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Pocket Content Tendências de Inovação 2019 - Mercado de Energia

Esse é o Pocket Content do report com as tendências mais importantes de tecnologia e inovação que vão movimentar o setor de energia nesse e nos próximos anos.

Aqui, trazemos todo esse conteúdo em formato de apresentação para você contar aí na sua empresa. Nosso objetivo é despertar o interesse sobre inovação tecnológica e inspirar seus próximos projetos.

Se quiser se aprofundar ainda mais sobre o assunto, leia também o nosso Report Tendências de Inovação 2019 - Mercado de Energia.

Boa apresentação!

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Pocket Content Tendências de Inovação 2019 - Mercado de Energia

  1. 1. Oquevocêveránessa apresentação? O objetivo é oferecer uma perspectiva do andamento e das oportunidades geradas pela necessidade de uma transformação no mercado de energia. Esperamos que o conteúdo forneça insights valiosos sobre a importância da transformação energética para as empresas, economias, meio ambiente e consumidores. Acesse também a versão mais aprofundada desse material: o Report Tendências de Inovação 2019 - Mercado de Energia
  2. 2. Game changers e oportunidades Propulsores da transição e eficiência energética
  3. 3. Blockchain Internet of Energy e 5G Open Energy Digital Twins
  4. 4. Cenários e desafios Movimentos sensíveis para o setor de energia, que serão cada vez mais intensos e devem ser observados de perto.
  5. 5. ➔ Regulações sobre clima e compliance ➔ Meio ambiente e política ➔ Desenvolvimento sustentável ➔ Energia chinesa ➔ Nova Rota da Seda ➔ Revolução do xisto ➔ Redesenho demográfico e superpopulação ➔ Redistribuição energética ➔ Emissão de CO2 ➔ Aquecimento global
  6. 6. ➔ Trust and Reputation ➔ Crise da Água ➔ Dessalinização ➔ Água de reúso ➔ Hidrelétricas e sustentabilidade ➔ Agricultura sintrópica ➔ Projeto UMA ➔ Energias limpas ➔ Energy trading, marketplace e personalized energy ➔ Consumer is the new producer
  7. 7. Mercado de energia: o futuro bate à porta A indústria de base sempre esteve na vanguarda da inovação: o fornecimento de energia é o primeiro passo para o desenvolvimento estrutural das nações. Com o boom populacional que se aproxima, os produtores irão esbarrar no esgotamento de recursos e com o aumento de desastres naturais que ameaçam o equilíbrio do planeta. Para evitar danos que vão afetar nossas vidas, será necessário realizar o processo de transição energética. A solução passa por investir em modelos de negócios mais aderentes ao mundo digital e cada vez mais interconectado e descentralizado. A palavra de ordem é eficiência.
  8. 8. Eficiência energética em pauta As mudanças demográficas trarão grandes rupturas para as cadeias de valor do setor e as empresas precisarão adaptar seus modelos de negócio. A indústria precisa encarar os novos desafios globais de produção de energia. O futuro não demora e já avança no desenvolvimento de smart solutions. Para isso, a Transformação Digital e o processo de transição energética serão cruciais. Tecnologias como o 5G, Blockchain e Internet das Coisas serão determinantes em diversas etapas da cadeia de valor. Valores como eficiência limpa, transparência e segurança serão palavras-chave no processo. ➔ Responsabilidade social e ambiental serão uma realidade na produção energética ➔ Desenvolver capacidades de fornecimento consistentes e escaláveis, utilizando menor gasto energético, será crucial para o crescimento sustentável
  9. 9. Canvas de Tendências de Inovação O Canvas a seguir vai te ajudar a avaliar como as trends que vamos apresentar nesse report podem se encaixar e impactar positivamente a sua empresa. A partir daí implemente as tech-innovation mais transformadoras de maneira estratégica. Mas primeiro, temos dicas para você e sua equipe passarem por esse processo: 1. Imprima o canvas em tamanho A3 (mas sinta-se à vontade para experimentar tamanhos maiores, vale a pena!). 2. Use pequenas notas adesivas para editar mais facilmente cada campo e movê-las conforme desejar. 3. Inicie o canvas priorizando as tendências mais alinhadas ao momento da sua empresa. Preencha o campo ‘Nome da Tendência’. Em seguida, passe para o campo ‘Evidência’, complete cada uma das quatro partes. Siga marcando as caixas nos campos ‘Urgência’ e ‘Tempo desejado para o mercado’. 4. Quase terminando. Agora, é só acessar as “Próximas etapas” para encontrar dicas para avançar com a implementação da tendência ou ideia.
  10. 10. Conceito Blockchain é uma tecnologia que funciona como uma espécie de banco de dados compartilhado, em que todos os usuários podem visualizar as informações. São bases de registros e dados que constituem um índice global para as transações de um determinado mercado. E essas informações ficam gravadas para sempre: não podem ser deletadas ou alteradas. O Blockchain será um dos maiores game changers da indústria de energia. Será um serviço de utilidade pública e um dos agentes do desenvolvimento das Smart Cities. O Trilema da Escalabilidade do Blockchain estabelece que a arquitetura da tecnologia deve equilibrar três fatores: segurança, descentralização e escalabilidade.. Blockchain for Smart Cities: Cenário O mindset do uso do Blockchain no setor energético consiste em plataformas extremamente seguras, que reduzem o desperdício e custos e auxiliam na escalada das alternativas energéticas sustentáveis. O Greenchain, como está sendo chamado esse movimento, está avançando na construção de infraestruturas sustentáveis nas cidades globais: as Smart Cities. Smart cities powered by Blockchain Construindo a Era da Energia 4.0
  11. 11. Impacto As smart cities são a concretização da IoT: uso inteligente de dados públicos, evolução da conectividade, cenário do 5G e toda sua infraestrutura técnica. A energia é o elemento crucial para isso. As cidades inteligentes podem ser um selo de garantia da origem das energias renováveis. E o Blockchain é um catalisador no processo de descarbonização da economia e incentiva a produção e o consumo de energia 100% renovável. Além disso, um grande problema no setor elétrico é o roubo de energia. O Blockchain facilitaria o rastreamento da origem da energia ao implementar o mindset digital nas estações, dotando os medidores convencionais de sensores e transformando-os em smart objects capazes de detectar o balanço energético e verificar alterações. ➔ A solução proporciona eficiência, flexibilidade, transparência e economia ao processo de garantia de origem Blockchain for Smart Cities: Smart cities powered by Blockchain Construindo a Era da Energia 4.0
  12. 12. Conceito O avanço da implementação das redes 5G será um catalisador poderoso da atuação da Internet das Coisas no setor de energia, dando origem a uma nova forma de distribuição: a Internet of Energy. Esse sistema de infraestrutura de energia inteligente em rede vai mapear o caminho da energia com medidores e equipamentos de distribuição conectados e automatizados. A solução coleta, organiza e conecta informações individuais a outros elementos de gerenciamento da rede. Internet of Energy and 5G Green Networks Conectando pessoas a futuros sustentáveis
  13. 13. Cenário O sistema estimula a produção autônoma e a criação de micro mercados. Há empresas construindo protótipos de troca de energia com base em medidores inteligentes, sensores e aparelhos de troca de energia nesse momento. Eles são os energy traders. Impacto Já há investimentos na criação de redes 5G verdes — uma combinação de dispositivos em rede, comunicação de alta velocidade e processamento em tempo real de dados. É o 5G que dá o suporte necessário para que as smart cities sejam sustentáveis. Uma infraestrutura inteligente é a chave para possibilitar a integração de fontes de energia alternativas à rede elétrica, criando um único ecossistema. Internet of Energy and 5G Green Networks Conectando pessoas a futuros sustentáveis
  14. 14. Open Energy: a ascensão dos prosumers Conceito A Energia 4.0 verá a chegada de um novo tipo de consumidor no mercado: os prosumers. A tendência é que eles estejam à frente das relações de consumo. A IoE será fundamental, pois permitirá que os prosumers — e consumidores comuns — coordenem a demanda de forma autônoma.
  15. 15. Open Energy: a ascensão dos prosumers Cenário ➔ O quão descentralizadas serão as transações H2H? Será que haverá regulações sobre modalidades de troca de energia? ➔ Como as empresas de energia irão se comportar diante de um cenário de Open Energy:um mercado em que qualquer pessoa pode ser um potencial produtor? Talvez focar em áreas onde a demanda é crescente e perder share of market em locais em que os micromercados estão empoderados? ➔ Antecipar-se e comprar excedente de energia de pequenos produtos para evitar que outras empresas o façam e agregar valor ao serviço? Ou capacitar micromercados bem abastecidos para suprir parte da própria demanda e focar esforços nos mercados emergentes?
  16. 16. Impacto ➔ Repensar modelos de negócios para entender o pleno funcionamento dos novos ecossistemas de energia e pautar as boas práticas de um novo mercado. ➔ Disseminar formas de produção de energia alternativa e empoderar consumidores, a Energia Aberta é uma saída. ➔ As parcerias das empresas de telecomunicações e de energia serão cada vez mais frequentes para facilitar as operações. O foco será o usuário. Open Energy: a ascensão dos prosumers
  17. 17. Digital Twins: Conceito O gêmeo digital é um ativo virtual de um produto ou processo industrial. O modelo é usado para coletar dados continuamente – a partir da comunicação com o seu gêmeo físico –, promover testes de interações e simular mudanças em ambientes inteligentes, gerando previsões de cenários e tomadas de decisão, tudo isso sustentado pelo Machine Learning. Cenário Os Digital Twins elevam a tomada de decisão a outro patamar de eficiência. Seu trunfo fica por conta da alta capacidade de análise prévia das mudanças propostas para as complexas operações dos sistemas energéticos. Esse é o diferencial: a análise preditiva viabiliza ações mais assertivas, redução de gastos com erros não mapeados e diminuição das falhas. um novo ecossistema sem falhas
  18. 18. Impacto No caso das grandes operações energéticas, as cifras reduzidas são bem vultosas. O que faz dos Digital Twins um dos assuntos mais importantes das agendas do mercado de energia. A tecnologia tem colaborado com a mitigação de falhas na distribuição de energia, aproximação das áreas estratégicas e operacionais – e potencializando a eficiência. Nasce um novo ecossistema de soluções muito mais estratégicas. Digital Twins: um novo ecossistema sem falhas
  19. 19. Movimentos que impactam as rotinas do mercado e demandam atenção da indústria. Cenários e desafios
  20. 20. Regulações sobre clima e compliance (ou não) Cenário Em 2017, o presidente Donald Trump anunciou a retirada dos EUA do Acordo de Paris, assinado por Barack Obama, em 2015. O Tratado define diretrizes para a redução das emissões mundiais de dióxido de carbono e passa a valer em 2020. O objetivo é limitar o aquecimento global a menos de 1,5ºC até a virada do século. Impacto Saída norte-americana não é sobre meio ambiente: é sobre política O Tratado de Paris pede contrapartidas mais rápidas para nações desenvolvidas e confere maior tolerância aos países em desenvolvimento. A China é considerada uma economia emergente e conta com condições diferentes. EUA e China travam uma batalha comercial. Trump diz que o acordo dá vantagem competitiva para a China. Para ele, restringir a exploração de carvão, gás e petróleo em 2020, atrapalharia a economia do país.
  21. 21. Desenvolvimento sustentável depende do diálogo Há uma grande oportunidade em jogo com as novas perspectivas de consumo de energia global. Sem os EUA, a China constrói sua reputação de expoente na produção energética sustentável junto à União Europeia. Com isso, Trump já acena com a possibilidade de uma renegociação. Deixar o protagonismo para a China não parece uma boa ideia. A questão certamente movimentará o debate político ambiental dos próximos anos. Regulações sobre clima e compliance (ou não)
  22. 22. A energia chinesa Cenário A evolução crescente da economia chinesa é um fenômeno tão exponencial que é difícil estipular um teto. Para entender o que está acontecendo, é necessário estudar a particular relação do binômio público-privado chinês. Pequim está pronta para assumir o protagonismo Desde o final dos anos 1990, o governo trabalha sua políticas de estado para transformar empresas, como as de energia, em potências globais. Além disso, investiu pesado em tecnologia para criar micro ecossistemas de inovação. Com o crescimento rápido de setores estratégicos e a demanda mundial pela energia chinesa, o subsídio estatal se intensificou, criando uma simbiose peculiar entre estado e iniciativa privada.
  23. 23. Impacto Controvérsia chinesa: poluição galopante e liderança em energia limpa O mercado chinês de consumo de energia é o 2º maior do mundo. A previsão é de que a China responda por aproximadamente 28% do consumo mundial de fontes primárias (petróleo, gás e carvão). Em 2017, o governo chinês anunciou investimento de US$ 360 bilhões em energia renovável em substituição ao carvão. O plano chinês é restringir em 15% o uso de fontes primárias de energia até 2020. Apesar de caminhar para a descarbonização do setor energético, A energia chinesa a China é líder em emissões de gases poluentes há pelo menos 10 anos. Mas a virada de chave parece questão de tempo: os chineses querem ser líderes mundiais no desenvolvimento de energia renovável. O objetivo movimenta US$ 100 bilhões por ano no mercado interno – o dobro se comparado aos números de EUA e UE juntos. Pequim está pronta para assumir o protagonismo
  24. 24. Nova Rota da Seda: investimento tecnológico no exterior Cenário Há mais de 2 mil anos, a Rota da Seda foi a estratégia de expansão comercial da China para estabelecer relações econômicas com 4 continentes. Desde 2013, o governo chinês quer retomar a amplitude das relações comerciais por meio de um legado de tecnologia e infraestrutura pelos países vizinhos. Os avanços energéticos fazem parte desse plano. O país está se tornando um investidor importante nas empresas de eletricidade e é o país que mais investe em fontes renováveis no exterior. Em 2017, os chineses foram responsáveis por suprir 30% da demanda de gás global. O investimento do capital externo chinês em matrizes renováveis tem impulsionado a economia mundial e assegurado fontes energéticas de longo prazo para o país.
  25. 25. Nova Rota da Seda: Impacto Hoje, há US$ 32 bilhões injetados em países como Chile e Brasil, em parcerias de exploração do pré-sal e infraestrutura energética renovável, respectivamente. Com as empresas chinesas assumindo a liderança nas cadeias globais de valor de energia, parcerias com países do Sudoeste Asiático, Mediterrâneo e Leste Europeu serão cruciais para garantir a sustentabilidade energética da China. investimento tecnológico no exterior
  26. 26. O problema do Xisto: o preço da independência Conceito O xisto é uma rocha sedimentar, rica em material orgânico e geralmente localizada abaixo de 1.500 metros da superfície. É um recurso natural não renovável e sua extração pode implicar riscos ambientais que não são totalmente conhecidos. Cenário ➔ A produção do óleo de xisto é feita pelo fracking (ou fratura hídrica). A prática libera altas quantidades de gás metano na atmosfera. Alguns países e estados americanos já proibiram o fracking, pois as autoridades temem riscos como a contaminação do solo e lençóis freáticos. ➔ É importante estar atento à maneira como a OPEP irá reagir, principalmente a partir de 2020, quando a saída dos EUA do Acordo de Paris for concretizada.
  27. 27. Impacto ➔ Revolução do xisto: o novo Sonho Americano O xisto americano modificou a lógica do mercado de petróleo e gás. Com produção crescente, os EUA desafiaram o domínio da OPEP no controle dos preços dos barris. A descoberta do potencial do xisto foi comemorada pela indústria de petróleo e gás norte-americana: o minério pode significar a auto-suficiência energética do país até 2035. O problema do Xisto: o preço da independência O fenômeno do xisto causou um reequilíbrio de forças nos mercados, uma vez que os EUA passaram a depender menos do óleo do Oriente Médio. Segundo a Agência Internacional de Energia (AIE), os EUA se tornarão o líder mundial em volume de extração de petróleo em 2025, chegando em 16,8 milhões de barris. ➔ Atenção à movimentação da China. O país tem prazos mais “amigáveis” no Acordo de Paris e sua população demandará grande disponibilidade energética. Nenhuma opção deverá ser desconsiderada. Se houver xisto de qualidade em território chinês, será explorado cedo ou tarde.
  28. 28. ➔ Envelhecimento dos países desenvolvidos, com natural queda produtiva e redução do PIB. ➔ A Europa menos povoada, mais velha e menos produtiva. O balanço populacional entrará em equilíbrio. ➔ O oposto se espera dos países em fases anteriores de desenvolvimento, particularmente nações africanas. O continente terá o dobro de habitantes até 2050. ➔ A Ásia estará mais populosa. Três países terão papel crucial: China, Índia e Paquistão. Até o final do século, a população indiana terá ultrapassado a chinesa. Os dois países aparecem como as grandes forças emergentes. Redesenho demográfico e superpopulação Dança das cadeiras demográfica irá redesenhar o consumo de energia Cenário Até 2025, o planeta terá 8 bilhões de habitantes. Em 2100, a ONU estima que estejamos na casa dos 11,2 bi. Projeções não são isentas de risco, mas a chance de ocorrerem é alta. Sem dúvida, veremos nos próximos anos mudanças demográficas importantes ao redor do globo.
  29. 29. Impacto Fazer mais com menos: redistribuição energética A demanda por energia crescerá. O desafio é perseguir matrizes energéticas limpas e conseguir a mesma eficiência produtiva sem recorrer ao petróleo e ao carvão mineral. Há bastante oportunidades para escalar a descentralização. Um novo mercado nasce desse gap. Dança das cadeiras demográfica irá redesenhar o consumo de energia Os protagonistas serão os países africanos. Especialistas projetam que, em 2040, a África Subsaariana precisará criar 2 milhões de postos de trabalho/mês para absorver o quórum de pessoas em idade ativa. Kinshasa, Lagos e Nairóbi serão megalópoles apinhadas de gente e com o sistema de distribuição pouco tecnológico. ➔ A criação de infraestrutura energética inteligente, oriunda de fontes limpas, pode ser o diferencial entre um desenvolvimento sustentável e uma superpopulação urbana carente. Redesenho demográfico e superpopulação
  30. 30. Emissão de CO2 o ápice e a queda Cenário O crescimento econômico mundial e a expansão populacional aumentarão o impacto que a ação humana causará no planeta. Relatório das Nações Unidas, de 2018, mostra que as emissões de gás carbônico atingiram níveis históricos: 53,5 gigatoneladas. A Conferência das Nações Unidas reuniu lideranças mundiais durante aproximadamente 10 dias para discutir regras de compliance ao Acordo de Paris. Corrida contra o tempo para criar alternativas sustentáveis
  31. 31. Emissão de CO2 o ápice e a queda Corrida contra o tempo para criar alternativas sustentáveis ➔ Veículos de motores elétricos e movidos a gás somados ao aumento da confiança dos produtores em fontes de energia alternativas serão os principais catalisadores desse processo de transição Impacto Uma verdade inconveniente: nas próximas décadas, o setor de energia será protagonista no aumento de emissões de gases poluentes. A demanda por eletricidade crescerá. Até 2050, ela representará 25% de toda a energia produzida no mundo. Fontes de energia primárias ainda serão o motor da economia global pelos próximos 30 anos. Isso indica um cenário futuro de relativa dependência dos países em relação aos combustíveis fósseis. Entretanto, pesquisas indicam que essa demanda diminuirá em meados de 2030, desacelerando as emissões de carbono. O equilíbrio será alterado positivamente: o gás viverá seus dias de glória e substituirá o carvão e o petróleo.
  32. 32. o último deadlineAquecimento global: Cenário A palavra neutralidade estava no Acordo de Paris, mas desapareceu na versão final. Porém, o princípio existe: a ONU quer que os países atinjam o pico de carbono e comecem a desacelerar as emissões. O objetivo é chegar a um balanço na metade do século: estimativas de cientistas dizem que, para alcançar a meta de aumento de 1,5ºC na temperatura mundial, é necessário eliminar o uso dos combustíveis fósseis até 2050. Em estudo publicado no Nature Climate Change, Thomas Dietz e Eugene Rosa descobriram que a proporção entre crescimento populacional e emissão de carbono é, hoje, de 1 para 1. Eles explicam as “contradições”: países prolíficos, como a China, consomem mais recursos e geram mais emissões de carbono, mas também costumam ser mais dispostos a investir em medidas para reduzir o impacto ambiental. Impacto A verdade é que ainda há bastante dissonância entre o discurso de proteção ambiental e as ações práticas eco-friendly. A aposta no desenvolvimento tecnológico e na eficiência energética através de fontes renováveis é fundamental para abreviar o impacto ambiental durante o ápice do desenvolvimento dos países. o último deadline
  33. 33. o último deadlineTrust and Reputation: Trust is gold Cenário A tecnologia é a força motriz das mudanças no mercado e na sociedade. As novas formas de consumir pedem mais transparência, acesso e independência. A experiência do usuário deixou de ser a cereja desse bolo e passou a ser a festa inteira. Não há como ser competitivo sem trazer o consumidor para o centro das estratégias de negócio: conhecer o cliente é a chave para o sucesso. Impacto Qual é a vantagem de conquistar a confiança do consumidor de energia? Constantes mudanças ressignificam o mercado e promovem novas formas de consumir energia. Novos entrantes – como os prosumers – alteram a dinâmica do setor. Ser referência no segmento faz bastante diferença nesse cenário. Não vai demorar muito e os consumidores terão um menu de escolhas bem mais extenso, com serviço, acesso e preços novos. Informação é petróleo e a transparência é a maior potência do setor. Sai na frente produtores que criam círculos de confiança com seus usuários. Com os dois jogando junto no mesmo time, é mais fácil ter relevância no momento de informar ações para otimizar o consumo e formar os preços.
  34. 34. Um lugar ao sol Empresas que querem estar na dianteira do segmento devem conhecer de ponta a ponta a jornada dos seus consumidores: são as necessidades e desejos deles que guiarão a evolução. Facilitar a vida do comprador de energia é o primeiro passo para fisgar o coração dos clientes. Nesse sentido, User Experience torna-se fundamental nas estratégias de negócio. O que mais é importante para manter uma relação estável com seu cliente? Preparamos um pequeno guia para dar início a um pipeline – que deve ser constantemente alimentado. ➔ Dê olho na fatura: trazer informações claras e corretas, termos de fácil entendimento e nada de letrinhas miúdas. Uma boa dose de UX-Writing faz toda diferença. ➔ Soluções digitais facilitam o acompanhamento do consumo, pagamento e relacionamento, sem contar na redução de áreas de insatisfação. Desenvolver aplicações mobile pode ser o início de uma relação duradoura. ➔ Novos produtos, mais personalizados, é match. Entregar ao cliente a possibilidade de consumir da melhor maneira para ele e não para a empresa é fundamental. Implementação de metodologias com foco no usuário, como o Design Thinking, é bastante promissor. Transparência, segmentação e personalização são soluções comuns para atender um cliente mais exigente e informado. Para que isso se torne viável no mercado de energia, é preciso amadurecer a Cultura data-driven das empresas. Só assim é possível antecipar as necessidades do cliente e mercado.
  35. 35. Alerta spoiler: o futuro do futuro Cenário Se olharmos as companhias que assumem a liderança em diversos mercados, vamos perceber que as tradicionais foram substituídas pelas de tecnologia, que comercializam ou usam dados a seu favor. Impacto Em breve, toda empresa será de inteligência artificial. Todos deverão trabalhar em torno dos dados, decifrando cada vez mais rápido como atender melhor o consumidor. Inicia-se uma era em que as áreas de Tecnologia da Informação ganham cada vez mais status estratégico dentro das empresas.
  36. 36. Cenário Especialistas afirmam que o colapso da água doce no mundo não passa de 2025. A previsão da ONU é que 2,7 bilhões de pessoas fiquem sem acesso à água potável. A gestão de recursos hídricos é um desafio. A humanidade explora recursos de forma nômade, esgotando-os para achar outra fonte. Isso faz com que 2,1 bilhões de pessoas não possuam acesso a uma fonte segura de água potável e 1,8 bilhão utilizem fontes de água contaminada para consumo. planeta água até quando?Crise da Água: Impactos ➔ Dessalinização A dessalinização da água do mar é uma alternativa importante quando a disponibilidade de água doce beira a zero. Porém, o custo de manutenção de uma usina é alto e gasta grande quantidade de energia elétrica. ➔ Águas de reúso O entrave na evolução do método de águas residuais (também conhecida como águas de reúso) são as críticas e o preconceito pelo fato do esgoto ser tratado para ser reutilizado pela população. Especialistas afirmam que não há perigo no consumo e que o resultado do tratamento fornece água pura.
  37. 37. Hidrelétricas são sustentáveis o suficiente? Cenário Segundo pesquisadores da Universidade de Oxford, a construção de grandes barragens para produção de energia não é a melhor alternativa. Ao menos economicamente. Estudo publicado na revista científica Energy Policy aponta que a construção de usinas hidrelétricas ultrapassa muito os limites orçamentários. A construção dura, em média, 2 anos e o custo chega a ficar 96% mais caro do que o previsto por causa de atrasos. Impacto A energia proveniente de hidrelétricas ainda é importante no mundo, mas já tem entrado em declínio nos países desenvolvidos. Nos Estados Unidos, por exemplo, as usinas têm sido sistematicamente substituídas. Hoje, são responsáveis por 6% do fornecimento energético. Os pesquisadores afirmam ainda que não são contra as hidrelétricas, mas que investir em centrais menores em conjunto com matrizes de energia eólica e solar pode ser uma opção com eficiência energética.
  38. 38. Água se planta Cenário Na produção de água, também encontramos oportunidades para o crescimento de uma produção descentralizada e com forte atuação dos prosumers. Há possibilidade do usuário produzir sua própria água a partir da sistemática da agricultura sintrópica. E a solução é bem interessante para o agronegócio. O termo sintropia significa: elemento que contribui para o equilíbrio organizacional. Diversas terras improdutivas devido à extração intensiva de recursos voltaram a produtividade através da agricultura de manejo. Nesse ritmo, o sistema não recupera somente a vegetação, mas também as nascentes. Todo processo ocorre em harmonia com a natureza e por isso é possível contar com o retorno da água, em abundância, para a região. A água acaba por brotar nos hectares plantados. Impacto Esse modelo promove uma enorme redução do uso de água na agricultura, o sistema não para de fazer fotossíntese, evapora água o dia todo e à noite devolve a água, produzindo sua própria chuva. A floresta provoca o aumento na formação de nuvens e na precipitação de chuvas na região influenciada. Sem sombra de dúvidas, a solução da escassez de água doce, no campo, passa por aqui. Mas como a tecnologia pode aumentar a eficiência desse processo?
  39. 39. CASE: Projeto UMA MJV desenvolve solução de IoT A solução UMA é um projeto que combina Big Data e Analytics para coletar, integrar dados, gerar visualizações em dashboards de informações e análises estratégicas para o negócio. O UMA integra enorme volume e variedade de dados a partir de uma série de sensores alocados no campo, e armazena em uma base única de dados. Algoritmos processam esses dados sobre ambiente e solo, transformando-os em análises. As informações podem ser visualizadas acessadas por aplicativo em tempo real. O Agronegócio possui uma série de oportunidades para melhoria da eficiência de produção. A tecnologia aplicada e análise de dados têm grande capacidade de potencializar os resultados do segmento.
  40. 40. Energia Limpa Solar, eólica e nuclear Matrizes de energias limpa são aquelas que não causam poluição pela emissão de gases nocivos à camada de ozônio. Incluem: solar, eólica, nuclear, geotérmica, maremotriz e hidráulica. Aqui, falaremos sobre as 3 primeiras.
  41. 41. Energia Solar: chave da autossuficiência energética Cenário A energia solar é uma das grandes apostas em geração de energia de fontes alternativas da indústria energética mundial. O sol é uma fonte renovável, abundante e é tendência até mesmo nos países nórdicos, considerados os mais frios do globo. Isso ocorre por conta de seu processo de captação. Atualmente, Alemanha, China, Itália, Japão e Estados Unidos são os países com maior capacidade energética instalada. A boa notícia é que diversos países estão aderindo aos painéis fotovoltaicos para a produção de energia, principalmente o mercado de microenergia, o consumidor final.
  42. 42. Impacto Com a queda do custo de produção e instalação das células fotovoltaicas nos últimos anos, a microgeração de energia deve ganhar força, nos próximos anos, e impulsionar a economia compartilhada e o mercado de troca de energia. A previsão é que os prédios comerciais das smart cities sejam auto suficientes energeticamente, cobertos por painéis fotovoltaicos. Assim como os telhados residenciais. A Inteligência Artificial também atuará como grande catalisadora da disseminação da energia solar, principalmente na previsão das condições meteorológicas, otimização da captação e gerenciamento dos sistemas fotovoltaicos. Energia Solar: chave da autossuficiência energética
  43. 43. Energia Eólica: Cenário A energia proveniente dos ventos é a fonte limpa e renovável mais utilizada no mundo. O Global Wind Energy Council prevê que 1/3 de toda produção de energia mundial seja eólica até 2050. Não à toa a ONU considera a energia eólica uma das prioridades no desenvolvimento da economia verde. O custo inicial baixo, a infraestrutura relativamente simples e prazos de manutenção espaçados são pontos positivos na implementação da energia eólica. As torres também podem coexistir com áreas de cultivo de pecuário e gado sem alterações na produtividade. ➔ A intermitência da força dos ventos é um dos únicos ponto negativos, pois os parques eólicos dependem diretamente de condições climáticas favoráveis. Por isso, é necessário cumprir regras técnicas rígidas para posicionamento.
  44. 44. Impacto ➔ Os Estados Unidos possuem perspectivas animadoras para os próximos anos. Gigantes como Google, Apple, Nike, Facebook, Walmart e Microsoft têm mostrado interesse em investir na produção doméstica. ➔ O continente americano é um mercado prolífico. Segundo dados do GWEC, em 2018, Brasil, EUA e México destacaram-se como os maiores produtores de energia eólica nas Américas. O continente comporta ¼ (134 GW) da capacidade eólica mundial. Energia Eólica:
  45. 45. A energia nuclear é a única fonte não renovável da lista e a que menos provoca impacto no meio ambiente. Porém, os resíduos são um ponto de atenção. Apesar de serem poucos, necessitam de descarte cuidadoso e em áreas isoladas para evitar riscos de contaminação. O grau de eficiência energética da energia nuclear é grande. A necessidade energética para mantê-la é cerca de ⅓ menor do que as movidas a diesel, sendo mais barata para o consumidor. Um ponto negativo é o alto investimento: a construção pode chegar a US$ 5 bilhões e o tempo até o funcionamento é cerca de 10 anos. Energia Nuclear: mitigação de riscos para eficiência energética
  46. 46. Impacto Há notória desconfiança com relação à energia nuclear. Mas pode-se dizer que o modelo de produção atômico é seguro. A grande questão é investir em tecnologia para mitigar riscos. Centrais de vigilância inteligentes são eficazes para acompanhar em tempo real os níveis de radiação. O desenvolvimento de soluções tecnológicas para tratamento dos resíduos do processo de produção também será pauta da indústria nos próximos anos. Energia Nuclear: mitigação de riscos para eficiência energética
  47. 47. Cenário O mercado energético atravessa uma enorme revolução chamada: disseminação de arranjos descentralizados. O pontapé inicial desse movimento foi o Acordo de Paris de 2015 que abriu caminhos para o desenvolvimento e a utilização de tecnologias energéticas descentralizadas. O uso de energia renovável, especialmente solar, vem ditando as regras da expansão dessa produção não centralizada nos grandes players. Surge um novo personagem no jogo energético: o prosumer – um híbrido: ora producer, ora consumer. Energia trading, marketplace e personalized energy
  48. 48. Impacto Microredes deverão surgir em um curto espaço de tempo. Com elas, um novo ecossistema energético, não mais unidirecional, mas bidirecional. Será possível adotar soluções de geração de energia em casa com o uso de painéis solares e veículos elétricos (EVs). As tendências são, sem dúvidas, as novas fontes, novos entrantes (pequenos e médios geradores), personalização da entrega a partir das necessidades do consumidor, maior contato entre fornecedor e cliente final, microgrids e blockchain. Energia trading, marketplace e personalized energy
  49. 49. Microredes surgirão em breve e, com elas, um novo ecossistema energético bidirecional. Será possível adotar soluções de geração de energia em casa com o uso de painéis solares e veículos elétricos (EVs). É o marco para o aparecimento de plataformas de transações peer-to-peer, seguindo os conceitos da sharing economy. O mindset do acesso dá as caras no setor. A energia personalizada está democratizando o segmento e ditará mudanças. Só haverá expansão da rede gerada pela produção descentralizada, por fonte solar, se houver um livre mercado com regulação ágil e flexível. A tecnologia oferece novos papéis a compradores e vendedores de energia. Empresas encaram o desafio de se tornarem mais inovadoras e ágeis. Fica bem claro que o ator principal da (r)evolução das novas ofertas de energia é a transformação digital. As tendências são as novas fontes, novos entrantes (pequenos e médios geradores), personalização da entrega a partir das necessidades do consumidor, maior contato entre fornecedor e cliente final, microgrids e blockchain. Consumer is the new producer
  50. 50. ➔ O mundo é hiperconectado. Não só nós, mas os objetos também estão cada vez mais aptos à conexão, entre eles – Machine-to-Machine – e conosco. ➔ A Inteligência Artificial vem se tornando realidade. Vale anotar: no futuro, todas as empresas serão de IA. ➔ A tecnologia está revolucionando o mercado de energia, ressignificando os papéis de usuários e produtores e desafiando as empresas a tornarem-se cada vez mais inovadoras e ágeis para conquistar um consumidor 100% digital. Para permanecer no mercado, mergulhar na Transformação Digital é inevitável: é assim que sua empresa contará com um ecossistema mais sustentável abrangendo usuários, mercado, TI, gestão estratégica e operação. ➔ A prioridade é investir na construção de um DNA Digital para enfrentar os maiores desafios do setor: mudanças climáticas, escassez de recursos e busca por maior eficiência energética. ➔ Podemos ajudar a sua empresa a adotar as melhores soluções de tech-innovation hoje para garantir seu lugar no mercado amanhã. Conclusão
  51. 51. Para não perder tempo, vamos começar agora mesmo com um plano de ação que alinha sua empresa às tendências mais prioritárias. Separamos as ações em 4 grandes pilares: EXPERTISE ➔ Outsourcing de profissionais altamente especializados de TI ➔ Inovação Aberta DESIGN LED ➔ Adoção de abordagem focada no usuário, como o Design Thinking AGILE DELIVERY ➔ Uso de práticas ágeis - como o Agile e Lean - para aumentar a eficiência das áreas, reduzindo prazos, aproximando sua TI da gestão estratégica. IT AS A STRATEGY ➔ Novos modelos de negócios ➔ Serviços, produtos 100% digitais ➔ Adoção de um mindset data-driven: gestão de risco e user-centrism ➔ Virada de chave para uma inteligência artificial: automação de processos, machine-to-machine e business analytics ➔ Blockchain: assegurar a operação de provedores de energia A MJV possui uma série de projetos de Transformação Digital em grandes empresas. É por isso que podemos ajudar sua empresa a mergulhar nos processos de tech-innovation com segurança. Promovemos soluções eficientes, altamente estratégicas e com os maiores ROIs.
  52. 52. www.mjvinnovation.com Mauricio Vianna, CEO mvianna@mjvinnovation.com Ysmar Vianna, Chairman yvianna@mjvinnovation.com Atlanta Houston Rio de Janeiro Sao Paulo Alphaville Curitiba London Paris Lisbon Rome

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