SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 39
Profa. Dra. Rosana Helena Nunes
A) Imagens construídas pela/na        comunicação
 verbal

B) Uso da língua nas diferentes esferas sociais


C) Comunicação verbal e suas implicações:
 modalidade oral e escrita da linguagem
 Como a comunicação verbal é        Esses fenômenos de
  também uma relação social,           polidez estão integrados
  ela se submete como tal às
  regras que costumamos chama
                                       na teoria denominada “das
  de polidez. Transgredir uma lei      faces”, desenvolvida desde
  do discurso (falar fora do           o final dos anos setenta
  assunto, ser hermético, não dar      principalmente por Brown
  as informações solicitadas etc.)     e Levinson, que se
  é ser chamado de “mal-
  educado”. O simples fato de
                                       inspiraram no sociólogo
  dirigir a palavra a alguém, de       americano E. Goffman.
  monopolizar sua atenção já é        Politeness, Cambridge,
  uma intrusão no seu espaço, um       Cambridge University Press,
  ato potencialmente agressivo.        1987.
Língua

 em

Uso
Teoria de Faces (Goffman, 1985)
Considera-se que todo indivíduo possui duas faces; o
 termo “face” deve aqui ser tomado no sentido que este
 termo possui uma expressão como “perder a face”:
Uma face negativa, que corresponde ao “território”
 de cada um (seu corpo, sua intimidade, etc.);
Uma face positiva, que corresponde à “fachada”
 social à nossa própria imagem valorizante que
 tentamos apresentar aos outros.
Aprenda a falar em público
Uma atuação eficiente exige capacidade de
 comunicação – seja para falar com uma pessoa ou
 uma plateia cheia. Aprenda a preparar as
 apresentações com cuidado, manter-se calmo e
 avaliar o desempenho com honestidade. Isso
 também envolve o aspecto linguístico da escrita.
Eficácia comunicativa
Estudos comprovam que a eficácia comunicativa de
 algumas empresas proporcionará uma vantagem
 competitiva capaz de elevar a imagem perante a sua
 clientela, os seus colaboradores, os seus fornecedores e,
 também, perante a concorrência. Trata-se de uma
 competência especial na comunicação, uma
 preocupação em fazer o melhor, produzir produtos e
 prestar serviços que tenham arraigados em si um
 patrimônio cultural que é a Língua Portuguesa, na
 clareza e objetividade dos textos, na gramática correta, na
 certeza de que a mensagem transmitida não será geradora
 de dúvidas, e sim de uma interpretação adequada a
 outrem.
A  partir dessas considerações, quais as
consequências, para a formação do profissional
EM GESTÃO, do USO INADEQUADO DA
LÍNGUA?
Língua, cultura e comunicação não podem ser
 vistas de modo isolado. Há uma interdefinição
 recíproca entre esses três aspectos. As representações
 simbólicas inerentes à cultura - seja ela organizacional
 ou de qualquer outra maneira que se manifeste –
 constituem a fonte comum do pensamento, da
 linguagem e da sociedade.
Texto é uma unidade        Discurso é a atividade
 linguística concreta,      comunicativa capaz de
 percebida pela audição     gerar sentido entre
 (na fala) ou pela visão    interlocutores. Além
 (na escrita), que tem      dos enunciados verbais,
 unidade de sentido e       engloba outros
 intencionalidade           elementos do processo
                            comunicativo que
 comunicativa.
                            também participam da
                            construção do sentido
                            do texto.
1. Texto é um objeto de significação:
 organização ou estruturação que faz do
 texto um todo de sentido.
2. Texto é um objeto de comunicação: a
 interação que se estabelece      entre
 destinador e destinatário.
3. O ato da escrita requer conhecimento a
 respeito de especificidades do texto.
4. Todo texto nasce de outro texto; isso
 denota o trabalho com a leitura de textos a
 partir de diferentes gêneros textuais.
5. O texto encontra seu lugar no contexto
 sócio-histórico que o envolve e que lhe
 atribui sentido.
6. O texto é considerado o próprio lugar
 da interação      e   da   constituição   dos
 interlocutores.
7. Atividade de leitura de um texto
 representa lugar social, vivências, relações
 com o outro, valores da comunidade,
 conhecimentos textuais.
8. É fundamental que o leitor considere na
 e para a produção de          sentido as
 “sinalizações” do texto,       além dos
 conhecimentos que possui.
9. Quem escreve o texto? Quem é seu
 interlocutor?
10. O uso da língua, para finalidades
 específicas, norteia-se na “figura” do
 interlocutor como (co)produtor do texto a
 ser desenvolvido.
Se o texto é um tecido verbal estruturado
 para que as ideias formem um todo coeso,
 uno e coerente, cabe ao bom profissional se
 utilizar da linguagem de forma sugestiva,
 atraente para atingir o seu objetivo.
 (MEDEIROS, 2007).
Modalidade oral e/ou escrita da
linguagem
A língua materna encontra-se em todas as áreas do
 conhecimento e do saber humano: na troca de ideias
 sobre determinado assunto, nas negociações, na
 compra e venda de produtos ou serviços, na roda de
 amigos, nos bancos acadêmicos, no comércio, na
 indústria, nas organizações públicas, enfim, em todos
 os locais onde há seres humanos, seja na modalidade
 oral ou escrita da linguagem.
LINGUAGEM               LÍNGUA

Linguagem      é    a Língua é o tipo de
 representação      do  código formado por
 pensamento por meio    palavras e leis
 de       sinais   que  combinatórias por
 permitem            a  meio do qual as
 comunicação     e   a  pessoas se comunicam
 interação entre os     e interagem entre si.
 sujeitos.
Língua: modalidades oral e escrita
Língua e Escrita          Condições de produção
                            e uso da linguagem



Fatores em relação às     Interação face a face e
 duas modalidades de        interlocutor não
 língua (oral e escrita)    presente na escrita
Fala e escrita (Marcuschi, 2001)
Fala = Escrita            entrevista oral =
                            entrevista impressa
Fala = Fala               conferência, tradução
                            simultânea
                           texto escrito, exposição
Escrita = Fala
                            oral
                           texto escrito, resumo
Escrita = Escrita
                            escrito
Língua e reescrita no ensino superior
Produção de artigo,     Processo de construção
 resenha, resumo          e refacção da escrita



Reelaboração no plano   Apropriação dos
 textual-discursivo       gêneros textuais em
                          contextos de situações
                          de escrita
Língua e reescrita no ensino superior
Gêneros acadêmicos       Recursos linguísticos,
                           variedade linguística
Atividade de escrita e   Processo sócio-
 reescrita                 interativo


Operações linguístico-   Processo de refacção
 discursivas               como indício de reflexão
                           sobre a linguagem
A atividade de reescrita corresponde aos processos
 de retextualização que não é um processo
 mecânico, uma vez que envolve processos de
 textualização.
Segundo Marcuschi (2001, p. 47), a passagem da
 fala para a escrita não é a passagem do caos para a
 ordem: é a passagem de uma ordem para outra
 ordem.
Língua e vida
O destinatário deve supor que o produtor do
 enunciado respeita certas “regras do jogo”, ou seja, a
 produção do enunciado se dá pela própria intenção de
 comunicar algo que diz respeito àqueles a quem é
 dirigido.

  A língua penetra na vida através dos enunciados
   concretos que a realizam, e é também através dos
  enunciados concretos que a vida penetra na língua.
            (Mikhail Bakhtin, 1992, p. 282)
Referências
 BAKHTIN, M. (1979). Os gêneros do discurso. Estética da criação verbal. SP: Martins fontes, 1992. pp.
    277-326.
   FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. Positivo,
    2009.
   GOFFMAN, Erving. A representação do eu na vida cotidiana. Petrópolis: Vozes, 1985.
   GOLD, Mirian. Redação empresarial: escrevendo com sucesso na era da globalização. São Paulo.
    Pearson Prentice Hall, 2005.
   KOCK, I. V. A inter-ação pela linguagem. São Paulo: Contexto, 1998.
   KOCH, I. Villaça & ELIAS, Vanda Maria. Ler e escrever – estratégias de produção textual. SP: Contexto,
    2009.
   MARCUSCHI, Luiz Antônio. Da fala para a escrita – atividades de retextualização. São Paulo: Cortez,
    2001.
   MARTINS; ZILBERKNOP. Português Instrumental: de acordo com as atuais normas da ABNT. Atlas,
    2009 .
   MEDEIROS, João Bosco. Português instrumental: para cursos de contabilidade, economia e
    administração. 6. ed. São Paulo, Atlas, 2007.
   NUNES, Rosana Helena. Construção da identidade política – discursos de Luiz Inácio Lula da
    Silva. Tese de Doutorado. Língua Portuguesa/PUC-SP, 2006.
   NUNES, Rosana Helena, OLIVEIRA, Paulo César, VIVAN, Élide G. S., FURTADO, Otávio Luis P. C.
    Percursos e práticas – (re)leituras de produções acadêmicas. Sorocaba: CREARTE, 2009.
   NUNES, Rosana Helena, OLIVEIRA, Paulo César. Semiótica: (res)significação do saber via imagem.
    Sorocaba: CREARTE, 2010

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Elementos da comunicação e funções da linguagem
Elementos da comunicação e funções da linguagemElementos da comunicação e funções da linguagem
Elementos da comunicação e funções da linguagemQuezia Neves
 
4ª Aula 24 03 2010\AnáLise Do Discurso E Direitos Humanos
4ª Aula   24 03 2010\AnáLise Do Discurso E Direitos Humanos4ª Aula   24 03 2010\AnáLise Do Discurso E Direitos Humanos
4ª Aula 24 03 2010\AnáLise Do Discurso E Direitos HumanosElenitaPimentel
 
Fatores de textualidade
Fatores de textualidadeFatores de textualidade
Fatores de textualidadeAFMO35
 
Aula fala e escrita (cap. 1)
Aula   fala e escrita (cap. 1)Aula   fala e escrita (cap. 1)
Aula fala e escrita (cap. 1)Naysa Taboada
 
Parte 1 linguística geral apresentação
Parte 1   linguística geral apresentaçãoParte 1   linguística geral apresentação
Parte 1 linguística geral apresentaçãoMariana Correia
 
Interdiscursividade e intertextualidade
Interdiscursividade e intertextualidadeInterdiscursividade e intertextualidade
Interdiscursividade e intertextualidadeMabel Teixeira
 
Variedades linguísticas- exercício
Variedades linguísticas-  exercícioVariedades linguísticas-  exercício
Variedades linguísticas- exercícioCláudia Heloísa
 
AULA 3 - COESÃO E COERÊNCIA
AULA 3 - COESÃO E COERÊNCIAAULA 3 - COESÃO E COERÊNCIA
AULA 3 - COESÃO E COERÊNCIAaulasdejornalismo
 
Concepções de linguagem
Concepções de linguagemConcepções de linguagem
Concepções de linguagemKelly Moraes
 
Linguagem, língua, escrita e oralidade
Linguagem, língua, escrita e oralidadeLinguagem, língua, escrita e oralidade
Linguagem, língua, escrita e oralidadeKaren Olivan
 
Gêneros textuais no ensino de língua - Marcuschi
Gêneros textuais no ensino de língua - MarcuschiGêneros textuais no ensino de língua - Marcuschi
Gêneros textuais no ensino de língua - MarcuschiGabriela Pileggi
 

Mais procurados (20)

Generos Textuais
Generos TextuaisGeneros Textuais
Generos Textuais
 
LINGUAGEM CULTA X COLOQUIAL
LINGUAGEM CULTA X COLOQUIALLINGUAGEM CULTA X COLOQUIAL
LINGUAGEM CULTA X COLOQUIAL
 
Gêneros e tipos textuais
Gêneros e tipos textuaisGêneros e tipos textuais
Gêneros e tipos textuais
 
Elementos da comunicação e funções da linguagem
Elementos da comunicação e funções da linguagemElementos da comunicação e funções da linguagem
Elementos da comunicação e funções da linguagem
 
Gêneros textuais e ensino
Gêneros textuais e ensinoGêneros textuais e ensino
Gêneros textuais e ensino
 
4ª Aula 24 03 2010\AnáLise Do Discurso E Direitos Humanos
4ª Aula   24 03 2010\AnáLise Do Discurso E Direitos Humanos4ª Aula   24 03 2010\AnáLise Do Discurso E Direitos Humanos
4ª Aula 24 03 2010\AnáLise Do Discurso E Direitos Humanos
 
Fatores de textualidade
Fatores de textualidadeFatores de textualidade
Fatores de textualidade
 
Sintaxe
SintaxeSintaxe
Sintaxe
 
Literatura
LiteraturaLiteratura
Literatura
 
Aula fala e escrita (cap. 1)
Aula   fala e escrita (cap. 1)Aula   fala e escrita (cap. 1)
Aula fala e escrita (cap. 1)
 
Texto e textualidade
Texto e textualidadeTexto e textualidade
Texto e textualidade
 
Parte 1 linguística geral apresentação
Parte 1   linguística geral apresentaçãoParte 1   linguística geral apresentação
Parte 1 linguística geral apresentação
 
português instrumental
  português instrumental  português instrumental
português instrumental
 
Semântica pragmática
Semântica pragmáticaSemântica pragmática
Semântica pragmática
 
Interdiscursividade e intertextualidade
Interdiscursividade e intertextualidadeInterdiscursividade e intertextualidade
Interdiscursividade e intertextualidade
 
Variedades linguísticas- exercício
Variedades linguísticas-  exercícioVariedades linguísticas-  exercício
Variedades linguísticas- exercício
 
AULA 3 - COESÃO E COERÊNCIA
AULA 3 - COESÃO E COERÊNCIAAULA 3 - COESÃO E COERÊNCIA
AULA 3 - COESÃO E COERÊNCIA
 
Concepções de linguagem
Concepções de linguagemConcepções de linguagem
Concepções de linguagem
 
Linguagem, língua, escrita e oralidade
Linguagem, língua, escrita e oralidadeLinguagem, língua, escrita e oralidade
Linguagem, língua, escrita e oralidade
 
Gêneros textuais no ensino de língua - Marcuschi
Gêneros textuais no ensino de língua - MarcuschiGêneros textuais no ensino de língua - Marcuschi
Gêneros textuais no ensino de língua - Marcuschi
 

Destaque

Linguagem,+LíNgua+E+Fala
Linguagem,+LíNgua+E+FalaLinguagem,+LíNgua+E+Fala
Linguagem,+LíNgua+E+Falajayarruda
 
Linguagem e Comunicação
Linguagem e ComunicaçãoLinguagem e Comunicação
Linguagem e Comunicação7 de Setembro
 
6º ano E. F. II - Linguagem verbal e não verbal
6º ano E. F. II - Linguagem verbal e não verbal6º ano E. F. II - Linguagem verbal e não verbal
6º ano E. F. II - Linguagem verbal e não verbalAngélica Manenti
 
Língua e linguagem, código linguístico, funções da linguagem
Língua e linguagem, código linguístico, funções da linguagemLíngua e linguagem, código linguístico, funções da linguagem
Língua e linguagem, código linguístico, funções da linguagemÉric Santos
 
Linguagem, língua e fala
Linguagem, língua e falaLinguagem, língua e fala
Linguagem, língua e falaJirede Abisai
 
Linguagem Oral e Escrita
Linguagem Oral e EscritaLinguagem Oral e Escrita
Linguagem Oral e EscritaAnderson Cruz
 
Linguagem, Adequação da linguagem, língua e código
Linguagem, Adequação da linguagem, língua e códigoLinguagem, Adequação da linguagem, língua e código
Linguagem, Adequação da linguagem, língua e códigoefcamargo1968
 
Figuras de-linguagem
Figuras de-linguagemFiguras de-linguagem
Figuras de-linguagemBovary16
 
Variação linguistica aulão
Variação linguistica   aulãoVariação linguistica   aulão
Variação linguistica aulãoeeepadrianonobre
 
6º ano E. F. II - Variação Linguística
6º ano E. F. II - Variação Linguística6º ano E. F. II - Variação Linguística
6º ano E. F. II - Variação LinguísticaAngélica Manenti
 
Linguagem verbal e não verbal aula 03
Linguagem verbal e não verbal   aula 03Linguagem verbal e não verbal   aula 03
Linguagem verbal e não verbal aula 03Jorge Martins
 
Variedades Linguísticas
Variedades LinguísticasVariedades Linguísticas
Variedades Linguísticas7 de Setembro
 
Linguagem lingua e código
Linguagem lingua  e códigoLinguagem lingua  e código
Linguagem lingua e códigoPaulinha Iacks
 

Destaque (20)

Linguagem,+LíNgua+E+Fala
Linguagem,+LíNgua+E+FalaLinguagem,+LíNgua+E+Fala
Linguagem,+LíNgua+E+Fala
 
Língua e linguagem 1
Língua e linguagem 1Língua e linguagem 1
Língua e linguagem 1
 
Linguagem e Comunicação
Linguagem e ComunicaçãoLinguagem e Comunicação
Linguagem e Comunicação
 
Linguagem e língua
Linguagem e línguaLinguagem e língua
Linguagem e língua
 
6º ano E. F. II - Linguagem verbal e não verbal
6º ano E. F. II - Linguagem verbal e não verbal6º ano E. F. II - Linguagem verbal e não verbal
6º ano E. F. II - Linguagem verbal e não verbal
 
Linguagem
LinguagemLinguagem
Linguagem
 
Lingua e fala
Lingua e falaLingua e fala
Lingua e fala
 
Língua e linguagem, código linguístico, funções da linguagem
Língua e linguagem, código linguístico, funções da linguagemLíngua e linguagem, código linguístico, funções da linguagem
Língua e linguagem, código linguístico, funções da linguagem
 
Linguagem e língua 97
Linguagem e língua 97Linguagem e língua 97
Linguagem e língua 97
 
Linguagem, língua e fala
Linguagem, língua e falaLinguagem, língua e fala
Linguagem, língua e fala
 
Linguagem Oral e Escrita
Linguagem Oral e EscritaLinguagem Oral e Escrita
Linguagem Oral e Escrita
 
Linguagem, Adequação da linguagem, língua e código
Linguagem, Adequação da linguagem, língua e códigoLinguagem, Adequação da linguagem, língua e código
Linguagem, Adequação da linguagem, língua e código
 
Figuras de-linguagem
Figuras de-linguagemFiguras de-linguagem
Figuras de-linguagem
 
Variação linguistica aulão
Variação linguistica   aulãoVariação linguistica   aulão
Variação linguistica aulão
 
6º ano E. F. II - Variação Linguística
6º ano E. F. II - Variação Linguística6º ano E. F. II - Variação Linguística
6º ano E. F. II - Variação Linguística
 
Variedades linguísticas
Variedades linguísticasVariedades linguísticas
Variedades linguísticas
 
Variedades linguísticas
Variedades linguísticasVariedades linguísticas
Variedades linguísticas
 
Linguagem verbal e não verbal aula 03
Linguagem verbal e não verbal   aula 03Linguagem verbal e não verbal   aula 03
Linguagem verbal e não verbal aula 03
 
Variedades Linguísticas
Variedades LinguísticasVariedades Linguísticas
Variedades Linguísticas
 
Linguagem lingua e código
Linguagem lingua  e códigoLinguagem lingua  e código
Linguagem lingua e código
 

Semelhante a Lingua em uso linguagem e lingua

LINGUAGEM_LINGUA_LEIUTRA_TEXTO.pptx
LINGUAGEM_LINGUA_LEIUTRA_TEXTO.pptxLINGUAGEM_LINGUA_LEIUTRA_TEXTO.pptx
LINGUAGEM_LINGUA_LEIUTRA_TEXTO.pptxElizianeFreire2
 
Gêneros Textuais - Fala e Escrita
Gêneros Textuais - Fala e EscritaGêneros Textuais - Fala e Escrita
Gêneros Textuais - Fala e EscritaIanka Targino
 
concepção sociointeracionista no ensino
concepção sociointeracionista no ensinoconcepção sociointeracionista no ensino
concepção sociointeracionista no ensinoNadia Biavati
 
Estudos da linguagem
Estudos da linguagemEstudos da linguagem
Estudos da linguagemDllubia
 
Resumo da Disciplina Prática Profissional: Linguística Aplicada
Resumo da Disciplina Prática Profissional: Linguística AplicadaResumo da Disciplina Prática Profissional: Linguística Aplicada
Resumo da Disciplina Prática Profissional: Linguística AplicadaEspaço da Criatividade Encantado
 
O que é discurso helena brandão
O que é discurso helena brandãoO que é discurso helena brandão
O que é discurso helena brandãoRose Moraes
 
Estágio 1o.dia
Estágio   1o.diaEstágio   1o.dia
Estágio 1o.dialiterenata
 
Novos letramentos e planejamento de cursos de línguas
Novos letramentos e planejamento de cursos de línguasNovos letramentos e planejamento de cursos de línguas
Novos letramentos e planejamento de cursos de línguasFelipeNbrega12
 
Slide prod. e compreens. escrita (quase)
Slide prod. e compreens. escrita (quase)Slide prod. e compreens. escrita (quase)
Slide prod. e compreens. escrita (quase)Ana Camila
 
TRABALHO: COMO AUTOR: TRAVAGLIA TRABALHA SUA SEQUÊNCIA DE LIVRO NO ENSINO FU...
TRABALHO: COMO AUTOR:  TRAVAGLIA TRABALHA SUA SEQUÊNCIA DE LIVRO NO ENSINO FU...TRABALHO: COMO AUTOR:  TRAVAGLIA TRABALHA SUA SEQUÊNCIA DE LIVRO NO ENSINO FU...
TRABALHO: COMO AUTOR: TRAVAGLIA TRABALHA SUA SEQUÊNCIA DE LIVRO NO ENSINO FU...universigatas
 
Língua portuguesa na educação profissional de nível médio
Língua portuguesa na educação profissional de nível médioLíngua portuguesa na educação profissional de nível médio
Língua portuguesa na educação profissional de nível médioThiago Soares
 
Gêneros do discurso o que os pcns dizem e o que a prática escolar revela
Gêneros do discurso o que os pcns dizem e o que a prática escolar revelaGêneros do discurso o que os pcns dizem e o que a prática escolar revela
Gêneros do discurso o que os pcns dizem e o que a prática escolar revelaFrancimeire Cesario
 
Unidade 5 a diversidade textual em sala de aula final
Unidade 5 a diversidade textual em sala de aula  finalUnidade 5 a diversidade textual em sala de aula  final
Unidade 5 a diversidade textual em sala de aula finalNaysa Taboada
 
Unidade 5 a diversidade textual em sala de aula final
Unidade 5 a diversidade textual em sala de aula  finalUnidade 5 a diversidade textual em sala de aula  final
Unidade 5 a diversidade textual em sala de aula finalNaysa Taboada
 
Ensino da lingua portuguesa
Ensino da  lingua portuguesaEnsino da  lingua portuguesa
Ensino da lingua portuguesaGerdian Teixeira
 

Semelhante a Lingua em uso linguagem e lingua (20)

LINGUAGEM_LINGUA_LEIUTRA_TEXTO.pptx
LINGUAGEM_LINGUA_LEIUTRA_TEXTO.pptxLINGUAGEM_LINGUA_LEIUTRA_TEXTO.pptx
LINGUAGEM_LINGUA_LEIUTRA_TEXTO.pptx
 
Gêneros Textuais - Fala e Escrita
Gêneros Textuais - Fala e EscritaGêneros Textuais - Fala e Escrita
Gêneros Textuais - Fala e Escrita
 
B praticas deleitura
B praticas deleituraB praticas deleitura
B praticas deleitura
 
concepção sociointeracionista no ensino
concepção sociointeracionista no ensinoconcepção sociointeracionista no ensino
concepção sociointeracionista no ensino
 
Estudos da linguagem
Estudos da linguagemEstudos da linguagem
Estudos da linguagem
 
Resumo da Disciplina Prática Profissional: Linguística Aplicada
Resumo da Disciplina Prática Profissional: Linguística AplicadaResumo da Disciplina Prática Profissional: Linguística Aplicada
Resumo da Disciplina Prática Profissional: Linguística Aplicada
 
O que é discurso helena brandão
O que é discurso helena brandãoO que é discurso helena brandão
O que é discurso helena brandão
 
Estágio 1o.dia
Estágio   1o.diaEstágio   1o.dia
Estágio 1o.dia
 
Novos letramentos e planejamento de cursos de línguas
Novos letramentos e planejamento de cursos de línguasNovos letramentos e planejamento de cursos de línguas
Novos letramentos e planejamento de cursos de línguas
 
Slide prod. e compreens. escrita (quase)
Slide prod. e compreens. escrita (quase)Slide prod. e compreens. escrita (quase)
Slide prod. e compreens. escrita (quase)
 
308
308308
308
 
TRABALHO: COMO AUTOR: TRAVAGLIA TRABALHA SUA SEQUÊNCIA DE LIVRO NO ENSINO FU...
TRABALHO: COMO AUTOR:  TRAVAGLIA TRABALHA SUA SEQUÊNCIA DE LIVRO NO ENSINO FU...TRABALHO: COMO AUTOR:  TRAVAGLIA TRABALHA SUA SEQUÊNCIA DE LIVRO NO ENSINO FU...
TRABALHO: COMO AUTOR: TRAVAGLIA TRABALHA SUA SEQUÊNCIA DE LIVRO NO ENSINO FU...
 
Gêneros Textuais
Gêneros TextuaisGêneros Textuais
Gêneros Textuais
 
Língua portuguesa na educação profissional de nível médio
Língua portuguesa na educação profissional de nível médioLíngua portuguesa na educação profissional de nível médio
Língua portuguesa na educação profissional de nível médio
 
Gêneros do discurso o que os pcns dizem e o que a prática escolar revela
Gêneros do discurso o que os pcns dizem e o que a prática escolar revelaGêneros do discurso o que os pcns dizem e o que a prática escolar revela
Gêneros do discurso o que os pcns dizem e o que a prática escolar revela
 
Unidade 5 a diversidade textual em sala de aula final
Unidade 5 a diversidade textual em sala de aula  finalUnidade 5 a diversidade textual em sala de aula  final
Unidade 5 a diversidade textual em sala de aula final
 
Unidade 5 a diversidade textual em sala de aula final
Unidade 5 a diversidade textual em sala de aula  finalUnidade 5 a diversidade textual em sala de aula  final
Unidade 5 a diversidade textual em sala de aula final
 
Apresentação intérprete educacional
Apresentação intérprete educacionalApresentação intérprete educacional
Apresentação intérprete educacional
 
Ensino da lingua portuguesa
Ensino da  lingua portuguesaEnsino da  lingua portuguesa
Ensino da lingua portuguesa
 
Leitura e produção
Leitura e produçãoLeitura e produção
Leitura e produção
 

Mais de Moises Ribeiro

Questões multipla escolha segmentação
Questões multipla escolha segmentaçãoQuestões multipla escolha segmentação
Questões multipla escolha segmentaçãoMoises Ribeiro
 
Questões multipla escolha diferenciação
Questões multipla escolha  diferenciaçãoQuestões multipla escolha  diferenciação
Questões multipla escolha diferenciaçãoMoises Ribeiro
 
Questões dissertativas mercado global
Questões dissertativas mercado globalQuestões dissertativas mercado global
Questões dissertativas mercado globalMoises Ribeiro
 
Aula 6 gestão de marketing
Aula 6 gestão de marketingAula 6 gestão de marketing
Aula 6 gestão de marketingMoises Ribeiro
 
Questionário de quinta
Questionário de quintaQuestionário de quinta
Questionário de quintaMoises Ribeiro
 
Lean manufacturing slides
Lean manufacturing slidesLean manufacturing slides
Lean manufacturing slidesMoises Ribeiro
 
Questionário de quinta
Questionário de quintaQuestionário de quinta
Questionário de quintaMoises Ribeiro
 
Questionário josé roberto
Questionário josé robertoQuestionário josé roberto
Questionário josé robertoMoises Ribeiro
 
Localização industrial slide
Localização industrial slideLocalização industrial slide
Localização industrial slideMoises Ribeiro
 
Trabalho final kaizen~ (1)
Trabalho final kaizen~ (1)Trabalho final kaizen~ (1)
Trabalho final kaizen~ (1)Moises Ribeiro
 
Prod textos atividade_gestao_10_5
Prod textos atividade_gestao_10_5Prod textos atividade_gestao_10_5
Prod textos atividade_gestao_10_5Moises Ribeiro
 
Prod textos atividade_gestao_10_5
Prod textos atividade_gestao_10_5Prod textos atividade_gestao_10_5
Prod textos atividade_gestao_10_5Moises Ribeiro
 
Sistemas de amortização
Sistemas de amortizaçãoSistemas de amortização
Sistemas de amortizaçãoMoises Ribeiro
 
Sistemas de amortização
Sistemas de amortizaçãoSistemas de amortização
Sistemas de amortizaçãoMoises Ribeiro
 
Modalizadores gqm 26_04
Modalizadores gqm 26_04Modalizadores gqm 26_04
Modalizadores gqm 26_04Moises Ribeiro
 

Mais de Moises Ribeiro (20)

Questões multipla escolha segmentação
Questões multipla escolha segmentaçãoQuestões multipla escolha segmentação
Questões multipla escolha segmentação
 
Questões multipla escolha diferenciação
Questões multipla escolha  diferenciaçãoQuestões multipla escolha  diferenciação
Questões multipla escolha diferenciação
 
Questões dissertativas mercado global
Questões dissertativas mercado globalQuestões dissertativas mercado global
Questões dissertativas mercado global
 
W m s
W m sW m s
W m s
 
Trabalho wms
Trabalho wmsTrabalho wms
Trabalho wms
 
Aula 6 gestão de marketing
Aula 6 gestão de marketingAula 6 gestão de marketing
Aula 6 gestão de marketing
 
Questionário de quinta
Questionário de quintaQuestionário de quinta
Questionário de quinta
 
Lean manufacturing slides
Lean manufacturing slidesLean manufacturing slides
Lean manufacturing slides
 
Questionário de quinta
Questionário de quintaQuestionário de quinta
Questionário de quinta
 
Questionário josé roberto
Questionário josé robertoQuestionário josé roberto
Questionário josé roberto
 
Localização industrial slide
Localização industrial slideLocalização industrial slide
Localização industrial slide
 
Trabalho jit odirlei
Trabalho jit   odirleiTrabalho jit   odirlei
Trabalho jit odirlei
 
Kaizen
KaizenKaizen
Kaizen
 
Trabalho final kaizen~ (1)
Trabalho final kaizen~ (1)Trabalho final kaizen~ (1)
Trabalho final kaizen~ (1)
 
Kaizen
KaizenKaizen
Kaizen
 
Prod textos atividade_gestao_10_5
Prod textos atividade_gestao_10_5Prod textos atividade_gestao_10_5
Prod textos atividade_gestao_10_5
 
Prod textos atividade_gestao_10_5
Prod textos atividade_gestao_10_5Prod textos atividade_gestao_10_5
Prod textos atividade_gestao_10_5
 
Sistemas de amortização
Sistemas de amortizaçãoSistemas de amortização
Sistemas de amortização
 
Sistemas de amortização
Sistemas de amortizaçãoSistemas de amortização
Sistemas de amortização
 
Modalizadores gqm 26_04
Modalizadores gqm 26_04Modalizadores gqm 26_04
Modalizadores gqm 26_04
 

Lingua em uso linguagem e lingua

  • 1. Profa. Dra. Rosana Helena Nunes
  • 2. A) Imagens construídas pela/na comunicação verbal B) Uso da língua nas diferentes esferas sociais C) Comunicação verbal e suas implicações: modalidade oral e escrita da linguagem
  • 3.
  • 4.  Como a comunicação verbal é Esses fenômenos de também uma relação social, polidez estão integrados ela se submete como tal às regras que costumamos chama na teoria denominada “das de polidez. Transgredir uma lei faces”, desenvolvida desde do discurso (falar fora do o final dos anos setenta assunto, ser hermético, não dar principalmente por Brown as informações solicitadas etc.) e Levinson, que se é ser chamado de “mal- educado”. O simples fato de inspiraram no sociólogo dirigir a palavra a alguém, de americano E. Goffman. monopolizar sua atenção já é  Politeness, Cambridge, uma intrusão no seu espaço, um Cambridge University Press, ato potencialmente agressivo. 1987.
  • 6. Teoria de Faces (Goffman, 1985) Considera-se que todo indivíduo possui duas faces; o termo “face” deve aqui ser tomado no sentido que este termo possui uma expressão como “perder a face”: Uma face negativa, que corresponde ao “território” de cada um (seu corpo, sua intimidade, etc.); Uma face positiva, que corresponde à “fachada” social à nossa própria imagem valorizante que tentamos apresentar aos outros.
  • 7.
  • 8. Aprenda a falar em público Uma atuação eficiente exige capacidade de comunicação – seja para falar com uma pessoa ou uma plateia cheia. Aprenda a preparar as apresentações com cuidado, manter-se calmo e avaliar o desempenho com honestidade. Isso também envolve o aspecto linguístico da escrita.
  • 9.
  • 10. Eficácia comunicativa Estudos comprovam que a eficácia comunicativa de algumas empresas proporcionará uma vantagem competitiva capaz de elevar a imagem perante a sua clientela, os seus colaboradores, os seus fornecedores e, também, perante a concorrência. Trata-se de uma competência especial na comunicação, uma preocupação em fazer o melhor, produzir produtos e prestar serviços que tenham arraigados em si um patrimônio cultural que é a Língua Portuguesa, na clareza e objetividade dos textos, na gramática correta, na certeza de que a mensagem transmitida não será geradora de dúvidas, e sim de uma interpretação adequada a outrem.
  • 11.
  • 12.
  • 13. A partir dessas considerações, quais as consequências, para a formação do profissional EM GESTÃO, do USO INADEQUADO DA LÍNGUA?
  • 14.
  • 15. Língua, cultura e comunicação não podem ser vistas de modo isolado. Há uma interdefinição recíproca entre esses três aspectos. As representações simbólicas inerentes à cultura - seja ela organizacional ou de qualquer outra maneira que se manifeste – constituem a fonte comum do pensamento, da linguagem e da sociedade.
  • 16.
  • 17. Texto é uma unidade  Discurso é a atividade linguística concreta, comunicativa capaz de percebida pela audição gerar sentido entre (na fala) ou pela visão interlocutores. Além (na escrita), que tem dos enunciados verbais, unidade de sentido e engloba outros intencionalidade elementos do processo comunicativo que comunicativa. também participam da construção do sentido do texto.
  • 18.
  • 19. 1. Texto é um objeto de significação: organização ou estruturação que faz do texto um todo de sentido.
  • 20. 2. Texto é um objeto de comunicação: a interação que se estabelece entre destinador e destinatário.
  • 21. 3. O ato da escrita requer conhecimento a respeito de especificidades do texto.
  • 22. 4. Todo texto nasce de outro texto; isso denota o trabalho com a leitura de textos a partir de diferentes gêneros textuais.
  • 23. 5. O texto encontra seu lugar no contexto sócio-histórico que o envolve e que lhe atribui sentido.
  • 24. 6. O texto é considerado o próprio lugar da interação e da constituição dos interlocutores.
  • 25. 7. Atividade de leitura de um texto representa lugar social, vivências, relações com o outro, valores da comunidade, conhecimentos textuais.
  • 26. 8. É fundamental que o leitor considere na e para a produção de sentido as “sinalizações” do texto, além dos conhecimentos que possui.
  • 27. 9. Quem escreve o texto? Quem é seu interlocutor?
  • 28. 10. O uso da língua, para finalidades específicas, norteia-se na “figura” do interlocutor como (co)produtor do texto a ser desenvolvido.
  • 29. Se o texto é um tecido verbal estruturado para que as ideias formem um todo coeso, uno e coerente, cabe ao bom profissional se utilizar da linguagem de forma sugestiva, atraente para atingir o seu objetivo. (MEDEIROS, 2007).
  • 30.
  • 31. Modalidade oral e/ou escrita da linguagem A língua materna encontra-se em todas as áreas do conhecimento e do saber humano: na troca de ideias sobre determinado assunto, nas negociações, na compra e venda de produtos ou serviços, na roda de amigos, nos bancos acadêmicos, no comércio, na indústria, nas organizações públicas, enfim, em todos os locais onde há seres humanos, seja na modalidade oral ou escrita da linguagem.
  • 32. LINGUAGEM LÍNGUA Linguagem é a Língua é o tipo de representação do código formado por pensamento por meio palavras e leis de sinais que combinatórias por permitem a meio do qual as comunicação e a pessoas se comunicam interação entre os e interagem entre si. sujeitos.
  • 33. Língua: modalidades oral e escrita Língua e Escrita Condições de produção e uso da linguagem Fatores em relação às Interação face a face e duas modalidades de interlocutor não língua (oral e escrita) presente na escrita
  • 34. Fala e escrita (Marcuschi, 2001) Fala = Escrita entrevista oral = entrevista impressa Fala = Fala conferência, tradução simultânea texto escrito, exposição Escrita = Fala oral texto escrito, resumo Escrita = Escrita escrito
  • 35. Língua e reescrita no ensino superior Produção de artigo, Processo de construção resenha, resumo e refacção da escrita Reelaboração no plano Apropriação dos textual-discursivo gêneros textuais em contextos de situações de escrita
  • 36. Língua e reescrita no ensino superior Gêneros acadêmicos Recursos linguísticos, variedade linguística Atividade de escrita e Processo sócio- reescrita interativo Operações linguístico- Processo de refacção discursivas como indício de reflexão sobre a linguagem
  • 37. A atividade de reescrita corresponde aos processos de retextualização que não é um processo mecânico, uma vez que envolve processos de textualização. Segundo Marcuschi (2001, p. 47), a passagem da fala para a escrita não é a passagem do caos para a ordem: é a passagem de uma ordem para outra ordem.
  • 38. Língua e vida O destinatário deve supor que o produtor do enunciado respeita certas “regras do jogo”, ou seja, a produção do enunciado se dá pela própria intenção de comunicar algo que diz respeito àqueles a quem é dirigido. A língua penetra na vida através dos enunciados concretos que a realizam, e é também através dos enunciados concretos que a vida penetra na língua. (Mikhail Bakhtin, 1992, p. 282)
  • 39. Referências  BAKHTIN, M. (1979). Os gêneros do discurso. Estética da criação verbal. SP: Martins fontes, 1992. pp. 277-326.  FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa. Positivo, 2009.  GOFFMAN, Erving. A representação do eu na vida cotidiana. Petrópolis: Vozes, 1985.  GOLD, Mirian. Redação empresarial: escrevendo com sucesso na era da globalização. São Paulo. Pearson Prentice Hall, 2005.  KOCK, I. V. A inter-ação pela linguagem. São Paulo: Contexto, 1998.  KOCH, I. Villaça & ELIAS, Vanda Maria. Ler e escrever – estratégias de produção textual. SP: Contexto, 2009.  MARCUSCHI, Luiz Antônio. Da fala para a escrita – atividades de retextualização. São Paulo: Cortez, 2001.  MARTINS; ZILBERKNOP. Português Instrumental: de acordo com as atuais normas da ABNT. Atlas, 2009 .  MEDEIROS, João Bosco. Português instrumental: para cursos de contabilidade, economia e administração. 6. ed. São Paulo, Atlas, 2007.  NUNES, Rosana Helena. Construção da identidade política – discursos de Luiz Inácio Lula da Silva. Tese de Doutorado. Língua Portuguesa/PUC-SP, 2006.  NUNES, Rosana Helena, OLIVEIRA, Paulo César, VIVAN, Élide G. S., FURTADO, Otávio Luis P. C. Percursos e práticas – (re)leituras de produções acadêmicas. Sorocaba: CREARTE, 2009.  NUNES, Rosana Helena, OLIVEIRA, Paulo César. Semiótica: (res)significação do saber via imagem. Sorocaba: CREARTE, 2010