Cooperação e Interação na Rede
A internet já não é mais um oceano desconhecido, já navegamos, por seus mares, lemos, linkamos, criamos blog, somos autore...
Quando criamos nosso blog e o disponibilizamos na internet, enraizamos nossas conquistas e temos condições de interagir e ...
Que possamos refletir a importância da cooperação no aprender e ensinar, conscientes do papel das redes digitais na promoç...
Há pouco mais de dez anos, a web não fazia parte do contexto da maioria das escolas, as fontes de pesquisa apoiavam-se nos...
A internet revolucionou o processo educacional, pois a cooperação e partilha de saberes toma uma dimensão global, as infor...
A internet trouxe mudanças tão profundas que atualmente autores estudam o fenômeno da então denominada  Sociedade da Infor...
Sociedade da Informaçã o ou  Sociedade do Conhecimento  são expressões que entraram em uso na última, estão associadas ao ...
Alguns autores defendem o uso da palavra conhecimento, pois informação teria um cunho mais tecnológico, já que informação ...
Carlos Nepumeno publicou em :  A Sociedade da informação não existe,  que em qualquer época, a informação ( e as redes que...
Para este autor até pouco tempo atrás estávamos na época do palpável, não existia softwares, banco de dados; A marca da em...
Com a globalização, o aumento da população e a chegada da internet, digitalizamos o mundo e todos os registros que tínhamo...
Vivemos uma sociedade diferente da construída pela Revolução Industrial, mas será que é a Sociedade da Informação?
Temos uma realidade o volume de informações cresceu e:  temos a sociedade da informação?
Podemos comparar a quantidade de informações proporcional ao número de habitantes no Brasil, com dados arredondados: Ano –...
Portanto, quanto mais pessoas, mais crescimento aritmético, temos pelo aumento do número de relações, uma expressão geomét...
Em todas estas situações e as redes que a sustentam foram fundamentais para manter o equilíbrio entre a população e suas n...
Quanto mais evoluímos, mais precisamos sofisticar os ambientes de informações, suas redes de conhecimento. É uma relação q...
Vejamos, o ambiente oral precisou da escrita, e da escrita fomos para o digital, virtualizamos o mundo,  conectamos e perm...
Nesta sociedade da informação ( conhecimento?),  O Computador vai substituir o professor?
Andréa Cecília Ramal (2000), diz que: A internet está trazendo consigo um novo modelo de educação, uma forma diferente de ...
A existência desta grande rede nos faz pensar na escola que temos, ainda tão fechada, limitada, desconectada do mundo, da ...
Precisamos conversar sobre nossos sonhos para a escola.
Ivan Illich  – Sonhava com uma educação que fosse limitada às instituições; Jean- Jacques Rousseau -  Pensava numa escola ...
Goleman –  Escreve sobre uma escola que permita desenvolver o lado emocional, que tenha espaço para as artes, música, as c...
De repente a tecnologia entra na escola e leva o professor a questionar-se: Como é minha aula? Será que o professor vai se...
E Andréia Ramal responde que sim e explica que o pior de nós professores é o que vai ser substituído . A pior aula, o lado...
Com o recurso do computador poderemos transformar exposições maçantes em aulas multimídia interativas, com telas e interfa...
Neste processo segundo Andrea é necessário o professor despir-se da figura de transmissor do saber e começar a construir j...
Andréa Cecília Ramal destaca  que é inútil tentar concorrer com a quantidade e qualidade de informações disponíveis na  In...
Ao final do seu artigo ela afirma que precisamos reinventar a nossa profissão e articula sua proposta com os três eixos de...
A autora então propõe que um professor deve atuar: "Nos conteúdos conceituais, como arquiteto cognitivo, responsável ...
Nos conteúdos procedimentais, como dinamizador de grupos, ao ajudar os estudantes a descobrirem as formas pelas quais se c...
Gerenciando uma sala de aula na qual os estudantes, com suas diversas competências, dialogam com respeito entre si e estab...
E nos conteúdos atitudinais, como educador, comprometendo-se com o desafio de estimular a consciência crítica para que tod...
Bibliografia NEPOMUCENO, Carlos  - A Sociedade da informação não existe.  http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/04/0...
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Cooperacao e interacao_na_rede

  1. 1. Cooperação e Interação na Rede
  2. 2. A internet já não é mais um oceano desconhecido, já navegamos, por seus mares, lemos, linkamos, criamos blog, somos autores nesta web.
  3. 3. Quando criamos nosso blog e o disponibilizamos na internet, enraizamos nossas conquistas e temos condições de interagir e cooperar na rede.
  4. 4. Que possamos refletir a importância da cooperação no aprender e ensinar, conscientes do papel das redes digitais na promoção da aprendizagem.
  5. 5. Há pouco mais de dez anos, a web não fazia parte do contexto da maioria das escolas, as fontes de pesquisa apoiavam-se nos livros disponíveis nas bibliotecas escolares, enciclopédias, e o professor era o detentor de informações.
  6. 6. A internet revolucionou o processo educacional, pois a cooperação e partilha de saberes toma uma dimensão global, as informações cresceram de maneira explosiva, enciclopédias impressas tornam-se, em grande parte “obsoletas” por não contarem com atualização contínua, tipica do meio digital.
  7. 7. A internet trouxe mudanças tão profundas que atualmente autores estudam o fenômeno da então denominada Sociedade da Informaçã o ou Sociedade do Conhecimento.
  8. 8. Sociedade da Informaçã o ou Sociedade do Conhecimento são expressões que entraram em uso na última, estão associadas ao termo globalização, e pretendem designar mudanças econômicas e sociais que vem ocorrendo a partir das TICs.
  9. 9. Alguns autores defendem o uso da palavra conhecimento, pois informação teria um cunho mais tecnológico, já que informação tem significado menos abrangente que conhecimento.
  10. 10. Carlos Nepumeno publicou em : A Sociedade da informação não existe, que em qualquer época, a informação ( e as redes que a sustentam) foi fundamental para manter o equilíbrio entre a população e suas necessidades.
  11. 11. Para este autor até pouco tempo atrás estávamos na época do palpável, não existia softwares, banco de dados; A marca da empresa não era o mais importante, o trabalhador era braçal e não vendia horas de seu cérebro;
  12. 12. Com a globalização, o aumento da população e a chegada da internet, digitalizamos o mundo e todos os registros que tínhamos dele.
  13. 13. Vivemos uma sociedade diferente da construída pela Revolução Industrial, mas será que é a Sociedade da Informação?
  14. 14. Temos uma realidade o volume de informações cresceu e: temos a sociedade da informação?
  15. 15. Podemos comparar a quantidade de informações proporcional ao número de habitantes no Brasil, com dados arredondados: Ano – Habitantes 1550 – 15 mil 1660 – 184 mil 1960 – 70 milhões 2000 – 170 milhões Hoje – 191 milhões
  16. 16. Portanto, quanto mais pessoas, mais crescimento aritmético, temos pelo aumento do número de relações, uma expressão geométrica da complexidade.
  17. 17. Em todas estas situações e as redes que a sustentam foram fundamentais para manter o equilíbrio entre a população e suas necessidades.
  18. 18. Quanto mais evoluímos, mais precisamos sofisticar os ambientes de informações, suas redes de conhecimento. É uma relação que fica a cada passo mais complexa.
  19. 19. Vejamos, o ambiente oral precisou da escrita, e da escrita fomos para o digital, virtualizamos o mundo, conectamos e permitimos a interação entre pessoas, para navegarmos neste mar informacional cada vez mais largo.
  20. 20. Nesta sociedade da informação ( conhecimento?), O Computador vai substituir o professor?
  21. 21. Andréa Cecília Ramal (2000), diz que: A internet está trazendo consigo um novo modelo de educação, uma forma diferente de aprendizagem, e precisamos entendê-lo, apropriar-nos disso, ser protagonistas da mudança.
  22. 22. A existência desta grande rede nos faz pensar na escola que temos, ainda tão fechada, limitada, desconectada do mundo, da vida do aluno; ainda tão distante da realidade de imagens, sons, cores e palavras em hipermídia que constitui a nossa vida hoje.
  23. 23. Precisamos conversar sobre nossos sonhos para a escola.
  24. 24. Ivan Illich – Sonhava com uma educação que fosse limitada às instituições; Jean- Jacques Rousseau - Pensava numa escola que não corrompesse o homem, deixando vir à tona o que temos de melhor; Jean Piaget – Queria que os níveis mentais fossem respeitados, sem pular etapas, para que aprendessem sem decorebas, ou queima de etapas; Freinet – sonhava com uma escola prazerosa, agradável e divertida . Paulo Freire – Sonhava com um lugar em que o saber do aluno fosse valorizado.
  25. 25. Goleman – Escreve sobre uma escola que permita desenvolver o lado emocional, que tenha espaço para as artes, música, as coisas que nos tornam mais humanos.
  26. 26. De repente a tecnologia entra na escola e leva o professor a questionar-se: Como é minha aula? Será que o professor vai ser substituído pelo computador?
  27. 27. E Andréia Ramal responde que sim e explica que o pior de nós professores é o que vai ser substituído . A pior aula, o lado repetitivo, burocrático e por vezes até acomodado da escola, esse vamos deixar para o computador.
  28. 28. Com o recurso do computador poderemos transformar exposições maçantes em aulas multimídia interativas, com telas e interfaces coloridas, atrativas à elaboração do saber.
  29. 29. Neste processo segundo Andrea é necessário o professor despir-se da figura de transmissor do saber e começar a construir junto com os alunos algo novo. Muitas vezes nossos alunos serão nossos mestres, na verdade nessa nova sala de aula, todos serão mestres.
  30. 30. Andréa Cecília Ramal destaca que é inútil tentar concorrer com a quantidade e qualidade de informações disponíveis na Internet . E nós já sabemos que também não podemos simplesmente ignorar a sua existência.
  31. 31. Ao final do seu artigo ela afirma que precisamos reinventar a nossa profissão e articula sua proposta com os três eixos de conteúdos apontados pelos PCN: conceituais, procedimentais e atitudinais.
  32. 32. A autora então propõe que um professor deve atuar: "Nos conteúdos conceituais, como arquiteto cognitivo, responsável por traçar as estratégias e definir os métodos mais adequados para que o aluno chegue a uma construção ativa do conhecimento;
  33. 33. Nos conteúdos procedimentais, como dinamizador de grupos, ao ajudar os estudantes a descobrirem as formas pelas quais se chega ao saber, os processos mais eficazes e o diálogo possível entre as disciplinas,
  34. 34. Gerenciando uma sala de aula na qual os estudantes, com suas diversas competências, dialogam com respeito entre si e estabelecem parcerias produtivas;
  35. 35. E nos conteúdos atitudinais, como educador, comprometendo-se com o desafio de estimular a consciência crítica para que todos os recursos desse novo mundo sejam utilizados a serviço da construção uma de humanidade também nova, com base nos critérios de justiça social e respeito à dignidade humana". ( RAMAL, 2000 ).
  36. 36. Bibliografia NEPOMUCENO, Carlos - A Sociedade da informação não existe. http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/04/01/a-sociedade-da-informacao-nao-existe/ RAMAL,Andrea – O computador vai substituir o professor. http://www.pedroarrupe.com.br/upload/OCOMPUTADORVAISUBSTITUIROPROFESSOR.pdf

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