Energia das Ondas André Paulino 12ºF Data de apresentação: 1.Março.2010
Ideias gerais <ul><li>As ondas como recurso renovável; </li></ul><ul><li>Alguns países Europeus começam agora a explora-lo...
Porquê? <ul><li>Mudança é necessária e fundamental. </li></ul><ul><li>A escassez das energias fósseis obriga à substituiçã...
História da utilização da água <ul><li>Começou com a Nora, datando o primeiro registo do séc. I a.C. </li></ul><ul><li>Apó...
Monjolo
História da utilização da água <ul><li>O intenso progresso da conversão da energia das ondas deu-se em 1973, quando divers...
Barragem – outra forma de aproveitar o recurso água
União Europeia como impulsionadora <ul><li>Ficou claro desde o início que a extracção desta energia é uma tarefa difícil e...
ZONAS DO GLOBO ONDE É MELHOR A EXPLORAÇÃO DA ENERGIA DAS ONDAS
Estruturas Shoreline <ul><li>Fixas perto da costa, têm uma maior facilidade de instalação e manutenção.  </li></ul><ul><li...
ESTRUTURA SHORELINE
Estruturas Offshore <ul><li>Explora as ondas com maior potência, em águas profundas.  </li></ul><ul><li>Exemplos: </li></u...
 
Estrutura Offshore <ul><li>Tipo Pelamis – utilizado no Parque de Ondas da Aguçadora </li></ul>
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Energia Das Ondas Final Apresentaçao

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  • As ondas são um recurso renovável abundante, que está a começar ser explorado por alguns países Europeus. Tem-se observado ao longo da última década consideráveis progressos a nível Europeu na investigação e desenvolvimento de tecnologias associadas ao aproveitamento da energia das ondas, resultando na comercialização de algumas destas tecnologias. O apoio para a investigação e desenvolvimento destas tecnologias tem surgido através de programas nacionais e programas de pesquisa e desenvolvimento tecnológico da comissão europeia, que tem estimulado neste campo um trabalho coordenado entre os países europeus e tem contribuído significativamente para o progresso da utilização da energia das ondas na Europa.
  • Então, porque é que é necessário mudar? As estimativas mundiais para o consumo de energia são de um considerável aumento nas próximas décadas. Os Governos têm sido constantemente alertados de que os métodos tradicionais de produção de energia estão a levar a sérios problemas ambientais e que, por isso, provoca uma urgência na utilização de energias não poluentes. A tecnologia é recente, no entanto o interesse por parte dos governos e da indústria continua a crescer.
  • Os primeiros usos desta energia vieram com a Nora. As referências para sua utilização após o século X na Europa são bem maiores. Alguns autores citam esta frase, o que demonstra bem a importância que a água tinha e tem nas culturas, sendo absolutamente fundamental para um bom desenvolvimento. A importância destes engenhos na revolução industrial e no desenvolvimento tecnológico é relevante, devido à abundância de rios na Europa, permitindo assim um largo deste mecanismo, sendo assim factor essencial para o desenvolvimento da indústria, principalmente a siderúrgica. Um outro dispositivo referenciado e bem diferente é o monjolo. 
  • De dimensões reduzidas, feito numa primeira fase a partir de troncos de árvores, o monjolo funciona como um curso de água feito pelo Homem para levar a água onde queria, através destas estruturas. Então, servia por exemplo para irrigar os campos agrícolas.
  • A ideia de converter a energia das ondas noutras formas de energia não é nova, surgindo a primeira técnica patenteada em 1799. No entanto a intensa procura começou depois da grande subida dos preços do petróleo em 1973, o que levou a que diversos países com óptimas condições de exploração começassem a ter em conta a mesma. Foram criados vários programas para apoiar vários projectos, como em Portugal e Reino Unido.
  • Barragem do Alqueva
  • Desde o início que se percebeu que a extracção de energia do mar seria uma tarefa difícil e as experiências realizadas por todo o mundo assim o têm demonstrado. A comissão europeia considerou por isso importante ajudar o desenvolvimento e divulgação de tecnologias, financiando projectos, dando desta forma passos na direcção de provar a utilidade desta energia. Em consequência surgiram dois bons resultados, a estação piloto do Pico e da ilha Islay, na Escócia. Nos últimos 25 anos a energia das ondas tem passado por fases de avanços e recuos, sendo que os progressos registados têm levado a uma evolução significativa.
  • As ondas ao longo da costa oeste europeia são altamente energéticas sendo por isso essas as zonas mais propensas ao aproveitamento deste recurso. Na zona mais a sul, não é uma zona costeira, o que torna difícil a exploração. Já na zona mais a norte, vê-se claramente o porque da aposta da ue no seu desenvolvimento.
  • Consiste numa estrutura parcialmente submersa, que está aberta ao mar por debaixo da linha de água. O movimento das ondas no exterior da estrutura faz erguer a coluna de água no interior, fazendo com que se aumente a pressão do ar lá dentro provocando um fluxo de ar que ao passar por uma turbina gera. A central instalada na ilha do Pico (Açores) é deste género. As estruturas shoreline estão fixas ou submersas em locais perto da costa, sendo por isso de uma maior facilidade de instalação e manutenção.
  • Esta classe de estruturas explora os regimes de onda com maior potência existente em águas profundas ( &gt; 40 metros de profundidade). São mais dificeis de implementar, mas com maior potência. Um exemplos na Europa é: Archimedes Wave Swing - criada pela empresa holandesa Teamwork Technology BV, esta estrutura é submersa e funciona devido a variações de pressão hidrostática provocada pela passagem das ondas. Potência de 2 MW.
  • Outro dos exemplos é este Modelo Pelamis, que está instalado no Parque Ondas Aguçadoura. Aqui está uma noticia dessa mesma estação. O que aconteceu foi que 3 meses depois de ser inaugurada, os aparelhos foram desligados por razões técnicas e nunca mais foram ligadas. Ou seja, fomos os primeiros a ter uma estrutura destas, que durou 3 meses. Bom investimento??
  • Quadro resumo.
  • Esta é uma das conclusões que se pode tirar deste trabalho. Por um lado, as consequências do aquecimento global, algo que anda de braço dado com as energias alternativas, e fazendo a ligação com o trabalho de grupo, energias alternativas e desenvolvimento sustentável, uma das consequências de não se enverdar por esse caminho é o aumento do nível médio das aguas do mar, que levara ao desaparecimento de uma grande fatia do nosso pais
  • Energia Das Ondas Final Apresentaçao

    1. 1. Energia das Ondas André Paulino 12ºF Data de apresentação: 1.Março.2010
    2. 2. Ideias gerais <ul><li>As ondas como recurso renovável; </li></ul><ul><li>Alguns países Europeus começam agora a explora-lo, com progressos na sua investigação e desenvolvimento. </li></ul><ul><li>Muitas destes projectos só saem do papel através de apoios fundamentais, nacionais ou comunitários, que criam estímulos para o progresso desta energia. </li></ul>
    3. 3. Porquê? <ul><li>Mudança é necessária e fundamental. </li></ul><ul><li>A escassez das energias fósseis obriga à substituição pelas energias renováveis. </li></ul><ul><li>Tecnologia é relativamente nova e ainda não é economicamente competitiva com outras tecnologias mais maduras como o caso da energia eólica </li></ul>
    4. 4. História da utilização da água <ul><li>Começou com a Nora, datando o primeiro registo do séc. I a.C. </li></ul><ul><li>Após o séc. X, as referências são muito maiores, sendo relatado que “... o registo do Domesday Book mostra que, para 3000 comunidades, havia no país 5.624 moinhos d’água”. </li></ul><ul><li>Engenhos como este foram importantes na Revolução Industrial, segundo vários autores. </li></ul><ul><li>Um outro dispositivo primitivo e bem distinto foi o monjolo.  </li></ul>
    5. 5. Monjolo
    6. 6. História da utilização da água <ul><li>O intenso progresso da conversão da energia das ondas deu-se em 1973, quando diversos países optaram por este recurso. </li></ul><ul><li>Importantes programas de investigação com apoio estatal e privado começaram a surgir, principalmente na Irlanda, Noruega, Portugal, Suécia e no Reino Unido, desenvolvendo tecnologias de conversão industrial da energia das ondas a médio e longo prazo. </li></ul>
    7. 7. Barragem – outra forma de aproveitar o recurso água
    8. 8. União Europeia como impulsionadora <ul><li>Ficou claro desde o início que a extracção desta energia é uma tarefa difícil e as diversas experiências realizadas assim o têm demonstrado. </li></ul><ul><li>A Comissão Europeia tornou-se numa entidade importante com o objectivo de ajudar o desenvolvimento de tecnologias, financiando projectos, tentando proporcionar a estimulação da actividade. </li></ul>
    9. 9. ZONAS DO GLOBO ONDE É MELHOR A EXPLORAÇÃO DA ENERGIA DAS ONDAS
    10. 10. Estruturas Shoreline <ul><li>Fixas perto da costa, têm uma maior facilidade de instalação e manutenção. </li></ul><ul><li>Não requerem grandes “extras” </li></ul><ul><li>Uma das estruturas shoreline mais conhecidas é o OWC (oscillating water column - coluna de água oscilante). </li></ul>
    11. 11. ESTRUTURA SHORELINE
    12. 12. Estruturas Offshore <ul><li>Explora as ondas com maior potência, em águas profundas. </li></ul><ul><li>Exemplos: </li></ul><ul><ul><li>Archimedes Wave Swing - criada pela empresa holandesa Teamwork Technology BV, esta estrutura é submersa e funciona devido a variações de pressão hidrostática provocada pela passagem das ondas. Potência de 2 MW. </li></ul></ul>
    13. 14. Estrutura Offshore <ul><li>Tipo Pelamis – utilizado no Parque de Ondas da Aguçadora </li></ul>
    14. 15. Quadro-Resumo  
    15. 16. COMO VAI FICAR PORTUGAL?

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