Ser Psicopedagogo é uma atitude.12 de novembrodia do Psicopedagogo.             Galeára
IX ENCONTRO DE PSICOPEDAGOGIA DO PIAUÍDIÁLOGOS DA PSICOPEDAGOGIA COM A FETIVIDADE E APRENDIZGEM
COLEÇÃO PAPEL DE CARTAS - CPCTeste para Avaliação das dificuldades de Aprendizagem.                                 Leila ...
Objetivo   Detectar os aspectos afetivos- cognitivos-   emocionais.   Possibilitar a projeção da criança nos   personagens...
1.COMUNICAÇÃO
2.VINCULAÇÃO AFETIVA
3.RECEBER AFETO
4.INTERAÇÃO FAMILIAR
5.RELAÇÃO COM A APRENDIZGEM
6.PROGNÓSTICO
Como Aplicar Esclarecer a finalidade do teste. Expor todas as lâminas de uma vez. Posteriormente apresentar as lâminas uma...
Como Aplicar Pedir que o (a) aprendiz conte a história. Anotar a história ( o examinador) Dar títulos para as histórias.
Como Aplicar Identificar a lâmina que o (a) aprendiz mais gostou. Contar ou escrever sobre a lâmina que o (a) aprendiz mai...
TEMPO DE DURAÇÃO DO TESTE:     50 A 60 MINUTOS
Avaliação – Análise do    conteúdo manifestadoEstrutura da história.Título.Conteúdo.Percepção.
Avaliação – Análise do   conteúdo manifestadoOmissão ou recusa.Dinâmica da aplicação.Análise escrita.
Avaliação – Análise do    conteúdo latenteVinculação com o material.Envolvimento com a produção.Disponibilidade.Identifica...
Avaliação – Análise do     conteúdo latenteProjeção.Afetividade.Problema emocional.
IMPRESCINDÍVEL
VOCÊ DEVE CONHECERTeoria do vínculo – Pichon Riviere.Epistemologia genética – Jean Piaget.Análise da escrita – Emília Ferr...
Desenho Família - Estória             DF-E     Galeára Matos de França
Desenho Família Estória – DF-E     Walter Trinca - 1989Não é um teste psicopedagógico, é ummeio de auxiliar a investigação...
Objetivo:  Investigar a relação familiar e   as relações intra-familiares.
Desenho Família Estória – DF-E     Walter Trinca 1989       Material Necessário:        Folha de Papel ofício        Láp...
Consigna e ProcedimentosConsigna – “Solicita-se que o sujeitofaça um desenho de acordo comcada consigna.”
Desenho Família com Estórias DF- E              (1989)               Consignas Desenhe uma família qualquer. Desenhe uma...
Desenho Família com Estórias DF- E               (1989)              Procedimentos: Espalha-se os lápis sobre a mesa; Co...
Desenho Família com Estórias DF- E              (1989)               Procedimentos: Pede-se que conte uma estória. Inqué...
Desenho Família com Estórias DF- E               (1989)         Avaliação – O que observar: Movimentos gráficos e verbais...
Desenho Família com Estórias DF- E              (1989)          Avaliação – O que observar: Atitudes sociais. Tendências...
Uma família qualquer
Uma família que gostaria de ter
Uma família onde alguém não está bem
sua família
Uma família qualquer
Família que gostaria de ter
Uma família onde alguém não está bem
Sua família
Referência Bibliográfica BOSSA N.A. OLIVEIRA.V.B.(Orgs.) –Avaliação psicopedgógica da criança de sete a onze anos 18ª.ed.P...
CAIXA DE AREIA COMORECURSO PSICOPEDAGÓGICO         GALEÁRA MATOS      PSICOPEDAGOGA - PSICANALISTA
“ A medida que conseguia traduzir as emoções emimagens que se ocultava nas emoções eu readquiriapaz.interior.... Minha exp...
CAIXA DE                        AREIA    BeatrizScoz                                                      Dora Kalff    Es...
Caixa de areia – “ Sand-play”       Detalhes da caixa de areia             Formato da caixa:      Caixa de madeira com fu...
Dos ElementosA caixa: Espaço livre e ao mesmotempo protegido.A areia:     »Favorece mobilidade.     »Remete a subjetividad...
Dos ConteúdosCenas da vida em geral.Cenas familiares.Relações de ensino-aprendizagem.Cenas de conteúdos pedagógicos.
Cenário I
Cenário II
Cenário III
Cenário IV
Cenário V
Dos ConteúdosPode-se observarDefesas/resistências.Modalidades de aprender.Relação entre a história de vida e aprendizag...
Áreas que podem ser avaliadasPsicomotora:        - Sensório perceptiva        - Organização espacial / lateralidade-Cogn...
Áreas que podem ser avaliadas Sócio Emocional     - Auto-imagem.     - Organização pessoal.     - Limites.     - Relações...
Utilização PsicopedagógicaPossibilita além de uma visão global    da   aprendizagem a modificação de situaçõesElaboração...
Na construção de uma cena      podemos observarConhecimento lógico- matemático.Ciências sociais – os diferentes meios de...
Etapas de UsoEscolha da caixa de areia – pelo(a) aprendente     ou   sugestão    do psicopedagogo.Apresentação da caixa ...
Etapas de UsoConstrução.Verbalização.Questionamentos – assinalamentos.Propostas de atividades.
O que se pode observarA disposição do(a) aprendiz – o desejo.Elementos.Conteúdos trazidos.Potencial – expectativas do apre...
O que se pode observarO que o aprendente sabe.Dificuldades – receios.Relação com o material.Sentido do simbólico no cenário.
O que se pode observarEstágio do desenvolvimento que sereflete no processo.Modalidades de aprendizagem.
O que se pode observarNível de desenvolvimento operatório.Vínculos afetivos.Oralidade.
VantagensEncoraja o espírito lúdicoSegurança EmocionalFacilita a expressão oralNão exige habilidade específica
VantagensDesbloqueio de atitudes aversivasem relação a atividade pedagógica.Expressão da agressividade.Inclusão do corpo.
VantagensAtiva a capacidade de observaçãoe percepção.Facilita  o    deslocamento   datransferência.
“A LEITURA QUE SEPOSSA FAZER DEPENDE   DO REFERENCIALTEÓRICO QUE SE TEM”          DORA KALFF
Eduardo Galeano - in O livro do abraços
Eduardo Galeano in O livro doabraços.Diego não conhecia o mar. O pai,Santiago Kovadloff, levou-o para quedescobrisse o mar...
Eduardo Galeano in O livro doabraços. Ele, o mar, estava do outro lado das dunas altas, esperando.
Eduardo Galeano in O livro doabraços.Quando o menino e o pai enfimalcançaram aquelas alturas de areia,depois de muito cami...
Eduardo Galeano in O livro doabraços. E foi tanta a imensidão do mar, e tanto o seu fulgor, que o menino ficou mudo de bel...
Eduardo Galeano in O livro doabraços E quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai:             ...
Agradeço a atenção, e fiquem pois, com     tudo que acalma o coração.            Galeára Matos   Ms – Psicopedagoga/Psican...
Papel de carta    walter trinca caixa de areia  11.2012
Papel de carta    walter trinca caixa de areia  11.2012
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Papel de carta walter trinca caixa de areia 11.2012

3.912 visualizações

Publicada em

Galeara IX Encontro de Psicopedagogia Piauí

1 comentário
4 gostaram
Estatísticas
Notas
Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
3.912
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
64
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
84
Comentários
1
Gostaram
4
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Papel de carta walter trinca caixa de areia 11.2012

  1. 1. Ser Psicopedagogo é uma atitude.12 de novembrodia do Psicopedagogo. Galeára
  2. 2. IX ENCONTRO DE PSICOPEDAGOGIA DO PIAUÍDIÁLOGOS DA PSICOPEDAGOGIA COM A FETIVIDADE E APRENDIZGEM
  3. 3. COLEÇÃO PAPEL DE CARTAS - CPCTeste para Avaliação das dificuldades de Aprendizagem. Leila Sara José Chamat Professora: Ms. Galeára Matos Psicopedagoga – Psicanalista. e-mail: galeara@uol.com.br
  4. 4. Objetivo Detectar os aspectos afetivos- cognitivos- emocionais. Possibilitar a projeção da criança nos personagens. Analisar a estrutura do pensamento oral. Possibilitar uma produção escrita.
  5. 5. 1.COMUNICAÇÃO
  6. 6. 2.VINCULAÇÃO AFETIVA
  7. 7. 3.RECEBER AFETO
  8. 8. 4.INTERAÇÃO FAMILIAR
  9. 9. 5.RELAÇÃO COM A APRENDIZGEM
  10. 10. 6.PROGNÓSTICO
  11. 11. Como Aplicar Esclarecer a finalidade do teste. Expor todas as lâminas de uma vez. Posteriormente apresentar as lâminas uma por vez.
  12. 12. Como Aplicar Pedir que o (a) aprendiz conte a história. Anotar a história ( o examinador) Dar títulos para as histórias.
  13. 13. Como Aplicar Identificar a lâmina que o (a) aprendiz mais gostou. Contar ou escrever sobre a lâmina que o (a) aprendiz mais gostou.
  14. 14. TEMPO DE DURAÇÃO DO TESTE: 50 A 60 MINUTOS
  15. 15. Avaliação – Análise do conteúdo manifestadoEstrutura da história.Título.Conteúdo.Percepção.
  16. 16. Avaliação – Análise do conteúdo manifestadoOmissão ou recusa.Dinâmica da aplicação.Análise escrita.
  17. 17. Avaliação – Análise do conteúdo latenteVinculação com o material.Envolvimento com a produção.Disponibilidade.Identificação com o personagem.
  18. 18. Avaliação – Análise do conteúdo latenteProjeção.Afetividade.Problema emocional.
  19. 19. IMPRESCINDÍVEL
  20. 20. VOCÊ DEVE CONHECERTeoria do vínculo – Pichon Riviere.Epistemologia genética – Jean Piaget.Análise da escrita – Emília Ferreiro.
  21. 21. Desenho Família - Estória DF-E Galeára Matos de França
  22. 22. Desenho Família Estória – DF-E Walter Trinca - 1989Não é um teste psicopedagógico, é ummeio de auxiliar a investigação.“Ocupa posição intermediária dentre ostestes projetivos gráficos e temáticos” (Walter Trinca – Leda Barone)
  23. 23. Objetivo: Investigar a relação familiar e as relações intra-familiares.
  24. 24. Desenho Família Estória – DF-E Walter Trinca 1989 Material Necessário: Folha de Papel ofício Lápis nº 2 Lápis de cor
  25. 25. Consigna e ProcedimentosConsigna – “Solicita-se que o sujeitofaça um desenho de acordo comcada consigna.”
  26. 26. Desenho Família com Estórias DF- E (1989) Consignas Desenhe uma família qualquer. Desenhe uma família que você gostaria de ter. Desenhe duma família onde alguém não está bem. Desenhe sua própria família.
  27. 27. Desenho Família com Estórias DF- E (1989) Procedimentos: Espalha-se os lápis sobre a mesa; Coloca-se a folha na posição horizontal Aguarda-se a conclusão de cada desenho.
  28. 28. Desenho Família com Estórias DF- E (1989) Procedimentos: Pede-se que conte uma estória. Inquérito O avaliador anota todas as observações. Repete-se o procedimento nos outros desenhos.
  29. 29. Desenho Família com Estórias DF- E (1989) Avaliação – O que observar: Movimentos gráficos e verbais. Peculiaridades das figuras maternas e paternas . Relacionamento fraterno. Descrição que o sujeito faz de si mesmo.
  30. 30. Desenho Família com Estórias DF- E (1989) Avaliação – O que observar: Atitudes sociais. Tendências – Necessidades – Desejos. Características das forças de vida ou destrutivas.
  31. 31. Uma família qualquer
  32. 32. Uma família que gostaria de ter
  33. 33. Uma família onde alguém não está bem
  34. 34. sua família
  35. 35. Uma família qualquer
  36. 36. Família que gostaria de ter
  37. 37. Uma família onde alguém não está bem
  38. 38. Sua família
  39. 39. Referência Bibliográfica BOSSA N.A. OLIVEIRA.V.B.(Orgs.) –Avaliação psicopedgógica da criança de sete a onze anos 18ª.ed.Petróplois, RJ:Vozes, 2011. CHAMAT.L.S.J – Técnicas Psicopedagógias:o diagnóstico clínico na abordagem interacionista 1ª ed. – S. Paulo:vetor, 2004. TRINCA.W. Diagnóstico psicológico: prática Clínica/Walter Trinca e colaboradores – S. Paulo EPU – 1984. TRINCA, W. (org.). Formas de investigação clínica em psicologia. São Paulo: Vetor, 1997.
  40. 40. CAIXA DE AREIA COMORECURSO PSICOPEDAGÓGICO GALEÁRA MATOS PSICOPEDAGOGA - PSICANALISTA
  41. 41. “ A medida que conseguia traduzir as emoções emimagens que se ocultava nas emoções eu readquiriapaz.interior.... Minha experiência ensinou-me o quanto é salutar,do ponto de vista terapêutico, tornar conscientes asimagens que residem por detrás das emoções” C.G.Jung (Memórias, Sonhos e reflexões)
  42. 42. CAIXA DE AREIA BeatrizScoz Dora Kalff Estelle Weinrib Jung Downunder - Sandplay Margareth Lowenfeld Alicia Fernandes Ruth Auman
  43. 43. Caixa de areia – “ Sand-play” Detalhes da caixa de areia Formato da caixa:  Caixa de madeira com fundo azul:  Comprimento: 0,72cm  Largura: 0,52 cm  Profundidade: 0,13 cm Componentes da caixa  Areia  Miniaturas variadas
  44. 44. Dos ElementosA caixa: Espaço livre e ao mesmotempo protegido.A areia: »Favorece mobilidade. »Remete a subjetividade. »Possibilita sensações táteis.As miniaturas: Além de analogias,ganham vida, força dinâmica, valorconceitual e emocional.
  45. 45. Dos ConteúdosCenas da vida em geral.Cenas familiares.Relações de ensino-aprendizagem.Cenas de conteúdos pedagógicos.
  46. 46. Cenário I
  47. 47. Cenário II
  48. 48. Cenário III
  49. 49. Cenário IV
  50. 50. Cenário V
  51. 51. Dos ConteúdosPode-se observarDefesas/resistências.Modalidades de aprender.Relação entre a história de vida e aprendizagem.Situações que facilitam/dificultam o processo de aprender.
  52. 52. Áreas que podem ser avaliadasPsicomotora: - Sensório perceptiva - Organização espacial / lateralidade-Cognitiva -Observar - Identificar -Comparar -Classificar - Relacionar -Tirar Conclusão - Construir conceitos
  53. 53. Áreas que podem ser avaliadas Sócio Emocional - Auto-imagem. - Organização pessoal. - Limites. - Relações interpessoais. - Expressão de sentimentos /emoção. Pedagógica: - Comunicação oral e escrita.
  54. 54. Utilização PsicopedagógicaPossibilita além de uma visão global da aprendizagem a modificação de situaçõesElaboração de Conteúdos Programáticos
  55. 55. Na construção de uma cena podemos observarConhecimento lógico- matemático.Ciências sociais – os diferentes meios de transportes.Aspectos geográficos.Conhecimentos lingüísticos.
  56. 56. Etapas de UsoEscolha da caixa de areia – pelo(a) aprendente ou sugestão do psicopedagogo.Apresentação da caixa de areia e das miniaturas.Escolha do material pelo(a) aprendente.
  57. 57. Etapas de UsoConstrução.Verbalização.Questionamentos – assinalamentos.Propostas de atividades.
  58. 58. O que se pode observarA disposição do(a) aprendiz – o desejo.Elementos.Conteúdos trazidos.Potencial – expectativas do aprender.
  59. 59. O que se pode observarO que o aprendente sabe.Dificuldades – receios.Relação com o material.Sentido do simbólico no cenário.
  60. 60. O que se pode observarEstágio do desenvolvimento que sereflete no processo.Modalidades de aprendizagem.
  61. 61. O que se pode observarNível de desenvolvimento operatório.Vínculos afetivos.Oralidade.
  62. 62. VantagensEncoraja o espírito lúdicoSegurança EmocionalFacilita a expressão oralNão exige habilidade específica
  63. 63. VantagensDesbloqueio de atitudes aversivasem relação a atividade pedagógica.Expressão da agressividade.Inclusão do corpo.
  64. 64. VantagensAtiva a capacidade de observaçãoe percepção.Facilita o deslocamento datransferência.
  65. 65. “A LEITURA QUE SEPOSSA FAZER DEPENDE DO REFERENCIALTEÓRICO QUE SE TEM” DORA KALFF
  66. 66. Eduardo Galeano - in O livro do abraços
  67. 67. Eduardo Galeano in O livro doabraços.Diego não conhecia o mar. O pai,Santiago Kovadloff, levou-o para quedescobrisse o mar. Viajaram para o Sul..
  68. 68. Eduardo Galeano in O livro doabraços. Ele, o mar, estava do outro lado das dunas altas, esperando.
  69. 69. Eduardo Galeano in O livro doabraços.Quando o menino e o pai enfimalcançaram aquelas alturas de areia,depois de muito caminhar, o marestava na frente de seus olhos.
  70. 70. Eduardo Galeano in O livro doabraços. E foi tanta a imensidão do mar, e tanto o seu fulgor, que o menino ficou mudo de beleza.
  71. 71. Eduardo Galeano in O livro doabraços E quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai: - Me ajuda a olhar !
  72. 72. Agradeço a atenção, e fiquem pois, com tudo que acalma o coração. Galeára Matos Ms – Psicopedagoga/Psicanalista galeara@uol.com.br (85)88241951

×