Antibigrama

437 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
437
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
5
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Antibigrama

  1. 1. x S INFECCIOSAS BACTERIOLOGIA IMUNOLOGIA MICOLOGIA PARASITOLOGIA VIROL NGLÊS ESPANOLLBANESPERSADEO AULADE MEDICINA DADE DA CAROLINA DO SUL BACTERIOLOGIA – CAPÍTULO SEIS sua opinião ONTATO ANTIBIÓTICOS – SÍNTESE DE PROTEÍNAS, SÍNTESE DE ÁC BUSCA NUCLÊICOS E METABOLISMO re Sharing MPARTILHE ESTE PRIMA ESTA PÁGINA Dr. Gene Mayer Tradução: PhD. Myres Hopkins DA PLUGADOEITURA: I. PRINCÍPIOS IMPORTANTES E DEFINIÇÕES al., Microbiologyª edição A. SELETIVIDADEpítulo 20 Agentes antimicrobianos clinicamente eficientes todos eles exibem toxicidade seletiva dirigida à bactéria e não ao ho essa característica que distingue antibióticos de desinfetantes. A base da seletividade varia dependendo do antibiótic JETIVOS particular. Quando a seletividade é elevada os antibióticos são normalmente não tóxicos. Entretanto, mesmo antibiót altamente seletivos podem ter efeitos colaterais. modo de ação dequimioterápicos B. ÍNDICE TERAPÊUTICObacterianos O índice terapêutico é definido como a razão entre a dose tóxica ao hospedeiro e a dose terapêutica efetiva. Quanto índice terapêutico melhor é o antibiótico.sobre o teste de dade a antibióticos C. CATEGORIAS DE ANTIBIÓTICOS Antibióticos são categorizados como bactericidas se eles matam a bactéria susceptível ou bacteriostático se ele inibemecanismos pelos reversivelmente o crescimento da bactéria. Em geral o uso de antibióticos bactericidas é preferido mas muitos fatôresactéria expressa ditar o uso de um antibiótico bacteriostático. Quando um antibiótico bacteriostático é usado a duração da terapia deve
  2. 2. ia a antibióticos suficiente para permitir os mecanismos de defesa celular e humoral erradicarem a bactéria. Se possível, antibióticos deveriam ser usados para tratar infecções do endocárdio ou das meninges. As defesas do hospedeiro são relativame ineficientes nesses sites e os perigos impostos por essas infecções requerem imediata erradicação dos organismos. D. TESTE DE SUSCEPTIBILIDADE A ANTIBIÓTICOS Figura 1 As medições básicas quantitativas da atividade in vitro de antibióticos são a concentração mínima inibitória (MIC) e asceptibilidade a concentração mínima bactericida (MBC). O MIC é a menor concentração do antibiótico que leva à inibição do crescim (colônias em uma placa ou turbidez em cultura líquida) sob condições padronizadas. O MBC é a menor concentração antibiótico que mata 99.9% do inóculo original em um determinado tempo. A Figura 1 ilustra como determinar o MIC antibiótico. Para que um antibiótico seja eficiente o MIC ou MBC deve ser atingido no local da infecção. A adsorção farmacológic distribuição do antibiótico vai influenciar a dose, rota e frequência de administração do antibiótico para que seja ating dose eficiente no local da infecção. Em laboratórios clínicos, um teste de susceptibilidade a antibióticos mais comum é um teste de difusão de disco (Figu Neste teste o isolado bacteriano é inoculado uniformemente na superfície de uma placa de ágar. Um disco de papel d impregnado com uma quantidade padrão de um antibiótico é aplicado na superfície da placa e o antibiótico se difund adjascente. O resultado é um gradiente do antibiótico ao redor do disco. Após a incubação, uma camada de bactéria placa. Zonas de inibição do crescimento bacteriano poderão estar presentes ao redor do disco de antibiótico. O tama zona de inibição depende da taxa de difusão do antibiótico, do grau de sensibilidade do micorganismo, e da taxa de c da bactéria. A zona de inibição no disco do teste de difusão é inversamente relacionada ao MIC. O teste é realizado sob condições padronizadas e zonas padrão de inibição são estabelecidas para cada antibiótico.VRAS CHAVE de inibição é igual ou maior do que a padrão, o organismo é considerado sensível ao antibiótico. Se a zona de inibiçã letividade que a padrão, o organismo é considerado resistente. Figura 1 também ilustra como o teste de difusão em disco é feite terapêutico ilustra algumas das zonas-padrão de inibição de vários antibióticos.actericida teriostático E. TERAPIA COMBINADA MIC Terapia combinada com dois ou mais antibióticos é usada em casos especiais: MBCDifusão de Disco Para prevenir o aparecimento de linhagens resistentes: o de Antibióticos gonismo de Para tratar casos de emergência durante o período em que um diagnóstico etiológico ainda está em de tibióticosmicrobianos Para tirar proveito do sinergismo dos antibióticos.ência Cruzadaência Múltipla O sinergismo dos antibióticos ocorre quando os efeitos de uma combinação de antibióticos é maior do que a soma do dos antibióticos individuais. Antagonismo de antibióticos ocorre quando um antibiótico, normalmente o de menor efei no efeito do outro antibiótico. F. ANTIBIÓTICOS E AGENTES QUIMIOTERÁPICOS O termo antibiótico se refere estritamente a substâncias que são de origem biológica, enquanto que o termo agente quimioterapêutico se refere a um agente químico sintético. A distinção entre esses termos tem sido obscurecida porq dos nossos mais novos “antibióticos” são na verdade produtos biológicos quimicamente modificados ou mesmo prod biológicos sintetizados quimicamente. Os termos genéricos para referir a antibióticos ou a agentes quimioterapêuticos são agentes antimicrobianos. Entreta termo antibiótico é frequentemente usado para referir a todos os tipos de agentes antimicrobianos.
  3. 3. Figura 2Padrões interpretativos de diâmetro de zona e correlações aproximadas de MIC usados para definir ascategorias interpretativas Agente antimicrobiano Diâmetro de zona (valores redondos Correlação aproximada de milímetros) para cada categoria MIC (micrograma/ml) pa (quantidade por disco) interpretativa e organismo R I MS S R SAmpicilina (10 microgramas)Enterobacteriaceae <11 12-13 >14 >32 <8 beta-Staphylococcus spp. <28 >29 <0.25 LactamaseHaemophilus spp. <19 >20 >4 <2Enterococci <16 >17 >16Outros estreptococos <21 22-29 >30 >4 <0.12Cloranfenicol <12 13-17 >18 >25 <12.5(30 microgramas)Eritromicina (15 <13 14-17 >18 >8 <2microgramas)Ácido nalidíxico <13 14-18 >19 >32 <12(30 microgramas)Estreptomicina <11 12-14 >15(10 microgramas)Tetraciclina (30 <14 15-18 >19 >16 <4microgramas)Trimetropin (5 microgramas) <10 11-15 >16 >16 <4aAdapteddo documento de Outubro 1983 (M2-T3) do NCCLS. Consulte documentos do MCCLS mais atualizpara mudanças e atualizações.b R, Resistente; I, intermediário; MS, moderadamente susceptível; S, susceptível. Um resultado I deve sernotificado pois indica um resultado de teste equívoco que precisa repetição. Quando designado na tabela, umresultado MS deve ser notificado para indicar que o nível de susceptibilidade requer uma dose de segurançamáxima para a terapia. Linhagens na categoria MS são susceptíveis e não intermediárias.c Correlaçãode MIC aproximada usada para a definição das categorias de resistentes e susceptíveis. Essascorrelações não devem ser usadas para a interpretação de resultados de testes de diluição antimicrobiana.
  4. 4. DE PROTEÍNAS A. INÍCIO DA SÍNTESE DE PROTEÍNAS Figura 3 ilustra o início da síntese de proteínas e o local de ação de antimicrobianos que inibem este processo. B. ELONGAÇÃO Figura 3 Figura 4 ilustra o processo de elongação e o local de ação de antimicrobianos que inibem este processo. que agem ao nível da síntese de III. INIBIDORES DA SÍNTESE DE PROTEÍNAS A seletividade desses agentes é um resultado de diferenças no ribossomo 70S procariótico e o 80S eucariótico. Visto ribossomos mitocondriais são semelhantes a ribossomos procarióticos, esses antimetabólitos podem ter alguma toxic são em sua maioria bacteriostáticos. Figura 4 que agem ao nível A. ANTIMICROBIANOS QUE SE LIGAM À SUBUNIDADE RIBOSSÔMICA 30S longação da roteínas 1. Aminoglicosídios (bactericidas) Estreptomicina, kanamicina, gentamicina, tobramicina, amicacina, netilmicina e neomicina (tópicos). a. Modo de ação Os aminoglicosídios se ligam irreversivelmente ao ribossomo 30S e paraliza o complexo de iniciação 30S (30S-mRN forma que uma iniciação posterior não ocorrerá. Os aminoglicosídios também refreiam a síntese protêica que já tenh iniciada e induz êrro de leitura do RNAm.cina b. Espectro de Atividade Aminoglicosídios são ativos contra muitas bactérias gram-negativas e algumas gram-positivas. Eles não são úteis co bactérias anaeróbicas uma vez que oxigênio é necessário para a captação do antibiótico, ou para bactéria intracelula c. Resistência Resistência a esses antibióticos é comum d. Sinergia Os aminoglicosídios sinergizam com antibióticos β-lactâmicos tais como penicilinas. Os β-lactâmicos inibem a síntese celular e portanto aumentam a permeabilidade da bactéria aos aminoglicosídios. 2. Tetraciclinas (bacteriostático) Tetraciclina, minociclina e doxiciclina a. Modo de ação As tetraciclinas se ligam reversivelmente ao ribossomo 30S e inibem a ligação do aminoacil-t-RNA ao sítio aceptor no 70S.a b. Espectro de atividade - Estes são antibióticos de amplo espectro e são úteis contra bactéria intracelular c. Resistência Resistência a esses antibióticos é comummicina d. Efeitos adversos Destruição da flora intestinal normal ocorre frequentemente, resultando em aumento de ocorrência de infecções secu
  5. 5. Também pode acontecer coloração e comprometimento da estrutura de ossos e dentes. 3. Espectinomicina (bacteriostático) a. Modo de ação Espectinomicina interfere reversivelmente com a interação do RNAm com o ribossomo 30S. É estruturalmente simila aminoglicosídios mas não provoca êrros de leitura do RNAm. b. Espectro de atividade - Espectimomicina é o tratamento para Neisseria gonorrhoeae resistente a penicilina. c. Resistência É raro em Neisseria gonorrhoeae B. ANTIMICROBIANOS QUE SE LIGAM À SUBUNIDADE RIBOSSÔMICA 50S 1. Cloranfenicol, lincomicina, clindamicina (bacteriostático) a. Modo de açãocol Estes antimicrobianos se ligam ao ribossomo 50S e inibem a atividade da peptidil-transferase. b. Espectro de atividade Cloranfenicol – Amplo espectro Lincomicina e clindamicina – Espectro restrito c. Resistênciaa Resistência a esses antibióticos é comum d. Efeitos adversos Cloranfenicol é tóxico (supressor de medula óssea) mas é usado no tratamento de meningite bacteriana. 2. Macrolídios (bacteriostático) - Eritromicina (também azitromicina, claritromicina)dico a. Modo de ação Os macrolídios inibem a translocação do peptidil tRNA do sítio A para o sítio P no ribossomo ao ligar-se ao RNA 23S subunidade 50S. b. Espectro de atividade Bactéria gram-positiva, Micoplasma, Legionela c. Resistênciaa Resistência a esses antibióticos é comum. A maioria das bactérias gram-negativas é resistente a macrolídios. C. ANTIMICROBIANOS QUE INTERFEREM COM OS FATORES DE ELONGAÇÃO 1. Ácido fusídico (bacteriostático) a. Modo de ação
  6. 6. díxico Ácido fusídico se liga ao fator de elongação G (EF-G) e inibe a liberação de EF-G do complexo EF-G/GDP. b. Espectro de atividade Ácido fusídico só é eficiente contra bactérias gram-positivas como Streptococcus, Staphylococcus aureus e Coryneb minutissimum. IV. INIBIDORES DA SÍNTESE DE ÁCIDOS NUCLÊICOS E DE SUAS FUNÇÕES A seletividade desses agentes é um resultado de diferenças em enzimas procarióticas e eucarióticas afetadas pelo a antimicrobianio. A. INIBIDORES DA SÍNTESE DE RNA E DE SUAS FUNÇÕES 1. Rifampina, rifamicina, rifampicina (bactericidas) a. Modo de ação Esses antimicrobianos se ligam à RNA polimerase dependente de DNA e inibem a iniciação da síntese de RNA. b. Espectro de atividade Estes são antibióticos de largo espectro mas são usados mais comumente no tratamento da tuberculose c. Resistência Resistência a esses antibióticos é comum. d. Terapia combinada Uma vez que a resistência é comum, rifampina é normalmente usada em terapia combinada B. INIBIDORES DA SÍNTESE DE DNA E DE SUAS FUNÇÕES 1. Quinolonas – ácido nalidíxico, ciprofloxacino, ácido oxolínico (bactericidas) a. Modo de ação Esses antimicrobianos se ligam à subunidade A da DNA girase (topoisomerase) e impede o superenrolamento do DN impedindo assim a síntese de DNA. b. Espectro de atividade - Esses antibióticos são ativos contra cocos gram-positivos e são usados no tratamento de infecções do trato urinário. c. Resistência É comum para o ácido nalidíxico e está se desenvolvento para ciprofloxacino. V. ANTIMICROBIANOS ANTIMETABÓLITOS A. INIBIDORES DA SÍNTESE DO ÁCIDO FÓLICO Figura 5 A seletividade desses antimicrobianos é uma consequência do fato de que bactérias não podem usar ácido fólico préo do ácido fólico precisam sintetizar seu próprio ácido fólico. Contrariamente, células de mamíferos usam ácido fólico obtidos a partir d
  7. 7. Figura 5 resume as vias do metabolismo do ácido fólico e indica os locais em que os antimetabólitos agem. 1. Sulfonamidas, sulfonas (bacteriostáticos) a. Modo de açãoida Esses antimicrobianos são análogos do ácido para-aminobenzóico e inibem competitivamente a formação do ácido dihidroptérico. b. Espectro de atividade Eles têm uma atividade de largo espectro contra bactérias gram-positivas e gram-negativas e são usados primariame infecções do trato urinário e em infecções por Nocardia. c. Resistênciana Resistência a esses antibióticos é comum d. Terapia combinada As sulfonamidas são usadas em combinação com trimetoprim. Essa combinação bloqueia duas etapas distintas no m do ácido fólico e impede a emergência de linhagens resistentes. 2. Trimetoprim, metotrexato, pirimetamina (bacteriostático)o a. Modo de ação Esses antimicrobianos se ligam à di-hidrofolato-redutase e inibe a formação do ácido tetrahidrofólico. b. Espectro de atividade Eles têm uma ampla faixa de atividade contra bactéria gram-positiva e gram-negativa e são usados primariamente em to trato urinário e em infecções por Nocardia.no salicílico c. Resistência Resistência a esses antibióticos é comum d. Terapia combinada Esses antimicrobianos são usados em combinação com as sulfonamidas. Essa combinação bloqueia duas etapas dis metabolismo do ácito fólico e impede a emergência de linhagens resistentes. B. AGENTES ANTI-MICOBACTERIANOS Agentes anti-micobacterianos são geralmente usados em combinação com outros antimicrobianos uma vez que o tra prolongado e a resistência se desenvolve rapidamente contra agentes individuais. 1. Ácido para-aminosalicílico (PSA) (bacteriostático) a. Modo de ação Este é semelhante a sulfonamidas b. Espectro de atividade PSA é específico para Mycobacterium tuberculosis 2. Dapsona (bacteriostático)
  8. 8. a. Modo de açãoSimilar a sulfonamidasb. Espectro de atividadeDapsona é usado no tratamento da lepra3. Isoniazida (INH) (bacteriostático)a. Modo de açãoIsoniazida inibe a síntese dos ácidos micólicos.b. Espectro de atividade -INH é usado no tratamento da tuberculosec. ResistênciaHá ocorrência de resistênciaVI. RESISTÊNCIA A DROGAS ANTIMICROBIANASA. PRINCÍPIOS E DEFINIÇÕES1. Resistência ClínicaResistência clínica a um agente antimicrobiano ocorre quando o MIC da droga para uma dada linhagem de bactéria eque é capaz de ser atingido con segurança in vivo. Resistência a uma antimicrobiano pode surgir: Por mutação no gene que determina a sensibilidade/resistência ao agente Pela aquisição de DNA extracromossômico (plasmídio) contendo um gene de resistência.A resistência que aparece após a introdução de um agente antimicrobiano no meio ambiente normalmente resulta deprocesso seletivo, ou seja, o antibiótio seleciona em favor das linhagens que possuem o gene de resistência. A resisse desenvolver em uma única etapa ou pode resultar do acúmulo de mutações múltiplas.2. Resistência CruzadaResistência cruzada implica em um único mecanismo que confere resistência a agentes antimicrobianos múltiplos, eresistência múltipla implica que mecanismos múltiplos estão envolvidos. Resistência cruzada é comumente vista emantimicrobianos relacionados, enquanto que resistência múltipla é vista em agentes antimicrobianos não relacionadoB. MECANISMOS DE RESISTÊNCIA1. Permeabilidade alterada ao agente antimicrobianoPermeabilidade alterada pode ser devida à inabilidade do agente antimicrobiano de entrar na célula bacteriana ou oualternativamente ao transporte ativo do agente para fora da célula.2. Inativação do agente antimicrobianoResistência é frequentemente o resultado da produção de uma enzima que é capaz de inativar o agente antimicrobia3. Alvo de ação alteradoResistência pode surgir devido a alteração do alvo de ação do agente antimicrobiano.4. Substituição de uma via de sensibilidade
  9. 9. Resistência pode resultar da aquisição de uma nova enzima que substitui uma enzima de sensibilidade. Retorne à Seção de Bacteriologia de Microbiologia e Imunologia On-lineEsta página tem direitos autorais: © 2011 The Board of Trustees of the University of South CarolinaEsta página foi traduzida do original em inglês por Myres MTR Hopkins, PhD em Ciências (Genética – UniversidadePaulo) e é mantida por Richard HuntPor favor, relate quaisquer problemas para mmtr5@hotmail.com

×