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Trabalho jardim sobre laje

Trabalho jardim sobre laje

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UNIVERSIDADE BRAZ CUBAS


Márcia Megumi I. Nishimori                 RGM 256988




               Jardim Elevado


                             Trabalho apresentado na disciplina de Projeto
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                             Menezes Hespanha.




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Jardim Elevado


       Quando projetamos um jardim sobre lajes, precisamos primeiramente requerer uma
atenção especial para a fase o projeto arquitetônico. A estrutura deve ser devidamente
projetada para suportar o volume de terra de será usado, o qual será determinado
primeiramente pelo porte das plantas que ali serão inseridas, deste modo, podemos saber a
quantidade de terra preparada, argila expandida (drenagem), entre outros itens. Em geral,
recomendado o uso de plantas com raízes superficiais, evitando assim a colocação de arbustos
e árvores que possuam raízes mais profundas.
       Outro fator importante é a localização dos pontos de drenagem (ralos), a posição exata
deve ser definida em planta em numero suficiente para que a água seja escoada, pois em caso
de eventuais vazamentos, será fácil a localização do ponto e assim o conserto. O ralo é
posicionado a cada 3 metros lineares, e aplica-se uma fina tela de arame sobre cada um, para
evitar que raízes cresçam para dentro dos canos.
       Após conferir a primeira etapa do volume que a estrutura deverá suportar e os pontos
de drenagem, passamos para a próxima definição a qual se caracteriza pelo sistema de
impermeabilização da laje. A impermeabilização, um dos passos mais importantes para a
criação dos jardins, ela evita problemas tais como fissuras, manchas, vazamentos e
descolamentos. Existem variados sistemas de impermeabilização, tais como sistemas
moldados in loco, como por exemplo a emulsão asfaltica ( produto a base da resultante da
dispersão do cimento asfaltico     em água, de fácil aplicação, de característica elástica e
flexível), ou então solução asfaltica elastomérica (baseia no composto de cimento asfaltico
diluído em solventes orgânicos, possuindo grande poder elástico). Estas são as de mais fáceis
aplicações, porém a manta asfaltica, um impermeabilizante pré-fabricado, possui um
rendimento, controle da espessura e resistência maiores. O sistema impermeabilizante
garantira a estanqueidade da estrutura, e para isso, normas devem ser atendidas para garantir o
mesmo. Para melhor impermeabilização, pode-se aplicar camadas de argamassa, tintas e
camadas separadoras de papel Kraft betumado.
       Depois de a estrutura ser devidamente impermeabilizada, passamos próxima etapa, o
tratamento das jardineiras propriamente ditas. Colocamos argila expandida diretamente na
estrutura já impermeabilizada, para que haja o escoamento eficaz da água, evitando que o solo
se encharque, prevenindo também os entupimentos dos ralos, já que o mesmo separa a terra
do ralo. Além disso, ela mantém a umidade da terra evitando a necessidade da rega mais de
                                                                                             3
uma vez por dia, pois ela ira absorver o excesso de água da rega e o liberará lentamente.
       Após a argila expandida, deve ser esticada uma manta geotextil (ou manda bidim). A
manda bidim é feita 100% poliéster, permitindo a percolação da água por sua estrutura
permeável. Ela funciona como filtro, retendo impurezas, fazendo com que a água saia mais
limpa para o ralo, também separando a argila expandida da terra preparada para o plantio que
vem em seguida. Para a terra, temos como base as seguintes medidas:


               Vegetação                     Argila expandida (cm)       Solo preparada (cm)
 Forrações (herbáceas peq. e gramados)                  5                         20
   Herbáceas grandes e peq. arbustos                  7,5                        27,5
            Arbustos médios                            10                         35
  Arbustos grandes e arvores pequenas                  20                         40


       Para o solo preparado, evita-se usar terra argilosa. Para uma boa mistura de terra,
leva-se 4 partes de terra mista (terra de barranco sem ervas daninhas e sementes), 1 parte de
areia lavada fina, 1 parte de húmus (material resultante da decomposição de matéria viva,
produzida por bactérias e fungos, ou seja, fertilizante natural) para que o solo seja alimentado.
Deste modo, joga-se o solo preparado sobre a manda bidim de acordo com a vegetação que ali
será inserida.
       Para o plantio das vegetações deve-se estar atento a certas espécies. Muitas delas
parecem inofensivas, mas no futuro se transformam em um grande transtorno. Espécies
características de raízes longas nunca devem ser utilizadas em jardins elevados, pois os danos
com o passar do tempo são desastrosos. As plantas não indicadas são: Fícus, Cipreste,
Junípero, Tuia (pinheirinhos), Schefflera (Brassaia). Algumas espécies de bambus são
desaconselhadas, já as mais indicadas estão Begônia Rex, Acalipha, Bambu de Pesca, Bambu
Japonês, Bambu Metake, Bambusa, Begônia, Dracena, Heliconia, Íris, Ráfia, Trapoeraba.
Deste modo, com as vegetações já definidas, faz-se o plantio no solo preparado finalizando
assim o processo.




                                             Bibliografia


                                                                                               4
•   http://www.pucrs.br/fau/paisagistica/epI_2.pdf

•   http://www.forumdaconstrucao.com.br/conteudo.php?a=36&Cod=272

•   http://www.piniweb.com.br/construcao/noticias/impermeabilizacao-de-jardineiras-
    79596-1.asp
•   http://ericapagel.com.br/blog1/2010/04/20/jardins-suspensos/

•   http://www.arq.ufsc.br/arq5661/trabalhos_2004-2/paisagismo/p3jardim%20laje.htm




                                                                                      5

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Trabalho jardim sobre laje

  • 1. UNIVERSIDADE BRAZ CUBAS Márcia Megumi I. Nishimori RGM 256988 Jardim Elevado Mogi das Cruzes 2012 1
  • 2. UNIVERSIDADE BRAZ CUBAS Márcia Megumi I. Nishimori RGM 256988 Jardim Elevado Trabalho apresentado na disciplina de Projeto E, do 5º semestre do curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Braz Cubas, sob a orientação do Prof°. Sérgio Augusto Menezes Hespanha. Mogi das Cruzes 2012 2
  • 3. Jardim Elevado Quando projetamos um jardim sobre lajes, precisamos primeiramente requerer uma atenção especial para a fase o projeto arquitetônico. A estrutura deve ser devidamente projetada para suportar o volume de terra de será usado, o qual será determinado primeiramente pelo porte das plantas que ali serão inseridas, deste modo, podemos saber a quantidade de terra preparada, argila expandida (drenagem), entre outros itens. Em geral, recomendado o uso de plantas com raízes superficiais, evitando assim a colocação de arbustos e árvores que possuam raízes mais profundas. Outro fator importante é a localização dos pontos de drenagem (ralos), a posição exata deve ser definida em planta em numero suficiente para que a água seja escoada, pois em caso de eventuais vazamentos, será fácil a localização do ponto e assim o conserto. O ralo é posicionado a cada 3 metros lineares, e aplica-se uma fina tela de arame sobre cada um, para evitar que raízes cresçam para dentro dos canos. Após conferir a primeira etapa do volume que a estrutura deverá suportar e os pontos de drenagem, passamos para a próxima definição a qual se caracteriza pelo sistema de impermeabilização da laje. A impermeabilização, um dos passos mais importantes para a criação dos jardins, ela evita problemas tais como fissuras, manchas, vazamentos e descolamentos. Existem variados sistemas de impermeabilização, tais como sistemas moldados in loco, como por exemplo a emulsão asfaltica ( produto a base da resultante da dispersão do cimento asfaltico em água, de fácil aplicação, de característica elástica e flexível), ou então solução asfaltica elastomérica (baseia no composto de cimento asfaltico diluído em solventes orgânicos, possuindo grande poder elástico). Estas são as de mais fáceis aplicações, porém a manta asfaltica, um impermeabilizante pré-fabricado, possui um rendimento, controle da espessura e resistência maiores. O sistema impermeabilizante garantira a estanqueidade da estrutura, e para isso, normas devem ser atendidas para garantir o mesmo. Para melhor impermeabilização, pode-se aplicar camadas de argamassa, tintas e camadas separadoras de papel Kraft betumado. Depois de a estrutura ser devidamente impermeabilizada, passamos próxima etapa, o tratamento das jardineiras propriamente ditas. Colocamos argila expandida diretamente na estrutura já impermeabilizada, para que haja o escoamento eficaz da água, evitando que o solo se encharque, prevenindo também os entupimentos dos ralos, já que o mesmo separa a terra do ralo. Além disso, ela mantém a umidade da terra evitando a necessidade da rega mais de 3
  • 4. uma vez por dia, pois ela ira absorver o excesso de água da rega e o liberará lentamente. Após a argila expandida, deve ser esticada uma manta geotextil (ou manda bidim). A manda bidim é feita 100% poliéster, permitindo a percolação da água por sua estrutura permeável. Ela funciona como filtro, retendo impurezas, fazendo com que a água saia mais limpa para o ralo, também separando a argila expandida da terra preparada para o plantio que vem em seguida. Para a terra, temos como base as seguintes medidas: Vegetação Argila expandida (cm) Solo preparada (cm) Forrações (herbáceas peq. e gramados) 5 20 Herbáceas grandes e peq. arbustos 7,5 27,5 Arbustos médios 10 35 Arbustos grandes e arvores pequenas 20 40 Para o solo preparado, evita-se usar terra argilosa. Para uma boa mistura de terra, leva-se 4 partes de terra mista (terra de barranco sem ervas daninhas e sementes), 1 parte de areia lavada fina, 1 parte de húmus (material resultante da decomposição de matéria viva, produzida por bactérias e fungos, ou seja, fertilizante natural) para que o solo seja alimentado. Deste modo, joga-se o solo preparado sobre a manda bidim de acordo com a vegetação que ali será inserida. Para o plantio das vegetações deve-se estar atento a certas espécies. Muitas delas parecem inofensivas, mas no futuro se transformam em um grande transtorno. Espécies características de raízes longas nunca devem ser utilizadas em jardins elevados, pois os danos com o passar do tempo são desastrosos. As plantas não indicadas são: Fícus, Cipreste, Junípero, Tuia (pinheirinhos), Schefflera (Brassaia). Algumas espécies de bambus são desaconselhadas, já as mais indicadas estão Begônia Rex, Acalipha, Bambu de Pesca, Bambu Japonês, Bambu Metake, Bambusa, Begônia, Dracena, Heliconia, Íris, Ráfia, Trapoeraba. Deste modo, com as vegetações já definidas, faz-se o plantio no solo preparado finalizando assim o processo. Bibliografia 4
  • 5. http://www.pucrs.br/fau/paisagistica/epI_2.pdf • http://www.forumdaconstrucao.com.br/conteudo.php?a=36&Cod=272 • http://www.piniweb.com.br/construcao/noticias/impermeabilizacao-de-jardineiras- 79596-1.asp • http://ericapagel.com.br/blog1/2010/04/20/jardins-suspensos/ • http://www.arq.ufsc.br/arq5661/trabalhos_2004-2/paisagismo/p3jardim%20laje.htm 5