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Mapeamento de áreas de   riscos de GuaratinguetáMaria José Brollo, Lídia Keiko Tominaga, Paulo César Fernandes da Silva   ...
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1- OBJETIVOApresentar     e         discutirtecnicamente os resultados domapeamento de áreas de riscoTermo de Cooperação T...
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- 129 municípios     monitorados- Operação Verão
(até outubro de 2012)
2004                  2006                2008                   2011Alumínio              Cotia             Araraquara   ...
3- MAPEAMENTO DE ÁREAS DE RISCOS                                 DE GUARATINGUETÁ-- Aspectos metodológicos, perigoe risco,...
ANÁLISE DE RISCORisco: é função de eventos naturais perigosos e do    elemento em risco (vulnerabilidade/danos)           ...
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Perigo deEscorregamento
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Mapa de áreas de risco
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Áreas de risco de inundação
Área 2 – Pedreira       Setor A2/S4/R3inu
Área 2 – Pedreira         A2/S6/R4inu
Área 6 – Jardim Tamandaré
Área 6 – Jardim Tamandaré               Setor A6/S4/R4inu
Área 6 – Jardim Tamandaré                Setor A6/S4/R4inu            Setor A6/S17/R3solap
Recomendações  para áreas de        risco de     inundação
Recomendações para áreas de risco de                                                                   inundação•   Remoçã...
MAPEAMENTO DE ÁREAS DE RISCO    DE ESCORREGAMENTO                 Lídia Keiko Tominaga                 Geóloga / Pesquisad...
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ESCORREGAMENTOS PLANARES EM ENCOSTAS URBANAS                                      Guaratinguetá – 2009                    ...
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Mapa de Perigo e Risco de Escorregamento
Metodologia Adotada                                                                 R = f (P x V x D)São avaliados os fato...
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Graus de risco considerados na setorização das áreas                 Grau de Risco        Simbologia                      ...
MAPEAMENTO DE RISCO – ESCALA                                    DE GERENCIAMENTO         Não se observam evidências de in...
MAPEAMENTO DE RISCO – ESCALA                                    DE GERENCIAMENTO         Observa-se a presença de signifi...
Mapa de risco na escala    local 1:3.000
Áreas           Número de setores/Grau de RiscoÁrea 1 – Residencial DavidFernandes Coelho                              2 s...
Área 1 – Residencial David Fernandes Coelho
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Área 2 – Pedreira
Área 2 – Pedreira                    Recomendações:                    • Obras de drenagem superficial                    ...
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Área 3 – Jardim ModeloRecomendações:• Obras de drenagem superficial• Disciplinamento do  escoamento de águas pluviais;• Es...
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Área 8 – Santa Rita
Área 8 – Santa Rita                      Recomendações:                      • Obras de drenagem superficial              ...
Gomeral
Recomendações:Gomeral/Pedrinha• Perigo de escorregamento muito  alto• Realizar estudo geológico-  geotécnico de detalhe co...
Setorização do Risco          Escorregamentos em encostas                    Número de setores / número deGrau de Risco   ...
Distribuição de moradias por grau de                risco               R1               4%          R2         18%       ...
RECOMENDAÇÕES (escorregamentos)         DESCRIÇÃO                                        Serviços de limpeza do terreno, c...
RECOMENDAÇÕES                    DESCRIÇÃO(escorregamentos)                                 Implantação de estruturas de c...
Mapeamento de Risco de Erosão
ErosãoProcesso de desagregação e remoção das partículas do solo, pelaação combinada da gravidade com a água (chuva, enxurr...
Erosão em Sulcos e     Ravinas
BoçorocaMirassol, 2008                 Assoreamento
Mapas de Perigos e Risco de Erosão
Área 25 – Jd Santa Luzia  – R2 (25 moradias)
Área 38 – Spani Atacadista – R2 (7 moradias)
Área 40 – Carrapatos (2 moradias)
Rodovia Paulo Virgílio – SP 171, na altura do km 1 - área de perigo de                               erosão
Av. José Costa Ramos (Av. 1) com a R. Profa Conceição Aparecida Veiga                  Soares - área de perigo de erosão
Setores do Risco de Erosão                                               Nº de setores /    Nº deÁrea                     ...
RECOMENDAÇÕES (erosão)       DESCRIÇÃO                             Implantação de gramíneas, intervenções de pequenoPROTEÇ...
CONCLUSÃO - continuidade do                                          trabalho:-- Responsabilidade do              -Respons...
2- COOPERAÇÃO TÉCNICA IG-CEDEC                         2012 - Política Nacional de                            Proteção e D...
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Mapeamento de Áreas de Risco de Guaratinguetá - Instituto Geológico -29 de agosto de 2012
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O objetivo geral deste estudo consiste em elaborar o mapeamento de riscos de escorregamentos, inundações, erosão, subsidência e colapso de solo do município de Guaratinguetá, SP, nas escalas regional (1:50.000) e local (1:3.000), com o auxílio de levantamentos executados em 2010 e 2011.
Os resultados deste estudo visam fornecer subsídios à Defesa Civil Estadual e Municipal para a identificação e o gerenciamento de perigos e riscos relacionados a escorregamentos, inundação, erosão e colapso de solo em áreas residenciais do município.

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Mapeamento de Áreas de Risco de Guaratinguetá - Instituto Geológico -29 de agosto de 2012

  1. 1. Mapeamento de áreas de riscos de GuaratinguetáMaria José Brollo, Lídia Keiko Tominaga, Paulo César Fernandes da Silva Instituto Geológico29/08/2012 Termo de Cooperação Técnica IG-CEDEC
  2. 2. SUMÁRIO1- Objetivo 3- Mapeamento de áreas de2- Contextualização riscos de Guaratinguetá- Cooperação técnica IG-CEDEC - - Aspectos metodológicos, perigo e risco, abordagem- - Mapeamento de áreas de regional e local risco- - Planos Preventivos de Defesa - - Mapeamento em escala regional Civil (PPDC)- Programa Estadual de - - Mapeamento em escala localPrevenção de Desastres e - - EscorregamentoRedução de Riscos Geológicos - - Inundação - - Solapamento - - Erosão - - Recomendações
  3. 3. 1- OBJETIVOApresentar e discutirtecnicamente os resultados domapeamento de áreas de riscoTermo de Cooperação Técnica IG-CEDEC de02/12/2009, para Mapeamento de áreas deriscos em 9 municípios(Aparecida, Caçapava, Guaratinguetá, Pindamonhangaba, Redenção daSerra, Roseira, Taubaté, Tremembé e São Josédo Rio Preto)07.agosto.2012 - Entrega oficial no Encontro deRegionais de Defesa Civil (CEDEC)
  4. 4. 2- CONTEXTUALIZAÇÃO1988 - PlanosPreventivos de DefesaCivil (PPDC) e Planos deContingência2004 – Mapeamento deáreas de risco emmunicípios do EstadoCooperação técnica IG-CEDEC
  5. 5. 2- CONTEXTUALIZAÇÃOSEÇÃO VPlano Estratégico para Ações Emergenciais e Mapeamento das 1988 - PlanosÁreas de Risco 2009 – Política Estadual de Preventivos de DefesaArtigo 43 - Fica a Defesa Civil do Estado responsável porelaborar o Plano Estratégico para Ações Emergenciais, com a Mudanças Climáticas (Lei nº Civil (PPDC) e Planos deapresentação de estratégias, mecanismos e instrumentos parasua execução. 13.798, de 09/12/2009) Contingência a que se refere o “caput” deste Parágrafo único - O Plano artigo deverá ser apresentado ao Conselho Estadual de Mudanças Climáticas até dezembro de 2010. 2004 – Mapeamento deArtigo 44 - A Defesa Civil do Estado e a Secretaria do MeioAmbiente, ouvido o Comitê Gestor, deverão elaborar o áreas de risco emMapeamento das Áreas de Risco do Estado de São Paulo. municípios doque se refere o “caput” deste Paragrafo1º - O Mapa a Estado artigo fará parte integrante do Plano Estratégico de Ações Emergenciais e deverá ser atualizado a cada 5 (cinco) anos, bem como as propostas de ação deverão ser apresentados ao Conselho Estadual de Mudanças Climáticas até dezembro de 2011. Parágrafo 2º - Caberá aos municípios colaborarem, por meio da Defesa Civil Municipal, na elaboração do Mapeamento das Áreas de Risco do Estado de São Paulo.
  6. 6. 2- CONTEXTUALIZAÇÃO1988 - Planos 2009 – Política Estadual dePreventivos de Defesa Mudanças Climáticas (Lei nºCivil (PPDC) e Planos de 13.798, de 09/12/2009)Contingência 2011 – Programa Estadual de2004 – Mapeamento de Prevenção de Desastres eáreas de risco em Redução de Riscos Geológicosmunicípios do Estado (Decreto Est. nº 57.512, de 11/11/2011)
  7. 7. 2- CONTEXTUALIZAÇÃO1988 - Planos 2009 – Política Estadual dePreventivos de Defesa Mudanças Climáticas (Lei nºCivil (PPDC) e Planos de 13.798, de 09/12/2009)Contingência 2011 – Programa Estadual de2004 – Mapeamento de Prevenção de Desastres eáreas de risco em Redução de Riscos Geológicosmunicípios do Estado (Decreto Est. nº 57.512, de 11/11/2011)Cooperação técnica IG-CEDEC 2012 - Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (Lei Federal nº 12.608, de 10/04/2012)
  8. 8. 2- COOPERAÇÃO TÉCNICA IG-CEDEC1988 - Planos 2009 – Política Estadual dePreventivos de Defesa Mudanças Climáticas (Lei nºCivil (PPDC) e Planos de 13.798, de 09/12/2009)Contingência 2011 – Programa Estadual de2004 – Mapeamento de Prevenção de Desastres eáreas de risco em Redução de Riscos Geológicosmunicípios do Estado (Decreto Est. nº 57.512, de 11/11/2011) 2012 - Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (Lei Federal nº 12.608, de 10/04/2012)
  9. 9. 2- CONTEXTUALIZAÇÃO1988 - Planos 2009 – Política Estadual dePreventivos de Defesa Mudanças Climáticas (Lei nºCivil (PPDC) e Planos de 13.798, de 09/12/2009)Contingência 2011 – Programa Estadual de2004 – Mapeamento de Prevenção de Desastres eáreas de risco em Redução de Riscos Geológicosmunicípios do Estado (Decreto Est. nº 57.512, de 11/11/2011)Cooperação técnica IG-CEDEC 2012 - Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (Lei Federal nº 12.608, de 10/04/2012)
  10. 10. - 129 municípios monitorados- Operação Verão
  11. 11. (até outubro de 2012)
  12. 12. 2004 2006 2008 2011Alumínio Cotia Araraquara AparecidaDiadema Dumont Bebedouro RoseiraMairinque Franco da Rocha Cândido Rodrigues Fernando Prestes 2012Rio Grande da Serra Ilhabela Itanhaém CaçapavaSorocaba Jaboticabal Jambeiro GuaratinguetáVotorantim Paraibuna Matão Pindamonhangaba Piedade Mongaguá Redenção da Serra Poá Monte Alto Taubaté São Sebastião Natividade da Serra Tremembé Tapiraí Peruíbe São José do Rio Preto Ubatuba Rincão São Luiz do Paraitinga Sertãozinho
  13. 13. 3- MAPEAMENTO DE ÁREAS DE RISCOS DE GUARATINGUETÁ-- Aspectos metodológicos, perigoe risco, abordagem regional e local-- Mapeamento em escala regional-- Mapeamento em escala local -- Escorregamento -- Inundação -- Solapamento -- Erosão -- Recomendações
  14. 14. ANÁLISE DE RISCORisco: é função de eventos naturais perigosos e do elemento em risco (vulnerabilidade/danos) Zona de Zona de Zona de localização dos perigo risco elementos sócio- econômico- ambientais
  15. 15. ANÁLISE DE RISCORisco: é função de eventos naturais perigosos e do elemento em risco (vulnerabilidade/danos) Zona de Zona de perigo localização dos elementos sócio- Zona de econômico- risco ambientais
  16. 16. ANÁLISE DE RISCO P D VAnálise de Risco: função deeventos naturais perigosos e do R=P x V x Delemento em risco(vulnerabilidade/danos) P = Perigo V = Vulnerabilidade D= Dano
  17. 17. ANÁLISE DE RISCO (R) Risco de quê, Perigo (P) como e onde?PERIGO: fenômeno potencialmente danoso, o qual pode causar aperda de vidas e ferimentos a pessoas, danos a propriedades,rupturas sociais e econômicas ou degradação ambiental.Cada perigo deve ser caracterizado por seu tipo, localização,intensidade e probabilidade.
  18. 18. ANÁLISE DE RISCO (R) Risco para o quê Elemento em ou para quem? risco (E)ELEMENTO EM RISCO: Indivíduos, população, propriedades,empreendimentos, atividades econômicas, meio ambiente
  19. 19. ANÁLISE DE RISCO (R)Qual aresistência ao Vulnerabilidade(V)risco?VULNERABILIDADE: Condições resultantes de fatores físicos,sociais, econômicos e ambientais, as quais determinam asuscetibilidade de uma comunidade (ou elemento em risco) aoimpacto dos perigos. > vulnerabilidade < vulnerabilidade
  20. 20. ANÁLISE DE RISCO (R)Risco de quanto? Valoração do Dano (D)Contempla a valoração do elemento em risco.É uma estimativa da extensão do dano resultante,expressa por: -perda de vidas e ferimentos a pessoas, -danos a propriedades, -rupturas sociais e econômicas -ou degradação ambiental.
  21. 21. - planejamento do usoe ocupação domunicípio (planodiretor municipal)-- convivência com orisco (monitoramentode áreas de risco -PPDC)-- redução do risco(planejamento deobras)-- reassentamento demoradias (políticahabitacional urbana)-- educação ambientale percepção de risco
  22. 22. Perigo deEscorregamento
  23. 23. Risco deEscorregamento
  24. 24. Perigo deInundação
  25. 25. Risco deInundação
  26. 26. Perigo deErosão
  27. 27. Risco deErosão
  28. 28. - planejamento do usoe ocupação domunicípio (planodiretor municipal)-- convivência com orisco (monitoramentode áreas de risco -PPDC)-- redução do risco(planejamento deobras)-- reassentamento demoradias (políticahabitacional urbana)-- educação ambientale percepção de risco
  29. 29. Mapa de áreas de risco
  30. 30. Mapa de áreas de perigo de inundação DE INUNDAÇÃO
  31. 31. NÚMERO DE SETORES / NÚMERO DE MORADIAS, EQUIPAMENTOS E VIAS, ASSOCIADOS AO GUARATIN- GRAU DE RISCO R1 - risco R4 - risco muito GUETÁ baixo R2 - risco médio R3 - risco alto alto TOTAL ESCORREGAMENTOS 1 setor / 22 5 setores / 102 8 setores / 128 7 setores / 325 21 setores / 577 EM ENCOSTAS moradias moradias moradias moradias moradias 49 setores / 48 setores / 735 28 setores / 10 setores / 102 135 setores / 907 moradias moradias / 1 417 moradias / moradias / 760 2161 moradias / 5 / 3 grandes grande 1 grande metros de vias grandes INUNDAÇÃO equipamentos equipamento / equipamento / equipamentos /PROCESSO ASSOCIADO AO RISCO / 8560 metros 4050 metros de 2428 metros 15798 metros de de vias vias de vias vias SOLAPAMENTO / 2 setores / 8 3 setores / 14 4 setores / 23 2 setores / 4 11 setores / 49 EROSÃO DE moradias moradias / 150 moradias moradias moradias / 150 MARGENS DE metros de vias metros de vias DRENAGENS 3 setores / 4 2 setores / 32 0 setor / 0 0 setor / 0 5 setores / 36 EROSÃO moradias moradias moradia moradia moradias 55 setores / 58 setores / 883 40 setores / 19 setores / 431 40 áreas de 941 moradias moradias / 1 568 moradias / moradias / 760 risco, / 3 grandes grande 1 grande metros de vias 172 setores / equipamentos equipamento / equipamento / 2810 moradias / 5 TOTAL / 8560 metros 4050 metros de 2428 metros grandes de vias vias de vias equipamentos / 15948 metros de vias
  32. 32. Áreas de risco de inundação
  33. 33. Área 2 – Pedreira Setor A2/S4/R3inu
  34. 34. Área 2 – Pedreira A2/S6/R4inu
  35. 35. Área 6 – Jardim Tamandaré
  36. 36. Área 6 – Jardim Tamandaré Setor A6/S4/R4inu
  37. 37. Área 6 – Jardim Tamandaré Setor A6/S4/R4inu Setor A6/S17/R3solap
  38. 38. Recomendações para áreas de risco de inundação
  39. 39. Recomendações para áreas de risco de inundação• Remoção de moradias; • Outros: Monitoramento das condições de risco das• Implantação de sistemas de previsão e alerta de cheias. moradias situadas junto ao talude de margem;• Implantação de PPDC e Plano de Contingência; • Outros: Redimensionamento de pontes e tubulações;• Serviços de limpeza e recuperação do canal e margens; • Outros: Proceder estudos sobre a viabilidade da• Proteção superficial das margens (recuperação e reconfiguração do leito e/ou redimensionamento da proteção vegetal); drenagem;• Proteção superficial das margens (intervenções de • Outros: Estudo de viabilidade para implantação, pequeno porte); ampliação/redimensionamento e monitoramento do• Controle da drenagem superficial e da erosão do solo sistema de dique e bombeamento; (melhoria na infiltração, disciplinamento das águas, • Outros: Remoção do conjunto de tubulações, estabilização de taludes); substituindo-as por aduelas com dimensionamento• Intervenções no canal para aumento da vazão adequado; (recomposição do canal ou modificações na forma e • Outros: Promover a manutenção periódica da calha do trajeto; exige estudos hidrológicos e projetos rio, por meio de desassoreamento e remoção do específicos); cascalho acumulado no leito;• Obras: construção de diques e polders ; • Outros: Realização de inspeções periódicas das• Obras: construção de piscinões e/ ou parques lineares e condições da rede de canalização sob o bairro quanto a áreas de lazer; assoreamento e obstruções• Outros: Evitar a ocupação do local e/ou terrenos • Outros: Promover a manutenção periódica da calha do adjacentes ao talude de margem; Ribeirão São Gonçalo, no trecho, por meio de• Outros: Restrição da ocupação na área, até a desassoreamento e remoção do lixo e entulho implantação do sistema de dique e bombeamento em 2 porventura acumulados; setores de risco de inundação (A23/S1/R4inu, • Outros: Redimensionamento das seções transversais A23/S2/R3inu); correspondentes às passagens sob a ferrovia e rodovia.• Outros: Estudos de viabilidade para a implantação de reservatório de amortização;
  40. 40. MAPEAMENTO DE ÁREAS DE RISCO DE ESCORREGAMENTO Lídia Keiko Tominaga Geóloga / Pesquisadora Instituto Geológico – IG/SMA Guaratinguetá 29ago2012
  41. 41. PROCESSOS DE MOVIMENTOS DE MASSA MAISCOMUNS E QUE CAUSAM MAIOR NÚMERO DE VÍTIMAS ESCORREGAMENTOS PLANARES EM SOLO ENVOLVENDO: CORTES E ATERROS Fonte: Ministério das Cidades
  42. 42. ESCORREGAMENTOS PLANARES EM ENCOSTAS URBANAS Guaratinguetá – 2009 R. Prof. Anísio Novaes Fonte: Mineropar , 1998 e Acervo IG
  43. 43. Mapeamento de Áreas de Risco (escala local)ObjetivosFornecer subsídios à Defesa Civil Estadual para a identificação e ogerenciamento das situações de riscos relacionadas a fenômenosnaturais (escorregamento, erosão) em áreas residenciais dosmunicípios.  Instrumento fundamental na Gestão de Risco  Atividade iniciada pelo IG em 2004.  Total de 40 municípios mapeados pelo IG, até 2012.
  44. 44. Fase 3 - Mapeamento de risco na escala local 1:3.000 Áreas alvos para estudo de detalhes Cartografia de Risco Escala 1:50.000 Levantamentos de campo:atributos relacionados ao perigo, à vulnerabilidade e ao dano potencial Inventário de informações e dados sobre eventos e acidentes Análise e avaliação de risco (qualitativa) MAPAS DE RISCO Setorização do risco 1:3.000
  45. 45. Mapa de Perigo e Risco de Escorregamento
  46. 46. Metodologia Adotada R = f (P x V x D)São avaliados os fatores da análise do risco:i) probabilidade ou possibilidade de ocorrência de fenômenosnaturais (inundação, escorregamento, erosão e subsidência);ii) vulnerabilidade em relação às formas de uso e ocupação;iii) dano potencial. FUNDUNESP (2003), CERRI et al. (2004), MARCHIORI-FARIA et al. (2005), SANTORO et al. (2005), AMARAL et al., 2007, GALINA et al. 2007.
  47. 47. Riscoé a possibilidade de se ter R = f (P x V x D)consequências prejudiciais oudanosas em função de perigosnaturais ou induzidos pelo homem Perigo Vulnerabilidade Dano
  48. 48. Graus de risco considerados na setorização das áreas Grau de Risco Simbologia R4 R3 R2 R1
  49. 49. MAPEAMENTO DE RISCO – ESCALA DE GERENCIAMENTO  Não se observam evidências de instabilidade. R1  Não há indícios de desenvolvimento de processo deRisco instabilização.Baixo  Mantidas as condições existentes, não se espera a ocorrência de eventos destrutivos no período de 1 ano.  Processo de instabilização em estágio inicial de desenvolvimento. R2  Observa-se a presença de algumas evidências deRisco instabilidade, porém incipientes.Médio  Mantidas as condições existentes, é reduzida a possibilidade de ocorrência de eventos destrutivos durante episódios de chuvas intensas e prolongadas no período de um ano.
  50. 50. MAPEAMENTO DE RISCO – ESCALA DE GERENCIAMENTO  Observa-se a presença de significativas evidências de instabilidade (trincas no solo, degraus de abatimento em taludes, etc.). R3Risco  Processos de instabilização em desenvolvimento. Alto  Mantidas as condições existentes, é possível a ocorrência de eventos destrutivos durante episódios de chuvas intensas e prolongadas no período de um ano.  As evidências de instabilidade (trincas no solo, degraus de abatimento, rachaduras, cicatrizes de escorregamentos, etc.) são expressivas e estão presentes R4 em grande número e/ou magnitude.RiscoMuito  Processo de instabilização em adiantado estágio de Alto desenvolvimento.  Mantidas as condições existentes, é muito provável a ocorrência de eventos destrutivos durante episódios de chuvas intensas e prolongadas no período de um ano.
  51. 51. Mapa de risco na escala local 1:3.000
  52. 52. Áreas Número de setores/Grau de RiscoÁrea 1 – Residencial DavidFernandes Coelho 2 setores 1 R1; 1 R2 Áreas deÁrea 2 - Pedreira 3 setores 1 R2; 2 R4 Risco a Escorrega-Área 3 – Jardim Modelo 3 setores 1 R2; 1 R3; 1 R4 mentosÁrea 4 – Santa Bárbara 1 setor 1 R3Área 5 – Morro do Sucupira 1 setor 1 R3Área 6 – Jardim Tamandaré 1 setor 1 R3Área 7 – Grã-Cabrita 3 setores 1 R2; 1 R3; 1 R4Área 8 – Santa Rita 2 setores 1 R3; 1 R4Área 9 - Fazendinha 1 setor 1 R4Área 10 - Rocinha 3 setores 1 R2; 2 R3Área 34 – Morro Frio 1 setor 1 R4 Total : 11 áreas 21 setores 1 R1; 5 R2; 8 R3; 7 R4
  53. 53. Área 1 – Residencial David Fernandes Coelho
  54. 54. Área 1 – Residencial David Fernandes Coelho Recomendações • Obras de drenagem superficial • Disciplinamento do escoamento de águas pluviais; • Proteção superficial; • Monitoramento da área de risco
  55. 55. Área 2 – Pedreira
  56. 56. Área 2 – Pedreira
  57. 57. Área 2 – Pedreira Recomendações: • Obras de drenagem superficial • Disciplinamento do escoamento de águas pluviais; • Estruturas de contenção de médio a grande porte • Proteção superficial • Monitoramento das áreas de risco • Remoção Definitiva (R4)
  58. 58. Área 3 – Jardim Modelo
  59. 59. Área 3 – Jardim ModeloRecomendações:• Obras de drenagem superficial• Disciplinamento do escoamento de águas pluviais;• Estruturas de contenção de médio a grande porte• Proteção superficial• Monitoramento das áreas de risco• Remoção Definitiva – R4
  60. 60. Área 4 – Santa Bárbara
  61. 61. Área 4 – Santa BárbaraRecomendações:• Obras de drenagem superficial• Disciplinamento do escoamento de águas pluviais;• Obras de terraplenagem de médio a grande porte• Proteção superficial• Monitoramento das áreas de risco
  62. 62. Área 6 – Jardim Tamandaré
  63. 63. Área 6 – Jardim Tamandaré Recomendações: • Obras de drenagem superficial • Disciplinamento do escoamento de águas pluviais; • Estruturas de contenção de médio a grande porte • Proteção superficial • Monitoramento das áreas de risco • Remoção Definitiva
  64. 64. Área 7 – Grã Cabrita
  65. 65. Área 7 – Grã CabritaRecomendações:• Obras de drenagem superficial• Disciplinamento do escoamento de águas pluviais• Estruturas de contenção de médio a grande porte• Proteção superficial• Serviço de limpeza e recuperação• Monitoramento das áreas de risco• Remoção Definitiva (R4) e preventiva (R3)
  66. 66. Área 8 – Santa Rita
  67. 67. Área 8 – Santa Rita Recomendações: • Obras de drenagem superficial • Disciplinamento do escoamento de águas pluviais; • Estruturas de contenção de médio a grande porte • Proteção superficial • Monitoramento das áreas de risco • Remoção Definitiva
  68. 68. Gomeral
  69. 69. Recomendações:Gomeral/Pedrinha• Perigo de escorregamento muito alto• Realizar estudo geológico- geotécnico de detalhe com objetivo de avaliar a possibilidade de execução de obras de contenção e/ou fixação de blocos rochosos.• Monitorar constantemente a área e não autorizar novas ocupações antes de se ter uma avaliação geológico-geotécnico da Gomeral
  70. 70. Setorização do Risco Escorregamentos em encostas Número de setores / número deGrau de Risco moradias associados ao grau de risco Risco Muito Alto 07 setores 325 moradias R4 Risco Alto 08 setores 128 moradias R3 Risco Médio 05 setores 102 moradias R2 Risco Baixo 01 setor 22 moradias R1 Total 21 setores 577 moradias
  71. 71. Distribuição de moradias por grau de risco R1 4% R2 18% R4 R4 R3 56% R3 R2 22% R1
  72. 72. RECOMENDAÇÕES (escorregamentos) DESCRIÇÃO Serviços de limpeza do terreno, com remoção entulho, lixo, etc. Recuperação e limpeza de sistemas SERVIÇOS DE LIMPEZA E RECUPERAÇÃO drenagem, esgotos e acessos. Disciplinamento do escoamento das águas servida Limpeza de canais de drenagem. Implantação de proteção superficial vegetal (gramíneas PROTEÇÃO SUPERFICIAL Proteção superficial com instalação gabião, manta, solo-cimento, argamassa, etc. Implantação de sistemas de drenagem superfic OBRAS DE DRENAGEM SUPERFICIAL (canaletas, escadas d’água, guias/sarjetas, galerias (DISCIPLINAMENTO DO ESCOAMENTO DAS águas pluviais, bocas-de-lobo, etc.). ÁGUAS SERVIDAS E PLUVIAIS) Predomínio de serviços manuais ou com maquinário pequeno porte Obras de desvio, de canalização de córregos e OBRAS DE MÉDIO A GRANDE PORTE EM aprofundamento ou alargamento de canais. Predomín CANAIS de serviços mecanizados. Execução de serviços de terraplenage (retaludamento, reconformação de bermas, aterr OBRAS DE TERRAPLENAGEM DE MÉDIO A compactados, etc). GRANDE PORTE
  73. 73. RECOMENDAÇÕES DESCRIÇÃO(escorregamentos) Implantação de estruturas de contenção localizadas, como chumbadores, ESTRUTURAS DE CONTENÇÃO tirantes, micro-estacas e muros de contenção passivos de pequeno porte. LOCALIZADAS OU LINEARES Obras de contenção e proteção de margens de canais (gabiões, muros de concreto, etc).; Serviço parcial ou totalmente mecanizado. Implantação de estruturas de contenção de médio a grande porte envolvendo obras de contenção passivas e ativas (muros de gravidade, ESTRUTURAS DE CONTENÇÃO DE cortinas atirantadas, solo armado, etc.). MÉDIO A GRANDE PORTE Serviços complementares de terraplenagem; Predomínio de serviços mecanizados. Definitivamente ou temporariamente (implantação de uma obra, por ex.). REMOÇÃO DE MORADIAS Eventuais realocações devem ser priorizadas dentro da própria área ocupada, em local seguro. Vistoria periódica, para identificação e verificação da evolução das feições de instabilidade (trincas em moradias e terreno, muros e paredes MONITORAMENTO DAS ÁREAS DE embarrigados, cicatrizes de escorregamento, degraus de abatimento, RISCO árvores, postes e muros inclinados, feições erosivas em taludes, erosão de margem de córregos, etc) Impedimento da expansão da ocupação em margens de córregos e rios eMEDIDAS PREVENTIVAS ADICIONAIS em áreas de risco. Implantação de Plano Preventivo de Defesa Civil
  74. 74. Mapeamento de Risco de Erosão
  75. 75. ErosãoProcesso de desagregação e remoção das partículas do solo, pelaação combinada da gravidade com a água (chuva, enxurradas,etc), vento,gelo e organismosOs processos erosivos dividem-se em:  Erosão Laminar  Erosão LinearErosão Linear:Sulcos: escoamento superficial concentrado, formando canais bem definidos no solo.Ravinas: canais com profundidade maior que 0,5 m - forma retilínea, alongada e estreita.Boçoroca: erosão profunda que atinge o nível freático aflorando no
  76. 76. Erosão em Sulcos e Ravinas
  77. 77. BoçorocaMirassol, 2008 Assoreamento
  78. 78. Mapas de Perigos e Risco de Erosão
  79. 79. Área 25 – Jd Santa Luzia – R2 (25 moradias)
  80. 80. Área 38 – Spani Atacadista – R2 (7 moradias)
  81. 81. Área 40 – Carrapatos (2 moradias)
  82. 82. Rodovia Paulo Virgílio – SP 171, na altura do km 1 - área de perigo de erosão
  83. 83. Av. José Costa Ramos (Av. 1) com a R. Profa Conceição Aparecida Veiga Soares - área de perigo de erosão
  84. 84. Setores do Risco de Erosão Nº de setores / Nº deÁrea Grau de Risco moradiasÁrea 25 - Jardim Santa Luzia 1 setor – R2 25Área 37 - Casa da Ração, Bairro São Benedito 1 setor – R1 01Área 38 – Spani Atacadista, Jardim Tamandaré 1 setor – R2 07Área 39 – EMEFI, Parque do Sol; 1 setor – R1 01Área 40 – Carrapatos, Village Mantiqueira 1 setor – R1 02Total 05 setores 36 moradias
  85. 85. RECOMENDAÇÕES (erosão) DESCRIÇÃO Implantação de gramíneas, intervenções de pequenoPROTEÇÃO SUPERFICIAL porte (gabião, manta, solo cimento, argamassa, grama armada ou tela vegetal) implantação de obras de micro drenagem urbanaDISCIPLINAMENTO DAS ÁGUAS (guias, sarjetas, bocas-de-lobo, galerias de águasPLUVIAIS E SERVIDAS pluviais, caixas de dissipação de energia hidráulica, escadas d’água)OBRAS DE TERRAPLENAGEM DE execução de retaludamento, reconformação deMÉDIO A GRANDE PORTE bermas, aterros compactados.ESTRUTURAS DE CONTENÇÃO DE implantação de gabiões, trincheiras e geomembranasMÉDIO A GRANDE PORTE (ÁREA25) retificação de canais e córregos, dissipadores deOBRAS DE MACRODRENAGEM energia, vertedouros, barragens de contenção deURBANA (ÁREA 38) vazão de pico ou “piscinões”, etc Vistorias periódicas para análise da evolução dasMONITORAMENTO DAS ÁREAS DE feições erosivas (erosão laminar, sulcos, ravinas eRISCO boçorocas).
  86. 86. CONCLUSÃO - continuidade do trabalho:-- Responsabilidade do -Responsabilidade do Estadomunicípio - - Ordenamento territorial-- monitoramento das áreas de - - Operação Verão riscos - - Capacitação-- redução dos riscos (ações - - Convênios para obras estruturais e não estruturais) emergenciais-- evitar a formação de novas - - Programa Estadual de áreas de risco – planejamento Prevenção de Desastres e municipal (Planos diretores, Redução dos Riscos Zoneamento Ecológico- econômico, legislação ambiental, etc)-- atualização continua do mapeamento de áreas de risco
  87. 87. 2- COOPERAÇÃO TÉCNICA IG-CEDEC 2012 - Política Nacional de Proteção e Defesa Civil (Lei Federal nº 12.608, de 10/04/2012)1988 - Planos 2009 – Política Estadual dePreventivos de Defesa Mudanças Climáticas (Lei nºCivil (PPDC) e Planos de 13.798, de 09/12/2009)Contingência 2011 – Programa Estadual de2004 – Mapeamento de Prevenção de Desastres eáreas de risco em Redução de Riscos Geológicosmunicípios do Estado (Decreto Est. nº 57.512, de 11/11/2011)
  88. 88. AGRADECIMENTOS CEDEC – termo de cooperação técnica IG – equipe executivaANTONIO CARLOS MORETTI GUEDES MÁRCIA HELENA GALINA ESTAGIÁRIOS: APOIO DE CAMPOGeólogo – Núcleo de Geoprocessamento Geógrafa - Núcleo de Aline Moura Oliveira (Núcleo de Administração de Geoprocessamento Subfrota):CLÁUDIO JOSÉ FERREIRA Allan Pereira JuliãoGeólogo - Núcleo de Geologia de MÁRCIA MARIA NOGUEIRA Ana Lígia Ribeiro Guerra Adalberto FerreiraEngenharia e Ambiental PRESSINOTTI Barbosa Daiane Grigório Quintão Geóloga - Núcleo de Geoprocessamento Edney Xavier de SouzaDANIELA GÍRIO MARCHIORI FARIA Elike Pedroso HernandezEngenheira Geóloga - Núcleo de Geologia MARIA JOSÉ BROLLO Hernandes Magalhães Fº Érika Silva Pimentelde Engenharia e Ambiental Geóloga - Núcleo de Geologia de Priscilla M. Morais Nery Job de Campos Engenharia e Ambiental Márcio Félix DionísioDENISE ROSSINI PENTEADO Renan Espósito VieiraGeógrafa – Núcleo de Dinâmica de Uso e OSVALDO SOUZA COUTINHO FILHO Ricardo Lima Barbosa Roberval MarianoOcupação Territorial Geógrafo – Núcleo de Valentim O. dos Santos Fº Roger Biganzolli Ferreira GeoprocessamentoEDUARDO DE ANDRADE Thais L.dos SantosTecnólogo em Construção Civil – Núcleo de PAULO CÉSAR FERNANDES DA SILVA APOIO TÉCNICO: SantiagoGeologia de Engenharia e Ambiental Geólogo - Núcleo de Geologia de Vanessa Sartori Andrade Cristiane B. da Silveira Engenharia e Ambiental Gustavo ArmaniFRANCISNEIDE SOARES RIBEIRO Vivian Cristina DiasGeógrafa – Núcleo de Geoprocessamento PEDRO CARIGNATO BASÍLIO LEAL Ivete Costa da Silva Geógrafo – Núcleo de Tulius Dias NeryJAIR SANTORO Geoprocessamento Vanessa Ogihara HondaGeólogo - Núcleo de Geologia deEngenharia e Ambiental RODOLFO MOREDA MENDES Vania Ap. dos Santos Engenheiro Civil – Laboratório deLANA CAROLINA DANNA Análises GeológicasGestora Ambiental – Centro de Geologia eMeio Ambiente ROSÂNGELA DO AMARAL Geógrafa – Núcleo de Dinâmica de UsoLÍDIA KEIKO TOMINAGA e Ocupação TerritorialGeóloga - Núcleo de Geologia deEngenharia e Ambiental
  89. 89. Agradecimentos• À Comissão Municipal de Defesa Civil e ao Coordenador Eng. José Benedito Angelieri (Zecão) pela disponibilização de informações e apoio nos trabalhos de campo;• Ao Geólogo Hans Cristian Borowski pelo apoio nos trabalhos de campo;• À CEDEC pelo apoio financeiro ao projeto.
  90. 90. Obrigada pela atenção!! Lídia Keiko Tominagatominaga@igeologico.sp.gov.brhttp://www.igeologico.sp.gov.br

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