Espanhol regular 11

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  1. 1. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCO Aula 11OMC, Blocos regionais e TLCsHola amigos!. O cenário do comercio internacional se apresentaextremamente dinâmico. Se, por um lado, os acordos mundiais deliberalização de comércio via OMC estão estagnados diante daposição protecionista da União Européia, os blocos regionaiscontinuam tentando processos de maior integração (Can eMercosur).Em 2006, o processo que vem alcançando maior repercussão é oda multiplicação de TLCs, tratados bilaterais de liberalizaçãocomercial. Em nosso continente, os Estado Unidos (que parecemter desistido provisoriamente da ALCA) o México e o Chiledespontam como os paises que tem aproveitado com maisintensidade esses processos para estimular o crescimento dassuas economias.Do ponto de vista da Fazenda Pública, os processos deliberalização comercial despertam particular preocupação, porqueeles vêm baseados em redução dos impostos de importação, eportanto em perda de receita tributária.Considerando que o parecer técnico da perda de receita tributárianunca será argumento suficiente para contrabalancear osbenefícios de uma possível melhora do crescimento econômiconacional, o Ministério de Fazenda deve repensar as estratégiaspara preparar mini reformas tributárias que salvaguardem asnecessidades estratégicas do Tesouro.A ESAF vem acompanhando esse cenário mundial, e temcolocado textos vinculados a ele, em quase todas as provas de2000 em diante. O concursando precisa acompanhar muito deperto as notícias de atualidade, e dominar o vocabulário conceituala ele relacionado para não ser tomado por surpresa no próximoconcurso. Recomendamos especialmente a leitura permanente denoticias em espanhol que marcam a evolução de• As negociações da OMC (particularmente do G20)• A evolução do Nafta• A evolução do CAFTA• A evolução do Mercosur• A evolução da CAN• A evolução da União Européia• A evolução da Zona Euro• Os TLC em negociação ou em vigência próxima.Nesta aula retomaremos alguns textos de provas recentes daESAF, simulados e leituras que confluem para reforçar osconhecimentos nessa área. Antes de iniciar os estudos www.pontodosconcursos.com.br 1
  2. 2. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOrecomendamos revisar alguns conceitos que aparecerão nasprovas, simulados e leituras que completam esta aula:FICHA DE VOCABULARIO 10MAPA CONCEITUAL SOBRECOMERCIO MUNDIAL E TRIBUTAÇÃO ADUANEIRAOMC = Organização Mundial do Comércio reúne quase 150paises foi criada para regular o comércio mundial. Tem algunsórgãos como o Tribunal de Conflitos que emite pareceres sobredisputas comerciais. Tem como filosofia a redução gradativa dosobstáculos (tributários e sanitários) que prejudicam o comerciomundial e agravam a pobreza das nações menos desenvolvidas.Convoca conferencias mundiais cada poucos anos para tentararrancar acordos dos blocos mais protecionistas: Ronda doMilênio (Seatle 2000), Ronda de Doha (Emirados 2001),Conferencia de Cancun (2003), Conferencia de Hong Kong(2005).Os grandes temas que enfrentam os eixos Norte/Sur são:1.- Desgravación arancelaria. Os paises do G20 exigem adiminuição dos aranceles (impostos aduaneiros) que pesam sobreOs produtos agrícolas exportáveis. Os paises do G8 exigem comocontrapartida que os paises do G20 reduzam o protecionismosobre os produtos industrializados e a quebra das patentes daindustrias farmacêuticas.2.-Ayudas agrícolas . Apoyo interno.-Os paises do G20exigem o fim dos subsídios (dinheiro a custo zero) que recebem osagricultores europeus para sobreviver à concorrência dasexportações dos paises do G20.3.- Subsidios a exportaciones. O G20 e a União Européiaexigem que Estados Unidos, Japão e China, acabem com asTradings (exportadoras) estatais que praticam subsídiosmascarados aos exportadores para compensar sua falta decompetitividade no mercado externo.Outros termos:Subvenciones. Apoio em dinheiro que agricultores e/ouexportadores recém do Estado como compensação diante daconcorrência com outros paises. A OMC o considera “dumping” ouconcorrência desleal” e permite aos paises vítimas, o direito deretaliação.Salvaguardas o Derechos compensatórios.Medidas de retaliação ( impostos adicionais ou quotasalfandegárias) permitidas pela OMC quando um pais é vitima de www.pontodosconcursos.com.br 2
  3. 3. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCO“dumping” por parte das exportações de outro. As medidas deSalvaguarda são reguladas em seus limites quantitativos outemporais.Acceso comercial. Medida solicitada por qualquer exportadorque se sinta prejudicado por medidas protecionistas de outro pais.Derechos aduaneros. Barreras arancelarias. Impostosou taxas colocados pelo fisco sobre movimentação comercial extrafronteiras (importação ou exportação)Desgravación, recorte o rebaja de aranceles. Processode redução gradual ou imediata, total ou parcial dos produtossubmetidos a tributação aduaneira.PROVA DE TRF 2003El fracaso de Cancún y el futuro de ALCA:El bloque opositor conformado por Brasil y el grupo de los 20 queprovocó el colapso de las negociaciones de la OMC en la reuniónde Cancún, no es visto por Fernando de Mateo, jefe de la Unidadde negociaciones para América Latina y el Caribe de la Secretaríade Economía de México, como una amenaza para la integraciónlatinoamericana. Aunque Brasil ha mostrado su rechazo alAcuerdo de Libre Comercio de las Américas (ALCA) y se hanegado a formar un Tratado de Libre Comercio con México dentrodel MERCOSUR, México y el ALCA están en las prioridades deLula..El equipo negociador mexicano se propone reactivar el interésbrasileño, primero para elevar de rango a TLC el Acuerdo deComplementación que hoy se tiene con ese país sudamericano y,posteriormente, integrarlo en un mega tratado con el MERCOSUR,una vez que se concluyan las pláticas con Argentina para un TLC,sumar el tratado con Uruguay y el tratado que ya se tiene conParaguay.Mateo subrayó que el hecho de que México ya tenga tratados conla mayoría de los países y que representa la mitad de lasexportaciones totales de América latina, lo coloca en una situaciónprivilegiada con el ALCA. Dicha región, tiene alrededor de 792millones de personas, con un PIB de 11 billones de dólares, uncomercio total entre los 34 países del continente de 2,7 billones dedólares, equivalente a 22% del comercio mundial total. (diario deMonterrey 22.09.03)O bloco opositor formado por Brasil e o grupo dos 20 queprovocou o fracasso das negociações da OMC na reunião deCancun, não é visto por Mateo, chefe da unidade de negociações www.pontodosconcursos.com.br 3
  4. 4. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOpara A. latina e Caribe da secretaria de economia de México,como uma ameaça para a integração latino americana. EmboraBrasil rechaçou o Acordo de Livre Comércio das Américas (ALCA)e se negou a formar um TLC com México dentro do Mercosur,México e a Alca estão nas prioridades de LulaA equipe negociadora mexicana se propõe reativar o interessebrasileiro, primeiro para elevar à categoria de TLC o Acordo deComplementação que hoje tem com esse pais sudamericano e,posteriormente, integra-lo em um mega tratado com o Mercosur,quando estejam concluídas as conversações com Argentina paraum TLC, somar o tratado com Uruguai e o tratado que já tem comParaguaiMateo destacou que o fato de que México já tenha tratados com amaioria dos paises e que representa a metade das exportaçõestotais de América Latina, o coloca em situação privilegiada com aAlca. Dita região, tem aproximadamente 792 milhões de pessoas,com um PIB de 11 trilhões de dólares, um comércio total entre os34 paises do continente de 2,7 trilhões de dólares, equivalente a22% do comercio mundial total.23.- Según Mateo, el fracaso de la reunión de Cancún noamenaza la integración latinoamericana porquea) el rechazo de Brasil al ALCA es cuestión pasadab) Brasil acepta la participación mexicana en el MERCOSURc) México y el ALCA están entre las prioridades del gobiernobrasileñod) México ya tiene tratados con todos los países latinoamericanose) el PIB mexicano es el mayor de América24.- De acuerdo con el texto, la estrategia integracionistamexicana se caracteriza pora) incentivos a importaciones oriundas del MERCOSURb) el incremento de las exportaciones hacia América latinac) la remoción de las barreras arancelariasd) acuerdos individuales en la región y elevación del nivel de losnexos económicos con Brasile) apoyo a las posiciones brasileñas en el seno de la OMC25.- Según el texto, uno de los aspectos que revelan el peso de laregión del ALCA es el hecho de que:a) alberga el segundo núcleo consumidor mundialb) exporta la mitad de toda la producción latinoamericanac) tiene un PIB de once millones de millones de dólaresd) representa un bloque negociador homogéneo dentro de la OMCe) incluye a las mayores economías del mundo.COMENTARIO DO GABARITO DA PROVA 2003Questão 23 www.pontodosconcursos.com.br 4
  5. 5. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOa) Falsa. Brasil continua o rechaço a ALCAb) Falsa. Brasil não aceita a participação mexicana noMERCOSURc) Verdadeira. Como diz a oração final do primeiro parágrafo,México y el ALCA estão entre as prioridades do Lulad) Falsa. México tem tratados con a mayoría, não todos os paíseslatinoamericanose) Falsa. As exportações e não o PIB mexicano é o maior deAméricaQuestão 24a) Falsa. A estratégia mexicana não é unilateralb) Falsa. O incremento das exportações é conseqüência daestrategia integracionista.c) Falsa. O enunciado é muito radical. Na verdade, os paisesquerem integracionismo mas são muito cautelosos para nãoquebrar suas próprias empresas.d) Verdadeira. O texto menciona textualmente vários acordosindividuais (bilaterais) na região e elevação do nível (rango) dosnexos econômicos com Brasile) Falso. O texto não menciona isso.Questão 25.- O peso da região ALCA é o fato de que:a) Falsa. O texto não menciona issob) Falsa. É México e não ALCA quem exporta metade de toda aprodução latino americanac) Verdadeiro. 11 billones = 11.000.000.000.000 millones de millonesd) Falso. Não há menção à tal homogeneidade na OMCe) Falso. América não inclui as maiores economias do mundo.PROVA DA ESAF 2002/2La UE y Japón ante el plan agrícola de EE.UU.La UE y Japón dieron un portazo a la propuesta estadounidensepara reducir del 62 al 25% de media los aranceles a los productosagrícolas en un plazo de cinco años. El plan presentado porEEUU, con el apoyo de Canadá y Australia, en la reunión deministros de agricultura de las cinco potencias, celebrada en laciudad japonesa de Nara, propone una profunda reforma delsector agrícola, en un período de 5 años.La propuesta estadounidense supone la utilización de una fórmulade reducción de aranceles –conocida como la fórmula suiza-, querecortará más los aranceles más elevados que los bajos ygarantizará que ningún arancel sea superior a un 25% al cabo delos cinco años. Esas reducciones se efectuarían sobre losaranceles que realmente se aplican y no sobre los máximos www.pontodosconcursos.com.br 5
  6. 6. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOautorizados, según Washington, que se queja de que, aunque losaranceles se han reducido en todo el mundo en los últimos años,los niveles máximos permitidos por la OMC siguen siendo muyaltos (arancel medio de un 62% en la agricultura) mientras que enEEUU la media es de un 12%.En cuanto al apoyo, EE UU propone simplificar el actual sistemade cálculo utilizando una fórmula que limite el uso de ese tipo deapoyo siempre y cuando sea distorsionante del comercio a un 5%del valor total de la producción agrícola. También aboga poreliminar las empresas de comercio estatales porque abusan de sucondición de monopolio y quiere que se supriman los derechos yprivilegios especiales en sus ventas al extranjero y forzarlas a unrégimen de transparencia; así como prohibir los impuestos a laexportación de productos agrícolas, aunque se exceptuaría de esaprohibición a los países en desarrollo a no ser que esosgravámenes no sirvieran para generar ingresos al fisco.Representantes de Bruselas dejaron entrever que, con su jugada,Washington trata de distraer la atención sobre las multimillonariassubvenciones que EEUU ha estado dando a sus agricultores. Elcomisario europeo de Agricultura y Pesca extrañó que estaspropuestas “exijan mayor esfuerzo al resto de los países que a EEUU” a la vez que ese gobierno evita cualquier compromiso parareducir en su país los apoyos a la exportación, que distorsionan elmercado o para disminuir el abuso de ayudas internas practicado.Elpaís 27.07.02Tradução ao portuguêsA UE e Japão fecharam a porta à proposta norte americana parareduzir de 62% ao 25% em média, os impostos aduaneiros aosprodutos agrícolas em um prazo de 5 anos. O plano apresentadopor estados Unidos , com o apoio de Canadá e Austrália, nareunião de ministros de agricultura das cinco potencias, celebradana cidade japonesa de Nara, propõe uma profunda reforma dosetor agrícola, em um período de 5 anos.A proposta norte americana supõe a utilização de uma fórmula deredução de impostos aduaneiros (chamada de fórmula suíça) quereduzirá mais os impostos mais altos que os mais baixos egarantirá que nenhum imposto aduaneiro seja superior a 25% aofinal de 5 anos. Essa reduções se efetuariam sobre os impostosque realmente se aplicam e não sobre os máximos autorizados,segundo Washington, que se queixa que, embora os impostos sereduziram em todo o mundo nos últimos anos, os níveis máximosautorizados pela OMC continuam muito altos (imposto médio de62% na agricultura) enquanto que em EEUU a média é de 12%.Em relação ao apoio, Estados Unidos propõe simplificar o atualsistema de cálculo utilizando uma fórmula que limite o uso de essetipo de apoio (se ele distorcer o comércio) até um 5% do valor totalda produção agrícola. Também defende eliminar as empresas de www.pontodosconcursos.com.br 6
  7. 7. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOcomercio estatais porque abusam de sua condição de monopólio eque se suprimam os direitos e privilégios especiais em suasvendas ao exterior e força-las a um regime de transparência;assim como proibir os impostos às exportações de produtosagrícolas, embora estriam isentos dessa proibição os paises emdesenvolvimento exceto que esse impostos não servissem paragerar receita do Tesouro.Representantes de Bruxelas deixaram entrever que com suajogada, Estados Unidos tenta distrair a atenção sobre osmultimilionários subsídios que deram a seus agricultores. OComissário Europeu de Agricultura e Pesca achou estranho queestas propostas “exijam maior esforço ao resto dos paises que aEstados Unidos” ao mesmo tempo que esse governo evitaqualquer compromisso para reduzir em seu próprio pais os apoiosà exportação que distorcem o mercado ou para diminuir o abusode ajudas internas praticado.26. En el texto se dice que el plan norteamericano para laagricultura:a) elimina los subsidios a la exportación y reduce los aranceles ymedidas de apoyo interno.b) reduce los aranceles en un 25%c) disminuye el apoyo interno a la exportación en un 5%.d) garantiza el apoyo económico y administrativo estatal a lasexportaciones.e) favorece el comercio agrícola de los países en desarrollo.27.- De acuerdo con el texto, la expresión “dieron un portazo”significa:a) dieron un espaldarazob) echaron una manoc) rechazarond) recibieron con beneplácitoe) aceptaron a regañadientes28.- Según el texto, la prohibición de impuestos a la exportaciónde productos agrícolas:a) tiene la anuencia europea y japonesab) es válida para todos los países miembros de la OMCc) se orienta hacia las empresas de comercio estatales.d) no se aplica en países en desarrollo donde esos impuestossirvan para generar ingresos del erario.e) busca equilibrar el comercio agrícola internacional.COMENTARIO DO GABARITO DA PROVA 2002/2Questão 26. En el texto se dice que el plan norteamericano para laagricultura:a) Verdadeira: é o resumo das três medidas propostas www.pontodosconcursos.com.br 7
  8. 8. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOb) Falso . Propõe a redução a 25% e não em 25%c) Falso. Propoe diminuir o apoio a um 5% da produção agrícolatotal e não em 5%.d) Falso. Propõe eliminar as tradings estatais que subsidiam aosexportadores.e) Falso. Se bem é verdade que uma proposta desse tipo poderiafavorecer aos paises em desenvolvimento, isto não é mencionadono texto como sendo o objetivo principal da proposta.Questão 27.- A expressão “dieron un portazo” significa fechar aporta de forma radical o que em sentido mais direto poderia sedenominar recusa, rechaço (observe-se que o final “azo” de“portazo” é um aumentativo para indicar a força com que algumaação é feita):a) Falso. O final “azo” de “espaldarazo” rima com “portazo” mas oresto da palabra significa o contrário “respaldar” significa apoiar e“dar um espaldarazo” significa dar um grande apoio.b) Falso. “echaron una mano” significa ajudaramc) Verdadeira.”Rechazaron” significa que recusaram a propostacomo pode ser comprovado no final do texto de forma clara.d) Falso. “recibieron con beneplácito” significa que receberam comagradoe) Falso “Aceptaron a regañadientes” significa que aceitaram commá vontade. Como se ve depois, eles não aceitaram a proposta.Questão 28.- (questão complicada por causa de uma oraçãoextremadamente longa, com varias negações duplas):a) Falsa. Nada da proposta americana tem concordância(anuência) européia e japonesab) Falsa. Não vale para todos os países, pois há exceções.c) Falsa Essa parte da proposta nada tem a ver com as estatais.d) Verdadeira. A proposta americana visa preservar a receitatributária da quais alguns paises em desenvolvimento,marcadamente exportadores, são dependentes.e) Falsa. Igual que a “e” da questão anterior, a propostaamericana poderia ser deduzida como uma manobra para atrair oapoio dos paises pobres, mas nada consta explicitamente notexto.PROVA DA ESAF 2000La OMC pide acabar con las ayudas agrícolasBruselas. Los primeros borradores de la declaración que debatirála Organización del Comercio (OMC) en Seatle (EEUU) propugnanla supresión de las ayudas agrícolas a la exportación, dijeron www.pontodosconcursos.com.br 8
  9. 9. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOfuentes comunitarias. También prevén reducir “sustancialmente”los subsidios internos que den lugar a distorsiones en el comercio.El secretario de la OMC es el encargado de elaborar el proyectode declaración, que será debatido por el consejo general lospróximos 4 y 5 de noviembre, antes de ser presentado el 30 denoviembre en la reunión ministerial en EEUU, con al que darácomienzo la llamada Ronda del Milenio.El borrador no recoge aspiraciones de la UE, como son que setenga en cuenta en la negociación el carácter “multifuncional” de laagricultura comunitaria y los problemas derivados del desarrollo dela biotecnología, que han dado lugar a la polémica sobre alimentostransgénicos. La OMC quiere que la reducción de las ayudas a laexportación se acompañe de un compromiso para su eliminación,así como mayores rebajas en los derechos aduaneros de todoslos productos agrícolas.Os primeiros rascunhos da declaração que debaterá a OMC emSeatle defendem a supressão das ajudas agrícolas à exportação,falaram fontes da união européia. Também prevêem reduzirsubstancialmente os subsídios internos que dão lugar àsdistorções no comércioO secretário da OMC é o encarregado de elaborar o prometo dedeclaração que será debatido no conselho geral nos próximos 4 e5 de novembro, antes de ser apresentado o 30 de novembro nareunião ministerial em Estados Unidos, com a que dará começo aRodada do Milênio.O rascunho não acolhe aspirações da União Européia, como sãoque se tenha em consideração na negociação o carátermultifuncional da agricultura da União Européia e os problemasderivados do desenvolvimento da biotecnologia, que deram lugarà polêmica sobre alimentos transgênicos. A OMC quer que aredução das ajudas à exportação se acompanhe de umcompromisso para sua eliminação, assim como maiores reduçõesnos impostos aduaneiros de todos os produtos agrícolas.20.- En el texto, se dice que los primeros borradores de ladeclaración :a) favorecen la inclusión de ayudas agrícolas a la exportaciónb) abogan por la abolición de las ayudas agrícolas a la exportaciónc) propulsan la supresión de auxilios agrícolas a la exportaciónd) propenden a la suspensión de las ayudas agrícolas a la exportacióne) cuestionan la anulación de ayudas agrícolas a la exportación21 En el texto, la palabra “borrador” significa www.pontodosconcursos.com.br 9
  10. 10. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOa) proyectob) estudioc) encuestad) minutae) presupuesto22.- En el texto se dice quea) La UE pretende incluir en la negociación la polémica sobre alimentos transgénicosb) La OMC defiende el estímulo al desarrollo biotecnológicoc) La UE aspira a que se aumente la cantidad de productos agrícolas que circulen en el mercado común comunitariod) La OMC rechaza la restricción de subsidios que provoquen distorsiones en el comercioe) La OMC quiere que los productos entren en los países pagando tasas menores.GABARITO COMENTADO DA PROVA 2000Questão 20a) Falso. È justamente o oposto.b) A alternativa tem pouca diferença com a certa que é a “c” . Apequena diferença está no verbo “propulsam” (de ação) que émais adequado que “abogan”(de argumentação) ou “propenden”(de inclinação).c) Verdadeira.d) Falsa. A palavra “propendem” (tem tendência) é muito tênue.Tampouco se fala de”suspensão” e sim de supressão (eliminação)e) Falsa. A palavra “cuestionam” é muito fraca para identificar aposição da OMC que é totalmente definida contra esse tipo deajudas.Questão 21.a) Falsa. No caso como se trata de uma declaração e não umprojeto, a palavra “borrador” não se ajusta. Se fosse algo anteriora um projeto seria “anteproyecto”b) Falsa. A palavra “estudo” não corresponde com rascunho.c) Falsa. “Encuesta” significa pesquisa.d) Verdadeira. Trata-se de um texto eliminar que será colocadoem debatee) Falsa. “Presupuesto” significa orçamento.Questão 22a) Falsa. O texto diz que a UE não foi contemplada com ainclusão desse assunto. www.pontodosconcursos.com.br 10
  11. 11. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOb) Falsa. O texto não cita posição da OMC sobre isso.c) Falsa. A UE é a principal opositora do livre comercio deprodutos agrícolas.d) Falsa. É o contrário = A OMC rechaça os subsídios queprovocam distorções no comércio.e) Verdadeira. A OMC quiere a retirada das restriçõesalfandegárias ao comércio internacional.SIMULADO 29 (Sobre TLC) Colombia firmó el TLC con EEUUColombia y Estados Unidos firmaron este miércoles el Tratado deLibre Comercio (TLC) que contempla la reducción de aranceles yestablece normas comunes para la protección a la propiedadintelectual y a los inversionistas, entre otras disposiciones. Lafirma llega después de 14 rondas de conversaciones durante 22meses, negociaciones que Colombia empezó junto con Perú yEcuador."Ésta es una victoria simbólica para la democracia en Colombia",dijo el "número dos" en materia de comercio exterior de EEUU,John Veroneau, quien suscribió el acuerdo en nombre de su país.Por el lado colombiano, la firma fue del ministro de Comercio,Industria y Turismo, Jorge Humberto Botero, quien también resaltóel impacto del acuerdo trasciende el ámbito económico."Este tratado es de gran importancia en el marco de la luchadenodada y sin cuartel que libra Colombia, con el decidido apoyode Estados Unidos, contra el tráfico de drogas y el terrorismo",afirmó Botero en el acto, que tuvo lugar en el BancoInteramericano de Desarrollo (BID), en Washington.Perú ya firmó y ratificó su propio acuerdo, que precisa de laaprobación del Congreso de EEUU para su entrada en vigor,mientras que el proceso entre Quito y Washington está ensuspenso. El TLC entre Colombia y EEUU se comenzará a aplicaruna vez que logre el visto bueno de las legislaturas de ambospaíses, así como de la Corte Constitucional.Tras la ceremonia, Botero dijo esperar que el Congreso de EEUUpueda iniciar el debate sobre el TLC "lo antes posible". ParaColombia, la principal ventaja del acuerdo es un acceso "seguro"al mayor mercado del mundo, según destacó Veroneau.Actualmente, la mayoría de las exportaciones de Colombia entra www.pontodosconcursos.com.br 11
  12. 12. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOen EEUU sin pagar aranceles gracias a la llamada Ley dePreferencias Arancelarias Andinas y Erradicación de Drogas(ATPDEA). Pero este privilegio es temporal y depende de larenovación por el Congreso, como se pone de manifiestoactualmente, dado que la Ley expira en diciembre próximo.En cambio, para Estados Unidos el TLC eliminará las barreras ala participación de empresas de su país en el sector de losservicios en Colombia, protegerá la propiedad intelectual de susfarmacéuticas y otras compañías, y establecerá un mecanismopara la resolución de disputas de inversión, dijo Veroneau.Además, facilitará la entrada de las exportaciones de EEUU en unmercado de 44 millones de personas.1/12/20061.- En el texto se dice que el TLCa) establece acuerdos comerciales entre EEUU, Colombia,Ecuador y Perú.b) recorta derechos aduaneros y cobija derechos de inversoresc) fue culminado tras 14 interrupciones de negociacionesd) dicta normas eliminando impuestos al comercio exteriore) ha sido confirmado por los Congresos de los países signatarios2.- Segundo Botero, el acuerdoa) simboliza los avances de la democracia colombianab) permitirá la victoria sobre el terrorismo y el tráfico de drogasc) refuerza la posición de Colombia en el Banco Interamericano deDesarrollod) va más allá de lo meramente económicoe) dará a Colombia un acceso al mayor país del mundo3.- En el texto se dice quea) El congreso americano debatirá el TLC cuanto antesb) el TLC no modifica en nada los acuerdos comerciales yaexistentesc) el TLC será temporal y sujeto a permanentes renovaciones delCongresod) los productos colombianos nunca pagaron arancel para entraren EEUUe) el TLC tiene varias etapas antes de entrar en vigor4.- En el textos se dice que en el TLCa) se establecieron acuerdos iguales para las dos partesb) hay facilidades para las ventas externas de EEUU a Colombiac) se establece el acceso irrestricto de las empresasestadounidenses en Colombia.d) se establece un mercado de 44 millones como límite de lasventajase) favorecerá más a EEUU de que a Colombia www.pontodosconcursos.com.br 12
  13. 13. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCO5.- La expresión “que logre el visto bueno” equivale en esecontexto aa) que siga con una buena visiónb) que se debata poco ratoc) que obtenga dictamen favorabled) que consiga ser soslayadoe) que mitigue las contradiciones6.- La expresión “en cambio” equivale en ese contexto aa) Tras la transformaciónb) Cuando cambiec) Dentro de la alteraciónd) Por el contrarioe) En suma7.- La expresión “además” equivale en ese contexto aa) asimismob) por demásc) por ellod) en cuanto ae) sin embargoFICHA GRAMATICAL 14SOBRE NEXOS INTERPARÁGRAFOSEles são peças fundamentais para dar coesão a um texto.Eles estabelecem conexões de diversos tipos conforme o autorqueira vincular as idéias e os argumentos enumerados.A seguir, veremos os principais , com sinônimos e traduçõesAsimismo = además = también. Indica que os parágrafos estãoassociados pela fonte ou pelo conteúdo.De hecho = en efecto = efectivamente. Indica que o parágrafoseguinte é confirmação do anterior, detalhado através defatos ou exemplos práticos.Por ello = por lo tanto = de ahí que. Indica que o parágrafoseguinte é conseqüência do anterior.En cambio = por el contrario =por otra parte. Indica que oparágrafo seguinte é muito diferente do anterior noconteúdo informativoEn suma = en resumen. Indica que o parágrafo seguinte é umresumo dos conceitos e/ou argumentos mencionados nosparágrafos anteriores. www.pontodosconcursos.com.br 13
  14. 14. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOSin embargo = empero = no obstante. Indica que o parágrafoseguinte desenvolverá informações e/ou argumentaçõesopostas às do parágrafo anterior.SIMULADO 30 (sobre MERCOSUR)Inmersos en un debate sobre los retos del mayor mecanismo deintegración del área, los cancilleres de Argentina, Brasil, Uruguayy Paraguay, más Venezuela, celebran en Buenos Aires la VReunión Extraordinaria del Consejo del Mercado Común (CMC). Elencuentro del CMC, principal instancia de decisión delMERCOSUR, avanza en la incorporación de Caracas como sociopleno del bloque sureño, el tema que concentrará la atención delos mandatarios los días 20 y 21 de julio venideros. La cita,llamada por Argentina en su condición de presidente temporal dela unión aduanera, función que traspasará a Brasil en el segundosemestre, debate, además, una posición común con miras a lapróxima reunión de la Organización Mundial de Comercio. Losministros también evalúan las asimetrías que afectan el comerciodentro del MERCOSUR, en particular a Uruguay y Paraguay, laseconomías más débiles de este mecanismo de concertación.Según lo previsto, en el cónclave de mandatarios se suscribiránlos protocolos de adhesión de la República Bolivariana al bloquesureño como su quinto miembro oficial. El ingreso de Venezuela, considerada la tercera economía de Sudamérica, es vista alinterior de la asociación como un factor de fortalecimiento delproceso de integración real en el Cono Sur, pese a todas suslimitaciones y debilidades.Luego de su firma, esos documentos deberán ser sancionados porlos parlamentos de Venezuela y de los cuatro socios fundadoresde la unión aduanera. El borrador del pacto fija un plazo máximode cuatro años a partir de su ratificación para que Caracas adopteel arancel externo común y el acervo normativo del MERCOSUR.Establece, además, plazos que llegan hasta 2013 para el librecomercio entre la República Bolivariana y el resto de los miembrosde la unión aduanera sudamericana. Fuentes diplomáticasargentinas explicaron que en los protocolos se fija un cronogramade desgravación arancelaria por parte de la nación andina, el cualserá de inmediata aplicación para Uruguay y Paraguay, los sociosmenores del bloque. Para el caso de Argentina y Brasil, lasexenciones tendrán un carácter gradual y con plazos variableshasta el 2018, con lo cual se logró un reconocimiento explícito delas asimetrías comerciales dentro del MERCOSUR. www.pontodosconcursos.com.br 14
  15. 15. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCO1.- Según el texto, la reunión del Consejo del MERCOSUR en julioa) concluye el proceso de integración de Venezuela como quintomiembrob) decide quien asumirá la presidencia pre-tempore delMERCOSURc) analiza los desequilibrios comerciales en el seno del bloqued) observa la situación de los países débiles que comercian con elMERCOSURe) incluye pláticas para la incorporación a la OMC2.- En el texto se dice en relación a la integración de Venezuelaa) tendrá hasta 2010 para adecuarse al acervo de resoluciones delMERCOSURb) tendrá que ser apoyada en los 5 suscritores por sendasmayorías parlamentaresc) tendrá que implantar el arancel externo a humo de pajas.d) que serán pesadas sus debilidades y fuerzas para integrar elbloquee) que es la tercera mayor economía del continente americano3.-En relación al borrador que será evaluado en la reunión del CM,él plantea que Venezuelaa) adhiera al imposto común de importación externa alMERCOSUR en cuatro añosb) implante de forma completa su arancel externo común conUruguay y Paraguay hasta 2013c) implante su arancel externo común con Brasil y Argentina en 12añosd) Venezuela conceda exenciones aduaneras irrestrictas a sussocios del MERCOSURe) tiene cuatro años para iniciar la desgravación de aranceles consus socios del MERCOSUR.4.-El término “desgravación arancelaria” (li.23) se refiereespecíficamente aa) los acuerdos para reglamentación de la base imponibleb) decisiones presupuestariasc) retiradas de las barreras impositivas y sanitarias a laimportaciónd) rebaja gradual o total de tributos al comercio exteriore) exoneración de gravámenes a la actividad económica en lospaíses miembros5.- La expresión “pese a” (li.18) en ese contexto equivale aa) por causa deb) sin embargo dec) sino pord) mismo con www.pontodosconcursos.com.br 15
  16. 16. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOe) siempre y cuando6. La expresión “luego de” (li.19) en el texto equivale aa) apuésb) en seguidac) conqued) a menudoe) tras7.-La expresión “los retos” (li.10) en el texto equivale aa) los acuerdosb) los hechosc) los desafíosd) los desencuentrose) tropiezos8.- La expresión “con miras a” (li.9) significaa) precaviéndose deb) de ojo enc) soslayandod) sintonizándose cone) interfiriendo enSIMULADO 31 (sobre China)China es un socio “muy importante” para el desarrollo de AméricaLatina, dijo hoy en Hong Kong el diplomático chileno MiguelPoklepovic. El chileno explicó que “el hecho es que China es muyimportante para el desarrollo de América Latina, mientras que alcontrario, eso no es tan obvio”. En la actualidad, China,fervientemente interesada en las materias primas que ofrece laregión, ha encontrado en el nuevo continente un socio de primernivel. Y no sólo eso, sino que la balanza comercial entre ambaspartes ascendió a 400.000 millones de dólares en el año 2004, yfue especialmente importante en los casos de México, Brasil yPanamá.“No sólo el comercio entre China y América Latina seguiráaumentando, sino que casi que el 50% de las inversiones deChina van a ir a parar allí”, dijo a Efe Poklepovic. Según fuentesoficiales, el 49.3% de las inversiones chinas a nivel mundial delaño 2004 estuvieron destinadas a América Latina, por encimaincluso de las que las empresas chinas dedicaron a Hong Kong.“Es cierto que ha habido un cambio en los intereses de China,pero eso se hubiera quedado en agua de borrajas si no hubierasido recíproco por parte de América Latina”, aseguró. “Ahora (los chinos) poseen no sólo derechos de suministro, sinotambién minas, en Chile o en Perú”, dijo el diplomático. Desde queChina alcanzó sus más altos niveles de desarrollo, en las últimasdécadas, ha dirigido hacia América Latina, así como hacia el resto www.pontodosconcursos.com.br 16
  17. 17. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOdel Tercer Mundo, una “diplomacia de los recursos”. No obstante,según los expertos, el creciente interés de los asiáticos por esecontinente no representa una amenaza para Washington, quien hadominado tradicionalmente la zona.Sin embargo, Poklepovic aseguró que el petróleo no es uno deesos recursos estratégicos, ya que las exportaciones del oro negrode América Latina a China se circunscriben a pequeños acuerdoscon Venezuela, Cuba y Brasil. Sí lo son, por el contrario, alimentoscomo la soja procedentes de Brasil y de Argentina. En laactualidad, “Argentina y Brasil proporcionan el 29% de lasimportaciones totales de comida de China”.Además, China tiene también importantes intereses políticos en lazona. En la actualidad doce de los 26 países que todavíareconocen al gobierno de Taipei son latinoamericanos, lo que esun “factor irritante” para China a la hora de tratar con bloquescomerciales como Mercosur, en el que se incluye Paraguay.1.- En el texto se dice quea) en 2004, el intercambio comercial China/América Latinaaumentó en 400 mil millones de dólaresb) casi el 50% del comercio exterior chino está dirigido a AméricaLatinac) América Latina es reacia al intercambio comercial con Chinad) los chinos controlan los recursos minerales de Chile y otrospaísese) el desplazamiento de capitales chinos al exterior tiene comometa principal A. Latina2.- En el texto se dice quea) hay un entredicho diplomático entre China y Paraguay porcausa de Taipeib) el MERCOSUR irrita a China por motivos económicosc) Argentina y Brasil son responsables por 30% del consumoalimentar de Chinad) el interés de China por A. Latina apunta a sus necesidadesenergéticase) China realiza pequeñas importaciones de oro procedente de A.Latina3.- En ese contexto, la expresión “derechos de suministro” (li.14)equivale aa) tasas de importaciónb) reservas de comprac) depósitos portuariosd) empresas comercializadorase) estoques de reserva4.- En ese contexto, la expresión “agua de borrajas” tiene elsentido de www.pontodosconcursos.com.br 17
  18. 18. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOa) tempestuosob) sospechosoc) insostenibled) sin importanciae) inexplicableLecturas Atualizadas sobreOMC, blocos e TLCsTexto 1 (Sobre el TLC Colombia EEUU)La situación textil y de la vestimenta podría agravarse aún más enlos próximos meses, y tanto desde el sector industrial como desdeel gobierno se buscan soluciones urgentes. Para el presidente dela Cámara Industrial de la Vestimenta, Elbio Fuscaldo, se está enun momento "bisagra" (dobradiça) y de transición, en un mercadode signado por una continua suba de los costos y las pérdidas delos mercados externos. Los factores principales que enfrenta laindustria uruguaya en el contexto externo son la desaparición de lacuotificación que China tenía para exportar a Estados Unidos yahora todas las empresas ponen su mirada en ese giganteasiático. La exportación ha caído a unos U$S 60 millones por año.A esto se suma un hecho (um fato) no menor: el acuerdo de LibreComercio entre Estados Unidos y Colombia, que se ha convertidoen la nueva cuna(berço) de la vestimenta en Latinoamérica, nosólo con una mano de obra barata, sino con tecnología, moda ydiseño. Actualmente Colombia y Estados Unidos tienen unsistema de preferencias que será sustituido por el TLC. Pero esesistema ya llevó a que la industria de la vestimenta uruguaya sealejara (afastasse) del principal consumidor del mundo. Mientrasque Uruguay debe pagar un arancel de ingreso de 18%, Colombiano paga ni pagará aranceles. Es por esta razón que el ministro deIndustria, Jorge Lepra, señaló en varias ocasiones que el sectortextil sería el más afectado si no se firmaba un TLC con EstadosUnidos, porque Colombia está a punto de convertirse en suprincipal competidor de ropa de calidad y a bajo precio. Porque sibien la industria textil exporta, gran parte de ella debe de vivir delmercado interno, el cual se ve saturado por ropa que ingresadesde Argentina y en especial desde China. - La subfacturaciónen el ingreso de mercadería y el contrabando también estánafectando al sector.(larepublica.uy 25.11.2006)Texto 2Bogotá. - El Parlamento Andino se declaró hoy preocupado por elTratado de Libre Comercio (TLC) firmado por Colombia y Perú conEstados Unidos al advertir que en las discusiones para concretar www.pontodosconcursos.com.br 18
  19. 19. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOla alianza hubo "aspectos que pasaron desapercibidos" y por ellosolicitó a los países andinos realizar un debate más profundo de lanegociación.El presidente del Parlamento Andino, el senador colombiano LuísFernando Duque, insistió en la necesidad de analizarminuciosamente los acuerdos realizados con el gobiernoestadounidense para evitar que los tratados generen undesequilibrio en "el bienestar de nuestros pueblos y el crecimientode nuestras economías", citó DPA."Es indispensable que los congresos de Colombia y Perúescuchen a los representantes del órgano deliberante de laComunidad Andina (CAN). Hemos adelantando una serie deanálisis sobre los efectos del TLC en la normativa comercial y lainstitucionalidad del proceso andino de integración y tenemosmucho que aportar al debate al interior de los congresos sobre losefectos del TLC en la CAN", expresó Duque.Asimismo, recordó que en el texto actual del TLC negociado entreBogotá y Washington no hay claridad sobre el tema agrícola quequedó sin salvaguardias, franjas de precios o productos excluidos"sin ser muy claro el acceso real al mercado de Estados Unidos encondiciones de competitividad"."El proceso andino de integración va mucho más allá de losaspectos comerciales, como no sucede con el TLC con EstadosUnidos; la CAN se ha preocupado por promover y atender losaspectos sociales y culturales de los ciudadanos andinos, poresto, se debe analizar este Tratado Comercial a la luz de lo que seha construido en 37 años de integración andina", agregó.Duque se declaró partidario de los acuerdos comerciales conterceros pero insistió en la necesidad de que estas alianzascomerciales "fortalezcan la capacidad competitiva de nuestrosaparatos productivos y ayuden a mejorar el nivel de vida de lospueblos andinos".Los gobiernos de Estados Unidos y Colombia firmaron ayer en lasede del Banco Interamericano de Desarrollo en Washington unTratado de Libre Comercio y quedaron a la espera de suaprobación en los respectivos congresos, donde se esperaafrontará (enfrentará) los más duros cuestionamientos.Por su parte, el tratado con Perú, impulsado por el ex presidenteAlejandro Toledo y apoyado por el del actual mandatario, AlanGarcía, ya fue firmado por los ejecutivos de Lima y Washington y www.pontodosconcursos.com.br 19
  20. 20. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOrefrendado por el Congreso peruano, pero falta que el Legislativoestadounidense lo apruebe.Texto 3Negociaciones sobre subsídios bloqueadasGINEBRA.- El Grupo de los Veinte (G-20), que reúne a países endesarrollo, anunció hoy que responderá a las iniciativas de la UE yEEUU para desbloquear las negociaciones agrícolas de laOrganización Mundial de Comercio (OMC) con una "propuestapropia y con números concretos" que se referirá de forma concretaa los tres pilares de la negociación agrícola, como son lossubsidios a la exportación, el apoyo interno y el acceso a losmercados", dijo el ministro brasileño Celso Amorim."En apoyo interno (a los agricultores) buscamos medidas quesupongan un auténtico recorte de esos niveles, y en acceso amercados, verdaderas oportunidades para acceder a ellos, conrecortes como los que hubo en la Ronda de Uruguay", precisóAmorim.Agregó que para el G-20 es esencial que "en 2010 se eliminentodas las formas de apoyo a las exportaciones y las que se dan anivel nacional" en la agricultura.Las diferencias en agricultura, uno de los capítulos claves de estanegociación, bloquean el resto de los acuerdos sobre servicios,acceso a mercados para productos industrializados o facilitacióncomercial, entre otros.El Representante Especial de Comercio de EEUU, Rob Portman,presentó este lunes una iniciativa que afecta a los tres pilaresagrícolas y que se ejecutaría en dos etapas, una inicial en la queaplicarían recortes significativos en los aranceles y en las ayudasdirectas en un periodo de cinco años. Cinco años después sepasaría a otra fase, en la que se procedería a la total eliminaciónde las políticas que distorsionan el comercio agrícola.La UE, por su parte, propuso reducir un 70% las ayudas agrícolasinternas que distorsionan el comercio, las que en el argot de laOMC se consideran de la "caja azul" o de la "caja amarilla", esdecir que distorsionan el comercio y que están ligadas a laproducción o a los precios. Asimismo, está dispuesta a rebajar el65% los llamados apoyos que dentro de la OMC están exentos derebajas siempre y cuando no superen el 5% del valor total de laproducción agrícola.Texto 4GINEBRA.- Las potencias comerciales del mundo hicieronavances menudos (pequenos)en las últimas décadas en lasiniciativas para reducir los subsidios agrícolas que distorsionan elcomercio, de acuerdo con un estudio publicado el martes por la www.pontodosconcursos.com.br 20
  21. 21. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOOCDE. El informe de la OCDE -que agrupa a las naciones másdesarrolladas y tiene su sede en París- mostró también queIslandia, Suiza y Noruega mantenían los niveles más altos deapoyo a los agricultores entre los 30 miembros de la OCDE.Además, Estados Unidos incrementó sus niveles de protecciónen el 2004."Las reformas de las políticas se han centrado en cambiar la formaen la que se ofrece la ayuda a los productores, con un alejamiento(afastamento)notable de las medidas relacionadas con el volumende producción", dijo el reporte en referencia a los pagos quereciben los granjeros y que están atados a su producción.No obstante, aunque estas reformas podrían continuar en lospróximos años, dijo la OCDE, la participación de esas formas derespaldo que tanto distorsionan la producción y el comercioigualmente representó el 74% de todos los subsidios en el período2002- 2004. Esto reflejó una reducción desde el 91% del lapso1986- 1988.El apoyo agrícola de la UE surgió como un tema importante el finde semana pasado cuando fracasó un encuentro de los líderes delbloque para ponerse de acuerdo sobre el presupuesto de la UniónEuropeia para el período 2007-2013.La falta de entendimiento en gran medida se debió a que Franciarechazó el pedido de Gran Bretaña para que se recorten lossubsidios al agro.Esta cuestión también es uno de los ejes(eixos)de la Ronda de Doha de negociaciones para la liberalizacióncomercial, un proceso en el seno de la Organización Mundial delComercio (OMC) que ha avanzado despacio(devagar). (emol-22/6/05)Texto 5 (Conferencia OMC- 2005)Los países ricos han roto(quebrado), durante la preparación a laCumbre de la OMC que se celebra la semana que viene en HongKong, las promesas que hicieron hace cuatro años. El informe dela ONG Intermón Oxfam muestra cómo al pedir más y más a lospaíses pobres, a cambio de muy poco, le han dado la espalda (ascostas) a lo que tenía que haber sido la Ronda de Desarrollo."Las negociaciones, que deberían haber llevado a una reforma delas reglas comerciales para potenciar el desarrollo, handescarrilado(derrapado) por culpa de los tiras y aflojas de los másricos afirma Gonzalo Fanjul, coordinador de Intermón Oxfam. "Lospaíses más desarrollados exigen un gran número de concesiones,porque dicen que necesitan ver sangre en el suelo de todos parapoder vender el acuerdo en la OMC en sus propios países. Estaposición de poder le ha dado la vuelta a las promesas hechas(feitas) en Doha. Con la tendencia actual, las negociaciones tienenpoco que ofrecer a los que más lo necesitan", añade Fanjul.Fanjul denuncia que la reforma en la agricultura es esencial paramillones de personas, pero los países más ricos no han dado las www.pontodosconcursos.com.br 21
  22. 22. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOpasos para acabar con los subsidios a la exportación ni paramejorar el acceso a sus mercados. Mientras tanto, los Estadosmás pobres reciben presiones para liberalizar sus mercados.Las negociaciones sobre los aranceles industriales son, si cabe,más preocupantes. El borrador acordado en julio de 2004 puededestruir los sectores industriales de muchos países pobres.Además, les están obligando a recortar sus aranceles por encimade los que los países ricos pretenden realizar, lo que representauna contradicción de las promesas hechas en Doha.Respecto a los servicios, en lugar de respetar el método deinclusión acordado en Doha, los países ricos están pidiendo laaplicación de un compromiso mínimo respecto al número desectores aceptados y el nivel de apertura, que podría llevar a unaliberalización forzada de sectores sociales básicos de los paísesmás pobres.Si el nivel de intransigencia se mantiene, las negociacionespueden quedar colapsadas a lo largo de la próxima década. Pordesgracia, las alternativas a un acuerdo fuera de la OMC tampocoson atractivas. Las negociaciones comerciales regionales obilaterales ponen en gran riesgo las promesas de desarrollo.Texto 6 (Sobre TLC Perú-EEUU)Perú y Estados Unidos cerraron ayer con un acuerdo susnegociaciones para un Tratado de Libre Comercio, el primero endos años con un país suramericano después de Chile.. El acuerdofue logrado bilateralmente, pese a que Perú inició el proceso denegociación en bloque con Ecuador y Colombia.Se desconoce de momento si con ello se rompería definitivamenteel frente andino que conformaron esos tres países. Fuentes de ladelegación peruana dijeron que no formularían ningún comentariosobre el acuerdo antes de que fuera anunciado en Lima por elpresidente Alejandro Toledo.El presidente George W. Bush deberá notificar al Congreso con 90días de anticipación su “intención de firmar” el tratado con Perú,un procedimiento que es rutinario. Pero el envío al Congreso pararatificación puede complicarse debido a que el próximo año ennoviembre habrá elecciones legislativas y pocos legisladoresdesean entrar en un tema que ha tenido tenaces discrepantes.Estados Unidos ha firmado ya acuerdos de libre comercio conMéxico, Chile y cinco países centroamericanos más RepúblicaDominicana agrupados en el convenio llamado CAFTA.. Estáadicionalmente negociando con Panamá.Colombia y Ecuador se retiraron de las negociaciones el 22 denoviembre en Washington luego de 19 meses de tratos iniciadosen la ciudad colombiana de Cartagena. Los dos países dijeron que www.pontodosconcursos.com.br 22
  23. 23. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCOno podían seguir hablando mientras Estados Unidos se mostrabaintransigente en sus peticiones.Perú, en cambio, pidió continuar las negociaciones en la primerasemana de diciembre, lo cual hizo a partir del lunes en que unadelegación de varios ministros llegó a Washington para negociarprácticamente 24 horas al día. En su intento de avanzar, elpresidente Alejandro Toledo instruyó a sus negociadores a queterminen el proceso a como diera lugar, dijeron fuentesinformadas.Los ministros de Agricultura, Comercio Exterior, Producción ySalud, que integran el frente negociador peruano, se habíanestado resistiendo a algunas propuestas estadounidenses, ante locual Toledo envió a su hombre de confianza, su primer ministro ypresidente del consejo de ministros Pedro Pablo Kuczynski, parafacilitar un entendimiento. 5/12/2005Texto 7 (Sobre conflitos de comércio exterior)BRUSELAS.- La Unión Europea ha vuelto a fracasar en su intentode buscar un consenso sobre los aranceles al calzado de cueroimportado desde China y Vietnam. Los 25 tendrán una últimaoportunidad el próximo miércoles, dos días antes de expire elactual régimen de tarifas temporales.Los representantes de los Estados miembros trataron de alcanzarun acuerdo en base a la última propuesta de la Comisión, queestablece un arancel durante tres años de 16,5% para el calzadode China y del 10% para el importado de Vietnam.Éste es el último planteamiento de Bruselas para sustituir alsistema temporal de aranceles progresivos que empezó aaplicarse el pasado mes de abril y que en la actualidad alcanza el19,4% para los zapatos de China y el 16,8% para los de Vietnam.Este mecanismo, que concluirá el 6 de octubre, dará lugar a latotal liberalización de las importaciones si no se halla un acuerdoalternativo.Estos aranceles progresivos y temporales hacen referencia amedidas antidumping que se impusieron después de que unainvestigación de la Comisión Europea concluyera que existe unafuerte intervención del Estado en los dos países asiáticos queprovoca que los zapatos se vendan en Europa por debajo de sucoste de producción.Los Estados miembros llevan negociando desde hace meses quémedidas de antidumping podrían aplicarse a partir del 7 deoctubre, pues los 25 se debaten entre dos posiciones: una, la delos países productores que, como España o Italia, apuestan por laimposición de medidas y ven con buenos ojos la última propuestade la Comisión, y dos, la de los países con un potente sectordistribuidor, particularmente los nórdicos, que apuestan por laliberalización. www.pontodosconcursos.com.br 23
  24. 24. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCONo obstante, fuentes españolas explicaron que Chipre se hasumado al grupo de países productores junto a España, Francia,Italia, Portugal, Polonia, Lituania y Hungría.La decisión se tomará por mayoría simple, de manera que, con lasuma de Chipre, solamente haría falta un Estado miembro quevotara con el grupo del que forma parte España o que seabstuviera para llegar al acuerdo. A este respecto, aventuraronfuentes españolas que "quizás" Austria o Letonia podrían cambiarsu postura.Francia, además, formuló una nueva propuesta en aras del nuevocompromiso, que consiste en que el nuevo régimen de arancelesse aplique durante dos años en lugar de tres como proponía laComisión.El portavoz de Comercio del Ejecutivo comunitario, Peter Power,mantuvo la cautela sobre esta nueva propuesta, que primerotendrá que ser estudiada por el comisario del ramo, PeterMandelson, y posteriormente ser aprobada por los 25 comisarios."Es un periodo un poco corto pero si los Estados miembrosquieren, entonces tendremos que estar con ellos".GABARITO SIMULADO 301.- En el texto se dice que el TLCb) recorta derechos aduaneros (aranceles) y cobija(protege)derechos de inversores2.- Segundo Botero, el acuerdod) va más allá de lo meramente económico3.- En el texto se dice quee) el TLC tiene varias etapas antes de entrar en vigor4.- En el textos se dice que en el TLCb) hay facilidades para las ventas externas de EEUU a Colombia5.- La expresión “que logre el visto bueno” equivale en esecontexto ac) que obtenga dictamen favorable6.- La expresión “en cambio” equivale en ese contexto ad) Por el contrario7.- La expresión “además” equivale en ese contexto aa) asimismoGABARITO SIMULADO 30 www.pontodosconcursos.com.br 24
  25. 25. CURSOS ON-LINE – ESPANHOL – CURSO REGULAR PROFESSOR GERARDO SANMARCO1.- Según el texto, la reunión del Consejo del MERCOSUR en julioc) analiza los desequilibrios comerciales(ASIMETRÍAS)en el senodel bloque2.- En el texto se dice en relación a la integración de Venezuelab) tendrá que ser apoyada en los 5 suscritores (V4ENEZUELA,BRASIL, Argentina, Paraguay, Uruguay) por sendas mayoríasparlamentares.3.-En relación al borrador que será evaluado en la reunión del CM,él plantea que Venezuelaa) adhiera al imposto común de importación externa alMERCOSUR en menos de cuatro años4.-El término “desgravación arancelaria” (li.23) se refiereespecíficamente a d) rebaja gradual o total de tributos alcomercio exterior5.- La expresión “pese a” (li.18) en ese contexto equivale ad) mismo con6. La expresión “luego de” (li.19) en el texto equivale ae) tras7.-La expresión “los retos” (li.10) en el texto equivale ac) los desafíos8.- La expresión “con miras a” (li.9) significab) de ojo enGABARITO SIMULADO 311.- En el texto se dice quee) el desplazamiento(deslocamento) de capitales chinos al exteriortiene como meta principal A. Latina2.- En el texto se dice quea) hay un entredicho diplomático entre China y Paraguay porcausa de Taipei3.- En ese contexto, la expresión “derechos de suministro” (li.14)equivale ab) reservas de compra4.- En ese contexto, la expresión “agua de borrajas” tiene elsentido ded) sin importancia www.pontodosconcursos.com.br 25

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