e registrar, a partir do desejo das crianças, foi feita uma grande fila com todas as caixas da turma na área externa da escola. “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 17. DIZERES DOS ALUNOS “Nossa, que fila comprida!” “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 18. Os alunos foram questionados e desafiados a pensar em possibilidades para medir o comprimento da fila, tendo em vista que já havíamos feito conversas sobre esse assunto em outras aulas e as alternativas encontradas por eles foram: medir com mãos (palmos), passos, régua, trena, fita métrica, lápis e linha. Mesmo a régua sendo um instrumento de medida, as crianças a utilizaram como unidade de medida: uma fila mede dez réguas. “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 19. DIZERES DOS ALUNOS “Nossa, dá para medir com as mãos, mas demora bastante, é melhor fazer dando passos.” “Prefiro usar a fita métrica, é mais fácil e assim todos medirão igual.” “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 20. “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 21. “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 22. DIZERES DOS ALUNOS “Prô, a nossa linha tem a mesma medida da sala, é o mesmo tamanho.” “É verdade, igualzinho, e a nossa linha é bem maior que a da turma da tarde, então nós temos mais caixas que eles.” “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 23. É possível observar no registro as unidades de medida utilizadas. REGISTROS “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 24. “O Homem que Amava Caixa”, de Stephen Michael King, 1997 Depois da história cada um falou sobre sua compreensão e as conexões do texto com fatos que haviam vivenciado. Desta forma, logo surgiu a ideia de fazer o mesmo que o homem da história: cada um construiu um objeto com as caixas que trouxe. “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 25. “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 26. “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 27. MOSTRA DE TRABALHOS “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 28. “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 29. Esse trabalho resultou em uma aprendizagem realmente significativa, por meio do qual puderam perceber as características matemáticas presentes nos objetos utilizados no dia a dia, bem como a função e importância da escrita contida nesses mesmos objetos. Foi possível perceber também a construção do senso de medida e da linguagem matemática a partir das expressões como “curto, comprido, fino, grosso, longe, perto...” O trabalho com materiais manipuláveis e cotidianos, o desafio, o questionamento e o espírito investigativo garantiram o envolvimento ativo das crianças com práticas de letramento. “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 30. DIZERES DOS ALUNOS PARA A ORIENTADORA DE ESTUDOS NA VISITA “Eu tenho as medidas da minha caixa no caderno. Quer ver?” “O mais fácil para medir foi com a trena.” “O mais difícil com a régua. Precisa de muitas.” “Nós medimos com mãos, passos, linha. Mas também com a régua e a trena.” “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 31. DIZERES DOS ALUNOS PARA A ORIENTADORA DE ESTUDOS NA VISITA “A gente aprendeu que as formas também são matemáticas.” “Dá para medir tudo, mas tem que saber com o que.” “Os de manhã fez o da manhã, os da tarde fez os da tarde. O da turma da manhã ficou maior, eles tinham mais caixas.” “Minha família veio ver nossa Mostra. Contei tudo para eles, até contei do homem que amava caixas.” “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 32. http://drifi10.blogspot.com.br “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 33. “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 34. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: BRASIL. Secretaria de Educação Básica. Diretoria de Apoio à Gestão Educacional Pacto Nacional Pela Alfabetização na Idade Certa: Grandezas e Medidas. Ministério da Educação. Brasília: MEC, SEB, 2014. BRUSQUE/SC. Prefeitura de Brusque. Secretaria Municipal de Educação. Diretrizes Curriculares Municipais. Brusque, 2012. REDIN, Marita Martins. Planejamento, práticas e projetos pedagógicos na Educação Infantil. Porto Alegre: Mediação, 2013. STEPHEN, Michael King. O Homem que Amava Caixas. Brinque Book, 1997. “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br
  • 35. Obrigada! PNAICBRUSQUE@GMAIL.COM “Educação de excelência para ser referência.” www.educacao.brusque.sc.gov.br

Notas do Editor

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. 4
  5. 5
  6. 6
  7. 7
  8. 8
  9. 9
  10. 10
  11. 11
  12. 12
  13. 13
  14. 14
  15. 15
  16. 16
  17. 17
  18. 18
  19. 19
  20. 20
  21. 21
  22. 22
  23. 23
  24. 24
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  30. 30
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  32. 32
  33. 33
  34. 34
  35. 35