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  1. 1. Gabriel n° 9 João Gabriel n° 13 Jonatas n° 14 Lucca n° 18 Mikael n° 25 Sammed n° 34
  2. 2. Descartes, na noite de 10 para 11 de Novembro de 1619, teve sonhos que o levaram a duvidar do conhecimento e mesmo da existência da realidade. Para ultrapassar essa dúvida, inspirando-se na matemática e utilizando a dúvida como método, escreveu o Discurso do Método com o objectivo de encontrar um fundamento capaz de resistir aos argumentos do cepticismo.
  3. 3. Encontra-se diversas considerações atinentes às ciências. Nesta parte do Discurso, Descartes fez um balanço, um inventário de seu débito com o colégio e os professores, bem como com os livros que teve oportunidade de ler. Feito esse balanço, esse inventário crítico, especialmente em relação à teologia, à filosofia, à história e às ciências fundadas na filosofia, Descartes liberta-se dos preceptores, abandona o estudo das letras e passa a procurar apenas a ciência que poderia encontrar nele mesmo ou no grande livro do mundo.
  4. 4. Na primeira parte de seu livro, Descartes discute a questão do bom senso e da razão,sendo estes, respectivamente, o bem julgar e a distinção entre oque é verdadeiro e falso. Ele diz que a razão é uma virtude nata do ser humano, sendo oque a diferencia de uma pessoa para outra são ospensamentos que esta usa para chegar até ela, considerando dar relevância ou não a certos fatos. Por isso, podemos dizer que não existe, então, pessoas mais razoáveis que outras, e sim com pensamentosdiferentes. O autor mostra também oque o levou à sua razão, exaltando por exemplo a importância do estudo de várias áreas, como a filosofia, teologia, matemática, etc.
  5. 5. Primeira Parte: A Dúvida Metódica - O bom senso é coisa bem partilhada entre os homens. - Nossos erros não provêm de diferenças racionais, mas sim pela forma com que conduzimos nossa razão, “pois não é suficiente ter o espírito bom, o principal é aplicá-lo bem”. - Descartes se considera feliz por ter encontrado um método autêntico de descoberta da verdade. - Contudo, não se dá por satisfeito, pois pode estar sendo enganado. - Apesar de ter aprendido todo o conhecimento disponível em sua época, Descartes acha muito proveitoso o ato de viajar, que enriquece sobremaneira os nossos conhecimentos. Ele também aprecia muito a retórica e a poesia.
  6. 6. - Mas a sua maior admiração é pela matemática, pela certeza e evidência de suas demonstrações. - Ele também reverencia a Teologia, e considera a fé uma graça de Deus, concedida por igual a sábios e ignorantes. - Quanto à filosofia, a considera nobre mas eivada de controvérsias, o que não lhe assegura uma evidência mais segura. - Quando jovem, desde cedo demonstra interesse em viajar, conhecer novos costumes, sempre avaliando tudo sob o prisma de sua consistência e de sua utilidade.

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