La nova-medicina-de-hamer-casali

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La nova-medicina-de-hamer-casali

  1. 1. A NOVA MEDICINA DE HAMER Interpretação da origem das enfermidades 1a Edição 2010 1
  2. 2. A NOVA MEDICINA DE HAMER ♦ Texto Informativo distribuído entre os participantes dos eventos sobre: Plantas Medicinais, Homeopatia, Agricultura Or- gânica, Agroecologia, Trabalhos Comunitários, Família Agrícola, Educação Rural, Terapêuticas Tradicionais e Terapias Naturais, promovidos pela Universidade Federal de Viçosa – UFV. ♦ Texto distribuído a Escolas Rurais, Escolas Família Agrí- cola e a Voluntárias das Pastorais que acessam pessoas de baixa renda. ♦ Programa de Extensão da Universidade Federal de Viçosa – “Divulgação das Plantas Medicinais, da Homeopatia e da Pro- dução de Alimentos Orgânicos”. ♦ Projeto de Extensão – Partilha de conhecimentos sobre plantas medicinais e terapêuticas tradicionais. ♦ Patrocínio – Fundação Arthur Bernardes/FUNARBE – Convênio 1713. ♦ DISTRIBUIÇÃO GRATUITA Pedidos: ● Departamento de Fitotecnia/Vicente W. D. Casali Campus da Universidade Federal de Viçosa Viçosa – MG CEP: 36570-000 ● Tel: (31)38991131 – Fax: (31)38992614 ● vwcasali@ufv.br ● Favor enviar endereço postal completo 2
  3. 3. A NOVA MEDICINA DE HAMER1 Juan Felipe Pérez Moreno, semeador de sementes na consciência Minha mãe quando conheceu a Medicina de Hamer, disse- me: “Agora entendo porque há tantas doenças e tanto câncer. É porque se perdeu o confessionário”. Parece bobagem, porém quando é explicado sobre a Nova Medicina, fica-se melhor en- tendido. Pela primeira vez na história da Medicina, podemos traba- lhar com leis da natureza. Os médicos, até agora, trabalhavam com hipóteses, axiomas não avaliados e muita especulação. Isto fazia que vários pacientes submetidos ao mesmo tratamento, ti- vessem resultados diferentes. Significa que a Medicina Clássica é apenas amontoado de especulações. Se concebermos a Medicina como ciência, seguindo a ten- dência dos franceses que a admitiram na academia de ciências nos finais de 1800, os resultados da medicina clássica não se- guem o princípio de causalidade. O médico alemão, Doutor Hamer, reúne muitos méritos: é físico, teólogo, porém não celibatário. É especialista em psiquia- tria, oncologia, clínica geral e radiologia. Durante 15 anos foi chefe ao mesmo tempo, de vários serviços em hospitais alemães. Esse perfil de médico é fato histórico. Na década de 70, este gênio começou a considerar, que na medicina faltava algo e que não havia ordem nem coerência. Em consequência de um tiro seu filho ficou entre a vida e a morte durante seis meses. Após a morte do filho Hamer teve câncer de testículo. A esposa de Hamer, que é oncologista, teve 1 – Tradução de Ana Chieffi. 3
  4. 4. câncer na mama esquerda. A pergunta que Hamer fez foi a seguinte: “Como é possí- vel que duas pessoas jovens e sadias, bruscamente tenham cân- cer, coincidindo com um fato traumático? Por causa de suas múltiplas especialidades, Hamer reuniu os conhecimentos pertinentes que possibilitaram boa análise da pergunta. Realizou o trabalho de interpretação como nenhum ou- tro poderia fazer. Hamer, com base na Medicina Clássica delineou o tempo de vida que lhes restaria de acordo com o protocolo oficial apli- cando cirurgia, quimioterapia e radioterapia. Então, o casal Hamer se rebelou contra as precárias possi- bilidades do tratamento clássico. Centrou a atenção na possível causalidade entre o fato traumático vivido e o câncer. Hamer no hospital começou algo que ninguém tinha feito antes. Perguntava ao paciente porque acreditava estar doente e se o paciente vivenciou algum incidente traumático antes da apari- ção do câncer. Encontrou que absolutamente todos pacientes ti- nham alguma história dramática ocorrida antes da doença. Então verificou a causalidade rigorosa entre o órgão afeta- do pelo câncer e o tipo de trauma afetivo que determinou a loca- lização de tal órgão e não de outro. O trauma que lesiona o rim não é nem pode ser o mesmo que lesiona o pulmão. Significa que Hamer encontrou a relação causal que liga indissoluvelmen- te o órgão à psique. Foi surpresa maior o fato da relação causa e efeito não ser apenas 95%, mas 100%. Assim ficou seguro de estar lidando com leis que regulam a ordem natural. Se deixo cair, a maçã inevitavelmente cairá na terra. Não há a mais remota possibilidade de que não caia, pois a gravidade 4
  5. 5. impediria. Vocês poderiam imaginar o impacto na Medicina Clássica, onde a ausência de leis naturais é a norma, destas cinco leis que se cumprem em 100% dos casos. Quando Hamer percebeu esta relação, verificou igualmente que o ser humano não é o cotovelo, ou o joelho ou o pé doente como pratica a medicina clássica com seu descontrolado afã de especialização. O fracionamento a que foi levado o ser humano é tão grande, que se perdeu totalmente a visão de conjunto. E isto sabe perfeitamente Hamer que é especialista em psiquiatria, ra- diologia, oncologia e clínica geral. O que sobressai em Hamer é a visão de conjunto. Ele per- guntou o que está se passando no cérebro, quando o órgão sofre alguma lesão causada por incidente traumático a nível da psique. Hamer é radiologista e nunca tinha visto no cérebro ne- nhum sinal relacionado a lesão orgânica distal. Sabemos que o cérebro governa todas as regiões e funções do corpo. Não obstante, isto é esquecido com relativa facilidade na medicina clássica, o que é imperdoável. A medicina clássica admite, atualmente, que uma célula pode receber 55 mil estímulos bioquímicos simultâneos através de neurotransmissores. No entanto, são conhecidos até hoje so- mente cerca de vinte. Como se observa, a diferença é enorme. Quanto aos estímulos elétricos que somente a célula é ca- paz de receber e processar simultaneamente, a quantidade é in- calculável. No entanto, a medicina clássica deixa de lado toda esta in- formação por não se interessar e continua obstinadamente inves- tigando sobre a pequena célula: se existem oncógenes, o que a célula faz ou não faz. Como se a célula fosse isolada do resto do 5
  6. 6. organismo. Há muitas experiências cotidianas que confirmam positiva- mente a relação psico-cérebro-orgânica de Hamer. Todos sabemos que o estudante na hora do exame fica ner- voso. Pode ter colite, o que todo médico entende e não é motivo de alarme. Se levamos susto a frequência cardíaca aumenta. Isso também é normal. A úlcera péptica ultimamente é denominada “úlcera de estresse”. Nas doenças mais graves e sérias, perde-se de vista este sentido de correlação, que é elementar, e só pensamos no especi- alista. Diante da possibilidade do cérebro dar algum sinal do que está se passando na psique e no organismo, Hamer passou a tra- balhar com o escanógrafo na viabilidade de usá-lo em patologias não neurológicas: o câncer hepático, por exemplo, fato jamais imaginado em medicina. Há imagens que aparecem nas escanografias e que jamais alguém explicou. São figuras parecidas com círculos e que não têm nem ordem nem coerência. Em algumas pessoas estão aqui, em outras acolá. Nem a fábrica dos escanógrafos pôde explicar. Portanto foram considerados como artefatos, produzidos pelo es- canógrafo, em seu funcionamento, porém jamais foram associa- dos aos pacientes. Hamer passou a observar estas imagens enigmáticas visan- do verificar se tinham algo a respeito da relação psico-cérebro-or- gânica que tanto o preocupava. Tomou cem imagens de mulhe- res com câncer de mama e descobriu que todas possuíam um pe- queno círculo parecido na mesma região do cérebro que rege a mama esquerda, órgão em que se localizava o câncer das cem pacientes. Fez o mesmo com as imagens dos pacientes que tinham 6
  7. 7. câncer nos rins e descobriu o mesmo círculo pequeno na mesma zona do cérebro que governa o respectivo rim afetado. Fez tam- bém assim com pulmão, próstata etc., repetindo-se matematica- mente o fato. Tanto investigou nesta linha de raciocínio que os resulta- dos permitiram fazer a cartografia cerebral, até então desconhe- cida pelo mundo médico. O que Hamer descobriu era o novo corpo de redes psico-cerebrais, inimaginadas até então. Hamer descobriu que as circunferências não são produzi- das pelo escanógrafo mas sinais do que está ocorrendo a nível psico-cérebro-orgânico. No dia em que descobriu tal relação, Hamer ficou sentado durante horas, pensando no que viria após. Essa descoberta re- presentava forte abalo nos alicerces da classe médica, solida- mente estabelecida sobre privilégios econômicos e significava prejuízos intelectuais, sociais etc. Com o rigor que caracteriza qualquer sábio investigador, antes de falar do assunto, Hamer preferiu primeiro ir à fábrica Siemens (a maior fabricante de escâneres da Alemanha). Os en- genheiros responsáveis disseram que Hamer não estava engana- do e confirmaram que tais sinais não eram produzidos pelo esca- nógrafo. Porém como eles não podiam explicar nem a classe mé- dica, tinham deixado assim. Os engenheiros juntamente com Hamer decidiram tirar as dúvidas aplicando o protocolo experimental de seis meses com vários escanógrafos. O que demoraria seis meses durou somente dois e Hamer teve sucesso. Assim, postulou sua primeira lei ou lei férrea do câncer. Férrea porque era aplicável a 100% dos ca- sos de câncer, e 100% nas demais doenças. A primeira lei é: “Todo choque psíquico, altamente traumático, hiperagudo, inesperado e vivido em isolamento, produz ruptura no campo 7
  8. 8. eletrofisiológico de uma área concreta do cérebro e a partir deste momento é lesado o órgão regido por esta parte do cérebro.” Pela primeira vez foi valorizado cientificamente o triângu- lo psique-cérebro-órgão. Se a pessoa espera o choque não há problema. Se vive o choque em isolamento, isto é, a pessoa não o aceita e não comunica a ninguém, então há o problema. Enquanto perdurar tal situação de conflito, permanece o curto-circuito cerebral. É mandado o erro de codificação ao ór- gão e se estabelece a doença física. A primeira lei é válida em todas as enfermidades, exceto, os traumatismos dos acidentes, as congênitas e as intoxicações. Hamer prosseguiu investigando e descobriu que a doença ocorre por processo bifásico. Na medicina clássica a doença so- mente é levada em consideração no momento que aparecem sin- tomas ou é revelada pelos testes radiológicos ou de laboratório. É considerada encerrada quando desaparecem os sintomas. Hamer observou que o pequeno círculo que aparece no es- câner apresenta duas formas. A primeira é a mancha ou pequeno círculo escuro e a segunda parece o alvo de “tiro ao alvo” (círcu- lo branco com o ponto escuro no centro). Hamer percebeu que o alvo indica conflito ativo. Pois os pacientes tipo alvo têm ainda o conflito ativo (a disputa por herança, a briga com o irmão, a per- da recente do filho). Os pacientes tipo mancha já resolveram o conflito. Existe os sintomas de “conflito ativo” e de “conflito em solução”. Des- ta maneira descobriu a segunda lei que corresponde ao caráter bifásico das doenças e enunciada assim: “Toda doença é um processo bifásico enquanto a pessoa resolve seu conflito”. Significa que existe o primeiro momento que corresponde 8
  9. 9. ao conflito ativo e o segundo momento que se desencadeia sem- pre que a pessoa resolve o conflito. Na psique começa a desapa- recer a incômoda tensão emocional; no cérebro (o que antes era o “alvo de tiro ao alvo”) inicia agora sua conversão em mancha e o órgão começa a restauração do dano causado. Tudo isto, na visão terapêutica, está distante anos-luz do que até agora conhecia a medicina clássica. O surpreendente é que quando já se está resolvendo o con- flito é que se inicia a sintomatologia. Isto inquietou muito a Ha- mer por não haver relação do estado emocional do paciente com o órgão, pois na fase ativa do conflito não há sintomas, o que pa- rece ilógico. Hamer então imaginou a possibilidade da medicina estar ainda engatinhando em relação ao desenvolvimento e ao com- portamento embrionário. Em consequência, se dedicou a estudar embriologia, o es- tudo que vai da fecundação até o parto. Hamer percebeu que os estudos embriológicos na medicina clássica são meramente des- critivos e superficiais. Todos sabemos que o organismo é formado por três teci- dos blastodérmicos: ecto, meso e endoderma. Hamer dá muita importância ao fato de qualquer órgão ser formado por uma ou outra camada blastodérmica e como reage cada tecido em parti- cular. Então encontra na terceira lei a confirmação da segunda. Assim descobriu como funciona cada tecido, em conflito ativo e em solução. A grande surpresa é que 80% das chamadas doenças atuais, são a fase da solução do conflito. No câncer de mama, por exemplo, o ectoderma na fase ati- va de conflito perde substâncias e se formam buraquinhos nos tecidos galactóforos da mama. A mulher afetada não nota nem os médicos, porque não causam sintomas. No cérebro apresenta 9
  10. 10. a imagem alvo de “tiro ao alvo” e na psique, esta mulher teria o conflito ativo. Porém se o problema é resolvido, imediatamente é dada a ordem cerebral de cura. Vejamos este exemplo bastante simples que esclarece me- lhor o processo. Algum dia você corta o dedo e fica algum pe- queno corpo estranho. Todos sabemos que no dia seguinte a re- gião se inflamará e iniciar-se-á a restauração do tecido perdido. Durante todo este tempo a região ficará avermelhada. Ninguém pensará em oncologista nem biópsia da ferida. Coitado dele se o fizer. E ainda mais se a biópsia for enviada ao patologista que não sabe nada sobre o ferimento e poderá classificar a amostra como epitelioma ou câncer de pele. No entanto, no ferimento está se produzindo o enchimento do buraco. No caso da mama, ninguém percebeu a primeira fase da doença. Todos viram até agora somente a fase de solução do conflito. Pois é natural que se forme o edema ao redor das úlce- ras dos canais galactóforos da mama e proliferação celular ten- dendo a encher as úlceras. Isto produz incômodos à mulher, en- tão ela vai ao ginecologista que considera o fenômeno como anormal. Pois é assim que lhe ensinaram. Mandará fazer a bióp- sia que será diagnosticada como câncer de mama. Pois bem, esta senhora estava se curando. Já não havia pa- tologia mas sim restauração. A senhora assustada perguntará: “E então, doutor?”. O médico da nova medicina responderá: Fique tranquila, minha senhora, assim como se restaura a ferida do dedo, é restaurada igualmente a mama. Não é necessário nem biópsia, nem radiologia, nem cirurgia, nem quimioterapia, nem radioterapia. Cicatrizada a lesão, desaparece o edema. O cérebro envia os fatores de construção. Cessa então a proliferação celular e tudo volta ao normal. Esta é a terceira lei: 10
  11. 11. “No ectoderma na fase ativa perdem-se substâncias. En- quanto que no endoderma sucede o contrário: proliferação de cé- lulas que se necrosam (morrem) em solução. No mesoderma ce- rebral antigo, controlado pelo cerebelo, os órgãos têm multipli- cação celular na fase ativa do conflito. No mesoderma cerebral novo, controlado pela medula cerebral, os órgãos sofrem degra- dação na fase ativa do conflito”. O matiz do conflito é que determina a área concreta do cé- rebro, a qual sofrerá a ruptura do campo eletrofisiológico, postu- lado pela primeira lei de Hamer. Por isso é que 100 mulheres com câncer de mama, todas têm um conflito com o mesmo matiz afetivo. Se são destras e o câncer é na mama esquerda o conflito é de mãe-filho. Se é na direita o conflito é com o marido. Por exemplo, o senhor Y vive o conflito após descobrir que seu cunhado, de quem gosta muito, apropriou-se de sua for- tuna. No homem Y que sofre mais porque gostava muito de seu cunhado e não tanto pela perda do dinheiro, a lesão será na área do cérebro que regula o cólon. E embora esteja vivendo este conflito, no cólon está se produzindo o tumor, o carcinoma do cólon. Se este tumor cresce sem chegar a obstruir o trânsito in- testinal, não haverá nenhum sintoma. Entretanto, o homem Y decide enfrentar o cunhado que pede perdão e combina fórmulas de ajustar a devolução do di- nheiro. Sendo resolvido o conflito, o senhor Y começa a sangrar pelo reto. Por que sangra? Porque é endoderma e na fase de so- lução tem que necrosar o tumor que cresceu durante a fase ativa. Este é o primeiro sintoma que este senhor tem: hemorragia do reto. Se surpreende com a hemorragia. Por não conhecer as leis de Hamer, corre ao médico e a colonoscopia (protocolo clássi- 11
  12. 12. co), revela a imagem tumorosa e conclui: carcinoma de cólon. Este diagnóstico desencadeia: cirurgia, quimioterapia e radiote- rapia, justamente quando estava se curando. Este procedimento funesto é denominado erroneamente te- rapêutico. Como pode ser terapêutico se vai impedir a cura que a mãe natureza está gestando? Pois bem este protocolo é explicado pela razão causal igualmente funesta e errada: a famosa teoria da metástase. A oncologia se baseia em dois fatos fundamentais. O pri- meiro é o diagnóstico do patologista, que pensa estar certo. O patologista, como diz Hamer, faz o jogo dos dados. Por que? Porque o patologista não seria jamais capaz de diferenciar a pro- liferação celular que tende a formar o calo de fratura, de outra que tende a formar osteosarcoma, se não lhe informarem a ori- gem da amostra. Quer dizer, e repitamos muito intencionalmen- te: os patologistas não são capazes de diferenciar a proliferação celular que tende a formar cicatriz, de outra que tende a formar câncer. Os que acreditam no contrário, estão mais que equivoca- dos. O diagnóstico definitivo seria o resultado unificado do pa- tologista, radiologista e clínico. Porém jamais isoladamente teria algum deles, o diagnóstico certo. Se a radiografia é do paciente que sofreu fratura de fêmur, dias atrás, então está claro que estamos na presença de calo de fratura. Porém se é a do indivíduo que sofreu câncer de fígado há dois anos, se conclui que é metástase. O mesmo pedaço de tecido enviado a vinte e cinco patolo- gistas, sem indicar a origem da amostra, daria como resultado vinte e cinco diagnósticos diferentes. O patologista não pode di- ferenciar a formação maligna da não maligna. Jamais. Isto deve ficar bem claro. 12
  13. 13. A espinha dorsal da oncologia é a crença na metástase. Esta teoria está sendo aplicada e foi postulada em 1858 pelo mé- dico alemão Rudolph Virchow (1821-1902) (toda célula tumoral deriva de outra semelhante já existente). Segundo esta teoria o câncer original pode dar metástase em outro lugar mediante disseminação hematógena. Isto é, uma célula cancerígena se separa do tumor original, viaja pela corren- te sanguínea, se implanta em outro órgão e ali desenvolve outro tumor maligno. Que o câncer se dissemina é fato muito conhecido por to- dos. Foi exigida explicação e Virchow a deu. Em primeiro lugar, é falsa a teoria da metástase, como equivocado é o tratamento baseado em tal falsidade. Segundo: tem perdurado por muito tempo. Isto faz pensar a leigos e formados, que antiguidade dá certeza, o que não é verdade. Até os anos 60 esta teoria permaneceu praticamente intoca- da. Mas nessa ocasião, com o avanço da microscopia eletrônica foi possível verificar que as células do pulmão são sempre célu- las pulmonares, as células de osso são sempre ósseas e as dos rins são renais. Nunca foi encontrado no pulmão um câncer ós- seo, senão pulmonar. No rim somente câncer renal, etc. Ocorreu a Virchow pensar assim e até hoje pensa a grande maioria da comunidade médica clássica do planeta. Se tivermos, por exemplo, o câncer ósseo no joelho que finalmente aparece no pulmão, foi porque uma célula osteocancerosa desprendeu-se do tumor original, viajou pelo sangue até o pulmão e ali desen- volveu o câncer de pulmão. Isto não é possível, porque se fosse assim o câncer formado no pulmão teria que ser ósseo e não pul- monar, já que a célula matriz é óssea e somente poderia gerar mais células ósseas e nunca pulmonares. Diante desta contradição, sem qualquer fundamento com- 13
  14. 14. provado, com o mito da diferenciação celular foi inventada a desculpa de que na célula ocorre metamorfose, em seu percurso através do sangue, convertendo-se então na célula corresponden- te ao órgão onde vai. Esta é a espinha dorsal da oncologia mo- derna. Meu Deus, e a isto denominam ciência! Atualmente com toda a instrumentação moderna que pos- suímos, não fomos capazes de encontrar ainda a célula viajante já mencionada. Encontramos inclusive subprodutos celulares como as transaminases, por exemplo, que são subprodutos dos hepatócitos. Quantificamos diversas enzimas no sangue, porém nada considerado célula completa. Os japoneses atualmente estão marcando células tumorais com isótopos radioativos visando seguir seu deslocamento atra- vés do sangue, porém até agora nenhuma se desprendeu do tu- mor de origem. Por fim Hamer vai a um congresso e diz: Admirem-se, o que estão dizendo é que uma célula cancerígena tornou-se louca e não sabe o que faz. Num dado momento separa-se do tumor de origem, perde ligação com o cérebro, porém isto não tem impor- tância, ela é autônoma. Lança-se no sangue. Nunca foi vista, mas isto tampouco importa. É como se dizer que um canadense, lou- ro e de olhos azuis, fica louco, se lança ao mar. Porém, como nunca foi visto, não sabemos em que mar se lançou e em sua vi- agem sofre metamorfose pois de louco se torna superinteligente, porque já sabe onde vai. E não somente sabe aonde vai, como se converte em chinês ao saber que vai para a China. Até agora eu poderia acreditar em toda esta fábula, embora com muita dificul- dade. Porém aquilo em que não posso acreditar e sob nenhuma conjetura, é que você senhor oncologista chegue à China e entre milhões de chineses diga: “Este é o canadense”. É como se havendo câncer em algum órgão, e tudo o que aparecer a partir de então, embora não pareça nem em pintura, 14
  15. 15. vem do órgão estigmatizado. Esta é a teoria da metástase. Qual é o tratamento da medicina clássica? Acabar com esta célula hipotética, que somente existe na cabeça dos médicos, porque nunca esteve no corpo do doente. Em alguma senhora foi diagnosticada o câncer de mama. O primeiro procedimento é cirurgia: mastectomia total. Não impor- ta que se trate somente do pequeno ponto de um centímetro e atrás do mamilo. Por causa da obsessão com a maldita célula, por segurança, irradiamos a região, porque assim, mesmo que matemos as células sadias, mataremos também as estranhas. De- pois por precaução, por ser possível que a maldita célula tenha escapado e esteja vagando por aí, fazemos quimioterapia durante um ano. A pessoa é mais forte do que a medicina considera, pois suporta toda esta crueldade. Depois de cinco anos faz-se a revisão e é encontrada a os- teólise de vértebra ou de fêmur. Depois da gamagrafia óssea que não é prova diagnóstica, é convertida em diagnóstica, e se con- clui: metástase de osso. Isso depois de cinco anos. Minha per- gunta é sempre a mesma: Onde se escondeu esta célula durante cinco anos? Estamos falando da célula que saiu da mama há cin- co anos, tempo decorrido após a retirada cirúrgica e ter suporta- do, além disso, químio e radioterapia. E após cinco anos aparece no quadril ou no fêmur. Santo Deus, alguém conhece alguma célula que possa vi- ver cinco anos? No entanto todos os médicos sabem isso, mas não param e nem pensam. Somente o neurônio é capaz. O que disse Hamer? Em processo oncológico a partir do momento em que é dito: “Você está com câncer”, a pessoa é submetida ao choque psíquico altamente traumático, hiperagudo, inesperado e vivido em isolamento. É o próprio diagnóstico que 15
  16. 16. vai desenvolvendo as metástases. Assim a mulher, diante do medo de morrer, porque tem 32 anos e foi diagnosticada com câncer, lesiona a zona cerebral que rege o pulmão e após dois meses terá patologia pulmonar. Vai ao médico que lhe diz: “Você tinha câncer de mama, agora tem metástase no pulmão”. Não existe câncer pulmonar proveniente das mamas, por- que além disso, o pulmão é endoderma e a mama, ectoderma. Porém pode ser que esta mulher não se preocupe com a morte e então não aparece no pulmão. Por isso as metástases são imprevisíveis. Esta senhora, por exemplo, pode se preocupar, não pela morte, mas pelo abandono em que vai deixar os filhos pequenos, como consequência, esta mulher terá metástase no fígado, por- que este tipo de medo lesiona a área cerebral que regula o fíga- do. Porém pode ser que não tenha filhos, e como o câncer é de mama lhe prescrevem antiestrógenos que afeta a libido. Seu ma- rido é jovem como ela. Então sofre desvalorização por não poder dar ao marido a satisfação sexual. Esta desvalorização sexual afeta a pelve na fase ativa do conflito. Como é mesoderma, per- derá substância e se produzirão pequenos buracos nos ossos. Pela gamagrafia do setor o médico convencional concluirá pela metástase óssea. Depois de escutar esta frase a senhora pode pensar: “Se de- pois de cinco anos está ocorrendo isto, já não tenho escapatória”. Agora o que pode acontecer é o temor da morte. E aparece a me- tástase no pulmão. Existe uma prova que a radiologia não aceita por ser inútil que é o escâner cerebral simples sem contraste. Qualquer médico 16
  17. 17. que pedir dirão que é bobagem, porque o melhor jeito de ver é com contraste. Pois bem, segundo Hamer, aquilo que serve é o escâner simples sem contraste. Meu amigo, espanhol de 54 anos e chefe de radiologia, ao me escutar dizendo isto se surpreendeu. Porém como é investi- gador sério e interessado no progresso de sua especialidade, sem duvidar fez seu escâner simples sem contraste e o levou a Ha- mer. Hamer lhe conta através da leitura da prova a história de sua vida nos últimos vinte anos. O homem, radiologista conceituado, muito surpreendido e com a moral lá em baixo, pelo que acabou de presenciar, atre- veu-se a praticar escanografias cerebrais simples e sem contras- te. Pois bem, agora os médicos de sua cidade dizem que ele fi- cou louco. O que Hamer descobriu está distante anos-luz da medicina clássica, porém o mais importante de tudo é o que vem depois. Isto significa que não são as situações em si que criam os problemas, porém como elas são vividas. Cada pessoa é respon- sável por sua própria doença. O que Hamer acaba de descobrir não é erro da natureza nem castigo por nossos pecados, mas que a doença é um programa inteligente da mãe natureza, criada por Deus, encarregada de dizer à pessoa: “Esta situação que estás vi- vendo não te convém”. Hamer descobre que a natureza quer nossa felicidade. Quando vivemos obstinados em manter qualquer situação que vá de encontro à nossa coerência interior, desencadeia-se o progra- ma cerebral que mediante a lesão do órgão, nos põe de sobreavi- so. Hamer chegou a encontrar relação de causa e efeito em 90% das doenças. Atualmente está disponível em tabela a doen- 17
  18. 18. ça e o conflito causal, como evolui a nível orgânico na fase ativa e em sua solução e o foco de Hamer no cérebro. Se tenho desavença com minha irmã porque considero que não estão dando o que me corresponde na herança deixada por nossos pais e esta situação é inaceitável mas ao mesmo tempo nada faço para resolvê-la, não estou causando dano à minha irmã, mas a mim próprio, pois sou o único culpado de minha do- ença. Acabou então isso de que o culpado de minha desgraça seja o outro. O destino me fez doente e agora vou ao médico, li- vrando-me completamente de minha responsabilidade. Você é o único culpado de sua doença. Você é o único que pode se curar na medida em que resolva seu conflito, que entre outras coisas, foi você mesmo o único que criou. Se me fecho à solução do conflito, o médico poderá me dar o que quiser, mas não haverá jeito de ir em frente. Porém, à pessoa aberta, o médico não clássico dirá: “Sua doença vem por aqui. Sua doença está tentando lhe dizer isto”. Quando a pessoa está vivendo alguma situação indigerível pode formar câncer de estômago. Neste momento na curvatura do estômago está produzindo o crescimento tumoral que é hiper- produtor de ácido clorídrico necessário por digerir a situação que está vivendo e se nega a metabolizar. Enquanto esta pessoa não resolver seu conflito interno, nada poderá ser feito. Poderão lhe retirar o estômago, porém o tumor segue em frente. No escâner cerebral encontramos conflitos de território (casa, trabalho, mulher e demais posses), e perdas de ente queri- do. As perdas afetam na mulher o ovário e no homem o testícu- lo. Conflito de território afeta as artérias coronárias. 18
  19. 19. Se resumirmos todos os tipos de conflitos que surgem no escâner cerebral ou que as pessoas podem viver vamos encontrar duas matrizes únicas. As demais são somente matizes que deter- minam a lesão orgânica final. Estas duas matrizes são: o desamor e o apego. Ninguém vive senão apegando-se. Pode ser sua mulher, sua empresa, seus estudos, seus filhos, ao dinheiro, aos prazeres etc. Então aconte- ce o inesperado com algum de seus apegos: a empresa se arruí- na, perde a mulher, ou ela sai com outro, morre o filho ou a irmã. É impossível continuar estudando, etc., etc. O que vai ser de mim? Quando desencadeia o conflito é disparado o foco de Hamer e há a lesão orgânica. Então só há uma solução. Ou resol- vo o conflito, encarando com coragem e compreensão de acordo com minha coerência interna desaparecendo a patologia. Ou por ignorância ou covardia procuro o médico, porque não sou capaz de enfrentar e solucionar o conflito. O conflito da desvalorização é frequente. Desvalorização é desamor ou falta de amor a si mesmo. Desvalorização leve afeta os gânglios linfáticos, desvalorização moderada afeta os múscu- los, desvalorização exagerada afeta os ossos. Desvalorização intelectual afeta as vértebras cervicais. Na fase ativa descalcifica e com a solução recalcifica. E então é que dói, porque ao recalcificar o osso distende o periósteo. E na dis- tensão há dor porque é o periósteo que contém a fibra sensitiva. As dores cervicais são dores de revalorização intelectual. Na Bíblia nos foi dito que nosso corpo é o templo do espí- rito, porém não acreditamos. O que dá suporte a este templo? É a coluna e quando alguém não se considera como templo, mas sim como imundície, ou incapaz, ou não se sente querido, está aten- tando contra a coluna do templo que são os ossos. Então você desmorona. 19
  20. 20. Que é artrose? É o conflito no qual entramos e saímos com facilidade. Ativamos e desativamos alternadamente. Cada vez que ativamos o conflito, descalcificamos; cada vez que desativa- mos, recalcificamos e então se produz a dor. E ela é tida, infeliz- mente, como maldição. Coluna dorsal: conflito de desvalorização pessoal. Ombro direito: conflito com o cônjuge. Ombro esquerdo: conflito com os filhos. O quadril direito quando se é destro significa não conse- guir suportar determinada situação. O matiz da desvalorização é que vai determinar a região do corpo onde aparecerá a lesão. O gânglio linfático é tecido de mesoderma que na fase ati- va perde substância. Resulta então que a pessoa com leve desva- lorização de si mesma perderá substância a nível dos gânglios linfáticos. Quando é revalorizada durante uns dias vem a ordem do cérebro de encher os buraquinhos ganglionares. Assim as cé- lulas das beiradas de cada buraquinho têm que se multiplicar. É necessário trabalho extra e pedem ao cérebro “materiais de cons- trução”. A única maneira que o cérebro encontra é a formação de edema. Então é produzida inflamação ao redor do gânglio cau- sando incômodos. Pelo médico clássico, é feita a biópsia que en- contra células em reprodução. Pelo mal-estar na região afetada e pela biópsia a conclusão é: Linfoma de Hodgkin, justamente quando estava se curando. O que faz então o médico clássico? Todos sabem: cirurgia, químio e radioterapia. Porém o cérebro sempre ganha e codifica como agressão: “Não me deixam curar”. O cérebro não sabe em que faculdade este médico estudou. Não conhece suas boas in- tenções, ele somente codifica os fatos e diz: “Quero me curar mas este senhor não deixa”. E como a quem não quer caldo se lhe dão três xícaras, o cérebro interpreta a situação assim: Se com uma dose de cinquenta de reprodução celular este senhor 20
  21. 21. me mutilou cirurgicamente, então lhe envio uma de cem, e este senhor irradia, ante esta nova agressão envio uma ordem de du- zentos e o senhor agride com quimioterapia. Quer dizer é o ve- lho jogo do gato e o rato. O que é possível fazer no caso do linfoma de Hodgkin? Posso atestar que tenho curado muitos. Digo ao paciente: Fique tranquilo, vá para casa que em seis meses terá desaparecido. É obviamente necessário apoio psicológico correto de modo que possa suportar o bombardeio que lhe vão fazer alguns conheci- dos e estranhos. Se conseguirmos isto, comprovaremos que após algum tempo, esta pessoa se cura em 100% dos casos. Por isso podemos estar aqui falando e não estamos na prisão. Pois tenho mais de mil casos curados de câncer. Agora quero dizer algo sobre o cigarro. É totalmente falso que produza câncer. O alcatrão do fumo é tóxico, obstrui os brônquios e por isso é comum nos fumantes a bronquite crônica obstrutiva. A tosse do fumante surge por causa do revestimento sobre as células ciliadas dos brônquios produzido pelo alcatrão. Porém jamais produz câncer. O que pode produzir câncer é afirmar repetidamente: “O cigarro produz câncer”. Quanto ao câncer em crianças, Hamer conclui que as crian- ças no ventre materno vivenciam os conflitos da mãe. Quando não resolvidos a tempo, a criança herda o choque emocional ou conflito. Como unidade viva independente estará submetida às mesmas leis de ativação ou desativação dos conflitos e, por con- seguinte, às patologias e à cura. Para saber mais: http://germannewmedicine.ca/ MAMBRETTII, Giorgio, SÉRAPHIN, Jean. La Medicina sottosopra. E se Hamer avesse ragione? 3. ed. Amrita, 2002. 144 p. 21
  22. 22. COMO AJUDAR? INTERVIR . . . SUAVEMENTE Antigamente se dizia: deixem que a doença faça o seu cur- so. Segundo Hamer é preciso adquirir a lucidez necessária e en- tender em qual fase está, antes de decidir alguma coisa. O co- nhecimento deste percurso servirá às intervenções clínicas e far- macológicas aptas a atenuar os sintomas físicos excessivos ou mal tolerados. Intervir com quimioterapia ou radiações significa interromper, alterar, desequilibrar o percurso biológico, sensato e útil que a natureza estabeleceu que deve ser cumprido até o fim. Terapias suaves como: o ascorbato de potássio, o cloreto de magnésio, os imunoestimulantes atóxicos, o áloe etc., podem dar frequentemente resultados positivos. São terapias que aju- dam ao organismo fatigado durante o seu percurso biológico e que denominamos doença, que o sustentam sem desequilibrar, sem envenenar, e sem criar pânico excessivo. Se o câncer e a do- ença são portanto as respostas biológicas à ordem sensata do cé- rebro, não há nenhuma substância cancerígena que o provoca2 , 2 – Substâncias cancerígenas? Segundo Hamer não há nenhuma prova da exis- tência de substâncias cancerígenas. As argumentações de apoio a estas teses são: a) não é possível provocar tumores em órgãos nos quais as conexões nervosas com o cérebro foram talhadas (órgãos transplantados); b) as substâncias inoculadas nos animais visando induzir o câncer não causam efeito se não há intervenção do cérebro. Podem destruir, envenenar mas não in- duzir o tumor. A experimentação da fumaça do cigarro em cricetídeos e ratos confirma tudo isto: – 6.000 cricetídeos expostos à fumaça dia e noite por seis anos viveram em mé- dia por mais tempo que os seus coirmãos não submetidos ao tratamento (segundo Hamer porque habitam debaixo da terra, não codificaram no cérebro o sinal de alarme da fumaça, e portanto não adquiriram, durante a sua evolução, “o progra- ma especial, biológico e sensato do perigo do fumo”); 22
  23. 23. nenhuma célula enlouquecida, nenhuma doença incurável que cria metástase3 ; conhecendo o inteiro decurso da doença e dos seus processos cada pessoa pode ser o diretor/protagonista da própria doença. CONSELHOS: 1. Racionalizar que nada acontece por acaso; 2. Entender qual choque deu origem ao tumor; 3. Entender em que fase a doença se encontra; 4. À luz dos conselhos 1) e 2) refletir sobre o quanto seja ainda necessário fazer, e quanto ao invés, é absolutamen- te evitado. http://www.laleva.cc/pt/escolha/hamer.html O segredo da medicina é distrair o paciente enquanto ele próprio se cura (Voltaire). – com ratos domésticos acontece exatamente o contrário. À mais pequena emis- são de fumaça vêm tomados pelo medo/pânico de morrer e fogem porque, ao longo do seu caminho evolutivo a fumaça é sinal de alarme. Podemos dizer que em ratos se pode induzir o carcinoma alveolar no pulmão provocado pelo confli- to de medo da morte (e é próprio por estas razões que Hamer considera inútil tor- tura a experimentação em animais que se supõem privados de psique e de emo- ções!). O mesmo discurso vale na radioatividade. As radiações destroem as células mas não provocam os tumores. Por quanto refere à alimentação Hamer afirma sim- plesmente que o organismo bem nutrido tem grande chance de reagir melhor aos conflitos. 3 – Metástase: segundo Hamer as metástases são novos conflitos provocados por novos choques conflituais, isso é, pelo choque de diagnose e prognose médicas aparentemente incompatíveis. O paciente diagnosticado com câncer, vem toma- do de pânico do “bruto mal que prolifera em modo anárquico e do qual aparente- mente não tem escapatória”, e este “pânico” seria o novo choque à origem da- quelas que se chamarão metástases. 23
  24. 24. AS CINCO LEIS NATURAIS DE HAMER: 1a Lei: “Todo choque psíquico, altamente traumático, hiperagu- do, inesperado e vivido em isolamento, produz ruptura de cam- po eletrofisiológico de uma área concreta do cérebro e a partir deste momento se lesa o órgão que é regido por esta parte do cérebro.” 2a Lei: “Toda doença é um processo bifásico enquanto a pessoa resolve seu conflito”. 3a Lei: “No ectoderma na fase ativa do conflito perdem-se subs- tâncias. Enquanto que no endoderma sucede o contrário: proli- feração de células que se necrosam (morrem) em solução. No mesoderma cerebral antigo, controlado pelo cerebelo, os ór- gãos têm multiplicação celular na fase ativa do conflito. No me- soderma cerebral novo, controlado pela medula cerebral, os ór- gãos sofrem degradação na fase ativa do conflito”. 4a Lei: Os fungos, bactérias e vírus são considerados como ali- ados leais indispensáveis à nossa sobrevivência. Os microrga- nismos se tornam ativos somente na fase de cura. Na fase de normotonia e na fase de conflito ativo os microrganismos ficam inativos e não causam nenhuma infecção. Os microrganismos ativos são especializados e inofensivos aos outros órgãos. 5a Lei: Cada doença deve ser entendida como um PROGRAMA BIOLÓGICO SIGNIFICATIVO DA NATUREZA para resolver um conflito biológico inesperado. 24

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