Barreiras para
o CresCimento da
IndústrIa paulIsta
Voz da indústria paulista
ratifica prioridades do país

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empresários paulis...
do país, preconizando medidas eficazes para mitigar
    o “Custo Brasil”. ou seja, o resultado expresso nas
    respostas ...
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o CresCimento da
IndústrIa paulIsta




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Barreiras para
o CresCimento
da indústria paulista
Maio de 2010


oBJetiVo

     Esta pesquisa teve como objetivo levantar...
sUmÁrio eXeCUtiVo

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      indústria paulista, sendo lembrad...
- transporte: destacando-se o custo dos pedágios.
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bandeira da reforma tributária deve continuar sendo
     defendida pela Fiesp junto aos governantes para que uma
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principais barreiras para
o crescimento da indústria
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TribuTação
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JUROS E CRÉDITO
          dentro do grande tema de juros e crédito, 76% das
     indústrias citaram o custo do crédito com...
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    JUROS E CRÉDITO                11%       15%       10%      10%


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MÃO DE OBRA
          a tributação sobre a folha de pagamento foi o
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CÂmBio e ComÉrCio
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PoLÍtiCa inDUstriaL
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EnErGIa E
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     energia elétrica é o principal...
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ConClusÃo

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  1. 1. Barreiras para o CresCimento da IndústrIa paulIsta
  2. 2. Voz da indústria paulista ratifica prioridades do país Com o propósito de auscultar a opinião dos empresários paulistas sobre os temas prioritários a serem discutidos com os candidatos à presidência da república e ao Governo do Estado, a FIEsp solicitou ao IBopE a pesquisa “Barreiras para o Crescimento da Indústria paulista”. a amostragem é ampla e diversificada, abrangendo mil empresas, de micro, pequeno, médio e grande portes, alcançando de maneira proporcional todo o perfil da manufatura paulista. dentre os grandes temas abordados, a tributação é o principal obstáculo, de acordo com 65% dos entrevistados. seguem-se os juros e o crédito (11%) e o custo da mão-de-obra, em especial os encargos incidentes sobre a folha de pagamentos (9%). os resultados indicam que as bandeiras que vêm sendo defendidas com vigor pela FIEsp respondem aos mais prioritários anseios e prioridades do empresariado. por outro lado, a importante pesquisa ratifica a necessidade de se promoverem as reformas estruturais, há tanto tempo postergadas pelo Executivo e o legislativo. É uma voz uníssona da indústria paulista, um dos segmentos com mais peso no pIB e nas exportações 3
  3. 3. do país, preconizando medidas eficazes para mitigar o “Custo Brasil”. ou seja, o resultado expresso nas respostas é a própria personificação do bom senso. Com certeza, a pesquisa é um forte instrumento para o exercício da democracia participativa, cuja prática é um dos principais agentes das transformações positivas da história e das nações. afinal, nenhum candidato a cargo eletivo, em especial à presidência da república, poderá ignorar o diagnóstico e as medidas preconizadas por uma indústria como a de são paulo, no contexto de um programa sério voltado ao crescimento sustentado. abalizada pela permanente mobilização da FIEsp e respaldada por nossa pesquisa, cujo resultado reflete o consenso da manufatura paulista sobre as barreiras aos setores produtivos, a causa de nossa indústria torna- se ainda mais forte, coesa e irresistível. assim, pela sua dimensão, também alcança os interesses da sociedade. Vamos apresentar esse estudo a todos os candidatos, tornando-lhes taxativa a premência das soluções que o Brasil precisa para a definitiva arrancada ao desenvolvimento! Paulo skaf presidente da Federação e do Centro das Indústrias do Estado de são paulo (FIEsp/CIEsp) 4
  4. 4. Barreiras para o CresCimento da IndústrIa paulIsta 5
  5. 5. Barreiras para o CresCimento da indústria paulista Maio de 2010 oBJetiVo Esta pesquisa teve como objetivo levantar a opinião dos empresários paulistas sobre temas que serão discutidos com os candidatos à presidência da república. a pesquisa foi realizada pelo IBopE, a pedido da FIEsp, com 1.000 empresas entre os dias 14 de abril e 07 de maio de 2010. o porte das empresas é composto por: • Micro/pequenas (até 49 empregados): 24% (238 empresas); • Médias (de 50 a 249 empregados): 31% (312 empresas); • Grandes (250 ou mais empregados): 45% (450 empresas). 7
  6. 6. sUmÁrio eXeCUtiVo • a tributação é a principal barreira para o crescimento da indústria paulista, sendo lembrada por 65% das empresas participantes da pesquisa. dentro deste tema, destaque para a carga tributária, citada por 69% das empresas. • o obstáculo referente aos juros e crédito foi citado por 11% das indústrias pesquisadas. neste âmbito, 76% das indústrias apontaram o custo do crédito como principal barreira. • problemas relacionados à mão de obra foram lembrados por 9% das empresas, tendo como principal destaque a tributação sobre a folha de pagamento. • outro obstáculo relevante está relacionado ao tema câmbio e comércio exterior, destacando-se volatilidade do câmbio, complexidade das normas e regras aduaneiras e atual valor da taxa de câmbio. • também foram lembradas as seguintes barreiras para o crescimento da indústria paulista: - política industrial e de inovação: destacando-se os incentivos fiscais para investimentos fixos e de inovação. - Energia e telecomunicação: destacando-se o custo da energia elétrica. 8
  7. 7. - transporte: destacando-se o custo dos pedágios. - ambiente legal/regulatório: destacando-se a concorrência com produtos informais - Meio ambiente: destacando-se o processo de licenciamento ambiental. Barreiras Para o CresCimento Da inDÚstria PaULista no intuito de colher subsídios junto aos industriais paulistas para uma discussão com os candidatos à presidência da república, a Fiesp encomendou ao IBopE uma ampla pesquisa sobre as principais barreiras ao crescimento da indústria. a pesquisa foi feita em 2 etapas. primeiramente, os entrevistados ordenaram as primeiras barreiras para o crescimento da indústria paulista. Em seguida, os grandes temas foram subdivididos para aprofundamento da discussão. dos grandes tópicos abordados pelo estudo, o tema com maior percentual de citação foi a tributação, lembrado por 65% das empresas. Isso mostra que a 9
  8. 8. bandeira da reforma tributária deve continuar sendo defendida pela Fiesp junto aos governantes para que uma solução de interesse dos empresários e de todo o povo brasileiro seja encontrada. o obstáculo referente ao tema “juros e crédito” foi citado por 11% dos entrevistados mostrando, novamente, que a indústria necessita de uma política econômica voltada à produção e à criação de emprego e renda. Isso passa, necessariamente, por taxas de juros compatíveis com aquelas praticadas internacionalmente e linhas de crédito disponíveis que visem o crescimento da atividade produtiva. a pesquisa também abordou os outros temas que afligem as indústrias. são eles: mão de obra; câmbio e comércio exterior; política industrial e de inovação; energia e telecomunicações; transportes; ambiente legal/ regulatório e meio ambiente. as empresas também foram consultadas sobre questões específicas relacionadas a cada um destes grandes temas. destacaremos os principais obstáculos relacionados a cada um destes grandes temas a seguir: 10
  9. 9. principais barreiras para o crescimento da indústria Total Pequena Média Grande TRIBUTAÇÃO 65% 64% 68% 64% Juros e crédito 11% 15% 10% 10% Mão de obra 9% 11% 9% 9% Câmbio e comércio exterior 4% 1% 4% 6% Política industrial 3% 3% 4% 4% e de inovação Energia / Telecomunicações 2% 2% 3% 2% Transportes 2% 1% 1% 2% Ambiente legal / regulatório 2% 2% 1% 2% Meio Ambiente 1% 1% 1% 2% 11
  10. 10. TribuTação Quanto à tributação, a principal barreira para a elevação dos negócios da indústria paulista é a carga tributária, citada por 69% dos entrevistados. Em seguida, foram citados: a complexidade para pagamento dos impostos e a substituição tributária (ambos com 7%); os tributos cobrados sobre os investimentos e o acúmulo de crédito tributário (ambos com 6%) e a concorrência com produtores de outros estados (5%). na divisão por porte, podemos destacar que um percentual maior de pequenas empresas considera a complexidade para pagamento dos impostos como a principal barreira para o crescimento dos negócios (9% ante 7% do total). 12
  11. 11. Total Pequena Média Grande TRIBUTAÇÃO 65% 64% 68% 64% Carga tributária 69% 66% 71% 70% A complexidade para 7% 9% 6% 7% pagamento dos impostos Substituição tributária 7% 8% 8% 6% Tributos cobrados sobre 6% 6% 6% 5% os investimentos Acúmulo de crédito 6% 5% 4% 7% tributário Concorrência com produtores de outros 5% 6% 5% 4% estados 13
  12. 12. JUROS E CRÉDITO dentro do grande tema de juros e crédito, 76% das indústrias citaram o custo do crédito como principal obstáculo para o crescimento de seus negócios. as outras 24% citaram o problema relacionado às políticas de acesso ao crédito para investimento, capital de giro e exportação. o custo do crédito foi mais citado como principal barreira ao crescimento pelas empresas de grande porte (80% ante 76% do total). por outro lado, um percentual maior de pequenas e médias indústrias indicou as políticas de acesso ao crédito (28% ante 24% do total). 14
  13. 13. Total Pequena Média Grande JUROS E CRÉDITO 11% 15% 10% 10% Custo do crédito/ 76% 72% 72% 80% taxa de juros Políticas de acesso ao crédito para investimento, 24% 28% 28% 20% capital de giro e exportação 15
  14. 14. MÃO DE OBRA a tributação sobre a folha de pagamento foi o principal obstáculo citado dentro do tema mão de obra, sendo lembrado por 49% das empresas. Em seguida foram citados: a atual legislação (24%); a qualificação técnica da mão de obra (21%) e, por fim, a educação básica da mão de obra (6%). na estratificação por porte, podemos destacar que um percentual maior de pequenas empresas considerou a atual legislação trabalhista como o principal obstáculo ao crescimento (31% ante 24% do total). 16
  15. 15. Total Pequena Média Grande MÃO DE OBRA 9% 11% 9% 9% Tributação sobre a folha 49% 37% 53% 52% de pagamento Atual legislação trabalhista 24% 31% 20% 24% Qualificação técnica 21% 23% 20% 20% da mão de obra Educação básica da mão 6% 8% 8% 4% de obra 17
  16. 16. CÂMBIo E CoMÉrCIo EXtErIor neste tópico, as principais barreiras apontadas pelas indústrias paulistas foram: volatilidade do câmbio (citada por 21% das empresas); a complexidade das normas e regras aduaneiras (20%); o atual valor da taxa de câmbio (20%); as taxas portuárias/aduaneiras (16%); a não devolução dos tributos incidentes sobre os produtos exportados (13%) e, por fim, a atuação do governo brasileiro nos acordos comerciais sobre exportação (10%). Este é o único grande tema que apresenta mudança nas posições do ranking quando analisamos os portes das empresas. a principal barreira para as pequenas e médias empresas é a complexidade das normas e regras aduaneiras (25% ante 20% do total), enquanto para as grandes empresas a principal barreira é o atual valor da taxa de câmbio (24% ante 20% do total). 18
  17. 17. Total Pequena Média Grande CÂmBio e ComÉrCio 4% 1% 4% 6% eXterior Volatilidade do câmbio 21% 19% 20% 22% Complexidade das normas 20% 25% 25% 15% e regras aduaneiras atual valor da taxa de 20% 11% 21% 24% câmbio/ dólar taxas portuárias / 16% 14% 15% 17% aduaneiras não devolução dos tributos 13% 15% 13% 12% sobre produto exportado atuação do governo nos 10% 16% 6% 10% acordos comerciais 19
  18. 18. polÍtICa IndustrIal E dE InoVaÇÃo dentro deste tópico, para 50% das empresas participantes da pesquisa, os incentivos fiscais para investimentos fixos e de inovação são a principal barreira para o crescimento de seus negócios. Em seguida, foram lembrados: a disponibilidade de recursos públicos para pesquisa e inovação tecnológica (23%); o apoio técnico às empresas por meio de entidades como sEBraE, apEX, sEnaI, entre outras (16%); a disponibilidade de fornecedores nacionais (12%). na divisão por porte, podemos destacar que um percentual maior de pequenas empresas considera como principais barreiras os incentivos fiscais para investimentos fixos e de inovação (55% ante 50% do total) e o apoio técnico às empresas por meio de entidades (20% ante 16% do total). por outro lado, um percentual maior de grandes empresas considera a disponibilidade de recursos públicos para pesquisa e inovação tecnológica como a principal barreira (26% ante 23% do total). 20
  19. 19. Total Pequena Média Grande PoLÍtiCa inDUstriaL 3% 3% 4% 4% e inoVaÇÃo Incentivos fiscais para investimentos fixos 50% 55% 50% 46% e de inovação disponibilidade de recursos públicos para pesquisa e 23% 18% 21% 26% inovação tecnológica apoio técnico às empresas por meio de entidades 16% 20% 14% 14% como sEBraE, apEX, sEnaI, entre outras disponibilidade de 12% 8% 14% 14% fornecedores nacionais 21
  20. 20. EnErGIa E tElECoMunICaÇÕEs para 57% das empresas pesquisadas, o custo da energia elétrica é o principal obstáculo ao crescimento no tema energia e telecomunicação. destaque também para as citações referentes ao custo de telecomunicações (28%); disponibilidade de energia elétrica (7%); custo do gás natural (5%) e disponibilidade de gás natural (2%). Quando dividimos as empresas por porte, o percentual de médias empresas que considera o custo da energia elétrica como principal obstáculo é maior (64% ante 57% do total), e o percentual de pequenas empresas que considera o custo de telecomunicações como principal obstáculo é maior (39% ante 28% do total). 22
  21. 21. Total Pequena Média Grande enerGia e 2% 2% 3% 2% teLeComUniCaÇÕes preço da energia elétrica 57% 51% 64% 56% Custo de telecomunicações 28% 39% 22% 27% (telefone, internet) disponibilidade de energia 7% 6% 6% 9% elétrica preço do gás 5% 3% 6% 5% disponibilidade de gás 2% 1% 3% 3% 23
  22. 22. transportE no quesito transporte, o custo dos pedágios foi lembrado por 46% das empresas participantes da pesquisa. na sequência, foram lembrados o tráfego / trânsito nas cidades (29%) e o estado de conservação atual das rodovias (25%). na desagregação por portes, enquanto um percentual maior de pequenas empresas considera como principal barreira o custo dos pedágios (53% ante 46% do total), um percentual maior de grandes empresas destaca o estado de conservação atual das rodovias (31% ante 25% do total). 24
  23. 23. Total Pequena Média Grande transPorte 2% 1% 1% 2% Custo dos pedágios 46% 53% 46% 43% tráfego / trânsito 29% 30% 32% 26% nas cidades Estado de conservação 25% 17% 22% 31% atual das rodovias 25
  24. 24. aMBIEntE lEGal / rEGulatÓrIo dentro deste tópico, a concorrência com produtores informais foi citada por 43% das indústrias paulistas. percentuais importantes também foram dados ao sistema político brasileiro em relação à modernização do país (32%); à dificuldade de se fazer cumprir os contratos (13%) e aos roubos de carga (12%). a concorrência com produtores informais é mais importante para as empresas de pequeno e médio porte, já que um percentual maior delas considera este o principal obstáculo (48% ante 38% das grandes empresas). 26
  25. 25. Total Pequena Média Grande amBiente LeGaL / 2% 2% 1% 2% reGULatÓrio Concorrência com 43% 48% 48% 38% produtores informais sistema político brasileiro em relação à modernização 32% 27% 31% 34% do país dificuldade de se fazer 13% 12% 12% 15% cumprir os contratos roubos de cargas 12% 13% 9% 13% 27
  26. 26. MEIo aMBIEntE neste tópico, as empresas participantes das pesquisas se dividiram entre dois obstáculos principais: 54% citaram o processo de licenciamento ambiental e 46% citaram os custos associados ao cumprimento de normas e regulamentações ambientais. 28
  27. 27. Total Pequena Média Grande meio amBiente 1% 1% 1% 2% processo de licenciamento 54% 50% 59% 53% ambiental Custos associados ao cumprimento de normas 46% 50% 41% 47% e regulamentações ambientais 29
  28. 28. ConClusÃo Esta pesquisa, realizada junto a 1.000 empresas, destacou as principais barreiras para o crescimento da indústria. o maior destaque ficou por conta da questão referente à tributação e, mais especificamente, à carga tributária. ademais, podemos destacar a importância da questão dos custos para as empresas. Em seis dos nove grandes temas, a principal barreira citada está relacionada a custos: custo dos tributos, custo do crédito, custo da folha de pagamentos, custo de energia, custo dos pedágios e custo das normas ambientais. desta maneira, este importante levantamento servirá como direcionamento para uma discussão, aberta e direta com os candidatos à presidência da república. 30
  29. 29. FIESP – Federação das Indústrias do Estado de São Paulo Av. Paulista, 1313 – Cerqueira César – São Paulo www.fiesp.org.br | www.fiesp.org.br/redessociais

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