Trajetória do SINSAÚDE            1938/1964               Mirza Pellicciotta
A cidade, a saúdee o sindicatoA Ferrovia, ao potencializar asatividades de comércio,serviços e indústria da cidade,transfo...
A região da Estação da Paulista, em poucas                                                                      décadas, t...
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Os trabalhadoresA ferrovia, o café, aindústria... promovemtambém uma fortemudança populacional aopossibilitar a fixação de...
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A partir da década de 1930, a                           cidade se torna cada vez mais                           independen...
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Sindicato dos Profissionais de Enfermagem, Técnicos, Duchistas, Massagistas eEmpregados em Hospitais e Casas de Saúde de C...
Fundação oficial do      SINSAÚDE no processo de 1941,expedido em setembro       de 1944
Os primeiros registros mostram que em 1940 o Sinsaúde possuía 130 associados.sendo 59 mulheres. Nesta mesma década, direto...
transformações da saúde na década            de 1950                                    •   Criação da Secretaria de Estad...
1964/1984
1964Foi a partir dos anos 1950/1960, ocrescimento urbano deixou de sefazer contínuo, entrando em cenaum processo deocupaçã...
Imagens das décadas de 1970/2000
1966 - Acaba a estabilidade no emprego e cria-                                     se o FGTSEm 1964, todas as categorias  ...
O ESPARADRAPO na                                                                          década de 1970, em              ...
Novas mudanças da saúde entre os anos 1960 a 1980                                        •        1965: 17 hospitais priva...
1984
1984                                                               Chapa Unidade & Ação:                                  ...
Em 1986 foram    oficializados os pisos    salariais diferenciados    por função.Em 1987, foram inauguradas novassubsedes ...
Greve                                    geral de                                    1989 que                             ...
Novembro de 1989
Década de 1990
Fevereiro de 1995   Greve de 11 dias no                    Hospital Celso Pierro                      (PUC-Campinas)
Em 1990, a diretoria adquire o terrenoonde seria construída a Colônia deFérias Recanto da Saúde, em Peruíbe,cuja inauguraç...
Hospital Celso               Pierro – Puc               Campinas,               em 1998                                 As...
A maior greve da categoria, com até 46 dias,ocorreu em 1999, tendo a jornada especial comfolgas, 120 dias de licença-gesta...
PARTICIPAÇÃO POLÍTICA E SOCIAL        Municipal, Estadual e Federal
ATENDIMENTO A POPULAÇÃOAções junto à comunidade pela valorização dos profissionais da Saúde
SERVIÇOS E LAZER
PATRIMÔNIOS       • Clube de Campo Anna       Nery, em Monte-Mor;       • Rancho de Panorama       • Colônia de Férias Rec...
RESUMO DAS PRINCIPAIS CONQUISTAS       DO SINSAÚDE PELA CATEGORIA•   Piso profissional por função•   Cesta Básica mensal• ...
•   O Sinsaúde representa e proporciona meios que promovam social, cultural e economicamente    os trabalhadores e trabalh...
Ações sindicaisHospital Celso Pierro – Puc-Campinas, em 1998                               Assembléias na porta           ...
O Abraço na Saúde – Fev. 1995Greve de 11 dias no Hospital Celso Pierro ( PUC-Campinas) foi capa doDiário do Povo
Atendimento à populaçãoAções junto à comunidade pela valorização dos profissionais da Saúde
Principais conquistas do SINSAÚDE na              luta pela categoria•   Piso profissional por função•   Adicional de Insa...
indicalização - 74% dos trabalhadores são associados                 Segundo estudos feitos com base em dados da          ...
Eventos Sociais e Esportivos
Mãe e Profissional do Ano                                Homenagem                                em Jundiaí, e           ...
Serviços e Lazer
Patrimônios  (Fotos)Clube de Campo Anna Nery, em Monte-  Mor; Rancho de Panorama, e Colônia de Férias  Recanto da Saúde, e...
Assistência Odontológica
Participação política e social
Capacitação Profissional Casa de Saúde Campinas       Santa Casa de Campinas         São Vicente de Paula de              ...
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  1. 1. Trajetória do SINSAÚDE 1938/1964 Mirza Pellicciotta
  2. 2. A cidade, a saúdee o sindicatoA Ferrovia, ao potencializar asatividades de comércio,serviços e indústria da cidade,transformou Campinas numimportante centro de saúdedo interior paulista já no finaldo século XIX.
  3. 3. A região da Estação da Paulista, em poucas décadas, transforma-se em área de entroncamento de quatro ferrovias (Paulista, Mogiana, Ramal Férreo e posteriormente, Sorocabana), além de portal de entrada/saída do interior do Estado de São Paulo, circulando regularmente em seu pátio, milhões de saca de café, alimentos, ferramentas, instrumentos, artigos diversos, além de passageiros procedentes das mais diversas áreasNas imediações da Estação, bairros de trabalhadores, escolas, fábricas, cortumes, etc.. Ganharam vida e história
  4. 4. Nas imediações da Estação da Paulista estrutura-se nas primeiras décadas do século XX, uma rede de atendimento médico de abrangência regional com diferentes especialidades. Entre os estabelecimentos, constam os hospitais Beneficiência Portuguesa, Penido Bournier, Vera Cruz, Socorros Mútuos, entre outros.
  5. 5. Os trabalhadoresA ferrovia, o café, aindústria... promovemtambém uma fortemudança populacional aopossibilitar a fixação demigrantes das maisvariadas partes do mundo.Mas, neste processo decrescimento,permaneceram as marcascentenárias de uma cidadesegregada entre senhorese trabalhadores .
  6. 6. Com a crise do café, acidade alcança outrospadrões dedesenvolvimentoA cidade de Campinas em 1929, empleno contexto da crise internacionaldo café, encontrava-se emcrescimento, apresentando umamalha urbana bem adensada e jádistante da passagem dos trilhos. Acidade rica permaneceriaconcentrada nas imediações dosantigos largos e praças, mantendo-seas populações trabalhadoras e maispobres em suas porções maisdistantes, e por vezes íngremes einsalubres. A continuidade da malha,por sua vez, facilitava e garantia ummelhor aproveitamento da infra-estrutura urbana.
  7. 7. A partir da década de 1930, a cidade se torna cada vez mais independente da dinâmica e da produção rural; da mesma forma, a dinâmica rural se faz redefinida pelas necessidades da vida e da economia urbana. E nesta trajetória, a malha urbana continu a crescer, acompanhada agora por uma crescente especulação imobiliária que transformou as características originais do município. A região central, além de alterações motivadas pela mudança de hábitos e costumes, sofre uma rápida e profunda verticalização de seu espaço, motivada tanto pela concentração de serviços na região, como pela especulação imobiliária. Em poucas décadas, edificações e espaços centenários sãoLargo do Carmo (antigo derrubados, restando os últimosLargo da Matriz Velha, exemplares em cenáriosmarco zero da cidade) na compeltamentedécada de 1940 descontextualizados.
  8. 8. As projeções – e desejos – de crescimentoda cidade se revelariam tão positivas, que o poder municipal resolve contratar (em meados dos anos 1930) os trabalhos doengenheiro e urbanista Prestes Maia parapensar e intervir de maneira planejada em sua malha urbana; destes estudos, nasceriam orientações que por várias décadas promoveram modificações na região central. No alto, foto aérea da região central, podendo-se observar à esquerda o traçado dos 3 arruamentos originais (Luzitana, Dr. Quirino e Barão de Jaguara). Ao lado, um dos desenhos propostos – e posteriormente executado – por Prestes Maia para a região da Estação da Paulista.
  9. 9. mudanças no campo da saúde (1930 – 1940)Criação da Secretaria de Estado da Educação eda Saúde Pública (1931) e do Departamento deSaúde (1938) que retoma a educação sanitária eos centros de saúde nos diversos DistritosSanitários (suspensos em 1931), instalandotambém diversos Hospitais Psiquiátricos e dePostos de Assistência Médico Sanitária (1942)Institutos de Aposentadorias e Pensões (IAPs):atendimento por setor produtivo (ferroviários,bancários, etc..) em hospitais e consultórioscredenciados A Lei n.° 378, de 13 de janeiro de 1937, instituiu o CNS e reformulou o Ministério da Educação e Saúde Pública, e debatia apenas questões internas. Nesse período, o Estado não oferecia assistência médica, a não ser em casos especiais, como tuberculose, hanseníase e doença mental
  10. 10. Sindicato dos Profissionais de Enfermagem, Técnicos, Duchistas, Massagistas eEmpregados em Hospitais e Casas de Saúde de Campinas e Região 1938 carta sindical concedida pelo Ministério do Emprego e Trabalho ao pedido feito por um grupo de 20 trabalhadores Profissionalização da categoria Sindicato dos Profissionais de Enfermagem, Técnicos, Duchistas, Massagistas e Empregados em Hospitais e Casas de Saúde de Campinas e Região Valorização da força de trabalho Em outubro de 1938, foi formada a organização por meio de carta sindical concedida pelo Ministério do Emprego e Trabalho ao pedido de um grupo de 20 trabalhadores de trabalhadores da Saúde, liderados por Vitório Chináglia. O documento é o primeiro registro da ação dos trabalhadores da saúde que buscavam valorização da sua força de trabalho e a profissionalização da categoria, e apresentava 36 propostas de sindicalização.
  11. 11. Fundação oficial do SINSAÚDE no processo de 1941,expedido em setembro de 1944
  12. 12. Os primeiros registros mostram que em 1940 o Sinsaúde possuía 130 associados.sendo 59 mulheres. Nesta mesma década, diretores ligados ao Partido Comunistasão perseguidos e a agremiação colocada na ilegalidadeOriundos das classes operárias, os funcionários da saúde dos anos 30/40 se faziampresentes em número significativo nos cuidados prestados aos pacientes dehospitais, casas de saúde e santas casas e, por isso mesmo, dependiam dossalários para sobreviver. Equivocadamente, ainda eram tratados como ‘voluntários’e, por essa razão, submetidos a baixos salários e jornadas de trabalho exaustivas.Desde sua fundação, as lideranças da saúde colocam o debate acerca dahumanização do trabalho na área da saúde e a necessidade de melhoria dossalários e jornadas mais curtas de trabalho como as principais metas da entidade.A adesão à entidade foi crescente nos anos seguintes e decai na década de 60, oque se justifica pelos reveses da política brasileira que atingiram drasticamente omovimento sindical após o golpe militar de 1964.
  13. 13. transformações da saúde na década de 1950 • Criação da Secretaria de Estado da Saúde Pública e da Assistência Social (final da década de 1940): multiplicação das unidades de saúde na capital e no interior, com atendimento, em especial, das populações carentes (não atendidas pelos IAPs); • Os Institutos de Aposentadoria e Pensões começam a organizar a assistência médico- hospitalar em Campinas (ferroviários, comerciários, funcionários dos transportes coletivos) junto à Casa de Saúde (1952), Beneficiência Portuguesa, Hospital Irmãos Penteado, Maternidade de Campinas, Clínica Santo Antônio, Clínica Pierro, Penido Burnier e Hospital Vera Cruz; • Campinas: 198 médicos de várias especialidades, 23 estabelecimentos de saúde (15 hospitais, 3 clínicas, 1 dispensário, 3 serviços oficiais de saúde pública com 1686 leitos em uma população de 155.358 habitantes
  14. 14. 1964/1984
  15. 15. 1964Foi a partir dos anos 1950/1960, ocrescimento urbano deixou de sefazer contínuo, entrando em cenaum processo deocupação/especulação do soloque buscaria transformar áreasrurais em urbanas sem oferecercondições infra-estruturais. Comoresultado, a malha urbanapassaria a contar com inúmeros“vazios”, encarecendo seuprocesso de desenvolvimento eexpondo a população a imensasdificuldades.
  16. 16. Imagens das décadas de 1970/2000
  17. 17. 1966 - Acaba a estabilidade no emprego e cria- se o FGTSEm 1964, todas as categorias Retomada do movimento operário.profissionais organizadas sofreram Cria-se o Movimento Intersindical anti-Arrochoa intervenção militar em suas (MIA). Participaram os sindicatos dosentidades sindicais. Apesar disso, metalúrgicos de São Paulo, Santo André,a base do SINSAÚDE conseguiu Guarulhos, Campinas e Osasco para colocarabrir espaço para dar um fim ao arrocho salarial. Só o sindicato decontinuidade à organização da Osasco propunha avanços fora dos limitescategoria, lançando as primeiras impostos pelo Ministério do Trabalho.edições do jornal“ESPARADRAPO”, numa alusão de 1968 - Greve de Osasco, sob o comando de José Ibrahim. Iniciada em 16 de julho, com aprotesto à falta de liberdade de ocupação da Cobrasma. No dia seguinte, oexpressão e , ao mesmo tempo, Ministério do Trabalho declarou a ilegalidadeum nome que buscava identidade da greve e determinou a intervenção nocom o trabalho do setor. Até hoje sindicato. quatro dias depois, os operáriosesse jornal é a principal retornam ao trabalho. Em outubro de 1968 aferramenta de comunicação com greve em Contagem também contra o arrochoos trabalhadores. salarial, que também foi reprimida, vencendo o movimento quatro dias depois.
  18. 18. O ESPARADRAPO na década de 1970, em plena ditadura militarCom a destituição da diretoria sindical, Doraci Silva foi indicado interventor pelo governo.Após alguns anos ocupando a presidência do Sindicato ele foi eleito pela categoria parapermanecer no cargo, só saindo em 1984.Nesse período de turbulência, o trabalho sindical ganhou contornos assistencialistas e asações trabalhistas ficaram paralisadas. O profissional da saúde volta a ver seu trabalhosendo confundido com o voluntarismo, característico da ação humanitária e filantrópica,desenvolvida por senhoras da sociedade e religiosas do início do século 20.
  19. 19. Novas mudanças da saúde entre os anos 1960 a 1980 • 1965: 17 hospitais privados lucrativos ou filantrópicos, com 2264 leitos; • Criação de Empresas médicas/ medicina de grupos: SAMCIL e UNIMED (1970) • Atendimento Público: Pronto Socorro (transformado no Hospital Mário Gatti em 1973), Posto Central e 6 Postos Distritais Municipais. Entre 1977/1978, criação de 8700000 novos postos de saúde em bairros periférios (4 estaduais e 4 municipais) e 2 hospitais600000 universitários (PUCC e UNICAMP);500000400000 • Criação do Centro Médico de Campinas população300000 (1971, pela Fundação Robert Bosch) e do200000 Centro Infantil Dr. Boldrini (anos 1980)100000 0 1886 1940 1960 1970 1980
  20. 20. 1984
  21. 21. 1984 Chapa Unidade & Ação: nova gestão sindical • nova política de sindicalização da categoria: campanha garante o dobro de sócios no final do ano. De 2728 sócios, passa-se a contar com 6000 sóciosreestruturação e criação de novas sub-sedes8912 associadosO fortalecimento da entidade foi estratégico para garantir os avanços que a nova diretoria,empossada em 1984, pretendia para os trabalhadores. E eles aconteceram como comprovamalguns dos benefícios conquistados ao longo dos anos. Ainda em 1985, o Sinsaúde garantiu aostrabalhadores o pagamento do adicional de insalubridade. Implantou ainda uma política decomunicação com a renovação gráfica do Jornal Esparadrapo, o que garantiu o prêmio de melhorpublicação da imprensa sindical.Com a organização e mobilização da categoria, novas conquistas sesomaram.
  22. 22. Em 1986 foram oficializados os pisos salariais diferenciados por função.Em 1987, foram inauguradas novassubsedes e iniciado o processo dereforma do Clube de Campo AnnaNery, na Estrada Campinas-Monte Mor.
  23. 23. Greve geral de 1989 que durou 40 dias em toda base sindicalUnificação da jornada especial detrabalho acontece nesta greve
  24. 24. Novembro de 1989
  25. 25. Década de 1990
  26. 26. Fevereiro de 1995 Greve de 11 dias no Hospital Celso Pierro (PUC-Campinas)
  27. 27. Em 1990, a diretoria adquire o terrenoonde seria construída a Colônia deFérias Recanto da Saúde, em Peruíbe,cuja inauguração acontece em 1991.Entre 1996 e 2000, implanta-se oprograma educacionaldenominado Projeto Educação naSaúde (PES), base para a criação, peloSinsaúde, do Instituto de SaúdeIntegrada (ISI), em 30 de agosto de2005.
  28. 28. Hospital Celso Pierro – Puc Campinas, em 1998 Assembléias lotadas naAssembléias aprovação das Pautas dena porta dos Reivindicações para oshospitais Dissídios Coletivos
  29. 29. A maior greve da categoria, com até 46 dias,ocorreu em 1999, tendo a jornada especial comfolgas, 120 dias de licença-gestante, cesta básicamensal e o auxílio-creche como as bandeiras deluta. Os trabalhadores tiveram garantia dessesdireitos e um aumento salarial histórico de102,13% Pouco a pouco, a entidade passa aCom campanhas regulares, a adesão ao Sinsaúde representar os trabalhadores da áreaapresentou um crescimento vertiginoso. Ao final da saúde em 172 cidades paulistasde 25 anos (2009), 22 mil profissionais da saúdesão associados e a categoria é calculada em 30mil trabalhadores. O índice de sindicalização é de74%, o que demonstra que a representatividadeda entidade supera os níveis históricos desindicalização da própria categoria e também doPaís.
  30. 30. PARTICIPAÇÃO POLÍTICA E SOCIAL Municipal, Estadual e Federal
  31. 31. ATENDIMENTO A POPULAÇÃOAções junto à comunidade pela valorização dos profissionais da Saúde
  32. 32. SERVIÇOS E LAZER
  33. 33. PATRIMÔNIOS • Clube de Campo Anna Nery, em Monte-Mor; • Rancho de Panorama • Colônia de Férias Recanto da Saúde, em Peruíbe.
  34. 34. RESUMO DAS PRINCIPAIS CONQUISTAS DO SINSAÚDE PELA CATEGORIA• Piso profissional por função• Cesta Básica mensal• Assistência Médica• Anuênio• Jornada especial de trabalho• 100% nas horas trabalhadas em período de descanso• Folgas mensais• Dia do profissional da Saúde (12 de maio)• Auxílio-Creche• 120 dias de licença-gestante• NR 32 e Adicional de Insalubridade• Capacitação Profissional - ISI
  35. 35. • O Sinsaúde representa e proporciona meios que promovam social, cultural e economicamente os trabalhadores e trabalhadoras da saúde. Atua politicamente junto aos órgãos sindicais, governamentais e empresariais propondo ações que visam à organização dos trabalhadores e trabalhadoras e à melhoria do sistema de saúde. Para atingir seus objetivos utiliza todos os meios, ferramentas e tecnologias disponíveis, prestando seus serviços com qualidade e excelência.• Alcançaremos: Padronização do atendimento e identidade visual em todas as unidades; Unificação e ampliação dos benefícios sociais e ganhos salariais reais para a categoria; Inserção política em todas as esferas e organismos de representação; e reconhecimento mundial.• Por meio de: Desenvolvimento e aprimoramento contínuo da capacitação de trabalhadores, trabalhadoras, dirigentes e colaboradores sindicais nos níveis administrativo, técnico e político; Estabelecimento de alianças com órgãos públicos e privados de representação nacional e internacional; Otimização da tecnologia da informação com ênfase na conectividade e interatividade entre os vários órgãos do governo e de representação nacional e internacional; e com os trabalhadores e trabalhadoras da saúde. Organização interna e consolidação da aliança entre dirigentes e colaboradores sindicais; e Consolidação das fontes de custeio para realização das atividades.
  36. 36. Ações sindicaisHospital Celso Pierro – Puc-Campinas, em 1998 Assembléias na porta Assembléias lotadas na dos hospitais aprovação das Pautas de Reivindicações para os Dissídios Coletivos
  37. 37. O Abraço na Saúde – Fev. 1995Greve de 11 dias no Hospital Celso Pierro ( PUC-Campinas) foi capa doDiário do Povo
  38. 38. Atendimento à populaçãoAções junto à comunidade pela valorização dos profissionais da Saúde
  39. 39. Principais conquistas do SINSAÚDE na luta pela categoria• Piso profissional por função• Adicional de Insalubridade• Cesta Básica mensal• Assistência Médica• Anuênio• Jornada especial de trabalho• 100% nas horas trabalhadas em período de descanso• Folgas mensais• Dia do profissional da Saúde (12 de maio)• Auxílio-Creche• 120 dias de licença-gestante• Capacitação profissional
  40. 40. indicalização - 74% dos trabalhadores são associados Segundo estudos feitos com base em dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT), nesta última década houve crescimento nos índices de sindicalização no Brasil. Eles chegam a 28,4% para os trabalhadores da rede privada e 40,9% no setor público.
  41. 41. Eventos Sociais e Esportivos
  42. 42. Mãe e Profissional do Ano Homenagem em Jundiaí, e Campinas nos idos das décadas de 80/90Rainha Hospitalar – concurso sindical históricoque depois se transformou em Rei e RainhaHospitalar
  43. 43. Serviços e Lazer
  44. 44. Patrimônios (Fotos)Clube de Campo Anna Nery, em Monte- Mor; Rancho de Panorama, e Colônia de Férias Recanto da Saúde, em Peruíbe.
  45. 45. Assistência Odontológica
  46. 46. Participação política e social
  47. 47. Capacitação Profissional Casa de Saúde Campinas Santa Casa de Campinas São Vicente de Paula de JundiaíInclusão digital Qualidade no atendimento Atendimento Psiquiátrico2006 2005 2007Projeto Educação na Saúde formou 16,9 mil profissionais entre os anos de 1997 e 2001 nabase estadual da Saúde
  48. 48. Diretoria Executiva

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