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Ser Psicopedagogo
 é uma atitude.




12 de novembro
dia do Psicopedagogo.



             Galeára
IX ENCONTRO DE PSICOPEDAGOGIA DO PIAUÍ




DIÁLOGOS DA PSICOPEDAGOGIA COM A FETIVIDADE E APRENDIZGEM
COLEÇÃO PAPEL DE CARTAS - CPC

Teste para Avaliação das dificuldades de Aprendizagem.
                                 Leila Sara José Chamat




            Professora: Ms. Galeára Matos
            Psicopedagoga – Psicanalista.
            e-mail: galeara@uol.com.br
Objetivo
   Detectar os aspectos afetivos- cognitivos-
   emocionais.

   Possibilitar a projeção da criança nos
   personagens.

   Analisar a estrutura do pensamento oral.

   Possibilitar uma produção escrita.
1.COMUNICAÇÃO
2.VINCULAÇÃO AFETIVA
3.RECEBER AFETO
4.INTERAÇÃO FAMILIAR
5.RELAÇÃO COM A APRENDIZGEM
6.PROGNÓSTICO
Como Aplicar

 Esclarecer a finalidade do teste.

 Expor todas as lâminas de uma vez.

 Posteriormente apresentar as
 lâminas uma por vez.
Como Aplicar

 Pedir que o (a) aprendiz conte a
 história.

 Anotar a história ( o examinador)

 Dar títulos para as histórias.
Como Aplicar


 Identificar a lâmina que o (a) aprendiz
 mais gostou.

 Contar ou escrever sobre a lâmina que o
 (a) aprendiz mais gostou.
TEMPO DE DURAÇÃO DO TESTE:
     50 A 60 MINUTOS
Avaliação – Análise do
    conteúdo manifestado
Estrutura da história.

Título.

Conteúdo.

Percepção.
Avaliação – Análise do
   conteúdo manifestado

Omissão ou recusa.

Dinâmica da aplicação.

Análise escrita.
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    conteúdo latente

Vinculação com o material.

Envolvimento com a produção.

Disponibilidade.

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     conteúdo latente

Projeção.

Afetividade.

Problema emocional.
IMPRESCINDÍVEL
VOCÊ DEVE CONHECER


Teoria do vínculo – Pichon Riviere.

Epistemologia genética – Jean Piaget.

Análise da escrita – Emília Ferreiro.
Desenho Família - Estória
             DF-E

     Galeára Matos de França
Desenho Família Estória – DF-E
     Walter Trinca - 1989

Não é um teste psicopedagógico, é um
meio de auxiliar a investigação.

“Ocupa posição intermediária dentre os
testes projetivos gráficos e temáticos”
   (Walter Trinca – Leda Barone)
Objetivo:



  Investigar a relação familiar e
   as relações intra-familiares.
Desenho Família Estória – DF-E
     Walter Trinca 1989

       Material Necessário:

        Folha de Papel ofício
        Lápis nº 2
        Lápis de cor
Consigna e Procedimentos



Consigna – “Solicita-se que o sujeito
faça um desenho de acordo com
cada consigna.”
Desenho Família com Estórias DF- E
              (1989)

               Consignas
 Desenhe uma família qualquer.
 Desenhe uma família que você gostaria
  de ter.
 Desenhe duma família onde alguém não
  está bem.
 Desenhe sua própria família.
Desenho Família com Estórias DF- E
               (1989)

              Procedimentos:

 Espalha-se os lápis sobre a mesa;
 Coloca-se a folha na posição horizontal
 Aguarda-se a conclusão de cada desenho.
Desenho Família com Estórias DF- E
              (1989)

               Procedimentos:
 Pede-se que conte uma estória.
 Inquérito
 O avaliador anota todas as observações.
 Repete-se o procedimento nos outros
  desenhos.
Desenho Família com Estórias DF- E
               (1989)

         Avaliação – O que observar:
 Movimentos gráficos e verbais.
 Peculiaridades das figuras maternas e
  paternas .
 Relacionamento fraterno.
 Descrição que o sujeito faz de si mesmo.
Desenho Família com Estórias DF- E
              (1989)

          Avaliação – O que observar:
 Atitudes sociais.
 Tendências – Necessidades – Desejos.
 Características das forças de vida ou
  destrutivas.
Uma família qualquer
Uma família que gostaria de ter
Uma família onde alguém não está bem
sua família
Uma família qualquer
Família que gostaria de ter
Uma família onde alguém não está bem
Sua família
Referência Bibliográfica
 BOSSA N.A. OLIVEIRA.V.B.(Orgs.) –Avaliação
 psicopedgógica da criança de sete a onze anos
 18ª.ed.Petróplois, RJ:Vozes, 2011.
 CHAMAT.L.S.J – Técnicas Psicopedagógias:o
 diagnóstico clínico na abordagem interacionista 1ª ed. –
 S. Paulo:vetor, 2004.
 TRINCA.W. Diagnóstico psicológico: prática
 Clínica/Walter Trinca e colaboradores – S. Paulo EPU –
 1984.
 TRINCA, W. (org.). Formas de investigação clínica em
 psicologia. São Paulo: Vetor, 1997.
CAIXA DE AREIA COMO
RECURSO PSICOPEDAGÓGICO




         GALEÁRA MATOS
      PSICOPEDAGOGA - PSICANALISTA
“ A medida que conseguia traduzir as emoções em
imagens que se ocultava nas emoções eu readquiria
paz.interior.
... Minha experiência ensinou-me o quanto é salutar,
do ponto de vista terapêutico, tornar conscientes as
imagens que residem por detrás das emoções”
             C.G.Jung (Memórias, Sonhos e reflexões)
CAIXA DE
                        AREIA

    Beatriz
Scoz




                                                      Dora Kalff

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Caixa de areia – “ Sand-play”
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Dos Elementos
A caixa: Espaço livre e ao mesmo
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A areia:
     »Favorece mobilidade.
     »Remete a subjetividade.
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Dos Conteúdos

Cenas da vida em geral.

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Cenário I
Cenário II
Cenário III
Cenário IV
Cenário V
Dos Conteúdos

Pode-se observar
Defesas/resistências.
Modalidades de aprender.
Relação entre a história de vida e
 aprendizagem.
Situações que facilitam/dificultam
 o processo de aprender.
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Psicomotora:
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        - Organização espacial / lateralidade
-Cognitiva
        -Observar
        - Identificar
        -Comparar
        -Classificar
        - Relacionar
         -Tirar Conclusão
         - Construir conceitos
Áreas que podem ser avaliadas
 Sócio Emocional
     - Auto-imagem.
     - Organização pessoal.
     - Limites.
     - Relações interpessoais.
     - Expressão de sentimentos
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 global    da   aprendizagem a
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Elaboração    de    Conteúdos
 Programáticos
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 meios de transportes.

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 aprendente     ou   sugestão    do
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POSSA FAZER DEPENDE
   DO REFERENCIAL
TEÓRICO QUE SE TEM”
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Eduardo Galeano - in O livro do abraços
Eduardo Galeano in O livro do
abraços.

Diego não conhecia o mar. O pai,
Santiago Kovadloff, levou-o para que
descobrisse o mar. Viajaram para o Sul..
Eduardo Galeano in O livro do
abraços.


 Ele, o mar, estava do outro lado das
 dunas altas, esperando.
Eduardo Galeano in O livro do
abraços.


Quando o menino e o pai enfim
alcançaram aquelas alturas de areia,
depois de muito caminhar, o mar
estava na frente de seus olhos.
Eduardo Galeano in O livro do
abraços.


 E foi tanta a imensidão do mar, e tanto o
 seu fulgor, que o menino ficou mudo de
 beleza.
Eduardo Galeano in O livro do
abraços

 E quando finalmente conseguiu
 falar, tremendo, gaguejando, pediu
 ao pai:
                - Me ajuda a olhar !
Agradeço a atenção, e fiquem pois, com
     tudo que acalma o coração.

            Galeára Matos
   Ms – Psicopedagoga/Psicanalista

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  • 1. Ser Psicopedagogo é uma atitude. 12 de novembro dia do Psicopedagogo. Galeára
  • 2. IX ENCONTRO DE PSICOPEDAGOGIA DO PIAUÍ DIÁLOGOS DA PSICOPEDAGOGIA COM A FETIVIDADE E APRENDIZGEM
  • 3. COLEÇÃO PAPEL DE CARTAS - CPC Teste para Avaliação das dificuldades de Aprendizagem. Leila Sara José Chamat Professora: Ms. Galeára Matos Psicopedagoga – Psicanalista. e-mail: galeara@uol.com.br
  • 4. Objetivo Detectar os aspectos afetivos- cognitivos- emocionais. Possibilitar a projeção da criança nos personagens. Analisar a estrutura do pensamento oral. Possibilitar uma produção escrita.
  • 9. 5.RELAÇÃO COM A APRENDIZGEM
  • 11. Como Aplicar Esclarecer a finalidade do teste. Expor todas as lâminas de uma vez. Posteriormente apresentar as lâminas uma por vez.
  • 12. Como Aplicar Pedir que o (a) aprendiz conte a história. Anotar a história ( o examinador) Dar títulos para as histórias.
  • 13. Como Aplicar Identificar a lâmina que o (a) aprendiz mais gostou. Contar ou escrever sobre a lâmina que o (a) aprendiz mais gostou.
  • 14. TEMPO DE DURAÇÃO DO TESTE: 50 A 60 MINUTOS
  • 15. Avaliação – Análise do conteúdo manifestado Estrutura da história. Título. Conteúdo. Percepção.
  • 16. Avaliação – Análise do conteúdo manifestado Omissão ou recusa. Dinâmica da aplicação. Análise escrita.
  • 17. Avaliação – Análise do conteúdo latente Vinculação com o material. Envolvimento com a produção. Disponibilidade. Identificação com o personagem.
  • 18. Avaliação – Análise do conteúdo latente Projeção. Afetividade. Problema emocional.
  • 20. VOCÊ DEVE CONHECER Teoria do vínculo – Pichon Riviere. Epistemologia genética – Jean Piaget. Análise da escrita – Emília Ferreiro.
  • 21. Desenho Família - Estória DF-E Galeára Matos de França
  • 22. Desenho Família Estória – DF-E Walter Trinca - 1989 Não é um teste psicopedagógico, é um meio de auxiliar a investigação. “Ocupa posição intermediária dentre os testes projetivos gráficos e temáticos” (Walter Trinca – Leda Barone)
  • 23. Objetivo: Investigar a relação familiar e as relações intra-familiares.
  • 24. Desenho Família Estória – DF-E Walter Trinca 1989 Material Necessário: Folha de Papel ofício Lápis nº 2 Lápis de cor
  • 25. Consigna e Procedimentos Consigna – “Solicita-se que o sujeito faça um desenho de acordo com cada consigna.”
  • 26. Desenho Família com Estórias DF- E (1989) Consignas  Desenhe uma família qualquer.  Desenhe uma família que você gostaria de ter.  Desenhe duma família onde alguém não está bem.  Desenhe sua própria família.
  • 27. Desenho Família com Estórias DF- E (1989) Procedimentos:  Espalha-se os lápis sobre a mesa;  Coloca-se a folha na posição horizontal  Aguarda-se a conclusão de cada desenho.
  • 28. Desenho Família com Estórias DF- E (1989) Procedimentos:  Pede-se que conte uma estória.  Inquérito  O avaliador anota todas as observações.  Repete-se o procedimento nos outros desenhos.
  • 29. Desenho Família com Estórias DF- E (1989) Avaliação – O que observar:  Movimentos gráficos e verbais.  Peculiaridades das figuras maternas e paternas .  Relacionamento fraterno.  Descrição que o sujeito faz de si mesmo.
  • 30. Desenho Família com Estórias DF- E (1989) Avaliação – O que observar:  Atitudes sociais.  Tendências – Necessidades – Desejos.  Características das forças de vida ou destrutivas.
  • 32. Uma família que gostaria de ter
  • 33. Uma família onde alguém não está bem
  • 37. Uma família onde alguém não está bem
  • 39. Referência Bibliográfica BOSSA N.A. OLIVEIRA.V.B.(Orgs.) –Avaliação psicopedgógica da criança de sete a onze anos 18ª.ed.Petróplois, RJ:Vozes, 2011. CHAMAT.L.S.J – Técnicas Psicopedagógias:o diagnóstico clínico na abordagem interacionista 1ª ed. – S. Paulo:vetor, 2004. TRINCA.W. Diagnóstico psicológico: prática Clínica/Walter Trinca e colaboradores – S. Paulo EPU – 1984. TRINCA, W. (org.). Formas de investigação clínica em psicologia. São Paulo: Vetor, 1997.
  • 40. CAIXA DE AREIA COMO RECURSO PSICOPEDAGÓGICO GALEÁRA MATOS PSICOPEDAGOGA - PSICANALISTA
  • 41. “ A medida que conseguia traduzir as emoções em imagens que se ocultava nas emoções eu readquiria paz.interior. ... Minha experiência ensinou-me o quanto é salutar, do ponto de vista terapêutico, tornar conscientes as imagens que residem por detrás das emoções” C.G.Jung (Memórias, Sonhos e reflexões)
  • 42. CAIXA DE AREIA Beatriz Scoz Dora Kalff Estelle Weinrib Jung Downunder - Sandplay Margareth Lowenfeld Alicia Fernandes Ruth Auman
  • 43. Caixa de areia – “ Sand-play” Detalhes da caixa de areia Formato da caixa:  Caixa de madeira com fundo azul:  Comprimento: 0,72cm  Largura: 0,52 cm  Profundidade: 0,13 cm Componentes da caixa  Areia  Miniaturas variadas
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  • 46. Dos Elementos A caixa: Espaço livre e ao mesmo tempo protegido. A areia: »Favorece mobilidade. »Remete a subjetividade. »Possibilita sensações táteis. As miniaturas: Além de analogias, ganham vida, força dinâmica, valor conceitual e emocional.
  • 47. Dos Conteúdos Cenas da vida em geral. Cenas familiares. Relações de ensino-aprendizagem. Cenas de conteúdos pedagógicos.
  • 53. Dos Conteúdos Pode-se observar Defesas/resistências. Modalidades de aprender. Relação entre a história de vida e aprendizagem. Situações que facilitam/dificultam o processo de aprender.
  • 54. Áreas que podem ser avaliadas Psicomotora: - Sensório perceptiva - Organização espacial / lateralidade -Cognitiva -Observar - Identificar -Comparar -Classificar - Relacionar -Tirar Conclusão - Construir conceitos
  • 55. Áreas que podem ser avaliadas Sócio Emocional - Auto-imagem. - Organização pessoal. - Limites. - Relações interpessoais. - Expressão de sentimentos /emoção. Pedagógica: - Comunicação oral e escrita.
  • 56. Utilização Psicopedagógica Possibilita além de uma visão global da aprendizagem a modificação de situações Elaboração de Conteúdos Programáticos
  • 57. Na construção de uma cena podemos observar Conhecimento lógico- matemático. Ciências sociais – os diferentes meios de transportes. Aspectos geográficos. Conhecimentos lingüísticos.
  • 58. Etapas de Uso Escolha da caixa de areia – pelo(a) aprendente ou sugestão do psicopedagogo. Apresentação da caixa de areia e das miniaturas. Escolha do material pelo(a) aprendente.
  • 59. Etapas de Uso Construção. Verbalização. Questionamentos – assinalamentos. Propostas de atividades.
  • 60. O que se pode observar A disposição do(a) aprendiz – o desejo. Elementos. Conteúdos trazidos. Potencial – expectativas do aprender.
  • 61. O que se pode observar O que o aprendente sabe. Dificuldades – receios. Relação com o material. Sentido do simbólico no cenário.
  • 62. O que se pode observar Estágio do desenvolvimento que se reflete no processo. Modalidades de aprendizagem.
  • 63. O que se pode observar Nível de desenvolvimento operatório. Vínculos afetivos. Oralidade.
  • 64. Vantagens Encoraja o espírito lúdico Segurança Emocional Facilita a expressão oral Não exige habilidade específica
  • 65. Vantagens Desbloqueio de atitudes aversivas em relação a atividade pedagógica. Expressão da agressividade. Inclusão do corpo.
  • 66. Vantagens Ativa a capacidade de observação e percepção. Facilita o deslocamento da transferência.
  • 67. “A LEITURA QUE SE POSSA FAZER DEPENDE DO REFERENCIAL TEÓRICO QUE SE TEM” DORA KALFF
  • 68. Eduardo Galeano - in O livro do abraços
  • 69. Eduardo Galeano in O livro do abraços. Diego não conhecia o mar. O pai, Santiago Kovadloff, levou-o para que descobrisse o mar. Viajaram para o Sul..
  • 70. Eduardo Galeano in O livro do abraços. Ele, o mar, estava do outro lado das dunas altas, esperando.
  • 71. Eduardo Galeano in O livro do abraços. Quando o menino e o pai enfim alcançaram aquelas alturas de areia, depois de muito caminhar, o mar estava na frente de seus olhos.
  • 72. Eduardo Galeano in O livro do abraços. E foi tanta a imensidão do mar, e tanto o seu fulgor, que o menino ficou mudo de beleza.
  • 73. Eduardo Galeano in O livro do abraços E quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai: - Me ajuda a olhar !
  • 74. Agradeço a atenção, e fiquem pois, com tudo que acalma o coração. Galeára Matos Ms – Psicopedagoga/Psicanalista galeara@uol.com.br (85)88241951