1 
Trabalho de Campo II – 2º Semestre de 2011 Sinais Vitais e outras técnicas básicas Moema Guimarães Motta Sonia Leitão 
...
2 
grama), até que a agulha do braço e o fiel estejam nivelados.Travar novamente a balança, proceder a leitura, sempre de ...
3 
d) Altura em crianças maiores de dois anos de idade e adultos 
 Pedir ao usuário que retire sapatos e roupas volumosas...
4 
Mulher 
80 cm 
88 cm 
Homem 
94 cm 
102 cm 
f) Medida do perímetro cefálico A medição do perímetro cefálico é extremame...
5 
b) Pulso (freqüência cardiaca) 
Para medir o pulso: * Coloque seus dedos indicador e médio sobre a parte inferior do pu...
6 
A Pressão Arterial de um indivíduo varia de acordo com vários fatores tais como a idade, o estado emocional, a temperat...
7 
3. Selecionar o tamanho da braçadeira para adultos ou crianças. A largura do manguito deve corresponder a 40% da circun...
8 
8. Posicionar o estetoscópio sobre a artéria braquial palpada abaixo do manguito na fossa antecubital. Deve ser aplicad...
9 
14. Registrar os valores de pressão arterial Sistólica e Diastólica encontrados em mmHg. Retirar o aparelho do braço e ...
10 
tubos 
deixar livres 
presos, entrelaçados ou retorcidos 
MANÔMETRO 
visibilidade posição 
bem vísivel coluna de mercú...
11 
Referências Teóricas 
1. SANTOS,R.&FUJÃO,C.-Antropometria,Universidade de Évora- Curso de Pós-graduação :Técnico Super...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Sinais Vitais - Motta mg _leito_s_2011_sinais_vitais

908 visualizações

Publicada em

Sinais Vitais

Publicada em: Saúde e medicina
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
908
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
10
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Sinais Vitais - Motta mg _leito_s_2011_sinais_vitais

  1. 1. 1 Trabalho de Campo II – 2º Semestre de 2011 Sinais Vitais e outras técnicas básicas Moema Guimarães Motta Sonia Leitão 1. Introdução As técnicas de medidas antropométricas e a verificação de sinais vitais, apesar de parecerem simples e corriqueiras, têm uma importância muito grande na prática médica. O cuidado com o aparelho utilizado para obter as medidas desejadas e o cuidado técnico ao realizar os procedimentos, são fundamentais na qualidade da atenção médica. 2. Antropometria A antropometria é o ramo das ciências biológicas que tem como objetivo o estudo dos caracteres mensuráveis da morfologia humana1. O tamanho físico de uma população pode ser determinado através da medição de comprimentos, profundidades e circunferências corporais, e os resultados obtidos podem ser utilizados na confecção de vestuário, equipamentos e maquinário, dentre outros produtos para uso humano. Especificamente no setor da saúde, muitos procedimentos e condutas terapêuticas necessitarão dessas informações para uma prescrição correta. O cálculo da dosagem de medicações, muitas vezes dependem do peso ou do índice de massa corpórea do paciente (IMC). Certos equipamentos como tamanho de tubo orotraqueal, sondas, colar cervical, próteses ortopédicas, por exemplo, também dependem das medidas corporais para a escolha correta. A avaliação nutricional, fundamental no acompanhamento de portadores de hipertensão arterial, nefropatias, diabetes, gestantes e crianças também baseiam-se nas medidas corporais dos indivíduos.. As principais medidas antropométricas utilizadas nos serviços de saúde são: peso, altura, circunferência abdominal e cefálica. Mais do que realizar uma ação rotineira, essas medidas fazem parte da vigilância em saúde. Técnicas para a tomada das medidas antropométricas4,5 a) Peso em criança maiores de dois anos de idade e de adultos  Antes de iniciar a pesagem sempre verifique se a balança está “tarada”.  A balança deve estar posicionada em piso plano, firme e suficientemente iluminado.  A pessoa a ser pesada deve estar vestida com um mínimo de roupa (sem sapatos, roupas leves, sem objetos nos bolsos e sem acessórios pesados)  Peça para que o usuário suba calmamente sobre a plataforma da balança, posicionando-se bem no centro.  O usuário deverá manter o corpo ereto e a cabeça erguida, com o peso igualmente distribuído nos dois pés e com os braços estendidos ao longo do corpo. Se a balança em uso for eletrônica, o peso aparecerá imediatamente no visor. Se for balança mecânica, destrave a mesma e mova os cursores sobre a escala numérica (primeiro o maior para o quilo e depois o menor para o
  2. 2. 2 grama), até que a agulha do braço e o fiel estejam nivelados.Travar novamente a balança, proceder a leitura, sempre de frente para o equipamento e registre no prontuário ou cartão da criança. Considere o peso com uma casa decimal. Por exemplo: 52,0Kg;48,9Kg b) Peso em crianças menores de dois anos ou até 16 Kg  Utilizar balança pediátrica eletrônica ou mecânica.  A balança deve estar apoiada sobre uma superfície plana, lisa e firme.  O prato da balança deve ser forrado com uma proteção (papel descartável ou fralda), antes da calibragem, para evitar erros.  Destravar a balança e verificar se está calibrada e depois travá-la.  Despir a criança com o auxílio da mãe ou acompanhante.  Colocar a criança sentada ou deitada no centro do prato, de modo a distribuir o peso igualmente; destravar a balança, mantendo a criança parada o máximo possível.  Nas balanças mecânicas, mover os cursores sobre a escala numérica (o maior para o quilo e o menor para o grama)  Travar novamente a balança e fazer a leitura de frente para o equipamento.  Registrar o valor no prontuário, cartão da criança ou ficha de vigilância nutricional. Registrar o peso em quilogramas e considerar até uma casa decimal .Por exemplo:3,4Kg; 9,2Kg. c ) Medindo Crianças menores de dois anos de idade Em geral utiliza-se um antropômetro horizontal. A fita métrica de costura não deve ser utilizada, pois tende a esgarçar, desgastar com o tempo, alterando assim a medida. Pode-se usar uma fita métrica inelástica, que apresenta maior durabilidade.  Deitar a criança no centro do antropômetro, descalça e com a cabeça livre de adereços  Com a ajuda da mãe ou acompanhante, manter a cabeça apoiada firmemente na parte fixa do equipamento, com pescoço reto e o queixo afastado do peito.  Os ombros totalmente em contato com a superfície de apoio do equipamento.  Braços estendidos ao longo do corpo.  As nádegas e os calcanhares da criança em pleno contato com a superfície que apóia o antropômetro.  Pressionar, cuidadosamente, os joelhos da criança para baixo, com uma das mãos, de modo que eles fiquem estendidos  Juntar os pés, fazendo um ângulo reto com as pernas  Levar a parte móvel do equipamento até a planta dos pés, com cuidado para que não se mexam.  Se estiver seguro de que a criança não se mexeu, proceder a leitura do comprimento.  Anotar no prontuário, cartão da criança ou ficha de vigilância nutricional.
  3. 3. 3 d) Altura em crianças maiores de dois anos de idade e adultos  Pedir ao usuário que retire sapatos e roupas volumosas. Retirar também adereços da cabeça.  Utilizar um antropômetro vertical que, tanto pode estar fixo na parede quanto acoplado à balança mecânica.  Solicite que o usuário posicione-se de costas para o equipamento, com os pés paralelos e os tornozelos unidos  Certifique-se que as nádegas e as costas estejam tocando o aparelho (ou a parede) e que os braços estejam caídos ao longo do corpo.  Com a mão sob o queixo do usuário, posicione sua cabeça de forma que a parte exterior da órbita ocular esteja no mesmo plano do orifício do ouvido.(Plano de Frankfurt)  Baixe lentamente a haste móvel do antropômetro  Faça a leitura em metros, com duas casas decimais e registre no prontuário. Por exemplo:1,45m; 1,63m e) Circunferência da cintura A MEDIDA NÃO DEVE SER FEITA SOBRE A ROUPA  O usuário deverá estar de pé, com os braços relaxados ao lado do corpo e com os pés levemente afastados.  A fita é colocada no plano horizontal ao nível da cintura natural, parte mais estreita do tronco.  Havendo dificuldade de identificar a cintura, considerar a medida horizontal no ponto médio entre a última costela e a crista ilíaca  A medida deve ser tomada ao final de uma expiração normal, sem comprimir a pele.  O ponto inicial da fita (ponto zero) deve estar acima do valor medido.  O valor observado deve ser registrado com precisão de 0,1cm. Por exemplo: 97,3cm; 102,0cm.  Medidas que merecem alerta, mesmo com o IMC normal: Risco Aumentado Muito aumentado
  4. 4. 4 Mulher 80 cm 88 cm Homem 94 cm 102 cm f) Medida do perímetro cefálico A medição do perímetro cefálico é extremamente importante, já que o crescimento demasiado rápido da cabeça costuma constituir o primeiro sinal de uma hidrocefalia, enquanto que o abrandamento do dito crescimento costuma corresponder ao encerramento prematuro dos ossos do crânio ou a um atraso do desenvolvimento do cérebro. O perímetro cefálico (PC) pode ser medido passando-se uma fita métrica pela glabela e pelo ponto mais saliente do occipital. Esta medida reflete o crescimento cerebral, principalmente no primeiro ano de vida. 3. Sinais vitais: Temperatura corporal, pulso, pressão arterial e respiração Os sinais vitais dão informações importantes sobre funções básicas do corpo: pressão arterial, pulso (freqüência cardíaca), respiração (freqüência respiratória) e temperatura corporal A presença de medições fora dos índices de normalidade alerta o profissional para a necessidade de intervenções emergenciais ou mudança de conduta. Assim como, confirmar medições dentro dos parâmetros da normalidade pode tranqüilizar o paciente e apontar para o sucesso de possível terapêutica em uso. a) Temperatura corporal Pode ser medida em diferentes partes do corpo, como boca, reto, orelha ou axila. Não se esqueça de limpar o termômetro após cada uso. A temperatura corporal varia de pessoa para pessoa. Temperatura corporal é geralmente menor de manhã e maior mais tarde no dia2. Temperatura corporal média de cada local do corpo: * Boca: 37°C. * Reto: 37.5°C. * Orelha: 37.5°C. * Axila: 36°C.
  5. 5. 5 b) Pulso (freqüência cardiaca) Para medir o pulso: * Coloque seus dedos indicador e médio sobre a parte inferior do punho, abaixo da base do polegar. * Pressione firmemente os dedos planos até sentir o pulso (não use seu polegar para medir o pulso). * Com um relógio, conte os batimentos cardíacos por 1 minuto, ou por 30 segundos multiplicando por 2. Essa é a freqüência cardíaca. Freqüência cardíaca ou pulso normal: * Bebês de menos de 1 ano: 100 a 160 batimentos por minuto. * Crianças de 1 a 10 anos: 70 a 120 batimentos por minuto. * Crianças de mais de 10 anos e adultos: 60 a 100 batimentos por minuto. * Atletas bem treinados: 40 a 60 batimentos por minuto. c) Respiração (freqüência respiratória) Para medir a respiração (freqüência respiratória): * Tenha a pessoa deitada. * Conte quantas vezes o peito sobe por 1 minuto. Essa é a freqüência respiratória. Respiração (freqüência respiratória) normal, pela idade: * Recém-nascidos: 44 respirações por minuto. * Bebês: 20 a 40 respirações por minuto. * Crianças em idade pré-escolar: 20 a 30 respirações por minuto. * Crianças mais velhas: 16 a 25 batimentos por minuto. * Adultos: 14 a 18 batimentos por minuto. * Idosos: 19 a 26 batimentos por minuto. d) Pressão Arterial3 A pressão que o sangue exerce sobre as paredes das artérias, dependendo da força da contração do coração, da quantidade de sangue e da resistência das paredes dos vasos é chamada Pressão Arterial. O ponto mais alto da pressão nas artérias é chamado de pressão sistólica. O ponto mais baixo, ou a pressão que está sempre presente sobre as paredes arteriais é chamada de pressão diastólica. O instrumento utilizado para medir a pressão arterial é o esfigmomanômetro. Os tipos mais usados são os de coluna de mercúrio e o ponteiro (aneróide) possuindo, ambos, um manguito inflável que é colocado em torno do braço do paciente. O estetoscópio é o instrumento que amplifica os sons e os transmite até os ouvidos do operador. A série de sons que o operador ouve, ao verificar a pressão sangüínea, é chamada de sons de Korotkoff. O primeiro som claro, quando o sangue flui, através da artéria comprimida é a pressão sistólica. A pressão diastólica ocorre no ponto em que o som muda ou desaparece. VARIAÇÃO NORMAL DA PRESSÃO ARTERIAL
  6. 6. 6 A Pressão Arterial de um indivíduo varia de acordo com vários fatores tais como a idade, o estado emocional, a temperatura ambiente, a posição postural (em pé, deitado, sentado), estado de vigília, ou sono e com uso de drogas (fumo, álcool, e outros). A medida da pressão arterial é simples e o método é fácil, mas certos cuidados e recomendações devem ser levados em consideração para que se evitem erros; observar no anexo 1. A medida incorreta da pressão arterial pode trazer conseqüências graves, tanto por levar pessoas normotensas a serem tratadas sem necessidade ou, ao contrário, deixar de tratar pessoas hipertensas. As fontes de erros mais comuns são apresentadas no anexo 1. Um cuidado especial deve ser tomado quanto à escolha adequada do manguito quando as pessoas são muito gordas ou muito magras. O problema da pressão alta (hipertensão arterial) é de extrema gravidade no mundo. No Brasil, sabe-se que essa doença é responsável direta ou indiretamente por 19% de todas as mortes ocorridas no país e 3% de todas as internações, além de se constituir na terceira causa de afastamento do trabalho (Iogo depois das doenças mentais e tuberculose). Seu diagnóstico é muito fácil, mas exige algumas considerações como veremos adiante. É fundamental o uso de Normas PADRONIZADAS para se determinar corretamente o valor da pressão arterial PROCEDIMENTOS PARA A MEDIDA DA PRESSÃO ARTERIAL 1. Colocar o indivíduo em local calmo com o braço apoiado no nível do coração e deixando-o à vontade, permitindo 5 min tos de repouso, antes da verificação. Usar sempre o mesmo braço para a medida; 2. Localizar o manômetro de modo a visualizar claramente os valores da medida;
  7. 7. 7 3. Selecionar o tamanho da braçadeira para adultos ou crianças. A largura do manguito deve corresponder a 40% da circunferência braquial e seu comprimento a 80%; 4. Localizar a artéria braquial ao longo da face interna superior do braço palpando-a; 5. Envolver a braçadeira, suave e confortavelmente, em torno do braço, centralizando o manguito sobre a artéria braquial. Manter a margem inferior da braçadeira 2,5cm acima da dobra do cotovelo. Encontrar o centro do manguito dobrando-o ao meio; 6. Determinar o nível máximo de insuflação palpando o pulso radial até seu desaparecimento, registrando o valor (pressão sistólica palpada) e aumentando mais 30 mmHg; 7. Desinsuflar rapidamente o manguito e esperar de 15 a 30 segundos antes de insuflá-lo de novo;
  8. 8. 8 8. Posicionar o estetoscópio sobre a artéria braquial palpada abaixo do manguito na fossa antecubital. Deve ser aplicado com leve pressão assegurando o contato com a pele em todos os pontos. As olivas devem estar voltadas para frente; 09. Fechar a válvula da pera e insuflar o manguito rapidamente até 30 mmHg acima da pressão sistólica registrada; 10. Desinsuflar o manguito de modo que a pressão caia de 2 a 3 mmHg por segundo; 11. Identificar a Pressão Sistólica (máxima) em mmHg, observando no manômetro o ponto correspondente ao primeiro batimento regular audível (sons de Korotkoff); 12. Identificar a Pressão Diastólica (mínima) em mmHg, observando no manômetro o ponto correspondente ao último batimento regular audível. Desinsuflar totalmente o aparelho com atenção voltada ao completo desaparecimento dos batimentos; 13. Esperar de 1 a 2 minutos para permitir a liberação do sangue. Repetir a medida no mesmo braço anotando os valores observados;
  9. 9. 9 14. Registrar os valores de pressão arterial Sistólica e Diastólica encontrados em mmHg. Retirar o aparelho do braço e guarda-lo cuidadosamente a fim de evitar danos. ANEXO I CUIDADOS E RECOMENDAÇÕES 1. APARELHO DE PRESSÃO OBSERVAR CORRETO DESVIOS MANÔMETRO de mercúrio ou ponteiro (aneróide) estar no zero e ter movimentos livres mais ou menos lento oscilação MANGUITO borracha, tubos e conexões braçadeira fixadores íntegros íntegra íntegros com vazamento, colabados, frouxos estragada soltos, ausentes ou desgastados PERA E VÁLVULA pera de borracha válvula de metal íntegra íntegra abre e fecha livremente com vazamento, colabada ou frouxa com vazamento, dura, solta 2. ESTETOSCÓPIO OBSERVAR CORRETO DESVIOS OLIVAS presentes e íntegras ausentes, trincadas, soltas ou sujas TUBOS E CONEXÕES íntegros trincados, furados ou desiguais CABEÇOTE conexão e diafragma íntegras solta ou furada 3. PACIENTE OBSERVAR CORRETO DESVIOS POSIÇÃO deitado, sentado ou em pé conforto e respouso desconforto e stress MEMBRO superior ou inferior diâmetro posição do membro despido e apoiado manguito apropriado nível do coração e afastado 45º do corpo com roupas, sem apoio manguito inadequado abaixo ou acima do coração COLOCAÇÃO DA BRAÇADEIRA distância da prega do cotovelo parte inflável (manguito) ajuste da braçadeira 2,5 cm acima cobrir a face interna do braço estar bem ajustada maior ou menor cobrir a apenas a face externa frouxa ou apertada
  10. 10. 10 tubos deixar livres presos, entrelaçados ou retorcidos MANÔMETRO visibilidade posição bem vísivel coluna de mercúrio ao nível dos olhos má iluminação posição inadequada ANEXO II CAUSAS DE ENGANO DA MEDIDA DA PRESSÃO ARTERIAL ENGANOS DEVIDOS AO EQUIPAMENTO 1. Sistemas inadequadamente calibrados ou testados; 2. Defeitos do esfigmomanômetro aneróide ou de coluna de mercúrio: oríficio de ar obstruído, calibração alterada, manguito incompletamente vazio, tubulação defeituosa, válvula de escape, mercúrio insuficiente no reservatório ou indicador zero errado; 3. Tamanho da braçadeira em desacordo com o do braço; 4. Circunferência do membro em relação à variação da largura da braçadeira maior ou menor que 2,5 produz leituras de pressão indireta falsamente altas ou baixas respectivamente. ENGANOS DEVIDOS À TÉCNICA DE EXAMINAR 1. Braços sem apoio dão pressões falsamente altas; 2. Examinador posiciona o instrumento ao nível acima ou abaixo do coração ou comprime o estetoscópio demasiado firme sobre o vaso; 3. Examinador apresenta preferência por números pares; 4. Mãos do examinador e equipamento frios provocam aumento da pressão sanguínea; 5. Sistema acústico danificado; 6. Interação entre examinado e examinador pode afetar a leitura da pressão arterial.
  11. 11. 11 Referências Teóricas 1. SANTOS,R.&FUJÃO,C.-Antropometria,Universidade de Évora- Curso de Pós-graduação :Técnico Superior em Higiene e Segurança no Trabalho, 2003. Acessível em: http://www.ensino.uevora.pt/fasht/modulo4_ergonomia/sessao1/texto_apoio.pdf. Acesso em 5/10/2011. 2. MINNESOTA DEPARTMENT OF HEALTH - Tradução de Hélio Augusto Ferreira Fontes, 2009, Acessível em: http://www.copacabanarunners.net/sinais-vitais.html . Acesso em 05/10/2011 3. ESCOLA DE ENFERMAGEM DE RIBEIRÃO PRETO/USP, Setor de Informática- Maio/99, Campanha Medida Correta da Pressão Arterial. Acessível em: http://www.eerp.usp.br/ope/manual.htm Acesso em 05/10/2011 4. PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EPIDEMIOLOGIA /Universidade Federal de Pelotas, Manual de Instruções de Medidas Antropométricas, 2009-2010. Acessível em: http://www.epidemio- ufpel.org.br/_projetos_de_pesquisas/consorcio2009/Manual_de_medidas_antropometricas_consorcio2010.pdf Acesso em 05/10/2011 5. http://189.28.128.100/nutricao/docs/geral/album_antopometria.pdf 6. MINISTERIO DA SAÚDE-Coordenação Geral da Política de Alimentação e Nutrição e Centro Colaborador em Alimentação e Nutrição- Região Sudeste- ENSP/FIOCRUZ. Acessível em: http://189.28.128.100/nutricao/docs/geral/album_antopometria.pdf. Acesso em 5/10/2011

×