Pesquisa metodologia 2

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  • 03/03/13
  • Pesquisa metodologia 2

    1. 1. Métodos  . Parte 2
    2. 2. Análise Inferencial Estimação Decisões Estatísticas Relações entre variáveis Conclusões em relação a populações a partir de amostras
    3. 3. Medidas InferenciaisQualitativas – Freqüências e proporções Médias, desvio-padrão,Quantitativas - número variância, coeficiente de variabilidade, etc.
    4. 4. Determinação da AmostraConsiderar que o Universo a ser investigado pode ser grande daí a necessidade de trabalhar com Amostras.A amostra tem de ser representativa do universo pesquisado.Conceitos Básicos: ◦ Universo: é o conjunto definido de elementos que possuem determinadas características comuns. ◦ Amostra: subconjunto do universo pelo qual se estabelecem ou se estimam as características desse universo.
    5. 5. Tipos de AmostragemProbabilística - inferências populacionais e comparações : determinadas de forma rigorosamente científica e se baseiam em regras estatísticas. As mais usuais são: ◦ Aleatória Simples; Sistemática; Estratificada; por Conglomerados; por Etapas.Não Probabilística - comparações: não apresentam fundamentação matemática ou estatística, dependendo unicamente da escolha do pesquisador. As mais comuns são: ◦ Por acessibilidade; por Tipicidade e por Cotas
    6. 6. Amostras probabilísticas Aleatória simples: consiste em atribuir a cada elemento do universo um número único para depois selecionar alguns deles deforma casual. Utiliza-se normalmente a Tábua de números aleatórios. Sistemática: requer que o universo seja ordenado de modo que cada elemento possa ser unicamente identificado pela posição. Para efetuar a escolha da amostra, procede-se à seleção de um ponto de partida aleatório entre 1 e o inteiro mais próximo à Razão da amostragem (número de elementos do universo e o número de elementos da amostra = N/n). A seguir, selecionam-se itens em intervalos de amplitude N/n.
    7. 7. Amostras probabilísticas Estratificada:caracteriza-se pela seleção de uma amostra de cada subgrupo do universo considerado. O fundamento para delimitar o subgrupo pode ser encontrado em propriedades como sexo, idade, classe social, etc. Por Conglomerados: é indicada em situações em que é difícil a identificação de seus elementos, como por exemplo a população de uma cidade. ◦ Conglomerados típicos: quarteirões, famílias, edifícios, etc. Por Etapas: é utilizada quando o universo se compõe de unidades que podem ser distribuídas em diversos estágios. ◦ Exemplo: Brasil, suas Microrregiões, Municípios, Bairros, Quadras, Domicílios.
    8. 8. Amostras Não probabilísticas PorAcessibilidade ou conveniência: forma destituída de qualquer rigor estatístico. O pesquisador seleciona os elementos a que tem acesso, admitindo que esses possam, de alguma forma representar o universo. PorTipicidade ou intencional: consiste em selecionar um subgrupo do universo que, com base em informações disponíveis, possa ser considerado representativo do universo. Requer o conhecimento do universo e de seus subgrupos.
    9. 9. Amostras Não probabilísticas◦ Classificação do universo em função de propriedades tidas como relevantes ao fenômeno a ser estudado;◦ Determinação da proporção do universo a ser colocada em cada classe,com base na constituição conhecida ou presumida do universo, e◦ Fixação de cotas para cada observador ou entrevistador encarregado de selecionar elementos da população pesquisada, de modo tal que a amostra seja proporcionalmente de todas as classes observadas.
    10. 10. Erro amostralDiferença máxima admitida entre: Medida da população e medida da amostra ◦ Os resultados obtidos não são rigorosamente exatos em relação ao universo; sempre ocorrem erros e esses são menores a medida que o tamanho da amostra aumenta. Usualmente utiliza-se erro permitido entre 3 e 5%. Erro absoluto – em valores Erro relativo – em percentual
    11. 11. Tamanho de amostras Variável quantitativa Erro amostral absoluto População infinita População finita  zσ  2 z σ N 2 2n =   n = 2  ε  ε ( N − 1) + z σ 2 2
    12. 12. Tamanho de amostras Variável quantitativa Erro amostral relativo População infinita População finita 2  zλ  2 z λ N 2n =   n = 2  εr  εr ( N − 1) + z λ 2 2
    13. 13. Tamanho de amostrasVariável qualitativaErro amostral relativoPopulação infinita População finita 2 z p q z 2 p q Nn = n = 2 εr 2 εr ( N − 1) + z 2 p q
    14. 14. Coleta de DadosSe faz através da utilização de técnicas.Técnica é um conjunto de preceitos ou processos de que se serve uma ciência ou arte.Os dados podem ser obtidos de duas fontes: ◦ Documentação Indireta ◦ Documentação Direta
    15. 15. Documentação Indireta Pesquisa documental: as fontes são documentos escritos ou não, podendo ser: primárias ou secundárias (transcritas das primárias); contemporâneas ou retrospectivas. Pesquisa bibliográfica (livros, jornais, revistas, meios audiovisuais, material cartográfico, teses, monografias, pesquisas, etc)
    16. 16. Documentação Direta Tem sua origem, geralmente, no local onde os fenômenos acontecem. Pode ser obtida de duas formas: Pesquisa de campo ou Pesquisa de laboratório. Pesquisa de Campo: consiste na observação de fatos e fenômenos que ocorrem espontaneamente, na coleta de dados a eles referentes e no registro das variáveis que se presume relevantes analisar. São de três tipos: quantitativo-descritivos; exploratórias; experimentais Compreende as seguintes fases: ◦ Pesquisa bibliográfica ◦ Determinação das técnicas a serem empregadas na coleta de dados e na determinação da amostra ◦ Determinação de como os dados serão registrados e quais as técnicas de análise.
    17. 17. Observação Técnica de coleta de dados que se vale dos sentidos para coletar os dados. Não consiste somente em ver e ouvir, mas também em examinar fatos ou fenômenos que se desejem estudar. Vantagens e limitações Tipos de observação: ◦ Assistemática ◦ Sistemática ◦ Não participante ◦ Participante ◦ Em equipe ◦ Na vida real ◦ Em laboratório
    18. 18. Observação Vantagens: ◦ É uma forma direta de estudar vários fenômenos ◦ Exige menos do observador do que outras técnicas ◦ Permite a coleta de dados sobre aspectos comportamentais ◦ Depende menos da introspecção ou da reflexão ◦ Permite a constatação da fatos que não eram contemplados no roteiro de entrevistas ou questionários Limitações: ◦ O observado pode influir no comportamento do observador ◦ Possibilidade de ocorrência de fatos nos momentos em que o observador não se encontra presente ◦ Imprevistos podem interferir na atividade de observação ◦ O tempo de duração dos fenômenos é variável podendo dificultar a observação e o registro concomitante dos dados
    19. 19. Entrevistas Encontro entre duas ou mais pessoas, a fim de obter informações a respeito de determinado assunto, mediante uma conversação de natureza profissional. Tipos de entrevistas: ◦ Padronizadas ou estruturadas ◦ Despadronizada ou não estruturada ◦ painel Vantagens e limitações Preparação da entrevista Diretrizes da entrevista
    20. 20. Entrevistas Vantagens: ◦ Possibilita a obtenção de dados em profundidade ◦ Não exige que o entrevistado saiba ler e escrever ◦ Oferece flexibilidade na condução do questionamento ◦ Permite captar a comunicação não-verbal emitida pelo entrevistado ◦ Permite a solução de dúvidas tanto por parte do entrevistado como do entrevistador Limitações: ◦ Possibilidade de falta de motivação do entrevistado em responder aos questionamentos ◦ Dificuldade de expressão verbal por parte do entrevistado e/ou entrevistador ◦ Custos envolvidos na realização das entrevistas ◦ Possibilidade de o entrevistador influir nas respostas do entrevistado ◦ Possibilidade de exigir muito tempo para sua realização
    21. 21. Preparação da entrevista As instruções do entrevistador devem ser claras (quanto tempo dispõe, se há possibilidade de gravar ou não, etc.) As questões devem ser elaboradas de modo a facilitar o entendimento pelo entrevistado e obter as informações necessárias ao entrevistador Questões abertas devem ser evitadas As questões devem ser ordenadas de forma a possibilitar o engajamento do entrevistado bem como a manutenção se seu interesse na entrevista Evitar perguntas iniciais que possam levar a recusa de fornecimento de resposta por parte do entrevistado
    22. 22. Realização da Entrevista Estabeleça um contato inicial com a finalidade de determinar hora e local para a realização bem como possibilitar que o entrevistado se prepare para a entrevista Inicie criando um clima de cordialidade e simpatia, favorável a realização da entrevista Apresente a finalidade da visita, os objetivos da pesquisa, nome da entidade e principalmente a importância da participação do entrevistado Deixar claro que a entrevista tem caráter confidencial e que as informações prestadas serão tratadas de forma a manter a fonte em segredo, quando for o caso Faça uma pergunta de cada vez e somente após estar satisfeito com a resposta passe para a seguinte As perguntas não devem deixar implícitas as respostas Estimule as respostas completas
    23. 23. QuestionárioInstrumento de coleta de dados constituído de uma série de perguntas ordenadas, que devem ser respondidas por escrito e sem a presença do entrevistador.Vantagens e desvantagensProcesso de elaboraçãoPré-testeClassificação das perguntasConteúdo e vocabulárioOrdem das perguntas
    24. 24. Vantagens e Limitações do questionário Vantagens: ◦ Possibilita atingir um grande número de pessoas mesmo que dispersas geograficamente ◦ Implica em menores gastos com pessoal ◦ Garante o anonimato nas respostas ◦ Permite que as pessoas respondam quando acreditarem ser mais conveniente ◦ Não expõe as pessoas à influência das opiniões do pesquisador Limitações: ◦ Exclui pessoas quem não saibam ler e escrever ◦ Impede o auxílio ao entrevistado quando do surgimento de dúvidas ◦ Não garante a devolução devidamente preenchido e pela pessoa certa ◦ Envolve, geralmente, um número pequeno de perguntas
    25. 25. Construção do questionário Usar questões abertas ou fechadas? Devem ser incluídas apenas questões relacionadas com o problema pesquisado Não incluir questões para as quais as respostas possam ser obtidas de outras formas As questões devem favorecer a tabulação posterior dos dados Evitar pessoas que façam referência a intimidade das pessoas As questões devem ser formuladas de forma clara e objetiva As questões devem levar a uma única interpretação As questões não devem induzir à resposta As questões devem referir-se a uma única idéia de cada vez Iniciar com questões gerais e posteriormente as específicas Deve-se realizar um pré-teste do questionário
    26. 26. FormuláriosConsiste em uma lista formal, catálogo ou inventário destinado à coleta de dados resultantes quer da observação, quer de entrevista, cujo preenchimento se dá pelo pesquisador, à medida que os fatos ou fenômenos ocorrem ou que recebe as respostas, ou ainda pelo pesquisado sob a orientação do pesquisador.Vantagens e desvantagensApresentação do formulário
    27. 27. Escalas Instrumento científico de observação e mensuração dos fenômenos sociais. Foi idealizada com a finalidade de medir a intensidade das atitudes e opiniões na forma mais objetiva possível. Tipos de escalas: ◦ Escalas de mensuração: Nominal, Ordinal, Intervalar ◦ Escala de ordenação: de pontos, de classificação direta, de combinação binárias ◦ Escalas de intensidade ◦ Escalas de distância social ◦ Escala de Thurstone ◦ Escala de Likert ◦ Escalograma de Guttman
    28. 28. Medidas escalares Escalas nominais 1. Sim 2. Não 3. Não sei Escala gráfica ( ) ( ) ( ) Escala Likert 5. Ótimo 4. Bom 3. Regular 2. Ruim 1. Péssimo 5. Muito favorável 4. Pouco favorável 3. Indiferente 2. Um pouco desfavorável 1. Muito desfavorável 5. Concordo totalmente 4. Concordo em parte 3. Indeciso (nem aprovo nem desaprovo) 2. Discordo em parte 1. Discordo totalmente.
    29. 29. Medição das variáveis Nominais – operação contagem marcas, cores, modelos, sexo, tipo de loja, regiões, uso/não uso, gosta/não gosta, ocupação, etc Ordinais – ordens de preferência marcas, cores, modelos, tipo de loja, produtos, etc
    30. 30. Medição das variáveis Intervalares ou escalares – escalas sem incluir o zero atitudes, opiniões, conscientização e preferências Razão – escalas ou intervalos com inclusão do zero renda, idade, altura, número de consumidores, número de lojas, quantidade de produtos consumidos, número de vezes que o produto é comprado ao mês, tamanho da empresa, preço, volume de vendas, lucros, participação no mercado, etc.
    31. 31. Medição das variáveisQUADRO 1 – Uso de medidas de tendência central e de dispersão, segundo as escalas Escala da Medidas de variável Posição Dispersão Nominal Moda Distribuição de freqüência (absoluta e relativa) Ordinal Mediana Ordenamento Quartis, Amplitude decis e centis Escalar ou Média Distribuição de freqüência razão aritmética acumulada (absoluta e relativa) Desvio médio; Desvio-padrão Coeficiente de variação
    32. 32. Tabulação dos DadosNessa etapa deverão ser utilizados recursos que permitam organizar os dados obtidos, tais como o computador, na pesquisa de campo.
    33. 33. Análise e Discussão dos Resultados Consiste na etapa de interpretação dos dados coletados e tabulados por parte do pesquisador. A análise deve ser feita de forma a atender aos objetivos da pesquisa e para comparar e confrontar dados e provas com o objetivo de confirmar ou rejeitar as hipóteses elaboradas.
    34. 34. EstimaçãoEstimativas por ponto:  Estimativa de um parâmetro populacional dado por um único número em função do resultado do estimador de uma amostra.Estimativas por Intervalo de Confiança ou de Estimação:  Estimativa do parâmetro populacional dada por um intervalo de dois números, entre os quais pode-se afirmar que ele esteja situado. Intervalo ⇒ soma e subtração do erro de amostragem ao estimador da amostra.
    35. 35. Intervalo de confiança para médiasAmostras com 30 ou mais elementos Desvio padrão populacional Conhecido Desconhecidoµ = x ± ε µ = x ± εµ = x ± z σ x µ = x ± z s x Amostras com menos de 30 elementos Desvio padrão populacional Conhecido Desconhecido µ = x ± ε µ = x ± ε µ = x ± t σ x µ = x ± t s x
    36. 36. Intervalo de confiança para proporçõesAmostras com 30 ou mais elementos Desvio padrão populacional Conhecido Desconhecido p = p ± εr p = p ± εr p = p ± z σ p p = p ± z s p Amostras com menos de 30 elementos Desvio padrão populacional Conhecido Desconhecido p = p ± εr p = p ± εr p = p ± t σp p = p ± t s p
    37. 37. Decisões estatísticasClassificação dos testes de hipóteses Casuísticos – definição de características Freqüência de acontecimentos Associação de variáveis ou comparabilidade De dependência entre duas ou mais variáveis
    38. 38. Etapas do teste de hipótese Formulação das hipótesesH0 = hipótese nulaH1 = hipótese alternativa Tipo de teste Nível de significância Seleção da distribuição estatística Estabelecer o valor crítico do teste Determinação do valor real da distribuição Tomada de decisão
    39. 39. Tipo de teste e valor crítico Teste unilateral H0 µ = 10 H1 µ > 10 H0 µ = 10 H1 µ < 10T Teste bilateral H0 µ = 10 H1 µ ≠ 10
    40. 40. Escolha da Distribuição Estatística Médias n ≥ 30 Distribuição Normal Médias n < 30 Distribuição t de Student Diferença de duas médias n ≥ 30 Distribuição Normal n < 30 Distribuição t de Student Diferença de mais de duas médias Distribuição F – Análise de variância Teste de Freqüências Distribuição Qui-Quadrada
    41. 41. Valor real do teste Teste com médias Distribuição Normal x − µ z = σx Distribuição t de Student x − µ t = sx
    42. 42. Valor real do teste Diferença de duas médias Hipóteses H0 µ 1 = µ 2 H1 µ1 > µ2 H0 µ 1 = µ 2 H1 µ1 < µ2 H0 µ 1 = µ 2 H1 µ1 ≠ µ2 n1 + n2 ≥ 30 Distribuição Normal n1 + n2 < 30 Distribuição t de Student  ( 1  x − x  − µ − µ2  )  ( 1  x − x  − µ − µ2  )  1 2    1 2z= ^ t = ^ σ σ 2 σ σ2 ^ ^ 2 2 + + n1 n2 n1 n2
    43. 43. Valor real do teste Teste de Freqüências Distribuição Qui-Quadrada k ( ο − e) 2 χ2 = ∑ i =1 e Entrada simples Tabela de contingência
    44. 44. Tomada de decisão
    45. 45. Teste com médias Amostras de tamanho ≥ 30 Distribuição Normal – Grau de confiança x − µ z = σx Amostras de tamanho < 30 Distribuição t de Student – Nível de Significância – Graus de liberdade x − µ t = sx
    46. 46. Diferença de duas médias Populações iguais ou diferentes ^ 2 ( n1 − 1) s12 + ( n2 − 1) s2 2 σ = n1 + n 2 − 2 Amostras de tamanho n1 + n2 ≥ 30 Distribuição Normal – Grau de confiança Amostras de tamanho n1 + n2 < 30 Distribuição t de Student – Nível de significância (n1 + n2 - 2) graus de liberdade  ( 1  x − x  − µ − µ2  )  ( 1  x − x  − µ − µ2  )  1 2    1 2 z= ^ t = ^ σ σ2 σ σ2 ^ ^ 2 2 + + n1 n2 n1 n2
    47. 47. Teste de Freqüências Distribuição Qui-Quadrada Entrada Simples ou ajustamento 2 = ∑k ( ο − e) 2 χ i =1 eFreqüências observadas e esperadasGrau de ConfiançaGraus de liberdade
    48. 48. Teste de Freqüências Distribuição Qui-Quadrada Tabela de contingência ou associações 2 = ∑k ( ο − e) 2 χ i =1 eFreqüências observadas e esperadas Grau de Confiança Graus de liberdade
    49. 49. Limitações do Teste Qui-Quadrado Freqüências observadas ou esperadas <5 Solução Agrupar as freqüências menores
    50. 50. Conclusões das análisesDeve apresentar a síntese dos resultados obtidos com a pesquisa . Deverá explicitar se os objetivos foram alcançados, se as hipóteses ou pressupostos foram confirmados ou rejeitados. E, principalmente, deverá ressaltar a contribuição da pesquisa para o meio acadêmico ou para o desenvolvimento da ciência e da tecnologia, bem como a possibilidade de aplicação prática no meio profissional, se for o caso.
    51. 51. Trabalhos Científicos formas de apresentaçãoMonografiasDissertaçõesTesesComunicação científicaArtigos científicos
    52. 52. MonografiasTrabalho escrito sistemático e completoTema específico ou particular de uma ciência ou parte delaEstudo pormenorizado e exaustivo, abordando vários aspectos e ângulos do casoTratamento extenso em profundidadeMetodologia específicaContribuição importante, original e pessoal para a ciência
    53. 53. ArtigosSão pequenos estudos, porém completos, que tratam de uma questão verdadeiramente científica, mas que não se constituem matéria de um livro.Apresentam o resultado de uma pesquisa ou estudos e distinguem-se das demais tipos de trabalhos científicos pela sua reduzida dimensão e conteúdo.
    54. 54. O Estilo da RedaçãoUm artigo deve ser:ClaroConcisoObjetivoUsar a linguagem corretaEvitar repetições e explicações inúteisAtenção especial para com o título – esse deve expressar o conteúdo do trabalho.
    55. 55. ArtigosÉ um texto com autoria declarada, que apresenta e discute idéias, métodos, técnicas e resultados nas diversas áreas do conhecimento.Tipos de artigos: ◦ Artigo original: quando apresenta temas ou abordagens próprias. Geralmente relatam resultados de pesquisa e são chamados em alguns periódicos de artigos científicos; ◦ Artigo de revisão: quando resume, analisa e discute informações já publicadas. Geralmente resultado de pesquisa bibliográfica.
    56. 56. Bibliografia Consultada ALVES, Magda. Como escrever Teses e Monografias: um roteiro passo a passo. Rio de Janeiro: Campus, 2003. BARROS, A. J. P; LEHFELD, N. A. S. Projeto de pesquisa: propostas metodológicas. Petrópolis (RJ): Vozes, 2002 COOPER, D. R; SCHINDLER, P. S. Métodos de pesquisa em administração. 7.ed. Porto Alegre (RS): Bookman, 2004. EASTERBY-SMITH, Mark; THORPE, Richard; LOWE, Andy. Pesquisa gerencial em Administração. São Paulo: Pioneira, 1999. DEMO, Pedro. Metodologia Científica: em ciências sociais. 3.ed. São Paulo: Atlas, 1995. GIL, Antônio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1999. LAKATOS, Eva Maria e MARCONI, Marina de Andrade. Fundamentos de metodologia científica. 4.ed. São Paulo: Atlas, 2001. ROCHA, Odília Fachin. Fundamentos de Metodologia. 3.ed. São Paulo: Saraiva, 2001. ROESCH, Sylvia M. A. Projetos de estágio do curso de Administração. São Paulo: Atlas, 1999. THIOLLENT, Michel. Metodologia da pesquisa-ação. 5. ed. São Paulo: Cortez/Editores Associados, 1992. VERGARA, Sylvia C. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2004.
    57. 57. Modelo de Projeto de Pesquisa (Vergara) SUMÁRIO 1. O PROBLEMA 1.1 Intodução 1.2 Objetivos 1.3 Suposição ou questões a serem repondidas 1.4 Delimitação do estudo 1.5 Relevância do Estudo 2. REFERENCIAL TEÓRICO 3. METODOLOGIA 3.1 Tipo de pesquisa 3.2 Universo e amostra 3.3 Coleta de dados 3.4 Tratamento dos dados 3.5 Limitações do método 4. CRONOGRAMA 5. REFERÉNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXOS
    58. 58. Modelo de Projeto de Pesquisa (Roesch) Sumário Apresentação 1. DEFINIÇÃO DO PROBLEMA OU OPORTUNIDADE 1.1 Caracterização da organização e seu Ambiente 1.2 Situação problematíca 1.3 Objetivos 1.4 Justificativa 2. REVISÃO DA LITERATURA 3. METODOLOGIA 3.1 Plano ou delineamento da pesquisa 3.2 Definição da área ou população-alvo do estudo 3.3 Plano de amostragem 3.4 Plano e instrumentos de coleta 3.5 Plano de Análise dos dados 4. CRONOGRAMA 5. ORÇAMENTO REFERÈNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXOS
    59. 59. Modelo de Projeto de Pesquisa FOLHA DE ROSTO APRESENTAÇÃO SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 1.1 Tema e definição do problema 1.2 Objetivos 1.3 Delimitação do estudo 1.4 Justificativa e relevância do estudo 2. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 3. METODOLOGIA 3.1 Plano ou delineamento da pesquisa 3.2 Definição da área ou população-alvo do estudo 3.3 Plano de amostragem 3.3 Plano e instrumento de coleta de dados 3.4 Plano de análise dos dados 3.5 Limitações do método 4. CRONOGRAMA 5. ORÇAMENTO 6. REFERÉNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANEXOS

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