Saude do trabalhador_no_sus_atencao_basica

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Saude do trabalhador_no_sus_atencao_basica

  1. 1. 07/01/15 1 Zuher Handar Organização da Atenção Integral à Saúde do Trabalhador no SUS
  2. 2. 07/01/15 2 Zuher Handar A POLITICA DE SAÚDE DO TRABALHADOR NA ATENÇÃO BÁSICA DE SAÚDE Centro Estadual de Saúde do Trabalhador A gestão da RENAST
  3. 3. 07/01/15Zuher Handar3 Por que uma Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador?  Até 1988 a atenção à saúde era:  um serviço oferecido pela Previdência Social,  política de Estado compensatória voltada aos trabalhadores contribuintes, formalmente inseridos no mercado de trabalho.  As ações individuais dissociadas das ações coletivas e excluía grande parte da população da atenção à saúde,
  4. 4. 07/01/15Zuher Handar4 Movimento da Reforma Sanitária  Propõe uma nova concepção de Saúde Pública para o conjunto da sociedade brasileira, incluindo a Saúde do Trabalhador.  A Saúde do Trabalhador reflete uma resposta institucional aos movimentos sociais que, entre a metade dos anos 70 e os anos 90.  A configuração da Saúde do Trabalhador se dá diretamente no âmbito do direito à saúde, previsto como competência do SUS.
  5. 5. 07/01/15Zuher Handar5 Saúde do Trabalhador e o SUS  O direito à saúde e à vida passa pela transformação do processo de produção, que de fonte de agravos e de morte, deve ser um fator de proteção e de promoção da vida.  O Sistema Único de Saúde tem um papel fundamental,  a rede de serviços públicos de saúde deve se qualificar e se estruturar para atender às demandas de Saúde do Trabalhador de forma integral.
  6. 6. 07/01/15 6 Zuher Handar Ocampo da Saúde do Trabalhador  O compromisso com a mudança do precário quadro de saúde da população trabalhadora é seu pilar fundamental.  Surge nova forma de enxergar a relação trabalho-saúde   Define forma de intervir nos ambientes de trabalho  Introduz, na Saúde Pública, práticas de atenção à saúde dos trabalhadores, no bojo das propostas da Reforma Sanitária Brasileira.
  7. 7. 07/01/15 7 Zuher Handar Capacidade de Inclusão  Desafios para a investigação e intervenção no âmbito da Saúde do Trabalhador:  A progressiva exclusão, do mercado formal, o contingente de trabalhadores desprotegidos, ignorados pelas empresas, em constante rotação, sem direito à assistência e ao controle de sua saúde ou sem reconhecimento da condição de cidadão-trabalhador doente,  A partir de 1988 - reflexão do modelo de atenção a saúde do trabalhador  as questões de saúde relacionadas ao trabalho fizessem parte do direito universal à saúde, incluídas no escopo da Saúde Pública.
  8. 8. 07/01/15 8 Zuher Handar Saúde do Trabalhadorno SUS  A partir da década de 90  Instrumentos normativos contribuem para que a prática da Saúde do Trabalhador no SUS responda aos princípios básicos do Sistema.  Principio da universalidade significa que todos os cidadãos brasileiros devem ter acesso aos serviços de Saúde do Trabalhador.  Pressupõe ainda que a atenção aos trabalhadores não deva considerar o seu grau de inserção na economia ou o tipo de vínculo trabalhista.  A eqüidade expressa a justiça no acesso, ou seja, os grupos mais necessitados devem ter precedência e prioridade no atendimento de suas demandas.
  9. 9. 07/01/15Zuher Handar9 SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (Atribuições do SUS)  Constituição Federal de 1988  Lei N.º 8.080/90 (Lei Orgânica da Saúde).  O Artigo 6o dessa Lei confere à direção nacional do Sistema a responsabilidade de coordenar a política de saúde do trabalhador.
  10. 10. Artigo 6º da LOS  saúde do trabalhador é definida como;  “um conjunto de atividades que se destina, através das ações de vigilância epidemiológica e vigilância sanitária, à promoção e proteção da saúde dos trabalhadores, assim como visa à recuperação e reabilitação dos trabalhadores submetidos aos riscos e agravos advindos das condições de trabalho”.
  11. 11. Atividades • a assistência ao trabalhador; • estudos, pesquisas, avaliação e controle dos riscos e agravos • normatização, fiscalização e controle dos riscos e das condições de trabalho;
  12. 12. Atividades • a avaliação do impacto que as tecnologias provocam à saúde; • a informação ao trabalhador e a sua respectiva entidade sindical e a empresas sobre os riscos e as medidas preventivas
  13. 13. Atividades • a participação na normatização, fiscalização e controle dos serviços de saúde do trabalhador nas instituições e empresas públicas e privadas; • a revisão periódica da listagem oficial de doenças originadas no processo de trabalho;
  14. 14. 07/01/15 14 Zuher Handar Saúde do Trabalhadorno SUS  Em 2002  Portaria 1679 GM/MS - Implanta a RENAST  Em 2005 - Portaria GM/MS 2.437  reforça que as ações em Saúde do Trabalhador, deverão ser desenvolvidas de forma descentralizada e hierarquizada, em todos os níveis de atenção do SUS, incluindo as curativas, preventivas, de promoção e de reabilitação.
  15. 15. 07/01/15 15 Zuher Handar Principios  Cuidado integral à saúde  Inclusão das ações de saúde do trabalhador na atenção básica  Pela instituição e indicação de serviços de Saúde do Trabalhador de retaguarda, de média e alta complexidade.  Descentralização das ações de saúde  Organização da rede de prestação de serviços de saúde por meio da municipalização e a distritalização que são considerados territórios estratégicos para estruturação das ações de saúde do trabalhador
  16. 16. 07/01/15 16 Zuher Handar Saúde do Trabalhador, Atenção Integral e Atenção Básica  Espaços privilegiados para o cuidado integral à saúde  oportunidades para identificação, tratamento, acompanhamento e monitoramento das necessidades de saúde relacionadas ou não ao trabalho.  Concentrar esforços no sentido de garantir o acesso a uma atenção qualificada  Busca estabelecer o nexo causal entre o quadro de morbimortalidade verificado no âmbito dos processos de trabalho de um determinado território.
  17. 17. 07/01/15 17 Zuher Handar Modelo de atenção à Saúde do Trabalhador  O modelo de atenção à Saúde do Trabalhador organiza-se na própria rede do SUS, segundo os princípios da:  universalidade de acesso,  integralidade da atenção,  controle social  regionalizado e hierarquizado,  privilegiando as estratégias da Atenção Básica  enfoque da Promoção da Saúde.
  18. 18. 07/01/15Zuher Handar18 prevenção de agentes ou situações que apresentem riscos para a saúde assistência curativa - de diagnóstico, tratamento e reabilitação promoção da saúde, conjunto de intervenções destinadas à melhoria da qualidade de vida das pessoas. AÇÕES INSEPARÁVEIS E ARTICULADAS
  19. 19. 07/01/15 19 Zuher Handar Ações de Saúde do Trabalhador  Vigilância em Saúde do Trabalhador  Assistência aos agravos  Vigilância dos ambientes e condições de trabalho (vigilância sanitária)  Vigilância da situação de saúde dos trabalhadores (vigilância epidemiológica)  Vigilância da situação ambiental (vigilância ambiental)  Produção, coleta, sistematização, análise e divulgação das informações de saúde  Produção de conhecimento  Atividades educativas.
  20. 20. 07/01/15 20 Zuher Handar Casos/situação de adoecimento Notificados ao Sistema de Informação Procedimentos de vigilância da saúde Compreensão da indissociabilidade das ações assistenciais e de vigilância
  21. 21. 07/01/15 21 Zuher Handar As ações de vigilância dos ambientes e condições de trabalho, vigilância epidemiológica de agravos e da vigilância ambiental “Casos de doentes ou de suspeitos” Encaminhados à Rede de Serviços Sentinela Para diagnóstico e, se necessário, para tratamento e reabilitação
  22. 22. 07/01/15Zuher Handar22 Quais as dificuldades do SUS no desenvolvimento das ações de saúde do trabalhador?  Persistente crise financeira do setor  Falta de sensibilização e vontade política do gestor  Falta de tradição e o desconhecimento dessa atribuição  O despreparo dos profissionais para fazer o diagnóstico ou estabelecer o nexo de uma enfermidade com o trabalho   Ausência dos meios propedêuticos necessários  A persistência do modelo centrado na consulta médica individual em detrimento das ações coletivas  Insuficiência ou inexistência, quantitativa e qualitativa de ações de promoção e proteção da saúde  Indefinição e/ou duplicidade de atribuições,
  23. 23. 07/01/15 23 Zuher Handar Necessidades  Ampliação da equipes  As tarefas sejam redefinidas e redimensionadas  As equipes capacitadas  Garantia de procedimentos de referência e contra- referência necessários.  Garantia de acesso e procedimentos de média e alta complexidade
  24. 24. 07/01/15 24 Zuher Handar PORTARIA No- 2.728, DE 11 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre a Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (RENAST) e dá outras providências.
  25. 25. 07/01/15 25 Zuher Handar A Atenção Integral à Saúde do Trabalhador  Implica em qualificar as práticas de saúde,  Para o atendimento dos acidentados do trabalho, dos trabalhadores doentes, das urgências e emergências  Para as ações de promoção e proteção da saúde e de vigilância, orientadas por critério epidemiológico.  A construção da RENAST, representou o aprofundamento da institucionalização e do fortalecimento da Saúde do Trabalhador no âmbito do SUS  Reúne as condições para o estabelecimento de uma política de estado e os meios para sua execução.
  26. 26. 07/01/15 26 Zuher Handar A RENAST articula  Concepção de uma rede nacional   Eixo integrador é a rede regionalizada de Centros de Referência em Saúde do Trabalhador –Cerest  localizados em cada uma das capitais, regiões metropolitanas e municípios sede de pólos de assistência, das regiões e micro-regiões de saúde  atribuição de dar suporte técnico e científico às intervenções do SUS no campo da Saúde do Trabalhador, integradas, no âmbito de uma determinada região, com a ação de outros órgãos públicos;
  27. 27. 07/01/15 27 Zuher Handar CEREST Eixo Integrador  Função de suporte técnico  educação permanente, de coordenação de projetos de assistência, promoção e vigilância à saúde dos trabalhadores, no âmbito da sua área de abrangência.  Deixam de ser porta de entrada do Sistema  Centro articulador e organizador no seu território de abrangência, das ações intra e intersetoriais de Saúde do Trabalhador  Retaguarda técnica e pólos irradiadores de ações e idéias de vigilância em saúde, de caráter sanitário e de base epidemiológica.
  28. 28. 07/01/15 28 Zuher Handar As ações em Saúde do Trabalhador  Deverão ser desenvolvidas, de forma descentralizada e hierarquizada, em todos os níveis de atenção do SUS  Incluir as ações de promoção, preventivas, curativas e de reabilitação.  A RENAST integra a rede de serviços do SUS, voltados à promoção, à assistência e à vigilância, para o desenvolvimento das ações de Saúde do Trabalhador.
  29. 29. 07/01/15 29 Zuher Handar A implementação da RENAST dar-se-á do seguinte modo:  I - estruturação da rede de Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST);  II - inclusão das ações de saúde do trabalhador na atenção básica, por meio da definição de protocolos, estabelecimento de linhas de cuidado e outros instrumentos que favoreçam a integralidade;  III - implementação das ações de promoção e vigilância em saúde do trabalhador;
  30. 30. 30 07/01/15 30 Zuher Handar A implementação da RENAST dar-se-á do seguinte modo:  IV - instituição e indicação de serviços de Saúde do Trabalhador de retaguarda, de média e alta complexidade já instalados, aqui chamados de Rede de Serviços Sentinela em Saúde do Trabalhador;   V - caracterização de Municípios Sentinela em Saúde do Trabalhador.
  31. 31. 07/01/15 31 Zuher Handar Ações em Saúde do Trabalhador  Responsabilidade das Secretarias de Saúde dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios  adotar as providências necessárias à implementação de ações em Saúde do Trabalhador, em todos os níveis da atenção da rede pública de saúde.  Deverão estar inseridas expressamente nos Planos de Saúde nacional, estaduais, distrital e municipais e nas respectivas Programações Anuais.  
  32. 32. 07/01/15 32 Zuher Handar Deverão ser consideradas nos Planos de Saúde e nas respectivas Programações Anuais, ações e indicadores para:  I - organização de ações de atenção integral à saúde do trabalhador, compreendendo promoção, vigilância, atenção básica e serviços de média e alta complexidade;  II - inserção das ações de atenção integral à saúde do trabalhador nas redes de atenção à saúde locais e regionais;  III - qualificação em Saúde do Trabalhador, incluindo diretrizes de formação para representantes do controle social, como por exemplo, representantes de Conselhos de Saúde, sindicatos de trabalhadores e outros; e  IV - promoção da Saúde do Trabalhador por meio de articulação intra e intersetorial.
  33. 33. 07/01/15 33 Zuher Handar CEREST  Tem por função dar subsídio técnico para o SUS  CERESTs com abrangência estadual, regional e municipal.  Os CERESTs habilitados de abrangência regional somente poderão alterar sua área de abrangência mediante prévia aprovação da Comissão Intergestores Bipartite (CIB).  Os CERESTs não poderão assumir as funções ou atribuições correspondentes aos Serviços Especializados de Segurança e Medicina do Trabalho (SESMT) ou similar, tanto do setor público quanto do privado.
  34. 34. 07/01/15 34 Zuher Handar Funções do Ministério da Saúde na gestão da RENAST  I - elaborar a Política Nacional de Saúde do Trabalhador para o SUS, aprovada pelo Conselho Nacional de Saúde (CNS) e pactuada pela CIT;   II - coordenar a RENAST;  III - elaboração de projetos de lei e normas técnicas pertinentes à área;  IV - inserir as ações de Saúde do Trabalhador na Atenção Básica, Urgência/Emergência, Rede Hospitalar, Vigilância Sanitária, Epidemiológica e Ambiental;  V - assessorar os Estados;
  35. 35. 07/01/15 35 Zuher Handar Funções do Ministério da Saúde na gestão da RENAST  VI - definir acordos e cooperação técnica para capacitação e apoio à pesquisa na área;  VII - definir rede de laboratórios de análises químicas e toxicológicas como referências regionais ou estaduais;  VIII - definir a Rede Sentinela e os Municípios Sentinela;  IX - definir o financiamento federal;  X - realizar estudos e pesquisas definidos a partir de critérios de prioridade, e conforme a demanda social;  XI - promover a articulação intersetorial com vistas a fortalecer o modelo de atenção integral a saúde dos trabalhadores.
  36. 36. 07/01/15 36 Zuher Handar Funções das Secretarias de Saúde Estaduais e do Distrito Federal na gestão da RENAST  I - elaborar a Política de Saúde do Trabalhador, definir o financiamento, pactuar na CIB e submeter à aprovação do Conselho de Saúde, em seu âmbito respectivo;  II - conduzir as negociações nas instâncias do SUS no sentido de inserir as ações e indicadores de Saúde do Trabalhador no Plano de Saúde e na Programação Anual de Saúde, bem como seu financiamento no seu âmbito respectivo;  III - contribuir na elaboração de projetos de lei e normas técnicas pertinentes à área;
  37. 37. Funções das Secretarias de Saúde Estaduais e do Distrito Federal na gestão da RENAST  IV - inserir as ações de Saúde do Trabalhador na Atenção Básica, Urgência/Emergência e Rede Hospitalar, por meio da definição de protocolos, estabelecimento de linhas de cuidado e outros instrumentos que favoreçam a integralidade;  V - executar ações de vigilância epidemiológica, sanitária e ambiental voltadas à Saúde do Trabalhador no seu âmbito respectivo;  VI - implementar as ações de atenção de média e alta complexidade, definidas em conjunto com a CIB; 37
  38. 38. 07/01/15 38 Zuher Handar Funções das Secretarias de Saúde Estaduais e do Distrito Federal na gestão da RENAST  VII - assessorar os CERESTs, os serviços e as instâncias regionais e municipais;  VIII - realizar estudos e pesquisas definidos a partir de critérios de prioridade e conforme a demanda social;  IX - articular e capacitar, em parceria com os Municípios e com os Centros de Referência em Saúde do Trabalhador, os profissionais de saúde do SUS;
  39. 39. 07/01/15 39 Zuher Handar Funções das Secretarias de Saúde Estaduais e do Distrito Federal na gestão da RENAST  X - implementar estratégias de comunicação e de educação permanente em saúde;  XI - estabelecer e definir fluxo de trabalho integrado com a rede de serviços de apoio diagnóstico e terapêutico, e retaguarda de reabilitação;  XII - estabelecer e definir fluxo de trabalho integrado com a rede de laboratórios de análises para avaliações de amostras de contaminantes ambientais e produtos de interesse à Saúde do Trabalhador;
  40. 40. 07/01/15 40 Zuher Handar Funções das Secretarias de Saúde Estaduais e do Distrito Federal na gestão da RENAST  XIII - pactuar na CIB a Rede Sentinela e os Municípios Sentinela em Saúde do Trabalhador no seu âmbito respectivo;  XIV - propor as linhas de cuidado para todos os agravos de notificação compulsória dispostos na Portaria nº 777/GM, de 28 de abril de 2004, a ser seguidas para a atenção integral dos trabalhadores usuários do SUS, a ser aprovada pela CIB;  XV - propor os fluxos de referência e contra -referência de cada linha de cuidado de atenção integral à Saúde do Trabalhador, a ser aprovado na CIB;   XVI - propor normas relativas a diagnóstico, tratamento e reabilitação de pacientes portadores de agravos à saúde decorrentes do trabalho, a ser aprovada na CIB;
  41. 41. 07/01/15 41 Zuher Handar Funções das Secretarias Municipais de Saúde na gestão da RENAST  I - realizar a pactuação, o planejamento e a hierarquização de suas ações, que devem ser organizadas em seu território a partir da identificação de problemas e prioridades, e incluídas no Plano Municipal de Saúde;   II - atuar e orientar no desenvolvimento de protocolos de investigação e de pesquisa clínica e de intervenção;  III - articular com outros Municípios quando da identificação de problemas e prioridades comuns;
  42. 42. 07/01/15 42 Zuher Handar Funções das Secretarias Municipais de Saúde na gestão da RENAST  IV - informar a sociedade, em especial os trabalhadores, as CIPAs e os respectivos sindicatos sobre os riscos e danos à saúde no exercício da atividade laborativa e nos ambientes de trabalho;  V - capacitar, em parceria com as Secretarias Estaduais de Saúde e com os CERESTs, os profissionais e as equipes de saúde  VI - inserir as ações de Saúde do Trabalhador na Atenção Básica, Urgência/Emergência e Rede Hospitalar, por meio da definição de protocolos, estabelecimento de linhas de cuidado e outros instrumentos que favoreçam a integralidade;
  43. 43. 07/01/15 43 Zuher Handar Funções das Secretarias Municipais de Saúde na gestão da RENAST  VII - executar ações de vigilância epidemiológica, sanitária e ambiental;   VIII - definir a Rede Sentinela em Saúde do Trabalhador no âmbito do Município;  IX - tornar público o desenvolvimento e os resultados das ações de vigilância em Saúde do Trabalhador;
  44. 44. 07/01/15 44 Zuher Handar Funções das Secretarias Municipais de Saúde na gestão da RENAST  X - estabelecer e definir fluxo de trabalho integrado com a rede de serviços de apoio diagnóstico e terapêutico, e retaguarda de reabilitação;  XI - propor os fluxos de referência e contra-referência de cada linha de cuidado de atenção integral à Saúde do Trabalhador, a ser aprovado no nível municipal;  XII - realizar estudos e pesquisas definidos a partir de critérios de prioridade conforme a demanda social;  XIII - participar nas instâncias de definições políticas de desenvolvimento econômico e social junto às demais Secretarias do Município.
  45. 45. 07/01/15 45 Zuher Handar Ações de Saúde do Trabalhador na Atenção Básica
  46. 46. 07/01/15 46 Zuher Handar Assistência  Diagnóstico e Tratamento das doenças relacionadas ao trabalho,  articulado com outros programas de saúde específicos para grupos populacionais (mulheres, crianças, idosos, portadores de necessidades especiais, etc.).  Coleta sistemática da História Ocupacional para o estabelecimento da relação do adoecimento com o trabalho  Referência e Contra-referência para níveis mais complexos de cuidado  Encaminhamento ao INSS para o provimento dos benefícios previdenciários correspondentes
  47. 47. 07/01/15 47 Zuher Handar As equipes devem estar preparadas para:  Entender a importância da história ocupacional  Desenvolver a habilidade de colher uma história ocupacional  Desenvolver o raciocínio clínico e os demais procedimentos decorrentes, tomando em consideração a exposição ocupacional atual e pregressa do paciente.
  48. 48. 07/01/15 48 Zuher Handar Vigilância Sanitária, Epidemiologia e Ambiental.  Elaboração do mapa das atividades produtivas no território  Identificação e cadastro dos trabalhadores  Vigilância das condições e dos ambientes de trabalho – Vigilância Sanitária  Busca ativa de casos de doenças relacionadas ao trabalho – Vigilância Epidemiológica  Referência e Contra-referência para níveis mais complexos de cuidado
  49. 49. 07/01/15 49 Zuher Handar Vigilância Epidemiológica  Ações desenvolvidas de modo contínuo para  conhecer o comportamento da doença ou agravo  Impor medidas de intervenção pertinentes com eficácia.
  50. 50. 07/01/15 50 Zuher Handar Informação  Notificação dos agravos e das situações de risco para a saúde dos trabalhadores  Alimentação do Sistema de Informação (SINAN).
  51. 51. 07/01/15 51 Zuher Handar Produção do Conhecimento  Identificação de problemas de saúde e de outras questões relacionadas ao trabalho que necessitam ser investigadas ou estudadas  Participação em Projetos e Estudos
  52. 52. 07/01/15 52 Zuher Handar Atividades educativas  Orientação dos trabalhadores em nível individual e coletivo, grupos operativos etc.  Educação permanente  Produção e divulgação de material educativo.
  53. 53. 07/01/15 53 Zuher Handar Controle Social  Planejamento, programação, acompanhamento e avaliação das ações  Discussão da organização dos processos produtivos e de suas conseqüências sobre a saúde e o ambiente
  54. 54. 07/01/15 54 Zuher Handar Ações de Saúde do Trabalhador nos serviços de urgência e emergência
  55. 55. 07/01/15 55 Zuher Handar Ações de Saúde do Trabalhador nos serviços de urgência e emergência  Assistência  Diagnóstico e Tratamento  Coleta sistemática da História Ocupacional para o estabelecimento da relação do agravo com o trabalho  Referência e Contra-referência.  Encaminhamento ao INSS para o provimento dos benefícios previdenciários correspondentes
  56. 56. 07/01/15 56 Zuher Handar Informação  Notificação dos agravos e alimentação do sistema de informação (SIA/SIH/SINAN)  Cadastro das Atividades Produtivas existentes no território
  57. 57. 07/01/15 57 Zuher Handar A resposta à Saúde do Trabalhador na média e alta complexidade
  58. 58. 07/01/15 58 Zuher Handar  Melhorar a capacidade diagnóstica e terapêutica das doenças prevalentes em um dado território  disponibilidade de recursos e equipamentos especializados.  Deve ser discutida e pactuado, Programação Pactuada da Assistência e da Vigilância.
  59. 59. 07/01/15 59 Zuher Handar AÇÕES DE SAÚDE DO TRABALHADOR NOS SERVIÇOS DE MÉDIA COMPLEXIDADE
  60. 60. 07/01/15 60 Zuher Handar Assistência  Diagnóstico e Tratamento dos Acidentes do Trabalho e doenças relacionadas ao trabalho  Coleta sistemática da História Ocupacional para o estabelecimento da relação do adoecimento com o trabalho  Referência e Contra-referência para níveis mais complexos de cuidado  Encaminhamento ao INSS para o provimento dos benefícios previdenciários correspondentes
  61. 61. 07/01/15 61 Zuher Handar  Vigilância Epidemiológica  Busca Ativa de outros casos de doenças relacionadas ao trabalho  Informação  Notificação dos agravos à saúde relacionados ao trabalho  Alimentação do Sistema de Informação (SINAN).   Rede de apoio diagnóstico e terapêutico  Laboratórios de Toxicologia, Serviços de apoio diagnóstico e terapêutico (radiologia, eletroneuromiografia, entre outros)
  62. 62. 07/01/15 62 Zuher Handar  Produção do Conhecimento  Identificação de problemas de saúde e de outras questões relacionadas ao trabalho que necessitam ser investigadas ou estudadas  Participação em Projetos e Estudos  Atividades educativas  Orientação dos trabalhadores em nível individual e coletivo, grupos operativos etc  Produção e divulgação de material educativo
  63. 63. 07/01/15 63 Zuher Handar  Educação Permanente do pessoal da saúde  Executar treinamento, capacitações e atualizações para profissionais de saúde, bem como usuários e atores sociais envolvidos com a Saúde do Trabalhador  Controle Social  Acompanhamento do trabalho desenvolvido  Discussão da organização dos processos produtivos e de suas conseqüências sobre a saúde e o ambiente
  64. 64. 07/01/15 64 Zuher Handar Compromissos e Responsabilidades 1. Formular uma política de saúde do trabalhador que contemple a ampla gama de condicionantes da saúde e da doença. 2. Necessidade de consolidar ações de saúde do trabalhador que abranjam da vigilância à assistência em seu sentido amplo. 3. Impedir que a saúde do trabalhador seja tratada como questão menor na atenção integrada à saúde dos trabalhadores no SUS.
  65. 65. Compromissos e Responsabilidades 4. Consolidar a institucionalização da Saúde do Trabalhador no SUS em todos os níveis hierárquicos. 5. Compromisso coletivo de enfrentamento das dificuldades. 6. Estabelecer pactos pela promoção da saúde do trabalhador envolvendo a sociedade civil, instituições públicas,comunidade científica e particularmente as entidades de trabalhadores. 7. Viabilizar um desenvolvimento sustentável. 65

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