Relatório final reflexão critica

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Para concluir a formação cabe apresentar a reflexão final.

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Relatório final reflexão critica

  1. 1. Relatório de Reflexão Crítica Cursos de Formação Contínua de Professores 1 – IDENTIFICAÇÃO AÇÃO Designação da ação INTEGRAÇÃO DE FERRAMENTAS DIGITAIS NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM INCLUSIVO Nome do formador Drª. Ana Paula Rocha 2 – IDENTIFICAÇÃO FORMANDO Nome do formando Manuel Francisco Batista Sequeira Escola Agrupamento de Escolas Daniel Sampaio Nível Ensino 2º Ciclo Grupo Recrutamento 910 Situação profissional Contratado Email manuel.sequeira.1972@gmail.com 3 – REFLEXÃO CRÍTICA 3.1 – MOTIVOS DE INTERESSE NA AÇÃO DE FORMAÇÃO (RAZÕES JUSTIFICATIVAS PARA FREQUENTAREM A FORMAÇÃO) Os motivos que me levaram a realizar esta ação de formação, foram vários. Primeiramente procurei esta formação pelo tema tratado, (Ferramentas Digitais), cada vez mais o ensino caminha para uma exigência a olhos vistos, torna mais atrativo para os nossos alunos, uma aula em que se utilize ferramentas digitais, não os podemos limitar a realizar as suas tarefas sempre por o livro ou fichas de trabalho. Os professores de hoje, têm cada vez mais de se prepararem para poderem dar resposta a essa mudança. Ter aprendido a preparar aulas utilizando essas ferramentas, foi sem duvida uma mais valia para o processo de ensino-aprendizagem. Também por ser uma formação à distância, assim facilita mais o gerir o nosso tempo para realizar essa formação, normalmente é nos dada uma tarefa que se poderá concluir durante a semana, se fosse presencial era impossível ter frequentado esta formação. Depois o sistema que obriga os professores contratados hoje em dia a realizarem formações, como por exemplo os critérios de seleção, pontua o professor, atribuindo uma percentagem a quem realiza formações. 3 – REFLEXÃO CRÍTICA 3.2 – APRECIAÇÃO CRÍTICA DAS VERTENTES TEÓRICAS E PRÁTICAS DA AÇÃO (IDENTIFICAÇÃO DAS TEMÁTICAS ABORDADAS E DAS METODOLOGIAS UTILIZADAS; REFERÊNCIA CRÍTICA AOS CONTRIBUTOS DA FORMAÇÃO PARA O DESEMPENHO PROFISSIONAL) Esta formação esteve ao nível do que era por mim esperado. Especialmente a vertente prática e de exploração das ferramentas trabalhadas durante a semana. O processo da escolha das mesmas também foi surpreendente pela positiva, essa limitação obrigou-nos a escolher não de uma forma aleatória, mas sim obrigacionista na forma do jogo do galo. Verifiquei que as ferramentas trabalhadas, são certamente uma mais valia para trabalhar com os alunos e na preparação de aulas. São todas muito atrativas e utilizadas pelos docentes, ajudam a valorizar as aulas teóricas. No meu caso que tenho várias áreas de ensino, vou utiliza-las nas minhas futuras aulas.
  2. 2. Relatório de Reflexão Crítica Cursos de Formação Contínua de Professores 3 – REFLEXÃO CRÍTICA 3.3 – CONCLUSÕES O tema tratado por mim e a minha colega Márcia, foi a comunicação alternativa e também a inclusão. Tentámos ao longo dos trabalhos, retratar algumas das nossas rotinas, tanto na prática como teoricamente. Ao longo dos trabalhos, definimos a Comunicação, nomeadamente como, necessidade, pela qual o papel que desempenha na sociedade e na própria escola. Mas existem indivíduos que não conseguem comunicar e outros o fazem com muitas dificuldades. Abordamos também os tipos de Linguagem e seu desenvolvimento, assim como as fases de aquisição da mesma. Existem perturbações na linguagem que impedem os indivíduos de comunicarem normalmente e exprimirem os seus sentimentos de forma nítida. Cada aluno no seu percurso escolar, depara-se com dificuldades em serem incluídos no processo ensino – aprendizagem. As posições assumidas ao longo da história, (desde a exclusão ao atual momento de uma escola inclusiva) relativamente à forma de encararmos a pessoa deficiente, achamos que hoje a deficiência não deve ser tomada isoladamente como obstáculo ou impedimento que impossibilite o pleno desenvolvimento das potencialidades da pessoa humana. Por isso se tentou demonstrar que é possível esses alunos terem a segunda oportunidade de comunicar. A criança com défice na comunicação e com multideficiência, merece uma atenção especial por parte de todos os elementos intervenientes no processo educativo, quer sejam os pais, professores, médicos ou os diversos técnicos que com ela se relacionem. Para isso tem sido fundamental, a evolução do conceito de intervenção precoce e aplicação de programas ao nível da comunicação aumentativa e alternativa que vai influenciar a avaliação, passando a dirigir-se não só à criança mas também à família e aos contextos onde estas estão inseridas. Para concluir, esta formação foi para mim uma mais valia, porque fiquei a conhecer as ferramentas digitais por mim trabalhadas, vou aproveitar no futuro esta mais valia para tornar as aulas ou apoios mais atrativos para os alunos.
  3. 3. Relatório de Reflexão Crítica Cursos de Formação Contínua de Professores 4 – BIBLIOGRAFIA Declaração de Salamanca (1994, artº. 7º) TETZCHNER, S.V., MARTINSEN, H. (2000). Introdução à Comunicação Aumentativa e Alternativa. Porto: Porto Editora.

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