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Estudo da Percepção de Riscos Ocupacionais de um grupo de Estudantes de Engenharia de Segurança do Trabalho

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  1. 1. Laboratório de Engenharia de Produção Universidade Estadual do Norte Fluminense UENF Moacyr M. Cardoso | moacyr@ita.br 1 Laboratório de Engenharia de Produção Universidade Estadual do Norte FluminenseUENF Moacyr Machado Cardoso Junior1 Rodrigo Arnaldo Scarpel2 1 Chefe Divisão de Segurança do Trabalho, Doutorando Produção 2 Prof° Departamento Produção - ITA Riscos Ocupacionais: Elaboração do Mapa Perceptual de Riscos utilizando o paradigma psicométrico e métodos multivariados
  2. 2. Laboratório de Engenharia de Produção Universidade Estadual do Norte Fluminense UENF Moacyr M. Cardoso | moacyr@ita.br 2 Sumário 1. Introdução 2. Percepção do Risco e Paradigma Psicométrico 3. Método 4. Resultados e Discussão 5. Considerações finais 6. Referências
  3. 3. Laboratório de Engenharia de Produção Universidade Estadual do Norte Fluminense UENF Moacyr M. Cardoso | moacyr@ita.br 3 Introdução • A Percepção de Riscos vem ganhado destaque no cenário prevencionista nacional e internacional • Gerenciar Riscos: Não basta análise quantitativa – “QRA” • Deve-se incorporar a Percepção das Pessoas sobre as atividades, agentes • A pesquisa de percepção de risco vem sendo desenvolvida desde os trabalhos iniciais de Starr (1969). • Duas teorias predominam:  Paradigma psicométrico, baseado na psicologia e ciências da decisão e;  Teoria cultural desenvolvida por sociólogos e antropólogos.
  4. 4. Laboratório de Engenharia de Produção Universidade Estadual do Norte Fluminense UENF Moacyr M. Cardoso | moacyr@ita.br 4 Introdução Os objetivos deste estudo são: i)Obter o mapa perceptual do risco ocupacional, sob o enfoque do paradigma psicométrico em um grupo de estudantes de pós graduação na área de segurança do trabalho sobre uma lista de perigos que envolvem 4 facetas representadas por agentes físicos, químicos, atividades com predomínio de riscos ergonômicos e atividades com riscos diversos e reconhecidamente perigosas, ii)Testar a hipótese da interpretação regional do espaço de soluções do mapa perceptual, iii)Testar diferenças estatísticas entre os objetos avaliados utilizando ferramentas da estatística multivariada.
  5. 5. Laboratório de Engenharia de Produção Universidade Estadual do Norte Fluminense UENF Moacyr M. Cardoso | moacyr@ita.br 5 Introdução Contribuição A contribuição esperada do trabalho é a de produzir um mapa perceptual do risco utilizando técnicas de visualização de dados multidimensionais, conhecido como escalonamento multidimensional (MDS), auxiliada por ferramentas da estatística da forma, o Procrustes.
  6. 6. Laboratório de Engenharia de Produção Universidade Estadual do Norte Fluminense UENF Moacyr M. Cardoso | moacyr@ita.br 6 Percepção do Risco e o Paradigma Psicométrico A habilidade para sentir e evitar condições ambientais perigosas é necessária para a sobrevivência dos seres vivos. A sobrevivência também é auxiliada pela habilidade de codificar e aprender a partir de experiências passadas. Os seres humanos têm ainda uma capacidade que lhes permite alterar o meio ambiente e se adequar ao mesmo. Essa capacidade tanto pode reduzir como aumentar os riscos. (SLOVIC, 2001)
  7. 7. Laboratório de Engenharia de Produção Universidade Estadual do Norte Fluminense UENF Moacyr M. Cardoso | moacyr@ita.br 7 Percepção do Risco e o Paradigma Psicométrico o paradigma psicométrico, que usa escalas psicofísicas e técnicas de análise multivariada para produzir representações quantitativas ou também conhecidas como mapas cognitivos de atitudes e percepções. No contexto do paradigma psicométrico as pessoas fazem julgamentos quantitativos a cerca do risco atual e desejado de diversos perigos e nível desejado de regulamentação de cada um dos riscos. Estes julgamentos são então relacionados a julgamentos a cerca de outras propriedades, tais como: voluntariedade, temor, conhecimento, controle, benefícios para a sociedade, número de mortes ocorridas em um ano, número de mortes em decorrência de um ano desastroso. (SLOVIC, 1987 e 2001).
  8. 8. Laboratório de Engenharia de Produção Universidade Estadual do Norte Fluminense UENF Moacyr M. Cardoso | moacyr@ita.br 8 Percepção do Risco e o Paradigma Psicométrico Vários autores identificaram os fatores comportamentais que afetam a percepção do risco,  se o risco é natural ou antropogênico,  se é voluntário ou não,  se gera medo,  se é familiar ou novo,  se pode gerar efeitos crônicos, ou catastróficos,  se a pessoa tem controle sobre os mesmos;  situações memoráveis, devido a experiências pessoais, familiares, ou situações muito divulgadas na mídia. (McCRARY e BAUMGARTEN, 2004).
  9. 9. Laboratório de Engenharia de Produção Universidade Estadual do Norte Fluminense UENF Moacyr M. Cardoso | moacyr@ita.br 9 Percepção do Risco e o Paradigma Psicométrico Algumas análises levam em consideração até 18 dimensões, mas que usualmente 80% da variância é explicada com até 3 dimensões pela análise fatorial, e que os fatores que mais tem sido reportado em estudos de percepção:  Novo-Antigo,  Temido-Comum e  Número de expostos. Uma crítica ao paradigma psicométrico: as análises são baseadas em médias e não em todos os dados colhidos. Sjoberg, (2000 e 2002) e Marris et al. (1998)
  10. 10. Laboratório de Engenharia de Produção Universidade Estadual do Norte Fluminense UENF Moacyr M. Cardoso | moacyr@ita.br 10 Método Com o objetivo de avaliar a percepção de uma população de estudantes de pós- graduação na área de segurança do trabalho ao risco ocupacional aplicou-se um questionário. No questionário foram relacionados 29 objetos, divididos em 4 facetas, sendo: o 5 agentes físicos, o 8 agentes químicos, o 11 atividades que envolvem riscos diversos e o 5 atividades relacionadas ao trabalho em escritório com ênfase na ergonomia.
  11. 11. Laboratório de Engenharia de Produção Universidade Estadual do Norte Fluminense UENF Moacyr M. Cardoso | moacyr@ita.br 11 Método Agentes Físicos Ruído Calor Vibração Umidade Radiação não ionizante Agentes Químicos Fumos metálicos Amianto Sílica Chumbo Gasolina Benzeno Mercúrio Nanotecnologia Atvidades com riscos diversos Lavanderia hospitalar Trabalho sob o Sol Colheita Florestal Manutenção elétrica Tubulão fechado Mergulho em profundidade Espaço confinado Altura elevada Operador de Raio-X Galvanoplastia Solda Elétrica Atividades com predomínio de riscos ergonômicos Trabalho escritório Atendente Telemarketing Caixa de Banco Postura Esforço Físico Tabela 1 - Objetos da Pesquisa de Percepção do Risco Ocupacional divididos em 4 Facetas
  12. 12. Laboratório de Engenharia de Produção Universidade Estadual do Norte Fluminense UENF Moacyr M. Cardoso | moacyr@ita.br 12 Método A teoria das Facetas representa uma forma de ligar as propriedades geométricas de uma configuração MDS com atributos dos objetos representados na mesma. Trata-se de uma interpretação regional do espaço MDS baseado em um quadro de referência teórico (BORG e GROENEN, 2005) No presente estudo as facetas estão agrupadas segundo 3 classes de riscos ocupacionais: físico, químico e ergonômico e 1 classe de riscos diversos, que guardam similaridades intrínsecas.
  13. 13. Laboratório de Engenharia de Produção Universidade Estadual do Norte Fluminense UENF Moacyr M. Cardoso | moacyr@ita.br 13 Dimensões Escala Voluntariedade do risco. As pessoas “tomam” este risco voluntariamente Voluntário Involuntário 1 2 3 4 5 6 7 Tempo para Efeito. Em que extensão existe risco de morte imediata ou o risco de morte é tardio. Imediato Tardio 1 2 3 4 5 6 7 Conhecimento do Risco. - Exposto Em que grau o risco é conhecido pelas pessoas que estão expostas a ele. Conhecido Não conhecido 1 2 3 4 5 6 7 Conhecimento do Risco. - Ciência Em que grau o risco é conhecido pela ciência. Conhecido Não conhecido 1 2 3 4 5 6 7 Controle sobre o Risco. Se você está exposto ao risco, em que grau você pode, devido suas habilidades, evitar a morte enquanto está engajado na atividade Controlável Incontrolável 1 2 3 4 5 6 7 Novo. Este risco é novo ou antigo, familiar Novo Antigo 1 2 3 4 5 6 7 Crônico-Catastrófico. Este risco mata uma pessoa por vez (crônico) ou o risco mata um grande número de pessoas de uma única vez (catastrófico) Crônico Catastrófico 1 2 3 4 5 6 7 Comum-Temido. As pessoas aprenderam a conviver com este risco e podem decidir tranquilamente sobre o mesmo, ou é um risco para o qual as pessoas apresentam um grande temor Comum Temor 1 2 3 4 5 6 7 Severidade das Consequências. Qual a probabilidade de que a consequência deste risco seja fatal. Não é Fatal Fatal 1 2 3 4 5 6 7 Método Figura 1 - Dimensões da percepção do risco e respectivas escalas tipo Likert
  14. 14. Laboratório de Engenharia de Produção Universidade Estadual do Norte Fluminense UENF Moacyr M. Cardoso | moacyr@ita.br 14 Método Análise: MDS: Escalonamento Multidimensional GPA: Análise Procrustes Generalizada ( ) 2 1 2 2 ˆ           − = ∑ ∑ < < ji ij ji ijij d dd Stress Perigos Voluntarie dade do risco Tempo para Efeito Conheciment o do Risco. - Exposto Conheciment o do Risco. - Ciência Controle sobre o Risco No vo Crônico- Catastró fico Comu m- Temi do Severidad e das Conseque ncias Ruído Calor Vibração Umidade Radiação não ionizante Fumos Metálicos Solda Elétrica Trabalho sob o Sol Trabalho em altura elevada Trabalho em espaço confinado Mergulho em profundidade Trabalho em Tubulão fechado Operador de RAIO-X Nanotecnologia Lavanderia Hospitalar Colheita Florestal Antendente Telemarketing Trabalho Escritório Caixa de Banco Manutenção Elétrica Galvanoplastia Amianto Silica Chumbo Gasolina Benzeno Mercúrio Esforço físico Postura Dimensão 1 Dimensão2 Ruído Calor
  15. 15. Laboratório de Engenharia de Produção Universidade Estadual do Norte Fluminense UENF Moacyr M. Cardoso | moacyr@ita.br 15 Método A análise das diferenças entre os objetos de uma determinada faceta foi realizada pelo teste multivariado de Hotteling – T2 ao nível de significância de 0,05, segundo a hipótese: Onde j e k são objetos da mesma faceta, e i=1,...,4. Para verificar a confiabilidade inter respondente utilizou-se o Coeficiente Rv, que é uma estatística multivariada que pode variar entre 0 e 1 (0 representa total discordância, ortogonalidade e 1 perfeita concordância). Depende da Covariância e portanto é necessário um teste de significância. H0: Rv=0 (não há associação significativa entre os conjuntos de dados
  16. 16. Laboratório de Engenharia de Produção Universidade Estadual do Norte Fluminense UENF Moacyr M. Cardoso | moacyr@ita.br 16 Resultados e Discussão Maior Perigo MorteMenor Perigo Morte AgentesAmbientaisAtividades Os objetos foram agrupados nas mesmas Facetas iniciais, onde ficou demonstrado que a hipótese inicial se comprovou no espaço de baixa dimensão, ou seja, as facetas originais estão espelhadas na configuração obtida. A única exceção ocorreu com a umidade, pois a mesma restou localizada fora da faceta de agentes físicos, como esperado.
  17. 17. Laboratório de Engenharia de Produção Universidade Estadual do Norte Fluminense UENF Moacyr M. Cardoso | moacyr@ita.br 17 Resultados e Discussão Maior Perigo MorteMenor Perigo Morte AgentesAmbientaisAtividades Em relação à dimensão 1 o mapa perceptual divide nos quadrantes inferiores os riscos químicos, associando os mesmos com o maior perigo de morte e os riscos físicos, associando os mesmos com um menor perigo de morte.
  18. 18. Laboratório de Engenharia de Produção Universidade Estadual do Norte Fluminense UENF Moacyr M. Cardoso | moacyr@ita.br 18 Resultados e Discussão Maior Perigo MorteMenor Perigo Morte AgentesAmbientaisAtividades Em relação à dimensão 2, o mapa divide entre atividades/operações e agentes ambientais. No primeiro quadrante (à esquerda) as atividades afins de escritório, caixa de banco, atendimento telemarketing, postura e esforço físico compõem a faceta de atividades com predominância de riscos ergonômicos e no segundo quadrante (à direita) a faceta de atividades com riscos diversos.
  19. 19. Laboratório de Engenharia de Produção Universidade Estadual do Norte Fluminense UENF Moacyr M. Cardoso | moacyr@ita.br 19 Resultados e Discussão Objeto (N°) 10 12 13 15 17 22 23 24 25 27 Colheita Florestal – 7 0,1741 0,8023 0,0853 0,0017 0,1782 0,288 0,002 0,012 0,008 0,3348 Galvanoplastia – 10 - 0,3747 0,665 0,019 0,4908 0,468 0,029 0,132 0,097 0,0021 Lavanderia hospitalar - 12 - 0,1648 0,004 0,1881 0,163 0,006 0,026 0,018 0,125 Manutenção elétrica – 13 - 0,2369 0,3512 0,421 0,305 0,560 0,4380 0,0026 Mergulho profundo – 15 - 0,0018 0,017 0,822 0,685 0,886 0,0000 Operador Raio-X – 17 - 0,983 0,006 0,022 0,008 0,0019 Solda Elétrica – 22 - 0,052 0,066 0,014 0,0289 Altura elevada – 23 - 0,946 0,629 0,0000 Espaço confinado – 24 - 0,467 0,0002 Tubulão fechado – 25 - 0,0002 Trabalho sob o Sol – 27 - Tabela 2. P-values para o Teste Hotteling T2 na Faceta Atividades com riscos diversos. Resultados conclusão de que não se pode considerar como uma faceta única, ou seja, a mesma pode ser subdivida, e a hipótese inicial está parcialmente refutada mergulho profundo, Altura elevada, Espaço Confinado e Tubulão fechado formam um grupo onde o perigo de morte é acentuado devido as características das atividades, o que pode indicar a existência de uma quinta faceta denominada de atividades com alto potencial de acidentes graves.
  20. 20. Laboratório de Engenharia de Produção Universidade Estadual do Norte Fluminense UENF Moacyr M. Cardoso | moacyr@ita.br 20 Objeto N° 4 8 18 26 Atendimento Telemarketing – 2 0,9161 0,0466 0,2799 0,648 Caixa de Banco – 4 0,1927 0,5461 0,489 Esforço Físico – 8 0,2113 0,007 Postura – 18 0,043 Trabalho escritório - 26 - Resultados e Discussão Tabela 3. P-values para o Teste Hotteling T2 na Faceta Atividades com predomínio de riscos ergonômicos. somente a atividade Caixa de Banco não difere estatisticamente dos demais objetos da faceta, e que o atendimento telemarketing difere estatisticamente de esforço físico, o que é bastante coerente, pois realmente não se identifica a presença de esforço físico nesta atividade. O esforço físico parece não pertencer a esta faceta.
  21. 21. Laboratório de Engenharia de Produção Universidade Estadual do Norte Fluminense UENF Moacyr M. Cardoso | moacyr@ita.br 21 Resultados e Discussão TABELA 4 - P-values para o Teste Hotteling T2 na Faceta Agentes Físicos. Para o caso dos agentes físicos, temos a faceta de maior consistência, com exceção da umidade, conforme citado anteriormente Objeto N° 19 20 29 28 Calor – 5 0,1825 0,443 0,7357 0,0697 RNI – 19 0,4758 0,4487 0,1465 Ruído – 20 0,9225 0,0967 Vibração – 29 - 0,022 Umidade – 28 -
  22. 22. Laboratório de Engenharia de Produção Universidade Estadual do Norte Fluminense UENF Moacyr M. Cardoso | moacyr@ita.br 22 Resultados e Discussão TABELA 5 - P-values para o Teste Hotteling T2 na Faceta Agentes Químicos. Fumos metálicos e Nanotecnologia foram os que diferiram estatisticamente dos demais, exceção feita ao chumbo e fumos metálicos e fumos metálicos e nanotecnologia que não diferiram estatisticamente Objeto N° 3 6 9 11 14 16 21 Amianto – 1 0,2639 0,5581 0,0154 0,1843 0,9556 0,0027 0,188 Benzeno – 3 0,1226 0,0014 0,4789 0,5413 0,0003 0,077 Chumbo – 6 0,1825 0,2010 0,6605 0,0105 0,877 Fumos Metálicos – 9 0,0148 0,0728 0,1549 0,230 Gasolina – 11 0,2077 0,0011 0,348 Mercúrio - 14 0,0068 0,372 Nanotecnologia - 16 0,014 Sílica - 21 -
  23. 23. Laboratório de Engenharia de Produção Universidade Estadual do Norte Fluminense UENF Moacyr M. Cardoso | moacyr@ita.br 23 Resultados e Discussão TABELA 6 - Coeficientes Rv e teste de significância (p-value) inter avaliadores. A comparação inter avaliadores demonstra que somente o avaliador A2 com A5, A7, A9, A10 e A11 o coeficiente Rv não diferiu de 0, isto é, somente nestes casos os avaliadores discordam totalmente. Nos demais casos existe um certo grau de concordância entre as avaliações. Esta avaliação aponta no sentido do avaliador A2 ser um outlier dentro do grupo pesquisado A1 A2 A3 A5 A7 A9 A10 A11 A13 A1 1.0000 0.1763 0.2460 0.3570 0.4823 0.4968 0.5253 0.4386 0.5254 A2 0.0289 1.0000 0.1612 0.1211 0.1007 0.0810 0.1329 0.0334 0.1596 A3 0.0049 0.0389 1.0000 0.1898 0.1924 0.3981 0.2241 0.2524 0.2725 A5 0.0002 0.1176 0.0211 1.0000 0.1710 0.2756 0.2765 0.1926 0.2797 A7 0.0000 0.1436 0.0181 0.0307 1.0000 0.2920 0.5056 0.3194 0.4264 A9 0.0000 0.1983 0.0001 0.0021 0.0028 1.0000 0.4389 0.4563 0.4067 A10 0.0000 0.0692 0.0085 0.0021 0.0000 0.0002 1.0000 0.3385 0.5664 A11 0.0000 0.7138 0.0033 0.0187 0.0009 0.0000 0.0006 1.0000 0.4453 A13 0.0000 0.0425 0.0025 0.0018 0.0001 0.0003 0.0000 0.0000 1.0000
  24. 24. Laboratório de Engenharia de Produção Universidade Estadual do Norte Fluminense UENF Moacyr M. Cardoso | moacyr@ita.br 24 Considerações finais O presente trabalho estudou a percepção de riscos ocupacionais de um grupo de estudantes de pós graduação em segurança do trabalho quando submetidos ao um questionário aplicado segundo o paradigma psicométrico, considerando a hipótese inicial de 29 objetos divididos em 4 facetas. O resultado do NMDS obtido pela análise de 9 dimensões que envolvem a percepção de risco gerou um mapa perceptual em duas dimensões onde a principio as 4 facetas foram representadas no espaço de baixa dimensão. A análise estatística entre os objetos das facetas demonstrou que existem alguns objetos, que não são bem representados, pois diferem dos demais, mas em linhas gerais as facetas geradas são adequadas. A interpretação regional do NMDS foi positiva, devido à geração da representação das facetas consideradas na hipótese inicial. Uma quinta faceta pode ser definida a partir dos objetos com alto potencial de acidentes graves. A introdução da análise de inferência estatística pode ser considerada um incremento à análise do NMDS, embora a hipótese da normalidade multivariada tenha se mostrado limitante. Futuros trabalhos devem ser conduzidos, utilizando teste de permuta ou bootstrap que são indiferentes a hipótese da normalidade multivariada e também a fim de confirmar as configurações obtidas neste trabalho.
  25. 25. Laboratório de Engenharia de Produção Universidade Estadual do Norte Fluminense UENF Moacyr M. Cardoso | moacyr@ita.br 25 Referências BJERKAN, A.M. Health, environment, safety culture and climate - analysing the relationships to occupational accidents Journal of Risk Research, Vol. 13, n.e 4, pp. 445 – 477, 2010. BORG, I., & GROENEN, P. J. Modern Mutidimensional Scaling: Theory and Applications. New York: Springer, 2005. BROMBIN, C. e SALMASO, L. Multi-aspect permutation tests in shape analysis with small sample size. Computational Statistics and Data Analysis. v. 53, p. 3921-3931, 2009. CABRAL, J.M.; PINHEIRO, F.M.; MARROZZI, W.F.; MARCHI, L.C. Red alert program in drilling rigs: A strong decision to show leadership and to involve work force towards zero serious or fatal incidents Society of Petroleum Engineers - SPE International Conference on Health, Safety and Environment in Oil and Gas Exploration and Production, Rio de Janeiro, Vol. 3, pp. 1648-1655. 2010. CARTIER, R., et al. Sorting procedure as an alternative to a product sensory map. Food Quality and Preference, v. 17, p. 562-571, 2006. COX, T. F., & COX, M. A. Multidimensional Scaling (2ª Ed. ed.). London: Chapman & Hall/CRC, 2000. DIJKSTERHUIS, G.B. e GOWER, J.G. The interpretations of generalized Procrustes analysis and allied methods. Urtecht: Oliemans Punter and Partners, 2010. GOWER, J.G. Procrustes Analysis. In: SMELSER, N.J.; BALTES, P.B. International Encyclopedia of Social and Behavioral Sciences. Oxford: Elsevier Science Ltd. p.12141- 12143, 2004. ISBN 13: 978-0-08-043076-8 HUSSON, F. e JOSSE, J., LE, S. e MAZET, J. 2009. FactoMineR: Factor Analysis and Data Mining with R. R package version 1.12. Disponível em: <http://CRAN.R- project.org/package=FactoMineR>. Acesso em: 15 Jan. 2009. JOHNSEN, S.O.; OKSTAD, E.; Aas, A.L.; SKRAMSTAD, T. Proactive indicators of risk in remote operations of oil and gas fields. Society of Petroleum Engineers - SPE International Conference on Health, Safety and Environment in Oil and Gas Exploration and Production, Rio de Janeiro, Vol. 2, pp 804-825. 2010. JOSSE, J., PAGÈS, J., HUSSON, F. Testing the significance of the Rv coefficient. Computational Statistics anda Data Analysis, Vol. 53, pp. 82-91. 1998. KRUSKAL, J.B. Nonmetric multidimensional scaling: a numerical method. Psychometrika, v.29, n.2, p.115-129, 1964. MARRIS, C., LANGFORD, I. H., O´RIORDAN, T. A quantitative test of the cultural theory of risk perceptions: comparison with the psychometric paradigm. Risk Analysis 1998. McCRARY, F., & BAUMGARTEN, M. The Young Epidemiology Scholars Program (YES) . Acesso em 16 de Abr. de 2010, disponível em www.collegeboard.com/prod_downloads/yes/risk_perception.pdf , 2004 McGRATH, T. Equipping hazard and risk awareness training course providers with web based virtual reality risk perception measurement simulation tests. Society of Petroleum Engineers - SPE International Conference on Health, Safety and Environment in Oil and Gas Exploration and Production, Rio de Janeiro, Vol. 3, pp. 1803-1808. 2010. NESTRUD, M. e LAWLESS, H.T. Perceptual mapping of citrus juices using projective mapping and profiling data from culinary professionals and consumers. Food Quality and Preference. , v. 19, p.431-438, 2008. R Development Team (2009), R: A language and environment for statistical computing. Vienna : R. Foundation for Statistical Computing. RODRIGUE, N. 1999. A Comparison of the Performance of Generalized Procrustes Analysis and the Intraclass Coefficient of Correlation to Estimate Interrater Reliability. Montreal : McGill University, 1999. Dissertação de Mestrado, McGill University, 1999. SHAPIRO, S.S.; WILK, M.B. An analysis of variance test for normality (complete samples) Biometrika 1965 52(3-4):591-611; doi:10.1093/biomet/52.3-4.591 SJOBERG, L. Factor in Risk Perception. Risk Analysis Vol. 22, n.4, pp.1-11, 2000. SJOBERG, L.. Are received risk perception model alive and well? Risk Analysis Vol. 20, n.1, pp. 665-669, 2002. SJOBERG, L.; BJORG-ELIN, M.; RUNDMO, T. Explaining risk perception An evaluation of the psychometric paradigm in risk perception research. Trondheim, Norway: Rotunde, 2004. SLOVIC, P. (1987). Perception of Risk. Science , 280-285. SLOVIC, P. Risk Perception. London: Earthscan. 2001 SOARES, J. F. S.; CEZAR-VAZ, M.R.; MENDOZA-SASSI, R.A.; ALMEIDA, T.L.; MUCCILLO-BAISCH, A.L.; SOARES, M.C.F.; COSTA,V.Z. Percepção dos trabalhadores avulsos sobre os riscos ocupacionais no porto do Rio Grande, Rio Grande do Sul, Brasil. Cad. Saúde Pública. vol.24, n.6, pp. 1251-1259. 2008. VENABLES A.C. e RIPLEY B.D. (2002), Modern Applied Statistics with S. - New York : Springer. WEINSTEIN, N. D. Unrealistic optimism about future life events. J. Pers. Soc.Psychol., Vol. 39, n.5,PP. 806-820, 1980 WICKELMAIER, F. An Introduction to MDS. Acesso em 12 de Fev. de 2009, disponível em http://perception.inrialpes.fr/~Arnaud/indexation/mds03.pdf, 2003.

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