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SIDA significa:
•O “S” é a inicial de SÍNDROME, que significa conjunto de sintomas e
sinais de uma doença.
•O “I” corresponde a IMUNO e refere-se ao sistema imunitário, que é o
mecanismo que o nosso corpo possui para nos defender dos agentes
causados de doenças.
•O “D” é de DEFICIÊNCIA, isto é, mau funcionamento.
•O “A” corresponde a ADQUIRIDA, não a herdamos mas podemos a
desenvolver durante a vida.
O que é a SIDA?
A SIDA é uma doença causada por um vírus chamado VIH (Vírus da
Imunodeficiência Humana) que ataca o sistema imunitário do nosso
organismo, destruindo a nossa capacidade de defesa em relação a muitas
doenças.
Vias de transmissão:
O vírus não se transmite:
Mitoseverdades
Mito
Pessoas que tenham HIV podem continuar
a viver normalmente, trabalhando,
estudando, realizando tarefas lúdicas e se
relacionar afetivamente e, têm o direito a
isso. Muitas pessoas infetadas que têm
tratamento adequado conseguem ter uma
vida muito próxima do normal, e com
qualidade, por muitos anos.
Mito
Quando a Sida surgiu, no começo da
década de 80, afetava principalmente
homens homossexuais, os usuários de
drogas injetáveis e os hemofílicos e, estes
eram considerados grupos de risco.
Porém, esse quadro mudou: o vírus
espalhou-se de forma geral, não se
concentrando em grupos específicos. Por
isso, hoje em dia fala-se em
comportamento de risco e não em grupos
de risco.
Mitoseverdades
Verdade
O preservativo continua a ser o melhor
método preventivo, e também evita outras
doenças sexualmente transmissíveis. No
entanto, para que os preservativos sejam
realmente eficazes, têm que ser usados
corretamente, seguindo as orientações
básicas e verificando na embalagem data de
validade, comprovando que está bem
lacrada.
Verdade
Objetos perfuro-cortantes (alicates,
espátulas, aparelhos de barbear, tesoura)
com presença de sangue, podem
transmitir o vírus se não forem
devidamente esterilizados.
Mitoseverdades
Verdade
Durante a relação sexual existe sempre um certo
grau de traumatismo e aumento da irrigação
sanguínea local. A área de exposição às secreções
infetadas na mulher é maior do que no homem (a
área da mucosa da vagina é superior à área da
glande do pénis). Por outro lado, a quantidade de
vírus que existe no sémen resultante de uma
ejaculação é superior à quantidade de vírus
existente nas secreções vaginais durante uma
relação sexual.
Mito
A Sida é uma doença séria, e não se pode
descuidar. Apesar de ter tratamento, não tem
cura e ainda faz muitas vítimas em todo o
mundo. Além disso, os medicamentos devem ser
tomados toda a vida
Mitoseverdades
Mito
Sida é a doença, e o HIV é o vírus que transmite a
doença. Ter o vírus não significa ter Sida, pois a
pessoa pode passar muitos anos com o HIV sem
que a doença se manifeste.
Mito
Se no início da epidemia a doença afetava mais
homossexuais, usuários de drogas injetáveis e
hemofílicos, hoje o vírus ameaça qualquer pessoa,
de qualquer camada social. Tanto um homossexual
como um heterossexual, estão expostos ao mesmo
risco. O que define isso é o comportamento. Hoje
existem comportamentos de risco, como sexo
desprotegido, uso de drogas injetáveis, contato com
sangue ou com objetos cortantes contaminados.
Mitoseverdades
Verdade
O que mata na verdade são as infeções
oportunistas, que se tornam frequentes,
agressivas e difíceis de tratar devido a
deterioração do sistema imunológico da
pessoa. Portanto, a pessoa não morre de
Sida mas em decorrência dela
Mito
Atualmente, o índice de sida cresceu muito
entre mulheres casadas ou com parceiro fixo.
A sida hoje está afetar mulheres jovens, que
têm relações sexuais com parceiros variados
ou fixos sem uso de proteção, além de
mulheres idosas que acreditam que relações
de longa duração afetiva envolvem fidelidade
sexual. Por isso é importante, mesmo num
relacionamento estável, fazer sexo com
proteção.
Mitoseverdades
Mito
O sexo deve ser sempre seguro, para se evitar
a Sida, outras doenças sexualmente
transmissíveis e até uma gravidez indesejada.
Além disso, pessoas seropositivas que fazem
sexo sem proteção estão a reinfectar-se
mutuamente, podendo entrar em contato com
outro subtipo de HIV ou mesmo aumentar a
sua carga viral e por conseguinte acelerar a
evolução da doença.
Verdade
O vírus HIV pode ser transmitido através do
sexo anal e a taxa de contágio é maior do que
a do sexo vaginal, pois existe maior
probabilidade de ocorrência de
pequeníssimas lesões (feridas). Isso porque a
mucosa anal é mais frágil do que a vaginal,
sendo mais suscetível ao contágio e
ocorrência de infeção.
Mitoseverdades
Mito
Hoje é possível uma mulher com HIV planear
uma gravidez e ter uma família. Se ela estiver a
fazer o tratamento corretamente e, com um
adequado acompanhamento durante a
gestação, a probabilidade de infetar o bebê é
muito baixa.
A contaminação ocorre, principalmente, na
altura do parto ou durante a amamentação.
Para aumentar a hipótese da criança se manter
saudável, algumas precauções são
essenciais: evitar parto normal ou trabalho de
parto prolongado e a mãe portadora do vírus
não deve amamentar o bebê.
Mito.
O vírus da imunodeficiência humana (HIV) é
um vírus que ataca as células do nosso corpo
(linfócitos) que ajudam no combate de
doenças. Um portador da doença, tomando
corretamente a medicação indicada, pode
viver décadas com o HIV e não desenvolver a
Sida (Síndrome da Imunodeficiência
Adquirida).
Verdade.
Não se transmite o HIV através de
abraços, compartilhamento de toalhas e
de utensílios de cozinha como garfos,
facas, copos, etc. No entanto, pode
transmitir-se o HIV nas relações sexuais
sem proteção, compartilhando seringas
ou fazer tatuagem com material
infestado.
Mitoseverdades
Mito.
Alguns desenvolvem a Sida em poucos
meses por causa do sistema
imunológico comprometido. Mas a
grande maioria pode viver décadas com
a mesma expectativa de vida do resto
da população. A maneira de evitar com
que o HIV evolua é ir regularmente ao
médico e seguir todas as suas
recomendações.
Mito.
Algumas pessoas não apresentam nenhum
sinal que estão com HIV durante anos.
Muitos podem ter alguns sintomas nas
primeiras semanas após o contágio. Estes
primeiros sintomas são parecidos com os de
uma gripe ou mononucleose (doença do
beijo), tais como: febre, fadiga, rash cutâneo
e garganta inflamada. Geralmente
desaparecem após algumas semanas.
Mitoseverdades
Mito.
Ainda não existe cura para o HIV, porém o
tratamento mantém os níveis do vírus sob controle
e reforça o sistema imunológico. Alguns remédios
interferem na multiplicação dos vírus HIV, outros
bloqueiam a entrada dos vírus nas células do
sistema imunológico.
Verdade.
Qualquer pessoa pode ser infetada pelo HIV:
homens, mulheres, crianças, heterossexuais e
homossexuais.
Mitoseverdades
Verdade.
Mulheres grávidas devem estar cientes de
que, se contaminadas pelo HIV, podem
transmitir o vírus aos seus filhos durante
a gravidez, no parto ou durante o
aleitamento materno.
Mito.
Devido ao sistema imunológico debilitado, as
pessoas com HIV podem ficar mais vulneráveis a
infeções como pneumonia, tuberculose, candidíase,
citomegaloviros e toxoplasmose. A melhor forma de
reduzir o seu risco é tomar corretamente a
medicação anti-HIV. Pode também diminuir a
exposição a microrganismos se evitar o consumo de
carnes mal cozidas, água que não foi tratada, bem
como o contato com latas de lixo.
Mitoseverdades
Existe essa possibilidade, mas requer algumas
condições bem específicas. É preciso provar que
houve intenção de contaminar o parceiro e que ele
foi, de fato, contaminado ou exposto ao risco. A
questão é polémica e divide especialistas. As
recomendações valorizam o uso do preservativo
uma vez que não será considerada nenhuma ação
criminal contra quem tenha tomado as devidas
precauções para impedir a transmissão do vírus.
Mito
A aparência em nada ajuda na prevenção. O uso correto e
consistente do preservativo nas relações sexuais é
fundamental para a pessoa ter uma vida saudável. Os casais
homo e heterossexuais devem discutir a importância do seu
uso, independente da aparência e do conhecimento prévio.
A vida sexual das pessoas somente elas próprias conhecem.
Mitoseverdades
Mito
A Sida ou qualquer outra Doença
Sexualmente transmissível, não está
ligada necessariamente à ejaculação,
mas sim com o contato entre os órgãos
genitais e a troca de secreções, então
ejaculando ou não o homem corre risco
de se infetar ou de infetar outra pessoa.
Verdade
Ao fazer um piercing ou uma tatuagem corre-
se o risco de contrair doenças como HIV/SIDA,
hepatite B e C, Tétano e Tuberculose, caso o
material utilizado não esteja devidamente
esterilizado e desinfetado.
Mitoseverdades
Verdade
A quantidade de vírus existente na saliva é pouco
significativa. Não existe risco de aquisição da
infeção através do beijo. No entanto quando a
saliva está contaminada com sangue e existe
contacto desta saliva com a mucosa genital, existe
uma probabilidade, ainda que pequena de
contágio. Se existir contacto da mucosa da boca
com secreções vaginais ou sémen infetados,
também existe probabilidade de infeção.
Mitoseverdades
Mito.
Não há maneira de saber se uma
pessoa está infetada com o HIV,
olhando para seu rosto ou corpo. Além
disso, a maioria das pessoas infetadas
não apresentam sintomas e quando
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Portanto, deve-se usar o preservativo
em todas as relações sexuais, mesmo
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  • 1.
  • 2. SIDA significa: •O “S” é a inicial de SÍNDROME, que significa conjunto de sintomas e sinais de uma doença. •O “I” corresponde a IMUNO e refere-se ao sistema imunitário, que é o mecanismo que o nosso corpo possui para nos defender dos agentes causados de doenças. •O “D” é de DEFICIÊNCIA, isto é, mau funcionamento. •O “A” corresponde a ADQUIRIDA, não a herdamos mas podemos a desenvolver durante a vida. O que é a SIDA? A SIDA é uma doença causada por um vírus chamado VIH (Vírus da Imunodeficiência Humana) que ataca o sistema imunitário do nosso organismo, destruindo a nossa capacidade de defesa em relação a muitas doenças.
  • 4. O vírus não se transmite:
  • 5. Mitoseverdades Mito Pessoas que tenham HIV podem continuar a viver normalmente, trabalhando, estudando, realizando tarefas lúdicas e se relacionar afetivamente e, têm o direito a isso. Muitas pessoas infetadas que têm tratamento adequado conseguem ter uma vida muito próxima do normal, e com qualidade, por muitos anos. Mito Quando a Sida surgiu, no começo da década de 80, afetava principalmente homens homossexuais, os usuários de drogas injetáveis e os hemofílicos e, estes eram considerados grupos de risco. Porém, esse quadro mudou: o vírus espalhou-se de forma geral, não se concentrando em grupos específicos. Por isso, hoje em dia fala-se em comportamento de risco e não em grupos de risco.
  • 6. Mitoseverdades Verdade O preservativo continua a ser o melhor método preventivo, e também evita outras doenças sexualmente transmissíveis. No entanto, para que os preservativos sejam realmente eficazes, têm que ser usados corretamente, seguindo as orientações básicas e verificando na embalagem data de validade, comprovando que está bem lacrada. Verdade Objetos perfuro-cortantes (alicates, espátulas, aparelhos de barbear, tesoura) com presença de sangue, podem transmitir o vírus se não forem devidamente esterilizados.
  • 7. Mitoseverdades Verdade Durante a relação sexual existe sempre um certo grau de traumatismo e aumento da irrigação sanguínea local. A área de exposição às secreções infetadas na mulher é maior do que no homem (a área da mucosa da vagina é superior à área da glande do pénis). Por outro lado, a quantidade de vírus que existe no sémen resultante de uma ejaculação é superior à quantidade de vírus existente nas secreções vaginais durante uma relação sexual. Mito A Sida é uma doença séria, e não se pode descuidar. Apesar de ter tratamento, não tem cura e ainda faz muitas vítimas em todo o mundo. Além disso, os medicamentos devem ser tomados toda a vida
  • 8. Mitoseverdades Mito Sida é a doença, e o HIV é o vírus que transmite a doença. Ter o vírus não significa ter Sida, pois a pessoa pode passar muitos anos com o HIV sem que a doença se manifeste. Mito Se no início da epidemia a doença afetava mais homossexuais, usuários de drogas injetáveis e hemofílicos, hoje o vírus ameaça qualquer pessoa, de qualquer camada social. Tanto um homossexual como um heterossexual, estão expostos ao mesmo risco. O que define isso é o comportamento. Hoje existem comportamentos de risco, como sexo desprotegido, uso de drogas injetáveis, contato com sangue ou com objetos cortantes contaminados.
  • 9. Mitoseverdades Verdade O que mata na verdade são as infeções oportunistas, que se tornam frequentes, agressivas e difíceis de tratar devido a deterioração do sistema imunológico da pessoa. Portanto, a pessoa não morre de Sida mas em decorrência dela Mito Atualmente, o índice de sida cresceu muito entre mulheres casadas ou com parceiro fixo. A sida hoje está afetar mulheres jovens, que têm relações sexuais com parceiros variados ou fixos sem uso de proteção, além de mulheres idosas que acreditam que relações de longa duração afetiva envolvem fidelidade sexual. Por isso é importante, mesmo num relacionamento estável, fazer sexo com proteção.
  • 10. Mitoseverdades Mito O sexo deve ser sempre seguro, para se evitar a Sida, outras doenças sexualmente transmissíveis e até uma gravidez indesejada. Além disso, pessoas seropositivas que fazem sexo sem proteção estão a reinfectar-se mutuamente, podendo entrar em contato com outro subtipo de HIV ou mesmo aumentar a sua carga viral e por conseguinte acelerar a evolução da doença. Verdade O vírus HIV pode ser transmitido através do sexo anal e a taxa de contágio é maior do que a do sexo vaginal, pois existe maior probabilidade de ocorrência de pequeníssimas lesões (feridas). Isso porque a mucosa anal é mais frágil do que a vaginal, sendo mais suscetível ao contágio e ocorrência de infeção.
  • 11. Mitoseverdades Mito Hoje é possível uma mulher com HIV planear uma gravidez e ter uma família. Se ela estiver a fazer o tratamento corretamente e, com um adequado acompanhamento durante a gestação, a probabilidade de infetar o bebê é muito baixa. A contaminação ocorre, principalmente, na altura do parto ou durante a amamentação. Para aumentar a hipótese da criança se manter saudável, algumas precauções são essenciais: evitar parto normal ou trabalho de parto prolongado e a mãe portadora do vírus não deve amamentar o bebê.
  • 12. Mito. O vírus da imunodeficiência humana (HIV) é um vírus que ataca as células do nosso corpo (linfócitos) que ajudam no combate de doenças. Um portador da doença, tomando corretamente a medicação indicada, pode viver décadas com o HIV e não desenvolver a Sida (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida). Verdade. Não se transmite o HIV através de abraços, compartilhamento de toalhas e de utensílios de cozinha como garfos, facas, copos, etc. No entanto, pode transmitir-se o HIV nas relações sexuais sem proteção, compartilhando seringas ou fazer tatuagem com material infestado. Mitoseverdades
  • 13. Mito. Alguns desenvolvem a Sida em poucos meses por causa do sistema imunológico comprometido. Mas a grande maioria pode viver décadas com a mesma expectativa de vida do resto da população. A maneira de evitar com que o HIV evolua é ir regularmente ao médico e seguir todas as suas recomendações. Mito. Algumas pessoas não apresentam nenhum sinal que estão com HIV durante anos. Muitos podem ter alguns sintomas nas primeiras semanas após o contágio. Estes primeiros sintomas são parecidos com os de uma gripe ou mononucleose (doença do beijo), tais como: febre, fadiga, rash cutâneo e garganta inflamada. Geralmente desaparecem após algumas semanas. Mitoseverdades
  • 14. Mito. Ainda não existe cura para o HIV, porém o tratamento mantém os níveis do vírus sob controle e reforça o sistema imunológico. Alguns remédios interferem na multiplicação dos vírus HIV, outros bloqueiam a entrada dos vírus nas células do sistema imunológico. Verdade. Qualquer pessoa pode ser infetada pelo HIV: homens, mulheres, crianças, heterossexuais e homossexuais. Mitoseverdades
  • 15. Verdade. Mulheres grávidas devem estar cientes de que, se contaminadas pelo HIV, podem transmitir o vírus aos seus filhos durante a gravidez, no parto ou durante o aleitamento materno. Mito. Devido ao sistema imunológico debilitado, as pessoas com HIV podem ficar mais vulneráveis a infeções como pneumonia, tuberculose, candidíase, citomegaloviros e toxoplasmose. A melhor forma de reduzir o seu risco é tomar corretamente a medicação anti-HIV. Pode também diminuir a exposição a microrganismos se evitar o consumo de carnes mal cozidas, água que não foi tratada, bem como o contato com latas de lixo. Mitoseverdades
  • 16. Existe essa possibilidade, mas requer algumas condições bem específicas. É preciso provar que houve intenção de contaminar o parceiro e que ele foi, de fato, contaminado ou exposto ao risco. A questão é polémica e divide especialistas. As recomendações valorizam o uso do preservativo uma vez que não será considerada nenhuma ação criminal contra quem tenha tomado as devidas precauções para impedir a transmissão do vírus. Mito A aparência em nada ajuda na prevenção. O uso correto e consistente do preservativo nas relações sexuais é fundamental para a pessoa ter uma vida saudável. Os casais homo e heterossexuais devem discutir a importância do seu uso, independente da aparência e do conhecimento prévio. A vida sexual das pessoas somente elas próprias conhecem. Mitoseverdades
  • 17. Mito A Sida ou qualquer outra Doença Sexualmente transmissível, não está ligada necessariamente à ejaculação, mas sim com o contato entre os órgãos genitais e a troca de secreções, então ejaculando ou não o homem corre risco de se infetar ou de infetar outra pessoa. Verdade Ao fazer um piercing ou uma tatuagem corre- se o risco de contrair doenças como HIV/SIDA, hepatite B e C, Tétano e Tuberculose, caso o material utilizado não esteja devidamente esterilizado e desinfetado. Mitoseverdades
  • 18. Verdade A quantidade de vírus existente na saliva é pouco significativa. Não existe risco de aquisição da infeção através do beijo. No entanto quando a saliva está contaminada com sangue e existe contacto desta saliva com a mucosa genital, existe uma probabilidade, ainda que pequena de contágio. Se existir contacto da mucosa da boca com secreções vaginais ou sémen infetados, também existe probabilidade de infeção. Mitoseverdades
  • 19. Mito. Não há maneira de saber se uma pessoa está infetada com o HIV, olhando para seu rosto ou corpo. Além disso, a maioria das pessoas infetadas não apresentam sintomas e quando aparecem, já passaram uma longa história de infeção assintomática. Portanto, deve-se usar o preservativo em todas as relações sexuais, mesmo quando não há sintomas. Mitoseverdades