GESTÃO de Excelência na LUBRIFICAÇÃO

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Progresso técnico da lubrificação, principio básico para alavancar resultados na manutenção

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GESTÃO de Excelência na LUBRIFICAÇÃO

  1. 1. Modelo de Diagnostico e Acompanhamento da Gestão da Lubrificação
  2. 2. Após realização de um diagnostico, estruturação de cronograma e plano de ação para o progresso técnico da lubrificação, principio básico para alavancar resultados na manutenção ; Modelo de Diagnostico e Acompanhamento da Gestão da Lubrificação
  3. 3. Escopo trabalho : -Padronização, Consolidação e Compras -Armazenagem e manuseio -Controle de Contaminação -Técnicas de Amostragem -Capacitação e Certificação -Analise de Óleo -Praticas de Lubrificação e Relubrificação. -Praticas de Segurança e Vazamentos -Procedimentos e Guias -Indicadores -Melhoria Continua Modelo de Diagnostico e Acompanhamento da Gestão da Lubrificação
  4. 4. 1.) Padronização, Consolidação e Compras Padronização de Lubrificantes: • De marcas, tipos e aplicações para uma mesma norma •Adquirir lubrificantes não por marca, mas sim se atende as ESPECIFICAÇÕES DE DESEMPENHO DESENHADAS PARA A APLICAÇÃO • Criar e utilizar códigos de enquadramento (Código LIS ) Consolidação de Lubrificantes: é uma racionalização lógica dos diversos tipos de lubrificantes que devem atender a um ou mais aplicações semelhantes. As estratégias podem incluir avaliação técnica e substituição monitorada, dos itens. Por exemplo entre 3 óleos hidráulicos HLP 68, define-se um padrão e passa-se a utilizar apenas de uma marca. Em casos de alto volume de consumo, a estratégia pode envolver a fabricação interna de uma viscosidade de lubrificante através de cartas de mistura ASTM (Ex. Óleo XX ISO VG220, 320, 460 e 680 no estoque .Racionalizando, fico apenas com óleos XX ISO VG 220 e 680)
  5. 5. Compras de Lubrificantes: Optar-se por pacotes de compra com volumes maiores de um único fornecedor, sendo que o lubrificante é comprado segundo as especificações e normas obtidas na padronização. Dentro da especificação de compras podem ser adicionadas outras especificações, como p.ex., teor máximo de água e Grau ISO 4406 máximo admitido para óleo novo. O fornecedor precisa se enquadrar as especificações desenhadas e ao Código LIS. 1.) Padronização, Consolidação e Compras
  6. 6. Armazenagem: conjunto de boas práticas que envolvem o correto acondicionamento dos lubrificantes na sala lubrificação, como por ex. , ambiente limpo e fechado, controle de temperatura e umidade, isenção de entrada de contaminantes e umidade nas embalagens ou reservatórios, etc... Manuseio: conjunto de ações, práticas, procedimentos que envolvam toda a manipulação de lubrificantes da sala de lubrificação até a entrada do lubrificante no equipamento, como por ex., transporte do lubrificante pela fábrica, ou no canavial, pré filtragem de óleos novos, abastecimento/reposição das bombas ou baldes de graxa sem contaminação, aplicação de lubrificantes no canavial minimizando o risco de contaminação. 2.) Armazenagem e manuseio
  7. 7. 2.) Armazenagem e manuseio : Exemplo de Armazenagem de Lubrificantes
  8. 8. 2.) Armazenagem e manuseio : Exemplo de Armazenagem de Lubrificantes
  9. 9. Conceitos: • Plano de coleta: deve estar integrado com a criticidade ou função da máquina no contexto produtivo • Conjunto de ações envolvendo as 4 boas práticas das coletas de amostra: frascos com nível de limpeza adequado/ onde coletar(ponto da máquina) / quando coletar / como coletar (instrumento utilizado) 3.) Técnica de Amostragem • Status da máquina do programa definidos por criticidade das máquinas • Correta prescrição de ensaios para cada equipamento crítico e ponto • Determinação correta da frequência de amostragem • Dados da análise interligados ao sistema de manutenção/acesso fácil • Ensaios de campo • Analista certificado • Integração de técnicas
  10. 10. 3.) Técnica de Amostragem
  11. 11. 3.) Técnica de Amostragem
  12. 12. Conceito: • Conjunto de ações que envolvem formas de evitar a entrada, excluir e remover contaminantes dos equipamentos. • Exclusão: envolve a instalação de filtros de ar de elevada taxa de remoção de contaminastes, por ex. respiros híbridos, dessecantes ou câmaras de expansão • Remoção: envolve a instalação de filtros de óleo no circuito principal do sistema, utilização de sistemas “off lines” fixos, ou até carrinhos de filtragem, todos fazendo uso de filtros de elevada eficiência para baixos tamanhos de particulado 4.) Controle de Contaminação
  13. 13. 4.) Controle de Contaminação
  14. 14. 4.) Controle de Contaminação 4.) Controle de Contaminação
  15. 15. 4.) Controle de Contaminação : Exemplo de Carrinhos Filtro Off Line RESULTADOS ALCANÇADOS EM TURBINAS NAS – 6 ISO 17/15/12 AGUA (Método Karl Fischer) média 450 ppm 1-Conjunto filtros duplos para retirada de água DONALDSON 2-Conjunto filtros duplos para retirada de partículas 3 mícron Beta 1000 DONALDSON 1 2
  16. 16. 4.) Controle de Contaminação : Exemplo de Controle de Contaminantes 1-Instalação do Minimess (ponto de coleta de óleo) 2-Carrinho Off-line instalado1 2
  17. 17. Conceitos envolvidos: • Status da máquina do programa definidos por criticidade das máquinas • Correta prescrição de ensaios para cada equipamento crítico e ponto • Determinação correta da frequência de amostragem • Dados da análise interligados ao sistema de manutenção/acesso fácil • Ensaios de campo • Analista certificado • Integração de técnicas 6.) Analises de Óleos
  18. 18. 6.) Analises de Óleos : Planilha de Ensaios por Aplicação
  19. 19. Conceitos envolvidos: • O que é lubrificação: É a aplicação dos 6 CERTOS da LUBRIFICAÇÃO de uma planta ou das aplicações automotivas: lubrificante /qualidade/ frequência / quantidade / lugar / forma • Ações de relubrificação e inspeção: ações de reposição de lubrificantes baseadas nos 6 princípios que regem a lubrificação, estabelecimento de uma política proativa de inspeções através da lubrificação 7.) Lubrificação e Relubrificação
  20. 20. 7.) Lubrificação e Relubrificação : Exemplo dos 6 certos da Lubrificação .
  21. 21. FIM

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