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Índice 
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Objetivos socio-emocionais: 
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Objetivos cognitivos: 
• Propor as suas ideias, levantando problemas e pondo questões 
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Objetivos a nível motor: 
• Desenvolver a motricidade fina 
• Desenvolver a coordenação visual-motora 
• Adquirir a noção ...
Objetivos específicos: 
Adquirir atitudes 
•Ter a capacidade de se espantar e pôr questões a si mesmo 
• Ter curiosidade,...
Adquirir métodos de trabalho 
• Fazer surgir os problemas 
• Desenvolver atividades práticas laboratoriais e experimentai...
O que são Dáfnias? 
“A dáfnia é tipo uma centopeia curta.” (Alexandre) 
•Como nascem e se reproduzem 
•Pesquisa de aspetos...
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Foram crescendo e separámos alguns
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O registo das observações 
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“Quando elas juntam o rabo estão a casar.”
“Pôs os ovos e agora morreu”.
Relevância pedagógica da atividade 
A Ciência, a Língua, a Tecnologia e a Cidadania ´constituem uma 
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Ciclos de vida da Dáfnia e do Bicho-da-Seda(Grupo B)

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Ciclos de vida da Dáfnia e do Bicho-da-Seda(Grupo B)

  1. 1. Relatório da Atividade Ciência Experimental no Pré-escolar e 1º Ciclo do Ensino Básico Pequenos Cientistas Cristina Ferreira – 1º CEB da EB1/JI Feliciano Oleiro Inês Marcelino - 1º CEB da EB1/JI do Pragal Mariana Palrão – Pré-escolar da EB1/JI do Pragal Salomé Oliveira – Pré-escolar da EB1/JI do Pragal Agrupamento de Escolas Anselmo de Andrade 2013/2014
  2. 2. Índice Introdução ------------------------------------------------------------------------------------------ 3 Objetivos do projeto --------------------------------------------------------------- --------------- 4 Desenvolvimento das atividades ----------------------------------------------------------------- 11 O que são dáfnias ?---------------------------------------------------------------------------------11 O que são bichos-da-seda? -----------------------------------------------------------------------17 Conclusões -----------------------------------------------------------------------------------------23 História de uma Dáfnia Invisível --------------------------------------------------------- --anexo
  3. 3. Já todas tínhamos o hábito de trabalhar com os nossos alunos ao nível das ciências experimentais: o desenvolvimento do feijão e da batata-doce, o ciclo de vida do bicho-da-seda, os ímanes, a flutuação, etc. As dáfnias foram realmente uma boa novidade para as nossas crianças, pois o “reino da bicharada” é sempre muito apelativo para crianças pequenas. Levarem para a sala caracóis e bichos-de-conta já nos tinha levado a pesquisar algo sobre a sua vida e, antes de termos adotado as dáfnias, já tínhamos encomendado a uma das nossas colegas os bichos-da-seda. Chegaram à sala quase ao mesmo tempo, por isso o nosso projeto contempla dáfnias e bichos-da-seda. Também por estas razões, foi muito fácil adequarmos o nosso projeto ao tema do concurso, contemplando todas as áreas curriculares.
  4. 4. Quando ouvimos que esta formação procurava uma partilha multidisciplinar de projetos, pensámos logo nos objetivos globais do despertar científico. A ciência, a língua, a tecnologia e a cidadania, todas elas fazem parte de um trabalho que vise o despertar científico na criança.
  5. 5. Objetivos socio-emocionais: • Ser autónomo • Respeitar as opiniões dos outros e criar as suas próprias, com convicção • Estar alerta , desenvolvendo o espírito de curiosidade e de iniciativa • Cooperar com espírito colaborativo
  6. 6. Objetivos cognitivos: • Propor as suas ideias, levantando problemas e pondo questões • Relacionar objetos e acontecimentos, percebendo as suas semelhanças e diferenças
  7. 7. Objetivos a nível da linguagem: • Saber escutar os outros procurando compreendê-los • Saber exprimir as suas ideias e manifestar os seus desejos, traduzindo os seus pensamentos por palavras • Alargar e enriquecer o vocabulário • Trabalhar vários tipos de texto • Explorara a linguagem matemática através de registos e de elaboração de gráficos
  8. 8. Objetivos a nível motor: • Desenvolver a motricidade fina • Desenvolver a coordenação visual-motora • Adquirir a noção de tempo e espaço
  9. 9. Objetivos específicos: Adquirir atitudes •Ter a capacidade de se espantar e pôr questões a si mesmo • Ter curiosidade, gosto pelo esforço e de pesquisa • Ter espírito crítico • Conseguir ser objetivo nas suas respostas e atitudes • Ter capacidade de pôr em questão as suas opiniões pessoais
  10. 10. Adquirir métodos de trabalho • Fazer surgir os problemas • Desenvolver atividades práticas laboratoriais e experimentais • Emitir opiniões • Procurar verificar pela observação e experimentação • Classificar, ordenar, indicar e medir • Observar,registar e recolher dados • Procurar informação, com ou sem ajuda
  11. 11. O que são Dáfnias? “A dáfnia é tipo uma centopeia curta.” (Alexandre) •Como nascem e se reproduzem •Pesquisa de aspetos teóricos dos 2 tipos de reprodução •As dáfnias casam umas com as outras ou não •Elaborar um protocolo experimental •Observar regularmente o processo •Recolher e registar dados •Tratamento de dados e conclusão
  12. 12. As crianças são curiosas por natureza, por isso foi muito fácil motivá-las, mesmo antes de saberem do que estávamos a tratar. E ainda rimos todos com vontade, quando fizemos a comparação da criatividade e imaginação de cada um com a realidade das dáfnias. Quando viram o vídeo da mãe dáfnia a ter os filhotes, ficaram encantados. Houve um certo desapontamento pelas pequenas dimensões da dáfnia magna, que foi desaparecendo com as atividades que se seguiram, e com a compensação de poderem “brincar” com os bichos-da-seda.
  13. 13. Tínhamos estimulado o interesse dos alunos por uma atividade inovadora com um carácter essencialmente prático envolvendo-os em experiências e trabalhos que lhes permitiram apreciar a importância do conhecimento científico. Observámos como nasciam e se reproduziam, apesar de não ter sido muito evidente para os mais pequeninos a reprodução sexuada e a assexuada. Recorremos aos aspetos teóricos, mostrámos vídeos, fotografias e desenhos, fizemos comparações de machos e fêmeas.
  14. 14. Elaborámos o nosso protocolo experimental, separámos dáfnias. No dia 27 de março as crianças viam “pintinhas pretas” à transparência, na maior dáfnia que tivémos. No dia 28 tínhamos 7 dáfnias bebés a nadar. Observámos regularmente o processo. Sempre que tínhamos uma dáfnia sozinha , para estudar a reprodução, ela morria. Culturas Data Data / nº Data / nº Data / nº Data / nº 1 Início 28 março 2 abril 7 abril 11 abril Nascime nto / quantas 7 5 morreu morreu
  15. 15. As crianças ficaram a cuidar das dáfnias com as auxiliares de ação educativa, durante a interrupção letiva, e as dáfnias foram morrendo. Estudámos a constituição da dáfnia, fizemos uma dramatização com dáfnias, uma dança, uma canção e uma história; construímos uma dáfnia com material reciclável. Conversámos sobre os ecossistemas e a cadeia alimentar. E a desconhecida dáfnia foi motivo de conversa e de curiosidade em todas as famílias com a mensagem passada pelas crianças.
  16. 16. Canção da Dáfnia Fnia Lá em casa da dáfnia Fnia O lago tem um monte de dafninhas, Tem aniversário quase todos os dias É uma bagunça no lago da Dáfnia Fnia REFRÂO Glu…glu…glu… as dáfnias e as dafninhas Lá na casa da Dáfnia Fnia Pra comer tem de se fazer fila Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, Se perdeu a Dafnia e as dafninhas REFRÃO Glu…glu…glu… as dáfnias e as dafninhas Lá na casa de Dona Dafnia Antes de dormir Tem sempre brincadeira Lava os dentes, toma banho E ouve historinhas de encantar REFRÃO Glu…glu…glu… as dafnias e as dafninhas Música da canção: “A galinha Pintadinha 3”
  17. 17. O que são bichos-da-seda Os bichos-da-seda, chegaram quase ao mesmo tempo das dáfnias. Para algumas crianças não eram totalmente desconhecidos. Uma das crianças explicou: “eu gosto muito das dáfnias, mas estes podem andar na nossa mão”. •Como é que põem estes ovos? • Como se transformam? •Casam em lagarta ou em borboleta? •Acho que casam dentro do casulo! Elaboramos o protocolo experimental e começamos a observar regularmente o processo e a recolher e registar os dados. •Exatamente como fazíamos com as dáfnias.
  18. 18. Foram crescendo e separámos alguns
  19. 19. Começaram a construir os casulos.
  20. 20. O registo das observações Culturas Data Data / nº Data / nº Data / nº Data / nº 1 Início 24 de março 27 de março 1 de abril 7 de abril Semana da páscoa Nascimento / quantas 20 bichos-da- seda As lagartas são cinzentas claras Morreram três Fêmeas brancas e machos com riscas pretas Estão grandes e gordos Começam a construir os casulos 2 Início 6 de maio 10 de maio 11 de maio 13 de maio 15 de maio Nascimento / quantas 2 borboletas saem do casulo Ovos Amarelos + 3 borboletas 2 borboletas morreram Ovos cinzentos + 2 borboletas Ovos amarelos 3 borboletas morreram
  21. 21. “Quando elas juntam o rabo estão a casar.”
  22. 22. “Pôs os ovos e agora morreu”.
  23. 23. Relevância pedagógica da atividade A Ciência, a Língua, a Tecnologia e a Cidadania ´constituem uma estratégia multidisciplinar riquíssima para trabalharmos a Ciência Experimental com os nossos alunos. O nosso objetivo quando introduzimos as ciências é desenvolver a capacidade das crianças para entenderem e respeitarem tudo o que as rodeia, capacidade essa que existe potencialmente em todos nós. É nossa intenção formar seres humanos com uma visão integral do mundo em que vivemos, promovendo o desenvolvimento de habilidades de pensamento científico, como o questionar e refletir sobre os fenómenos naturais que nos rodeiam, mediante a investigação das causas que os provocam. Assim promovemos na criança o desenvolvimento de uma atitude científica, que mais tarde lhe permitirá converter-se num ser reflexivo, crítico e analítico, capaz de seguir un método para realizar investigações a partir da informação disponível, observando, formulando hipóteses, e verificando as mesmas, através da experiência. E atrás das perguntas pertinentes das crianças vem toda a comunidade educativa, que também tem como função esclarecer e encontrar respostas adequadas às questões dos futuros adultos.

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