Desenvolvimento do Mogno Africano no Brasil - Inventário Florestal - Sybelle Barreira

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http://mudasnobres.com.br/
Professora Doutora Sybelle Barreira

II Workshop Brasileiro de Mogno Africano
15 e 16 de agosto de 2013

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Desenvolvimento do Mogno Africano no Brasil - Inventário Florestal - Sybelle Barreira

  1. 1. Desenvolvimento do Mogno Africano no Brasil Inventário Florestal
  2. 2. Khaya ivorensis A. Chev. • Espécie de origem africana • Costa do Marfim, Camarões, Angola e Gana • Comércio desde o século passado • Plantada na área de ocorrência natural além de Ásia Tropical, América do Sul e Austrália
  3. 3. Madeira Madeira de coloração vermelho a marrom pálido Peso médio 46 a 570 Kg/m3 Confecção de móveis de alta qualidade, construções navais Madeira valorizada Metro cúbico de toras - US$1.000
  4. 4. Valores monetários por metro cúbico Importação Exportação País Produto Ano Qtde (1000m3) Valor (US$/m3) Qtde (1000m3) Valor (US$/m3) França Toras 2008 21 456 1 925 2010 16 403 0 819 Madeira Laminada 2008 10 1273 0 4255 2010 9 1012 0 3475 Portugal Toras 2009 6 1428 0 1397 Madeira Laminada 2008 1 460 1 386 2009 0 303 0 663 ITTO (2008, 2010)
  5. 5. Estudos sobre crescimento • Louppe et al. (2008) concluíram que o mogno africano pode ser considerado uma espécie de crescimento médio, exigente de luz e com propriedades de desrama natural (galhos mortos se desprendem do fuste sozinhos). • Crescimentos de 2 a 4 m3/ha/ano foram relatados aos 30 anos de idade.
  6. 6. Rotação esperada é de 30 a 60 anos Produtividade de 7,5 m3/ha/ano aos 27 anos de idade Médias de crescimento de árvores individuais foram de 1,8 cm/ano em diâmetro e 1 m/ano em altura.
  7. 7. Sistema silvipastoris Fuste 12m e DAP 22cm aos 7 anos Pará Média altura – 8,5 m DAP – 15,5cm 5 anos e 8 meses
  8. 8. Experiências de Manejo Florestal
  9. 9. Gana e Costa do Marfim Florestas Nativas • Exploração de 1 árvore a cada 2 a 10 ha • Crescimento: – 11,7 m e 9,3 cm aos 6 anos – 17, 1 m e 36,5 cm aos 11 anos • Rotação – 60 a 80 anos
  10. 10. Gana e Costa do Marfim Plantios Ribeiro, 2013 Prescrição de Desbaste Operação N/ha Diâmetro (cm) Altura (m) Plantio 1000 - - 10 Desbaste 400- 500 15 15 20 Desbaste 200- 250 20 20 30 Desbaste 125- 150 25 25 40 Desbaste 75-100 30 30 Plantio 11 anos Árvore 67 anos
  11. 11. Malásia Ribeiro, 2013 Operação N/ha Diâmetro (cm) H dom 300(m) Idade Plantio 833-1111 - - - 10 Desbaste 580-777 10 10-15 5 20 Desbaste 408-544 - 20-25 10 30 Desbaste 200-350 - - 15-20
  12. 12. Austrália Rotação – 20 a 25 anos Manejo Plantio inicial de 800 – 1100 N/ha 3 a 5 anos: seleção das árvores para corte final Desbastes leves e frequentes Ribeiro, 2013
  13. 13. Inventário Florestal Planejamento do uso dos recursos florestais; Caracterização de uma determinada área em termos quantitativos; No caso das florestas com fins madeireiros por exemplo, o inventário florestal visa principalmente a determinação ou a estimativa de variáveis como peso, área basal, volume, qualidade do fuste, estado fitossanitário, classe de copa e potencial de crescimento da espécie florestal.
  14. 14. Metodologia
  15. 15. Apresentação de Inventários Florestais
  16. 16. Locais avaliados • Piumhí – MG – Filho, Ribeiro e Melo, 2013 • São Roque – MG – Filho, Ribeiro e Melo, 2013 • Pirapora – MG – Filho, Ribeiro, Melo, Cruz e Sales, 2012 • Iraí de Minas – MG – Filho, Ribeiro e Melo, 2013 • Goiânia – GO – Barreira, Oliveira e Sousa, 2013
  17. 17. Resultados • Piumhí • Khaya ivorensis A. Chev. • Espaçamento: – 5,5x6m
  18. 18. Sistema silvipastoris Fuste 12m e DAP 22cm aos 7 anos Pará Média altura – 8,5 m DAP – 15,5cm 5 anos e 8 meses
  19. 19. Valores de DAP
  20. 20. Valores de Altura Total
  21. 21. Valores de Altura do Fuste
  22. 22. 8,68 m3/ha/ano Valores de Volume
  23. 23. Rotação esperada é de 30 a 60 anos Produtividade de 7,5 m3/ha/ano aos 27 anos de idade Médias de crescimento de árvores individuais foram de 1,8 cm/ano em diâmetro e 1 m/ano em altura.
  24. 24. IMA em volume são 41% superiores aos encontrados na medição anterior, indicando que a floresta ainda não entrou em fase de competição.
  25. 25. Resultados • Pirapora • Khaya ivorensis A. Chev. • Espaçamento: 6x6m • Gotejamento e Microaspersão
  26. 26. Gotejamento Microaspersão
  27. 27. Valores de DAP
  28. 28. Valores de Altura Total
  29. 29. Valores de Altura Fuste
  30. 30. IMA DAP (cm) HT (m) HF (m) Volume (m3/ha) Gotejamento 4,0 3,23 1,84 6,23 Microaspersão 4,15 3,32 1,80 8,85
  31. 31. Valores de Volume
  32. 32. Melhor método de irrigação?
  33. 33. Resultados • Iraí de Minas • Khaya ivorensis A. Chev. • Khaya senegalensis (Desr.) A. Juss. • Espaçamento: 6x4m; 6x4,5m
  34. 34. IMA DAP HT HF K. ivorensis 11,1 7,2 2,6 K. Ivorensis 7,2 4,2 1,0 K. ivorensis 13,2 9,4 4,5 K. senegalensis 9,1 5,3 3,1 Incremento em DAP, Altura Total e Altura Fuste
  35. 35. Volume (m3/ha/ano) K. ivorensis 5,2 K. Ivorensis 2,9 K. ivorensis 5,5 K. senegalensis 2,0 Incremento em Volume
  36. 36. Goiânia Área: 0,5 ha Número de Plantas: 180 Idade: 2 anos Produtividade: 5,84 m3/ha/ano
  37. 37. Considerações Finais • Crescimentos superiores às regiões de origem da espécie • Irrigar ou não irrigar? • Método de irrigação • Necessidade de inventários florestais para definições de manejo

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