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Nájyla Betrine Batista ChagasProfessora na Escola Raios de Sol em Escola Raios de Sol

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UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA
              DEPARTAMENTO CIÊNCIAS HUMANAS – CAMPUS VI
                             COLEGIADO DE GEOGRAFIA
                                GEOGRAFIA DA SAÚDE




                LEISHMANIOSE VISCERAL
  DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DOS CASOS NA CIDADE DE CAETITÉ NO
                   PERÍODO DE 2009 A 2011




JEANE TEIXEIRA; JULIANA ANASTÁCIA DOS SANTOS; NÁJYLA BETRINE BATISTA CHAGAS; PABLO KEHOMA COSTA   1
IDEIAS INTRODUTÓRIAS
• Deuses;
• Hipócrates: Ares, águas e lugares
   - Conceito ecológico;
   - Doenças silvestres
• Analisar os casos Caetité no período de 2009 a 2011;
• Identificar e mapear os bairros;
• Secretaria Municipal de Saúde de Caetité;
• Milton Santos e outros intelectuais;
• Programas de vigilância e controle da leishmaniose visceral;
• Pesquisas acadêmicas;
    • Qualidade de vida da população.


                                                 25/2/2013       2
HISTÓRICO DA DOENÇA
• A primeira descrição da Leishmaniose Visceral (LV) foi na Grécia, em 1835
   onde anteriormente era conhecida como “ponos” (Deus da dor, na mitologia
   grega). Em 1869 foi denominada na Índia de “Kala-jwar” (febre negra) ou
   “Kala-azar” (Calazar) em virtude do escurecimento da pele ocorrido durante
   a doença (MARZOCHI, 1981).




                                                          25/2/2013         3
William Boog Leishman no ano de 1900, em Bengal na Índia, identificou a
presença de um protozoário no baço de um soldado que foi a óbito em
decorrência da febre “Dum Dum”. Em 1903, o agente etiológico foi descrito
por Donovan que demonstrou a presença dos parasitos em aspirados
esplênicos de uma criança que apresentava febre irregular. Rogers, em 1904,
foi o primeiro a cultivar o parasita em sangue citratado a 22ºC e observou que
nas culturas o parasita se apresentava na forma flagelada. Nicolle e
colaboradores encontraram parasitos em cães no ano de 1908, na Tunísia,
sugerindo o papel destes animais como reservatórios. Apenas no ano de 1931
é que os flebotomíneos foram incriminados como vetores , onde a
transmissão da doença ficou conhecida através de xenodiagnóstico em
hamsters (MICHALICK e GENARO, 2005).




                                                          25/2/2013        4
No Brasil em 1934, Henrique Penna relatou os primeiros caso da infecção no
país a partir de lâminas histológicas de fígado examinadas post mortem para
diagnóstico de febre amarela (LAINSON et al., 1986; GENARO, 2000; RANGEL
e LAINSON, 2003). Evandro Chagas estudando a epidemiologia da doença
suspeitou que o mosquito responsável pela transmissão aos humanos fosse o
flebotomíneo L. longipalpis devido sua constante presença ao redor e no
interior das residências de pacientes doentes (CHAGAS, 1936; RANGEL e
LAINSON, 2003).




                                                       25/2/2013        5
As várias formas da doença são
  transmitidas       de      animais
  silvestres ou domésticos para o
  homem por intermédio da picada
  de mosquitos hematófagos do
  gênero Lutzomyia (CAMARGO e
  BARCINSKI, 2003).




                  VETOR DE TRANSMISSÃO
  Figura 2. O vetor (Lutzomyia longipalpis) responsável pela transmissão da Leishmaniose
  Visceral na América Latina. Fonte:
                       CICLO BIOLÓGICO
  http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Lutzomyia_longipalpis-sandfly.jpg

Figura 1 Ciclo biológico da Leishmaniose Visceral. Fonte: adaptado de:
http://commons.wikimedia.org/wiki/Template:Other_versions/Leishmaniasis_life_cycle_diagram
                                                                      25/2/2013            6
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  • 1. UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA DEPARTAMENTO CIÊNCIAS HUMANAS – CAMPUS VI COLEGIADO DE GEOGRAFIA GEOGRAFIA DA SAÚDE LEISHMANIOSE VISCERAL DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DOS CASOS NA CIDADE DE CAETITÉ NO PERÍODO DE 2009 A 2011 JEANE TEIXEIRA; JULIANA ANASTÁCIA DOS SANTOS; NÁJYLA BETRINE BATISTA CHAGAS; PABLO KEHOMA COSTA 1
  • 2. IDEIAS INTRODUTÓRIAS • Deuses; • Hipócrates: Ares, águas e lugares - Conceito ecológico; - Doenças silvestres • Analisar os casos Caetité no período de 2009 a 2011; • Identificar e mapear os bairros; • Secretaria Municipal de Saúde de Caetité; • Milton Santos e outros intelectuais; • Programas de vigilância e controle da leishmaniose visceral; • Pesquisas acadêmicas; • Qualidade de vida da população. 25/2/2013 2
  • 3. HISTÓRICO DA DOENÇA • A primeira descrição da Leishmaniose Visceral (LV) foi na Grécia, em 1835 onde anteriormente era conhecida como “ponos” (Deus da dor, na mitologia grega). Em 1869 foi denominada na Índia de “Kala-jwar” (febre negra) ou “Kala-azar” (Calazar) em virtude do escurecimento da pele ocorrido durante a doença (MARZOCHI, 1981). 25/2/2013 3
  • 4. William Boog Leishman no ano de 1900, em Bengal na Índia, identificou a presença de um protozoário no baço de um soldado que foi a óbito em decorrência da febre “Dum Dum”. Em 1903, o agente etiológico foi descrito por Donovan que demonstrou a presença dos parasitos em aspirados esplênicos de uma criança que apresentava febre irregular. Rogers, em 1904, foi o primeiro a cultivar o parasita em sangue citratado a 22ºC e observou que nas culturas o parasita se apresentava na forma flagelada. Nicolle e colaboradores encontraram parasitos em cães no ano de 1908, na Tunísia, sugerindo o papel destes animais como reservatórios. Apenas no ano de 1931 é que os flebotomíneos foram incriminados como vetores , onde a transmissão da doença ficou conhecida através de xenodiagnóstico em hamsters (MICHALICK e GENARO, 2005). 25/2/2013 4
  • 5. No Brasil em 1934, Henrique Penna relatou os primeiros caso da infecção no país a partir de lâminas histológicas de fígado examinadas post mortem para diagnóstico de febre amarela (LAINSON et al., 1986; GENARO, 2000; RANGEL e LAINSON, 2003). Evandro Chagas estudando a epidemiologia da doença suspeitou que o mosquito responsável pela transmissão aos humanos fosse o flebotomíneo L. longipalpis devido sua constante presença ao redor e no interior das residências de pacientes doentes (CHAGAS, 1936; RANGEL e LAINSON, 2003). 25/2/2013 5
  • 6. As várias formas da doença são transmitidas de animais silvestres ou domésticos para o homem por intermédio da picada de mosquitos hematófagos do gênero Lutzomyia (CAMARGO e BARCINSKI, 2003). VETOR DE TRANSMISSÃO Figura 2. O vetor (Lutzomyia longipalpis) responsável pela transmissão da Leishmaniose Visceral na América Latina. Fonte: CICLO BIOLÓGICO http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Lutzomyia_longipalpis-sandfly.jpg Figura 1 Ciclo biológico da Leishmaniose Visceral. Fonte: adaptado de: http://commons.wikimedia.org/wiki/Template:Other_versions/Leishmaniasis_life_cycle_diagram 25/2/2013 6
  • 7. Figura 3. Eco-epidemiologia da leishmaniose visceral americana no Estado do Pará: 1. o parasita se mantém no ciclo enzoótico silvestre em raposas e possivelmente em outros animais por uma população silvestre do flebótomo Lutzomyia longipalpis; 2,3. A invasão pelo vetor das moradias localizadas na proximidade da floresta estabelece a infecção no cão e no homem. Linhas contínuas indicam a rota de transmissão definida e as linhas descontínuas representam uma possível transmissão entre outros animais silvestres, e provavelmente o homem também serve de fonte de infecção para o flebótomo. 25/2/2013 7
  • 8. ÁREA DE ESTUDO Localizada na Microrregião da Serra Geral, também chamada Chapada Diamantina e das Almas, a cidade de Caetité situa-se na zona de transição entre o planalto e a depressão do São Francisco a 827 metros de altitude e a 800 quilômetros de Salvador. FIGURA 5- LOCALIZAÇÃO ESPACIAL DO MUNICÍPIO DE CAETITÉ. 25/2/2013 8
  • 9. MATERIAIS E MÉTODOS Para estabelecer possíveis relações entre a saúde da população da área de estudo, foram coletadas informações junto à Secretaria Municipal de Saúde de Caetité, com a solicitação de informações sobre Leishmaniose Viral, no período de 2009 a 2011, no Município de Caetité-Ba. Posteriormente, foram mapeados e identificados os casos de leishmaniose por bairro. 25/2/2013 9
  • 10. RESULTADOS E DISCUSSÕES 25/2/2013 10
  • 11. • Para analisar os casos de leishmaniose na cidade de Caetité a prefeitura conta com o serviço específico que divide a cidade por setores. • Se forem detectados que os cães estão infectados os mesmo tem que ser levados ao canil municipal para que sejam sacrificados. • Após analisar os dados que a pesquisa de campo junto a secretária de saúde, foi possível criar um mapa com os setores, e perceber em qual setor da cidade de Caetité, tinham mais cães com suspeita de contaminação, constatou-se então que os Bairros do Alto do Cristo e o Observatório tem os maiores índices de cães com suspeitas de leishmaniose. • Este bairro também é o que tem em seus registros duas mortes de humanos por contraírem a doença, pode-se pensar que a proximidade dos mesmo a área de matas possa ser uma das causas dos números expressivos que encontramos durante a pesquisa. • Segundo a secretaria de vigilância epidemiológica de Caetité, o número de casos de pessoas infectadas pela leishmaniose visceral na cidade tem aumentado, enfatiza. 25/2/2013 11
  • 12. 2.5 Número de casos de Leishmaniose viceral 2 1.5 Leishmaniose viceral 1 0.5 0 2009 2010 2011 25/2/2013 12
  • 13. [...] apesar de casos isolados, existem casos e, o que mais tememos é devido ao aumento do número de cães infectados, mesmo com os mecanismos de controle eficientes, existem situações que fogem do nosso controle... temos exemplo de pessoas que não levam o animal para ser vacinado, não tem um acompanhamento com um veterinário e, muitas outras situações que podem deixar a população vulnerável. 25/2/2013 13
  • 14. PARA CONCLUIR... A apropriação social do espaço produz territórios e territorialidades propícias à disseminação de doenças, Milton Santos é conciso. Entretanto, cabe aos órgãos competentes à tomada de decisões de tal modo a considerar o processo saúde-doença e, intervir nesse processo de modo que a melhoria na qualidade de vida da população seja o objetivo primordial de suas ações. A partir das informações apresentadas, deve ser considerado que a ocorrência da LV está intimamente ligada a natureza tendo em vista que, a proliferação dos vetores causadores da doença estão relacionados a residências localizadas próximas a matas ou em condições precárias de infraestrutura como a falta de esgotamento sanitário por exemplo. 25/2/2013 14
  • 15. REFERÊNCIAS CONSULTADAS BASANO, S. A.; CAMARGO, L. M. A. Leishmaniose tegumentar americana: histórico, epidemiologia e perspectivas de controle. Rev. Bras. Epidemiol, São Paulo, v. 7, n. 3, p.328-337, Sep. 2004. CAMARGO, L. M.; BARCINSKI, M. A. Leishmanioses, feridas bravas e kalazar. Ciência Cultura, São Paulo, v. 55, n. 1, p. 34-37, 2003. CERQUEIRA, E. J. L.; SILVA, E. M., MONTE-ALEGRE, A. F.; SHERLOCK, Í. A. Considerações sobre pulgas (Siphonaptera) da raposa Cerdocyon thous (Canidae) da área endêmica de leishmaniose visceral de Jacobina, Bahia, Brasil. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. v. 33, n. 1, p. 91-93, 2000. CHAGAS, E. Primeira verificação em individuo vivo, da leishmaniose visceral no Brasil. Brasil-Médico, v. 50, p. 221-222, 1936. GENARO, O. Leishamniose visceral americana. In: NEVES, D. P.; MELO, A. L.; LINARDI, P. M. Parasitologia Humana. Atheneu, São Paulo, c. 10, p. 56-72, 2000. 25/2/2013 15
  • 16. GONTIJO, C. M. F.; MELO, M. N. Leishmaniose visceral no Brasil: quadro atual, desafios e perspectivas. Revista Brasileira de Epidemiologia., São Paulo, v. 7, n. 3, p.338- 349, 2004. LAINSON, R; SHAW, J. J.; SILVEIRA, F. T.; BRAGA, R. R.; RYAN, L; POVOA, M. M.; et al. A Leishmania e as Leishmanioses. In: Lainson R, organizador. Instituto Evandro Chagas: 50 anos de contribuição às ciências biológicas e à medicina tropical. Serviços de saúde pública. Belém: Instituto Evandro Chagas. v. 1, p. 83-124, 1986. MARZOCHI, M. C. A.; COUTINHO, S. G.; SOUZA, W. J.; AMENDOEIRA, M.R. Leishmaniose Visceral ( Calazar). Jornal Brasileiro de Medicina, v. 41, n. 5, p. 61- 84, 1981. MICHALICK, M. S. M.; GENARO, O. Leishmaniose visceral americana. In: NEVES, D. P.; MELO, A. L.; LINARDI, P. M.; VITOR, R. W. A. Parasitologia Médica. Atheneu, São Paulo, c. 10, v. 1, p. 67-83, 2005. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Manual de Vigilância e Controle da Leishmaniose Visceral. 1 ed., série A. Normas e Manuais Técnicos. Brasília-DF. 2006. 62 p. RANGEL, E. F.; LAINSON, R. Ecologia das Leishmanioses. Lutzomyia longipalpis e a Eco- Epidemiologia da Leishmaniose Visceral Americana (LVA) no Brasil. c. 6, p. 310 -336, 2003. 25/2/2013 16
  • 17. REY, L. O complexo “Leishmania donovani” e a Leishamaníase Visceral. In.: Parasitologia. Parasitos e Doenças Parasitárias do homem nas Américas e na África. 3ed., Guanabara Koogan, c. 19, 2001. SANTOS, Milton. A natureza do espaço: técnica e tempo, razão e emoção. São Paulo: Hucitec, 1996. SCLIAR, Moacyr. Um olhar sobre a saúde pública. 1.ed. São Paulo: Scipione, 2003. SILVA, D.G. Padronização do cultivo de amastigotas axênicos e intracelulares de Leishmania spp. e análise da atividade leishmanicida de chalconas. Dissertação (Mestrado em Biotecnologia) - Universidade de Santa Catarina, 2008. 25/2/2013 17