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Pronto-socorro: aprenda a identificar situações
de urgência e emergência
Situações de urgência e emergência necessitam de uma ação médica imediata. Mas você
sabia que, apesar de semelhantes, os termos possuem significados e iniciativas
diferentes? Continue lendo para aprender a identificá-las.
A diferença entre urgência e
emergência
De acordo com o Médico da Família e gerente da Medicina Preventiva da Unimed
Fortaleza, Dr. Rômulo Fernandes, emergência é tudo aquilo que implica em um risco
iminente de morte, que deve ser diagnosticado e tratado nos primeiros momentos após
sua constatação.
Quando a pessoa necessita de assistência médica imediata, pois há risco potencial de
morte, ela deve ser encaminhada ao plantão hospitalar. Confira a seguir algumas
situações que inspiram um atendimento de emergência:
1. Corte profundo
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8. Dificuldade respiratória
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9. Derrames, perda de função e/ou dormência nos braços e pernas
10. Inconsciência/desmaio
11. Intoxicação por alimento ou medicamento
12. Sangue no vômito, urina, fezes ou tosse
13. Grave reação alérgica
14. Febre alta permanente
15. Convulsões, dores intensas no peito, abdômen, cabeça e outros
16. Agressões físicas
17. Acidentes de carro, moto, atropelamento e quedas
Já a urgência, pode ser entendida como uma situação clínica ou cirúrgica, sem risco de
morte iminente, mas que, se não for tratada, pode evoluir para complicações mais
graves, sendo necessário, assim como a emergência, o encaminhamento para o plantão
hospitalar. As situações que podem necessitar de um atendimento de urgência incluem:
1. Fraturas
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5. Feridas lácero-contusas (causadas pela compressão ou tração dos tecidos) sem grandes
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8. Retenção urinária em pacientes idosos
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completarem-se 4h da tomada do antitérmico
10. Mais de um episódio de vômito em até 12h
Quando o pronto-socorro não é a
melhor opção?
De acordo com o Dr. Rômulo Fernandes, é importante avaliar, em primeiro lugar, se o
problema é uma demanda de urgência ou emergência para escolher entre um
atendimento em uma unidade de saúde ambulatorial ou uma consulta eletiva.
Em casos de menor gravidade, o atendimento no pronto-socorro pode não ser a melhor
opção, principalmente em épocas de viroses, período em que aumenta o fluxo de
atendimento nos hospitais da cidade, e, consequentemente, a presença de pacientes
com doenças sazonais nesses espaços.
Quando agendar uma consulta
eletiva?
Existem situações de caráter menos imediatista que podem ser melhor avaliadas em
uma consulta eletiva, aquela consulta investigativa de acompanhamento, agendada com
antecedência, que busca a causa do problema. Já no atendimento de urgência e
emergência, aquele realizado no pronto-socorro, o médico emergencista tratará do caso
de forma pontual, para amenizar os sintomas e não para tratá-lo em sua totalidade.
Segundo o Dr. Rômulo Fernandes, é importante que os pacientes não graves avaliem se,
de fato, há a necessidade de ir ao hospital naquele momento ou se podem esperar para
marcar uma consulta posteriormente. “O especialista vai poder ajudar a escolher as
melhores opções para a sua condição de saúde, seja ela o acompanhamento de uma
condição crônica, como hipertensão e diabetes ou então a necessidade de escolha por
hábitos mais saudáveis de vida. Essas situações não precisam de pronto atendimento e
sim de profissionais que tenham um vínculo com você e ofereçam continuidade e
integralidade do cuidado”, explica o Médico da Família.
Cuidado personalizado com a sua
saúde
O modelo de Atenção Integral à Saúde (AIS), adotado por algumas operadoras de saúde
no Brasil, foi inspirado no padrão de atendimento de países da Europa, tendo como foco
as pessoas e não as doenças. O AIS preza pelo cuidado personalizado com o paciente,
além de uma atenção continuada com o médico da família, que permite o
acompanhamento da saúde ao longo de toda a vida do paciente.
O Dr. Rômulo Fernandes explica que “essa proposta tem como ponto central um médico
da família que será o responsável por guiar o paciente ao longo de todo o seu cuidado.
Esse modelo também foca nas diversas áreas que exercem um papel sobre a saúde,
como ambiente, estilo de vida e fatores psicológicos“, explica.
De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 80% dos casos atendidos em consultório
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Fonte: UNIMED

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  • 2. Pronto-socorro: aprenda a identificar situações de urgência e emergência Situações de urgência e emergência necessitam de uma ação médica imediata. Mas você sabia que, apesar de semelhantes, os termos possuem significados e iniciativas diferentes? Continue lendo para aprender a identificá-las. A diferença entre urgência e emergência De acordo com o Médico da Família e gerente da Medicina Preventiva da Unimed Fortaleza, Dr. Rômulo Fernandes, emergência é tudo aquilo que implica em um risco iminente de morte, que deve ser diagnosticado e tratado nos primeiros momentos após sua constatação. Quando a pessoa necessita de assistência médica imediata, pois há risco potencial de morte, ela deve ser encaminhada ao plantão hospitalar. Confira a seguir algumas situações que inspiram um atendimento de emergência:
  • 3. 1. Corte profundo 2. Acidente de origem elétrica 3. Picada ou mordida de animais peçonhentos 4. Queimaduras 5. Afogamentos 6. Hemorragia (forte sangramento) 7. Infarto do miocárdio (dor forte no peito) 8. Dificuldade respiratória 8. Dificuldade respiratória 9. Derrames, perda de função e/ou dormência nos braços e pernas 10. Inconsciência/desmaio 11. Intoxicação por alimento ou medicamento 12. Sangue no vômito, urina, fezes ou tosse 13. Grave reação alérgica 14. Febre alta permanente 15. Convulsões, dores intensas no peito, abdômen, cabeça e outros 16. Agressões físicas 17. Acidentes de carro, moto, atropelamento e quedas Já a urgência, pode ser entendida como uma situação clínica ou cirúrgica, sem risco de morte iminente, mas que, se não for tratada, pode evoluir para complicações mais graves, sendo necessário, assim como a emergência, o encaminhamento para o plantão hospitalar. As situações que podem necessitar de um atendimento de urgência incluem: 1. Fraturas 2. Luxações 3. Torções 4- Asma brônquica em crise
  • 4. 5. Feridas lácero-contusas (causadas pela compressão ou tração dos tecidos) sem grandes hemorragias 6. Transtornos psiquiátricos 7. Dor abdominal de moderada intensidade 8. Retenção urinária em pacientes idosos 9. Febre maior que 38 graus há pelo menos 48h que melhora com antitérmicos mas retorna antes de completarem-se 4h da tomada do antitérmico 10. Mais de um episódio de vômito em até 12h Quando o pronto-socorro não é a melhor opção? De acordo com o Dr. Rômulo Fernandes, é importante avaliar, em primeiro lugar, se o problema é uma demanda de urgência ou emergência para escolher entre um atendimento em uma unidade de saúde ambulatorial ou uma consulta eletiva. Em casos de menor gravidade, o atendimento no pronto-socorro pode não ser a melhor opção, principalmente em épocas de viroses, período em que aumenta o fluxo de
  • 5. atendimento nos hospitais da cidade, e, consequentemente, a presença de pacientes com doenças sazonais nesses espaços. Quando agendar uma consulta eletiva? Existem situações de caráter menos imediatista que podem ser melhor avaliadas em uma consulta eletiva, aquela consulta investigativa de acompanhamento, agendada com antecedência, que busca a causa do problema. Já no atendimento de urgência e emergência, aquele realizado no pronto-socorro, o médico emergencista tratará do caso de forma pontual, para amenizar os sintomas e não para tratá-lo em sua totalidade. Segundo o Dr. Rômulo Fernandes, é importante que os pacientes não graves avaliem se, de fato, há a necessidade de ir ao hospital naquele momento ou se podem esperar para marcar uma consulta posteriormente. “O especialista vai poder ajudar a escolher as melhores opções para a sua condição de saúde, seja ela o acompanhamento de uma condição crônica, como hipertensão e diabetes ou então a necessidade de escolha por hábitos mais saudáveis de vida. Essas situações não precisam de pronto atendimento e sim de profissionais que tenham um vínculo com você e ofereçam continuidade e integralidade do cuidado”, explica o Médico da Família. Cuidado personalizado com a sua saúde O modelo de Atenção Integral à Saúde (AIS), adotado por algumas operadoras de saúde no Brasil, foi inspirado no padrão de atendimento de países da Europa, tendo como foco as pessoas e não as doenças. O AIS preza pelo cuidado personalizado com o paciente, além de uma atenção continuada com o médico da família, que permite o acompanhamento da saúde ao longo de toda a vida do paciente. O Dr. Rômulo Fernandes explica que “essa proposta tem como ponto central um médico da família que será o responsável por guiar o paciente ao longo de todo o seu cuidado. Esse modelo também foca nas diversas áreas que exercem um papel sobre a saúde, como ambiente, estilo de vida e fatores psicológicos“, explica. De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 80% dos casos atendidos em consultório por Médicos de Família são resolvidos sem a necessidade de encaminhamento para outros especialistas.