Liberalismo e iluminismo

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Apresentação do liberalismo e iluminismo e as suas influências na Revolução Francesa.

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Liberalismo e iluminismo

  1. 1. Liberalismo e Iluminismo: ________________________________________________________________________________________ __ Q UMA REVOLUÇÃO POLÍTICA E INTELECTUAL P R O F . M A R C O S G O U L A RT
  2. 2. O Liberalismo do século XVIII _________________________________________________________________________________________________________ _1 © O liberalismo é parte de um movimento conhecido como “Iluminismo”, que Vinha sendo preparado séculos anteriores com o racionalismo cartesiano, a revolução científica e o processo de laicização da política e da moral. Essas ideias tinham por base a convicção de que a razão é fonte de progresso material, intelectual e moral, o que leva à crença e à confiança na sua perfectibilidade.
  3. 3. A o RÍ g p; 1 ; : v:'t; ,r; íçx<c1›s: _encxrzícarísí. , #I1;F': il; lÍ :1: . ri f_ c* J ; f f: IIJH tíçxez; íkzrox<ii<n, . ; Eni e» ; tñrlítr aâr: LLl<: > 'vil/ ilílíl. , Í . a " , i r _ÉAÍMXÕ rzez': r:'r: _r'arsem m lã-ÍÍ; _', LÍfÍÍÍãllÍ_ , id:51191LÍÍJIÁEJÍRI§ »fike : ;r'a:1;r'= ›.: xa, r_1'. =_¡ç; iuí 2,; *FL : :dia »file , Êgrixetrvíitaxnptí e &Ílâ ífíÍÇE_Ç>í_L)_f'H_íÍrI§flL, , Eo: :cçikaunmfíttíJ Chi aacnrzãuial HÍHÇEJI_IHJÍJAÍ: H.IÇI' 'í; L_í; EÍ"HJ'› . .rj e» gçralíirttiat
  4. 4. A, _fi', -lu. _)_'r'_lCíCy1 dia jtüc-vsijgxgãir É: Í_Í! )_? Íl! l›§il C1Ç)_'I_I›ÍIÍiT-J_T1KÕÍÇ> o ; Çrill dia í, l'_l. “cxa_'r$ai_irea_ijn_xc› gçrciliíítczc» ; Paura : iÍiiõmc1ic~ iftcxêkc» illílflfljf-lfljll , çrcmuíl iig'. l1i_I§í ÕÍIff-IÍÍUQ 'jltiliñljjttãlÍlé limita¡turãattm_i: uc» l, a mtu-agr, í/ Iltxarrâiaxcia, gçtragçlríkucianiia ; çxrflxlaxríkl a , Hanímiãucíal Cíílfllílñãl 3c›v, ›vu_r-.1¡«; ›:: “ú . iuiul Lousa mag-za. e ; ritmo
  5. 5. É) ; Ílljuâklôiílj clio 'llÊÍnÍll/ "kliilcg, “lljlflnl tramita¡ gprs el: ; ÇIVÍ-ÍÀÍÍ-IÍJÕÍHL slljlfll ÍI_'I_I§ÍÍZ_PI. I_'I)_IT-IQI_I'ICW dia _rf-11xovmçfãxc› arcrcíiaiL, 61:11.11 'tram um “lllfll : jjuâfrrõko : rígcn; r~cmnjnguajnjia ríxajnjtlfíxcxc» O 'utlñiatrivnrcr aulícmííituaíi a : i-. rcngríui »tio ihrt-ilfxov Jxriiiumil. , : handle c1C)jl§l, lC› ; çlrilljcijíçíflo o dia tultíilínfíiaxríla, ;gula Íljuríitrnl ; puxa c» ; küàílvñzb, _dkc)_rl Claus “nar cxcljljuü ínjn_l'jtrx«: « r¡; r*1iâ1;ín: › : :gritar , katia guia cvtaugnji a ; iaitxcaitõhxãka ; mancal o IIÇIJãIÍIÇLr *_¡_1¡J_¡: n_¡a_r~»: › dia* ÊÍIÕÉIÍEICE; I ! alemã-t LIVÍJEÍÕkÇLV, o 3ovra; r~; u~: › fatais» ê anççpuuxaila aguia iniciem a LÍáÍifínÍHlÊla «fia ; num ; I_I¡¡_I: ua; r'~; › auxilia um; ;IÍl, lilllC)J' a cíkãiaxrílíncn. ,
  6. 6. O Iluminismo _________________________________________________________________________________________________________ __ © Tendo como origem o século XVIII, constituiu num conjunto de ideias que terminou por exercer profunda influência no pensamento e nas ações da humanidade. Os Iluministas, na França, eram críticos do absolutismo, das velhas instituições econômicas e sociais francesas e da igreja. Tinham como princípio o liberalismo econômico e político.
  7. 7. Despotismo Esclarecido _________________________________________________________________________________________________________ _1 Q Alguns monarcas aderiram aos ideias liberais, ao adaptar o seu governo a essas ideias, no entanto, era um governo “para o povo e sem o povo”, isto é, tomavam medidas de caráter liberal, mas impediam qualquer participação (1999 ' 1782) popular.
  8. 8. Revolução Francesa: Fruto dos ideais Liberais e Iluministas 1_ s: i L Ê x. . . _. ;ser 3.; "-l! ^?i"*r?9~›~. .:: › " s_'. I->"'7~'1“'*f“' i': ÍÍ'“É-*Ê“1“L? -7=; *Í3?›Ê; TA 4 -. 3'13"' ' u* r. 'f". .ll. 'Õhl_jfâ? yfn, ç*âl 'l . _ , . V, ¡ra x d x *miar _ . __, ç, y À . l _ V f, _ V v i . 'í-f'› f «(1 ñ 7:. g; à¡ 'i' _r “D, _, ._ - . .Hx. , ~. J *pfñg r 'l -. ›' '-“" 9¡ 4"~$I¡l. 'i. _[11 , A l' ¡›(: :% «KÀ . . r < ' r '^" r 'f a¡ - » 1 . i . 1.1, . , í] 1 '. ("m- ckkm! ha: : 'x . ..'44 41;. " -LgM- 9-' "Syrr- x . rf, ,; “' 1 . - Queda da Bastilha (14/ 07/ 1789)
  9. 9. Estrutura Social do Antigo Regime _________________________________________________________________________________________________________ _1 © Trata-se principalmente de um regime centralizado e absolutista, em que o poder era concentrado nas mãos do rei. As estruturas sociais e administrativas do Antigo Regime foram resultado de anos de “construção” estatal, atos legislativos, conflitos e guerras internas, mas, tais circunstâncias permaneceram como uma mistura confusa de privilégios locais e disparidades históricas até que, a Revolução Francesa põe fim ao regime.
  10. 10. Quadro da Estrutura Social do Antigo Regime AH. : naoleza pnhmpea, Cunucx condes. marqucscs. m: Ano clero mvdenmcs chupa». ck Meda nobleza Clem . Tuadcsbyb abadcsds. “Mamã v www mm ros cc os (a . dos. (ums de loga oe pawoquaa nas. em Buu noblcm R110 clero' mms. (miles hmm” y mortas mms. comcrtmnmx banquetes. dueños de (nc-rms. dt ! rimos dc hacrenda. mr, Nwclcs modulos' . insumos. prDlQSIOVWh l bonitos. Lzlrudurcs mn hcmus. cv. Pobres: 01711005100). ¡ow-uxkzros. xmbamóores UYIHVYDX. Ci(
  11. 11. Os Três Estamentos _________________________________________________________________________________________________________ _1 © A estrutura social do Antigo Regime era composto por três estamentos, três estados, que eram divididos da seguinte forma: Primeiro Estado: representado pelo clero (bispos, abades, padres, frades e monges); Segundo Estado: representado pela nobreza e a família real; Terceiro Estado: que representava a burguesia, os camponeses - ou seja, o restante da população e os trabalhadores urbanos.
  12. 12. _; ... ; _ 4., -.. '. J:¡À'_: › s. .. ,
  13. 13. O Despertar do Terceiro Estado _________________________________________________________________________________________________________ __ Cj / f/[l/ Í/l, II'/ 'l/ /Ê/ f* / / il c' é É_ h 0 despertar do Terceiro Estado
  14. 14. IN ; provar : úrnrrra ; pra atraiu? " amu “rordrare at: : iraregprarerar: : . ir. f” a a? " amarrar. . Frutal m ; prarereralgr a1., =ra11:q__nro» a li. l;irrral_r_roílardrcra ; praircret Írâraralíl: : dr: .. lru iírargurcr. . : v : t9 areiiardro tratará-ramal ar ; ra ; Iraxvmcilrarrl a ar , rurarrl ; prarrar igrrarrcírarira dra : rorirore: ;prarrauira ar ; ral Íhiaiiãl, llôltlil_ifll umjrrrrairar, círautrra amarrar: : oroíurau'. o› arrrswcr_rrlím; njrrc› ; _I: .ràrrqpírorcr a cre: ;pirfruflràgrcrei ârar 3_ errar-azar a irc) tiraram Em ; ur ira frriliro» ira ; r7›: rg; › ore: ;prarrírcafraijrararer Ítrr-uarihrranrr a : rngnjuarbanm ar jiarerñllrrar Íhríreíror. ) araras : Iqpllâmajlliavlar c» ; prcrc'_ra_r' arbrerorrnrcr irc _ral *rar apra 'virar ; ra apra ÍÍIOrJVIalUÇIJ crer flrrirjalrgrcr: : ; prcrliírucret drairar iara: - 'oíIrerôriJÍro› fírcmlr cronrrrarcírirm crnjnjrro c' Irarirar @rar liialcifllrrar” J 1_ [E ; tail _Er : :tiro üjarrrar : JJuaIÍIeI cronrrc» crcxgnltrrorararr ar : ñrrírar ; .irarr a ; rcmrnr arrgllgnfrrar: : ; pilarcrjlrçfãraret ; gravar ” . . . . . . 1 -^ -n . 'r . 1 . . 'r . . . . - ” l . arcrarrruarr o» _promo apra Ílnruarcjírar, _uraIIar-vtar a 'rourrarvtar or: : granja: m. Jrnnrrayzac m , xaggílura laura_ . r : roma cr: : craujnrprcrrrar-rar: frei( airrcrtrdrs» ae cr: : ; pr'.1v.4'_l_r*g rcre: *ízrfflbrnrãrrírcrar clrc» ciragn» a c'. r›ar :1r:1'_*›1_rra›zar arcrarrrarrarur , nu ditar g6 dra argoreirm dra ; rwígr ar Asma: : rrairar ; Hrarsírnfuaü (ironnitiirújrra ; p¡; r'ordr›au1ron1 a1 LI-ruraurargírt em lüvf-ílrore dr ; Ejnjjrr-Lnjrr a ar» (zr-: rrraarrur
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  16. 16. A Guilhotina
  17. 17. _ iii o arriscam» fiírsarrrrrêr-*V . amargar ; rgilrarrra ilrldi_l, rcr'ríi, ri. i (Mirá/ grêvrríffiiugíi ; para angariar o um» «tirareira aq; rar; r:ai_| _r_rçi , JKA aqplrcrarçiarci virar ; çrarjuai cre. ;IjIJCIHÍIa *íÍ: rr, IÍ¡_I_ri: ií; ÍdI: ni cragrrçrírrírargnarvtai mira ; Ijrrâirrrrírc éra üiürnlrçãrc) ; njuaríreL ; Ltllljljuãljlríi ríriíi qprra o agarra: irrrarijrrair¡rc« mi . i rírarcraqgifitarçiíriz» crcignjni uljni . Ijuarcirrarríriír ; Pirai ; rararlrârarrírar ai argcilrírai Cro aigniti_'rci; r:rrarríriôi ; çri ; ui : rar Írçrgugi: anti Cítvljfíííiü Crarcrarçrfrfcarçrfrare; o , rjuarcirrarâro : :raro Cllljljllíç _rírai err-ui ; çraqgrarl aro ; çrjríijnjnraifir'o gçrjgrai. r» ; para aui; n;u_rai_r_rfcarvrai crcirreírârairíarvarrurairjra : i ; r~:1;Ê; ríi; n:¡rf-1I, ir~; › rírai ; vfílrflgrarar (ÉãlilÍilrciiiÍljli arerr; fljnjn_rarvrai ; pra ai : Tumramraurraiírríhriírai ifrai ; çiugnijrçfãrrti airai ai crcur frei ; irarcrarcrerarrírai a arrrercrrultai ria uijuai , ijrriírrira rírarcraijnjrar iara: : . .raro : rcíi ara» o íijr_rv, tai; n_rrcr_r ara-rm» aqpargriailrrci (ira arcar-rar' rirarlcrarçra u. uerrrírci zuruircra. «amarga aturar: Íàrdilrcrríflii. , . uai ; vtarifrariirai àlçlâljljils' enrgarírli : lllii ; v/rritzai ; uai ; Rev/ cr ; ã*; r:a¡_¡rrrar: rai rrcigujrrio ai', i'Érríra_r, rra: :urâircrôrci ifra- arxarrurgãrci ; rinjngnrararar
  18. 18. Referências _________________________________________________________________________________________________________ __ © ARANHA, M. Filosofando: Introdução à Filosofia. São Paulo: Moderna, 2009. GOMES, C. Revolução Francesa. Disponível em: <httpz/ /wwnvinfoescolacom/ historia/ revolucao- fgicesap. Acesso em: 31/08/2014. MELLO, L. História Moderna e Contemporânea. São Paulo: Scipione, 1999. WIKIPEDIA. Antigo Regime. Disponível em: <http: //pt. ivikipedia. org/ iviki/ Antig Regime>. Acesso em: 30/08/2014. . Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã. Disponível em: <http: //ptwikipediaorg/ iviki/ Declara%C3%Aj%C3%A3o dos Direitos da Mulher e da Cidad%C3% Q» Acesso em: 31/08/2014. . Guilhotina. Disponível em: <http: //ptxvikipediaorg/ ixdki/ Guilhotina>. Acesso em: 31/08/2014.

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