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A revista
completará no proximo más de outubro 2 anos. 

Estaremos comemorando a ocasião com...
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Setor Recursos Humanos 25ª ed

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Setor Recursos Humanos 25ª ed

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  3. 3. A revista SETOR RECURSOS HUMANOS 'Para Uma lx-ielcior Gestão de Pessoas'. está completando dois anos. São dois anos levando informações ac-s profissi-: wais que buscam aprimorar seus conhecimentos. Obrigada aos nossos ieitc'es que nos acompanham todos os meses. Para ter acesso ao nosso acenro httpz/ /issuu. con1/'. 'w. 'cu'c. mostbedifomeletrcwicaccm GUIA DE CONFERENCISTAS l ll 'axei-tj v' r g». - b A eficiência da impressão online. i Profissionais e serviços sendo apresentado de fc'ma inteligente. rápida para todo _cais e para maca' . ___. Editado em dos idiomas: Português e inglês. Mas de 2500 acessos na versão flash lalais de 1700 acessos na versão acervo. Acesse (fa sin) »› ç* 7 Acesse acer-ro -j~í Clique aqui e anuncie em nossas revistas. SETOR RECURSOS HUMANOS 'Para Uma Melhor Gestão de Pessoas' Faça parte você também do GUIA DE CONFERENCISTAS 2013.
  4. 4. Objetivo A RDO+ZO terminou, mas os Reunir gestoras, ditames. anptaaárioa a conaulbrae m¡ quaelionamenhoasdziraa gastãodapassonmsndosarâoaprasentadoecaesee responsabilidade da preservação do ferramentas para s nova realidade socioembiarlnl cpa o planeta está apanas criando força pena planeta exige para a sua preservação uma nova consciencia e modo da viva'. "Carreira Verde e a Responsabilidade O Primeiro Seminário 'Para Ume Marior Gestão da Pessoas' abre espaço para ae discussões: » As ampraeeedo GENE LESTE PAULISTA estão usando da inovação Maio ARBIENTE? Mais que palestras com temas atuais o de extreme importando am a nova gestao' organizacional ea » Qual o papel do oonsilnr interno? p “Insana m. » 0a gestores salão sa preparando _ pm , mm mmpnmm d, Esperamos, juntos, encontramos soluçoas raspomabilüada socio arnbíentà? 'Para Uma Melhor Gestão de Pessoas' » Ética. Comportamentos - › Responsabilidade Social a Ambiental. paucpo! » o que a e Carreira VERDE? hecrbões no site » Como estão saido preparados os - . ptufcaüoneie que ocuperão o cargo VERDE me crganizaçõee? Apoio Organização gimiiggg iai? ) tam' años¡ eçca) ›E POS-GRADUAÇÃO lí nun-u 8/ às Peopleiraininq anunciantes-numas¡
  5. 5. .l. 'í. ... . T 1 q L-- ~ r Ps9¡ na , . . . . Expectativa 2M participantes (dia) entre diretores, empresários_ gestoras e consultorias em gestão de pessoas. Consultores e coordenadores e executores de programas de treinamentos. "Carreira Verde e e Responsabilidade Socioambiental nas Organizações. " SÓCIO: : : i à¡ . i1 l
  6. 6. O texto da Carta da Terra A Cs 1a da Tera e i. na declaração de ç-íncízfos éticos mndamenteis para a construção, no secifo 21, de UTIB sociedade glcbaljusía, mata-favs' e çsziñcs PREÀIi-! BULO Estamos c' ente de L n momefo cnüco na ist-jts da Terra, numa épcca em que s hurran : ace deve escolher o seu futuro. À med : s que o mundo tema-ee cede vez mais intece Jendente e frágil, o futi o reseve, ao mes no tem . co. g 's 'de perigo e grande esperança. Para seguir s: ante. deve ncs reconhecer que, no meio da uma me; nice -fvers : ese de cult'. 'as e 'Tomas de vida, soincs uma familia hunans e L na com; "reze te Testre con L n dest io corium_ Devemos nos juntar ps 'a gerar uma sociedade sustentável g the' fl. 'ds-ia no respeito pela natureza, ros c' 'e ins humanos unversss. na ; Jst-; e económica e numa CL : ira cs paz. P: 'a cre' = * a este prcpósío, à 'operativo que nós. os DENCS da Tens. decerencs nossa responsabilidade uns ; e 'a con os outrts. ccm a ganda comi. "caía de vida e con as fill'. 'a QEEÇÓGS. TERRA. NOSSO LAR A hum: ' : :se e' p: te de um vasto unive eo en evciuçáo. A Te Ta, nosso lar_ é viva como uzna wmunífsda cs vc's ¡nccrnparáveí As forças da natureza fazem da existence uma ave 'iiura exigente e “certa, mas a Terra p-vvidencÍoJ as cont' ções essencss pede a ei/ dgàc cs fds. A csg-aoidade de rec; ;e 'ação da cc-nunidade ce vide e o ben-estar Cs hunianízisze dependem da preservação de uma biosfera saudáve' con fados seus sistemas emlràgicaa. uma rica vs 'kz-isca de pentes e anuais, sclcs férteis, águas pu°as e er' Tipo. O meio ambiente global com 55.45 recursos finitos e' urrs preocupação conum de todos os povos. A ; vomçàa de vit: .faze, diversidade e beleza da Terra e um dever ssgrszo. A SITUAÇÃO GLC SAL Os ps-Úões damos 'íes de ; vei-ção e cc-*sumo esuão causado devastação amb'- “al, esg-: vtamefo cos recursos e uma massiva ext '-30 ca es; ›:'-: ies. Com; Os osfeñcios do Ceeenvovíme-ío não esúào sendo c' vididos eqüitativs nente e a diferença eüre roca e p-c-t-*es está aumentando. A *j. :st›; a, a çotveza. e E; 'ciranda e os conflitos viclentos tem aumsrfado e são casas de g 's 'ce s›: -"nme"ío. 0 crescimefo sem pracezenies da graduação hunane tem sobacanegado cs sistemas ecoó; oo e social. As bases de seg. rs n; g 12-55' esíao a neaçeaas. Essas tendences sào per-gases mas neo 'SVÍÍÀVEÍE Para saber ms s, acesse i-ftplrivi/ Autcs iadate TE ': › 'ssilovçnprtntexthtnl
  7. 7. São apenas dois anos de existência da revista SETOR RECURSOS HUMANOS Para Uma Melhor Gestão de Pessoas. Que venham muitos anos e anos pela frente! Nossa consciência de preservação ambiental continua. Não temos, apesar dos convites recebidos. a intenção de editar nossas revistas fisicamente. Contamos com nossos leitores e amigos para diseeminarem essa ideia 'revistas possuem informações dinâmicas e por essa razão não 'O “nm 3_ 957m 990737' tem necessidade de serem impressas em papel'. Invest em política de : rentabilidade _ , _ _ é guga ma¡ d, manage do E axnda. nós da MOSTB EDIOTRA acreditamos que onfonnaçao M550 UHDÍBOÍBV tem que ser de qualidade e levada a todos de forma gratuita. É o *da sumiu mas** “m que fazemos aqui. Nossas revistas são abertas a todos os l leitores. A Meus sinceros agradecimentos a todos os leitores da revista SETOR RECURSOS HUMANOS 'Para Uma Melhor Gestão de Pessoas'. Boa iaitura! (Dadá . Êdpts Diretora CLIIE DO NOSSO PLANETA! ' _ o m; Nossa marca e protegnda pela. - ¡nnpnpolmoldvnlpun hwtntdoanncrhc; $›““°'"° . . _ , Sua marco pode ganhar o mundo. I O" Não deixe de rcqistrá-lo. - 'x uh un uma nollüb; ^ Q um¡ um irma: ° n"" ' °""" rio *ta-tb &u; › Paulo¡ v lunar¡ #meu *an* qmhmt_ ~ numa uma¡ - Aun-M¡ logaritmo › human Junina - Maradona¡ ? à V l LAC E LIAW: _,; LD'AYLN. 'L5 0800 703 9009 www v› : IFP (nm br
  8. 8. SUMÁRIO 38 ARTIGOS »> » > ARTIGOS ESPECIAIS Água para Todos Nova carteira de identidade Consumo Cons : iante A ldatemáüaa do Negócio. Coach. Responsabilidade Social Empresarial 4 4 Aprender a aprender rep rezar-Ha O d) / l ; Li-j : :gq 1:13 s, .p, ,rage "v *'- Novas chamadas do Ciércia sem Fronteiras R9b“¡ã° 9T' 6973573 ÚSCUÍB mlgraçãí¡ 155m5¡ incluem vagas na Suécia. Hungria e Noruega para Trabalho astra ngeíro: autoriza ; ões crescem 5'! ” . 2013 Otzrigatcriezla : le do novo Termo de Rescisão. .. Quando sacar o FGTS? Assist, e Hc-rn ciagação de Rescisão de Contrato de Trabalho 30 4 8 NOTÍCIAS indústria eletronica digital chips 'Potercializando a gestão através das pessoas' Entender os processos. suas potencialidades e suas fraquezas são criar un diagnostico precisa da organização. 5o tqM R, - Süw CURSOS Miller. : _re LEITURA INDICADA,58 54 “ A¡ VOCABULÁRIO ORGANIZACIONAL
  9. 9. .+9 pessoa Que não Corre atrás das Coisas que acredvta, Ficará sempre à mercê da . sorte LEITOR ave. . C001 Subject REVISTA SET ORH PARA UMA MELHOR GESTÃO DE PESSOAS. Canos F V Santos Para: Linda Borges Data: 19 de Novembro Parabéns a aus hícãiava e a equipe da revista. Tenho acompanhado a revista e a cada edição els está mais completa. Subject: REVISTA SETORH PARA UMA MELHOR GESTÃO DE PESSOAS. Maris Tereza Silva Para: Linda Borges Date: 17 de Novembro Gostaria que a IBVÍSÍB tivesse cases. Os textos são ótimos. Abraços a todos. Maris Tereza. nossa¡ nda¡ sociais: @L OS c-. tílcgnzz pí- *ucvc ›: &teimam; xuxa-aux! - wuowuuun. . . . ana. _-. .~-›. .-. .. kedm
  10. 10. 4 SW] ÉFJSH [E, [N] E [KG] [IZÉ] ~ Wi @i5 FESTÁS [DE FHNÉIL [DE QNQ.
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  12. 12. P; Segundo Warren Buffett ' Quando você junte ignorancia com dinheiro emprestado. os resultados são sempre engraçados'. - Será? Baseado em que? Ou melhor, por que ele disse isso? Fui buscar respostas e resolvi começar pelos conceitos. 'Empreendedor' ou 'entrepreneu r'. em frances, significa: 'Aquele que assume riscos e começa algo novo' A partir disso, a 'coisa' começou a fazer certo sentido, pcis sempre ouvi dizer que “quem não arrisca, não petiscs'. A novidade. porem. estava em 'cálculos', ou seja, em correr riscos calculados. Com esse reflexão aprendi que correr este tipo ds 'risco' era bem diferente de ser efeito; e que não se tratava de loteria ou jogo de 'azsr'. Empreender. portanto, é como a vide: às vezes pode até ps- recer um jogo. mas em amb-os oe casos. quem deñne a partida é o JOGADOR - que po r sua vez - só tem o controls. se entender s atender as regras. No jogo do empreendedorismo a regra é executar os cinco cálculos os quais cito e seguir: 1° Cálculo - Negócio próprio: Preferência ou Necessidade? Se s resposta for necessidade, 'game over' (l? ) ESTUDO DO SEBRAE RAZÃO DO FECHAMENTO DA EMPRESA 68% Falhas Gerenciais; 37% Falta ds capital de giro'. 273a'. Falta ds clientes; 2° Cálculo - Empresário ou Agente Independente? 0 denominador comum e possuir o perfil smpra-: n dador" - Busca de oportunidade e iniciativa; - Exigência de qualidade e ami-anda: - Persistência, independencia s autoconfiança; - Correr riscos calculados: - Comprometi mento; - Estabelecimento ds metes; - Planejamento e monitoramento sistemáticos; ~ Busca de ínfonneçfss; - Persuasão s rede de contatos. 3° Cálculo - Como Escolher o Negócio Certo? Algumas dicas de Peter Hingston sm seu livro, 'Como Abrir e Administrar seu Próprio Negócio? -dsscreva o produto ou serviço de maneira mais detalhada possivel; - identifique um aspecto diferencial para seu produ- to ou serviço; -penss no mercado-alvo. Tente dsñnir os limites, tanto gaográñco quanto os que se referem ao perñl dos clientes; - procure opções pera distribuir os produtos: shop- pings, revendedores, ven das por telefone, intsmet e etc. ; - negócio que baseia-se na venda de produtos, você irá produzí-Ios ou encontrar fornecedor; - relacione os itens necessários para começar a stividadezirtstaleções, aqui psmentos. equipe e in- vsati mento; - seja critico em relação s sus ideia' ter-te identiñ- car s solucionar as pos-slveis falhas.
  13. 13. Auditorias e Treinamentos "Gestão da Qualidade, Produtividade e de Pessoas" al. ana@Sdrwzccrsultona ccmpr (i1: «13»3'ZI. ›Cv›iZI? - ii 1) 8812008053- › São Bernardi: GC- Camrbc - Sac Paulo - Brasil > lmporiame: A escolha também passa por franquias. Nos tempos atuais, essa pode ser uma excelente opção. Porém, a franquia tem um 'dono maior'. Pense nisso. 4° Calculo - Ter ou não um Sócio? Pode até parecer pouco sério. mas essa e uma decisão de foro intimo. _ Gmd a emma como em um casamento. Segundo Fernando Trias de Bes: ' Na maioria “uma m" Espetünào em das vezes nos associamce por medo; outras vezes, como meio de oonse- 66850 Edmtéo-md¡ mamada e guir recursos que, em curto prazo. saem de graça, mas em longo prazo Rodtnmmde_ são os mais caros de todos. Empreender implica em cena solidão. mas - cmdendad¡ pago 353m5 m esta solidão lhe dara' velocidade e liberdade para impor suas decisões a progune Rumo a ISO 9000, sua intuição. Só se associa quando precisar de algo que não possa oonse- R801!! ! Humültl (SÔUM de guir de outra maneira. E. de preferencia, conte apenas com socios capita- 59350 ETWÍQBÚB¡ ' 535W EAD listas; não se associa para compartilhar trabalho' (EMM a Dhwü) - Auditaa Lidar de Sistemas de 5" Calculo - Plano de a 'o Gestão” Guandu” “ma” Swan Equacionado os càlculããamenores. monte o plano de negócios o qual Lãxj_ | ¡ l àeÉEmm "das sera' norteador para: Gestão UPEGBEBRAE) - Obter financiamento e analise de viabilidade: _ comum¡ mai¡ d a" - Localização ideal; ¡npgmbçgo d, spams¡ d¡ - Mãrkíêlingí Cuidado conforme normas da sais - Vendas e promoções: ISO KID e. em lrdtunentoe m - Exportações; Qualidade. Gestão - Contratação de eq uipe (inclui assuntos ju rfdioos e tributános). 5373505¡ 9 639k¡ '39 PÚNÚS- - Comunas Associada da TDS Encerrada a 'matematica', agora sim, vem a melhor parte, não aquela ° &mação ancoaàu ammhm 'engraçada' - dita pelo mega investidor. mas a HUNlANA. Negócios são _ “um” “aos feitos de relacionamentos. e estes entre Pessoas e para Pessoas. Aqui uma. a também cabe uma regra ou uma dica: Relacione-se muitissimo bem com você mesmo. mantenha sempre em equilibrio a sua autoestima, entenda e Cambia , Tm-amam atenda as pessoas. exerça sem moderação a sua liderança, pois somente &uruguai; oe verdadeiros empreendedores são lideres, inspiradoras e resilientes. = Cormaiamenà ( lideranm. habilidades gerencia: e motivaáo) _ . = Tea-nico: (Produto Quihico. tbm '*~ J de Qualidade e Fenaneiwhe Q Adninietetivae) fo'
  14. 14. , ir' Na sociedade do conhecimento, aprender a aprenderfaz parte dos atñbutns do lider do sámlo XXI, em razão de o universo corporativo sofrer os impactos de eventos globais de imediato, exigindo de seus lideres e colaboradores a adaptação à nova realidade na mesma velocidade. Diante disso, o coaching surge como a ferramenta de apoio à liderança. com metodologia apro- priada ao autodesenvolvimento, deserwclvimento do outro e por sua caracteristica de apra-nd iza- g-am continua. Dizemos ainda que o Coaching vem apoiar a liderança em seus desafios treinando m escuta ali- ve; Comunicação efetiva; Perguntas poderosas; Feedback construtivo e »tapas de diagnóstico das áreas da vida, das competências e de sustentabilidade. Em nosso modo de ver, a organização ao adotar o estilo Coadiing de liderança estara se preparando para as mudanças velozes, provocadas pelo efeito globalização. Entretanto. a agñicg de em transfonnsr lideres em Líder-Coach deverá antecipar a qualquer crise. tomando-se um método preventivo de se blindar e se destacar entre os concorrentes. Pesquisas rearizsdas per institutos renomados como o Intamationel Coaching Association e publicadas por respeitadas midias: Revista Haverd Business Revi›3w e Voce SIA- Edítora abril SIA, apontam resultados consistentes no desenvclvimento de competências em relacionamen- toe. comunicação, “derança e, ainda. retome do investimento, mínimo. de cem por cento sobre o valor destinado ao processo de coaching de executivos. As organizações buscam inovação. Oportunidade para aprofundar o autoconhecimento e desc; brir o verdadeiro significado de sua missão de vida.
  15. 15. /w Peopleííaínoírzíz” Desenvcavunemo Pessoal e Pmiissional Í) Noszfene Santos. Coach Inte-mzional carñceda pelos lCI- lntamations' Association of Coaching Itu-Alunas. ECA- European Coaching Association. Hinata' pre-: Pjoner e Trs' *e* am PNL pela Actiua: Estudou The New Code NPL com John G f 'de' a Cannem Bostlz; Formagh em Ganeraüva Coaching com Robatt E2715: Sisternic Coaching com Bemd ! set Tha Hero Jornay 8. 5 Rhythms com D13 a Deborah Bacon; Hipnose Erícksonlarta corn ConsueYo Casüa pelo Mauforum Internadonal. Estudou taatro a Clown na BRAAPA. Doutoranda em Business Adnínishation; Mestra err¡ Business Adm"'strefion pala Honda C? *iate 1 urÍvarsafy-USA; baoharalados am Comunicação Socia' pela Cespe' Lbevo a Adrrncstração da En' presas pela Oswaldo Cruz. Sua experiência proñssicnai incí_ atuação como axewfrva no meudo finance' ro a em seg. *os pe'o Banespa a Santander. É Comultora da treina mentos a palastsnla. desde 1999; rfniatra aula da PNL na BRAAPA Autora do Manual Práüco de Coaching. Coautora do "wo Ser Más com PNL e aprasamadora do programa A he's do Ccachíng - -Avm'. cv”dv. uo7.oornbr, nosálaneaantoslâpaopletràníng. cont-r TW ITTEFt Noezileness 1
  16. 16. l l Quanto mais se organizações reconhecem o homem como o seu capital mais valioso. mais as áreas de Desenvolvimento Humano assumem papéis estratégicos de assessoramento e gestores. em tomadas de decisões que fortalecem as posições de suas organizações num mercado altamente mutável. Por exigência da demanda, os diferenciais competitivos de oferta, anteriormente focados na qua- lidade, forma, preço, apresentação e alguns outros fatores inerentes so produto. atualmente são garantidos pela atenção dispensada ao cliente extemo e interna. Tal fato motivou o surgimento dos SAC - Serviços de Atendimento ao Cliente. Ouvidorias, Atendimentos pós-venda e. prinaipal- mente. se de Desenvolvimento Humano, em substituição às Gerencies de Recursos Humanos que omparam o lugar dos antigos Departamentos de Pessoal. Tais comportamentos de mercado são inequfvocoe sinelizadores de que o ser humano cada vez mais merece um lugar de destaque nas estmtures sociais. Esse reconhecimento tem. desde o começo da década de 9D. extrapolado o âmbito privado e se instalado na sociedade em geral, criando uma nova cultura mundial nas relações sodoeconómices. A prova disso é a evolução das Normas ISO, que sa projetarem no mundo ocidental do pós-guerra, pela preocupação em stands; zar padrões de qualidade para produtos e serviços e atualmente se voltam para garantir a susten- tabilidade socios mbiantal. Apenas a titulo de esclarecimento e sigla ISO significa International Organization for Standardization. organização não gcvemamentel, fundada em Genebra em 1946 com o objetivo de promover a normatização para a produção de bens e serviços com qualidade intemecíonalmeg ta reconhecida. Suas normas mais conhecidas são a ISO 9000 de 1987 para gestão da qualidade. e a ISO 14000 de 199o, para gestão do meio ambiente. ( ver gicssària ISO em httpzíhwrwzdeminpebnijarIFArMILlA%20lSO-Glosssrio%201.htm). O impacto positivo provoca- do pela certiñcação ISO 9000 e 14000. conferidas por auditorias independentes ídônees a mñha- res de em presas de grande porte em todo o mundo. geraram modelos para outras certiñcsções como é o caso da SA (Social Accountability) 8000, elaborada pela Social Accountability Internacional - SAI (wwwsa-inttorg). por iniciativa de um grupo internacional de entidades públicas. privadas e não governamentais, para regular às condições de trabalho.
  17. 17. O Treinamento e Desenvolvimento Protíssicnal A criação de SA 8000 teve como modelo as Normas ISO e seu escopo tem base nas normas da Organização lntemecional do Trabalho (OIT), na Declaração Univa; saldos Direitos Humanos e na Declaração Universal dos Direitos da Criança da ONU. com a inovação ds que as empresas que a adotam devem indicar um repre- sentante para acompanhar sua implantação. São requisitos da SA 8000: não utilização de mão-de-obra infantil sdo trabalho forçado: segurança a saúde no trabalho; liberdade de associação s direitos coletivos; não discriminação de qualquer natureza; observação de carga horária de trabalho; e. remuneração e práticas disciplinares socialmente aceitáveis. Assim. as empresas antes de praticar a Responsabilidade Social 'portas afora' podem e devem pratica-la com o seu cliente intemo, numa demonstração de que tal ação não se propõe apenas eo ñm ds publicidade. mas efetivamente, ao de ofere- cer oportunidades de trabalho, saudáveis e justas. A implementação de um Programa da Responsabilidade Social, tal como um progg me de Qualidade ou de Responsabilidade Ambiental, exige o envolvimento da alta gestão e a articulação da área de Recursos Humanos com as outras áreas da org_ rfzaçãc e todo um processo de planejamento, exe-calção. monitoramento e replace- jamento, se for o caso. O PDCA (Plan, Do, Check and Act) ainda tem se demonstrg do uma metodologia eñciente para essa finalidade. Pesquisa realizada pela QUALITAS no site da SAl identiñcou que nosso pais é o quarto país do mundo em número de certiticados SA 8000. A China tem 39 certiñ- cados. a Itália 24, a Índia 24 a o Brasil 18. Portanto, no continente americano, o Brasil e o pais com maior número de certificados e está à frente dos paises mais desenvolvidos do mundo. Recentemente, no dia 1° de novembro de 2010, foi publicada, sm Genebra - Suíça, e Norma Internacional lSO 26000- Diretrizes sobre Responsabilidade Social. A versão em português da nonna, a ABNT NBR lSO 26030, foi lançada em 8 de dezembro da 2010, em São Paulo. Espera-se que esta nonna - que, por enquanto, se constitui em um conjunto de diretrizes de uso voluntário sem fins de Certificação - venha a tomar-se obrigatória pelo reconhecimento de que preservação do homem s do meio ambiente são a única garantia de sustentabilidade do planeta. l i9. lê. I _ _ E 'il ; gr ! S Silvana lviontsiro lvloura da Costa, economista. consultem nas áreas de Planejamento e Projetos, Coach e ministrante de palestras e wrsos de Elaboração de Projetos. Planejamento Estratégico e Ce pacitsção de Consultores e Assessores, dentre outros (smmcosta@uol. com. br) wxvw. e:›cted. oom. br Endereço: Av. Lima e Sirva. 1611- sale 407 - Lagoa Nova- CEP: 59.075.710 - Natal - RN- (a4) 371a 2691
  18. 18. "/ íx, r3i'eiici'ei' a aprender iÉ/ JIÉSS/ ?Íéí a ame¡ici/ .zagevvi essencial “que peniiez/ iecc* mc/ ;grocivcisiiie do comer/ cio. 'Ap-render a aprender representa a aprendizagem essencia l 'que permanece'. Independente do conteúdo. O processo de procurar e obter informações e recursos para resoiver problemas. em diversas fcntes, com outras pessoas e aproveitando a própria experiênjs, constitui a mola mestra de muda; ças compcrtameniais da vei-ar. Aprender s der ajuda significa intercâmbio oonstruiivo dos recursos que cede pessoa possui relações com partilhadas de crescimento psiaossocísi. O ; recesso de dar e receber 'feedback' é um caminho para desenvolver oonñança e resp-sito reciprooos. 'Participeáo eficiente em grupo quer dizer alcançar e exercitar interdependência autêntica com os outros membros, em interação espontânea e nature! , sem utilizar modalidades indesejáveis de manipulação. "
  19. 19. C/ Rl-CTERÍSTIOXS OUE PREJUDIC/ ixix/ i Uivi GRUPO TIPO EOUlPE Como em tudo na vida, se não aprendemos a observar e analisar, e então sim, agírmos. ccm certeza poderemos fracsssa r. e neste cesofracsssa o Trabalho de Grupo, quando fatores abaixo surgem: - Assunto inadequado para TG 'por ser muito polémico ou de emergência: - Hsterogeneiciade sado-cultural entres os membros do Grupo: - Falta de preparação do orientador e membros participantes( não conhecem a agenda; não estudaram o suñciente ou desconhecem as técnicas do TG). - Falta de experiência: há uma inibição natural dos membros do Gmpo; - Direção que sufoca a troca de idéias: quando existe um controla muito rígido por parte do orientador ou quando de cima para baixo: Agenda oculta: não devera' ser confundida ccm a Agenda. O orientador ou um dos participantes entre para o TG com uma solução pré-concebida e procura. de qualquer forma, convencer os demais integrantes a aceitar, não dando oportunidade para que a solução seja consensual. -Íwyg M" . .. 1' V y . l_ ! Y E L t _ 'xl n - › 1 . _ r -s r I v . ; __. . . ›~ ' i. 'r' ' ~ _r f . t , . e , I'd ' ' ' : - . lr¡ . v iii/ x_ É _ x' x j/ '__, ;;_'r f . ,› 9'› 5-' , ' l_ A 4' “gx i _ = . 1K t Il ' * *É* e. -Í-ÍPP "r - i ". .'-«-- “ 'xàk ' l ~ ~ a X, w tbm”- v A ' 2 d ___ "4 CAR/ CTERÍSTC/ XS DE SUCESSO - GRUPO TIPO EQUIPE - União - Confratemizapío - Conñabilídade - Busca de Conhecimentos - Divisão de tarefas o Respeito - Date-animação - Organização ° Humanizs-; áo - lvlsturidsde ~ Comunicação - a que a solução seja consensual.
  20. 20. 1._ : Ê:<r: ~rg_nu¡: z . e - r. :àm , - - 1 . .t k. 1 . l _ . t. i n* ía" . ... _.-“' x__ L. ; $372_ a . ..I-n- '-" “c” *s Jan 1'- : -Fí. -'ÍE* 1°" "'°“-“*í*"^*1=: ' f-: JWJÉ+ÀÍ4~ 7 r
  21. 21. [or ete Lemos Consultoria Soluções em Gestão de Pessoas PUBLICACOES informaçoes sobre Produtos: Preencha os 11.1.'. F15 do ÍIUITYILHÉVHÍ) e -: urina am Éfl-'IRF Manual do Treinamento o Desenvolvimento. Volume 1. Lina : n capitulo Ciddrtria Emprcc-. aivxal aavani: ando a íie-spcrisabilidade 'Soc ›al COFDCÊÂÍIYB «anita , Iorgete Sib-TCE a açào »Zfxí-? ffrftrtlê rPSÇ-: T-ilF. .ã'«'tÍ-l nas r. vrg¡aru.3-; r›e= . : :ll IUTÊEÍÍYLÂIIS Educ-ui «iscute Manual do treinamento o Desenvolvimento _Iurgctr- ': '.~C'L'i'v_*I. l ç; capitulo iiL-inçiniosrilr) : :dia 'Jolunlariado &Pôr; arcada os passos para implanração de : mgrarna da treinamento de c-szalbtiradoras para a mrmaçàf; dr- '. ":'. IÍlJl'li3'1-3:11'J rj-rii¡: ~e; --: ..f1rz.3l [migra ? rí-. Tsnri REVISTA SETORH Acesse gcgmggxiitmgmnàgggyi i'- leia nnssurir. .amqzzur, nestas. em. ; fí-ríff- Conf re. também M9511) i [JITQRA wmv Acompanhe 0.'. artgos de Jcrgctn Lemos em nessas publicam-cs. Acc-ano nttp: i'i'sr. iJu. com. *a-inw mcstbcditc roclctronicaccnudoc: tnphwwn. ovgeoalcmizoorrtar Conferencista e consultora organizacional em âmbito nacional. em sua sanção na área de Gestão de Pessoas desenvolveu sólida experiência ns abordagem de questões relativas eo Social. Qualidade de Vida e Beneficios. Pesquisadora produz e dissemina conhecimento. - Gestão do pessoas: atuou por mais de vinte anos em nivel corporativo rn gestão das áreas de Serviço Social e Beneficios. em empreses tais como Souza Cruz (RJ-MG-ES-DF) e COPERSUCAR e Companhia União dos Retinadores de Açúcar e Café, em âmbito nacional. - Dlrigo seu próprio negócio de consultoria desde 1990. uma das pioneiras na atuação na área de Gestão do Social nes organizações empresamb, Beneficios e Responsabilidade Social Corporativa, a 'Jorgete Lemos Pesquisas e Serviços Ltda'. - inovou e teve 'moção' de reconhecimento pelo Ministério do Trabalho, por seu trabalho sobre hhpeemento e Monitoramento de Riscos Sociais. -RsFERaiciA NA ÁREA SOCIAL! " Se sua organização quer um Serviço Social alinhado às estrategias do negócio, atuando em projetos corporativos, agregando valor, entre em contato conosco. pera o desenvolvimento de projetos de Realinhemento e Reposicionamentc do Serviço Social e comece a perceber retornos mensiraveis!
  22. 22. CARRERA Reunião em Genebra discute migração laboral e inclusão de pessoas com deficiência. Com o tema 'luligrações Laborsis". o Secretariado da Orgs nização lntemacional do Trabalho (OlT) apresentou. durante e 316" reunião do Conselho de Administração da OIT. ocorrido semana passada, proposta para e realização de um diálogo ds alto nii/ el sobre migração ¡ntemsoicnsl e o desenvolvi mento em 2013. Segundo o coordenador de Assuntos lnternaqg nais do lllinistaério do Trabalho e Emprego, Sérgio Paixão, que representou e Pasta neste encontro. a OlT foi estimulada pelos empregadores, trabalhadores s govemos para que a promoção dos mercados de trabalho funcionem de maneira eficaz para os migrantes e que as discussões sobre migração, babalho decente e desenvolvimento sejam consideradas nos trabalhos deste diálogo. 'A Seção e provou uma solicitação do diretor-geral para reelizeçío de uma avaliação da res- posta da OlT eo panorama mutante de migração intemscionsl, em partírzular dos progressos realizados na promoção do marco unilateral para as migrações trabalhistas, com vistas a a portar uma contribuição fundamentada pera o cfiálogo de alto nível sobre e migração e o desenvolvimento', explicou o coordenador. Uma reunião tripartite para avañação dos resulta- dos do diálogo será organizada em 2013 e deve apontar o seguimento que a OIT devera' manter. Outro ponto diswtido durante o evento foi a inclusão laboral de pessoas com deficiência. So- bre esse assunto. Paixão contou que a OlT tende a organizar um grupo de trabalho tri pa rtite com o propósito de preparar uma declaração estratégica e um pleno de ação para ampliar ss iniciativas para e inclusão da pessoa com deñoiencie. 'Por decisão dos membros do Conse- lho, a OlT deverá promover um trabalho continuado com os organismos regionais e inter- regionais e empresas multi nacionais, bem como cs govemos. empregadores e trabalhadores com o fim de promover o trabalho decente para pessoas com deticienaia. " O fomento ao emprego, particularmente entre os jovens e o estímulo aos pisos de proteção social qua reduzem s pobreza. o desenvolvimento económico. a redução ds pobreza e a pro- teção eo meio ambiente com promoção de objetivos de desenvolvimento sustentável também tiveram destaques na reunião. OIT - O Conselho de Administração é o órgão deliberativo e desisório das politicas e ações ds Organização. Integra a estrutura da OlT junto com s Ccnferensis lntemecfsnel do Traba- lho e e Repartição Internacional do Trabalho. Está composto por 5B membros, dos quais 2B gavemas, 14 em pregadores e 14 trabalhadores. O Brasil ocupa uma das dez cadeiras pemis- nentes deste Conselho por ser um dos paises de maior importância industrial no mu ndo. Assessoria de Comunicação do MTE (61) 2031 6537 - acs@mte. gcrv. br
  23. 23. '. '“«. ".i/ EOSTBEDITORJVELETROl~llC. ^.. COT~. Í lhe World ot Scwnte ' Estamos sempre em bus/ m da novas tecnclagias e soluções inteligentes para a rs Fc comunicação. Lançendo mão do novo mas sem deixar de lado a responsabilidade _ s. uvuo xx) ambiental. f ' Z" Pensando dessa forma, os nossos serviços se apresentam na editoração eletronica para criação de revistas a jornais corporativos. 31h, _ - Você sabia que: ln - r . ' ' " ~ mas_ 'u : me " E] 1:5 a produzam arvore sao necessarios o Forum_ c, J_ rs ? Ígagjgua _ - A . 3,, anos; .. waesfir ari pzuuca *.45 '- ' l " - 1 folha pesa 45g e po folhas pesam ll-zg; sJsfs-. ñtetfrfdade é ter i 4'? - 1 árvore produz em média 12 mil folhas 95753 'FW-TS' .0~'9§*3'”›'9ÇÉ3 U0 "WO ' ' - 1 folha consome 0,045 Kw de energia e _ _5"T"5'973'3^ A 0,451. da água. .$519 subsivmi' o cuidada. sem reparo. ' 1 11'. . -i . . . a* Q Jornais ou revistas Impressas devem ser substitufdos nos próximos 20 anos. i x . A Í. ) í . _ 'à . [735 A309) A me dr aii : ora do Brasil e da Arranca Latina produz me s de 553 mi no35 da -¡ y_ , ' ' exemplares impressos. entre revistas. , supámariíos e edições especiais. v- I q! ” . _ , _ni São mais de 103 mil toneladas de papel. Por mais que se recicla ainda assim. esse f , f › A montante tome-se uma agressão ao meio ambiente. ' “1 r' "'""_ - Buscamos os dadas abaixo. .. V ' - 80 milhões de pessoas usam a internet na Brasil '(dado em crescimento): ° 54,00 "si. são mulheres? - 79%'. usam a intemet várias vezes ao dia; - 14 ,6 milhões de pessoas ccm pram wÍa internet? - 659". das pessoas usam a intamat na hora de pesquisar um produto para compra: - 579-1; das pessoas clicsm em anuncios na intemet porque sentem motivados a conhecer o produto an umie-do; - 8D 'lí das pessoas que usam a intemet acham que é mais fácil e comreniente fazer comrpes pela intemet; - 1,2 milhão de pessoas pretendem comprar um ¡Psd cu tablet no próximo ano'; - Existem no Brasil mais de 30 mil pontos de ven-das ^' (jomaleircslbancas etc). contre milhões da clici-; s via internet - Um anuncio impresso e visto no maximo pcr 5 leitores. Um anúncio na internet é , ,_ , ¡_, _. visto por centenas e milhares de pessoas pcr minuto. e' e e 77a_ - Um anúncio impresso tem sua visibilidade limitada eo custo do investimento. Já. r' VH. : l um anúncJ-: i via 'lutam-at tem sua visibilidade ilimitada. ' - Uma revista impressa tem seu conteúdo parcialmente liberado na íntemet. a custo E' da senhas ou taxas. _ As revistas da vnwvmostbeditoraeletronica. com possui acesso livres de _ A cadastros. taxas ou senhas.
  24. 24. “Í 7. r- . 'í' ai; Trabalho estrangeiro: .71 ' . ' . .. i h) -'= '-* autonzaçoes crescem 5% Dejanelro s outubro o MTE concedeu 55.009 autorizações. Vistos para especialistas, tecnicos e humanitário; s haitlsnos contribuíram mais para esse crescimento Nos nove meses de 2012, o lvlinisténo do Trabalho e Emprego (MTE) concedeu um total de 55.009 autoriza-ções de trebal ho temporárias e permanentes para profissionais estrangeiros, um crescimento de 59-2 em relação so mesmo periodo no ano anterior. Os fatores que mais contribuiram para o aumento foram, principalmente, oe vistos hu ma nitàrios concedidos aos haitia nos, as autorúaçóas para trabalho de especialistas estrangeiros no Brasil e para teanioos estrangeiros responsáveis pela instalação de máquinas e equipa mentos importados e assistência témicaftrsnsferencia da tecnc-bgia. A autorização da trabalho. concedida pelo MTE, é exigida pelas autoridades consulares trasílairas. em (zonformidade com s legislação em vigor, como requisito para s concessão de vistos temporários e. em certos casos. de vistos permanentes a estrangeiros para trabalho no Brasil. O setor que mais demanda macae-otra estrangeira no cais é o de indústria do óleo e gas, representando 309( de todas se autori- zações de trabalho concedidas no penbdo. O requisito básico para a vinda de profissionais estrangeiros ao Brasil e que esses profissionais não ocupem vagas que possam ser preenchidas por trabalhadores brasileiros. Se considerarmos apenas as autorizações temporárias, que somaram 48.862, houve queda de O,9'›)-"_. Foram 10.127 para técnicos até 93 dias. acréscimo de 253:. . 5.299 para temicos até 1 ano. representan- do aumento de 299C- e 4 . -123 para especialistas estrangeiros, aumento de 269!. . Segundo o coordenador-geral de imigração do MTE, Paulo Sérgio de Almeida. o crescimento destas modalidades de autorizações de trabalho signiñca o aumento no volume de investimentos em setores intensivos em máquinas, equipamentos e também a absorção da tecnologias e conhecimentos especiñ- cos. No caso dos especialistas estrangeiros, o dedo reflete o eu mento da procura por mão-de-obrs estrangeira qualificada. Nesta categoría. as maiores altas foram de portuguesas ( 630 vistos. aumento de 919%) e espanhóis (343 vistos. aumento de 5031,). 'Os vistos humsnitánoe concedidos pelo Conselho Nacional da Imigração aos haitia nos que ingres- saram pela fronteira terrestre entre o ñm de 2011 ajaneino de 2012 tiveram um gre nda impacto, mm a concessão de 3.307 autorizações contra 632 entre janeiro e setembro da 2011', avalia o coordenador. Veja o balanço completo no nnl-:
  25. 25. 43,1¡ Instituto * . httpz/ /wwwisemearcombr
  26. 26. Plano de Cargos e Salários Obrigatoriedade do novo Termo de Rescisão de Contrato é adiada Brasilia. 31I10l2012 - O ministro do Trabalho e Emprego. Brizola Neto, determinou na tarde desta quarta-fe¡ ra (31) que o antigo formulário de rescisão de contrato de traba- _ lho tera validade até 31 de janeiro de 2013. "Muitas « l i - l I A 7 . " -' -V ' empresas ainda não adotaram os novos formulários e ' não podemos correr o risco de que o trabalhador seja 'í"ir¡)¡s~ q; :fíftf . "_I. '¡'y(: ,ria prejudicado no mcmento em quefor requer o Seguro- . . . e _ . , Desempregoeo FGTS, juntos Caixa Económica Fede- _«, -*Íi_l_1'"'¡§; Ú? -KÍÍÚVJIHÍ ral'. alertouomíriistro. De acordo com o último balanço divulgado pela Caixa. a adesão eo novo Termo de Resci- são de Contrato de Trabalho (TRCT) chega s 41%. peru-ritual considerado baixo pelo Nínisterio do Trabalho e Emprego. A transição para o novo modelo de formulário foi inicia- da em 2011 e era esperado um maior índice de uso do documento. O novo termo permite que o trabalha-dor identifique. de forma muito clara. todas as verbas a que tem direito por ocasião da rescisão do contrato de trabalho. Desde aquelas que compunham s remuneração mensal que constava no contra-cheque. ate aquelas que são decorrentes da TBSCÍSÉO, como: aviso prévio. 13° e férias proporcionais. Permite que, sem muito esforço. o trabalhador oonñ ra se estão ccnetos todos os valores a que tem direito de receber', explica o secretário de Relações do Trabalho, Messias Melo. Fazem parte do novo TRCT. o Termo de Homologa-ão, a ser utilizado nos contratos resdndí-dos depois de um ano de dura-ção. e o Termo de Quitação, para cs contratos com menos de um ano de duração e que não exigem acompanhamento do sindicato ou do ministério. Os dois formulários vem impressos em quatro vias; uma para o empregador e três para o empregado. duas delas para serem entregues na Caixa para sacaro FGTS e solicitar o recebimento do Seguro-Desemprego. Texto: Assessoria de Comunixção Social MTE
  27. 27. i** *à «r/ ter , ___ Quando sacar o FG I S? O FGTS pode ser sacado nas seguintes ocorrências: - Na demissão sem justa causa; - No término do contrato por prazo detenninadco: - Na rescisão do contrato por extinção total da empresa; supressão de parte de suas atividades; fechamento de quaisquer de seus estabelecimentos, ñlisis ou agências; falecimento do empregador índividual cu decretação de nulidade do contrato de trabalho -inciso ll do art 37 da Constituição Federal , quando mantido o direito ao salário; - Ne rescisão do contrato por culpa recnprom ou força maior. - Na aposentadoria; - No caso de necessidade pessoal, urgente e greve, decorrente de desastre natural causado por chuvas ou inundações que tenham atingido a área de residencia do trabalhador. quando a situação de emergir cia ou o estado de calamidade pública for assim reconhecido. por meio de portaria do Govemo Federal; - Na suspensão do Trabalho Avulso; - No falecimento do trabalhador'. ~ Quando o titular da conta vinculada tiver idade igual ou superior a 70 anos; - Quando o trabalhador ou seu dependente fcr portador do vírus HN; - Quando o trabalhador cu seu dependente estiver acometido de neoplasia maligna - câncer; - Quando o trabalhador ou seu dependente estiver em estágio terminal, em razão de doença greve; - Quando a conta permanecer sem depósito por 3 anos inintermptos cujo afastamento tenha ocorrido até 13/07/90, inclusive; - Quando o trabalhador permanecer por 03 (tres) anos íninterruptoe fora do regime do FGTS, cujo afasta mento tenha ocorrido a parti r de 14107190, inclusive, podendo o saque. neste caso, ser efetuado a partir do mas de aniversário do titular da conta: - Na amortização, Iíquidação da saldo devedor e pagamento de parte das prestações adquiridas em sistemas imobiliários de consórcio; - Para aquísi-áo de mcradia própria, liquidação ou amortização de divida ou pagamento de parte das prestações de financiamento habitacional. Texto: lnfcrmsções site FGTS
  28. 28. Assistência e Homologação de Rescisão de Contrato de Trabalho A extinção ou rescisão do contrato de trabalho. como regra, gera determinados efeitos financeiros. Tais efeitos correspondem s rñreitos que as normas jurídicas garantam eo trabalhador e, no caso de morte deste, aos seus dependentes. Quando o contrato extinto tiver sido firmado há mais de um ano. o ato de pagamento e recebimento das verbas resci sódas exige uma fon-nalidade especial denominada assistencia, que confere validade jurídica aos pagamentos. A assistencia na extinção do contrato de trabalho foi prevista inicialmente no art. 500 da CLT. com o objetivo de preservar e garantir e autenticidade do pedido de demissão do trabalhador que gozava de estabilidade no emprego. A partir de 1962. todavia, iniaiou-ee um ciclo de produção legislativa que culminou na extensão de obrigatoriedade da assistencia para todos os contratos de trabalho extintos após um ano ds vigência, na fixação de prazos para pagamento das verbas resdaénss. de penalidades pelo seu descumprimento, bem como na expressa proibição de cobrança pera e preste- ção de assistãmia objetivo de assistência é, assim, garantir o wmprimsnto da lei e o efe- tivo pagamento das verbas rescisórias, bem como orientar e esclarecer as partes sobre os direitos e deveres dsconentes do tim da relação amore-gentis. Texto: Site Portel do Trabalhador E-mail (Suporte e Trabalhadores e Empregadores)
  29. 29. an¡ . ç - “. *y r¡ Au'. Barém di Run: : Branch v? E-âcn José jcns. “Ç sinuca-ty: :- 'Camaro vgqcn a 1 a _x-h( hm» '. "/n'^. ' p4 : ›^. '›: r›_›_«, .a; a«; m_ , C . _4,_. L
  30. 30. Assessment O mundo organizacional vem sofrendo muda nçascada vez mais freqüentes e rápidas, onde c perfil de com petàmias necessário e sclicitadc ace protissicnais para assumir estes novos desañce e momentos são readequados a novas realidades quase que díariamente, Cada vez mais temos a certeza que e sustentação de crescimento lucrativo e a criação de valcr a longo prazo exigem comprometimento tc-tal com: - Padrões excepcionais de desempenho, ° Comprometimento de todos, ° Agilidade e flexibilidade. - Vontade de abraçar ideias novas e aprender continuamente. O comportamento pessoal é a força que impulsiona o desempenho e as competências impulsionam c compcrtamento, pc-rtanto as competências intíuenciam os meios pelos quais são atingidos cs resultados. Fala-se muito de Competen-sias. scmce avaliados e exigidos sc-b este enfoque. Podemos defini-las ccmo a capacidade de gerar resulta-dos dentro do que se ctjetiva em uma Empre- sa. É traduzida pelo mapeamento dos resultados espera-dos e pelo conju nto de conhecimentos. habilidades e atitudes necessários para atingr os cbjetivcs propostos. Lkeñnimcs: cachecó- mento como 'c saber? Habilidade como 'o saber fazer” e Atitude como c 'querer fazer". É o famceo CHA, tão citado pelos prctissicnais de Recursos Humanas. Os Assessment Centers surgem ccmo uma nova proposta para atender a Organização, este crganismc vivo. onde o conjunto de [3855035 que c forma e a alavancagem para o aumento da eficácia e produtividade. Mas. o que é Assessment? A palavra que utilizamos e' emprestada da Ifngua lng'esa e tem c sig niñcado original d e taxa. quota. Temos usado nc sentido de valorização atribuida á alguma coisa, no caso às competências de cada um, a identifsaçáo de potenciais e valorização de performances. O Assessment e' um instrumento de medção que beneficia a busca da mel hcria cor-Maus de cada um. É uma ferramenta que remove obstácuas e gradativamente conquista a interação produtiva e saudável entre as pessoas.
  31. 31. Neste modelo, mapear e Matriz ideológica Orgerizscionel e de suma impor- lâmia para obter imervenções produtivas e fimdementades. As empresas são canpostas de um Sistema Social e um Sistema Técnico, mihecsreenwideresteesístemas faz com que possamos idertificar os pontos fodas e evertuelmenta fragilizadcs de uma Organização, a dañciància cu fragiidacb em quslqmr destes pontos define o grau de saúde cu não à Organização e con seqínntemente das pessoas que e compõem. ! X- 'ü Fomeáo em Pedagogia. com eepecielizaáo em psioclcgs organizational. pós-gramado em psiccúams pedagógico. mestrando em administração holística - Espanta/ Extremadura. Proñsslonai izan esteira na área de Recursos Hunmcs e grande experiencia na ocnwàc de casos comportamentais e vivernais. trabalmndo com sutoooenvdnnmmto. infestação e deosnvclvinentc de ecpipes, Emecielista em Ccechlm e Merttoring_
  32. 32. Entender os processos, suas potencialidades e suas fraquezas sõo criar um diagnostico preciso da organização. Tork empresa necessita de um portfólio de negócios integadcs e equilibradcs para aproveitar as oportunidades de crescimento e prever as situações de contingência. A criação de um modelo da formação de estrategia deve ser simples, e cuja forma sqa única. ehbcrada espedñosnenta para atender às necessidades da agariza~ ção. 'Cada empresa tem um DNA próprio'. A temática e as responsabilidades inerentes aos processos organizacionais propor- cionam o deserhc e o entendimemc de toma as ações a que vem fomecer : tdos minuciceos e uma visão globalizada de toda a asmmra organizacional, principalmente quando há implantsm a gestão estratégia. IMPORTANTE - Entendemos sina que a transparencia na divulgação de resulta- dos ecuscdeuitérioecbjetivospuaorepessede infcmiaçõeedevem sempre de forma integral e de mutue confiança. O diagióstioo agarizacicnal foca no objetivo de interpretar cs pontos fortes e fra- cos de uma empresa em todos ca seus espadas e, de posse desses dimrnatiw é apresentada as possibilidades de correções. Deñritivameme estourar uma organização exige um periodo de tempo onde pcs- sam serlevantadosdedcs para quesedeñnan todos ospncosescsque vãcm for- me de administração, adminiaoaçâc de pessoal. marketing edratágioo a responsdi_ lidade sodcambiertal. Sempre focando nc objetivo com excelência e nos resultados a serem
  33. 33. Definitivamente estruturar uma organização exige um periodo de tempo onde possam ser levantados dados para que se deñnam todos os processos que vão da forma de administração, administração de pessoal, marketing estratégico a respon- sabilidade ao-: iaambiantah Sempre focando no otistivo com excelência e nos resul- tados a serem atingidos. Podemos ainda complementar esse texto dizendo que. todo diagnostico orga nizacp nal deve ser feito da forma constante, o que vern garantir os resultados positivos. Sustentação e govemabilldade de longo prazo Necessidade de elaboração um sistema de mensuração de resultados, vinculando e integrando os indicadores de curto prazo relativos ao exercício finance¡ ro com os indicadores da médio e longo prazo para avaliar que resultados de hoje não estão comp-remetendo a estratégia global de sustentação do negócio. Qualidade indicadores de qualidade vem promover e garantir de forma perceptível aa ações de melhoria tzontfnua de processos. Produtividade Indicadores objetivos que ao serem levantados e restudados e contemplam um modelo de gerenciamento de resultados. pois os mesmos são reveladcres do cresd mento organizacional e contribuem para os resultados tina nceiroa.
  34. 34. RELAÇÕES SOCIAIS Sinto falta de pessoas elegantes. simples e educadas. Sinto falta do tempo em que as pessoas respeitsvam os limites. Sinto feita do tempo que as pessoas sabiam o que era RSVP e cumpnam seus compromissos. Para tanto. .. Aqui vão algumas dicas que acredito, nunca e' tarde para aprender ou démodé para revive-ias_ Cumprimentos - contato fisico Não se cumprimenta com beijos na face, una pessoa que acabe- moe de conhecer. Beijinhos são apena para pessoas intimas. O homem é apresentado a mulher. mas caberá a muher estender a mão para o homem. O homem deve saber mão se beija a mão de uma senhorita. O beijo na mão se estende apenas as senhores casadas. Tapinhas nas costas entre cavalheiros são dispansaveis. Não se cumprimenta ñaicamente uma pessoa sentada à mesa de refeiçoes. Observação: No Bresilepoucofreqüente, mas s mulher. quando, com a sua mão enluvada, deverá retira-la (a luva) sempre que sentar-se ã mesa. Cumprimentos com elegância e descrição - aoenos de mãos Os cumprimentos feitos a distância também requer midadoe especiais. Imagine você camhhando, e do outro lado da rua um amigo lhe v6. Ele começa a gritar oseu nome e fazer gestos pera que você o Bom, o mais elegante seria que caminhássemos, cabe- ça levantada, olhando na linha do horizonte e de preferencia toman- do devido widado de perceber o que acontece eo nosso redor. Mas. .. Para cumprimentar uma pessoa na rua, besta um breve aceno de mãos, sem muito exagero. isto se a pessoa para quem se acena também tiver lhe visto. Não se taça enxergar aos gritos. voce care o risco de passar vergonha. Outros cumprimentos como um aceno de cabeça uma piscãda rápida, um gesticular com os lábios são discretos e muito chamo- aos.
  35. 35. Senso de Oportunidade Saber ter opomnldads, e saber criar as suas oportunidades. Agora. ter discrição com certeza é fmdamental. Não seja indelicadqa), ss voczã for apresentadas) a alguem, que voce gostaria muito de conhecer. mantenha a discrição; uma frase simples: '- Como vai? " é o suñciente. nada de elogios exageradas. Se você quer marcar um encontro, por motivos de traba- lho é só trocar os cartões, nada de entrevistas em reuniões sociais. Aja natuatments. nas o mehor do seu ban senso e prindpalmmte, não invada o espaço do outro. Esqueoendo Nome Esquecer o nome, quem já não passou por lapso de memória? Pois é, mas isso já deve ter araonteddo com quase todo mundo, s nos piores momentos é clarol. As vezes. conseguimos esquecer, o nome de passos que acabamos de conhecer! E o que fazer nesse cam? Born, eu recomendo que tomem urna atitude simples e direta, esqueceu o nome? Pam lica1çe e desculpas e pergunte em tom amável "- Como é mesmo o seu nome? ... .e então continue conversando". Educação nunca sa¡ de moda. Se aprende em casa, com exemplo dos pais e de quem educa.
  36. 36. (cn-o tL-: o '13 '. '=~: *a, tz-: - ervcfa; 'relaàcr-anentor s-: :e ¡VTTTF-S -= rã-: ras rc» m -"~~: *.: ›*wr1u. aVv'É-v: -L E'w“'7-: -›r. ad= s . '9_? '3.S e Ê"ÍE¡"~Ú-ETZC*Í fu'c= :'1= o "E/ v C n; q” de eñra' Hint-ru CVEI_ : = c-: - ! er Enterja : a "S r 'O' 3"' 1"' CC** ? Jatêesda sua ccnaic-zrfü. Etna : s *erram L' " "Ico ' “w dusz-: cçso ¡5-2 '50 autarca-warm: c-a caça z_ 'J' r' t" ofazhâtaamh-: rzst- Sã: : 7~_"l, " ~_' ' : $4.44 . -. - . t. I'm-eva c: : err: : = erré-t-r-rccm: “J” " '. ›'. ~'1"'-Çf-T--". _ cecalar . ~t~= 'w: ':r:1r'= c.= ' "- '. . '» * - . s a '"""”"J5"' °' 'êrrsñnantaã c. : 5?** . a na r: :: mr 2:». C'0Íia. «u. “”. _u, e . ,, n: -: a nã? <. =“: =r_ t: f: F xt: nr'. f": w 1° -Qmndo votñ saliritñr um¡ wmíndn nnmprímcnte = mí; _o(.1). Aprnsvntorsa, dvix um ? Guto do" você_ N fnomo'. quando conhacvmm 13 posam; ppasnzlm- _ __ _ . _.' ao ÍPO-b? ! um1¡nr›n~.1,; vm, lr›¡ h, ¡.1¡.1d. ¡(onv›jr-. .1, : asim você. › d'- mcn-. sgcm. cw) JÍBLJÓCN vem. ? ~ E por fim, reâpeite at. regrasd¡ gentil. receptivo, saber impor e V!
  37. 37. r 74:15:49» palvzrãã : ode-rua ser aderente. nfnne¡ m< ou . zgrnmv as. ne-: abafnr e onmo, fa¡ a rede sccial me 'roca acaba n? ” m” “mtu” par¡ mecanismos de nãnofwcgrpnâm ? mas me está: : asus v 35mm" 41s. .. O "eia rãoe nâcsacer. _ , . __ _ - Cuidado com as ? uncucna a rede actua! que vaza amb. ; de entrar. ?Java _ _ _ _ P . conentes, essas sao Nua-rc: de cowhguraçuea da sua cana/ per» II. Saiba aa _ _ _ , , _ um perigo. Voce pode Se mo acute¡ L0'Y10ÍU'1CI. 'F'5 peça abria. .. O feno h b J esta! abrindo caminho 1. : d t' . / para expor seus dados a pessoais. hum/ op) í r ~ › - A» Í ¡oéassítn que * . ' mtu? / . . - 2 h s, mas . mtu de apugj J vilará que tumba 4 lupnt. : N La comunu h. -xx - , &.. . __ é rboaeducação. Ser educado ainda é ser dar limite, seja no mundo real ou virtual. n. x › V : 33,3%¡
  38. 38. , Nosa Casa, Nossa VIDA! O Programs Água Doce (PAD) é uma ação do Governo Federal coordenada pelo Ministério do Meio Ambiente, por meio de Secretaria de Recursos Hídricos e Ambiente Urbano. em parceria com institucões federais. estaduais_ municipais e sociedade civil. Visa o estabelecimento de uma politica pública permanente de acesso à água de bos qtalidede pera o consumo humano. promovendo e disciplinendo s implantação. a recuperação e e gestão de sistemas de dessalirúzeáo ambiental e socielmerde sustentáveis pera atender. prioritariamente, es populações de baixa renda em comunidades difusos do semi-Mtb. Lançado em 2004. o PAD foi concebido e elaborado de forma participativa durante o ano de 2(X)3, unindo a participeáo socid, prcmecão ambiental. envolvimento institucional e gestão comunitária local. Possui como premissas básicas o compromisso do Govemc Federal de garantir à população do cmi-árido o acesso à égua de boa qualidade, alem de ser amparado por documentos importantes como a Declaração do Milénio. e Agenda 21 e deliberações de Conferênci Nacional do Meio Ambiente. O PAD está estruturado em seis componentes: gestão. pesquise. sistemas de deesalinização, sustentabilidade ambiental. mobilizemío social e sistemas de produção. O componente da gestão e' responsável pela formeúo de recursos humanos. elaboração de diagnósticos tecnicos e ambientais. manutenção e operacionalização dos sistemas, além de der o apoio eo gerenciamento e manutenção dos sistemas. O componente pesquisa é direcionado à otimização dos sistemas de produção com o aprofundamento dos conhecimentos em plantas halóñtas. nutñpío animal e piscicultura. Com o czompromisso de garantir o uso sustentável dos recursos hídricos. promovendo a convivência com o semiáridc a partir da sustentabilidade ambiental e social, o PAD beneficia cerca de 100 mil pessoas em 154 localidades do Nordeste_ ampliando suas ações para garantir o acesso à água de cpelidede nas comunidades difusos do semiárido
  39. 39. Água para Todos O Programa Água Doce (PAD) é uma ação do Governo Federal coordenada pelo Ministerio do Meio Ambiente. por meio da Secrderh cb Rewrsos Hídricos e Ambiente Urbano. em parceria com ¡ndituições íedaais, eshdueis. municipais e a sociedade civil. O seu objdivo e estabelecer uns politics pfblics permanente de acesso à água de boa : nulidade para consumo hunano. promovendo e cisdplirlemo a implantação, s recuperação e s gedâo de sistemas de desselirizaçáo ambiental e socialmente suüenláveis, usando esse ou outras tecnologias elhsmdivss para Header, priotieriemente, es populações de baixe rende residentes em localidades difuses do Sam-árido brasileiro. Em csds um dos Estados onde o PAD atue há um Núcleo Edema! , ¡Istârwie máxima de decisão, e uma Coordenação Estadual. com seu respsdivo Grupo Exeanivo. composto por témicos capacitados pelo Programs em cada um dos : palm componsmss (mobilização, sustentabilidade, sistema de desselhizeção e aproveitsmemo do concentrado). eoadenedos pato oiço de recusos hfdrioos estadual. Nas locsichdss atendidas. a gestão dos sistemas é rselizeds pelo Núcleo Local. e pedir de um acordo csiebrado entre todos, com psrüweção cb estado s cb mmicabõo. Os Estados atendidos atualmente pelo PAD são: Alagoas, Bahia, Ceará, Msrsméo. Minas Gerais, Paraiba, Pernambuco, Piauí. Rio Grana do Norte e Setgbe. u. 5 . Para mntribtrir com ea ações dos progamas Fome Zero e ÀÇAB Para Todos tb Governo Federal, o Ministerio ao Meio Ambiente resgatou e aperíeiçoou o Programa Água Boa, criado em 1997 pele Secretaria ds Recursos Hídricos e Ambieme( SRH) para desenvolver técnicas de desaelirizaçào da água. Em 2003. o Programs pessau a ser denominado de Água Doce, lendo como objetivo gets! ccnrlrinuir pera e inplemerlação ch gestão integrada e perücipetive dos recusos hfdricos. com s conseqüente amplisáo ds oferta de água com qualidade pets consumo humano. de fama que sus escassez não se csrederiznsse como um obstáculo pare o desenvoivimemo sustentável na região. Lsis mais. .. Teutozhltpjlwwwmrrtagovbrlsgtra/ sgurs-dotze
  40. 40. Os brasileiros poderão contar com uma nova carteira de identidade, batizada de Registro de ldentidade Civil (RIC). Semelhante a um cartão de credito, o documento promete diñwltsr falsiñceções por conter um chip capaz de reunirdiversss informações do cidadão, como altura, impressões digitais. entre outros dedos, eiám de trazer novos itens de segurança, como uma meros d'água e a maneira como os dados são mntos no cartão. De acordo com o Ministério da Justiça, a previsão inicial e emitir dois milhões de cartões a partir de 2011 - sendo os 100 mil primeiros para s Bahía, Rio de Janei ro, Distrito Federal e para as cidades Hidrolândia (GO), Nfsia Floresta (RN), Rio Sono (TO) e a Ilha de Itamaracá (PE). Cerca de 60 mil registros serão expedidos pelo DF, RJ s BA e outros 40 mil cartões RIC ficarão a cargo dos quatro municipios selecionados. A substituição do RG atual pelo novo documento sera feita de forma gradual, ao longo de nove anos. As pessoas serão selecionadas pelo Ministério da Justiça e receberão uma certa chamando para trocar o antigo RG pelo novo cartão do registro de identidade civil. nr. ; irlnmnrt. : : sua: ., y . x O documento «««««< ' Além de identiñcar o número do RIC, esse novo cartão l i ' também reúne dedos de outros documentos, como RG - ' (Registro Geral), CPF (Cadastro de Pessoas Ffsicas). í«<ü°ü°5r7 w - * l Titulo de Eleitor, PIS (Programa de Integre-ão Social), ,e . ' v Pssep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público), Carteira da Trabalho e Carteira Nacional de Habilitação. Em seus campos de inscrição. o cartão do RIC mostre e ~ l o nome. sexo, nacionalidade. data de nascimento, foto. ' ' ñliaçáo, naturalidade, assinatura. im pressão digital do indicador direito, órgão emisscr, local de exp-edição. data de expedição e de validade do cartão. Existe ainda um campo de observações optativo que pode , _ _ , rour0000000000272««««««< trazer outras informaçoes, como ÍlpD sanguineo e se a _ 7507123¡Is1o212uro«««««<2 “as” é d°ad°m °“ ”ã° °° 6m” s¡ LVA«CARVALMO<F ERNANOA«««
  41. 41. O cartão conta ainda com um código conhecido como MRZ (sigla em inglês pera zona de leitura mecâ- nica), uma sequência de caracteres de tres linhas compatível com mecanismos de identificação de outros locais do mundo e que também torna mais rápido o trâmite de identiñcação das pessoas. Além disso. outras eñcientes tecnologias aplicadas ao documento garantem a segurança dos dados do cide~ dão brasileiro. como por exemplo: - Suporte em policarbonato: Polfmero de alta resistencia, resistente a torções, ilexões e altas tempera- turas; - Fundo de segurança: Composto por linhas complexas de cores diferentes (duplex), entraiaçadas e dispostas em figuras geométricas (guilhoches), formando imagens tridimensionais por meio de distor- ção das inhas (numismático), com mescla de cores produzindo efeito óptico exdusivo; - Imagem em UV (ultravioleta): Imagem revelada apenas sobre a incidencia de luz ultravioleta: v Imagem oculta: Imagem revelada somente sob refração da luz; - OVl: Tinta que muda de cor. conforme o angulo de visão; - Relevo tátil: Desenho feito em relevo permptñ/ el através do tato; - MJ: Imagens múitipias gravadas por feixes de raio laser que. dispostas em um ângulo especifico, revelam o estado de origem do cartão e o número RIC. Com outro posicionamentoparoebe-se a repp_ _dução da fclo e a assinatura do titular do cartão: - DOV: Dispositivo Óptico Variável que produz efeito de transição de formas e cores. Trata-se de um tipo de holograma desenvolvido com exclusividade para o governo brasileiro. A matriz desse desenho mmplexo é de propriedade do Estado e fica sob sua guarda; - Foto fantasma: É a reprodução da foto do titular no verso do cartão, em tamanho reduzido; - Personalização: Todos os dados de personalização do cartão (como nome_ filiação, foto. msinatura e imagem da impressão digital) são gravados através de feixes de raio laser que perfuram as camadas do policarbonato. Com isso, formam-se palavras e imagens sem a utilização de tintas. evitando a remoúo e adulteração desses dados: - Campo MRZ com código OCR padrão ICAO. Conjunto de números e letras que pennitem a leitura em equipamentos utilizados, por exemplo. em aeroportos. Trata-ee do padrão intemacional para identif- cação de documentos de viagem, Texto: Ministerio da Justiça sun-n riu-una nun! 1 . '-, ;:. a l' o a: .i. x. , r1727- o documento com seguranca RIC - Registro de Identidade Civil › carnaval-arco -tull f:
  42. 42. CONSCIÊNCIA AMBIENTAL Ncsso planeta pede SOCORRO. Mas ainda assim as grandes organizações se calam diante o grito de sobrevivência que a mãe TERRA tanto clama. - Somos seres humanos em busca do crescimento. .. Do Uescimento V' _ « _ ~- r orientando para o todo. ou do crescimento egoísta e ind. vidIJaIiza do? t O 3 Faça a sua parte. .. f. Cuide de nossas águas. .. Cuidde de nossas matas. .. Náojogue fixo, entulho e denuncie que c-s faz. Use com consciencia os recursos natLrais que o planeta nos - ' oferece. A Não dispardice a riqueza do plareta que é única. Olhe de cima. .. lmagire o futuro! Pergu nte-se: - Que planeta você quer ter daqui a 20 cu 30 ancs? Eu quero respirar e sentir o cheiro da mata: Ouro ouvir o brarulho da chuva que cai na terra e o cheiro que dali sei. Quero na primavera, sentir o perfume das flores. .. O cheiro das frutas no pomar. Quero pisar na grama e sentir o vento na rosto. Que pla neta vcoã qJer? Texto: Linda Borges
  43. 43. CONSUMO CONSCIENTE fmzolhn produtor¡ um: ;mandam u nuricnto Ilrr vida util ~ como baterias pilhas¡ e baterias recarregáveis Prclnrn produtos Imloa com materiais reciclados n Ut'. :impressas que* irivrmtam IM reciclagem da seus produtos lmepmzllmzlfwwwhrasilgovhrfconsunoconecáentsl
  44. 44. Novas chamadas do Ciência sem Fronteiras incluem vagas na Suecia, Hungria e Noruega para 2013 O Programa Ciencia sem Fronteiras lançou novas chamadas para graduação- sanduiche para o ano que vem. Pela primeira vez, institLiçõ-ss na Suecia, Hungria e Noruega abrirão vagas. Os interessa : los também poderão se inscre- ver para bolsas na Austrália. Alemanha, Canadá, Coreia do Sul. Espanha. Estados Unidas. França, Holanda, italia. Japão, Pcrtugal e Reino Unido. As inscrições vão de 27 de ncwemtro até às 23h59 (lvarári: de Brasilia) de 1 »1 de janeiro de 2013. Nesta chamada foi deñnida uma lista de cursos especificos. únicos elegüseis à concessão da bolsa. Anterionnente. eram consideradas somente áreas tema'- ticas. Caso algum curso de grad uaáo não esteja contemplado na lista_ não será possivel rea'izar a inscrição nas chamadas. Os bolsistas selecionados que farão curso de idoma iniciarão suas atividades no exteríor a partir de meados de 2013. Nestes casos. a bolsa sera' de 15 meses. O restante ira' em setembro de 2013, com duração de 12 meses. Para a Austràla, os estudantes poderão se inscrever em universidades tradbb_ nais ou nas tacnólagas. Tambem para os Estados Unidos estão disponiveis duas chamadas: uma para as instituições tecná-'sgas e outra para as universfg das e instituições oomurfmárias historicamente negras. Neste ultimo caso, não e preciso ser negro. Resuhados Estão dispcnñreis na p-ágina do programa Ciência sem Fronteiras os resultados das chamadas para graduação-sanduiche para os Estados Unidos, Alemanha. Austrália. Canada', Coreia do Sul e Holanda. Os estudantes selecionados receberão mensalidade de bolsa_ auxilioinstala» ção. HlJXllÍO para aquisição de passagens aéreas e BUXIllD seguro saude, Ae atividades terão inicio em janeiro de 2013 e devem durar 12 meses, podendo estender-se a até 15 meses qua ndo incluir curso de idioma.
  45. 45. Programa Lançado em dezembro de 2011. o Ciência sem Fronteiras já concedeu cerca de 18 míi bolsas. A meta do programa é oferecer 101 mil bolsas até 2015. Serão 75 mil por parte do govemo federal e o restante com ajude da iniciativa privada. A expectativa até o fim deste an: é chegar a 20 mil bolsas. com imrestimento aproximado de RS 1,12 bilhão. O programa promove a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia. da inovação e da competitividade brasileiras por meio do intercâmbio e da mobilidade internacionais de estudantes. professores e pesquisadores. A oferta de bolsas p-reve as modalidades grad UEÇãO-SB n- duícba. educação proñssional e tecnológica e pós-graduaçâo- doutorado-sanduíche. doutorado pleno e pós-doutorado. Pelo programa, estudantes de graduação e de pós-graduação podem fazer estágio na exterior para manter contato com sistemas ed ucacionsis competitivos em relação à tecnologia e inovação. Além disso. o Ciência sem Fronteiras tenta atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar, por tempo determinado, no Brasil. Resultados para Estados Uni-dos. Alems nha, Austrália, Canadá. Coreia do Sul e Holanda. Contra informações especañcss de cada cha mada acessando o site da Ciencias e Tecnclogis .
  46. 46. Ministro entrega tablets e tem início a formação de coordenadores Os 53 coordenadores estaduais do Progra ma Nacional de Tecnologia Educacional ( Proínfo integrado) e representantes de 18 universidades federais participantes dessa programa receberam tablets nesta terça-feira. 20, em Brasilia, das mãos do ministro da Educação, Aloizio triarcedante. O ministerio adquiriu 5 mil unidades desse equipa mento para uso da professores do ensino médio. A entrega doe aparelhos nas escolas será realizada em 2013. Os coordenadores do programa farão curso de formação para, em seguida, treinar os multi- plioadores, que formarão os professores em cada estado participa nte. O ministro destacou e importância de inserção dos professores e das escolas no ambiente tecnológico. 'Esta mos avançando em uma sociedade do conhecimento. os acervos digitais estão disponiveis na intemet. então e preziso inserir professoras e a escola neste contexto. Temos este desafio', disse. Segundo ele. os equipamentos auxilierão os professores na sala de aula. Mercadante explicou que o professor do ensino médio poderá preparar a aula no tablet e transmitir o conteúdo em um projetor interativo. ou ainda fazer pesquisas. Todas as escolas indicadas pelos estados receberão um projetor para cada quatro salas de aula e dois tablets de 9,7 polegadas. Em 2012, O MEC transferiu recursos para 24 estados e Distrito Federal. para compre dos equipamentos no valor de RS 117 milhões. o equivalente a 382.317 tablets. que serão desti- nados a escolas públicas. Foram licitados dois modelos, um com sete e outro com 9.7 polegadas. A tala do equipamento possuí resolução de 1024x600 pixels. armazenamento intemo de 16 gigabytes e processador de um gige-hertz. O aparelho conecta-sa a redes sem ño (tecnologia WH). entre outras es&iñceções técnicas. Além d isso, com o objetivo de ampliar as funcionalidades pedagógicas, o tablet pode ser conectado a televisores, moni- tores e projetores, possibilitando apresentawes em sala de aula ou em outros ambientes.
  47. 47. O modelo de sete polegadas para distribuição nas regiões Centro-Oeste, Nordeste e Sudeste tem um custo de R5 278,90 e R3 276.99 para o Nordeste e Sul. Já o modeio de 9.7 polegadas pode ser adquirido pelos estados pelo valor de RS 461,99 para o Centro-Oeste. Nordeste e Sudeste e R$ 462.49 para Nordeste e Sul. O modelo de licitação dos tablets é o mesmo já utilizado em outros processos licitatórios do Fundo Nacional de Desenvolvi mento de Educação (FNDE). como rzompras de uniformes, ônibus escola res, mobiliários para escolas da rede pública de ensino, entre outros. A aquisição em escala. como a realizada resta compra, reduz os preços dos produtos licitados. Outras vantagens dessa forma da compra são uma maior transparencia nas licitações. rapidez na contratação, padronização e controle de quañdede. A compre dos equipamentos ocorreu por meio de um pregão eletrônico que contou com a pa rticipeção de 20 empresas. As vencedoras foram as empresas Positivo e Digibrás. Ambas são nacionais e promovem e montagem dos equipamentos no Brasil. Os estados e mu ní-: ipios podem aderir diretamente ao registro de preços. cuja ata terá vigência até junho de 2013. Alem disso. as empresas farão e entrega e ofereoerão garantia de 24 meses. Texto: Assesscria de Comunicação do MEC.
  48. 48. V). iiigi_. ::. .i'ia eletrônica digital chips 0 chip ou Circuito Integrado (Cl) e um dos semicondutores mais impor- tantes em um produto eletrônico moderna. como notebooks ou smartphones. Para atender a crescente demanda. o Pa (a conta com o Cl-Bresil, programa ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia respon sável pcr desenvolver a indústria nacional da microeletionica. Um dos objetivos do CI-Brasil é formar especialistas pcr meio do Programa Nacional de Formação de Projetistas de Circuitos Integrados. Diversas em presas, centros de pesquise e starlups integram o setor de Circuito integrado no Pais. Algo bem diferente do BfBSll dos anos 50. As pri meirss instituições s desenvolverem pesquisas de semiconduto- res forem o Instituto Tecnológico da Aeronautica (ITA). a parti r de 1953. e o instituto de Freios da Universidade de São Paulo (USP). nos anos 64). quando a indústria eletrônica brasileira comecou s ser implementa- da. Em 1968. a Escola Politécnica de USP inaugurou o primeiro laboratório de microeletrónioe do Pais, o LME, pioneiro no desenvolvimento da várias tecnologias. entre elas, a criação do primeiro chip 10094. nacional em 1971. Em 1974. é a vez de a Faaildade de Engenharia da Universidade Este- dual de Campi nas (Unicamp) fundar o LED (Laboratório de Eletronics e Dispositivos), que desenvolveu equipamentos de microaletrônios, como fomos térmicos. O LED é o atual Centro de Ccmponenlas Semioondub_ res (CSS), responsável por pesquisa de ponta em técnicas de micro s nano tecnologias, além de cursos de graduação. da pós-graduação e da extensão na área. O mercado de microsletronioa expa ndiu-se nos anos 70, puxado pelo aumento do consumo de bens de consumo duráveis - geladeiras, fogões. máquinas de lavar roupa etc. Nos anos 80, pouco mais de 20 empresas fabricantes de componentes eletrônicos já operavam no Brasil. O setor sofreu uma retração com s Lei de Informática, de 1991. O otiei_ vo era fomentar um mercado nacional, mas o efeito foi contrário. Pela legislação, ganhariam isenção as em presas que cum prissem o chame- do Processo Produtivo Básico (PPB), que fixave um percentual mínimo de nacionalização. Mas essa nacionalização era para os produtos finais, e não pera s produção dos chips.
  49. 49. Sem incentivos, várias empresas fecharam ou sairam do Pais. que passou a importar chips. Entre 1989 e 1998, a produção nacional de semicondutores caiu de USS 200 milhões para USS- 54 milhões, de accrdo com a Associação Brasileira da indústria Elétrica e Eletronica (Abínea). Só em 2001. com a nova Lei de lnfonnátice. a produção da chip voltou a ter força. A partir de então. s fabricantes teriam ate 972;, de desconto do lPl (Imposto de Pro-dutos Industrg lizadds), desde que ¡nvestissem 5'f›'l. do fatiramento em pesquisa de rovas tecnologias. Depois desta. outras leis ampliaram a pcessbilidade de isenções fiscais que aoaleraram o desenvolvimento de inovações tecnológicas dentro do Brasil, O grande ma-co veio em 20GB. ccm a fundação do Centro de Exoelerda em Tea-elogia Eletronica (Cetec), empresa pública federal respcnsável por desenvolver chips com tecrg_ logia nacional. O Ceite: é a primeira fábrica de chips da America Latina. Chip orgânico Outra iniciativa que tambem ganha destaque ra corrida tecnológica brasileira e' a pesqui- sa em eletronica orgânica, ou seja, com produtos baseados em carbono em vez das tradi- cionais silício cu cobre. O Instituto Nacional de Eletronica Orgânica (ineo), integrada ao instituto de Fusca da USP em São Cartas ("nterior de São Paulo). desenvolve dispositivos eletrônicos a partir de molécLfas crganisas. Esses comp-doentes são utiliza-dos. por exemplo. em telas luminosas e 'display-s" de computadores e televisão com a tecnología OLEDS (em portugues, Diddo Orgânico Emissor de Luz). Uma tela com essa tecnologia é composta de moléculas que emitem luz ao serern atravessadas por uma corrente eletrica. Alem de consumir menos energia. a tela exite imagens com mais r tidez. “Os trabalhos do tried estão focadas. sem de outras tecnologias ligadas à eletronica orgã_ nica, n: desenvolvimento de dispositivos conservadores de energia, que podem simular, por exempb. uma espécie de fotossíntese para gerar energia”. añ rrna Roberto fvlendcnçe Faria, coordenador das atividades da instituto. Fontes: lclinístério da Ciencia e Tecnologia - Programa Cl-Brasil
  50. 50. uu . 'AI'(<~. ›L| ' V 1.¡ 'Il x45' 'OIL' I 'ryijàüiieà lgYglíñí . '”: ?ílil. ,Yl “de” * euisí'. ›l5r, :~S › I ' , Í 1 . _ _. É. ; '” 1 IF¡ 'Iñ--r-MJ 'r 'N' L) an. .. , l puta-qi. . ll rn¡ : AN wii. I y¡zs. .:-~. _;, ::. __ r aí. .., 7
  51. 51. r g» li Fi, l¡, r'~': ' E'- -y tutti: ,ÃãfÊlkÉg 1.* t' t_ “j, gv_ Íl. mu' , M «~ -J~| '?I"r'. ' : stiairnnllvtç _› f" N. . . l ir . - -. r í . ,.. . . .~. .., AMOSTB Consultcria e Treinamento acaba de lançar os seus treinamentos online. Os cursos oferecidos são voltados para as áreas de: - Gestão Estratégica. - Pla nejmaneto institucional, - Aperfeiçoamento Social e lvlarl-; eting ñsual O objetivo de nossos cursos esta' em auxiliar estudantes e profissio- nais que necessitem de rápida aprendizagem, com ccnteúdo rico em conhecimento. Os cursos foram editados para que voce possa recebe-lo em seu computador. pensando sempre na facilidade de onde e quando quiser estudar sem precisar estar o tempo todo conectado à inte met . Os valores são acessiveis epa nir de R$59,93. Entre em nome site vA-rhzmostteditoraeletronicacom agora mesmo e faça ja' a escolha do seu novo treinamento.
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  54. 54. Vocabulário Organrzaciona Cada vez mais es empresas buscam profissionais com visão sustentável. As novas vegas ditas 'asneiras verdes' Um mercado de trabalho crescente e carente de profissionais habilitados. Neste segmento estão os engenheiros ambientais. florestais e quirnioos. Além de profissionais das áreas correlatas. como biologia. economia. geologia e geografia. Engenheiro ambiental: responsável pela área tecnica dos rojetos, isto é, planeja e eliminação de residuos, poluição ou na área da energias renováveis. Engenheiro florestal: atua com extração de madeira e outros produtos naturais ou qualquer atividade ligada a florestas. Gestor: responsável por implantar melhorias ambientais em organizações, por usar estratégias visa ndo o desenvolvi mento sustentável em todos os processos. Advogado: é especializado em defender ea ações mm o foco ambiental, além de dar consultoria às empresas para que elas se blíndarem contre punições por impactos ambientais. Ecólogo: avalia as várias formas de conservação da natureza e utilização consta dos recursos naturais.
  55. 55. a , " ta: : a E ? li , › _ , m// i Curso para Certificação Internacional em Coaching em S' Paulo - ICC/ Lambent do Brasil Venha participar do curso para Ceruficaçao Internacional em Coaching que) certrírcou milhares de pessoas de 60 : algas ao redor do mundo.
  56. 56. QUASE Ainda pior que a convicção do não, é s incerteza do talvez, e a desilusão de um quase! É o quase que me incomoda. que me entnstese. que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e nào foi. Ou-: am quase ganhou ainda joga, quem quase passou ainda estuda. quem quase amou não amou. Basta pensar nas oportunidades que escaparam peios dadas. nas chances que se perde-m por medo. nas idéias que nu nce sairão do papel por essa maldita mania de viver no outono. Pergu nlcrme, às vezes, o que nas leva a escolher uma vida morna. A resposta eu se¡ da cor_ está estampa da na distância e na frieza dos scrrisos, na frouxidâo dce abraços, na indiferença dos 'bcm dia'. quase que eussurred-as. Sobra covardia e falta coragem até para ser feliz A paixão queima, o amor erbucuece. o desejo trai. Talvez esses fossem bons motivos para decidir entre a alegria e a dor. Mas não sã d. Se a virtude estivesse mesmo no meio-temo. o mar não teria ondas, os días seriam nu blavdos e o arco-iris em tons de cinza. O Pads não ¡lu mina_ não inspire, não aflige nem acalma. apenas amp-lia o vazia que cada um traz dentro da si. Prefsrir a derrota previa à dúvida da vrróna e' desperdíçar e opcnurzídade de mera-der. Para os erros ha' perdão, para os fracassos. chance. para os amores impossiveis_ temp-o. De nada adianta cercar u m coração vazio ou economizar alma. Um romance cujo f 'n e' ¡nstantàreo ou indo-lar não e romance_ Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomoda, que o medo impeça da tentar. Desconfie do destino e acredite em voce. Gaste mais horas realizando que stanhan do. .. Fazendo que planejando. .. Vivendo que esperando. .. Porque, embora quam quase mcrre esteja vivo, quem quase vive já morreu. Luis Fernando Verissimo
  57. 57. -a. o' . . n . as. a. - « Ía -a o _Ç_ , _J 5. ' i s pa¡ . . _ , . . . V ' x . .an, .. - agr, “ , , f. ; 4 -§_ l X I 1 y | . ; ""°" - -c-o-x-ç _ - _ í: í " ~ -io-un- -; -V 'Í' . o x . -(1 1 u' l o v l-í K ' - V . O ' _ . v.a
  58. 58. H I¡. I._| l I'›1L› ñmputados 'Jencrduras upcwu m nuno . pag . ..m1, ' ' ' * mu¡ ¡« N . . Q. __, ,_ _i v1. __ › _. ¡ - -- 4.1¡ . nf. 57H17.. . ' “fmz Mmllhnlll 'Wi ¡P717- _ 'A n] : Em: -H mxruvux. uwn . ..u ; ›. _-_'. : *. _,¡¡. u' . ' r g '1'R. I. 'l. '(; _ n. -4-4 I É? - l “ __ ___ - _
  59. 59. yÍ . ..›. ... . . ... .-, -. _ _ _ . u. .- . ..u-uuu. .. 1 'à rtnh ; magna m TRÓLEO nr 3'. . . ._¡'. DESISTIR? unfj 1 . _ . _ m _ 3.x. u. .., _ . ..n mumm_ km1.. ._ 5._ _ 1: f. " j. . GJ. Nñuj Iurzucsncm 1:11'¡ : h u u¡ un _- _. _ m. ~v. _.. .. , /
  60. 60. EÊKÉ 3171571 'g-V . g. _q A revista completará no proximo más de outubro 2 anos. Estaremos comemorando a ocasião com um ciclo de palestras que estará acontecendo na cidade de São José dos Campos. SP. Para melhor atender aos nossos leitores, petguntamos: - Quais os temas que você gostaria que tivesse ¡nduso em nosso cido de palestras? Pedimos que envie-nos um e-mail com sua sugestão. preendnendo o formulário ao lado. Formulário de Contato : mu HL í"? Mruruqvw

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