Centro Espírita Meimei<br />O Céu,o inferno, o medo da morte e o desencarne na visão espírita.O Céu E O Inferno – Allan Ka...
Obras Básicas Espíritas<br /><ul><li> Primeira Parte – Das Causas Primárias;
 Segunda Parte – Mundo Espírita ou dos Espíritos;
 Terceira Parte – Leis Morais;
 Quarta Parte – Esperanças e Consolações.</li></li></ul><li>Aonde fica o céu?<br />O que é o Céu, tio?<br />
O Céu<br />
O Céu na visão espírita<br />Capítulo III – O Céu E O Inferno – Allan Kardec.<br />Em geral, a palavra céu designa o espaç...
Aonde fica o inferno?<br />E o inferno?<br />
O Inferno<br />
O Inferno na visão espírita<br />Capítulo IV – O Céu E O Inferno – Allan Kardec.<br />Intuição das penas futuras<br />...<...
Penas futuras na visão espírita<br />Capítulo IV – O Céu E O Inferno – Allan Kardec.<br />Código penal da vida futura<br /...
Temor da morte<br />Capítulo II – O Céu E O Inferno – Allan Kardec.<br />Causas do temor da morte<br />O homem, ...tem o s...
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O ceu, o inferno, o medo da morte e o desencarne na visão espirita-Marcelo do N.Rodrigues-CEM

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O ceu, o inferno, o medo da morte e o desencarne na visão espirita-Marcelo do N.Rodrigues-CEM

  1. 1. Centro Espírita Meimei<br />O Céu,o inferno, o medo da morte e o desencarne na visão espírita.O Céu E O Inferno – Allan Kardec.<br />Expositor: Marcelo Rodrigues.<br />
  2. 2. Obras Básicas Espíritas<br /><ul><li> Primeira Parte – Das Causas Primárias;
  3. 3. Segunda Parte – Mundo Espírita ou dos Espíritos;
  4. 4. Terceira Parte – Leis Morais;
  5. 5. Quarta Parte – Esperanças e Consolações.</li></li></ul><li>Aonde fica o céu?<br />O que é o Céu, tio?<br />
  6. 6. O Céu<br />
  7. 7. O Céu na visão espírita<br />Capítulo III – O Céu E O Inferno – Allan Kardec.<br />Em geral, a palavra céu designa o espaço indefinido que circunda a Terra,...<br />As diferentes doutrinas relativamente ao paraíso repousam todas no duplo erro de considerar a Terra centro do Universo,...<br />...<br />...<br />O homem compõe-se de corpo e Espírito: o Espírito é o ser principal, racional, inteligente; o corpo é o invólucro material que reveste o Espírito temporariamente,... Existem, portanto, dois mundos: o corporal, composto de Espíritos encarnados; e o espiritual, formado dos Espíritos desencarnados.<br />Os Espíritos são criados simples e ignorantes, mas dotados de aptidões para tudo conhecerem e para progredirem,...<br />O progresso nos Espíritos é o fruto do próprio trabalho;...<br />A encarnação é necessária ao duplo progresso moral e intelectual do Espírito...<br />Uma só existência corporal é manifestamente insuficiente para o Espírito adquirir todo o bem que lhe falta e eliminar o mal que lhe sobra....<br />No intervalo das existências corporais o Espírito torna a entrar no mundo espiritual, onde é feliz ou desgraçado segundo o bem ou o mal que fez....<br />A reencarnação pode dar-se na Terra ou em outros mundos....<br />...<br />As atribuições dos Espíritos são proporcionadas ao seu progresso, às luzes que possuem, às suas capacidades, experiência e grau de confiança inspirada ao Senhor soberano....<br />Nessa imensidade ilimitada, onde está o Céu? Em toda parte. Nenhum contorno lhe traça limites. Os mundos adiantados são as últimas estações do seu caminho, que as virtudes franqueiam e os vícios interditam. ..<br />
  8. 8. Aonde fica o inferno?<br />E o inferno?<br />
  9. 9. O Inferno<br />
  10. 10. O Inferno na visão espírita<br />Capítulo IV – O Céu E O Inferno – Allan Kardec.<br />Intuição das penas futuras<br />...<br />Não podendo compreender senão o que vê, o homem primitivo naturalmente moldou o seu futuro pelo presente; ...Também o quadro por ele ideado sobre as penas futuras não é senão o reflexo dos males da Humanidade,...Nos climas abrasadores imaginou um inferno de fogo, e nas regiões boreais um inferno de gelo. <br />O inferno cristão imitado do inferno pagão<br />3. O inferno pagão, ..., foi o modelo mais grandioso do gênero, e perpetuou-se no seio dos cristãos,..., os cristãos exageraram em muitos pontos o inferno dos pagãos...<br />4. Os cristãos têm, como os pagãos, o seu rei dos infernos - Satã - com a diferença, porém, de que Plutão se limitava a governar o sombrio império, que lhe coubera em partilha, sem ser mau;...Satã, no entanto, recruta vítimas por toda parte e regozija-se ao atormentá-las com uma legião de demônios armados de forcados a revolvê-las no fogo. <br />5. As mesmas considerações que, entre os antigos, tinham feito localizar o reino da felicidade, fizeram circunscrever igualmente o lugar dos suplícios. Tendo-se colocado o primeiro nas regiões superiores, era natural reservar ao segundo os lugares inferiores, isto é, o centro da Terra,... Os infernos não eram, portanto, um lugar unicamente de suplício: estavam, tal como para os pagãos, nos lugares baixos. A morada dos anjos, assim como o Olimpo, era nos lugares elevados. Colocaram-na para além do céu estelar, que se reputava limitado.<br />
  11. 11. Penas futuras na visão espírita<br />Capítulo IV – O Céu E O Inferno – Allan Kardec.<br />Código penal da vida futura<br />...<br />A completa felicidade prende-se à perfeição, isto é, à purificação completa do Espírito.<br />Não há uma única imperfeição da alma que não importe funestas e inevitáveis consequências, como não há uma só qualidade boa que não seja fonte de um gozo.<br />Em virtude da lei do progresso que dá a toda alma a possibilidade de adquirir o bem que lhe falta, como de despojar-se do que tem de mau, conforme o esforço e vontade próprios, temos que o futuro é aberto a todas as criaturas.<br />Dependendo o sofrimento da imperfeição, como o gozo da perfeição, a alma traz consigo o próprio castigo ou prêmio, onde quer que se encontre, sem necessidade de lugar circunscrito.<br />O bem e o mal que fazemos decorrem das qualidades que possuímos.<br />O Espírito sofre pelo mal que fez, de maneira que, sendo a sua atenção constantemente dirigida para as consequências desse mal, melhor compreende os seus inconvenientes e trata de corrigir-se.<br />Sendo infinita a justiça de Deus, o bem e o mal são rigorosamente considerados, não havendo uma só ação, um só pensamento mau que não tenha consequências fatais, como não na uma única ação meritória.<br />Toda falta cometida, todo mal realizado é uma dívida contraída que deverá ser paga; se o não for em urna existência, sê-lo-á na seguinte ou seguintes, porque todas as existências são solidárias entre si.<br />O Espírito sofre, quer no mundo corporal, quer no espiritual, a consequência das suas imperfeições.<br />A expiação varia segundo a natureza e gravidade da falta,...<br />O arrependimento, conquanto seja o primeiro passo para a regeneração, não basta por si só; são precisas a expiação e a reparação.<br />A cada um segundo as suas obras, no Céu como na Terra: - tal é a lei da Justiça Divina.<br />
  12. 12. Temor da morte<br />Capítulo II – O Céu E O Inferno – Allan Kardec.<br />Causas do temor da morte<br />O homem, ...tem o sentimento inato do futuro; diz-lhe a intuição que a morte não é a última fase da existência e que aqueles cuja perda lamentamos não estão irremissivelmente perdidos. <br />Este temor é um efeito da sabedoria da Providência e uma consequência do instinto de conservação...<br />A proporção que o homem compreende melhor a vida futura, o temor da morte diminui; <br />Para libertar-se do temor da morte é mister poder encará-la sob o seu verdadeiro ponto de vista,...<br />...<br />Outra causa é o apego às coisas terrenas,...<br />Acrescentemos ainda a,... A morte é rodeada de cerimônias lúgubres, mais próprias a infundirem terror do que a provocarem a esperança. Se descrevem a morte, é sempre com aspecto repelente e nunca como sono de transição; todos os seus emblemas lembram a destruição do corpo, mostrando-o hediondo e descarnado; nenhum simboliza a alma desembaraçando-se radiosa dos grilhões terrestres. A partida para esse mundo mais feliz só se faz acompanhar do lamento dos sobreviventes, como se imensa desgraça atingira os que partem; dizem-lhes eternos adeuses como se jamais devessem revê-los. Lastima-se por eles a perda dos gozos mundanos, como se não fossem encontrar maiores gozos no além-túmulo. Que desgraça, dizem, morrer tão jovem, rico e feliz, tendo a perspectiva de um futuro brilhante! A idéia de um futuro melhor apenas toca de leve o pensamento, porque não tem nele raízes. Tudo concorre, assim, para inspirar o terror da morte, em vez de infundir esperança.<br />
  13. 13. Retorno à vida espiritual<br />Capítulo III – O Livro do Espíritos – Allan Kardec.<br />149 Em que se torna a alma logo após a morte? <br />– Volta a ser Espírito, ou seja, retorna ao mundo dos Espíritos, que havia deixado temporariamente.<br />150 A alma, após a morte, conserva sua individualidade? <br />– Sim, nunca a perde. O que seria ela se não a conservasse?<br />150 a Como a alma continua a ter a sua individualidade, uma vez que não possui mais seu corpo material? <br />– Ela ainda tem um fluido que lhe é próprio, tomado da atmosfera de seu planeta e que representa a aparência de sua última encarnação: seu perispírito. <br />152 Que prova podemos ter da individualidade da alma após a morte? <br />– Não tendes essa prova por meio das comunicações que obtendes? Se não fôsseis cegos, veríeis; e, se não fôsseis surdos, ouviríeis, pois muito frequentemente uma voz vos fala e revela a existência de um ser fora de vós.<br />154 O corpo ou a alma sente alguma dor no momento da morte? <br />– Não; o corpo sofre muitas vezes mais durante a vida do que no momento da morte: a alma não toma nenhuma parte nisso. Os sofrimentos que às vezes ocorrem no momento da morte são uma alegria para o Espírito, que vê chegar o fim de seu exílio.<br />155 Como se opera a separação da alma e do corpo? <br />– Quando os laços que a retinham se rompem, ela se desprende.<br />155 a A separação se opera instantaneamente e por uma transição brusca? Há uma linha de demarcação nitidamente traçada entre a vida e a morte? <br />– Não; a alma se desprende gradualmente e não escapa como um pássaro cativo subitamente libertado. Esses dois estados se tocam e se confundem de maneira que o Espírito se desprende pouco a pouco dos laços que o retinham no corpo físico: eles se desatam, não se quebram.<br />
  14. 14. Há muitas moradas...<br />Capítulo III – O Evangelho Segundo O Espiritismo – Allan Kardec.<br />Diferentes estados da alma na erraticidade;<br />Diferentes categorias de mundos habitados;<br />

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