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Parapsicologia [Parte 10]

  1. 1. PARTE 10D)PRECOGNIÇÃO ESPONTÂNEAChamamos aqueles casos de precognição realizados fora dos laboratórios de Parapsicologia. Nos últimos anos têm-severificados inúmeros casos de conhecimento paranormal do futuro. Convém que se diga que muitos destes casos nãoresistem a uma análise séria, são duvidosos. Por outro lado existem aqueles casos que parecem autênticos emerecem atenção especial.12.4-ADIVINHAÇÕESA classe de adivinhações situa-se numa posição intermediária entre os casos espontâneos e de experimentação delaboratório. Os adivinhos buscam controlar e provocar as precognições. Eles estão em todos os lugares e até seapresentam como profissionais. Conhecemos vários casos como as famosas predições de Nostradamus.12.5-PSEUDO-PRECOGNIÇÃO“Precognição = conhecer antes”. São muitos fatores que podem explicar o conhecimento do futuro sem que talconhecimento seja verdadeiramente precognição.A) TRUQUES: São fraudes conscientes ou inconscientes. Um mago anunciar que sucederá o que ele, em seguida seencarregará de fazer.Ou pode apresentar como profecia aquilo que ele mesmo planeja realizar, ou aquilo que seplaneja realizar, e de que ele se inteirou antes da notícia se espalhar.B)ESPERTESA: Existem muitos aproveitadores da boa fé popular para fazer os seus prognósticos. São chamadosgolpes de astúcia, pois tais “adivinhos” profissionais fazem longos estudos para especializar-se neles.C)CASUALIDADE: São tantas as predições que seria impossível errar sempre. A verdade é que nuncas se considera osinúmeros fracassos e só se pensa em êxitos, sem pensar que , muitos deles são mera casualidade. Aqueles que selançam como adivinhos e se esquecem das revelações que não deram certo, ou não se realizaram divulgandosumente aquelas que deram certo ou coincidiram com a realidade.D)PARAMNÉSIA: São lembranças das concidências mínimas e equecimento das divergências mais importantes.E)SUGESTÃO E AUTO-SUGESTÃOTodos somos sugestionáveis. Uns mais, outros menos. Existem pessoas que se habituaram, desde cedo, a só agir emobediência às idéias e aos sentimentos dos outros. Têm vontade fraca e aceitam, sem questionar, as sugestões quelhes são dadas. Somos essencialmente imitadores. A força de persuasão da moda está aí e não me deixa mentir. Asnovelas e alguns comunicadores têm conseguido mexer com a cabeça de muitos e até alterar comportamentos e ojeito de falar.A sugestão pode vir também pela repetição. O provérbio diz que "água mole em pedra dura em pedra dura tanto bateaté que fura". E é verdade. Certas coisas afirmadas repetidas vezes acabam por ser aceitas como verdadeiras.Cuidado, portanto.As forças sugestivas também têm graus. Existem indivíduos que jamais serão bons vendedores ou candidatos bem-sucedidos no campo da política. Seus argumentos e seu todo não conseguem impressionar os ouvintes. Por outrolado, sabemos de pessoas que têm tanta confiança em si que conseguem influenciar favoravelmente os que estão àsua volta.Hoje a propaganda virou arte. Há todo um aparato que pode reforçar a idéia que se quer passar. A voz devetransparecer a convicção de que o orador está imbuído. O tom deve ser natural e vigoroso (sem autoritarismo). Aescolha das palavras também é importante. Tem palavras que são fortes por sua natureza. Os gestos e a posturaexercem também grande influência. Tudo é válido quando o objetivo é impressionar.O sucesso da sugestão está no fato de ser um apelo dirigido ao sentimento e às emoções mais do que à razão. É osentimento a mola que faz mover as multidões. A História tem exemplos interessantíssimos de líderes que levarammilhares de pessoas a agirem de maneira impulsiva em obediência ao comando do chefe.A auto-sugestão é quando a pessoa passa uma ordem à sua própria mente. Os casos de auto-sugestão multiplicam-senestes tempos atribulados de crise. Muitas simpatias podem influir nas pessoas sugestionando-as, embora nãotenham nenhum valor terapêutico. Muitos distúrbios psicológicos graves que são levados aos divãs dos psiquiatras epsicanalístas começaram pela auto-sugestão.13-OUTROS FENÔMENOS DE CAUSAS PARAPSICOLÓGICAS.13.1-AUTOSCOPIA.É a noção visual dos seus próprios órgãos internos (scopeo = ver + autós = a si mesmo). É a sensação inconsciente ehiperestésica através da qual o sujeito pode perceber em forma de alucinação visual os menores sintomas de seusórgãos internos.13.2-HETEROSCOPIA.É a visão alucinatória dos órgãos internos de outra pessoa (scopeo = ver; hetro = outros). Neste caso, os sintomasque ainda são imperceptíveis externamente podem se captados hiperestesicamentes por outra pessoa. Sabemos quetoda idéia, inclusive inconsciente, que ocupa o nosso cérebro, se reflete em sinal externo em resposta a um estímulo.Assim o nosso inconsciente capta os primeiros sintomas de uma doença em desenvolviemtno, ou percebe amanifestação de uma futura doença, esta idéia inconsciente da doença tem reflexos fisiológicos externos. Outrapessoa, por hiperestesia indireta do pensamento pode captar em nós os sintomas ou idéias de futura doença,podendo-se chegar a uma precognição aparente.14- FENÔMENOS DE EFEITOS MÍSTICOS.14.1-TELEPATIA.Fenômeno no qual a pessoa capta psigamicamente pensamentos ou desejos de outra pessoa.Telepatia significa, arigor, etimologicamente, "sofrimento à distância". Myers comprovou que era por ocasião de acontecimentos tristesque, com mais frequência sucedia o conhecimento de aprência paranormal. Mas logo a palavra telepatia se tomou nosentido mais geral de "sensação à distância ou percepção à distância".Definimos a telepatia como a "perecepção paranormal do conteúdo de um ato psíquico". A transmissão dopensamento ou a adivinhação do pensamento é só um aspecto da telepatia, não abrangendo todos os tipos detelepatia.Na telepatia sobre o inconsciente aparece frequentemente o mecanismo em "L" ou a "três". O percipiente capta em
  2. 2. meu inconsciente, por exemplo, idéias que eu captei inconscientemente emoutra pessoa ou na realidade física. Oinconsciente de uma pessoa (A) capta algo por telepatia, mas seu consciente não fica sabendo. Uma outra pessoa (B)que está junto com (A) pode captar por simples HIP em (A) o que (A) captou por telepatia.Exemplo: Foi notabilíssimo o sensitivo sueco Emanuel Swedenborg. Em estado absolutamentenormal, ao menosaparentemente, em vigília, enquanto jantava com um industrial, Swedenborg anuncia a seu anfitrião que a fábricaestva pegando fogo. Comprovou-se imediatamente que o aviso era certo e oportuno. Provavelmente foi o próprioindustrial quem captou inconscientemente o incêndio: a desgraça interessava a ele; os amigos do industrial queassistiam ao incêndio tinham o pensamento voltado para o industrial, não para Swedenborg. Parece muito provávelque a percepção clarividente (do incêndio) ou telepática (pensamentos, atos psíquicos das pessoas que estavamsabendo do incêndio) fosse realizada pelo incosnciente do industrial. A faculdade psigâmica do industrial captoui ofato, o aviso, mas ficou no inconsciente. Foi lá que Swedenborg captou, por HIP (Hiperestesia Indireta doPensamento), a mensagem e a passou para o consciente. Da observação e análise dos casos espontâneos, pode-sededuzir que:"Adivinhar" (por Telepatia ou HIP-Hiperestesia Indireta do Pensamento) as idéias excitadas no inconsciente de outrapessoa é mais fácil e frequente do que "adivinhar" as idéias conscientes.A excitação no inconsciente pode dever-se a associação de idéias, emotividade, percepção inconsciente mesmoparanormal, etc.A captação por parte do percipiente (pessoa que capta) pode ser paranormal, embora frequentemente seja sóHiperestesia Indireta do pensamento. Sendo porém, o aspecto externo do fenômeno, idêntico; ambos os tipos decaptação são reunidos por nós na classificação TIE (ou HIE) " Telepatia (ou Hiperestesia) sobre o Inconscienteexcitado.A TIE (Telepatia sobre o inconsciente excitado) frequentemente é a "três" ou em "L", isto é, quando se capta em umapessoa o que esta pessoa captou em outra (Telepatia) ou na realidade física (Clarividência).Exemplo: Uma senhora tinha saído para passar o fim de semana com uns amigos que viviam no campo, a váriasmilhas de distância.O marido ficou em casa, ligeiramente indisposto. A senhora, já ao cair da tarde, experimentou, derepente, um impulso irresistível de voltar para casa. Os amigos se opunham: a hora era desapropriada. Asenhora,aliás, não podia dar nenhuma explicação racional de seu súbito e absurdo desejo. Só experimentava a sensação geralde que algo não ia bem com o marido. Voltou. Ao chegar encontrou a casa em chamas, devido, segundo seinvestigou, a uma faísca que tinha pulado da lareira. O marido dormia no andar superior totalmente alheio ao queacontecia. Se a senhora tivesse demorado mais, o acidente teria sido fatal.Tudo indica que devemos classificar este caso como TIE, Telepatia sobre o inconsciente excitado: o pequeno cheiro,barulho, etc, do incêndio que começava no andar térreo, sendo captado mais ou menos hiperestesicamente, excitou oinconsciente do homem adormecido. A idéia do esposo inconscientemente excitado pelo perigo foi captada pelaesposa, preocupada, e pode chegar a tempo de evitar a catastrofe.A nebulosidade, a sensação indefinível experimentada pela receptora, é característica frequente, especialmente narecepção em estado de vigília (acordado, desperto). É o incosnciente que capta a mensagem e não é fácil em pessoasnormais, que esta percepção inconsciente "suba" até o consciente. Por isso a necessidade, em muitos casos, de alginsdos sistemas de manifestação: escrito automático (psicografia), pêndulo (radiestesia), mesa giratória, bola de cristal,etc... Em sonhos, porém, e em outros estados nos quais está mais "aberta" a porta do inconsciente, como no transe,hipnose, histeria, delírio, etc, pode-se alcançar uma claridade quase fotográfica na alucinação correspondente àpercepção da mensagem telepática."Antes de Myers, a telepatia era denominada "transmissão de Pensamento", dando a impressão de que algo haviasido transferido através do espaço, oferecendo certa confusão em sua compreensão.Se a Telepatia fosse radiação física deveria ser gerada por uma matéria transmissora. Ora, a telepatia pode alcançarenormes distâncias e até agora não se encontrou um transmissor capaz disso nem no corpo nem no cérebro humano.Do mesmo modo deveria existir um receptor correspondente. Toda radiação física conhecida obedece à lei querelaciona inversamente com o qudrado das distâncias. Ora, a telepatia não obedece a essa lei.Os físicos possuem instrumentos sensíbilíssimos e nunca captaram radiações telepáticas. Admitir uma teoria física datelepatia seria admitir entre emissor e receptor uma cadeia de causas e efeitos físicos perceptíveis. A realidade mostraque o espaço em nada influi na telepatia.A causa da telepatia deve ser espiritual e não física, pois a telepatia não tem forma, nem tamanho, nem dimensão eindepende de posição no espaço."14.2-CLARIVIDÊNCIA.Fenômeno no qual a pessoa capta psigamicamente acontecimentos físicos. É o conhecimento psigâmico de coisasobjetivas, físicas. Diferente da Telepatia, que consiste em conhecer não diretamente a realidade física, mas oconteúdo de um ato psíquico subjetivo: os pensamentos, imaginações, sentimentos ou desejos de uma pessoa.14.3- POLTERGEIST.Já foram pesquisados por cientistas de idoneidade comprovada e constatados os fenômenos das chamadas casas malassombradas onde ocorre movimento de objetos, batidas, ruídos e objetos que queimam espontaneamente(papapirogenia). O poltergeist manifesta-se com mais intensidade e freqüência quando existem no local jovemfrustrados, com agressividade reprimida.14.4- SANSONISMO.A palavra sansonismo deriva do nome bíblico "Sansão". O capítulo 13 do livro dos juízes narra o nascimento, a vida eas façanhas de Sansão; entre as mais conhecidas podemos enumerar o despedaçar um leão como se fosse umcabrito; com a queixada de um jumento matar mil homens; arrancar e carregar os batentes da porta de Gaza;romper todas as ataduras com que era enovelado, como se fossem teias de aranha, e por fim, derrubar, sacudindo ascolunas onde se encontrava mais de três mil pessoas, perecendo todas elas com a queda e perecendo tambémSansão. A força de Sansão conforme o relato do Livro Sagrado residia nos seus cabelos e uma vez raspados, perdeutotalmente sua força.Não é nossa intenção analisar o texto do livro sagrado, em outras palaras, fazer uma exegese, mas apenas orientarpara a origem do termo. Também é verdade que ninguém interpretará ao pé da letra as façanhas de Sansão que sãoevidentemente exageradas e não se poderia justificar uma ação direta de Deus para matar tantos inimigos de Sansãoe de Israel. O texto sagrado queria insinuar que Sansão era um homem ágil, forte e temido, mais que os homens deseu tempo.Paralelo idêntico e conteúdo semelhante encerram a palavra "hercúleo". Hércules, herói grego, filho de Júpiter e damortal Alomena. Para expiar seus crimes, ofereceu seus serviços ao Rei Eristeu que lhe determinou doze trabalhos,todos eles superando qualquer possibilidade humana. O décimo, por exemplo, era buscar os bois de Geridião naEritréia, uma ilha do oceano ocidental. Em seu caminho, pertiu ao meio uma montanha e assim formou o estreito deGibraltar; as formações escarpadas de ambos os lados eram chamadas pelos antigos de Colunas de Hércules. É
  3. 3. apresentado nas esculturas como um gigante barbado, coberto com uma pele de leão e segurando uma enorme clava.Constitui o símbolo clássico da força.Saindo do lendário, do mítico e do símbolo, passemos à realidade. Quem já não ouviu falar de loucos ou de pessoashistéricas possuidoras de uma força descomunal e normalmente desproporcional ao físico e que se manifesta emdeterminadas condições?É claro que tal força é decorrente do aproveitamento máximo da força muscular pela excitação nervosa. É precisoexcluir os Truques, que são muitos:O Hiperdinamismo ou sansonismo é muito comum nos epiléticos, nos loucos, nos bêbados e em momentos dedesequilíbrio psíquico. Mas pode ser também encontrado em ambientes em que incentivam o estado alterado deconsciencia (transe, etc), tais como centros de incorporações, exorcismos, etc.Existem também autênticos fenômenos parapsicológicos de sansonismo por telecinesia. Para a explicação destesfenõmenos, nada melhor do que a palavra de René Sudré: A forma de energia mais habitual nos fenômenosmetapsíquicos (parapsicológicos) é a energia mecânica. As mesas se erguem e retornam, os objetos se deslocam, osmóveis, etc. A força misteriosa (telergia) que produz esses movimentos constata-se que é análoga á força humana.(em intensidade). Se for capaz de realizar efeitos delicados, também por outro lado não supera a força do homemmais vigoroso.Entretanto, a literatura registrou casos excepcionais, em que ela (telergia) superou a força humana. Stainton Moses,por exemplo, levantou uma pesada mesa (Telecinesia) que dois homens mal e mal podiam mexer;e Daniel DunglasHome provocou a levitação de um piano; Eusápia Paladino levantou uma mesa com um homem em cima; a mesmaEusápia, na presença do pesquisador Lombroso, movimentou um dinamometro com força equivalente a 110 Kg.Nestes casos, acontece o fenômeno chamado de Polipsiquismo, em que na realização do fenômeno em questão(telecinesia) são empregadas a telergia também de alguma pessoa que está perto assistindo o fenômeno, seimpressionando com ele, e que inconscientemente, deseja a relização do fenômeno e acaba também realizando ofenômeno em "parceria" com o agente. (sem saber, é claro).Deve-se registrar que a força empregada nunca supera a força humana. Jamais se viu, mesmo nas manifestaçõesmais violentas, derrubar uma parede.A realidade objetiva e sem paixões, nos mostra que qualquer fenômeno em que de alguma forma entra em jogo umaforça especial, esta força é humana, desencadeada consciente ou inconscientemente, mas sempre humana, com ousem a pequena colaboração polipsíquica. O fantástico e o inexplicável serão fruto da imaginação ou de interessesparticulares, excluídos os truques.Trata-se do aproveitamento, inclusive ao máximo da força muscular e nervosa numa dimensão humana. Tenha-se emconta que certas situações parapsicológicas podem aumentar a tensão nervosa e muscular, bem mais notavelmentedo que um ataque histérico ou de loucura.Portanto, nem Sansão, nem Hércules, nem demônios, nem qualquer ser do além ou sobrehumano; mas o próprio serhumano, mesmo franzino, é o autor de forças, em certas situações, superiores ao normal.14.5-BRINCADEIRA DO COPO.A famosa brincadeira do copo não tem nada de brincadeira; é sempre muito perigoso fazer isso. Pode acabar sendo oestopim que faz explodir distúrbios psíquicos latentes no inconsciente. Além de ser super perigoso para a saúdefomentar (estimular) qualquer fenômeno parapsicológico...A respeito desse tema, devemos ditinguir dois aspectos:a) As respostas obtidas;b) O movimento do copo.Sobre as respostas podemos dizer que pode haver fenômenos tais como telepatia, clarividência, HIP, etc; que sãoresponsãveis pelo êxito, sucesso nas respostas.Sobre o movimento do copo; não é o copo que mexe e leva os dedos juntos. São os dedos que mexem o copo. Secolocar óleo em cima do copo, verão que escorregões dão os dedos, e o copo não se mexerá.Também é verdade que, raras vezes, pode haver o fenômeno parapsicológico da telecinesia (movimento de objetospela atuação da telergia dirigida pelo inconsciente); mexer o copo sem contato. Não são os mortos, nem nenhumespírito de classe alguma; é uma energia física exteriorizada em raras ocasiões. Se afastássemos a mais de 50 metrostodas as pessoas, nada disso aconteceria. Se fossem os espíritos ou qualquer entidade que se queria chamar,demonios, etc) que mexessem ou golpeassem, que importaria se as pessoas ficassem a mais de 50 metros?Mas não são espíritos. São as energias inconscientemente exteriorizadas pelos "dotados" (note-se: exteriorizarfenômenos não é um Dom, como se fosse um poder; pelo contrário se for frequente qualquer manifestaçãoparapsicológica, deve procurar tratamento, pois isto prejudica a saúde psíquica.) Essa energia física, precisamente porser física, não pode se exteriorizar a grandes distâncias.Se por outro lado, são os dedos que mexem o copo; são movimentos automáticos, inconscientes, feitos pelas pessoasque colocam os dedos sobre o copo. O que o anontece no inconsciente parapsicologicamente, pode manifestar-se osmovimentos inconscientes.Os movimentos inconscientes ou automatismo podem chegar a extremos surpreendentes. Já repararam na habilidadecom que mexemos os lábios quando falamos? Desafiem qualquer pessoa a descrever os movimentos que tem quefazer para pronunciar as palavras. Não saberá. Conscientemente e reflexivamente somos incapazes de comandaresses movimentos. Já observaram a agilidade com que um pianista mexe com os dedos das mãos, e ainda tambémos pés, e fala com as pessoas sobre outras coisas? Também o ato de dirigir; quantos movimentos fazemos sempensar que os estamos realizando...Não é de se estranhar, pois, que em momentos de "concentração", de emoção, de exaltação do inconsciente, estepossa dirigir com bastante precisão, os movimentos do copo.É melhor duas ou mais pessoas do que uma só, porque assim, se somam os impulsos de todas ao impulso queimprime a pessoa, que inconscientemente dirige o copo, impulso que pode ser insuficiente.

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