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Novembro negro | Black Millennials of Brazil

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  1. 1. Black millennials of Brazil Mundo Negro | Zeroponto54 | Negros digitais
  2. 2. Black millennials of Brazil Mundo Negro | Zeroponto54 | Negros digitais
  3. 3. 54% da população brasileira se considera negra. É a primeira vez que podemos dizer que negros são maioria no Brasil. Fonte: IBGE
  4. 4. “The black population has more access to effective knowledge about African and Afro-Brazilian history to realize that being black is a positive thing” Katia Regis, Coordinator for African and Afro-Brazilian studies Fonte: El País
  5. 5. A ênfase é necessária porque negros, independente da classe econômica, possuem comportamentos específicos on e offline que merecem ser documentados. Além disso, a nossa proposta é trazer a diversidade para normalizar o Brasil mestiço do jeito que ele é.
  6. 6. O Mundo Negro foi um dos primeiros portais feito para negros no Brasil. No ar desde 2001 ele é um dos principais sites com conteúdo exclusivo para negros, produzidos por jornalistas, sendo um espaço de notória credibilidade, o que numa era repleta de “produtores de conteúdo”, garante ao portal um destaque em comparação aos demais veículos voltados para esse público.
  7. 7. Consultoria dedicada a garimpar insights de consumo e comportamento da classe C; composta hoje por uma maioria assumidamente negra.
  8. 8. Pesquisa de amostra qualitativa publicada online com 510 respostas de pessoas que se declararam negras. A página esteve no ar entre os dias 04 de setembro até o dia 25 de outubro de 2016.
  9. 9. MULHERES SÃO 73,14% DESTA AMOSTRA
  10. 10. A expressão americana black millennials se aplica perfeitamente aos primeiros dados apresentados nesta pesquisa. Dos que responderam a maior porcentagem deles têm entre 24 e 35 anos. Em segundo lugar ficaram os mais novos com idade entre 18 e 24 anos. Somente esta soma representa 62.21%.
  11. 11. São Paulo, Bahia e Rio de Janeiro lideram como os estados mais presentes na pesquisa como terra natal. No total de 63,71%. Em seguida estão os estados de Minas Gerais e Rio Grande do Sul. Solteiros representam 64,34% e 18,92% estão “fora do mercado”.
  12. 12. 18.92% SÃO CASADOS; SOLTEIROS SÃO MAIORIA.
  13. 13. “o desktop deixou de ser o dispositivo que oferecia a primeira experiência com a internet. Esse papel foi passado aos smartphones que, de modo geral, são mais baratos que os computadores de mesa ou tablets.” Classe C de Conectados, Think With Google
  14. 14. Mesmo imersos no digital, compras online ainda são pouco frequentes para 39,60%. Este número representa tanto uma oportunidade quanto um desafio para os e-commerces brasileiros, sobretudo porque 72,64% usam o smartphone para se manterem mais de 4 horas conectados todos os dias, sobretudo à noite.
  15. 15. De olho nisso, o Facebook, rede preferida de 64,88% desta amostra, se movimenta para tentar virar uma plataforma de compras com loja disponível nas páginas. Nos Estados Unidos, por exemplo, apenas 1% das compras online são de links postados em redes sociais.
  16. 16. By incorporating e-commerce tools into all of its offerings, Facebook is trying to create a platform that gives users little reason to look elsewhere. Moreover, its active user base provides the company with a massive number of people to reach when looking to drive up e-commerce orders through Facebook — in fact, global Facebook users far outnumber shoppers on e-commerce sites like Amazon. Fonte: Business Insider
  17. 17. Racismo é um assunto inevitável quando se fala da presença negra online. As redes sociais trouxeram um novo Brasil à tona, com muitos relatos de casos de discriminação e preconceito. No entanto, é surpreendente o dado de que 77% não foi vítima de racismo na internet. Este número precisa de um olhar mais atento porque o Facebook, por exemplo, cria bolhas ideológicas dentro das timelines. Além disso, por se tratar de uma rede social de amigos, parentes e conhecidos, as chances de ocorrer este tipo de situação reduz drasticamente.
  18. 18. Sem a intervenção do algoritmo, os progressistas teriam visto 24% de notícias incômodas e, os conservadores, 35%. Ou seja, essa fórmula idealizada nos computadores do Facebook ajuda a reduzir a diversidade ideológica do mural dos usuários, mas não é a principal culpada. De acordo com o estudo, os usuários são os responsáveis por se fechar em suas próprias ideias: se não escolhessem suas amizades como o fazem, mas de forma aleatória, os progressistas veriam cerca de 45% de notícias contrárias às suas ideias, em comparação a 40% pelos conservadores. Fonte: El País
  19. 19. Das pessoas que sofreram racismo na internet, 15,89% usaram as redes sociais para relatar o ocorrido. Expor estes casos mobilizam pessoas e geram conversas sobre o enfrentamento do racismo no país.
  20. 20. A desinformação sobre como denunciar está presente em 55,05% dos que responderam a pesquisa. Além de não saberem como proceder, 62,91% dos que fizeram isso pela internet não ficaram satisfeitos com o resultado.
  21. 21. Veículos específicos para negros são acompanhados nas redes sociais por 53,74%. Se virarem produtores digitais, 62,94% abordariam a questão racial em seus canais.
  22. 22. CONCLUSÃO Objeto de estudo aqui e lá fora, os black millennials são onipresentes por toda a web, mesmo com a preferência de algumas redes sociais. Sua influência está presente em todo o país e a amostra qualitativa traz mais conhecimento sobre este público. A surpreendente resposta de que uma maioria não enfrentou racismo online, não deve ser encarada como sinal de que o Brasil é um país perfeito. Isso pode ser encarado como um sinal causado pelas bolhas do Facebook, a rede preferida dos usuários. Debater como realizar denúncias, além de acompanhá-las, se mostrou urgente na amostra. Muitos demonstraram não saber como fazer isso.
  23. 23. A EVOLUÇÃO DO E-COMMERCE NO MOBILE, TENDÊNCIA CHAVE COMPORTAMENTO A evolução do e-commerce no mobile é, sem dúvidas, a maior tendência detectada nesta pesquisa qualitativa. Milhões de brasileiros da classe c estão hiper conectados no Facebook, uma rede social cativante, mas ainda muito voltada para o branding das marcas. O uso de smartphone, sobretudo à noite, e no Facebook também é um indicativo de que é entretenimento e informação dominam o consumo digital dos black milennials. Micro e pequenas empresas que têm como target a nova classe média, podem usar o facebook para conseguir se aproximar deste público. No entanto, não devemos abandonar os anúncios ao redor da web como adwords, por exemplo. A estratégia conjunta é a melhor saída. Quem conseguir desenvolver uma forma simplificada de vender na rede, vai ganhar mais em pouco tempo.
  24. 24. Obrigada! fb.com/Zeroponto54 fb.com/SiteMundoNegro

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