SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 6
Baixar para ler offline
Curso Web 2.0 – Turma 2
NTE – Brusque
Equipe: Ana Paula
        Maristher
        Débora

                    Projeto de Aprendizagem

Tema: Enchente

   1. Reformular as questões em uma Questão Norteadora:

         ●   De que forma podemos evitar e prevenir os efeitos de uma enchente?

   2 . O que já sabemos sobre o assunto/tema:

         ●   Avisar a população com antecedência.
         ●   Cuidados com o meio ambiente, não poluir ruas e rios.
         ●   Acompanhamento das chuvas e nível do rio.
         ●   Obedecer à fiscalização da Defesa Civil.

   3. Mapa conceitual




   4. O que queremos saber sobre este assunto?

         ● Débora: Quais os meios tecnológicos disponíveis para prever enchentes?
         ● Maristher: Que medidas preventivas podem ser tomadas para evitar
           enchentes?
         ● Ana: Quais são os efeitos de uma enchente?

   5. Compartilhar no Google Docs e realizar a pesquisa a distância.
6 . Cada um vai pesquisar a SUA PERGUNTA. IMPORTANTE: colocar a fonte de
pesquisa.


   Maristher: Que medidas preventivas podem ser tomadas para evitar enchentes?

     Para especialistas, prevenção de enchentes deveria ser como a de vulcões e
terremotos. Eles sugerem a implementação de sistemas de alerta para a população, a
desocupação de áreas arriscadas e o planejamento urbano de longo prazo. Geólogos
dizem que evitar novas tragédias passa por mudanças na ocupação urbana e por
sistemas de alerta. O Geólogo Antonio Guerra, da UFRJ fez um projeto piloto de alerta
para um bairro de Petrópolis, sob encomenda estatal, estima que alertas adaptados as
necessidades de cada município custariam ao redor de R$ 1 milhão, por meio de
convênios com universidades, e poderiam ser preparados em até dois anos. “É um custo
muito menor do que o das verbas liberadas para o atendimento de emergência.”
     A interferência humana pode agravar ainda mais a situação de uma enchente ou
amenizá-la. Com alguns cuidados pequenos podemos evitar calamidades e ajudar a
salvar vidas. Vejamos:
     1. Não jogue lixo em rios, ruas e terrenos baldios;
     2. Denuncie aos órgãos responsáveis se souber de algum bueiro entupido, se notar
derrubadas de matas e invasões em áreas de risco, terraplanagens ou aterros suspeitos;
     3. Não deposite entulhos em áreas públicas ou em rios;
     4. Solicite limpeza nos cursos d’água das regiões onde ocorreram enchentes;
     5. Se pretende efetuar alguma construção, não as execute sem licenciamento dos
órgãos competentes;
     6. Não jogue restos do óleo de cozinha em qualquer lugar. Encontre um lugar para
reciclagem, muitas pessoas reciclam e transformam em sabão, detergente e matéria-
prima para fabricação de outros produtos. O óleo de cozinha, jogado em local
inadequado, provoca a impermeabilização do solo e entupimento das tubulações e, caso
atinja a rede de esgoto, encarece o tratamento dos resíduos em 45%.
     Em Santa Catarina, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da
Defesa Civil,está viabilizando ações prioritárias do Estudo Preparatório da Bacia do Rio
Itajaí. O Governo do Estado pretende obter o financiamento para o projeto, que busca
atingir um grau de segurança de 50 anos contra enchentes e deslizamentos, sendo
necessários investimentos na ordem de R$ 2 bilhões, por meio do Banco Jica (Japan
Internacional Cooperation Agency) e com contrapartida do Governo do Estado. A
implementação do projeto será dividido em três etapas, sendo que a primeira contempla
ações para 10 anos de grau de segurança, com obras estruturais, sistema de
monitoramento e alerta de cheias e da contenção da água das arrozeiras. O investimento
será na ordem de R$ 180 milhões, sendo R$ 154 milhões financiados e R$ 26 milhões de
contrapartida do Estado.
     Entre as medidas estão o estudo do impacto ambiental do conjunto de medidas do
Projeto JICA e o mapeamento das áreas de risco em todos os municípios que não têm
capacidade instalada para desenvolver este trabalho, como propõe o Plano Integrado de
Prevenção e Mitigação de Desastres Naturais (PPRD).

   Referências:
http://www.comiteitajai.org.br/index.php/prevencaoenchentes.html - acesso em 30/09/11
16:31
    http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/01/para-especialistas-prevencao-de-enchentes-deveria-
ser-como-a-de-vulcoes-e-terremotos-1.html - acesso em 30/09/11 16:58
    ttp://comunidade.bemsimples.com/bem-verde/w/bem-verde/colabore-com-a-preven-231-227-o-
de-enchentes.aspx -            acesso em 30/09/11 17:16




   Ana: Quais são os efeitos de uma enchente?

    Sabe-se que as enchentes são calamidades naturais ou não que ocorrem quando um
leito de rio, lago, córrego, mar e oceano recebe um volume de água superior ao que pode
comportar resultando em transbordamentos. Isso geralmente se dá devido as chuvas
fortes e contínuas.
    Entre as catástrofes naturais mais conhecidas, a enchente é considerada a que mais
causa danos e perdas para a população, desde o que diz respeito à saúde até aos
patrimônios das pessoas. Eleva considerávelmente a mortalidade, devido ao efeito e
contato direto das inundações e das doenças infecciosas aos sistemas de água e
saneamento.
    Para cada país e região existe a chamada estação das chuvas que geralmente geram
as maiores enchentes, e neste período cresce a preocupação sobre o aparecimento de
doenças, principalmente as transmitidas por água, alimentos, reservatórios e animais
peçonhentos. Gerando assim a intensificação das ações de vigilância em saúde,
coordenada e articulada com outros setores e com base em dados para a tomada de
decisões.

   Dentre os efeitos especificos e principais de uma enchente podemos destacar:
     ● Perda de vidas;
     ● Abandono dos lares inundados;
     ● Desmoronamento de encostas de rios;
     ● Desmoronamento de pequenos morros;
     ● Soterramento de imóveis e bens, após os desmoronamentos;
     ● Destruição de casas e pontes, que são arrastadas pelas águas;
     ● Perda de materiais, objetos e móveis encharcados ou arrastados pelas águas;
     ● Contaminação da água por produtos tóxicos;
     ● Contaminação da água com agentes patológicos que provocam doenças como
     amebíase, cólera, febre amarela, hepatite A, malária, poliomielite, salmonelose,
     teníase, leptospirose, entre outras;
     ● Contaminação de alimentos pelos mesmos agentes patológicos acima citados;
     ● Interrupção da atividade econômica das áreas inundadas: com comércio,
     escolas e serviços sem funcionamento.
As áreas urbanas são mais propícias a enchentes porque o solo dessas regiões são
impedidos pelo asfalto e outros tipos de pavimentações de absorverem a água e também
pela falta de vegetação ou pouca vegetação que contribui com a absorção da água.
   As inundações são mais comuns nas áreas ribeirinhas: ocorre quando a população
ocupa o leito maior do rio, ficando sujeita às enchentes, e áreas urbanas: as enchentes
aumentam a sua frequência e magnitude devido à ocupação do solo com superfícies
impermeáveis e rede de condutos de escoamentos. O desenvolvimento urbano pode
também produzir obstruções ao escoamento como aterros e pontes, drenagens
inadequadas e obstruções ao escoamento junto a condutos e assoreamentos.

   Referências:

http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/inundacoes/inundacoes-2.php

http://www.vivaterra.org.br/vivaterra_enchentes.htm

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/854309-efeitos-de-enchentes-na-australia-podem-durar-
semanas-200-mil-ja-foram-atingidos.shtml

http://www.pagina3.com.br/geral/2011/set/9/4/itajai-sofre-fortemente-os-efeitos-da-enchente




    Débora: Quais os meios tecnológicos disponíveis para prever enchentes?

   A previsão de enchentes depende da obtenção de dados relativos às chuvas, dados
que são obtidos através da Meteorologia.
   A Estação Meteorológia possui os seguintes equipamentos:

    Termômetro para medir as variáveis da temperatura;
    Barômetro para medir a pressão atmosférica;
    Higrômetro para medir a umidade relativa do ar;
    Anemômetro para medir as da velocidade do vento ;
    Biruta ou manga de vento para indicar a orientação do vento;
    Piranómetro para medir as variáveis de insolação;
    Heliómetro para medir a duração da ação do Sol;

   O mais comum:

    Pluviômetros e pluviógrafos: Recolhem e medem a quantidade de chuva por
milímetros, durante um determinado tempo e local. Os dados recolhidos podem ser
divulgados por telefone (método convencional) ou serem automáticos e enviarem os
dados via satélite.
    Os equipamentos devem ser mantidos em funcionamento e as informações geradas
por eles possam chegar o mais rápido possível às instituições de pesquisa e à Defesa
Civil.
    Hidrometeorologia
Hidroestimadores

    A hidrometeorologia é o ramo da meteorologia que lida com o ciclo hidrológico, com o
balanço hídrico e com os dados estatísticos de chuvas. Os hidrometeorologistas
preparam e emitem previsões de acumulação (quantitativo) de precipitação (chuva e
neve), e destacam as regiões que podem vir a sofrer com as enchentes.
    O problema da previsão de chuvas se deve a limitações dos modelos meteorológicos
(representações numéricas aproximadas do comportamento da atmosfera) utilizados até
agora no País.
    A resolução espacial dos modelos usados hoje para prever tempestades, por
exemplo, é de 20 quilômetros, o que impossibilita identificar nuvens de tempestade que
podem ter de dois a três quilômetros de extensão. Além disso, eles fornecem previsões
apenas a cada três horas.

   O QUE TEMOS DE NOVIDADE

    Um supercomputador, que entrou em operação no início de janeiro no Centro de
Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), em Cachoeira Paulista (SP), promete
possibilitar aprimorar esses modelos para que possam indicar com maior precisão e
antecedência chuvas e fenômenos meteorológicos extremos, como tempestades.
    Batizado de Tupã – o deus do trovão na mitologia tupi-guarani – o supercomputador
permitirá aos pesquisadores do CPTEC desenvolver e executar modelos meteorológicos
mais sofisticados e com maior resolução espacial, que demandam mais memória e
velocidade de processamento. E, dessa forma, melhorar gradativamente a qualidade das
previsões meteorológicas de tempo e clima no Brasil.
    hoje a previsão diária de tempo no País, que indica apenas se ocorrerá ou não chuvas
nas próximas 24 horas, tem um nível de confiabilidade equiparável à realizada pelos
maiores centros meteorológicos do mundo, atingindo quase 100% de acerto. Já as
previsões de longo prazo – como as de uma semana ou 15 dias – têm menores índices
de acerto, atingindo 80% no prazo de uma semana e reduzindo cerca de 3% a cada dia
acrescentado.

    Dr. Foster Bronw "Teoricamente, a previsão de chuvas é problematica, mas a previsão
de enchentes depois da queda das chuva não deveria ser tão difícil se houver
informações completas sobre a intensidade de chuvas, escoamento e evapotranspiração
na bacia, propriedades dos solos, relevo, etc e o mais importante de tudo: Deve-se avisar
o maior número de pessoas possíveis".

Fonte:

http://info.abril.com.br/noticias/ti/existe-tecnologia-para-prever-as-enchentes-15012011-0.shl
http://ambienteacreano.blogspot.com/2006/03/possvel-prever-as-enchentes.html
 http://pt.wikipedia.org/wiki/Pluvi%C3%B4metro
http://pt.wikipedia.org/wiki/Esta%C3%A7%C3%A3o_meteorol%C3%B3gica
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hidrometeorologia
                           Mapa Conceitual Detalhando a Pesquisa:
Pesquisa sobre Prevenção, Tecnologias e Efeitos - Enchente

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Alagamentos, inundações, deslizamentos de encostas, ... a mãe natureza volta ...
Alagamentos, inundações, deslizamentos de encostas, ... a mãe natureza volta ...Alagamentos, inundações, deslizamentos de encostas, ... a mãe natureza volta ...
Alagamentos, inundações, deslizamentos de encostas, ... a mãe natureza volta ...Universidade Federal Fluminense
 
Modelo de mensuração de riscos e vulnerabilidade social a desastres de popula...
Modelo de mensuração de riscos e vulnerabilidade social a desastres de popula...Modelo de mensuração de riscos e vulnerabilidade social a desastres de popula...
Modelo de mensuração de riscos e vulnerabilidade social a desastres de popula...Universidade Federal Fluminense
 
CENÁRIOS METODOLÓGICOS DISTINTOS PARA O MAPEAMENTO DE ÁREAS DE INUNDAÇÃO
CENÁRIOS METODOLÓGICOS DISTINTOS PARA O MAPEAMENTO DE ÁREAS  DE INUNDAÇÃOCENÁRIOS METODOLÓGICOS DISTINTOS PARA O MAPEAMENTO DE ÁREAS  DE INUNDAÇÃO
CENÁRIOS METODOLÓGICOS DISTINTOS PARA O MAPEAMENTO DE ÁREAS DE INUNDAÇÃOAna Paula
 
Variabilidade espacial e temporal da chuva na unidade de gerenciamento do pardo
Variabilidade espacial e temporal da chuva na unidade de gerenciamento do pardoVariabilidade espacial e temporal da chuva na unidade de gerenciamento do pardo
Variabilidade espacial e temporal da chuva na unidade de gerenciamento do pardodeborahfss
 
Artigo gestão ambiental e estatísticas de mergulho pedrini et al 2007
Artigo gestão ambiental e estatísticas de mergulho pedrini et al 2007Artigo gestão ambiental e estatísticas de mergulho pedrini et al 2007
Artigo gestão ambiental e estatísticas de mergulho pedrini et al 2007AlexandredeGusmaoPedrini
 
Impactos socioambientais ne e n
Impactos socioambientais   ne e nImpactos socioambientais   ne e n
Impactos socioambientais ne e nPedro Neves
 
Modelo de mensuração de riscos e vulnerabilidade social a desastres de popula...
Modelo de mensuração de riscos e vulnerabilidade social a desastres de popula...Modelo de mensuração de riscos e vulnerabilidade social a desastres de popula...
Modelo de mensuração de riscos e vulnerabilidade social a desastres de popula...Universidade Federal Fluminense
 
Stc E Clc..
Stc E Clc..Stc E Clc..
Stc E Clc..Ttavares
 

Mais procurados (14)

Alagamentos, inundações, deslizamentos de encostas, ... a mãe natureza volta ...
Alagamentos, inundações, deslizamentos de encostas, ... a mãe natureza volta ...Alagamentos, inundações, deslizamentos de encostas, ... a mãe natureza volta ...
Alagamentos, inundações, deslizamentos de encostas, ... a mãe natureza volta ...
 
Enchentes
EnchentesEnchentes
Enchentes
 
Modelo de mensuração de riscos e vulnerabilidade social a desastres de popula...
Modelo de mensuração de riscos e vulnerabilidade social a desastres de popula...Modelo de mensuração de riscos e vulnerabilidade social a desastres de popula...
Modelo de mensuração de riscos e vulnerabilidade social a desastres de popula...
 
CENÁRIOS METODOLÓGICOS DISTINTOS PARA O MAPEAMENTO DE ÁREAS DE INUNDAÇÃO
CENÁRIOS METODOLÓGICOS DISTINTOS PARA O MAPEAMENTO DE ÁREAS  DE INUNDAÇÃOCENÁRIOS METODOLÓGICOS DISTINTOS PARA O MAPEAMENTO DE ÁREAS  DE INUNDAÇÃO
CENÁRIOS METODOLÓGICOS DISTINTOS PARA O MAPEAMENTO DE ÁREAS DE INUNDAÇÃO
 
Pesca
PescaPesca
Pesca
 
O urbanismo e a gestão de desastres naturais
O urbanismo e a gestão de desastres naturaisO urbanismo e a gestão de desastres naturais
O urbanismo e a gestão de desastres naturais
 
Gestao Recursos Hídricos
Gestao Recursos HídricosGestao Recursos Hídricos
Gestao Recursos Hídricos
 
Variabilidade espacial e temporal da chuva na unidade de gerenciamento do pardo
Variabilidade espacial e temporal da chuva na unidade de gerenciamento do pardoVariabilidade espacial e temporal da chuva na unidade de gerenciamento do pardo
Variabilidade espacial e temporal da chuva na unidade de gerenciamento do pardo
 
Artigo gestão ambiental e estatísticas de mergulho pedrini et al 2007
Artigo gestão ambiental e estatísticas de mergulho pedrini et al 2007Artigo gestão ambiental e estatísticas de mergulho pedrini et al 2007
Artigo gestão ambiental e estatísticas de mergulho pedrini et al 2007
 
Impactos socioambientais ne e n
Impactos socioambientais   ne e nImpactos socioambientais   ne e n
Impactos socioambientais ne e n
 
Modelo de mensuração de riscos e vulnerabilidade social a desastres de popula...
Modelo de mensuração de riscos e vulnerabilidade social a desastres de popula...Modelo de mensuração de riscos e vulnerabilidade social a desastres de popula...
Modelo de mensuração de riscos e vulnerabilidade social a desastres de popula...
 
Stc E Clc..
Stc E Clc..Stc E Clc..
Stc E Clc..
 
PROPOSTA DE REDAÇÃO 03
PROPOSTA DE REDAÇÃO 03PROPOSTA DE REDAÇÃO 03
PROPOSTA DE REDAÇÃO 03
 
Ciência Equatorial - ISSN 2179-9563 - V1N1 2011
Ciência Equatorial - ISSN 2179-9563 - V1N1 2011Ciência Equatorial - ISSN 2179-9563 - V1N1 2011
Ciência Equatorial - ISSN 2179-9563 - V1N1 2011
 

Semelhante a Pesquisa sobre Prevenção, Tecnologias e Efeitos - Enchente

COMO ENFRENTAR EVENTOS CLIMÁTICOS EXTREMOS NAS CIDADES DO BRASIL .pdf
COMO ENFRENTAR EVENTOS CLIMÁTICOS EXTREMOS NAS CIDADES DO BRASIL .pdfCOMO ENFRENTAR EVENTOS CLIMÁTICOS EXTREMOS NAS CIDADES DO BRASIL .pdf
COMO ENFRENTAR EVENTOS CLIMÁTICOS EXTREMOS NAS CIDADES DO BRASIL .pdfFaga1939
 
INUNDAÇÕES DAS CIDADES E MUDANÇA CLIMÁTICA GLOBAL
INUNDAÇÕES DAS CIDADES E MUDANÇA CLIMÁTICA GLOBALINUNDAÇÕES DAS CIDADES E MUDANÇA CLIMÁTICA GLOBAL
INUNDAÇÕES DAS CIDADES E MUDANÇA CLIMÁTICA GLOBALFernando Alcoforado
 
Covisa CCZ Audiencia Publica
Covisa CCZ Audiencia PublicaCovisa CCZ Audiencia Publica
Covisa CCZ Audiencia PublicaPaulo Celestino
 
Metodologia de avaliação de vulnerabilidade para mapeamento de áreas suscetív...
Metodologia de avaliação de vulnerabilidade para mapeamento de áreas suscetív...Metodologia de avaliação de vulnerabilidade para mapeamento de áreas suscetív...
Metodologia de avaliação de vulnerabilidade para mapeamento de áreas suscetív...Jonatha Monte
 
Piscinao e residuos_solidos_texto
Piscinao e residuos_solidos_textoPiscinao e residuos_solidos_texto
Piscinao e residuos_solidos_textoMauricio Perazzoli
 
Piscinao e residuos_solidos_texto
Piscinao e residuos_solidos_textoPiscinao e residuos_solidos_texto
Piscinao e residuos_solidos_textolipemodesto
 
PerturbaçõEs No EquíLibrio Dos Ecossistemas – As CatáStrofes
PerturbaçõEs No EquíLibrio Dos Ecossistemas – As CatáStrofesPerturbaçõEs No EquíLibrio Dos Ecossistemas – As CatáStrofes
PerturbaçõEs No EquíLibrio Dos Ecossistemas – As CatáStrofesPaulo Ponte
 
Trabalho do enzo 123 (1) sustentabilidade
Trabalho do enzo 123 (1) sustentabilidadeTrabalho do enzo 123 (1) sustentabilidade
Trabalho do enzo 123 (1) sustentabilidadenorivalfp
 
Cadastro de desastres e eventos geodinâmicos no estado de são paulo no períod...
Cadastro de desastres e eventos geodinâmicos no estado de são paulo no períod...Cadastro de desastres e eventos geodinâmicos no estado de são paulo no períod...
Cadastro de desastres e eventos geodinâmicos no estado de são paulo no períod...Rafael Galdino Siqueira Nunes
 
Educar para as alterações climáticas.pdf
Educar para as alterações climáticas.pdfEducar para as alterações climáticas.pdf
Educar para as alterações climáticas.pdfclaudiaromao4
 
10 propostas texto final - descanalização rios urbanos de BH
10 propostas texto final - descanalização rios urbanos de BH10 propostas texto final - descanalização rios urbanos de BH
10 propostas texto final - descanalização rios urbanos de BHCBH Rio das Velhas
 
Apresentação Eduardo Kimoto SEMINÁRIO NACIONAL RBMA_25/05/23.pdf
Apresentação Eduardo Kimoto SEMINÁRIO NACIONAL RBMA_25/05/23.pdfApresentação Eduardo Kimoto SEMINÁRIO NACIONAL RBMA_25/05/23.pdf
Apresentação Eduardo Kimoto SEMINÁRIO NACIONAL RBMA_25/05/23.pdfReservadaBiosferadaM
 
Enchentes na cidade imperial- Petrópolis
Enchentes na cidade imperial- Petrópolis Enchentes na cidade imperial- Petrópolis
Enchentes na cidade imperial- Petrópolis LeleMathiasdeFreitas
 
Proposta Crise Hídrica.pdf
Proposta Crise Hídrica.pdfProposta Crise Hídrica.pdf
Proposta Crise Hídrica.pdfssuser52d478
 

Semelhante a Pesquisa sobre Prevenção, Tecnologias e Efeitos - Enchente (20)

COMO ENFRENTAR EVENTOS CLIMÁTICOS EXTREMOS NAS CIDADES DO BRASIL .pdf
COMO ENFRENTAR EVENTOS CLIMÁTICOS EXTREMOS NAS CIDADES DO BRASIL .pdfCOMO ENFRENTAR EVENTOS CLIMÁTICOS EXTREMOS NAS CIDADES DO BRASIL .pdf
COMO ENFRENTAR EVENTOS CLIMÁTICOS EXTREMOS NAS CIDADES DO BRASIL .pdf
 
INUNDAÇÕES DAS CIDADES E MUDANÇA CLIMÁTICA GLOBAL
INUNDAÇÕES DAS CIDADES E MUDANÇA CLIMÁTICA GLOBALINUNDAÇÕES DAS CIDADES E MUDANÇA CLIMÁTICA GLOBAL
INUNDAÇÕES DAS CIDADES E MUDANÇA CLIMÁTICA GLOBAL
 
Percepção de Risco - Defesa Civíl SC
Percepção de Risco - Defesa Civíl SCPercepção de Risco - Defesa Civíl SC
Percepção de Risco - Defesa Civíl SC
 
Covisa CCZ Audiencia Publica
Covisa CCZ Audiencia PublicaCovisa CCZ Audiencia Publica
Covisa CCZ Audiencia Publica
 
Metodologia de avaliação de vulnerabilidade para mapeamento de áreas suscetív...
Metodologia de avaliação de vulnerabilidade para mapeamento de áreas suscetív...Metodologia de avaliação de vulnerabilidade para mapeamento de áreas suscetív...
Metodologia de avaliação de vulnerabilidade para mapeamento de áreas suscetív...
 
Piscinao e residuos_solidos_texto
Piscinao e residuos_solidos_textoPiscinao e residuos_solidos_texto
Piscinao e residuos_solidos_texto
 
Piscinao e residuos_solidos_texto
Piscinao e residuos_solidos_textoPiscinao e residuos_solidos_texto
Piscinao e residuos_solidos_texto
 
PerturbaçõEs No EquíLibrio Dos Ecossistemas – As CatáStrofes
PerturbaçõEs No EquíLibrio Dos Ecossistemas – As CatáStrofesPerturbaçõEs No EquíLibrio Dos Ecossistemas – As CatáStrofes
PerturbaçõEs No EquíLibrio Dos Ecossistemas – As CatáStrofes
 
Enchentes
EnchentesEnchentes
Enchentes
 
Ufba ecologica
Ufba ecologicaUfba ecologica
Ufba ecologica
 
Trabalho do enzo 123 (1) sustentabilidade
Trabalho do enzo 123 (1) sustentabilidadeTrabalho do enzo 123 (1) sustentabilidade
Trabalho do enzo 123 (1) sustentabilidade
 
Apresentação IGAM - 23ª Reunião Extraordinária CBH Doce - Plano Emergencial d...
Apresentação IGAM - 23ª Reunião Extraordinária CBH Doce - Plano Emergencial d...Apresentação IGAM - 23ª Reunião Extraordinária CBH Doce - Plano Emergencial d...
Apresentação IGAM - 23ª Reunião Extraordinária CBH Doce - Plano Emergencial d...
 
Apresentação de Lançamento do POCV 2016/2017
Apresentação de Lançamento do POCV  2016/2017 Apresentação de Lançamento do POCV  2016/2017
Apresentação de Lançamento do POCV 2016/2017
 
Cadastro de desastres e eventos geodinâmicos no estado de são paulo no períod...
Cadastro de desastres e eventos geodinâmicos no estado de são paulo no períod...Cadastro de desastres e eventos geodinâmicos no estado de são paulo no períod...
Cadastro de desastres e eventos geodinâmicos no estado de são paulo no períod...
 
Educar para as alterações climáticas.pdf
Educar para as alterações climáticas.pdfEducar para as alterações climáticas.pdf
Educar para as alterações climáticas.pdf
 
10 propostas texto final - descanalização rios urbanos de BH
10 propostas texto final - descanalização rios urbanos de BH10 propostas texto final - descanalização rios urbanos de BH
10 propostas texto final - descanalização rios urbanos de BH
 
Estudo de implantação de um programa de monitoramento de encostas na br 116
Estudo de implantação de um programa de monitoramento de encostas na br 116Estudo de implantação de um programa de monitoramento de encostas na br 116
Estudo de implantação de um programa de monitoramento de encostas na br 116
 
Apresentação Eduardo Kimoto SEMINÁRIO NACIONAL RBMA_25/05/23.pdf
Apresentação Eduardo Kimoto SEMINÁRIO NACIONAL RBMA_25/05/23.pdfApresentação Eduardo Kimoto SEMINÁRIO NACIONAL RBMA_25/05/23.pdf
Apresentação Eduardo Kimoto SEMINÁRIO NACIONAL RBMA_25/05/23.pdf
 
Enchentes na cidade imperial- Petrópolis
Enchentes na cidade imperial- Petrópolis Enchentes na cidade imperial- Petrópolis
Enchentes na cidade imperial- Petrópolis
 
Proposta Crise Hídrica.pdf
Proposta Crise Hídrica.pdfProposta Crise Hídrica.pdf
Proposta Crise Hídrica.pdf
 

Último

Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...azulassessoria9
 
Jogo de Revisão Primeira Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Primeira  Série (Primeiro Trimestre)Jogo de Revisão Primeira  Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Primeira Série (Primeiro Trimestre)Paula Meyer Piagentini
 
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdfLivro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdfRafaela Vieira
 
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfO Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfQueleLiberato
 
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Paula Meyer Piagentini
 
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdfTIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdfmarialuciadasilva17
 
Ler e compreender 7º ano - Aula 7 - 1º Bimestre
Ler e compreender 7º ano -  Aula 7 - 1º BimestreLer e compreender 7º ano -  Aula 7 - 1º Bimestre
Ler e compreender 7º ano - Aula 7 - 1º BimestreProfaCintiaDosSantos
 
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terraBiblioteca UCS
 
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxBaladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxacaciocarmo1
 
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...nexocan937
 
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.azulassessoria9
 
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)Paula Meyer Piagentini
 
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. EvoluçãoAs teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. Evoluçãoprofleticiasantosbio
 
Modernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e AméricaModernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e Américawilson778875
 
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...azulassessoria9
 
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.Paula Meyer Piagentini
 
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao  bullyingMini livro sanfona - Diga não ao  bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao bullyingMary Alvarenga
 
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...MANUELJESUSVENTURASA
 

Último (20)

Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
Com base no excerto acima, escreva um texto explicando como a estrutura socia...
 
Jogo de Revisão Primeira Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Primeira  Série (Primeiro Trimestre)Jogo de Revisão Primeira  Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Primeira Série (Primeiro Trimestre)
 
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdfLivro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
Livro de bio celular e molecular Junqueira e Carneiro.pdf
 
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfO Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
 
MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS (MID)
MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS (MID)MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS (MID)
MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS (MID)
 
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
 
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdfTIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
TIPOS DE DISCURSO - TUDO SALA DE AULA.pdf
 
Ler e compreender 7º ano - Aula 7 - 1º Bimestre
Ler e compreender 7º ano -  Aula 7 - 1º BimestreLer e compreender 7º ano -  Aula 7 - 1º Bimestre
Ler e compreender 7º ano - Aula 7 - 1º Bimestre
 
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
 
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxBaladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
 
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
 
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
 
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
Jogo de Revisão Segunda Série (Primeiro Trimestre)
 
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. EvoluçãoAs teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
 
Modernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e AméricaModernidade perspectiva sobre a África e América
Modernidade perspectiva sobre a África e América
 
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE” _
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE”       _“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE”       _
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE” _
 
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
A alimentação na Idade Média era um mosaico de contrastes. Para a elite, banq...
 
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Terceira Série do E.M.
 
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao  bullyingMini livro sanfona - Diga não ao  bullying
Mini livro sanfona - Diga não ao bullying
 
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
PROPUESTA DE LOGO PARA EL DISTRITO DE MOCHUMI, LLENO DE HISTORIA 200 AÑOS DE ...
 

Pesquisa sobre Prevenção, Tecnologias e Efeitos - Enchente

  • 1. Curso Web 2.0 – Turma 2 NTE – Brusque Equipe: Ana Paula Maristher Débora Projeto de Aprendizagem Tema: Enchente 1. Reformular as questões em uma Questão Norteadora: ● De que forma podemos evitar e prevenir os efeitos de uma enchente? 2 . O que já sabemos sobre o assunto/tema: ● Avisar a população com antecedência. ● Cuidados com o meio ambiente, não poluir ruas e rios. ● Acompanhamento das chuvas e nível do rio. ● Obedecer à fiscalização da Defesa Civil. 3. Mapa conceitual 4. O que queremos saber sobre este assunto? ● Débora: Quais os meios tecnológicos disponíveis para prever enchentes? ● Maristher: Que medidas preventivas podem ser tomadas para evitar enchentes? ● Ana: Quais são os efeitos de uma enchente? 5. Compartilhar no Google Docs e realizar a pesquisa a distância.
  • 2. 6 . Cada um vai pesquisar a SUA PERGUNTA. IMPORTANTE: colocar a fonte de pesquisa. Maristher: Que medidas preventivas podem ser tomadas para evitar enchentes? Para especialistas, prevenção de enchentes deveria ser como a de vulcões e terremotos. Eles sugerem a implementação de sistemas de alerta para a população, a desocupação de áreas arriscadas e o planejamento urbano de longo prazo. Geólogos dizem que evitar novas tragédias passa por mudanças na ocupação urbana e por sistemas de alerta. O Geólogo Antonio Guerra, da UFRJ fez um projeto piloto de alerta para um bairro de Petrópolis, sob encomenda estatal, estima que alertas adaptados as necessidades de cada município custariam ao redor de R$ 1 milhão, por meio de convênios com universidades, e poderiam ser preparados em até dois anos. “É um custo muito menor do que o das verbas liberadas para o atendimento de emergência.” A interferência humana pode agravar ainda mais a situação de uma enchente ou amenizá-la. Com alguns cuidados pequenos podemos evitar calamidades e ajudar a salvar vidas. Vejamos: 1. Não jogue lixo em rios, ruas e terrenos baldios; 2. Denuncie aos órgãos responsáveis se souber de algum bueiro entupido, se notar derrubadas de matas e invasões em áreas de risco, terraplanagens ou aterros suspeitos; 3. Não deposite entulhos em áreas públicas ou em rios; 4. Solicite limpeza nos cursos d’água das regiões onde ocorreram enchentes; 5. Se pretende efetuar alguma construção, não as execute sem licenciamento dos órgãos competentes; 6. Não jogue restos do óleo de cozinha em qualquer lugar. Encontre um lugar para reciclagem, muitas pessoas reciclam e transformam em sabão, detergente e matéria- prima para fabricação de outros produtos. O óleo de cozinha, jogado em local inadequado, provoca a impermeabilização do solo e entupimento das tubulações e, caso atinja a rede de esgoto, encarece o tratamento dos resíduos em 45%. Em Santa Catarina, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Defesa Civil,está viabilizando ações prioritárias do Estudo Preparatório da Bacia do Rio Itajaí. O Governo do Estado pretende obter o financiamento para o projeto, que busca atingir um grau de segurança de 50 anos contra enchentes e deslizamentos, sendo necessários investimentos na ordem de R$ 2 bilhões, por meio do Banco Jica (Japan Internacional Cooperation Agency) e com contrapartida do Governo do Estado. A implementação do projeto será dividido em três etapas, sendo que a primeira contempla ações para 10 anos de grau de segurança, com obras estruturais, sistema de monitoramento e alerta de cheias e da contenção da água das arrozeiras. O investimento será na ordem de R$ 180 milhões, sendo R$ 154 milhões financiados e R$ 26 milhões de contrapartida do Estado. Entre as medidas estão o estudo do impacto ambiental do conjunto de medidas do Projeto JICA e o mapeamento das áreas de risco em todos os municípios que não têm capacidade instalada para desenvolver este trabalho, como propõe o Plano Integrado de Prevenção e Mitigação de Desastres Naturais (PPRD). Referências:
  • 3. http://www.comiteitajai.org.br/index.php/prevencaoenchentes.html - acesso em 30/09/11 16:31 http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/01/para-especialistas-prevencao-de-enchentes-deveria- ser-como-a-de-vulcoes-e-terremotos-1.html - acesso em 30/09/11 16:58 ttp://comunidade.bemsimples.com/bem-verde/w/bem-verde/colabore-com-a-preven-231-227-o- de-enchentes.aspx - acesso em 30/09/11 17:16 Ana: Quais são os efeitos de uma enchente? Sabe-se que as enchentes são calamidades naturais ou não que ocorrem quando um leito de rio, lago, córrego, mar e oceano recebe um volume de água superior ao que pode comportar resultando em transbordamentos. Isso geralmente se dá devido as chuvas fortes e contínuas. Entre as catástrofes naturais mais conhecidas, a enchente é considerada a que mais causa danos e perdas para a população, desde o que diz respeito à saúde até aos patrimônios das pessoas. Eleva considerávelmente a mortalidade, devido ao efeito e contato direto das inundações e das doenças infecciosas aos sistemas de água e saneamento. Para cada país e região existe a chamada estação das chuvas que geralmente geram as maiores enchentes, e neste período cresce a preocupação sobre o aparecimento de doenças, principalmente as transmitidas por água, alimentos, reservatórios e animais peçonhentos. Gerando assim a intensificação das ações de vigilância em saúde, coordenada e articulada com outros setores e com base em dados para a tomada de decisões. Dentre os efeitos especificos e principais de uma enchente podemos destacar: ● Perda de vidas; ● Abandono dos lares inundados; ● Desmoronamento de encostas de rios; ● Desmoronamento de pequenos morros; ● Soterramento de imóveis e bens, após os desmoronamentos; ● Destruição de casas e pontes, que são arrastadas pelas águas; ● Perda de materiais, objetos e móveis encharcados ou arrastados pelas águas; ● Contaminação da água por produtos tóxicos; ● Contaminação da água com agentes patológicos que provocam doenças como amebíase, cólera, febre amarela, hepatite A, malária, poliomielite, salmonelose, teníase, leptospirose, entre outras; ● Contaminação de alimentos pelos mesmos agentes patológicos acima citados; ● Interrupção da atividade econômica das áreas inundadas: com comércio, escolas e serviços sem funcionamento.
  • 4. As áreas urbanas são mais propícias a enchentes porque o solo dessas regiões são impedidos pelo asfalto e outros tipos de pavimentações de absorverem a água e também pela falta de vegetação ou pouca vegetação que contribui com a absorção da água. As inundações são mais comuns nas áreas ribeirinhas: ocorre quando a população ocupa o leito maior do rio, ficando sujeita às enchentes, e áreas urbanas: as enchentes aumentam a sua frequência e magnitude devido à ocupação do solo com superfícies impermeáveis e rede de condutos de escoamentos. O desenvolvimento urbano pode também produzir obstruções ao escoamento como aterros e pontes, drenagens inadequadas e obstruções ao escoamento junto a condutos e assoreamentos. Referências: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/inundacoes/inundacoes-2.php http://www.vivaterra.org.br/vivaterra_enchentes.htm http://www1.folha.uol.com.br/mundo/854309-efeitos-de-enchentes-na-australia-podem-durar- semanas-200-mil-ja-foram-atingidos.shtml http://www.pagina3.com.br/geral/2011/set/9/4/itajai-sofre-fortemente-os-efeitos-da-enchente Débora: Quais os meios tecnológicos disponíveis para prever enchentes? A previsão de enchentes depende da obtenção de dados relativos às chuvas, dados que são obtidos através da Meteorologia. A Estação Meteorológia possui os seguintes equipamentos: Termômetro para medir as variáveis da temperatura; Barômetro para medir a pressão atmosférica; Higrômetro para medir a umidade relativa do ar; Anemômetro para medir as da velocidade do vento ; Biruta ou manga de vento para indicar a orientação do vento; Piranómetro para medir as variáveis de insolação; Heliómetro para medir a duração da ação do Sol; O mais comum: Pluviômetros e pluviógrafos: Recolhem e medem a quantidade de chuva por milímetros, durante um determinado tempo e local. Os dados recolhidos podem ser divulgados por telefone (método convencional) ou serem automáticos e enviarem os dados via satélite. Os equipamentos devem ser mantidos em funcionamento e as informações geradas por eles possam chegar o mais rápido possível às instituições de pesquisa e à Defesa Civil. Hidrometeorologia
  • 5. Hidroestimadores A hidrometeorologia é o ramo da meteorologia que lida com o ciclo hidrológico, com o balanço hídrico e com os dados estatísticos de chuvas. Os hidrometeorologistas preparam e emitem previsões de acumulação (quantitativo) de precipitação (chuva e neve), e destacam as regiões que podem vir a sofrer com as enchentes. O problema da previsão de chuvas se deve a limitações dos modelos meteorológicos (representações numéricas aproximadas do comportamento da atmosfera) utilizados até agora no País. A resolução espacial dos modelos usados hoje para prever tempestades, por exemplo, é de 20 quilômetros, o que impossibilita identificar nuvens de tempestade que podem ter de dois a três quilômetros de extensão. Além disso, eles fornecem previsões apenas a cada três horas. O QUE TEMOS DE NOVIDADE Um supercomputador, que entrou em operação no início de janeiro no Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), em Cachoeira Paulista (SP), promete possibilitar aprimorar esses modelos para que possam indicar com maior precisão e antecedência chuvas e fenômenos meteorológicos extremos, como tempestades. Batizado de Tupã – o deus do trovão na mitologia tupi-guarani – o supercomputador permitirá aos pesquisadores do CPTEC desenvolver e executar modelos meteorológicos mais sofisticados e com maior resolução espacial, que demandam mais memória e velocidade de processamento. E, dessa forma, melhorar gradativamente a qualidade das previsões meteorológicas de tempo e clima no Brasil. hoje a previsão diária de tempo no País, que indica apenas se ocorrerá ou não chuvas nas próximas 24 horas, tem um nível de confiabilidade equiparável à realizada pelos maiores centros meteorológicos do mundo, atingindo quase 100% de acerto. Já as previsões de longo prazo – como as de uma semana ou 15 dias – têm menores índices de acerto, atingindo 80% no prazo de uma semana e reduzindo cerca de 3% a cada dia acrescentado. Dr. Foster Bronw "Teoricamente, a previsão de chuvas é problematica, mas a previsão de enchentes depois da queda das chuva não deveria ser tão difícil se houver informações completas sobre a intensidade de chuvas, escoamento e evapotranspiração na bacia, propriedades dos solos, relevo, etc e o mais importante de tudo: Deve-se avisar o maior número de pessoas possíveis". Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/ti/existe-tecnologia-para-prever-as-enchentes-15012011-0.shl http://ambienteacreano.blogspot.com/2006/03/possvel-prever-as-enchentes.html http://pt.wikipedia.org/wiki/Pluvi%C3%B4metro http://pt.wikipedia.org/wiki/Esta%C3%A7%C3%A3o_meteorol%C3%B3gica http://pt.wikipedia.org/wiki/Hidrometeorologia Mapa Conceitual Detalhando a Pesquisa: