ESTRATÉGIAS PARA ENSINAR
CRIANÇAS DISLÉXICAS
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crianças disléxicas. Nem todas reagem
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Começar pela criança
É provável que os alunos disléxicos já tenham
“chumbado” ou tido “maus resultados”, por isso é
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Que materiais usar?
Existem inúmeros programas e materiais,
mas é importante que o apoio seja multi-
sensorial envolvendo ...
 VISUAL – Aprende melhor vendo
 AUDITIVO – Aprende melhor ouvindo
 CINESTÉSICO – Comunica e aprende
melhor pela acção f...
VISUAL
 Usar imagens e materiais multi-média
 Colar papelinhos com vocabulário novo à vista do
aluno
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AUDITIVO
 Ter uma conversa prévia sobre o texto a ser lido
ou a informação a aprender
 Assegurar-se de que as instruções...
CINESTÉSICO
 Desenhar as letras ou palavras na areia ou
no ar
 Usar objectos concretos ou formas que
possam ser manipula...
Dicas para trabalhar números
 Falar de números, i.e. datas, números da porta, etc.
 Contar os degraus ao subir a escada,...
Dicas para trabalhar a escrita
 Usar papel pautado
 Usar um prontuário
 Usar um banco de palavras
 Usar cloze (exercíc...
Dicas para trabalhar a leitura
 Limitar as solicitações de leitura
 Assegurar que o nível e o material são
adequados
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Professor de apoio na aula
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Professor de apoio na aula
 Pode ajudar o professor a preparar
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Professor de apoio na aula
 As dificuldades em processar informação
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Estratégias para ensinar crianças disléxicas

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Sugestões práticas para não atrapalhar a aprendizagem dos alunos disléxicos.

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Estratégias para ensinar crianças disléxicas

  1. 1. ESTRATÉGIAS PARA ENSINAR CRIANÇAS DISLÉXICAS Há inúmeras técnicas para ensinar crianças disléxicas. Nem todas reagem da mesma forma às mesmas técnicas, pelo que é importante perceber o que funciona com cada criança em particular. Eis algumas sugestões.
  2. 2. Começar pela criança É provável que os alunos disléxicos já tenham “chumbado” ou tido “maus resultados”, por isso é muito importante conversar com o aluno e escutá-lo. Isto permite-nos conhecer o aluno, que interesses tem, e permite-lhe conhecer-nos e ganhar confiança em nós, ao mesmo tempo que estamos a avaliar as suas competências de comunicação oral.
  3. 3. Que materiais usar? Existem inúmeros programas e materiais, mas é importante que o apoio seja multi- sensorial envolvendo ver, ouvir, falar, tocar, etc., o mais variadamente possível. Como cada um de nós é único, importa observar se o aluno é predominantemente:
  4. 4.  VISUAL – Aprende melhor vendo  AUDITIVO – Aprende melhor ouvindo  CINESTÉSICO – Comunica e aprende melhor pela acção física.
  5. 5. VISUAL  Usar imagens e materiais multi-média  Colar papelinhos com vocabulário novo à vista do aluno  Antes de ler, dar-lhe um livro ou uma série de imagens alusivas ao texto  Usar jogos para desenvolver a memória  Desenhar mapas mentais *  Usar cores diferentes para separar as sílabas nas palavras  Usar bons programas de software de imagem  Ter uma área de trabalho limpa, arrumada e organizada. * Diagramas usados para organizar visualmente a informação
  6. 6. AUDITIVO  Ter uma conversa prévia sobre o texto a ser lido ou a informação a aprender  Assegurar-se de que as instruções orais são transmitidas de forma clara  Fazer com que o aluno grave a informação ou a anote, para poder voltar a escutá-la ou para que a possa consultar posteriormente.  Usar software com boa qualidade sonora
  7. 7. CINESTÉSICO  Desenhar as letras ou palavras na areia ou no ar  Usar objectos concretos ou formas que possam ser manipulaods  Decorar factos e matérias enquanto faz outras coisas
  8. 8. Dicas para trabalhar números  Falar de números, i.e. datas, números da porta, etc.  Contar os degraus ao subir a escada, um a um, ou dois a dois  Mexer em dinheiro e fazer exercícios com dinheiro a sério  Falar do tempo– dia/noite, cedo/tarde  Enunciar sequências de dias, meses, aniversários  Usar jogos de tabuleiro, dominós dados, etc.  Usar frequentemente expressões matemáticas, i.e. quantos, igual, maior, menor, etc.  Falar de símbolos e sinais  Ensinar a usar uma calculadora com confiança.  Ensinar normas de organização. Os disléxicos têm tendência para saltar perguntas. Precisam de ser ensinaods a concentrar- se no que estão a fazer.
  9. 9. Dicas para trabalhar a escrita  Usar papel pautado  Usar um prontuário  Usar um banco de palavras  Usar cloze (exercícios com espaços para preencher)  Elogiar o conteúdo sempre que possível.
  10. 10. Dicas para trabalhar a leitura  Limitar as solicitações de leitura  Assegurar que o nível e o material são adequados  Fazer leitura a pares  Preparar uma lista de palavras relacionadas com o tema  Recorrer a audiolivros/audiotextos sempre que possível
  11. 11. Professor de apoio na aula Se for possível arrolar a colaboração de um professor de apoio, este pode:  explicar instruções e tarefas a realizar  manter o aluno concentrado  organizar os materiais de trabalho  ler e/ escrever  tomar nota do trabalho de casa  ajudar na realização de tarefas práticas
  12. 12. Professor de apoio na aula  Pode ajudar o professor a preparar materiais individualizados. Além disso, pode informar o professor sobre:  que tarefas estão a causar problemas  quais os pontos fortes do aluno  se o trabalho de casa está a exercer demasiada pressão  se existem problemas com colegas.
  13. 13. Professor de apoio na aula  As dificuldades em processar informação significam que o aluno disléxico se debate frequentemente com falta de tempo. Sentirá que falha se, por norma, não conseguir completar as tarefas.  O apoio individual de um professor extra pode permiir que o aluno termine as tarefas antes de ser forçado a prosseguir e acompanhar o resto da turma.

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