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Gestão do Conhecimento em Agências de Comunicação

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Apresentação utilizada como apoio para palestra "Gestão do Conhecimento: uma ferramenta de gestão necessária às agências de comunicação!", durante o Social Media Week SP de 2016.

Publicada em: Marketing
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Gestão do Conhecimento em Agências de Comunicação

  1. 1. GESTÃO DO CONHECIMENTO EM AGÊNCIAS DE COMUNICAÇÃO Cinara Moura
  2. 2. Gestão do Conhecimento “um foco gerencial deliberado, sistemático e organizado para desenvolver, alavancar e proteger o capital intelectual da organização” (PEDROSO; FRANCO; TERRA, 2008, p.61).
  3. 3. Alguns Highlights • Áreas da sociologia (conhecimento) e, principalmente, administração (gestão do conhecimento); • Popularizou-se a partir da década de 80, sendo sucessora das teorias da Gestão da Informação; • É muito estudada no ambiente de indústrias, ou seja, com foco no desenvolvimento de produtos.
  4. 4. O processo: espirais do conhecimento
  5. 5. Por trás do processo Barreiras Gerais • Hierarquia vertical demais • Burocracias • Prisões culturais • Paradigmas fortemente sedimentados (foi sempre assim) Potencializadores Gerais • Valorização estratégica do conhecimento • Espaços de diálogo • Cultura colaborativa • Valorização das pessoas como cerne da cultura
  6. 6. Contexto da temática • Trabalhando e convivendo com profissionais de agências de comunicação, percebia muitos pontos fracos quanto à gestão de pessoas e do capital intelectual. • Por outro lado, falar de conhecimento exige, obrigatoriamente, falar de pessoas.
  7. 7. Foco na Gestão de Pessoas “os vínculos e os processos derivados da relação (humana) determinam a aprendizagem dos indivíduos e o grau em que os grupos formarão competências coletivas duradouras” (SABBAG, 2007, p.149).
  8. 8. Enquanto isso, nas agências...
  9. 9. Enquanto isso, nas agências... • Planilha que devia apontar pontos positivos e negativos, serviu como um Wikileaks das agências; • Assédios, machismo, exploração e incompetência dos gestores foram reclamações recorrentes; • Reação à planilha: temos?
  10. 10. Enquanto isso, nas agências...
  11. 11. Enquanto isso, nas agências... Não seja esse gestor. Aprenda com os problemas e use-os a seu favor!
  12. 12. Incoerências nas agências: • Uma agência só existe se conseguir gerir expertise relacionada aos seus clientes, ou seja, capital intelectual;
  13. 13. Incoerências nas agências: • O alto turn over do mercado publicitário nos obriga a pensar: se é difícil investir em capital intelectual, vai ser impossível ter resultados sem ele.
  14. 14. Incoerências nas agências: • Num ambiente dinâmico, informal, com amplo acesso à informação, qual o preço de não investir em gestão do conhecimento? Existirão publicitários idosos? O modelo de negócio está fadado às grande multinacionais de propaganda?
  15. 15. E aí, o que dá pra fazer?
  16. 16. 1. Mapear os conhecimentos 2. Se atentar aos pontos fracos e fortes do processo 3. Aplicar o processo às fases
  17. 17. 1. Mapear os conhecimentos 2. Se atentar aos pontos fracos e fortes do processo 3. Aplicar o processo às fases
  18. 18. Acesso em: http://hbrbr.com.br/transformando- intangiveis-em-valor-real-aos-clientes/
  19. 19. 1. Mapear os conhecimentos 2. Se atentar aos pontos fracos e fortes do processo 3. Aplicar o processo às fases
  20. 20. É ótimo! • Dinamismo, equipes criativas; • Ambientes propícios à troca (tecnológicos, sem paredes, etc); • Hierarquias caminhando para modelos horizontais na maioria das agências; É problema! • Confusão entre organização, formalização e burocracia; • Departamentos que não se comunicam; • Ego em torno do produto criativo; • Baixo investimento ao que não traz retorno a curto prazo; Por trás do processo e dentro da agência
  21. 21. 1. Mapear os conhecimentos 2. Se atentar aos pontos fracos e fortes do processo 3. Aplicar o processo às fases
  22. 22. Socialização do Conhecimento  Criar espaços e, principalmente, clima organizacional onde compartilhar seja valorizado;  Incentivar a interação entre departamentos;  Valorizar ideias, brainstorm e liberadade criativa (caos criativo)
  23. 23. Externalização do Conhecimento  Perder o medo de registrar, formalizar, criar conceitos;  Valorizar o saber tanto quanto o fazer (intelectual X operacional);  Espaços para fazer juntos, criar conceitos coletivos;  Criar uma cultura em que as pessoas queiram que o conhecimento delas seja da empresa.
  24. 24. Sistematização do Conhecimento  Valorizar as trocas, além dos departamentos;  Quebrar barreiras humanas, não somente as físicas;  Valorizar o médio e o longo prazo, além do curto prazo;  Pensar indicadores relacionados ao conhecimento;
  25. 25. Internalização do Conhecimento  Fazer com o que se sabe seja aplicado no que faz (isso é mais fácil no ambiente industrial);  Mensurar a melhoria dos processos e do trabalho, verificando o nível de internalização do conhecimento;  Tornar públicos os diferenciais do que se faz a partir do conhecimento (além de prêmios);
  26. 26. Um processo completo:
  27. 27. Um processo completo: Um processo de Gestão do Conhecimento auxilia no gerenciamento dos ativos intelectuais inerentes à atividade humana, gerando vantagem competitiva e resultados reais a médio e longo prazo. Vamos refletir sobre isso?
  28. 28. OBRIGADA! Cinara Moura mouracinara@gmail.com @mouracinara

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