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Antiparasitarios

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Antiparasitarios

  1. 1. Parasitologia Clínica
  2. 2. PARASITAS O parasitismo é uma associação entre seres vivos com unilateralidade de benefícios, sendo o hospedeiro um dos associados e o prejudicado na associação, pois fornece o alimento e o abrigo ao parasita; assim, a parasitose é o estado de infecção cuja agressão repercute prejudicialmente sobre o hospedeiro (Neves, 1997). Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  3. 3. Parasitas abordado AMEBA TRICHOMONAS GIARDIA ENTEROBIUS VERMICULARIS
  4. 4. AMEBA
  5. 5. CLASSIFICAÇÃO: A Entamoeba histolytica é o agente etiológico da amebíase, importante problema de saúde pública que leva ao óbito, anualmente cerca de 100.000 pessoas, constituindo a segunda causa de mortes por parasitoses. (NEVES, p.127) Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  6. 6. Segundo o Comitê de Sistemática da Sociedade Internacional de Protozoologia as amebas que vivem no intestino humano, são: Gêneros: Entamoeba histolytica Iodamoeba bütschlii Endolimax nana Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  7. 7. Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  8. 8. Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  9. 9. PATOGENIA E VIRULÊNCIA Amebíase é a infecção do homem causada pela Entamoeba histolytica , com ou sem manifestações clínicas. (NEVES, p.132)
  10. 10. TRANSMISSÃO: • Ingestão de cistos maduros, com alimentos (sólidos ou líquidos); • Água sem tratamento, contaminada por dejetos humanos; • Ingestão de alimentos contaminados(verduras cruas – alface, agrião; Frutas-morango); • Falta de higiene domiciliar; Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  11. 11. TRATAMENTO FARMACOLÓGICO Amebicidas que atuam diretamente na luz intestinal: Paramomicina e Eritromicina Amebicidas tissulares: Compostos de Cloridrato de Emetina, Cloridrato de Diidroemetina e Cloroquina. Amebicidas que atuam tanto na luz intestinal como nos tecidos: Metronidazol, Ornidazol, Nitroimidazol e derivados. Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  12. 12. TRATAMENTO NÃO–FARMACOLÓGICO Agrilife ou Citrosept-A- Combate parasitas intestinais e outros que infestam o organismo como um todo; Alho - O alho concentrado tem grande efeito fermífugo - 6 cápsulas ao dia durante 10 dias. Aloe Vera Gel - Tem ação vermífuga e nutridora. - Tomar 30 ml antes das refeições. Ingerir muito líquido durante o tratamento. Recomendado a água de coco. Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  13. 13. TRICHOMONAS
  14. 14. CLASSIFICAÇÃO: O Trichomonas faz parte da família Trichomonadidae. As quatros espécies encontrada no homem são: Trichomonas vaginalis; Trichomonas tenax; Trichomonas hominis; Trichomonas fecalis. Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  15. 15. Trichomonas vaginalis • Protozoário heterotrófico e anaeróbico facultativo; • Possui flagelos para a locomoção; • Se reproduz por divisão binária longitudinal, e possui em seu núcleo seis cromossomos. Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  16. 16. Local da infecção: O Trichomonas vaginalis habita e produz infecção no trato geniturinário tanto do homem como na mulher, E não consegue sobreviver fora do sistema urogenital. É uma DST. Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  17. 17. Transmissão : • A transmissão do T. vaginalis e feita através de relação sexual; • O homem é o vetor da doença, e com a ejaculação, os Trichomonas presentes na mucosa da uretra são levados à vagina pelo esperma. Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  18. 18. Sintomas Na mulher provoca: Corrimento vaginal, de odor fétido; Dor e dificuldade na relação sexual; Dor ao urinar; Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  19. 19. Sintomas: No homem, a Tricomoníase é comumente assintomática ou apresenta-se como uma uretrite com fluxo leitoso ou purulento e uma leve sensação de prurido na uretra. Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  20. 20. Tratamento: O Tratamento da Trichomonas vaginalis é feito com METRONIDAZOL. Outros fármacos também podem ser utilizados: TINIDAZOL (Fasigyn®) ORNIDAZOL (Tiberal®) SECNIDAZOL (Secnidal®) Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  21. 21. Tratamento em gestante: Em gestantes esses medicamentos não podem ser usado via oral, somente pela aplicação de local de cremes, geleias e óvulos. Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  22. 22. Esquema Terapêutico Medicamentos Esquemas Posológicos Metronidazol (Flagyl) 2 g de Metronidazol via oral de 3- 7 dias, mais 500 mg aplicados intravaginalmente todas as noite, Tinidazol (Fasigyn) 2 g por via oral em dose única Secnidazol (Secnidal) 2g, em dose única de dois comprimidos de 1 g, de preferência à noite, ao deitar. Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  23. 23. GIARDIA
  24. 24. CLASSIFICAÇÃO: A Giardia e uma infeccão por protozoário, que atinge principalmente a porção superior do intestino delgado. Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  25. 25. SINTOMAS A maioria das infecções são assintomáticas e ocorre tanto em adultos como em crianças. A sintomática pode apresentar diarréia acompanhadas de dor abdominal. Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  26. 26. TRANSMISSÃO: • Pela contaminaçao das mãos; • Ingestão de cistos existentes em dejetos de pessoas infectadas; • Ingestão da água ou alimento contaminado; Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  27. 27. Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  28. 28. PATOGENIA E VIRULÊNCIA Giardíase é uma infecçao por protozoario, causada pela Giardia lamblia , com ou sem manifestações clínicas. (MS p.146)
  29. 29. TRATAMENTO FARMACOLÓGICO Secnidazol - 2g via oral dose única (adultos); 30mg/kg, dose única tomada após uma refeição(crianças) Metronidazol – 250 mg via oral, 2 vezes ao dia, durante 05 dias (adultos); 15mg/kg ao dia , dividida em 2 tomadas, por 05 dias (crianças); Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  30. 30. TRATAMENTO NÃO–FARMACOLÓGICO Hortelã: duas colheres se sopa de sumo do hortelã, junto com duas colheres se sopa de mel de abelha. Alho: O alho concentrado tem grande efeito 06 cápsulas ao dia durante 10 dias. Ingerir muito líquido durante o tratamento. Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  31. 31. Enterobius vermiculares
  32. 32. FAMÍLIA A família Oxyuridae ; Agente etiológico: Enterobius vermicularis, Nematódeo intestinal ; Ocorre no ser humano; O gênero enteróbios apresenta sete espécies que são encontrados nos macacos mais não atingem o ser humano. Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  33. 33. PATOGENIA Na maioria dos casos o parasitísmo passa despercebido pelo paciente; Notável quando sente ligeiro prurido anal(geralmente a noite)e se torna mais intensa e mais freqüente; Ou quando é eliminado nas Fezes; Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  34. 34. Vigilância Epidemiológica Objetivos: Diagnosticar e tratar para evitar o baixo rendimento escolar e a irritabilidade dos indivíduos infectados; Desenvolver atividades de educação em saúde, particularmente de hábitos pessoais de higiene; Tratamento deve ser feito em todo o grupo familiar. Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  35. 35. SINTOMAS Infestações intensas podem causar vômitos, diarréia freqüente inclusive com excesso de gordura nas fezes, prurido anal constante, insônia. Irritabilidade, perda de peso, chegando à desnutrição. Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  36. 36. DIAGNÓSTICO CLÍNICO o prurido anal noturno e continuado, pode levar à uma suspeita clínica de Enterobius; LABORATORIAL O exames parasitológico de fezes; Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  37. 37. TRANSMISSÃO Direta: do orificio retal para a cavidade oral, através dos dedos, principalmente nas crianças, doentes mentais e adultos com precários hábitos de higiene. Indireta: através da poeira, alimentos e roupas contaminados com ovos. Retroinfestação: migração das larvas da região retal para as regiões superiores do intestino grosso, onde se tornam adultas.
  38. 38. TRATAMENTO FARMACOLÓGICO Pomoato de pirantel em comprimido ou liquido de 10mg/kg dose única. Eficácia 80-100% de cura. Albendazol suspensão oral contendo40mg/ml ou comprimido 200mg/ indicação para adultos. Invermectina é apresentado de forma de 6mg, em dose única para paciente com peso acima de 15kl. Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  39. 39. MECANISMO DE AÇÃO Metronidazol: O mecanismo de ação consiste na inibição da síntese de ácido desoxirribonucléico e na degradação do DNA; TINIDAZOL: Mecanismo de ação é através da penetração dessa substância no interior da célula destruindo a mesma ou impedindo sua multiplicação. Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  40. 40. MECANISMO DE AÇÃO Albendazol: A droga exerce sua atividade anti-helmíntica por inibição da polimerização dos túbulos, com isto, o nível de energia do helminto se torna inadequado à sua sobrevivência. Inicialmente imobiliza os helmintos e consequentimente os mata. Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  41. 41. ABORDAGEM DA NUTRIÇÃO Orientar sobre a importância de um tratamento adequado e higiene pessoal e de alimentos de qualidade; Orientar sobre o uso de camisinhas; O cuidado especial que deve ser dado aos indivíduos que têm algum tipo de imunodeficiência, para evitar as complicações como: síndrome de hiperinfecção, na qual as larvas ultrapassam a serosa intestinal, infectando diversos órgãos. Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153
  42. 42. REFERÊNCIAS BRASIL. Ministério da Saúde. Secretária de Vigilância em Saúde. Departamento de Vigilância Epidemiológica. Doenças infecciosas e parasitárias: guia de bolso. 6 ed. rev. Brasília: Ministério da Saúde, 2005. MURRAY, P. R. et. al. Microbiologia Médica.4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
  43. 43. NEVES, Davi Pereira. Parasitologia Humana. 4 ed. São Paulo: Ed. Atheneu, 2005. http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Reinos2/Oxiuri ase.php http://www4.anvisa.gov.br/base/visadoc/BM/BM[26518- 1-0].PDF
  44. 44. Estudem... Profª Monara Bittencourt de Amorim bioquímica-Citologista Bittencourt.monara7@gmail.com 84 9985 8153

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