SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 41
Baixar para ler offline
Centrifugação
Fermentação
MARCOS ABREU/FÁBIO TURRA
Centrifugação
CENTRIFUGAÇÃOCENTRIFUGAÇÃO
O principal objetivo desta etapa do processo é separar
o levedo do vinho e retorna-lo a fermentação nas
melhores condições possíveis.
Para isso devemos atentar para os seguintes
fatores;
Vazão e pressão adequadas;
Diâmetro dos bicos apropriados;
Concentração no creme o maior possível;
Número de máquinas adequadas a
condições do processo.
Para isso devemos atentar para os seguintes
fatores;
Vazão e pressão adequadas;
Diâmetro dos bicos apropriados;
Concentração no creme o maior possível;
Número de máquinas adequadas a
condições do processo.
CENTRIFUGAÇÃOCENTRIFUGAÇÃO
A separação do levedo, atualmente é realizada por
máquinas denominadas separadores Centrifugas.
Para entendermos o seu funcionamento devemos revisar
os seguintes conceitos:
Separação por gravidade;
Força centrífuga
CENTRIFUGAÇÃOCENTRIFUGAÇÃO Separação por
gravidade
Separação por
gravidade
Um liquido turvo com partículas mais pesadas vai se clareando,
se deixarmos em repouso, a fase líquida mais leve sobe à
superfície e a mais pesada vai ao fundo. Aí se evidencia a ação
da “força da gravidade”.
CENTRIFUGAÇÃOCENTRIFUGAÇÃO Separação por gravidadeSeparação por gravidade
O efeito verificado é denominado sedimentação. Outrossim,
notamos que a velocidade da sedimentação depende de fatores
como:
Distância a ser percorrida pelas partículas.
Viscosidade.
Tempo de espera.
Em processos industriais, o processo de sedimentação
gravitacional ocuparia espaços e tempos elevados.
CENTRIFUGAÇÃOCENTRIFUGAÇÃO Força CentrífugaForça Centrífuga
É definida como aquela força que se exerce sobre
o todo ou parte dos objetos em movimento,
impelindo-os para fora do centro de rotação.
Sob a ação das forças centrifugas, ocorre em
curtíssimo tempo a separação da mistura liquida
ou a centrifugação das partículas sólidas.
As partículas de maior densidade deslocam-se
para a periferia do tambor e as de menor
densidade, para o meio do tambor.
As grandes forças centrifugas são geradas por altas rotações
do tambor que, se por um lado significam altas capacidades, por
outro levam a grandes esforços do material das centrifugas.
Centrifugação
Principio de funcionamentoPrincipio de funcionamento
A filtragem do vinho levedurado torna-se
necessária para evitar que impurezas causem
entupimento das separadoras de vinho e também para
evitar desgastes excessivos do equipamento, que
comprometeria sua eficiência e rendimento.
  Para este processo podemos contar com dois tipos
de filtros.
Processo de Filtração
 Filtro estático de linha
 Filtros de autolimpeza
 Filtro estático de linha
 Filtros de autolimpeza
Equipamento cilíndrico
construído em aço inox,
possui um cesto filtrante de
tela metálica com furações
pequenas, para retenção de
impurezas.
Nele as impurezas
grosseiras contidas no vinho
levedurado, são retidas
uniformemente na tela do
filtro acumulando-se
durante o funcionamento.
Em virtude deste acumulo
de sujeiras faz-se
necessário uma limpeza
periódica nesses
equipamentos toda vez que
notarmos que a pressão de
trabalho do mesmo caiu.
Filtro de Linha Mausa FSS200
Filtro Auto Limpante
WestFalia BSB200
A separação é realizada por um rotor com boquilhas de
descarga de sólidos. O liquido em processo é alimentado
continuamente no centro do rotor e é distribuído para a
periferia deste, por meio do cone de distribuição. A alta
rotação força este liquido a passar através de discos cônicos,
onde é separado pela força centrifuga em uma fase sólida e
uma líquida.
O concentrado, sendo a fase mais pesada, contendo as
células de levedura e uma pequena quantidade de vinho, é
forçada para fora da parede do rotor, através de boquilhas de
descarga. O vinho delevedurado, sendo fase leve, é deslocado
em direção ao centro do rotor e deixa este através de uma
abertura no topo do rotor, sendo impulsionado para fora da
separadora através do coletor. 
Separadoras Centrífugas
Separadoras
Centrífugas
Separadoras Centrífugas
Uma centrifugação bem operada ajuda no controle
microbiológico da fermentação, através da eliminação de
bactérias no momento da centrifugação.
Células de levedura Bactérias
Separadoras Centrífugas
A eliminação destas bactérias, será cada vez mais
eficiente, se:
As centrifugas estiverem bem limpas e seus bicos
em ótimo estado;
O processo num todo, estiver harmoniosamente bem
conduzido;
O fermento a ser centrifugado não estiver em
estágio elevado de floculação, o que dificulta a
eliminação das bactérias, devido a estas estarem
“aderidas” às leveduras (nos flocos), facilitando o
retorno ao processo com o fermento.
A eliminação destas bactérias, será cada vez mais
eficiente, se:
As centrifugas estiverem bem limpas e seus bicos
em ótimo estado;
O processo num todo, estiver harmoniosamente bem
conduzido;
O fermento a ser centrifugado não estiver em
estágio elevado de floculação, o que dificulta a
eliminação das bactérias, devido a estas estarem
“aderidas” às leveduras (nos flocos), facilitando o
retorno ao processo com o fermento.
Separadoras Centrífugas
A verificação do índice de rejeição bacteriana nas
centrifugas é feito através da contagem de bactérias nas
seguintes amostras:
 Vinho levedurado (entrada)
 Vinho centrifugado (saída)
 Leite de levedura (saída do fermento).
Fluxo e Boquilhas
A furação dos bicos de descarga de
concentrado irá depender dos seguintes
fatores:
fluxo de alimentação da separadora,
percentual da fase sólida no fluxo e
da quantidade e concentração desejada para o
concentrado.
CENTRIFUGAÇÃO
Fluxo e Boquilhas
Utilizar bicos de maior furação  quando o
percentual de concentração do vinho levedurado for
elevado e se dispuser a obter um concentrado com
baixa concentração;
Utilizar bicos de menor furação  quando o vinho
levedurado possuir um percentual de concentração
baixo e ou quando se deseja grande concentração no
concentrado.
Para a escolha da furação adequada, dever ser
observadas algumas considerações básicas:
CENTRIFUGAÇÃO
Equipamentos
As separadores centrifugas são
compostas basicamente das peças
ao lado:
(*) Atenção
Após substituição desta
peça, o tambor completo
deve ser balanceado
novamente.
CENTRIFUGAÇÃO
Equipamentos
Conjunto do coletor.
CENTRIFUGAÇÃO
Condução do processo de centrifugação
No decorrer do processo, ocorrem acúmulos de
sólidos nos pratos e conseqüentes entupimentos dos bicos
ejetores, tornando-se necessárias limpezas periódicas.
Quando a maquina está suja e as condições de
processo não permitem uma parada para limpeza,
percebe-se quedas de rendimento e eficiência, sendo
necessário diminuir sua vazão, para isso devemos diminuir
a alimentação ou haverá um comprometimento da
eficiência o que acarretará perdas.
CENTRIFUGAÇÃO
Fatores que comprometem a eficiências das
centrífugas
Fatores que comprometem a eficiências das
centrífugas
1. Vinho Sujo.
2. Fermento Infeccionado.
3. Entupimento de Bicos.
4. Queda de Rotação.
5. Bicos Danificados.
CENTRIFUGAÇÃO
Quando o caldo recebido na fermentação
trouxer quantidades demasiada de terra e
bagacilho, sujará o vinho, chegando a entupir os
bicos e pratos, tornando-se necessária a parada
da Separadora Centrifuga para limpeza com
mais freqüência.
Fatores que comprometem a eficiência das
eficiências da centrífugas
Fatores que comprometem a eficiência das
eficiências da centrífugas
Vinho Sujo
CENTRIFUGAÇÃO
Devido à formação de um polímero produzido pela bactéria, a
viscosidade do vinho levedurado aumenta, proporcionando uma
decantação muito grande devido a formação de flocos.
Dessa forma ocorre uma separação entre o fermento e o vinho
nas dornas de fermentação - Floculação.
Esta separação altera a concentração do vinho e compromete
seriamente a centrifugação acarretando emplastramento nos
pratos, entupimento dos bicos ejetores e conseqüentemente
perdas de levedo no vinho.
Neste caso torna-se necessária a limpeza da máquina com
maior freqüência.
Fatores que comprometem a eficiência das
centrífugas
Fatores que comprometem a eficiência das
centrífugas
Fermento Infeccionado
CENTRIFUGAÇÃO
Poderá ocorrer o entupimento de alguns
bicos ejetores isoladamente, em condições
normais de processo, ocorrerá um
desbaleanceamento da máquina tornando
necessária a parada para limpeza.
Fatores que comprometem a eficiência das
centrífugas
Fatores que comprometem a eficiência das
centrífugas
Entupimento de Bicos
CENTRIFUGAÇÃO
A queda de rotação pode ocorre devido aos seguintes fatos:
Fatores que comprometem a eficiência das
centrífugas
Fatores que comprometem a eficiência das
centrífugas
Queda de Rotação
Operador esqueceu o freio solto (preso).
Problemas de ordem mecânica.
Queda de energia elétrica.
Excesso de alimentação.
Problema de acionamento (faixa ou acoplamento hidráulico)
CENTRIFUGAÇÃO
O desgaste nos bicos ejetores ocorre normalmente por
excesso de abrasivos (areia) no vinho levedurado,
reduzindo a vida útil dos mesmos. Este desgaste causa
geralmente;
Fatores que comprometem a eficiência das
centrífugas
Fatores que comprometem a eficiência das
centrífugas
Bicos Danificados
Desbalanceamento;
Aumento da Amperagem;
Perda de levedo no vinho ;
Danos no tambor (quando desgaste
excessivo).
Por este fato
devemos inspecionar
todos os bicos e as
boquilhas.
Por este fato
devemos inspecionar
todos os bicos e as
boquilhas.
CENTRIFUGAÇÃO
Devemos tomar alguns cuidados com as peças das
centrifugas:
 
No manuseio devem ser usadas as ferramentas
adequadas, para evitar acidentes e danos nas peças.
A talha deve estar sempre na posição correta para
evitar danos as guias e aos pinos do tambor.
Não montar nem desmontar as peças inclinadas ou com
violência.
CuidadosCuidados
CENTRIFUGAÇÃO
Atentar para não trocar as peças de uma máquina para
outra, pois o balanceamento é feito no conjunto.
Ao montar o tambor, certifique-se de que as guias
deslizantes do tambor estejam limpas e lubrificadas.
Nunca utilizar qualquer tipo de acessório em aço
carbono para lavar as peças de inox das máquinas.
CuidadosCuidados
CENTRIFUGAÇÃO
Em todas as centrifugas o rotor gira a altíssimas
velocidades, sendo assim, liberam-se tremendas forças,
portanto, devemos atentar para os seguintes detalhes:
Regras de SegurançaRegras de Segurança
Apertar o anel (anéis) de fechamento do rotor;
Fixar cuidadosamente a capa da estrutura, bem como
as peças de admissão e da descarga;
Verificar a velocidade;
Não desmontar nenhuma peça antes do rotor parar por
completo.
Apertar o anel (anéis) de fechamento do rotor;
Fixar cuidadosamente a capa da estrutura, bem como
as peças de admissão e da descarga;
Verificar a velocidade;
Não desmontar nenhuma peça antes do rotor parar por
completo.
CENTRIFUGAÇÃO
Alguns ProblemasAlguns Problemas
Possível causa Providência
O motor não está ligado
corretamente
Verificar a Ligação
O tambor é freado por liquido ou
sólidos acumulados no coletor.
Inspecionar a saída do coletor (o
produto deve fluir livremente).
Limpar o coletor, sob o tambor.
A polia desliza sobre o eixo
vertical.
Desmontar o eixo.
As correias deslizam oleadas ou
insuficientemente apertadas.
Apertar os parafusos do disco de
aperto alternadamente e em cruz.
Alimentação de produto aberta Substituir ou apertar as correias.
Defeito
O Tambor não alcança a rotação prevista ou demora muito
a alcançar
CENTRIFUGAÇÃO
Alguns ProblemasAlguns Problemas
Possível causa Providência
O motor perde rotação durante
o funcionamento.
Verificar a tensão da rede e
inspecionar o motor.
Os orifícios dos bicos ejetores
estão gastos ou há bicos
vazando devido a anéis de
vedação defeituosos.
Montar novos bicos ejetores.
Trocar os anéis de vedação
Perda da rotação Verificar faixas de acionamento
Nível de óleo do acoplamento.
Defeito
O tambor perde rotação durante o funcionamento
CENTRIFUGAÇÃO
Alguns ProblemasAlguns Problemas
Possível causa Providência
O tambor apresenta
desbalanceamento, devido a
danos
Mandar o tambor a fábrica, para
reparos.
Um ou mais bicos ejetores
bloqueados. Há acúmulo
irregular de sólidos no tambor.
Fechar a alimentação do produto
e, simultaneamente, abrir
totalmente alimentação de água,
para amortecer as vibrações.
Desligar a centrifuga, acionar os
freios, limpar completamente o
tambor.
Defeito
A centrifuga apresenta funcionamento irregular.
CENTRIFUGAÇÃO
Alguns ProblemasAlguns Problemas
Possível causa Providência
O tambor não está
corretamente montado ou há
troca de peças de diferentes
tambores (caso haja mais de
uma centrifuga na instalação).
Montar corretamente o tambor.
A pressão no conjunto de pratos
diminuiu.
Verificar se o anel de
fechamento está bem apertado.
Verificar o número de pratos.
Se necessário, adicionar pratos
de reserva ou de ajuste
Defeito
A centrifuga apresenta funcionamento irregular.
CENTRIFUGAÇÃO
Alguns ProblemasAlguns Problemas
Possível causa Providência
A polia gira fora de centro. Centrar a polia através de um
relógio comparador.
As molas do mancal superior
apresentam fadiga ou quebra.
Trocar todas as molas do mancal
superior.
Os rolamentos estão gastos ou
danificados
Substituir os rolamentos
danificados.
ATENÇÃO – Usar somente
rolamentos de alta precisão nos
mancais do eixo vertical.
Defeito
A centrifuga apresenta funcionamento irregular.
CENTRIFUGAÇÃO
Alguns ProblemasAlguns Problemas
Possível causa Providência
Os rolamentos de contato
angular ou de rolos cilíndricos
estão danificados por
lubrificantes insuficiente,
devido a bloqueio da saída da
carcaça (o líquido subiu dentro
da carcaça superior e penetrou
no sistema de lubrificação pelo
mancal superior).
Substituir os rolamentos
danificados.
Limpar o sistema de
lubrificação.
Limpar a carcaça superior.
Defeito
A centrifuga apresenta funcionamento irregular.
CENTRIFUGAÇÃO
Alguns ProblemasAlguns Problemas
Possível causa Providência
A superfície de guia da tampa
do mancal ficou rugosa.
Alisar a superfície e untar com
pasta de bissulfeto de
molibdênio. Se necessário,
substituir a tampa e o anel de
pressão.
Defeito
A centrifuga apresenta funcionamento irregular.
CENTRIFUGAÇÃO
Alguns ProblemasAlguns Problemas
Possível causa Providência
Os componentes da transmissão
estão danificados devido a:
1. Desgaste normal;
2. Desgaste prematuro devido a:
a) falta de óleo
b) Óleo fino demais
c) Detritos metálicos no óleo
devido a:
- Óleo fino demais
- Troca atrasada de óleo.
Limpar completamente o
carter de óleo.
Substituir os componentes
danificados.
Colocar óleo novo no carter.
Se necessário, trocar o óleo
com mais freqüência..
Defeito
A centrifuga apresenta funcionamento irregular.
CENTRIFUGAÇÃO
Defeito
A rotação da centrifuga está abaixo da
especificada.
Entupimento de vários bicos ejetores.
Acumulo de impurezas nos pratos do tambor.
Bloqueio dos canais ascendentes.
Temperatura de alimentação muito baixa.
Grandes oscilações do teor de sólidos
do produto a ser centrifugado.
Alimentação irregular do produto à centrifuga.
Separação Imperfeita
Eficiência das Separadoras de Fermento
Onde =
VD = Fermento do vinho da Dorna (Bruto)
(%)
VC = Fermento do vinho Delevurado (%)
CL = Fermento do Creme de Levedo (%)
Ex:
Vinho da Dorna (Bruto) = 13 %
Vinho Delevurado = 0,8 %
Creme de Levedo = 72,0 %
ESF = 94,90 %

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados (20)

Preparo da Cana-de-açúcar
Preparo da Cana-de-açúcarPreparo da Cana-de-açúcar
Preparo da Cana-de-açúcar
 
2-Treinamento Moenda
2-Treinamento Moenda2-Treinamento Moenda
2-Treinamento Moenda
 
3-Treinamento Tratamento De Caldo
3-Treinamento Tratamento De Caldo3-Treinamento Tratamento De Caldo
3-Treinamento Tratamento De Caldo
 
Vinhos
VinhosVinhos
Vinhos
 
Regulagem das moendas
Regulagem das moendasRegulagem das moendas
Regulagem das moendas
 
Modulo 02 fluxograma de fabricação do açúcar
Modulo 02 fluxograma de fabricação do açúcarModulo 02 fluxograma de fabricação do açúcar
Modulo 02 fluxograma de fabricação do açúcar
 
FESX 712B-35CY
FESX 712B-35CYFESX 712B-35CY
FESX 712B-35CY
 
Extração e Tratamento de Caldo
Extração e Tratamento de Caldo Extração e Tratamento de Caldo
Extração e Tratamento de Caldo
 
Fabricação do alcool
Fabricação do alcoolFabricação do alcool
Fabricação do alcool
 
O processo de fabricação de açúcar e álcool na usina
O processo de fabricação de açúcar e álcool na usinaO processo de fabricação de açúcar e álcool na usina
O processo de fabricação de açúcar e álcool na usina
 
Moenda
MoendaMoenda
Moenda
 
RTC Medindo a Eficiencia da Industria
RTC  Medindo a Eficiencia da Industria RTC  Medindo a Eficiencia da Industria
RTC Medindo a Eficiencia da Industria
 
Aula 08 tecnologia da engenharia química - operações unitárias i - 25.03.11
Aula 08   tecnologia da engenharia química - operações unitárias i - 25.03.11Aula 08   tecnologia da engenharia química - operações unitárias i - 25.03.11
Aula 08 tecnologia da engenharia química - operações unitárias i - 25.03.11
 
Aula 02
Aula 02Aula 02
Aula 02
 
Evaporacao
EvaporacaoEvaporacao
Evaporacao
 
Elaboraçao de vinhos
Elaboraçao de vinhosElaboraçao de vinhos
Elaboraçao de vinhos
 
Queijos
QueijosQueijos
Queijos
 
Dornas de fermentacao
Dornas de fermentacaoDornas de fermentacao
Dornas de fermentacao
 
1-Treinamento Pcts
1-Treinamento Pcts1-Treinamento Pcts
1-Treinamento Pcts
 
Destilação
DestilaçãoDestilação
Destilação
 

Destaque

6-Treinamento Levedura Seca
6-Treinamento Levedura Seca6-Treinamento Levedura Seca
6-Treinamento Levedura SecaLeandro Cândido
 
Seminário stab 2013 industrial - 03. maior eficiência energética da planta ...
Seminário stab 2013   industrial - 03. maior eficiência energética da planta ...Seminário stab 2013   industrial - 03. maior eficiência energética da planta ...
Seminário stab 2013 industrial - 03. maior eficiência energética da planta ...STAB Setentrional
 
iMOR - Plasma Rico em Plaquetas (PRP)
iMOR - Plasma Rico em Plaquetas (PRP)iMOR - Plasma Rico em Plaquetas (PRP)
iMOR - Plasma Rico em Plaquetas (PRP)institutomor
 
Centrifugação e ultracentrifugação
Centrifugação e ultracentrifugaçãoCentrifugação e ultracentrifugação
Centrifugação e ultracentrifugaçãoEEB Francisco Mazzola
 
Decantação e centrifugação
Decantação e centrifugaçãoDecantação e centrifugação
Decantação e centrifugaçãoAmanda Barp
 
1957992 635169139917595000
1957992 6351691399175950001957992 635169139917595000
1957992 635169139917595000MANJU461988
 
Manual de bombas hidráulicas seções 1.3.4 e 1.3.5
Manual de bombas hidráulicas   seções 1.3.4 e 1.3.5Manual de bombas hidráulicas   seções 1.3.4 e 1.3.5
Manual de bombas hidráulicas seções 1.3.4 e 1.3.5Grundfos Brasil
 
Desnate e elabora€ ¦ção de manteiga
Desnate e elabora€ ¦ção de manteigaDesnate e elabora€ ¦ção de manteiga
Desnate e elabora€ ¦ção de manteigaFabio Freitas
 

Destaque (20)

Centrifugação
CentrifugaçãoCentrifugação
Centrifugação
 
Apresentação1
Apresentação1Apresentação1
Apresentação1
 
1a 2 - Eq 3 - Centrifugacao
1a 2 - Eq 3 - Centrifugacao1a 2 - Eq 3 - Centrifugacao
1a 2 - Eq 3 - Centrifugacao
 
6-Treinamento Levedura Seca
6-Treinamento Levedura Seca6-Treinamento Levedura Seca
6-Treinamento Levedura Seca
 
Apresentação1
Apresentação1Apresentação1
Apresentação1
 
Seminário stab 2013 industrial - 03. maior eficiência energética da planta ...
Seminário stab 2013   industrial - 03. maior eficiência energética da planta ...Seminário stab 2013   industrial - 03. maior eficiência energética da planta ...
Seminário stab 2013 industrial - 03. maior eficiência energética da planta ...
 
iMOR - Plasma Rico em Plaquetas (PRP)
iMOR - Plasma Rico em Plaquetas (PRP)iMOR - Plasma Rico em Plaquetas (PRP)
iMOR - Plasma Rico em Plaquetas (PRP)
 
Açúcar e Alcool
Açúcar e AlcoolAçúcar e Alcool
Açúcar e Alcool
 
Centrifugação e ultracentrifugação
Centrifugação e ultracentrifugaçãoCentrifugação e ultracentrifugação
Centrifugação e ultracentrifugação
 
Cetrifugação
CetrifugaçãoCetrifugação
Cetrifugação
 
Cromatografia
CromatografiaCromatografia
Cromatografia
 
Decantação e centrifugação
Decantação e centrifugaçãoDecantação e centrifugação
Decantação e centrifugação
 
Leite
LeiteLeite
Leite
 
1957992 635169139917595000
1957992 6351691399175950001957992 635169139917595000
1957992 635169139917595000
 
Decantanção e separação
Decantanção e separaçãoDecantanção e separação
Decantanção e separação
 
Otimização do Uso de Ar Comprimido
Otimização do Uso de Ar ComprimidoOtimização do Uso de Ar Comprimido
Otimização do Uso de Ar Comprimido
 
Ultra centrifugation
Ultra centrifugationUltra centrifugation
Ultra centrifugation
 
Seminário SprayDry
Seminário SprayDrySeminário SprayDry
Seminário SprayDry
 
Manual de bombas hidráulicas seções 1.3.4 e 1.3.5
Manual de bombas hidráulicas   seções 1.3.4 e 1.3.5Manual de bombas hidráulicas   seções 1.3.4 e 1.3.5
Manual de bombas hidráulicas seções 1.3.4 e 1.3.5
 
Desnate e elabora€ ¦ção de manteiga
Desnate e elabora€ ¦ção de manteigaDesnate e elabora€ ¦ção de manteiga
Desnate e elabora€ ¦ção de manteiga
 

Semelhante a Treinamento Operador de Separadora de Fermento

Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte3
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte3Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte3
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte3Fersay
 
Operações de separação - FILTRAÇÃO
Operações de separação - FILTRAÇÃOOperações de separação - FILTRAÇÃO
Operações de separação - FILTRAÇÃODanillo Rodrigues
 
ETALG-Tratamento de Água com Fuligem-Apresentação.pdf
ETALG-Tratamento de Água com Fuligem-Apresentação.pdfETALG-Tratamento de Água com Fuligem-Apresentação.pdf
ETALG-Tratamento de Água com Fuligem-Apresentação.pdfDavidFrigrio1
 
Cummins 8.3 l eletronico turbocompressor
Cummins 8.3 l eletronico   turbocompressorCummins 8.3 l eletronico   turbocompressor
Cummins 8.3 l eletronico turbocompressorHelder Martins
 
Sistema de preparo de massa na produção de papel
Sistema de preparo de massa na produção de papelSistema de preparo de massa na produção de papel
Sistema de preparo de massa na produção de papelLuciano R. Oliveira
 
Manual osmose smart - rev01 03 - condutivímetro honest
Manual   osmose smart -  rev01 03  - condutivímetro honestManual   osmose smart -  rev01 03  - condutivímetro honest
Manual osmose smart - rev01 03 - condutivímetro honestCamila Pedrini Pereira
 
Análise de lubrificantes
Análise de lubrificantesAnálise de lubrificantes
Análise de lubrificanteslsdobrasil
 
M2 - 4499 - Operações Unitárias na Industria.pdf
M2 - 4499 - Operações Unitárias na Industria.pdfM2 - 4499 - Operações Unitárias na Industria.pdf
M2 - 4499 - Operações Unitárias na Industria.pdfSusana Gariso
 
Estratégias para Reduzir sua Demanda de Água e Produtos Químicos
Estratégias para Reduzir sua Demanda de Água e Produtos QuímicosEstratégias para Reduzir sua Demanda de Água e Produtos Químicos
Estratégias para Reduzir sua Demanda de Água e Produtos QuímicosSpraying Systems do Brasil
 
Filtros de Grandes para Piscinas - Show de Piscinas
Filtros de Grandes para Piscinas - Show de PiscinasFiltros de Grandes para Piscinas - Show de Piscinas
Filtros de Grandes para Piscinas - Show de PiscinasShow de Piscinas
 
Manual filtroscomerciais
Manual filtroscomerciaisManual filtroscomerciais
Manual filtroscomerciaisCocab Pools
 

Semelhante a Treinamento Operador de Separadora de Fermento (20)

Filtros Para Piscinas Sodramar
Filtros Para Piscinas SodramarFiltros Para Piscinas Sodramar
Filtros Para Piscinas Sodramar
 
Filtração
FiltraçãoFiltração
Filtração
 
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte3
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte3Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte3
Mod 3 moviment ode-particulasnumfluido-parte3
 
Filtro bomba
Filtro bombaFiltro bomba
Filtro bomba
 
Filtros comerciais
Filtros comerciaisFiltros comerciais
Filtros comerciais
 
Filtração 2 qa-
Filtração 2 qa-Filtração 2 qa-
Filtração 2 qa-
 
Manual de filtragem
Manual de filtragemManual de filtragem
Manual de filtragem
 
Operações de separação - FILTRAÇÃO
Operações de separação - FILTRAÇÃOOperações de separação - FILTRAÇÃO
Operações de separação - FILTRAÇÃO
 
Curso de Operador de Munck Gindalto.pptx
Curso de Operador de Munck Gindalto.pptxCurso de Operador de Munck Gindalto.pptx
Curso de Operador de Munck Gindalto.pptx
 
ETALG-Tratamento de Água com Fuligem-Apresentação.pdf
ETALG-Tratamento de Água com Fuligem-Apresentação.pdfETALG-Tratamento de Água com Fuligem-Apresentação.pdf
ETALG-Tratamento de Água com Fuligem-Apresentação.pdf
 
Gotejamento
GotejamentoGotejamento
Gotejamento
 
Cummins 8.3 l eletronico turbocompressor
Cummins 8.3 l eletronico   turbocompressorCummins 8.3 l eletronico   turbocompressor
Cummins 8.3 l eletronico turbocompressor
 
Sistema de preparo de massa na produção de papel
Sistema de preparo de massa na produção de papelSistema de preparo de massa na produção de papel
Sistema de preparo de massa na produção de papel
 
Manual osmose smart - rev01 03 - condutivímetro honest
Manual   osmose smart -  rev01 03  - condutivímetro honestManual   osmose smart -  rev01 03  - condutivímetro honest
Manual osmose smart - rev01 03 - condutivímetro honest
 
Análise de lubrificantes
Análise de lubrificantesAnálise de lubrificantes
Análise de lubrificantes
 
Sistemas cip
Sistemas cipSistemas cip
Sistemas cip
 
M2 - 4499 - Operações Unitárias na Industria.pdf
M2 - 4499 - Operações Unitárias na Industria.pdfM2 - 4499 - Operações Unitárias na Industria.pdf
M2 - 4499 - Operações Unitárias na Industria.pdf
 
Estratégias para Reduzir sua Demanda de Água e Produtos Químicos
Estratégias para Reduzir sua Demanda de Água e Produtos QuímicosEstratégias para Reduzir sua Demanda de Água e Produtos Químicos
Estratégias para Reduzir sua Demanda de Água e Produtos Químicos
 
Filtros de Grandes para Piscinas - Show de Piscinas
Filtros de Grandes para Piscinas - Show de PiscinasFiltros de Grandes para Piscinas - Show de Piscinas
Filtros de Grandes para Piscinas - Show de Piscinas
 
Manual filtroscomerciais
Manual filtroscomerciaisManual filtroscomerciais
Manual filtroscomerciais
 

Mais de Marcos Abreu

Relatório TUV NANO
Relatório TUV NANORelatório TUV NANO
Relatório TUV NANOMarcos Abreu
 
Apresentacao nano.docx 2
Apresentacao nano.docx 2Apresentacao nano.docx 2
Apresentacao nano.docx 2Marcos Abreu
 
Perguntas e Respostas - nine® Protection Motor Renew
Perguntas e Respostas - nine® Protection Motor RenewPerguntas e Respostas - nine® Protection Motor Renew
Perguntas e Respostas - nine® Protection Motor RenewMarcos Abreu
 
Prova Cientifica e Cases - nine® Protection Motor Renew
Prova Cientifica e Cases - nine® Protection Motor RenewProva Cientifica e Cases - nine® Protection Motor Renew
Prova Cientifica e Cases - nine® Protection Motor RenewMarcos Abreu
 
O que é - nine® protection motor renew .ppt
O que é - nine® protection motor renew .pptO que é - nine® protection motor renew .ppt
O que é - nine® protection motor renew .pptMarcos Abreu
 
Ensaios Técnicos 1 - nine® Protection Motor Renew
Ensaios Técnicos 1 - nine® Protection Motor Renew Ensaios Técnicos 1 - nine® Protection Motor Renew
Ensaios Técnicos 1 - nine® Protection Motor Renew Marcos Abreu
 
COMPROVANDO A EFICACIA - nine® Protection Motor Renew
COMPROVANDO A  EFICACIA - nine® Protection Motor Renew COMPROVANDO A  EFICACIA - nine® Protection Motor Renew
COMPROVANDO A EFICACIA - nine® Protection Motor Renew Marcos Abreu
 
Método e Analise de Solução de Problemas
Método e Analise de Solução de Problemas Método e Analise de Solução de Problemas
Método e Analise de Solução de Problemas Marcos Abreu
 
Gestão pela Excelência em Resultados
Gestão pela Excelência em ResultadosGestão pela Excelência em Resultados
Gestão pela Excelência em ResultadosMarcos Abreu
 
GESTAO de Excelencia na LUBRIFICACAO
GESTAO de Excelencia na LUBRIFICACAOGESTAO de Excelencia na LUBRIFICACAO
GESTAO de Excelencia na LUBRIFICACAOMarcos Abreu
 
Gestão pela Excelência em Resultados
Gestão pela Excelência em Resultados Gestão pela Excelência em Resultados
Gestão pela Excelência em Resultados Marcos Abreu
 
GESTÃO de Excelência na LUBRIFICAÇÃO
GESTÃO de Excelência na  LUBRIFICAÇÃO                GESTÃO de Excelência na  LUBRIFICAÇÃO
GESTÃO de Excelência na LUBRIFICAÇÃO Marcos Abreu
 
Procedimento Tratamento de Anomalias
Procedimento Tratamento de AnomaliasProcedimento Tratamento de Anomalias
Procedimento Tratamento de AnomaliasMarcos Abreu
 
Procedimento de Treinamento e Qualificação
Procedimento de Treinamento e QualificaçãoProcedimento de Treinamento e Qualificação
Procedimento de Treinamento e QualificaçãoMarcos Abreu
 
Procedimento de Controle de Documentos
Procedimento de Controle de DocumentosProcedimento de Controle de Documentos
Procedimento de Controle de DocumentosMarcos Abreu
 
Procedimento de Elaboracao de Documentos
Procedimento de Elaboracao de DocumentosProcedimento de Elaboracao de Documentos
Procedimento de Elaboracao de DocumentosMarcos Abreu
 
Consumo Diesel Transporte
Consumo Diesel Transporte Consumo Diesel Transporte
Consumo Diesel Transporte Marcos Abreu
 
Planta de Biodigestao da Palha da Cana
Planta de Biodigestao da Palha da CanaPlanta de Biodigestao da Palha da Cana
Planta de Biodigestao da Palha da CanaMarcos Abreu
 
Cuidados Operacionais e Manutenção Sistema Moagem
Cuidados Operacionais e Manutenção  Sistema MoagemCuidados Operacionais e Manutenção  Sistema Moagem
Cuidados Operacionais e Manutenção Sistema MoagemMarcos Abreu
 

Mais de Marcos Abreu (20)

Relatório TUV NANO
Relatório TUV NANORelatório TUV NANO
Relatório TUV NANO
 
Apresentacao nano.docx 2
Apresentacao nano.docx 2Apresentacao nano.docx 2
Apresentacao nano.docx 2
 
Perguntas e Respostas - nine® Protection Motor Renew
Perguntas e Respostas - nine® Protection Motor RenewPerguntas e Respostas - nine® Protection Motor Renew
Perguntas e Respostas - nine® Protection Motor Renew
 
Prova Cientifica e Cases - nine® Protection Motor Renew
Prova Cientifica e Cases - nine® Protection Motor RenewProva Cientifica e Cases - nine® Protection Motor Renew
Prova Cientifica e Cases - nine® Protection Motor Renew
 
O que é - nine® protection motor renew .ppt
O que é - nine® protection motor renew .pptO que é - nine® protection motor renew .ppt
O que é - nine® protection motor renew .ppt
 
Ensaios Técnicos 1 - nine® Protection Motor Renew
Ensaios Técnicos 1 - nine® Protection Motor Renew Ensaios Técnicos 1 - nine® Protection Motor Renew
Ensaios Técnicos 1 - nine® Protection Motor Renew
 
COMPROVANDO A EFICACIA - nine® Protection Motor Renew
COMPROVANDO A  EFICACIA - nine® Protection Motor Renew COMPROVANDO A  EFICACIA - nine® Protection Motor Renew
COMPROVANDO A EFICACIA - nine® Protection Motor Renew
 
Método e Analise de Solução de Problemas
Método e Analise de Solução de Problemas Método e Analise de Solução de Problemas
Método e Analise de Solução de Problemas
 
Gestão pela Excelência em Resultados
Gestão pela Excelência em ResultadosGestão pela Excelência em Resultados
Gestão pela Excelência em Resultados
 
GESTAO de Excelencia na LUBRIFICACAO
GESTAO de Excelencia na LUBRIFICACAOGESTAO de Excelencia na LUBRIFICACAO
GESTAO de Excelencia na LUBRIFICACAO
 
Gestão pela Excelência em Resultados
Gestão pela Excelência em Resultados Gestão pela Excelência em Resultados
Gestão pela Excelência em Resultados
 
A águia
A águia A águia
A águia
 
GESTÃO de Excelência na LUBRIFICAÇÃO
GESTÃO de Excelência na  LUBRIFICAÇÃO                GESTÃO de Excelência na  LUBRIFICAÇÃO
GESTÃO de Excelência na LUBRIFICAÇÃO
 
Procedimento Tratamento de Anomalias
Procedimento Tratamento de AnomaliasProcedimento Tratamento de Anomalias
Procedimento Tratamento de Anomalias
 
Procedimento de Treinamento e Qualificação
Procedimento de Treinamento e QualificaçãoProcedimento de Treinamento e Qualificação
Procedimento de Treinamento e Qualificação
 
Procedimento de Controle de Documentos
Procedimento de Controle de DocumentosProcedimento de Controle de Documentos
Procedimento de Controle de Documentos
 
Procedimento de Elaboracao de Documentos
Procedimento de Elaboracao de DocumentosProcedimento de Elaboracao de Documentos
Procedimento de Elaboracao de Documentos
 
Consumo Diesel Transporte
Consumo Diesel Transporte Consumo Diesel Transporte
Consumo Diesel Transporte
 
Planta de Biodigestao da Palha da Cana
Planta de Biodigestao da Palha da CanaPlanta de Biodigestao da Palha da Cana
Planta de Biodigestao da Palha da Cana
 
Cuidados Operacionais e Manutenção Sistema Moagem
Cuidados Operacionais e Manutenção  Sistema MoagemCuidados Operacionais e Manutenção  Sistema Moagem
Cuidados Operacionais e Manutenção Sistema Moagem
 

Último

Banco Sul-Americano do Brasil -2023.pptx
Banco Sul-Americano do Brasil -2023.pptxBanco Sul-Americano do Brasil -2023.pptx
Banco Sul-Americano do Brasil -2023.pptxTherionAkkad2
 
Patrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptx
Patrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptxPatrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptx
Patrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptxAssimoIovahale
 
Condutos forçados disciplina de hidráulica.pdf
Condutos forçados disciplina de hidráulica.pdfCondutos forçados disciplina de hidráulica.pdf
Condutos forçados disciplina de hidráulica.pdfAroldoMenezes1
 
AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024
AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024
AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024Consultoria Acadêmica
 
Gestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais Privados
Gestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais PrivadosGestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais Privados
Gestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais PrivadosGuilhermeLucio9
 
Para iniciarmos nossa atividade, imagine a seguinte situação: Uma jovem chama...
Para iniciarmos nossa atividade, imagine a seguinte situação: Uma jovem chama...Para iniciarmos nossa atividade, imagine a seguinte situação: Uma jovem chama...
Para iniciarmos nossa atividade, imagine a seguinte situação: Uma jovem chama...DL assessoria 31
 
AE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docx
AE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docxAE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docx
AE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docxConsultoria Acadêmica
 

Último (7)

Banco Sul-Americano do Brasil -2023.pptx
Banco Sul-Americano do Brasil -2023.pptxBanco Sul-Americano do Brasil -2023.pptx
Banco Sul-Americano do Brasil -2023.pptx
 
Patrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptx
Patrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptxPatrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptx
Patrimonio Edificado da Ilha de Moçambique.pptx
 
Condutos forçados disciplina de hidráulica.pdf
Condutos forçados disciplina de hidráulica.pdfCondutos forçados disciplina de hidráulica.pdf
Condutos forçados disciplina de hidráulica.pdf
 
AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024
AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024
AE03 - TEORIAS DA ADMINISTRACAO UNICESUMAR 51/2024
 
Gestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais Privados
Gestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais PrivadosGestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais Privados
Gestão de obras e projetos - Associação Nacional de Hospitais Privados
 
Para iniciarmos nossa atividade, imagine a seguinte situação: Uma jovem chama...
Para iniciarmos nossa atividade, imagine a seguinte situação: Uma jovem chama...Para iniciarmos nossa atividade, imagine a seguinte situação: Uma jovem chama...
Para iniciarmos nossa atividade, imagine a seguinte situação: Uma jovem chama...
 
AE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docx
AE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docxAE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docx
AE03 - VIBRACOES MECANICAS E ACUSTICAS.docx
 

Treinamento Operador de Separadora de Fermento

  • 2. CENTRIFUGAÇÃOCENTRIFUGAÇÃO O principal objetivo desta etapa do processo é separar o levedo do vinho e retorna-lo a fermentação nas melhores condições possíveis. Para isso devemos atentar para os seguintes fatores; Vazão e pressão adequadas; Diâmetro dos bicos apropriados; Concentração no creme o maior possível; Número de máquinas adequadas a condições do processo. Para isso devemos atentar para os seguintes fatores; Vazão e pressão adequadas; Diâmetro dos bicos apropriados; Concentração no creme o maior possível; Número de máquinas adequadas a condições do processo.
  • 3. CENTRIFUGAÇÃOCENTRIFUGAÇÃO A separação do levedo, atualmente é realizada por máquinas denominadas separadores Centrifugas. Para entendermos o seu funcionamento devemos revisar os seguintes conceitos: Separação por gravidade; Força centrífuga
  • 4. CENTRIFUGAÇÃOCENTRIFUGAÇÃO Separação por gravidade Separação por gravidade Um liquido turvo com partículas mais pesadas vai se clareando, se deixarmos em repouso, a fase líquida mais leve sobe à superfície e a mais pesada vai ao fundo. Aí se evidencia a ação da “força da gravidade”.
  • 5. CENTRIFUGAÇÃOCENTRIFUGAÇÃO Separação por gravidadeSeparação por gravidade O efeito verificado é denominado sedimentação. Outrossim, notamos que a velocidade da sedimentação depende de fatores como: Distância a ser percorrida pelas partículas. Viscosidade. Tempo de espera. Em processos industriais, o processo de sedimentação gravitacional ocuparia espaços e tempos elevados.
  • 6. CENTRIFUGAÇÃOCENTRIFUGAÇÃO Força CentrífugaForça Centrífuga É definida como aquela força que se exerce sobre o todo ou parte dos objetos em movimento, impelindo-os para fora do centro de rotação. Sob a ação das forças centrifugas, ocorre em curtíssimo tempo a separação da mistura liquida ou a centrifugação das partículas sólidas. As partículas de maior densidade deslocam-se para a periferia do tambor e as de menor densidade, para o meio do tambor. As grandes forças centrifugas são geradas por altas rotações do tambor que, se por um lado significam altas capacidades, por outro levam a grandes esforços do material das centrifugas.
  • 8. A filtragem do vinho levedurado torna-se necessária para evitar que impurezas causem entupimento das separadoras de vinho e também para evitar desgastes excessivos do equipamento, que comprometeria sua eficiência e rendimento.   Para este processo podemos contar com dois tipos de filtros. Processo de Filtração  Filtro estático de linha  Filtros de autolimpeza  Filtro estático de linha  Filtros de autolimpeza
  • 9. Equipamento cilíndrico construído em aço inox, possui um cesto filtrante de tela metálica com furações pequenas, para retenção de impurezas. Nele as impurezas grosseiras contidas no vinho levedurado, são retidas uniformemente na tela do filtro acumulando-se durante o funcionamento. Em virtude deste acumulo de sujeiras faz-se necessário uma limpeza periódica nesses equipamentos toda vez que notarmos que a pressão de trabalho do mesmo caiu. Filtro de Linha Mausa FSS200
  • 11. A separação é realizada por um rotor com boquilhas de descarga de sólidos. O liquido em processo é alimentado continuamente no centro do rotor e é distribuído para a periferia deste, por meio do cone de distribuição. A alta rotação força este liquido a passar através de discos cônicos, onde é separado pela força centrifuga em uma fase sólida e uma líquida. O concentrado, sendo a fase mais pesada, contendo as células de levedura e uma pequena quantidade de vinho, é forçada para fora da parede do rotor, através de boquilhas de descarga. O vinho delevedurado, sendo fase leve, é deslocado em direção ao centro do rotor e deixa este através de uma abertura no topo do rotor, sendo impulsionado para fora da separadora através do coletor.  Separadoras Centrífugas
  • 13. Separadoras Centrífugas Uma centrifugação bem operada ajuda no controle microbiológico da fermentação, através da eliminação de bactérias no momento da centrifugação. Células de levedura Bactérias
  • 14. Separadoras Centrífugas A eliminação destas bactérias, será cada vez mais eficiente, se: As centrifugas estiverem bem limpas e seus bicos em ótimo estado; O processo num todo, estiver harmoniosamente bem conduzido; O fermento a ser centrifugado não estiver em estágio elevado de floculação, o que dificulta a eliminação das bactérias, devido a estas estarem “aderidas” às leveduras (nos flocos), facilitando o retorno ao processo com o fermento. A eliminação destas bactérias, será cada vez mais eficiente, se: As centrifugas estiverem bem limpas e seus bicos em ótimo estado; O processo num todo, estiver harmoniosamente bem conduzido; O fermento a ser centrifugado não estiver em estágio elevado de floculação, o que dificulta a eliminação das bactérias, devido a estas estarem “aderidas” às leveduras (nos flocos), facilitando o retorno ao processo com o fermento.
  • 15. Separadoras Centrífugas A verificação do índice de rejeição bacteriana nas centrifugas é feito através da contagem de bactérias nas seguintes amostras:  Vinho levedurado (entrada)  Vinho centrifugado (saída)  Leite de levedura (saída do fermento).
  • 16. Fluxo e Boquilhas A furação dos bicos de descarga de concentrado irá depender dos seguintes fatores: fluxo de alimentação da separadora, percentual da fase sólida no fluxo e da quantidade e concentração desejada para o concentrado.
  • 17. CENTRIFUGAÇÃO Fluxo e Boquilhas Utilizar bicos de maior furação  quando o percentual de concentração do vinho levedurado for elevado e se dispuser a obter um concentrado com baixa concentração; Utilizar bicos de menor furação  quando o vinho levedurado possuir um percentual de concentração baixo e ou quando se deseja grande concentração no concentrado. Para a escolha da furação adequada, dever ser observadas algumas considerações básicas:
  • 18. CENTRIFUGAÇÃO Equipamentos As separadores centrifugas são compostas basicamente das peças ao lado: (*) Atenção Após substituição desta peça, o tambor completo deve ser balanceado novamente.
  • 20. CENTRIFUGAÇÃO Condução do processo de centrifugação No decorrer do processo, ocorrem acúmulos de sólidos nos pratos e conseqüentes entupimentos dos bicos ejetores, tornando-se necessárias limpezas periódicas. Quando a maquina está suja e as condições de processo não permitem uma parada para limpeza, percebe-se quedas de rendimento e eficiência, sendo necessário diminuir sua vazão, para isso devemos diminuir a alimentação ou haverá um comprometimento da eficiência o que acarretará perdas.
  • 21. CENTRIFUGAÇÃO Fatores que comprometem a eficiências das centrífugas Fatores que comprometem a eficiências das centrífugas 1. Vinho Sujo. 2. Fermento Infeccionado. 3. Entupimento de Bicos. 4. Queda de Rotação. 5. Bicos Danificados.
  • 22. CENTRIFUGAÇÃO Quando o caldo recebido na fermentação trouxer quantidades demasiada de terra e bagacilho, sujará o vinho, chegando a entupir os bicos e pratos, tornando-se necessária a parada da Separadora Centrifuga para limpeza com mais freqüência. Fatores que comprometem a eficiência das eficiências da centrífugas Fatores que comprometem a eficiência das eficiências da centrífugas Vinho Sujo
  • 23. CENTRIFUGAÇÃO Devido à formação de um polímero produzido pela bactéria, a viscosidade do vinho levedurado aumenta, proporcionando uma decantação muito grande devido a formação de flocos. Dessa forma ocorre uma separação entre o fermento e o vinho nas dornas de fermentação - Floculação. Esta separação altera a concentração do vinho e compromete seriamente a centrifugação acarretando emplastramento nos pratos, entupimento dos bicos ejetores e conseqüentemente perdas de levedo no vinho. Neste caso torna-se necessária a limpeza da máquina com maior freqüência. Fatores que comprometem a eficiência das centrífugas Fatores que comprometem a eficiência das centrífugas Fermento Infeccionado
  • 24. CENTRIFUGAÇÃO Poderá ocorrer o entupimento de alguns bicos ejetores isoladamente, em condições normais de processo, ocorrerá um desbaleanceamento da máquina tornando necessária a parada para limpeza. Fatores que comprometem a eficiência das centrífugas Fatores que comprometem a eficiência das centrífugas Entupimento de Bicos
  • 25. CENTRIFUGAÇÃO A queda de rotação pode ocorre devido aos seguintes fatos: Fatores que comprometem a eficiência das centrífugas Fatores que comprometem a eficiência das centrífugas Queda de Rotação Operador esqueceu o freio solto (preso). Problemas de ordem mecânica. Queda de energia elétrica. Excesso de alimentação. Problema de acionamento (faixa ou acoplamento hidráulico)
  • 26. CENTRIFUGAÇÃO O desgaste nos bicos ejetores ocorre normalmente por excesso de abrasivos (areia) no vinho levedurado, reduzindo a vida útil dos mesmos. Este desgaste causa geralmente; Fatores que comprometem a eficiência das centrífugas Fatores que comprometem a eficiência das centrífugas Bicos Danificados Desbalanceamento; Aumento da Amperagem; Perda de levedo no vinho ; Danos no tambor (quando desgaste excessivo). Por este fato devemos inspecionar todos os bicos e as boquilhas. Por este fato devemos inspecionar todos os bicos e as boquilhas.
  • 27. CENTRIFUGAÇÃO Devemos tomar alguns cuidados com as peças das centrifugas:   No manuseio devem ser usadas as ferramentas adequadas, para evitar acidentes e danos nas peças. A talha deve estar sempre na posição correta para evitar danos as guias e aos pinos do tambor. Não montar nem desmontar as peças inclinadas ou com violência. CuidadosCuidados
  • 28. CENTRIFUGAÇÃO Atentar para não trocar as peças de uma máquina para outra, pois o balanceamento é feito no conjunto. Ao montar o tambor, certifique-se de que as guias deslizantes do tambor estejam limpas e lubrificadas. Nunca utilizar qualquer tipo de acessório em aço carbono para lavar as peças de inox das máquinas. CuidadosCuidados
  • 29. CENTRIFUGAÇÃO Em todas as centrifugas o rotor gira a altíssimas velocidades, sendo assim, liberam-se tremendas forças, portanto, devemos atentar para os seguintes detalhes: Regras de SegurançaRegras de Segurança Apertar o anel (anéis) de fechamento do rotor; Fixar cuidadosamente a capa da estrutura, bem como as peças de admissão e da descarga; Verificar a velocidade; Não desmontar nenhuma peça antes do rotor parar por completo. Apertar o anel (anéis) de fechamento do rotor; Fixar cuidadosamente a capa da estrutura, bem como as peças de admissão e da descarga; Verificar a velocidade; Não desmontar nenhuma peça antes do rotor parar por completo.
  • 30. CENTRIFUGAÇÃO Alguns ProblemasAlguns Problemas Possível causa Providência O motor não está ligado corretamente Verificar a Ligação O tambor é freado por liquido ou sólidos acumulados no coletor. Inspecionar a saída do coletor (o produto deve fluir livremente). Limpar o coletor, sob o tambor. A polia desliza sobre o eixo vertical. Desmontar o eixo. As correias deslizam oleadas ou insuficientemente apertadas. Apertar os parafusos do disco de aperto alternadamente e em cruz. Alimentação de produto aberta Substituir ou apertar as correias. Defeito O Tambor não alcança a rotação prevista ou demora muito a alcançar
  • 31. CENTRIFUGAÇÃO Alguns ProblemasAlguns Problemas Possível causa Providência O motor perde rotação durante o funcionamento. Verificar a tensão da rede e inspecionar o motor. Os orifícios dos bicos ejetores estão gastos ou há bicos vazando devido a anéis de vedação defeituosos. Montar novos bicos ejetores. Trocar os anéis de vedação Perda da rotação Verificar faixas de acionamento Nível de óleo do acoplamento. Defeito O tambor perde rotação durante o funcionamento
  • 32. CENTRIFUGAÇÃO Alguns ProblemasAlguns Problemas Possível causa Providência O tambor apresenta desbalanceamento, devido a danos Mandar o tambor a fábrica, para reparos. Um ou mais bicos ejetores bloqueados. Há acúmulo irregular de sólidos no tambor. Fechar a alimentação do produto e, simultaneamente, abrir totalmente alimentação de água, para amortecer as vibrações. Desligar a centrifuga, acionar os freios, limpar completamente o tambor. Defeito A centrifuga apresenta funcionamento irregular.
  • 33. CENTRIFUGAÇÃO Alguns ProblemasAlguns Problemas Possível causa Providência O tambor não está corretamente montado ou há troca de peças de diferentes tambores (caso haja mais de uma centrifuga na instalação). Montar corretamente o tambor. A pressão no conjunto de pratos diminuiu. Verificar se o anel de fechamento está bem apertado. Verificar o número de pratos. Se necessário, adicionar pratos de reserva ou de ajuste Defeito A centrifuga apresenta funcionamento irregular.
  • 34. CENTRIFUGAÇÃO Alguns ProblemasAlguns Problemas Possível causa Providência A polia gira fora de centro. Centrar a polia através de um relógio comparador. As molas do mancal superior apresentam fadiga ou quebra. Trocar todas as molas do mancal superior. Os rolamentos estão gastos ou danificados Substituir os rolamentos danificados. ATENÇÃO – Usar somente rolamentos de alta precisão nos mancais do eixo vertical. Defeito A centrifuga apresenta funcionamento irregular.
  • 35. CENTRIFUGAÇÃO Alguns ProblemasAlguns Problemas Possível causa Providência Os rolamentos de contato angular ou de rolos cilíndricos estão danificados por lubrificantes insuficiente, devido a bloqueio da saída da carcaça (o líquido subiu dentro da carcaça superior e penetrou no sistema de lubrificação pelo mancal superior). Substituir os rolamentos danificados. Limpar o sistema de lubrificação. Limpar a carcaça superior. Defeito A centrifuga apresenta funcionamento irregular.
  • 36. CENTRIFUGAÇÃO Alguns ProblemasAlguns Problemas Possível causa Providência A superfície de guia da tampa do mancal ficou rugosa. Alisar a superfície e untar com pasta de bissulfeto de molibdênio. Se necessário, substituir a tampa e o anel de pressão. Defeito A centrifuga apresenta funcionamento irregular.
  • 37. CENTRIFUGAÇÃO Alguns ProblemasAlguns Problemas Possível causa Providência Os componentes da transmissão estão danificados devido a: 1. Desgaste normal; 2. Desgaste prematuro devido a: a) falta de óleo b) Óleo fino demais c) Detritos metálicos no óleo devido a: - Óleo fino demais - Troca atrasada de óleo. Limpar completamente o carter de óleo. Substituir os componentes danificados. Colocar óleo novo no carter. Se necessário, trocar o óleo com mais freqüência.. Defeito A centrifuga apresenta funcionamento irregular.
  • 38. CENTRIFUGAÇÃO Defeito A rotação da centrifuga está abaixo da especificada. Entupimento de vários bicos ejetores. Acumulo de impurezas nos pratos do tambor. Bloqueio dos canais ascendentes. Temperatura de alimentação muito baixa. Grandes oscilações do teor de sólidos do produto a ser centrifugado. Alimentação irregular do produto à centrifuga. Separação Imperfeita
  • 39.
  • 40.
  • 41. Eficiência das Separadoras de Fermento Onde = VD = Fermento do vinho da Dorna (Bruto) (%) VC = Fermento do vinho Delevurado (%) CL = Fermento do Creme de Levedo (%) Ex: Vinho da Dorna (Bruto) = 13 % Vinho Delevurado = 0,8 % Creme de Levedo = 72,0 % ESF = 94,90 %