O uso de substâncias psicoativas

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Uso de substâncias psicoativas

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O uso de substâncias psicoativas

  1. 1. • Definição • Tipos de SPA’s • Epidemiologia • Tratamento • Processo de Enfermagem Fonte: Google
  2. 2.  KARLA ROMANA*  CÉSAR ANDRADE  DIEGO TENÓRIO  MIRELLY MELO  RAFAELLA SOARES  ROBERTA SANTOS  SEBASTIÃO FELIPE USO DE SUBSTÂNCIAS PSICOATIVAS – SPA’S RECIFE, 2013.
  3. 3. Fonte: Google
  4. 4.  É considerada substância psicoativa (SPA) qualquer substância que, utilizada por qualquer via de administração, altera o humor, o nível de percepção ou o funcionamento cerebral, podendo ser legalmente usadas, prescritas ou ilícitas (ilegais);  O uso da substância psicoativa é relatados ainda a. C., extraídas das plantas eram comum fonte de prazer; séculos depois, iniciou a sua utilização como droga medicinal, com a finalidade anestésica (ópio);  Consideram-se os usos: experimental, recreacional, medicinal ou ritual;  A iniciação parte de fatores psicológicos, etiológicos sociais, familiares, genéticos e pessoais;  Na maior parte das vezes, o início de uso de substâncias psicoativas se dá no lar, com substâncias lícitas e contando com a anuência implícita ou explícita dos pais.
  5. 5. SPA SISTEMA LÍMBICO DOPAMINA SISTEMA LÍMBICO SPA FISSURA TOLERÂNCIA ABSTINÊNCIA Presença de SPA Ausência de SPA O dopaminérgico parece ser o principal envolvido na fisiologia das dependências químicas. O neurotransmissor dopamina está relacionado com sensação de prazer e acredita-se que ele atue no desenvolvimento do comportamento de dependência para a maioria das drogas psicotrópicas de abuso. Fonte: Google
  6. 6. É caracterizada por um padrão mal adaptado de consumo da substância gerando diversos problemas na vida da pessoa, o indivíduo dependente pode necessitar de quantidades gradativamente maiores da substância utilizada a fim de obter os efeitos desejados, pois o uso continuado determinou redução do efeito provocado. O controle em relação ao uso da substância gradativamente deixa de existir de modo que as tentativas de reduzir as quantidades utilizadas não têm sucesso. Com o consumo compulsivo e a impossibilidade de se controlar, o indivíduo começa a ter inúmeros problemas sócio ocupacionais. Várias esferas da vida podem ser prejudicadas tais como: família, emprego, trabalho, acadêmica e social.
  7. 7. Quadro 33.1
  8. 8. Fonte: Google
  9. 9. Compreende numerosos transtornos que diferem entre si pela gravidade variável e por sintomatologia diversa, mas que têm em comum o fato de serem todos atribuídos ao uso de uma ou de várias substâncias psicoativas, prescritas ou não por um médico, dentre eles:  Intoxicação aguda;  Uso nocivo para a saúde;  Síndrome de dependência (dipsomania, toxicomania);  Síndrome [estado] de abstinência;  Síndrome de abstinência com delirium;  Transtorno psicótico (ciúmes, paranoia, alucinações, psicose);  Síndrome amnésica;  Transtorno psicótico residual ou de instalação tardia;  Transtorno não especificados.
  10. 10. Quadro 33.3
  11. 11. Fonte: Google.
  12. 12. É a principal substância psicoativa, lícita e de maior percentual de uso entre a população. O início do uso entre adolescentes também está cada vez mais cedo. O álcool não é digerido, ele é absorvido pela mucosa dos órgãos e passa imediatamente para o sangue em estado puro. Ao ser metabolizado pelo fígado, pode trazer lesões de diversos níveis com padrões reversíveis ou não, como a esteatose hepática ou ainda a cirrose. O pâncreas, coração, músculos, o sistema nervoso central (SNC) e periférico (SNP) , além dos vasos, podem ser agredidos pelo álcool. NMDA GABA Sintomas da abstinência: o Taquicardia; o Alterações da pressão arterial e sudorese;  Agitação;  Crises Convulsivas;  Delirium Tremens.  Síndrome de Wernick.Fonte: Google.
  13. 13. • Processos de Psicoterapia; • Naltrexone; • Acamprasato; • Topiramato. Fonte: Google. Fonte: Google.
  14. 14. Cocaína: Mesmo sendo uma substância estimulante do SNC, ela pode causas sintomas psíquicos como o aumento do estado de vigília, euforia, sensação de bem estar, autoconfiança elevada e aceleração de pensamento, além de sintomas físicos:  FC;  T;  FR;  Sudorese;  Tremor de Extremidades;  Espasmos musculares;  Tiques;  Midríase. Tratamento: Não existe específico. Usos de antidepressivos inibidores da serotonina, como a paroxetina, fluoxetina e sertralina, podem reduzir os sintomas de fissura. Fonte: Google.
  15. 15. Canabinóides (Maconha): Substância ilícita mais usada no mundo seus efeitos relacionam-se com sensação de leveza e relaxamento, acompanhando ou não alterações de sensopercepção.  Reagudização de psicose;  Câncer de pulmão, bexiga e orofaringe; Síndrome do Pânico; Esquizofrenia. Tratamento: As psicoterapias consistem em uma das formas de tratamento que podem ser utilizadas em pacientes dependentes de maconha. Dentre elas, a terapia comportamental tem sido uma das mais utilizadas em vários serviços ao redor do mundo, mostrando resultados contrastantes. Fonte: Google.
  16. 16. Estimulantes: As anfetaminas de uma forma geral, são usadas por meio de formulações médicas ou de comprimidos não padronizados e legais. Seu uso clínico, sustenta-se com a finalidade de inibir o apetite. Sintomas:  Verborragia;  Euforia;  Irritabilidade;  Midríase;  Taquicardia; Tratamento: Na abstinência, podem ser utilizados benzodiazepínicos, ou ainda agonistas dopaminérgicos como a bromocriptina e a amantadina. São indicados a longo prazo antidepressivos, tricíclicos e inibidores da serotonina. Fonte: Google.
  17. 17. Opiáceos: Consumo reduzido no Brasil, comportam substâncias como morfina e dolantina, que admitem uso clínico. Usuários dos opiáceos, se submetem ao seu potencial efeito de analgesia que, em uso prolongado e em altas doses, provoca sensação de sedação, euforia e miose. Na overdose, pode apresentar níveis de inconsciência, bradicardia, depressão respiratória, convulsões e até induz ao coma. Tratamento: Na intoxicação aguda: Naloxona. Após, admite-se o uso de buprenorfina ou metadona como opiáceos substitutos, pois possuem baixo risco de abuso. Fonte: Google.
  18. 18. Alucinógeno: Dietilamina de ácido lisérgico (LSD) Sintomas: • Flashbacks; •Transtornos sensoperceptivos; •Psicose; •Alucinações Sedativos e Hipnóticos: Benzodiazepínicos. Usados para tratamento de ansiedade, possui alta capacidade ansiolítica e de sedação. Sintomas durante a abstinência: •Disforia; •Irritabilidade; •Insônia; •Alucinações. Tratamento: Não há tratamento padronizado. Fonte: Google.
  19. 19. Tabaco Dentre os mais eficientes de oferta de nicotina é o cigarro. A nicotina ativa o sistema de recompensa por meio do aumento nos níveis da dopamina. Sintomas:  Irritabilidade;  Fissura;  Déficits de atenção;  Alterações de sono;  Aumento de apetite. Tratamento: Estratégias de abstnência, medicações que diminuem a sensação de fissura, grupos de ajuda, gomas de mascar ou adesivos de reposição de nicotina. Fonte: Google.
  20. 20. Solventes Voláteis O impacto geral na população é menor. Incorporam os inalantes, a ketamina e o ácido gama-hidroxibutírico (GHB). Entre as substâncias mais usadas estão a cola, o cimento para PVC, os removedores, o thinner. Sintomas: Altas doses pode provocar comportamento autista e inabilidade na realização de tarefas cognitivas. Observação: O GHB tem características semelhantes às da MDMA, e por isso, é conhecido como ecstasy líquido. Sua ação é semelhante a de um neurotransmissor, inicialmente suprime a liberação da dopamina para posteriormente aumentá-la. Fonte: Google.
  21. 21. Fonte: Google
  22. 22.  Avaliação Inicial:  Visão geral do comportamento do cliente;  Histórico de Enfermagem;  Sinais e Sintomas.  Diagnósticos de Enfermagem:  Nutrição desequilibrada;  Risco de infecção;  Interação social prejudicada;  Déficit no autocuidado.  Resultados Esperados:  Admissão da dependência.  Apresenta manifestações de recuperação da auto-estima;  Expressa continuação no processo de recuperação;  Frequenta com a família grupos de apoio.
  23. 23.  Intervenções de Enfermagem:  Atitude positiva em relação à pessoa que usa SPA;  Manter objetividade na identificação das necessidades do cliente;  Esclarecimento total sobre o cuidado a ser seguido;  Não demonstrar de modo verbal ou não-verbal a descrença na recuperação.  Avaliação Final: Com base nos resultados esperados, faz-se uma avaliação final da evolução do comportamento do cliente. Fonte: Google
  24. 24. Ações relativamente simples e de baixo custo ofereceriam prevenção ao uso das drogas ilícitas e não-ilícitas, porém, observa-se que, muitas ações que são pregadas, esbarram em práticas enganosas que consomem recursos e não produzem resultado aceitável. Sugestões propõem atenção maior aos adolescentes, principalmente aqueles que cumprem medidas socioeducativas, já que, em maioria, são os grupos que mais submetem-se ao uso das SPA’s. Uma estratégia adequada seria é propiciar condições de aprendizado compartilhado, incentivando também os programas de educação em saúde e saúde na escola, para que se evitem os primeiros contatos às drogas. Essa realidade, está á nossa frente à algumas décadas, e infelizmente, estará ainda mais à frente por longos períodos. O essencial é que os profissionais envolvidos assumam o compromisso com coragem, amor e determinação. A educação é a base de tudo.
  25. 25. FILHO, Euclides Lunardelli. Prevenção Ao Uso De Substâncias Psicoativas Nas Universidades: Uma visão sobre necessidades, relevância E possibilidades. São Paulo: UNIFESP, 2008. GALVÃO, Ana Luiza; ABUCHAIM, Cláudio Moojen; SALGADO, Carlos Alberto Iglesias. Transtornos Psiquiátricos Relacionados Ao Uso De Substâncias Psicoativas. Data de Publicação: 10 set. 2010. – Revisão: 25 mar. 2011. Disponível em: <http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?757>. Acesso em: 15 set. 2013. PIRES, Felipe A. R. Dependência De Droga: Atuação das drogas no sistema nervoso central. Disponível em: <http://www.dependenciadedroga.com.br/?page_id=15>. Acesso em: 15 set. 2013. BARROS, Régis. Síndrome De Dependência a Substâncias Psicoativas. Disponível em: <http://www.regisbarros.com.br/servicos/49-sindrome-de-dependencia-a-substancias-psicoativas>. Acesso em: 15 set. 2013. BALTIERI, Danilo. Psicoterapia Seria o Tratamento Mais Indicado Para Largar a Maconha?. Disponível em: <http://www2.uol.com.br/vyaestelar/saude_maconha.htm>. Acesso em: 15 set. 2013. STEFANELLI, Maguida Costa; FUKUDA, Ilza Marlene Kuae; ARANTES, Evalda Cançado. Enfermagem Psiquiátrica Em Suas Dimensões Assistenciais. 1ª edição. Barueri, SP: Editora Manole Ltda, 2008 (Série Enfermagem).

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