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Solo
• É o resultado da ação do intemperismo nas rochas. Todo solo tem
  condições de vida vegetal, pois adquire porosidade e como
  decorrência, há penetração de ar e água.

• O solo, portanto, é constituído por rocha intemperizada, ar, água e
  matéria orgânica que formam um manto de intemperismo que
  recobrem superficialmente a crosta terrestre.

• Tipos de solos
 Expostas as mesmas condições climáticas, cada tipo de rocha produz
  um tipo de solo diferente; mas de acordo com a origem podemos
  classificar:
   – ELUVIAIS: quando formados pela alteração da rocha que se encontra
     abaixo, quer dizer, o solo foi formado no local onde se encontra. Ex. Terra-
     roxa.

   – ALUVIAIS: são formados pela ação dos agentes naturais de transporte
     (rios, vento, etc.) Ex. solos de várzea (periodicamente alagadas).

   – ORGÂNICOS: são formados a partir de matéria orgânica, por isso são
     férteis e tem alto valor agrícola. Ex. solos humíferos.
Solos
• Quanto a estrutura os solos podem ser:
   – Argilosos
    Não são tão arejados, mas armazenam mais água. São menos permeáveis,
     a água passando mais lentamente ficando então armazenada. Alguns solos
     brasileiros mesmo tendo muita argila, apresentam grande permeabilidade.
     Sua composição é de boa quantidade de óxidos de alumínio (gibbsita) e de
     ferro (goethita e hematita).
    Formam pequenos grãos semelhantes ao pó-de-café, isso lhe dá um similar
     ao arenoso. Chamado de argilossolo.

   – Arenosos ou argilo-arenosos.
    Os solos arenosos têm boa aeração. Plantas e microorganismos vivem
     com mais dificuldade, devido à pouca umidade. O solo arenoso possui teor
     de areia superior a 70%.
    Também possui argila e outros compostos em menor percentagem. Mas
     como tem boa aeração não retém água. Esse solo é permeável, Também é
     conhecido com neossolo.
Solos
– Solo humífero
 Esse solo apresenta uma quantidade maior de húmus em relação aos
  outros. É um solo geralmente fértil, ou seja, um solo onde os vegetais
  encontram melhores condições para se desenvolverem. Possui cerca
  de 10% de humo em relação ao total de partículas sólidas. A presença
  de humo dá uma coloração, em geral, escura, contribui para sua
  capacidade de reter água e sais minerais e aumenta sua porosidade e
  aeração.

– Solo calcário
 A quantidade de calcário nesse tipo de solo é maior que em outros
  solos.
 Desse tipo de solo é retirado um pó branco ou amarelado, que pode
  ser utilizado na fertilização dos solos destinados à agricultura e à
  pecuária.
 Esse solo também fornece a matéria-prima para a fabricação de cal e
  do cimento.
Problemas do Solo
• Os solos de clima tropical sofrem grandes problemas com a EROSÃO,
  LIXIVIAÇÃO e a LATERIZAÇÃO.
   – A LATERIZAÇÃO é o surgimento de uma crosta ferruginosa, formada pela
     decomposição das rochas com precipitação dos óxidos e hidróxidos de
     alumínio e ferro, que acaba com a fertilidade do solo.
Problemas do Solo
– A LIXIVIAÇÃO é a lavagem da parte superficial do solo, onde se encontra os
  nutrientes, e retirada dos sais minerais hidrossolúveis, empobrecendo o solo.
– No Brasil, o escoamento superficial da água é o principal agente erosivo. Para
  combater a erosão superficial é preciso manter o solo recoberto por vegetação ou
  quebrar a velocidade do escoamento utilizando a técnica de cultivo em curvas de
  nível.
Problemas do Solo
– A voçoroca ou boçoroca é um fenômeno geológico que consiste na formação
  de grandes buracos de erosão, causados pela chuva e intempéries, em solos
  onde a vegetação é escassa e não mais protege o solo, que fica cascalhento e
  suscetível de carregamento por enxurradas. Pobre, seco, e quimicamente
  morto, nada fecunda.
– A voçoroca pode ser prevenida com a plantação de árvores na beira dos
  buracos, que agem como guarda-chuva do solo contra a chuva e vento, além de
  evitar que o fluxo da água leve consigo terra e sedimentos, que são retidos por
  suas raízes. É um fenômeno prejudicial pois destrói terras cultiváveis e colabora
  para o assoreamento de rios e entupimento de redes de esgoto, que ficam
  entulhadas por detritos do solo, facilitando o processo das enchentes urbanas.
Erosão
• Erosão e acumulação
   – A erosão é o desgaste das rochas e do solo feito pelas
     águas, ventos, animais e o homem.



   – Em toda erosão, segue-se o transporte e a acumulação
     dos sedimentos retirados. Em geral, a erosão é mais
     freqüente nos lugares altos e a acumulação nos baixos.
Erosão
•   Erosão e acumulação eólica
    – A erosão através do vento é bem comum, e pode fazer formas bastante
      pitorescas, como em formas de ‘taças’ e ‘cogumelos’.
    – O vento pode criar varias formas de relevo através de acumulação de areia,
      como as dunas. Estas surgem bem freqüentemente em praias e desertos,
      aonde a areia é abundante.
    – A erosão eólica pode ser:
    – deflação: os ventos varrem as areias.
    – corrosão: fazendo um certo lixamento, atirando partículas contra um
      obstáculo.
Erosão
• Erosão marinha Erosão marinha
   – Age tanto no sentido de construir como de destruir as formas de relevo.
     Praia é um exemplo do primeiro caso.
   – restinga: é a acumulação feita nas entradas das baías, formando-se lagoas
     costeiras.
   – recife: acumulação de carapaças de animais marinhos, antigas praias e
     restingas que se consolidaram em rocha sedimentar, próxima à praia,
     diminuindo a ação das ondas. O recife pode ser de origem arenosa ou de
     coral (biológica).
   – ilhas oceânicas: são geralmente de origem vulcânica ou cumes do relevo
     submarino (como se fossem montadas em alto mar). Aparecem em meio
     oceano, sem ligação direta com o continente.
Erosão Marinha
Erosão
• Erosão Glacial
   – As geleiras (glaciares) deslocam-se lentamente, no sentido descendente,
     provocando erosão e sedimentação glacial. Ao longo dos anos, o gelo pode
     desaparecer das geleiras, deixando um vale em forma de U ou um fiorde,
     se junto ao mar. Pode também ocorrer devido à susceptibilidade das
     glaciações em locais com predominância de rochas porosas.
Erosão
• Erosão Pluvial
   – Erosão pluvial é a erosão provocada pela água da chuva que vai retirando a
     camada fértil do solo, tornando-o cada vez mais improdutivo. Além disso, as
      águas das chuvas arrancam plantas e fazem desmoronar barrancos.
   – Também chamado de deslizamento de terra: a água da chuva que provoca
     um desprendimento da camada superior, e esta camada desliza de
     encostas.
   – Também ocorre nas margens de rios.
Erosão
• Erosão fluvial
   – acontece devido a corrente dos rios, que ficam constantemente arrastando
     a terra sob o leito do rio e das margens do rio, o que acarreta em
     desmoronamento das margens e alargamento do rio, qual o problema
     disso?
     O alargamento do rio irá diminuir a velocidade do rio e devido os
     desmoronamentos irá diminuir a profundidade do rio, podendo causar
     futuras enchentes. Já em áreas estreitas o rio irá ganhar mais velocidade,
     podendo causar outros tipos de desastres.
Erosão
• Ação dos animais e do homem
  – Muitos animais, como tatus, fazem buracos fundos e a areia
    removida fica acumulada junto as suas tocas. Eles também são
    modificadores do relevo.
  – O homem age como modificador do relevo de uma maneira
    mais ampla e intensa.
  – O homem constrói túneis, destróis montanhas com dinamite,
    aterra lagos e pântanos. O resultado desse trabalho nem
    sempre é positivo. O homem na maioria das vezes destrói o
    natural sem pensar nas conseqüências e acaba colhendo
    resultados desastrosos.
  – O desmatamento elevou os índices do processo erosivo. Por
    causa disso, as enxurradas escavam vários buracos que
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  • 1. Solo • É o resultado da ação do intemperismo nas rochas. Todo solo tem condições de vida vegetal, pois adquire porosidade e como decorrência, há penetração de ar e água. • O solo, portanto, é constituído por rocha intemperizada, ar, água e matéria orgânica que formam um manto de intemperismo que recobrem superficialmente a crosta terrestre. • Tipos de solos  Expostas as mesmas condições climáticas, cada tipo de rocha produz um tipo de solo diferente; mas de acordo com a origem podemos classificar: – ELUVIAIS: quando formados pela alteração da rocha que se encontra abaixo, quer dizer, o solo foi formado no local onde se encontra. Ex. Terra- roxa. – ALUVIAIS: são formados pela ação dos agentes naturais de transporte (rios, vento, etc.) Ex. solos de várzea (periodicamente alagadas). – ORGÂNICOS: são formados a partir de matéria orgânica, por isso são férteis e tem alto valor agrícola. Ex. solos humíferos.
  • 2. Solos • Quanto a estrutura os solos podem ser: – Argilosos  Não são tão arejados, mas armazenam mais água. São menos permeáveis, a água passando mais lentamente ficando então armazenada. Alguns solos brasileiros mesmo tendo muita argila, apresentam grande permeabilidade. Sua composição é de boa quantidade de óxidos de alumínio (gibbsita) e de ferro (goethita e hematita).  Formam pequenos grãos semelhantes ao pó-de-café, isso lhe dá um similar ao arenoso. Chamado de argilossolo. – Arenosos ou argilo-arenosos.  Os solos arenosos têm boa aeração. Plantas e microorganismos vivem com mais dificuldade, devido à pouca umidade. O solo arenoso possui teor de areia superior a 70%.  Também possui argila e outros compostos em menor percentagem. Mas como tem boa aeração não retém água. Esse solo é permeável, Também é conhecido com neossolo.
  • 3. Solos – Solo humífero  Esse solo apresenta uma quantidade maior de húmus em relação aos outros. É um solo geralmente fértil, ou seja, um solo onde os vegetais encontram melhores condições para se desenvolverem. Possui cerca de 10% de humo em relação ao total de partículas sólidas. A presença de humo dá uma coloração, em geral, escura, contribui para sua capacidade de reter água e sais minerais e aumenta sua porosidade e aeração. – Solo calcário  A quantidade de calcário nesse tipo de solo é maior que em outros solos.  Desse tipo de solo é retirado um pó branco ou amarelado, que pode ser utilizado na fertilização dos solos destinados à agricultura e à pecuária.  Esse solo também fornece a matéria-prima para a fabricação de cal e do cimento.
  • 4. Problemas do Solo • Os solos de clima tropical sofrem grandes problemas com a EROSÃO, LIXIVIAÇÃO e a LATERIZAÇÃO. – A LATERIZAÇÃO é o surgimento de uma crosta ferruginosa, formada pela decomposição das rochas com precipitação dos óxidos e hidróxidos de alumínio e ferro, que acaba com a fertilidade do solo.
  • 5. Problemas do Solo – A LIXIVIAÇÃO é a lavagem da parte superficial do solo, onde se encontra os nutrientes, e retirada dos sais minerais hidrossolúveis, empobrecendo o solo. – No Brasil, o escoamento superficial da água é o principal agente erosivo. Para combater a erosão superficial é preciso manter o solo recoberto por vegetação ou quebrar a velocidade do escoamento utilizando a técnica de cultivo em curvas de nível.
  • 6. Problemas do Solo – A voçoroca ou boçoroca é um fenômeno geológico que consiste na formação de grandes buracos de erosão, causados pela chuva e intempéries, em solos onde a vegetação é escassa e não mais protege o solo, que fica cascalhento e suscetível de carregamento por enxurradas. Pobre, seco, e quimicamente morto, nada fecunda. – A voçoroca pode ser prevenida com a plantação de árvores na beira dos buracos, que agem como guarda-chuva do solo contra a chuva e vento, além de evitar que o fluxo da água leve consigo terra e sedimentos, que são retidos por suas raízes. É um fenômeno prejudicial pois destrói terras cultiváveis e colabora para o assoreamento de rios e entupimento de redes de esgoto, que ficam entulhadas por detritos do solo, facilitando o processo das enchentes urbanas.
  • 7. Erosão • Erosão e acumulação – A erosão é o desgaste das rochas e do solo feito pelas águas, ventos, animais e o homem. – Em toda erosão, segue-se o transporte e a acumulação dos sedimentos retirados. Em geral, a erosão é mais freqüente nos lugares altos e a acumulação nos baixos.
  • 8. Erosão • Erosão e acumulação eólica – A erosão através do vento é bem comum, e pode fazer formas bastante pitorescas, como em formas de ‘taças’ e ‘cogumelos’. – O vento pode criar varias formas de relevo através de acumulação de areia, como as dunas. Estas surgem bem freqüentemente em praias e desertos, aonde a areia é abundante. – A erosão eólica pode ser: – deflação: os ventos varrem as areias. – corrosão: fazendo um certo lixamento, atirando partículas contra um obstáculo.
  • 9. Erosão • Erosão marinha Erosão marinha – Age tanto no sentido de construir como de destruir as formas de relevo. Praia é um exemplo do primeiro caso. – restinga: é a acumulação feita nas entradas das baías, formando-se lagoas costeiras. – recife: acumulação de carapaças de animais marinhos, antigas praias e restingas que se consolidaram em rocha sedimentar, próxima à praia, diminuindo a ação das ondas. O recife pode ser de origem arenosa ou de coral (biológica). – ilhas oceânicas: são geralmente de origem vulcânica ou cumes do relevo submarino (como se fossem montadas em alto mar). Aparecem em meio oceano, sem ligação direta com o continente.
  • 11. Erosão • Erosão Glacial – As geleiras (glaciares) deslocam-se lentamente, no sentido descendente, provocando erosão e sedimentação glacial. Ao longo dos anos, o gelo pode desaparecer das geleiras, deixando um vale em forma de U ou um fiorde, se junto ao mar. Pode também ocorrer devido à susceptibilidade das glaciações em locais com predominância de rochas porosas.
  • 12. Erosão • Erosão Pluvial – Erosão pluvial é a erosão provocada pela água da chuva que vai retirando a camada fértil do solo, tornando-o cada vez mais improdutivo. Além disso, as águas das chuvas arrancam plantas e fazem desmoronar barrancos. – Também chamado de deslizamento de terra: a água da chuva que provoca um desprendimento da camada superior, e esta camada desliza de encostas. – Também ocorre nas margens de rios.
  • 13. Erosão • Erosão fluvial – acontece devido a corrente dos rios, que ficam constantemente arrastando a terra sob o leito do rio e das margens do rio, o que acarreta em desmoronamento das margens e alargamento do rio, qual o problema disso? O alargamento do rio irá diminuir a velocidade do rio e devido os desmoronamentos irá diminuir a profundidade do rio, podendo causar futuras enchentes. Já em áreas estreitas o rio irá ganhar mais velocidade, podendo causar outros tipos de desastres.
  • 14. Erosão • Ação dos animais e do homem – Muitos animais, como tatus, fazem buracos fundos e a areia removida fica acumulada junto as suas tocas. Eles também são modificadores do relevo. – O homem age como modificador do relevo de uma maneira mais ampla e intensa. – O homem constrói túneis, destróis montanhas com dinamite, aterra lagos e pântanos. O resultado desse trabalho nem sempre é positivo. O homem na maioria das vezes destrói o natural sem pensar nas conseqüências e acaba colhendo resultados desastrosos. – O desmatamento elevou os índices do processo erosivo. Por causa disso, as enxurradas escavam vários buracos que crescem e ameaçam as edificações em muitas cidades.