Brasil coração do mundo, pátria do evangelho

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Brasil coração do mundo, pátria do evangelho segundo o espírito Humberto de Campos. Mensagem de Chico Xavier

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Brasil coração do mundo, pátria do evangelho

  1. 1. Segundo o espírito Humberto de Campos no livro Brasil Coração do Mundo, Pátria do Evangelho, psicografia de Chico Xavier.
  2. 2. BRASIL : PÁTRIA DO CORDEIRO DE DEUS  Terra de Vera Cruz - primeiro nome do Brasil dado por Pedro Alvares Cabral, misturando religião com a cruz que marcava nossa terra, o Cruzeiro do Sul .  Para esta terra, Jesus transplantou da Palestina, a árvore sagrada dos seus ensinamentos.
  3. 3.  Na idade medieval (476 --- 1453), após observar que o mundo político, econômico e social do ocidente estava conturbado pelo egoísmo, orgulho e vaidade dos habitantes das grandes potências européias,  Jesus, juntamente com Helil (mensageiro encarregado dos problemas sociológicos da Terra), traça um novo roteiro para o desenvolvimento espiritual dos terráqueos.  Para isso, Helil deveria reencarnar em Portugal e direcionar o povo português às conquistas marítimas, com o objetivo de descobrir as terras-virgens da América.
  4. 4.  Encarnado no período 1394-1460, como o heróico infante Henrique de Sagres, operou a renovação das energias portuguesas, expandindo as suas possibilidades realizadoras para além mar, criando as condições necessárias para o futuro descobrimento da "Pátria do Evangelho", que aconteceu em 1500, por Pedro Álvares Cabral.  A grande expedição de Cabral deixou Portugal no dia 7 de março de 1500. Em alto mar, as noites do grande expedicionário são povoadas de sonhos e as falanges de navegadores do infinito impulsionam as caravelas para o coração geográfico do Brasil, abandonando os caminhos da Índias.
  5. 5. ORIGENS ESPIRITUAIS DO POVO BRASILEIRO  Os séculos XV e XVI foram marcados pela influência do "capitalismo comercial", que impulsionou as grandes potências européias ao mar, a fim de colonizar a nova terra. O Brasil, recebe assim, imigrantes das várias regiões do mundo.  Dentro desse quadro, Jesus faz de Ismael o zelador dos patrimônios imortais que constituem a Terra do Cruzeiro, para que seu EVANGELHO de luz fosse implantado no coração de todos que palmilhassem esta Terra.  Outra missão também era reunir os sedentos de justiça divina (degredados), os simples de coração (índios), os humildes e aflitos (escravos), para a formação da alma coletiva de um povo bem-aventurado por sua mansidão e fraternidade.
  6. 6.  A PROCURA DO OURO  A razão principal da manutenção do domínio político portugues nas terras brasileiras era a possibilidade de descobrir imensos tesouros de metais preciosos.  No plano espiritual, essa missão de expandir o espaço conquistado foi entregue a Fernão Dias Paes, que antes de reencarnar fora consolado por Ismael acerca da causa sinistra do ouro, recebendo instruções de que a procura desse metal seria um fator de desenvolvimento econômico, porque edificar-se-iam cidades e fomentar-se-iam a pecuária e a agricultura.  A missão seria árdua e exigiria o máximo de disciplina e para exemplificá-la viu-se na contingência de enforcar o próprio filho, quando esteve encarnado.
  7. 7. OS ESCRAVOS  Rodeado dos seres santificados e venturosos que constituem a corte luminosa de seus mensageiros abnegados, recebeu o Senhor, com a sua complacência, o emissário dileto do seu amor nas terras do Cruzeiro. Ismael, porém, não trazia no coração o sinal da alegria. Seus traços fisionômicos deixavam mesmo transparecer angelical amargura.  — Senhor — exclama ele — sinto dificuldades para fazer prevaleçam os vossos desígnios nos territórios onde pairam as vossas bênçãos dulcificantes.  A civilização, que ali se inicia sob os imperativos da vossa vontade compassiva e misericordiosa, acaba de ser contaminada por lamentáveis acontecimentos.  Os donatários dos imensos latifúndios de Santa Cruz fizeram- se à vela, escravizando os negros indefesos da Luanda, da Guiné e de Angola. Infelizmente, os pobres cativos, miseráveis e desditosos, chegam à pátria do vosso Evangelho como se fossem animais bravios e selvagens, sem coração e sem consciência.
  8. 8.  O mensageiro, porém, não conseguiu continuar. Soluços divinos lhe rebentaram do peito opresso, evocando tão amargas lembranças... O Divino Mestre, porém, cingindo-o ao seu coração augusto e magnânimo, explicou brandamente:  — Ismael, asserena teu mundo íntimo no cumprimento dos sagrados deveres que te foram confiados.  Bem sabes que os homens têm a sua responsabilidade pessoal nos feitos que realizam em suas existências isoladas e coletivas.  Mas, se não podemos tolher-lhes aí a liberdade, também não podemos esquecer que existe o instituto imortal da justiça divina, onde cada qual receberá de conformidade  com os seus atos.
  9. 9.  Os ideais da Revolução Francesa : “Liberdade , Igualdade, Fraternidade” influenciaram a classe dos poucos intelectuais brasileiros.  Estes observaram a ganância pelo ouro por parte dos padres com intuito de aumentar o luxo das igrejas, dos magistrados , aumentar suas fortunas para levarem a Portugal e assim, embriagados pela concepção da liberdade política, Tiradentes e seus seguidores resolvem por em prática esses ideais para a construção da República.  Foram traídos, presos e degredados para a África, com exceção de Tiradentes que foi enforcado e esquartejado.
  10. 10. Tiradentes chega ao plano espiritual (21 de abril de 1792)  O mártir da inconfidência, nos suplícios da forca, é cercado pelas falanges de Ismael, inundando-o de santas consolações e recebe de Ismael as seguintes palavras:  Irmão querido, resgatas hoje os delitos cruéis que cometeste quando foste inquisitor, nos tempos passados.  Redimiste o pretérito obscuro e criminoso, com lágrimas do teu sacrifício em favor da Pátria do Evangelho de Jesus;  Passarás a ser símbolo para a posteridade com o teu heroísmo resignado nos sofrimentos purificadores…
  11. 11. A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL  Verdadeiros sacrifícios se impõem aos mensageiros de Ismael, que se multiplicavam em todos os setores com o objetivo de conciliar seus irmãos encarnados, dentro da harmonia e da paz, sempre com a finalidade de preservar a unidade territorial do Brasil, para que se não dividisse o coração geográfico do Mundo.  D.Pedro recebia imposições das Cortes de Lisboa para voltar à Portugal; mas quando ninguém contava com essa última declaração sua, ele deixa escapar o grito de “Independência ou Morte”, em 07/09/1822, sem suspeitar de que era dócil instrumento de um emissário invisível, que velava pela grandeza da pátria.  Nada mais, nada menos que Tiradentes em espírito .
  12. 12.  D.Pedro I, tinha muitas fraquezas na vida pessoal, na vida conjugal, mas nos momentos em que se tornava receptivo, as falanges de Ismael, aproveitavam para auxiliá-lo na tarefa de consolidação da liberdade da Pátria do Evangelho.  Foi assim que muitos decretos sairam de suas mãos, objetivando, inegavelmente, a tranquilidade geral.
  13. 13.  Longinus, discípulo fiel de Jesus, aceita reencarnar como o grande imperador D. Pedro II, que na expressão dos seus próprios adversários, seria o maior de todos os republicanos de sua pátria.  Este conseguiu, com seu caráter evolucionista, um grande progresso de liberdade de opinião trazendo a calma de volta ao Brasil.  É útil recordarmos o grau de evolução de Longinus (D.Pedro II), que deixou a coroa sem derramamento de sangue, repeliu todas as sugestões dos Espíritos apaixonados pelo poder, não aceitou dinheiro pelo seu exílio, levou consigo ao exílio, apenas um punhado de terra do país que muito souber amar.
  14. 14.  Cumprir-se-ia a promessa de Jesus, de que derramaria as claridades divinas do seu coração sobre toda a carne, para que o Consolador reorganizasse as energias das criaturas, a caminho das profundas transições do século XX.  Em uma das assembléias presididas pelo coração misericordioso e augusto do Cordeiro de Deus, fora destacado um dos grandes discípulos do Senhor, para vir à Terra com a tarefa de organizar e compilar ensinamentos que seriam revelados.  Foi assim que Allan Kardec, em 03/10/1804, nascia, sob à luz da atmosfera terrestre, na cidade de Lião, França.
  15. 15.  Em 29 de agosto de 1831, no Ceará, nascia Adolfo Bezerra de Menezes, o grande discípulo de Ismael, que vinha ao Brasil cumprir elevada missão.  Por volta do ano de 1883 uma plêiade de médiuns curadores notáveis pela sua abnegação, iniciam no RJ, o seu apostolado.  Porém polêmicas esterilizadoras enfraqueciam a Sociedade Espírita desta época, até que chegou a hora do nosso Bezerra assumir o comando com sua harmonia, prudência e discrição, unindo todos os grupos para conduzi-los, suavemente, à sombra da bandeira do grande emissário de Jesus.
  16. 16.  Em 15 de Novembro de 1889, o Marechal Deodoro da Fonseca proclama a República dos Estados Unidos do Brasil.  Confortado pelas luzes do Alto, que nunca o abandonaram, D.Pedro II não permitiu que se derramasse uma gota de sangue brasileiro, no imprevisto acontecimento.  Jesus, consoante à sua promessa, lhe santificaria os cabelos brancos com muita paz e serenidade.  O primeiro cuidado de Ismael, após a Proclamação da República, foi reafirmar no seio dos ambientes espíritas, a necessidade da obra evangélica, favorecendo o fortalecimento da doutrina de tolerância, amor, piedade e perdão do Crucificado.
  17. 17. FEB – Federação Espírita Brasileira  Fundada em 1884 com a finalidade de unir os grupos espíritas e coordenar suas atividades doutrinárias consoante as orientações de Kardec.  Foi presidida por Bezerra de Menezes, o Médico dos Pobres  1949 – Pacto Áureo – unificação da família espírita brasileira  1954 – Caravana da Fraternidade – objetivos: maior união entre os espíritas, propaganda do espiritismo, incentivo as obras assistenciais conforme orientação espírita e ambientação doutrinária nos lares.
  18. 18. Movimento Espírita Brasileiro e as Federativas  conjunto das atividades que têm por objetivo estudar, divulgar e praticar a Doutrina Espírita, contida nas obras básicas de Allan Kardec, colocando-a ao alcance e a serviço de toda a Humanidade.  As Federativas são compostas em níveis municipais, regionais, estaduais ou nacionais, por grupos, centros ou sociedades espíritas, realizando reuniões, encontros, cursos, confraternizações, visando entre outras coisas, o aprimoramento e ampliação das atividades dessas instituições.
  19. 19.  Movimento da Fraternidade • 1946 - mensagem de Irmão Altino a Rafael Ranieri e Jair Soares sobre o surgimento do MOFRA, • 1948 – espírito Victor Hugo informa que o objetivo do MOFRA é o desenvolvimento da chama da fraternidade no Movimento Espírita no Brasil • 1949 – materializações luminosas e instalação do 1º Grupo da Fraternidade • PTP – Programa de Trabalho Permanente: Ensino da Doutrina Espírita e do Evangelho, Assistência Social Espírita, Tarefa de Passes e Formação de Ambientes Espiritualizantes
  20. 20. OSCAL E CIFRATER  1956 - criação da Organização Social Cristã-Espírita André Luiz, como entidade de unificação dos Grupos da Fraternidade  1963 – fundação da Cidade da Fraternidade em Alto Paraíso de Goiás, uma comunidade cristã-espírita com propostas de vivência do Cristianismo Primitivo • Educandário Humberto de Campos- escola particular que atende às crianças da Cifrater, da região e Associação Sylvio Rodrigues Eventos do Movimento da Fraternidade:  Regiões Fraternas  Encontros Regionais Fraternos  Semanas da Fraternidade  Caravanas à Cidade da Fraternidade  COMEMOFRA
  21. 21. O Brasil está cheio de ideologias novas, refletindo a paisagem do século; cabe aos bons operários do Evangelho concentrar suas atividades no esclarecimento das almas e na educação dos espíritos, espalhando com muito trabalho e sacrifício as sementes produtivas na construção da sociedade do futuro.
  22. 22. Qual a contribuição do Movimento Espírita para essa construção? Qual a contribuição do Movimento da Fraternidade? Qual a sua contribuição?

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