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Modernismo brasileiro Segunda fase 1930 a 1945
DI CAVALCANTI
CÂNDIDO PORTINARI “ MESTIÇO”- 1934
A época ,[object Object],[object Object]
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. A quebra da bolsa de Nova York, em 1929, ao desencadear uma depressão econômica mundial, fez cair vertiginosamente o preço do café, nosso principal produto de exportação. . Na esteira da perda de poder econômico dos barões do café, ocorre a Revolução de 1930 que levou Getúlio Vargas à presidência da República, pondo fim à política do “café-com-leite”.  A chamada Era Vargas só terminaria em 1945.
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Cartazes da Revolução  Constitucionalista
Modelos de aviões utilizados na Revolução Constitucionalista
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É um dos idealizadores e organizadores da Semana de Arte Moderna de 1922, autor do material gráfico da exposição.   DI   CAVALCANTI Contexto cultural da época -  A mulata, para mim, é um símbolo do Brasil.  Ela não é preta nem branca.  Nem rica nem pobre.  Gosta de música, gosta do futebol, como nosso povo. (...)"   " Moço continuarei até a morte porque, além dos bens que obtenho com minha imaginação, nada mais ambiciono."
Poemas de Carlos Drummond de Andrade e Vinicius de Moraes a Di Cavalcanti ...  Que bom que existas, pintor Enamorado das ruas Que bom vivas, que bom sejas Que bom lutes e construas Poeta o mais carioca Pintor o mais brasileiro Entidade mais dileta Do meu Rio de Janeiro - Perdão meu irmão poeta Nosso Rio de Janeiro (Vinícius de Morais, setembro de 1963) Uma Flor para Di Cavalcanti Esta é uma flor para Di, uma flor em forma di- ferente: de flor-mulher, desabrochada onde quer que exista amor e verão. Verão como a cor cinti- la nas curvas, e sorri nesse púrpuro arrebol que Di tirou do seu Rio coado de mel e sol. Uma flor-pintura, zi- nindo o canto de amor que acompanhou toda a vi- da do pincel, o gozo-dor  de criar e de sentir, di- vina e tão sensual ração  que coube, na Terra, a Di. Carlos Drummond de Andrade
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“ Auto-retrato” - 1943 “ Moças no vilarejo” década de 1940   DI CAVALCANTI- Obras
“ Mulatas e pássaros” década de 30 “ Colonos” - 1945
CÂNDIDO PORTINARI - Obras ,[object Object],“ Circo” -1933
“ Retirantes” – 1936 “ Marias” - 1936
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Poetas da época ,[object Object]
Cecília Meireles ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
“ Liberdade,essa palavra que o sonho humano alimenta, não há ninguém que explique e ninguém que não entenda.”
Vinícius de Moraes ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object]
 
Carlos Drummond de Andrade ,[object Object],[object Object]
[object Object],No meio do caminho tinha uma pedra Tinha uma pedra no meio do caminho Tinha uma pedra No meio do caminho tinha uma pedra... José E agora, José? A festa acabou A luz apagou, O povo sumiu A noite esfriou, E agora, José?...
Murilo Mendes ,[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],[object Object],Murilo Mendes -1931 Por C. Portinari
Jorge de Lima ,[object Object],[object Object],[object Object]
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O Romance de 1930 ,[object Object]
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GRACILIANO RAMOS ,[object Object]
Capa da última edição da obra Vidas Secas (50 anos da morte do escritor/2003) e busto de Graciliano Ramos por Cândido Portinari.
RACHEL DE QUEIROZ ,[object Object]
Rachel de Queiroz, a primeira mulher eleita para a Academia Brasileira de Letras Inserida no Modernismo, a prosa regionalista de Rachel de Queiroz retrata numa linguagem enxuta e viva, o Nordeste, mais especificamente, o Ceará.
JOSÉ LINS DO REGO ,[object Object]
Fotos de José Lins do Rego e José Américo de Almeida, autor de A Bagaceira.
JORGE AMADO ,[object Object]
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Modernismo brasileiro apresentação final

  • 1. Modernismo brasileiro Segunda fase 1930 a 1945
  • 3. CÂNDIDO PORTINARI “ MESTIÇO”- 1934
  • 4.
  • 5.
  • 6. . A quebra da bolsa de Nova York, em 1929, ao desencadear uma depressão econômica mundial, fez cair vertiginosamente o preço do café, nosso principal produto de exportação. . Na esteira da perda de poder econômico dos barões do café, ocorre a Revolução de 1930 que levou Getúlio Vargas à presidência da República, pondo fim à política do “café-com-leite”. A chamada Era Vargas só terminaria em 1945.
  • 7.
  • 8. Cartazes da Revolução Constitucionalista
  • 9. Modelos de aviões utilizados na Revolução Constitucionalista
  • 10.
  • 11.
  • 12.
  • 13.
  • 14. É um dos idealizadores e organizadores da Semana de Arte Moderna de 1922, autor do material gráfico da exposição. DI CAVALCANTI Contexto cultural da época - A mulata, para mim, é um símbolo do Brasil.  Ela não é preta nem branca.  Nem rica nem pobre.  Gosta de música, gosta do futebol, como nosso povo. (...)"  " Moço continuarei até a morte porque, além dos bens que obtenho com minha imaginação, nada mais ambiciono."
  • 15. Poemas de Carlos Drummond de Andrade e Vinicius de Moraes a Di Cavalcanti ... Que bom que existas, pintor Enamorado das ruas Que bom vivas, que bom sejas Que bom lutes e construas Poeta o mais carioca Pintor o mais brasileiro Entidade mais dileta Do meu Rio de Janeiro - Perdão meu irmão poeta Nosso Rio de Janeiro (Vinícius de Morais, setembro de 1963) Uma Flor para Di Cavalcanti Esta é uma flor para Di, uma flor em forma di- ferente: de flor-mulher, desabrochada onde quer que exista amor e verão. Verão como a cor cinti- la nas curvas, e sorri nesse púrpuro arrebol que Di tirou do seu Rio coado de mel e sol. Uma flor-pintura, zi- nindo o canto de amor que acompanhou toda a vi- da do pincel, o gozo-dor  de criar e de sentir, di- vina e tão sensual ração  que coube, na Terra, a Di. Carlos Drummond de Andrade
  • 16.
  • 17.
  • 18. “ Auto-retrato” - 1943 “ Moças no vilarejo” década de 1940 DI CAVALCANTI- Obras
  • 19. “ Mulatas e pássaros” década de 30 “ Colonos” - 1945
  • 20.
  • 21. “ Retirantes” – 1936 “ Marias” - 1936
  • 22.
  • 23.
  • 24.
  • 25.
  • 26. “ Liberdade,essa palavra que o sonho humano alimenta, não há ninguém que explique e ninguém que não entenda.”
  • 27.
  • 28.  
  • 29.
  • 30.
  • 31.
  • 32.
  • 33.
  • 34.
  • 35.
  • 36.
  • 37. Capa da última edição da obra Vidas Secas (50 anos da morte do escritor/2003) e busto de Graciliano Ramos por Cândido Portinari.
  • 38.
  • 39. Rachel de Queiroz, a primeira mulher eleita para a Academia Brasileira de Letras Inserida no Modernismo, a prosa regionalista de Rachel de Queiroz retrata numa linguagem enxuta e viva, o Nordeste, mais especificamente, o Ceará.
  • 40.
  • 41. Fotos de José Lins do Rego e José Américo de Almeida, autor de A Bagaceira.
  • 42.
  • 43. Jorge Amado - 1934 por Cândido Portinari
  • 44.
  • 45. Érico Veríssimo relendo seus manuscritos.
  • 46.  
  • 47.
  • 48.