Empreendedorismo     Social
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Mas como gerir umempreendimento social?
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A importância dos negócios     de pequeno porte   no cenário econômico
A importância dos negócios de                pequeno porte no cenário econômico• Pequenas empresas participam mais  do pro...
Faturamento das MPEs                                     do estado de São Paulo             Faturamento Real MPEs do Estad...
Setores das MPEsO setor de Comércio tem a maior participação nonúmero de MPEs com 48% do total, ou 880 milestabelecimentos...
Empreendedores: quem são eles?
Os empreendedores iniciais        Brasil: distribuição dos empreendedores iniciais por gêneroGênero/A     2002 2003 2004 2...
Por que os empreendedores                              abriram uma MPE?• 40% desejavam ter o próprio negócio• 33% identifi...
10 Comportamentos do                                  empreendedor de sucesso1.  Busca de Oportunidades e Iniciativa2.  Pe...
Grau de escolaridade                Escolaridade: empresários com ensino médio completo                     ou mais por an...
Dificuldades para formalização Muitos avanços foram conquistados nas regrasestabelecidas para a formalização, simplificaçã...
Simples Nacional  Foi criado com o objetivo de unificar a arrecadação dos tributos e contribuiçõesdevidos pelas micro e pe...
Outras vantagens oferecidas                                   pela Lei Geral• Acesso à justiça: Tribunais de Mediação e  J...
BurocraciaEstudos da Global Entrepreneurship Monitor   (GEM) indicam que o Brasil é o último colocado quanto aos tópicos b...
Burocracia           Cingapura                   Suíça    Emirados Árabes               Taiwan         Reino Unido        ...
Mortalidade das      empresas            Taxa de     Sobrevivência      de Empresas        no país nos     primeiros dois ...
Mortalidade das empresas
Taxa de sobrevivência das empresas,                        até dois anos no mercado,                        por Unidade da...
Por que as empresas fecham?• comportamento empreendedor poucodesenvolvido;• falta de planejamento prévio;• flutuações na c...
Deficiências das                                    Comunidades Terapêuticas•   Não existe auto sustentabilidade•   Não te...
O impacto das drogas                         no mercado de trabalho       Segundo relatório Brasileiro sobreDrogas, edição...
O Consumo descontrolado de                   substâncias psicoativas se reflete em:• Faltas e atrasos no trabalho• Diminui...
Afastamento no trabalho        00                               •A maior parte dos                               afastamen...
Aposentadoria                         • A faixa etária de maior                           proporção de aposentadorias     ...
A reintegração dodependente químico
A reintegração do dependente químico• Desenvolver uma atividade formal ou informal  é para o dependente químico tão import...
Empreendedor     IndividualUma chance de recomeçar
O Empreendedor IndividualEmpreendedor Individual (EI) é uma oportunidade para  quem trabalha por contaprópria conquistar c...
O Empreendedor Individual• Trabalha por conta própria• Fatura no máximo até R$ 60.000,00  por ano• Não tem participação em...
O Empreendedor Individual• Tem entre 25 e 39 anos• 43% Trabalham em casa• 96% não têm empregados• Foco no setor de serviço...
Os EIs em números• No Estado de SP, em 2011 os Empreendedores  Individuais formalizados eram 438.046. Em outubro de  2012 ...
Algumas atividades enquadradas no EI:•   Artesão•   Barbeiro•   Bombeiro hidráulico•   Cabeleireiro•   Chaveiro•   Comerci...
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  1. 1. Empreendedorismo Social
  2. 2. Empreendedorismo Social• Empreendedorismo social significa fazer um negócio lucrativo que ao mesmo tempo traga desenvolvimento para a sociedade.• As empresas sociais utilizam mecanismos de mercado para, por meio da sua atividade principal, buscar soluções de problemas sociais.
  3. 3. Mas como gerir umempreendimento social?
  4. 4. Mas como gerir um empreendimento social?TODAS AS EMPRESAS DEVEM SER ADMINISTRADAS DE FORMAPROFISSIONAL, ZELANDO PELOS RECURSOS DISPONÍVEIS, SEJAM ELESFRUTOS DE DOAÇÕES OU NÃO.• A importância da profissionalização já é sentida pelos empresários. Em 2012, o Sebrae-SP atendeu mais de 420 mil empreendedores individuais e micro e pequenas empresas em todo o Estado. Foram mais de 4.500 cursos aplicados, mais de 313 mil horas de consultorias e 13 mil palestras, oficinas e seminários realizados.• As micro e pequenas empresas contribuem de forma significativa para o desenvolvimento econômico de um País. No Brasil, elas representam 99% de todas as empresas e empregam 56% dos trabalhadores com carteira assinada (CLT).
  5. 5. A importância dos negócios de pequeno porte no cenário econômico
  6. 6. A importância dos negócios de pequeno porte no cenário econômico• Pequenas empresas participam mais do processo de desenvolvimento do Brasil.• Matriz do desenvolvimento não se apoia mais apenas nas grandes empresas, mas no encadeamento de atividades que envolvem empresas de todos os portes.
  7. 7. Faturamento das MPEs do estado de São Paulo Faturamento Real MPEs do Estado de São Paulo Variação (%) no mês no ano em 12 mesesSetores de atividade Nov 12 Jan - Nov 12 Nov 12 Out 12 Jan - Nov 11 Nov 11Estado de São Paulo -5,5 8,3 4,7SetoresIndústria -4,6 6,0 5,8Comércio -9,6 9,4 10,2Serviços -0,3 7,4 -3,0RegiõesRMSP -7,4 5,7 -3,2Interior -3,6 10,9 13,4Grande ABC -12,5 10,2 2,8Município de São Paulo -5,9 5,1 -2,9
  8. 8. Setores das MPEsO setor de Comércio tem a maior participação nonúmero de MPEs com 48% do total, ou 880 milestabelecimentosServiços fica em segundo lugar com 40% do totalde MPEs, ou 770 mil estabelecimentos. O setordeverá ultrapassar o comércio, em número deMPEs, pela primeira vez em 2015Indústria vem em terceiro, com 12%, ou 220 milestabelecimentos em números absolutos
  9. 9. Empreendedores: quem são eles?
  10. 10. Os empreendedores iniciais Brasil: distribuição dos empreendedores iniciais por gêneroGênero/A 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011noMasculino 57,6% 53,2% 56,6% 50,0% 56,2% 47,6% 52,7% 47,0% 50,7% 51,4%Feminino 42,4% 46,8% 43,4% 50,0% 43,8% 52,4% 47,3% 53,0% 49,3% 48,6%Total 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% Fonte: Relatório GEM. Empreendedores iniciais Empreendedores que em um prazo de 3,5 anos iniciaram um empreendimento formal ou informal, ou realizaram ações no sentido de iniciar um empreendimento.
  11. 11. Por que os empreendedores abriram uma MPE?• 40% desejavam ter o próprio negócio• 33% identificaram uma oportunidade• 9% queriam melhorar de vida (aumentar a renda)• 8% abriram por exigência de clientes• 4% estavam desempregados• 6% alegaram outros motivos
  12. 12. 10 Comportamentos do empreendedor de sucesso1. Busca de Oportunidades e Iniciativa2. Persistência3. Correr riscos calculados4. Exigência de qualidade e eficiência5. Comprometimento6. Busca de informações7. Estabelecimento de metas8. Planejamento e monitoramento sistemáticos9. Persuasão e rede de contatos10. Independência e autoconfiança
  13. 13. Grau de escolaridade Escolaridade: empresários com ensino médio completo ou mais por ano de constituição da empresa90%80% 78% 76%70% 71% 70%60% 62% 64%50%40%30%20%10%0% 1995 a 1995 a 1997 a 1999 a 2001 a 2003 a 1997 1999 2001 2003 2005 2007 Empresários com ensino médio ou mais Fonte: SEBRAE-SP. Doze anos de monitoramento da sobrevivência e mortalidade de empresas
  14. 14. Dificuldades para formalização Muitos avanços foram conquistados nas regrasestabelecidas para a formalização, simplificação e medidas de apoio as micro e pequenas empresas. A Lei Complementar123/2006, conhecida como Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas, trouxe mudanças significativas e tornou realidade muitos dos benefícios previstos em nossa constituição.
  15. 15. Simples Nacional Foi criado com o objetivo de unificar a arrecadação dos tributos e contribuiçõesdevidos pelas micro e pequenas empresas brasileiras, nos âmbitos dos governos federal, estaduais e municipais.
  16. 16. Outras vantagens oferecidas pela Lei Geral• Acesso à justiça: Tribunais de Mediação e Juntas de Conciliação;• Fiscalização orientadora;• Facilidade de acesso ao crédito;• Apoio ao associativismo – criação da figura da Sociedade de Propósito Especifico (Centrais de Compras, Vendas e Negócios);• Acesso à inovação e tecnologia.
  17. 17. BurocraciaEstudos da Global Entrepreneurship Monitor (GEM) indicam que o Brasil é o último colocado quanto aos tópicos burocracia e impostos (49º colocado em 49 países participantes).
  18. 18. Burocracia Cingapura Suíça Emirados Árabes Taiwan Reino Unido Panamá Alemanha França Finlândia Noruega Tailândia Chile Coréia do Sul Suécia Holanda Irlanda Argélia Peru Malásia Letônia Bangladesh Uruguai Eslováquia México Austrália Turquia Trinidad e Tobago África do Sul Barbados Espanha Guatemala Eslovênia Portugal República Checa Lituânia Colômbia Paquistão Polônia Grécia Rússia Hungria CroáciaBósnia e Herzegovina Jamaica Irã Argentina Nigéria Venezuela Brasil 1.50 0.00 0.50 1.00 1.50 2.00 2.50 3.00 3.50 4.00 4.50 5.00
  19. 19. Mortalidade das empresas Taxa de Sobrevivência de Empresas no país nos primeiros dois anos: 73,1%
  20. 20. Mortalidade das empresas
  21. 21. Taxa de sobrevivência das empresas, até dois anos no mercado, por Unidade da Federação(empresas constituídas em 2006)Fonte: Sebrae-NA. Taxa de sobrevivências das empresas no Brasil.
  22. 22. Por que as empresas fecham?• comportamento empreendedor poucodesenvolvido;• falta de planejamento prévio;• flutuações na conjuntura econômica;• gestão deficiente do negócio;• problemas pessoais dos proprietários;• insuficiência de políticas de apoio.
  23. 23. Deficiências das Comunidades Terapêuticas• Não existe auto sustentabilidade• Não tem sistema de informação• Não tem um setor de Captação de Recursos Eficaz• Não tem capacitação efetiva e continua• Não sabem como conseguir os diversos certificados (Certificado de filantropia, utilidade pública, etc);• Falta pesquisa dando efetivação a metodologia• Não tem espaço na mídia• Não tem um bom setor de marketing e publicidade• Não tem diálogo entre si• Não tem uma fiscalização para distinguir o que ou não Comunidade Terapêutica• Não tem certificação de validação de metodologia• Não tem CNPJ próprio
  24. 24. O impacto das drogas no mercado de trabalho Segundo relatório Brasileiro sobreDrogas, edição de 2010, o uso abusivo de drogas provoca grande impacto na rotina profissional dos usuários e consequentemente reflete no cenário econômico do país.
  25. 25. O Consumo descontrolado de substâncias psicoativas se reflete em:• Faltas e atrasos no trabalho• Diminuição da produtividade• Aumento das dificuldades de relacionamento com colegas e chefias• Afastamento temporário do emprego• Aposentadorias precoces
  26. 26. Afastamento no trabalho 00 •A maior parte dos afastamentos do trabalho se dá20,1% na faixa etária que vai dos 20 aos 49 anos, ou seja, nos anos mais produtivos da vida do trabalhador. •No caso dos afastamentos relacionados ao uso do álcool, a faixa etária mais atingida encontra-se entre 40 e 49 56,7% anos, enquanto 50% dos Álcool afastamentos relacionados à intoxicação pela cocaína Cocaína ocorrem entre os 20 e 29 anos.
  27. 27. Aposentadoria • A faixa etária de maior proporção de aposentadorias 10,6% vai dos 40 aos 59 anos, sendo do sexo masculino 86% dos aposentados por uso de 75,3% drogas. • Até 2003 a maioria dosÁlcool aposentados por cocaína seOpioides encontrava na faixa entre 30 e 49 anos, passando para a faixa de 40 a 49 anos depois
  28. 28. A reintegração dodependente químico
  29. 29. A reintegração do dependente químico• Desenvolver uma atividade formal ou informal é para o dependente químico tão importante quanto à manutenção da abstinência.• Além da discriminação quanto à capacidade do paciente estar apto ao trabalho, há ainda o problema da forte concorrência do mercado atual.
  30. 30. Empreendedor IndividualUma chance de recomeçar
  31. 31. O Empreendedor IndividualEmpreendedor Individual (EI) é uma oportunidade para quem trabalha por contaprópria conquistar cidadania e formalizar um pequeno negócio com menos burocracia e de graça.
  32. 32. O Empreendedor Individual• Trabalha por conta própria• Fatura no máximo até R$ 60.000,00 por ano• Não tem participação em outra empresa como sócio ou titular• Pode ter um empregado contratado que receba o salário mínimo ou o piso da categoria.
  33. 33. O Empreendedor Individual• Tem entre 25 e 39 anos• 43% Trabalham em casa• 96% não têm empregados• Foco no setor de serviços e comércio, assim como a MPE• 54% homens e 46% mulheres• 38% já praticavam a atividade antes da formalização• 23% estavam desempregados.
  34. 34. Os EIs em números• No Estado de SP, em 2011 os Empreendedores Individuais formalizados eram 438.046. Em outubro de 2012 o número passou para 725.843• O Brasil conta com 2,9 milhões de EIs• 69% dos EIs buscaram a formalização pela oportunidade de abrir um negócio e ter o CNPJ.• 94% dos EIs recomendam a formalização.• A formalização aumentou 55% o faturamento dos EIs• 51% dos EIs afirmam ter melhorado o controle financeiro da empresa com a formalização.• Em 2014, o número de EIs no Brasil será de 4,3 milhões, contra 4,2 milhões de MPEs.
  35. 35. Algumas atividades enquadradas no EI:• Artesão• Barbeiro• Bombeiro hidráulico• Cabeleireiro• Chaveiro• Comerciante• Editor de jornais• Esteticista• Fotógrafo• Motoboy• Padeiro• Promotor de eventos• Relojoeiro• Sorveteiro• Taxista

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