Protocolos TCP/IP

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Trabalho sobre TCP/IP.

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Protocolos TCP/IP

  1. 1. Alunos : Professor: Fábio Wagner Hélio Marcos Moreno Murilo Rodrigues Paulo Cristian Thaylor
  2. 2. TCP/IP é o principal protocolo de envio e recebimento de dados MS internet. TCP significa Transmission Control Protocol (Protocolo de Controle de Transmissão) e o IP, Internet Protocol (Protocolo de Internet). TCP/IP é uma espécie de idioma que permite às aplicações conversarem entre si.
  3. 3. Na realidade, o TCP/IP é um conjunto de protocolos. Esse grupo é dividido em quatro camadas. Essa divisão em camadas é uma forma de garantir a integridade dos dados que trafegam pela rede.
  4. 4. A camada de transporte é responsável por receber os dados enviados pela camada de aplicação , verificar a integridade deles e dividi-los em pacotes. Feito isso, as informações são encaminhadas para a camada internet.
  5. 5. Ele permite, a nível das aplicações, gerir os dados em proveniência da (ou com destino à) camada inferior do modelo (ou seja, o protocolo IP). Quando os dados são fornecidos ao protocolo IP, este encapsula-os em datagramas IP, fixando o campo protocolo em 6 (para saber que o protocolo ascendente é o TCP...). O TCP é um protocolo orientado para a conexão, isto é, ele permite a duas máquinas comunicantes, controlar o estado da transmissão.
  6. 6. TCP entrega ordenadamente os datagramas provenientes do protocolo IP TCP verifica a onda de dados para evitar uma saturação da rede TCP formata os dados em segmentos de comprimento variável para "entregá-los" ao protocolo IP TCP permite o multiplex dos dados, quer dizer, faz circular, simultaneamente, as informações que proveem de fontes (aplicações, por exemplo) distintas numa mesma linha TCP permite a início e o fim de uma comunicação de maneira educada.
  7. 7. Graças ao protocolo TCP, as aplicações podem comunicar de forma segura (graças ao sistema de avisos de recepção do protocolo TCP) independentemente das camadas inferiores. Isto significa que os roteadores (que trabalham na camada Internet) tem como único papel o encaminhamento dos dados sob a forma de datagramas, sem se preocuparem com o controle dos dados. porque este é realizado pela camada de transporte (mais concretamente pelo protocolo TCP).
  8. 8. Para permitir o bom desenrolar da comunicação e de todos os controles que a acompanham, os dados são encapsulados, isto é, juntamos ao pacote de dados um cabeçalho que vai sincronizar as transmissões e assegurar a sua recepção. Outra particularidade do TCP é poder controlar o débito dos dados graças à sua capacidade para emitir mensagens de dimensão variável: estas mensagens são chamadas de "segmentos".
  9. 9. O TCP permite efetuar uma tarefa importante: multiplex/desmultiplex, quer dizer, fazer transitar numa mesma linha dados que proveem de aplicações diversas ou, em outras palavras, pôr em série informações que chegam em paralelo.
  10. 10. Estas operações são realizadas graças ao conceito de portas (ou sockets), ou seja, um número associado a um tipo de aplicação que, combinada com um endereço IP, determina, de maneira única, uma aplicação que roda numa dada máquina.
  11. 11. O protocolo TCP assegura a transferência dos dados de maneira fiável, embora utilize o protocolo IP, que não integra nenhum controle de entrega de datagrama. O protocolo TCP possui um sistema de aviso de recepção que permite ao cliente e ao servidor terem a certeza da recepção, correta e mútua, dos dados. Durante a emissão de um segmento, um número de ordem é associado. Na recepção de um segmento de dado, a máquina receptora vai devolver um segmento de dado cuja bandeira ACK é 1 acompanhado de um número de aviso de recepção igual ao número de ordem precedente.
  12. 12. Além disso, graças a um cronômetro desencadeado a partir da recepção de um segmento na máquina emissora, o segmento é reenviado assim que o tempo fixado esgotar, porque, neste caso, a máquina emissora considera que o segmento se perdeu. Contudo, se o segmento não se perder e chegar ao destino mesmo assim , a máquina receptora saberá, graças ao número de ordem, que se trata de uma cópia e conservará apenas o último segmento a chegar ao destino.
  13. 13. Frequentemente, o estabelecimento da ligação entre duas aplicações é feito de acordo com o seguinte esquema : As portas TCP devem estar abertas A aplicação no servidor é passiva,ou seja, a aplicação está à escuta, à espera de uma conexão. A aplicação no cliente faz um pedido de conexão ao servidor cuja aplicação está em abertura passiva. Diz-se que a aplicação do cliente está "em abertura ativa"
  14. 14. Então, as duas máquinas deverão sincronizar as suas sequências graças a um mecanismo chamado habitualmente three ways handshake (aperto de mãos em três tempos), que encontramos também no encerramento de sessão. Este diálogo inicia a comunicação e se desenrola em três tempos, como seu nome indica:
  15. 15. Em muitos casos, é possível limitar o número de avisos de recepção, a fim de descongestionar a rede, fixando um número de sequência na extremidade do qual um aviso de recepção é um necessário. Este número é, na verdade, armazenado no campo janela do item TCP/IP. Definimos um trecho de sequências que não tem necessidade de aviso de recepção e, este trecho se desloca à medida que os avisos de recepção são recebidos.
  16. 16. O cliente pode pedir para terminar uma conexão assim como o servidor. Uma das máquinas envia um segmento com a bandeira FIM em 1 e a aplicação é posta em estado de espera de fim, ou seja, ela acaba de receber o segmento em curso e ignora os seguintes. Depois da recepção deste segmento, a outra máquina envia um aviso de recepção com a bandeira FIM em 1 e continua a expedir os segmentos em curso. Depois disso, a máquina informa à aplicação que um segmento FIM foi recebido, e envia um segmento FIM para outra máquina, que encerra a conexão.
  17. 17. RFC 793
  18. 18. http://www.ietf.org/rfc/rfc793.txt http://pt.kioskea.net/contents/284-o- protocolo-tcp

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